Esse é um RPG slice of life com temática de conjunto residencial. As pessoas e acontecimentos retratados aqui são inspirados em obras da ficção. — mob nav
Mais um ano completado como comunidade, ihuuu! Hoje tem MUITAS novidades pra vocês. A grande maioria das alterações foi devido ao resultado do formulário repassado para os players, quem ainda não viu, sugiro que dê uma olhadinha aqui.
Então, oriento que todos leiam com atenção as próximas informações pra ficarem cientes, pois depois não quero saber de ninguém dizendo que não sabia, hein?
ADIÇÃO DE PÁGINAS!
F.A.Q! - Depois que enxuguei as regras, resolvi passar algumas das observações dela para essa página e a manterei atualizada conforme mais dúvidas frequentes forem surgindo;
Dracmas! - E veio aí o nosso sistema de pontos! Nessa página vocês podem ver o que lhes fornecerá pontos e pelo quê poderão comprar. Estamos iniciando agora, então há chances de ter mais coisa nela no futuro!
EDIÇÃO DE PÁGINAS!
Regras e Cadastro! - Tentei deixar o mais objetiva possível, como também fiz a adição e alteração de algumas regras que considerei necessárias, ainda mais com o novo sistema aplicado;
Blocos do Condomínio! - Juntei toda a minha força de vontade e insônia pra terminar o projeto que esteve no porão por muito tempo. MUITO tempo mesmo. O primeiro rascunho foi em 2023;
Masterlist! - Agora, em vez de ser um botão que vai direto para a ficha completa do personagem, ele irá abrir uma janelinha com algumas informações prévias como o cartão de morador, a quantidade de dracmas e as conquistas adquiridas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS!
Como sempre, deixo claro que estou totalmente aberta para receber feedbacks seja lá do que for! Críticas construtivas são bem vindas, então não se acanhem.
Qualquer dúvida que tenha restado, podem perguntar através do privado ou pela ask, que permanecerá aberta.
No mais, tem os meus agradecimentos de sempre, a Acropolis não estaria vivinha aqui se não tivessem players para jogar e engajar com as propostas de eventos, plotdrops, dentre outros! Mas gostaria de deixar um apelo para a leitura consciente da devolutiva repassada por Discord, a mesma citada no início dessa postagem. Manter a comunidade como um lugar bom é um papel colaborativo entre a moderação e os players, então espero que continuem comigo nessa!
Deixo um agradecimento especial ao Hades e a Perséfone que tem me ajudado bastante com propostas e feedbacks também.
Espero que gostem das novidades e que se divirtam com os próximos eventos que teremos!
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✦ Nome do personagem: Choi Kyunggu.
✦ Faceclaim e função: Jimin - BTS.
✦ Data de nascimento: 05/10/1994.
✦ Idade: 32 anos.
✦ Gênero e pronomes: Não-binário, ele/ela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coréia do Sul, sul-coreane.
✦ Moradia: Mount Olympus.
✦ Ocupação: Tatuadore no Muse 9.
✦ Bluesky: @MO94CK
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Tem a energia altíssima, vive puxando conversa e fazendo perguntas sem parar. Vira e mexe pode ser visto pregando peças, mas só quando não está espalhando flertes e assustando os mais conservadores com sua inexistente vergonha na cara e tendência às ações impulsivas.
TW's na bio: Prostituição, abuso infantil, tráfico/drogas, suicídio, incêndio.
Biografia:
Choi Kyunggu nasceu e cresceu em uma vila localizada na ilha de Ulleung-un, sendo sempre bem visto e adorado por todos aos quais interagia por ser charmoso e um verdadeiro galanteador. Entretanto, toda essa aura atraente que ele exalava não passava de uma “cortina”, perfeita para esconder quaisquer suspeitas de que, na verdade, ele era um dos principais comandantes do tráfico naquela vila. Filho de pais adotivos, que nunca se mostraram verdadeiros exemplos para o garoto, na verdade, eles viam Kyunggu e sua irmã mais nova, Dohee, como moedas de troca no ramo criminoso. Quando mais novos, aqueles aos quais chamava de pai e mãe, tentaram o prostituir junto de sua irmã a fim de pagar algumas dívidas que possuíam em compras de narcóticos. Porém, ao se encontrar no lugar junto de seu abusador, o Choi mais velho conseguiu enganá-lo e o apagar com uma garrafada na cabeça para, logo em seguida, causar um incêndio proposital ao misturar fogo com substâncias inflamáveis, ocasionando na destruição da cabana de madeira que estavam presos. Por mais que tenha escapado, ainda possui algumas queimaduras em suas costas e no ombro esquerdo após uma coluna de madeira ter o derrubado durante sua fuga.
Conseguiu encontrar Dohee em outro lugar perto dali, ajudando-a fugir e mandando que ela corresse para longe e se escondesse. Kyunggu, por outro lado, retornou a casa de seus pais, por ainda não ter consciência de que havia sido vendido propositalmente por eles, na intenção de buscar por ajuda. No entanto, só o que conseguiu foi ser maltratado e xingado, mas ainda obrigado a viver com eles durante um bom tempo, sendo impedido de sair de casa por tempo indeterminado. Alguns anos se passaram e, Kyunggu já com seus 20 anos, via seus pais adotivos cada vez mais bêbados e sem esperança, se afundando em dívidas e nas drogas mais pesadas. O Choi, então, se aproveitou da fragilidade mental para buscar sua própria vingança. Já tinha entendido tudo o que aconteceu durante sua infância e possuía tudo planejado para aquele momento, a propósito, até mesmo havia iniciado, incentivando-os ao suicídio e, por meio de uma gigantesca lábia, desenvolvia uma relação tóxica com ambos. Até convencê-los a acabarem com a própria vida. Um ano mais tarde, Kyunggu começou a trabalhar como tatuador para manter as aparências, progredindo positivamente no tráfico que herdou por baixo dos panos.
Quando estava próximo de completar seus 28 anos, com muita culpa por nunca mais ter conseguido encontrar sua irmã, resolveu buscar a ajuda de seu melhor amigo na época, Eric, que o apresentou ao seu detetive particular. Depois de meses, restando apenas alguns dias para seu aniversário, pôde reencontrar Dohee, alguém que já tinha conversado tanto, mas que sequer poderia imaginar que se tratava da garotinha de cinco anos que ajudou a fugir. Conseguiu aproveitar muito tempo com ela, vivenciando um tipo de laço que já fazia tempo que tentava entender o significado: família.
Dado momento, infelizmente Dohee teve que retornar para Seul, onde mais uma vez, os irmãos tiveram que se ver separados. O Choi mais velho se crucificava sobre isso, mas possuía tantas raízes naquela vila que sequer se via morando em outro lugar. Entretanto, ao seu melhor amigo decidir mudar os ares e ir também para o centro da Coreia, juntamente do enorme escândalo em que inúmeros segredos dos moradores foram revelados, Kyunggu precisou fazer uma escolha muito difícil para si, ao mesmo tempo que buscava superar seus medos e traumas.
Exigindo a presença de Moonsik, quem passou a chamar de namorado após um longo ano, resolveu se distanciar da vila ao qual nasceu, a princípio, como algo temporário. Rever sua irmã mais nova, esfriar a cabeça e, também, repensar sobre os grandes passos que estava dando.
Apenas não esperava que aquela cidade grande seria seu novo lar e em tão pouco tempo muitas coisas em sua vida mudariam de forma brusca. Tendo apenas sua irmã o prendendo à Seul e sem dividir o apartamento com mais ninguém, Choi busca seguir em frente com o caminho trilhado para concluir o objetivo principal de sua vida. Enquanto novas questões pessoais se misturavam nos seus pensamentos bagunçados, ainda pode-se contar com Baekhyun, que sempre lhe foi como um abrigo e possuía um lugar especial em seu coração, mas que agora tem se tornado algo ainda mais importante: parte de sua família, como seu futuro esposo (mesmo que ele não saiba ainda).
🥇 Risinho da Vizinhança 🏆
✦ Prêmio conquistado no Momuscar 2024, que ocorreu durante o evento ARA: Acropolis Residents Awards. Esse personagem foi o que mais recebeu votos na categoria “o morador mais brincalhão”.
[Total de votos recebidos: 08].
🥇 Boca de Sacola da Vizinhança 🏆
✦ Prêmio conquistado no Momuscar 2024, que ocorreu durante o evento ARA: Acropolis Residents Awards. Esse personagem foi o que mais recebeu votos na categoria “maior historiador/fofoqueiro do condomínio”.
[Total de votos recebidos: 04].
🥇 Drama Trophy 🎬
✦ Prêmio conquistado após ficar em primeiro lugar na coleta de estrelas no evento I’M THE DRAMA, temático de gravação, realizado no mês de março~abril de 2024.
[Total de estrelas coletadas: 1.295].
🏛️ Escolhido por Hermes✨
✦ Título concedido ao cumprir os desafios do Caminho de Hermes em 2025, no evento Bênção de Ostara. Você enfrentou os desafios impostos pelos seres mitológicos e agora é aquele que transforma travessuras em arte e faz da esperteza um dom.
🥇 Sobrevivente 2025 🗡️
✦ Ao final do jogo Em Busca do Assassino, no evento Make, Find and Be Scary realizado no mês de outubro de 2025, os cidadãos conseguiram prender o assassino e esse personagem foi um dos que ficaram vivos até o final.
🥇 Mãozinha Amiga da Vizinhança 🏆
✦ Prêmio conquistado no Momuscar 2025, que ocorreu durante o evento Momento Nevado. Esse personagem foi o que mais recebeu votos na categoria “o morador que mais emprestou a xícara de açúcar (ajudou)”.
[Total de votos recebidos: 05].
🥇 O Terror da Vizinhança 🏆
✦ Prêmio conquistado no Momuscar 2025, que ocorreu durante o evento Momento Nevado. Esse personagem foi o que mais recebeu votos na categoria “o morador mais apocalíptico/que mais causou”.
[Total de votos recebidos: 08].
🥇 Gado da Vizinhança 🏆
✦ Prêmio conquistado no Momuscar 2025, que ocorreu durante o evento Momento Nevado. Esse personagem foi o que mais recebeu votos na categoria “o maior gado/último romântico do condomínio”.
[Total de votos recebidos: 04].
🥇 Power Couple da Vizinhança 🏆
✦ Prêmio conquistado no Momuscar 2025, que ocorreu durante o evento Momento Nevado. Esse personagem foi o que mais recebeu votos na categoria “o casal do ano” com Park Baekhyun.
[Total de votos recebidos: 07].
🥇 Boca de Sacola da Vizinhança 🏆
✦ Prêmio conquistado no Momuscar 2025, que ocorreu durante o evento Momento Nevado. Esse personagem foi o que mais recebeu votos na categoria “o maior historiador/fofoqueiro”.
[Total de votos recebidos: 04].
🥇 Beyblade da Vizinhança 🏆
✦ Prêmio conquistado no Momuscar 2025, que ocorreu durante o evento Momento Nevado. Esse personagem foi o que mais recebeu votos na categoria “o morador que mais pega geral”.
[Total de votos recebidos: 12].
✦ Nome do personagem: Im Seulgi.
✦ Faceclaim e função: Ryujin - Itzy.
✦ Data de nascimento: 31/10/2002.
✦ Idade: 24 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Moradia: Elysian Fields.
✦ Ocupação: Estagiária em Medicina na Asklepios.
✦ Bluesky: @EF02SG
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Para ver Seulgi por aí, só mesmo na emergência da Asklepios. Fora isso, passa boa parte do tempo em seu apartamento com a desculpa de estar estudando muito — desculpa essa que é facilmente jogada de lado se houver um convite para beber, desde que seja num lugar tranquilo.
TW's na bio: Luto, menção à suicídio.
Biografia:
Seulgi era parte de um trio.
Poucas coisas são mais trágicas do que isso.
Desde a infância e principalmente no ensino médio, os três estavam juntos o tempo inteiro. Seulgi, Sugyeom e Sajun. SeulSuSa.
Os professores tinham opiniões fortes sobre os três, mas a principal e de concordância unânime era que Seulgi era o cérebro, Sugyeom o coração e Sajun… não pegava bem falar dos alunos assim, mas a fama o precedia. Sajun era irritante, e irritantemente charmoso (na verdade, irritantemente rico). Claro que todo mundo caía na lábia e, segundo rumores, na cama enorme dele.
O fato era que os três se destacavam na escola e pouco entravam em confusão. Ninguém iria mexer com Seulgi sabendo que receberia o pior olhar de desdém possível e talvez um tapa. Ninguém iria mexer com Sugyeom porque, apesar de ser tranquilo como um monge, ele tinha quase dois metros de altura. E ninguém iria mexer com Sajun porque… bom, Sugyeom tinha quase dois metros de altura e um instinto superprotetor em relação ao moleque.
Sugyeom e Sajun gostavam um do outro de uma maneira nojenta (palavras de Seulgi), desconfortável (palavras de Seulgi) e dolorosamente óbvia (para todos, menos para os dois). Como a única parte daquele trio com neurônios capazes de pensamento lógico e coerente, era Seulgi quem precisava lidar com o pining dos amigos. E ela lidava, porque os amava como irmãos. Irmão e cunhado, mais precisamente, para as coisas não ficarem esquisitas.
Na cabeça da Im, iriam se tornar adultos funcionais (possivelmente) e manter aquela amizade para o resto da vida. Seulgi se tornaria médica, Sugyeom professor e Sajun seria uma bela esposa troféu, exceto pelo fato de que era ele quem tinha mais dinheiro entre os três. Eles se encontrariam de vez em quando, umas vezes por mês, para beber e relembrar o passado. Estando casados, os dois idiotas teriam uma dívida a pagar para Seulgi e a ajudariam a encontrar uma namorada.
Mas é claro que os babacas não podiam facilitar a vida de Seulgi.
Sugyeom, diante de uma tragédia familiar, tornou-se outra pessoa. Escapou pelas frestas dos dedos dela. A depressão o tornou uma casca de si mesmo até que ele decidisse que, aos 18, nada mais valia a pena.
Sajun fingiu por ainda alguns anos que não havia se afetado, como se perder o amor de sua vida — sem ter tido sequer a chance de uma vida ao lado dele — fosse algo pequeno assim. É claro que não era. Seulgi sabia, sempre enxergou. Aos poucos, de seu próprio jeito, Sajun também desistiu. Também se foi. Um suposto acidente.
E, assim, aos 24 anos, Seulgi não era mais parte de um trio.
Era apenas Seulgi.
Precisava descobrir, pela primeira vez, como ser protagonista única da própria vida, como ter uma história só sua. Sem dividir sua existência com outros dois.
Só ela e o gato gordo, velho e ranzinza que os “SuSa” deixaram para trás.
Começava a notar que era silencioso demais ser apenas uma.
Um apartamento surgiu em seu nome no Acropolis Complex algum tempo depois que a família Go havia resolvido toda a papelada da morte do filho.
Era grande demais para ela, que não gostava tanto assim de luxo. E a carta de recomendação para a enfermaria do condomínio era um exagero. Sajun era realmente um idiota.
Ela sentiria aquela falta pelo resto de seus dias.
Dois terços de si nunca voltariam.
✦ Nome do personagem: Zhao Kexin.
✦ Faceclaim e função: Ningning - Aespa.
✦ Data de nascimento: 23/10/2002.
✦ Idade: 24 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: China, chinesa.
✦ Moradia: Asphodel Meadows.
✦ Ocupação: Body Piercer no Muse 9.
✦ Bluesky: @AM02ZK
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE.
✦ Comportamento: É uma mulher quieta e reclusa, é comum que os moradores sequer se lembrem que ela é sua vizinha já que a chinesa tenta ao máximo se manter "na dela". Apesar de não gostar de se meter onde não é chamada, Kexin é muito educada e não recusa ajudar alguém quando a pessoa precisa.
TW's na bio: menção a crimes, abuso de álcool, morte, luto, negligência e abandono paternal, transtornos mentais.
Biografia:
Kexin é a filha mais nova dos Zhao, nascida e criada em harbin a vida da garota nunca foi simples e nem fácil. as irmãs perderam sua mãe enquanto ainda eram crianças, Kexin tinha apenas 2 anos de idade. E o seu pai… Bom, quando a senhora Zhao faleceu pode-se dizer que elas também o perderam naquele dia, a partir de lá o homem nunca mais foi o mesmo.
De início era normal que não só as duas irmãs mas também todos ao redor delas pensassem que era normal o patriarca estar agindo estranho, o processo do luto poderia ser doloroso, lento e complicado. Só que conforme o tempo passava não se via uma melhora, na verdade as coisas só pioraram. O homem era viciado em bebidas alcoólicas e jogos de aposta, gastando mais dinheiro do que deveria nesse tipo de coisa enquanto suas filhas eram negligenciadas e precisavam se virar sozinhas com o que sobrava. Kexin tinha sorte de ter a mais velha consigo, se não fosse por ela talvez a pequena não tivesse aguentado tanto tempo. A chinesa se esforçava em seus estudos e engajava em atividades extracurriculares, sabia que dinheiro sempre seria um problema então tentava muito ser a melhor no que fazia para um dia conseguir começar uma graduação em engenharia aeroespacial e ganhar bolsas que a ajudassem a pagar a mensalidade, com esse sendo seu maior sonho.
Kexin sempre foi uma criança diferente das outras, e quando se tornou mais velha o diagnóstico de transtorno do espectro autista não chegou como uma surpresa, mas fez a chinesa se sentir melhor ao saber que tinha uma explicação para ela ser do jeito que era. Só que era difícil seguir com o seu tratamento e buscar ajuda quando seu pai continuava a gastar todo o dinheiro da família e os encher de dívidas de uma forma que ficava impossível de lidar. A garota apenas teria que se virar e tentar sobreviver da forma que conseguia; não era como se ela odiasse seu pai, apenas não entendia o motivo de ele a odiar. Talvez por ser muito parecida com sua mãe e ser a última coisa que ela deixou no mundo antes de partir? Não sabia dizer. Até aquela noite onde tudo mudou.
O homem chegou em casa machucado, revirando tudo que encontrava pela frente e se trancando em seu quarto, saindo de lá apenas com uma mala em mãos. As irmãs não entenderam o que estava acontecendo e ele não explicou, apenas falando que “ia consertar o que fez mas precisava de tempo”, indo embora com um “até logo” que as duas logo perceberam ser uma mentira. Dias se passaram, e então semanas, e então meses… Com as irmãs precisando cuidar de si mesmas e da casa até o momento em que alguns homens bateram em sua porta, e então elas descobriram o problema. Seu pai havia pedido dinheiro com agiotas e não tinha como os pagar de volta então fugiu, só que agora essa dívida havia caído na mão das duas porque “alguém precisava pagar”.
No começo, realmente tentaram. foram obrigadas a fazer pequenos serviços aqui e ali, “entreguem isso pra pessoa X tal hora em tal lugar” e outros tipos de coisa. Mas as garotas tinham plena noção do que faziam e do que estavam entregando, sabia que se algo de ruim acontecesse quem sofreria as consequências seriam elas. Então, tal pai tal filho, elas planejaram fugir. Kexin desistiu de todas suas vontades, desejos e sonhos, mais uma vez tendo sua vida roubada de si. As Zhao juntaram suas coisas, o máximo que conseguissem levar em pouca bagagem, saindo da china e pegando o primeiro avião para qualquer lugar, e esse lugar foi seul, pulando de bico em bico para tentar se manter e morando em pequenos e sujos banjiha aqui e ali enquanto tentavam se acostumar com a cultura e idioma diferente. Ambas tentam se manter na encolha, não falando sobre seu passado e nunca dizendo de onde vieram ou o motivo para terem se mudado, talvez fosse melhor assim.
Com o tempo, kexin conseguiu um bom emprego em um estúdio de piercings e tatuagens, fazendo valer a pena os cursos e certificados que lutou para conseguir. Era um bom trabalho, apesar de estar longe de ser seu sonho pelo menos recebia uma grana boa o suficiente para se manter e ajudar em casa, não querendo deixar todo o peso em cima de sua irmã. Inclusive, graças ao trabalho conseguiram um desconto para morar em acropolis, alugando um apartamento no bloco mais barato do conjunto e finalmente passando a viver em um local mais limpo e digno.
Conforme os meses passavam, kexin conheceu gunhee. O homem que de início era apenas um rapaz estranho e diferente que parecia tentar se aproximar dela a todo custo acabou se tornando seu primeiro amor e primeiro namorado. Os dois se envolveram e passaram a compartilhar seus dias juntos, com a relação amadurecendo e o coreano a ajudando com diversas coisas de sua rotina. Com sua irmã também seguindo em frente com a própria vida, a chinesa pensou que era o momento de deixar a mais velha livre do peso de ter que cuidar dela o tempo inteiro e ocupando um espaço em seu lar. Decidiu então se mudar, passando a viver com gunhee em asphodel meadows em maio de 2026.
A vida da chinesa ainda é uma bagunça. Tem dificuldades para se expressar, quando sente algo sente com intensidade demais, não sabe onde está seu pai e perderam contato com o resto da família. A Zhao sente constante frustração por não conseguir realizar nenhuma de suas vontades e, conforme o tempo passa, apenas se sente mais longe de tudo o que quer. Assim como vive com medo de em algum momento aqueles de quem fugiram acabem conseguindo as encontrar… Segue seus dias com um peso em suas costas e a cabeça cheia, não querendo ser um peso para seu namorado e destruir o novo relacionamento, sabendo que em algum momento vai precisar enfrentar tudo isso e tomar decisões importantes.
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Queria mandar um recadinho para os players: desenvolvam! criem selfparas, leem a história de seus personagens novamente e busque o que pode ser desenvolvido também com outros personagens da comu. Isso movimenta bastante e deixa os players menos desanimados de interpretar o próprio personagem. Não esqueçam a origem de se jogar um rpg, as vezes entrar e responder seu char fav não é jogar! E também CURTEM O SP. POV, FOTOS do perso alheio, mesmo que não conheça, LEEM O SP do coleguinha pra conhecer+
é desanimador vc desenvolver, criar uma história, fazer um self para trazer um pouco do personagem e não tiver engajamento de sejá la o que for, curtida, compart, ou até mesmo um "amigx, amei seu sp!" no off. RPG não se joga sozinho não, gente! vamos acordar pra vida. timidez não traz carne pra mesa!
AMOOOO! Disse tudo, anon! Eu realmente gosto muito de ler os selfparas de vocês, acompanhar o desenvolvimento da história de cada personagem... Afinal, é PRA ISSO que RPG existe, para desenvolver, criar em conjunto, compartilhar histórias e vai que o a vivência do seu personagem em um sp não dá ideia pra algum plot envolvendo o char de outro player também? Ou alguma coisa que você leu no pov de outro char te faz pensar em uma situação para fazer o seu próprio personagem comentar?
Não fiquem apenas esperando as tasks obrigatórias pra desenvolver alguma coisa, todas as biografias que li dá pra ter muito pano pra manga pra por no papel ainda. Amei os selfparas que foram postados recentemente e mal vejo a hora de ler os próximos.
Olá, gente. Estou planejando entrar na central e gostaria de saber se vocês estão interessados em acompanhar desenvolvimentos mais longos e também criar conexões!
Oi, docinho!
Eu, como moderadora, digo que sim! Adoro ver os desenvolvimentos de vocês e a leitura dos selfparas são o que mais gosto de fazer. Estarei esperando a sua reserva.
E vou deixar um espacinho pros players também responderem AQUI.
✦ Nome do personagem: 'Rye' Yosatorn Kim-Tuchapon.
✦ Faceclaim e função: Archen Aydin - Ator.
✦ Data de nascimento: 10/03/2001.
✦ Idade: 25 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Tailândia, tailandês.
✦ Moradia: Elysian Fiels.
✦ Ocupação: Fotógrafo científico.
✦ Bluesky: @RYE01EF
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE.
✦ Comportamento: Ele é animado, expressivo e tem uma energia agitada que se faz notar, equilibrando perfeitamente esse lado sociável com uma educação impecável e um charme genuinamente reservado quando quer ou precisa.
TW's na bio: menção a morte, abuso de drogas, violência doméstica, depressão, automutilação.
Biografia:
Yosatorn Kim-Tuchapon, ou mais conhecido como Rye. nasceu na província Ang Thong em março de 2021. Sua infância foi marcada pela presença opressora de seu pai biológico, um homem extremamente abusivo. O ambiente doméstico era um campo minado de medo constante, onde o jovem desenvolveu mecanismos de defesa e hipersensibilidade ao ambiente.
O evento que encerrou esse ciclo foi o trauma fundador de sua vida: Yosatorn matou o pai em legítima defesa para proteger a mãe durante uma agressão severa. Esse ato salvou a vida de ambos, mas também lhe impôs uma dívida emocional impagável com a mãe ao assumir a culpa e deixando o filho como vítima inocente.
Após a prisão e posterior libertação da matriarca, a família mudou-se para o subúrbio de Bangkok. Incapaz de lidar com o peso do assassinato e o trauma, a mãe mergulhou profundamente no vício em substâncias. Nesse período, o adolescente assumiu o papel de cuidador, limpando o sangue e o caos dos surtos da mãe, enquanto sofria agressões verbais crônicas. Foi nessa época que desenvolveu sua depressão severa e tendências à automutilação, sentindo-se um "estilhaço" que não pertencia a lugar nenhum.
Após a segunda prisão por uso e posse de drogas, foi morar com os avós rígidos até se formar no colégio e conseguir um intercâmbio de moda em Londres. Ele cortou laços com a Tailândia, passou a se chamar Drew e se recusava a falar do seu passado. Ele se tornou um fotógrafo de moda e editorial de sucesso, conhecido por sua estética vintage, analógica e seu olhar melancólico e distante, também fazendo vídeos para internet com cerâmicas que era um hobby que tinha.
Apesar do sucesso em Londres, Yosatorn vivia em um estado de dissociação constante, escondendo seus ataques de pânico. Foi para a Coreia do Sul em busca de conhecer o país e a cultura por tempo indeterminado a ponto de alugar um apartamento na Acropolis Complex. Não sabia se iria ficar ou ir embora, até se apaixonar e não desejar está nem mais 1 metro de distância. Passou a trabalhar no estabelecimento do próprio condomínio, Nectar Café, que ficou por um curto período até decidir que queria dar mais foco a sua carreira de fotógrafo e indo trabalhar num Zoológico como fotógrafo num cargo superior. Também mudando seu apelido para Rye, que vem de Ryewon, nome coreano que adotou com intenção de fazer sua cidadania no país.
Casou-se com Jaehyun, pelo qual havia se apaixonado, um biólogo marinho de família estruturada. Jaehyun tornou-se seu maior suporte, ajudando-o a gerenciar a ansiedade e as crises emocionais, passando a trabalharem juntos na empresa do coreano, após pedir a demissão do zoológico por conflitos na vida privada.
Um colapso severo o levou para uma internação hospitalar, após a descoberta de que sua mãe estava fora da cadeia após anos sem ter notícias dela e se juntando a vários estresses da época por pressões e paranóias. Foi durante a recuperação que Jaehyun descobriu a existência, e o passado trágico, da família do marido.
O tailandês reencontrou a genitora e descobriu seu irmão de cinco anos, Yosawat Tawapee. Após uma viagem à Tailândia para celebrar 11 meses de namoro com Jaehyun, Rye percebeu que iria fugir novamente e abandonar o irmão na mesma situação de abandono e vício que ele vivera, quando retornasse à Coreia.
Impulsionado por uma terapia decisiva e pelo apoio de Jaehyun, orquestrou uma intervenção noturna dramática, tirando o da casa da mãe em meio a um surto causado pelo álcool e drogas. No dia seguinte, após um confronto intenso onde soltou todo o rancor guardado, acolheu a mãe, que confessou seu desejo de parar definitivamente e recomeçar, mas sendo incapaz de fazê-lo sozinha.
Rye e Jaehyun assumiram a guarda temporária de Yosawat e pagaram a internação da genitora em uma das clínicas de reabilitação mais respeitadas e seguras da Tailândia, iniciando o processo de cura da mãe e garantindo a segurança do irmão. Prolongando a viagem para conseguir a guarda temporária e permissão de viagem.
De volta a Coreia do Sul, gerencia uma rotina tripla que une suas novas carreiras, seu papel de "Phi" de Yosawat e seu suporte à reabilitação da mãe. Ele trabalha como fotógrafo científico e assistente logístico para a equipe de pesquisa marinha de Jaehyun. Com novas expectativas e desejo de encarar o futuro de cabeça erguida, determinado a aproveitar a vida tanto com a sua família quanto com novos objetivos.
A primavera aos poucos dava seus últimos respiros antes da entrada do verão e, com ela, Nikos buscava ressignificar o medo pelas abelhas, disponibilizando um momento coletivo para apreciação e diversão de tudo o que a estação poderia oferecer. No início da tarde, o condomínio é visto com áreas decoradas por flores, pelúcias e fitas, enquanto o chão dos blocos encontrava-se com uma trilha de pétalas desenhadas, guiando-os até os estabelecimentos convidados para propor algo diferente nesses próximos dias.
Enquanto a Asklepios traz um divertimento colocando os estagiários em fantasias de abelhas para distribuírem ferroadas nada perigosas e panfletos com informações sobre cuidados relacionados a alergias sazonais, a Apollo’s Attic atualiza suas prateleiras de produtos com várias peças novas de cerâmica temáticas com as amiguinhas coletoras de mel e o restaurante Ambrosia Garden oferece degustação de pratos com o uso de flores comestíveis, frutas e mel, oferecendo desconto de 20% em um jantar para duas pessoas à todos aqueles que conseguirem adivinhar os ingredientes do que provarem.
Depois de encherem a barriga com tantas opções novas, os moradores ainda poderão aproveitar de uma seleção de cuidados para a pele e massagens especializadas pelos funcionários do Psique Beauty, que oferecerão desde aromaterapia até máscaras faciais com o uso do mel.
Além disso, também será possível os moradores visitarem os outros estabelecimentos para poder presenciar o que mais será proporcionado por eles: Sugary Nymph, Nectar Cafe, Dionysus Lounge, Persephone’s Petals e a Pegasus Wings.
Data: do dia 22/05 (sexta-feira) até 24/05 (domingo).
Horários: das 13h às 18h00.
OBSERVAÇÕES OOC!
✦ Os estabelecimentos estão mais do que convidados a elaborar descontos, promoções e decorações com a temática;
✦ Qualquer proposta que tiverem de eventos, plotdrops ou tasks, podem mandar no formulário de sugestões;
✦ Participe através de postagem de fotos na #APGRAM, selfparas na #APSELF, blueets, joguinhos no Discord, chamadas para plots e etc;
✦ Reforço a obrigatoriedade de entrarem no servidor principal do discord e no servidor de DM’s para conversarem com as pessoas de seu bloco;
✦ Mandem coisinhas para o Momus;
✦ Qualquer dúvida, nos faça através das DMs ou por ASK.
✦ Nome do personagem: Arata Daiki.
✦ Faceclaim e função: Kota Miura - Lutador de MMA.
✦ Data de nascimento: 28/05/2000.
✦ Idade: 26 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Japão, japonês.
✦ Moradia: Asphodel Meadows.
✦ Ocupação: Instrutor de Artes Marciais e Lutas na Atlas Gym.
✦ Bluesky: @AM00AD
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Reservado e silencioso, cumpre as regras à risca para não atrair atenção. Nas reuniões de condomínio nunca fala e recusa convites sociais, focando apenas na rotina entre seu ap e o trabalho. É o "vizinho fantasma": educado e respeitoso, mas mantém uma barreira invisível com os outros.
TW's nos headcanons: menção à morte, luto.
Headcanons:
1. Mudou-se para a Coreia Do Sul após a morte de sua noiva em um acidente de carro, pelo qual se culpa até hoje. Encontrou Acropolis Complex na internet e foi atraído pelos 30% de desconto no aluguel para funcionários, imediatamente buscando vaga na academia local.
2. Seu apartamento no Asphodel Meadows é quase vazio e minimalista. O segundo quarto foi transformado em um dojo pessoal onde pratica meditação e treinos solitários na madrugada. Não há muitos objetos ou fotos de família à vista, exceto pela única foto analógica da noiva que fica guardada numa gaveta.
3. Sofre de insônia crônica devido ao luto e, frequentemente, pode ser visto correndo pelo condomínio tarde da noite ou ficar até tarde na sala de artes marciais do Atlas Gym.
4. Apesar de ignorar e evitar os moradores humanos do condomínio, ele sempre para pra fazer carinho ou dar atenção aos animais de estimação ou não que cruzam seu caminho pelas áreas comuns do condomínio.
5. Ele não sabe cozinhar pratos coreanos, então sobrevive à base de marmitas prontas de lojas de conveniência e receitas japonesas simples que sua mãe o ensinou na infância.
6. Alguns moradores mais ricos já tentaram lhe dar gorjetas generosas ou presentes caros após as aulas de defesa pessoal, mas Daiki recusa todos de forma categórica, afirmando que seu salário pago pela academia já é insuficiente.
7. Tem uma aversão extrema à chuvas fortes e dias de neblina densa. Essas condições climáticas engatilham uma ansiedade silenciosa, fazendo com que ele se tranque em casa e não saia até que o clima melhore. Foi em um dia de chuva que perdeu a sua noiva.
8. Ele deletou suas redes sociais profissionais quando decidiu se mudar, mantendo apenas uma conta secreta onde segue os moradores de Acropolis para saber o que está acontecendo e raramente posta uma foto.
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A primavera já dava pequenos indícios de que em breve daria seu lugar ao verão, mas ainda era possível encontrar o resultados da estação pelos blocos, como por exemplo as várias flores desabrochadas e o perfume que atraía qualquer um para o jardim imenso do condomínio e, além disso, todos os pequenos seres que são atraídos por eles: borboletas, joaninhas, pássaros e, é claro, abelhas. Muitas delas.
O que inicialmente parecia apenas mais um detalhe comum passou a chamar um pouco mais de atenção ao longo do dia, principalmente entre os moradores que circulavam pelas áreas externas e começaram a notar a movimentação incomum próxima ao jardim. Uma grande e belíssima colmeia havia sido encontrada em uma das grandes árvores dali.
A princípio, a descoberta não parecia preocupante, fitas de isolamento foram colocadas ao redor do local, funcionários passaram a orientar os moradores a evitarem determinados caminhos e, para muitos, aquilo parecia apenas mais um pequeno imprevisto da rotina. Mas não demora muito para que mais abelhas passassem a circular pelas áreas comuns e, como toda situação coletiva funciona perfeitamente até o momento em que alguém entra em pânico, bastou um único grito para transformar a tranquilidade em um caos completamente desorganizado.
Em poucos segundos, moradores começaram a correr em direções opostas, objetos foram abandonados pelo caminho, algumas pessoas tentaram se esconder dentro de estabelecimentos próximos, outras usaram bolsas, casacos e qualquer coisa ao alcance para proteger o rosto, podiam até mesmo ver a conselheira Rhiannon Dovey-Moon como um dos principais alvos daquele turbilhão de insetos cheios de ferrões.
OBSERVAÇÕES OOC!
✦ Aah, a primavera!;
✦ Como punição IC, a personagem Rhiannon Dovey-Moon deverá, obrigatoriamente, desenvolver um turno com pelo menos outros dois personagens descrevendo alguma situação sobre ter sido atacada pelas abelhas;
✦ A cena deverá ser turnada no canal da enfermaria OU no do jardim no servidor principal do Discord até o dia 31 de maio às 23h59;
✦ Deixei alguns prompts no canal do discord pra dar uma ajudinha pra vocês;
✦ Fiquem livres para elaborar situações com os nossos NPC’s;
✦ Aproveitem para mandar coisinhas sobre no MOMUS;
✦ Participem do plotdrop através de blueets, postagem de fotos, turnos no DISCORD, combinando HC’s ou através de povs/selfparas;
✦ Qualquer dúvida podem nos perguntar através da DM ou ASK!
✦ Nome do personagem: Han Sooyoung.
✦ Faceclaim e função: Kim Lip - ARTMS.
✦ Data de nascimento: 30/06/1999.
✦ Idade: 27 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Moradia: Elysian Fields.
✦ Ocupação: Programadora freelancer.
✦ Bluesky: @EF99HS
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: É uma condômina discreta e silenciosa, quase sempre vista com fones de ouvido e um café na mão. Mantém uma convivência tranquila com os vizinhos, ajuda quando alguém precisa e costuma resolver pequenos problemas técnicos do prédio sem reclamar. Reservada, mas de fácil aproximação.
Biografia:
Desde adolescente, Han Sooyoung sempre foi o tipo de pessoa que passava horas no computador desmontando programas por curiosidade, aprendendo linguagens novas sozinha e entrando em fóruns escondidos da internet só para entender como algumas coisas funcionavam por trás das telas. Ela nunca foi exatamente sociável, mas encontrava o conforto online, principalmente na ideia de que podia ser “alguém” sem precisar exatamente mostrar o rosto.
Conseguiu uma bolsa na faculdade na área de desenvolvimento de software e, ainda muito nova, acabou sendo recrutada por uma startup tecnológica em Barcelona, na Espanha. A empresa parecia perfeita: moderna, cheia de promessas sobre inovação, faziam a maior propaganda sobre privacidade e liberdade criativa. Foi a primeira vez que Sooyoung saiu de seu país natal, acreditando que finalmente tinha encontrado um lugar onde pertencia e também para fazer um bom dinheiro.
Mas depois de alguns meses trabalhando lá, começou a perceber movimentações estranhas dentro dos sistemas internos da empresa. Usou todo seu conhecimento adquirido dos tais fóruns que frequentava e descobriu que dados de usuários estavam sendo vendidos para terceiros, em um esquema quase perfeito. Conversas privadas eram armazenadas sem consentimento e existiam projetos escondidos dos próprios funcionários. Quanto mais investigava, mais percebia o tamanho do problema que já estava metida.
Sooyoung reuniu provas durante semanas, trabalhando escondida durante madrugadas inteiras, até vazar tudo anonimamente para jornalistas e fóruns especializados. O escândalo destruiu a reputação da empresa em poucos dias. Mesmo ninguém sabendo oficialmente que foi ela, Sooyoung entrou em paranoia. Passou a sentir que estava sendo observada, ficou com medo de processos, perseguição e até invasões digitais contra ela. Pediu demissão e voltou para Seul praticamente sem avisar ninguém.
Hoje ela vive na capital coreana, conseguiu fazer um fundo de emergência suficiente para se manter e comprar um apartamento em um condomínio, no Acropolis Complex. Trabalha como desenvolvedora de jogos indie, criando jogos pequenos, melancólicos e visualmente bonitos sob um pseudônimo online bastante conhecido em comunidades independentes, além de alguns trabalhos freelancers.
Porém, durante a madrugada, continua frequentando fóruns underground usando vários aliases diferentes. Ajuda pessoas vítimas de vazamento de dados, perseguição digital, cyberbullying, golpes corporativos e tudo um mais. Ensina sobre privacidade, segurança online e às vezes até invade sistemas para recuperar informações apagadas ou encontrar provas contra companhias suspeitas.
✦ Nome do personagem: Park Mingyu.
✦ Faceclaim e função: Beomgyu - TXT.
✦ Data de nascimento: 13/03/2001.
✦ Idade: 25 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Moradia: Mount Olympus.
✦ Ocupação: Estudante de engenharia de software.
✦ Bluesky: @MO01PM
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, SMUT.
✦ Comportamento: "Miss simpátia" é a definição perfeita. Sempre tagarelando e interagindo com todos, desde jogar basquete com os adolescentes até passar tardes fofocando com os aposentados. É exageradamente animado e barulhento. Por outro lado, também é frequentemente visto emburrado como uma criança mimada.
TW's na bio: breve menção ao uso de substâncias ilícitas e a negligência parental.
Biografia:
Min-Gyu era alguém que sempre teve tudo o que queria. Vindo de uma família de muita influência e com dinheiro o suficiente para que qualquer pedido do filho fosse irrisório demais para ser negado, o garoto nunca soube a sensação de receber um “não”. Também não aprendeu nenhum pouco sobre o dom da paciência, dado ao fato de que todo e qualquer funcionário da família tinha ordens diretas para fazer o possível e o impossível para que ele sempre tivesse tudo nas mãos. Era uma vida fácil, com luxúrias e mordomias demais para que ele tivesse qualquer outra personalidade que não fosse ser um “mimadinho, filhinho do papai” e, obviamente, ele era a definição mais fiel de um.
Foi na adolescência, no auge dos seus 14 anos, que sua fase mais problemática começou. Era frequente as vezes que seus responsáveis eram chamados na escola por mau comportamento, agressão aos colegas, responder professores e claro que, no fim, era tudo encoberto com uma boa quantidade de dinheiro, afinal, como poderiam punir o filho do principal doador da instituição? E a forma como seus pais pareciam sempre ignorar e acobertar tudo o deixou ainda mais confiante para que problemas disciplinares se tornassem pequenos delitos, como pichação de muros e pequenos furtos, “só por diversão, foda-se”, era o que ele respondia sempre que era pego, já sabendo que nada aconteceria a si.
E essa sua personalidade questionável nunca sumiu — surgindo de tempos em tempos, geralmente quando estava sob uso de ilícitos ou bêbado demais para balancear suas ações —, mas, em determinado momento, ele aquietou, sem explicações. A figura escandalosa e caótica passou a tomar forma de um garoto quieto e recluso. Eram raras as vezes em que ele se metia em encrencas ou ao menos pisava o pé para fora da imponente residência dos Park. Para muitos, “ele tomou jeito”, mas, para outros, principalmente a senhora Kim, a governanta que esteve ao lado dele durante todas as suas fases, era algo estranho. Parecia que ele tinha desistido, cansado. Mas do que, exatamente? Ninguém sabia ao certo o que se passava em sua mente.
Demorou um tempo até que Min-Gyu voltasse a ser o garoto agitado de antes e, quando aconteceu, a casa perdeu sua paz. As poucas vezes que seus pais estavam no local, o ambiente era tomado por uma energia ruim, com direito a olhares de repreensão e um clima tenso entre os familiares, mais por parte do Minmin que se afetava bastante, já que nunca fora de receber um tratamento assim. Para os progenitores, era mais fácil resolver problemas que o filho causava a terceiro do que a eles. E, por isso, a pouca interação foi se tornando cada vez mais rara.
Min-Gyu ficou ainda mais isolado depois que seus pais compraram uma das casas no condomínio Acropolis Complex e ele decidiu sair da casa principal dos Park para ficar fixamente por lá. Eram poucos funcionários que, vez ou outra, e apenas para manter a casa em ordem, circulavam pela mansão. E seus pais? Mal ficavam no país e tinham a certeza de que o filho acabaria com algum senso de responsabilidade agora que estava “morando só”. Bem, ao menos as notas na faculdade se mantiveram excepcionais e era o que importava aos progenitores. Para eles estava tudo bem e a relação com o filho era a melhor possível, então, para Minmin deveria ser assim também, certo?
[…]
O Park se mudou para os Estados Unidos, às pressas, sem olhar para trás. Não avisou ninguém e também não se despediu. A casa onde passou o último ano logo perdeu a sua personalidade e voltou a ser uma imensidão de paredes brancas e sem vida, era só mais uma casa vazia e pronta para ser entregue ao primeiro que se interessasse. Foi uma decisão muito triste. Min-Gyu escolheu largar toda a sua vida para viver o que seria o seu maior pesadelo do outro lado do mundo e, ainda assim, ele não pretendia voltar.
Mas, inevitavelmente, voltou. No início, não foi algo definitivo. Ele aparecia, vez ou outra, apenas porque queria muito rever pessoas importantes, tomar um café em uma cafeteria superfaturada e conversar sobre as novidades, por mais que ele nunca tivesse nenhuma. Vinha apenas para sumir de novo poucos dias depois. E, um dia, ele apenas ficou. Pela primeira vez em muito tempo, ele escolheu o que seu coração queria e que ele insistia em ignorar. Voltou como quem não tinha nada a perder, trazendo consigo todas as boas lembranças que o condomínio lhe proporcionou. Minmin amava aquele lugar.
✦ Nome do personagem: Kim Joonhyuk.
✦ Faceclaim e função: Mingi - ATEEZ.
✦ Data de nascimento: 09/08/1999.
✦ Idade: 26 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Moradia: Elysian Fields.
✦ Ocupação: Tatuador no Muse 9.
✦ Bluesky: @EF99KJ
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Kim Joonhyuk é extrovertido e atencioso, mantendo boa convivência com os vizinhos. Geralmente é uma pessoa bem calma e compassiva com os demais vizinhos. Gosta de ajudar o próximo e está sempre disposto a uma bebedeira na calçada, onde se diz fazer as melhores amizades.
TW's na bio: doença terminal, morte, luto, abuso de álcool e drogas, depressão.
Biografia:
Joonhyuk nasceu de uma relação completamente saudável entre dois sul coreanos nativos de Gangnam-gu, na península sul coreana. Um homem ético e completamente influente no país, empresário – de grande renome – com várias clínicas voltadas para estética em países como: China, EUA e Coreia do Sul; aquele era o grande nicho da família Kim. Já sua esposa, uma estilista, conhecida e aclamada em muitos países por suas peças e desfiles impecáveis com o magnífico hobby de criar artes com argila, sendo assim uma ceramista oculta. Ambos no auge de sua meia idade, estavam prontos para ter um bebê e trazer assim, um ar a mais de felicidade aquela família e não demorou para que a grande notícia fosse dada em um banquete contendo os integrantes mais importantes de suas vidas, tais como: avós, tios e tias e também alguns amigos bem próximos do casal.
A gestação foi de grande calmaria e entusiasmos, eles não podiam mais esperar para ver o pequeno – que nessa época – que ainda não tinha nome. Sua mãe, sempre eufórica e cheia de ideias para nomes, enquanto seu pai, sempre preocupado com o bem estar de ambos – mãe e bebê – dando o seu máximo de amor, carinho e proteção, com o passar dos longos 9 meses gestacionais.
Concebido entre uma noite chuvosa e uma manhã regada de luz do sol e orvalho brilhantes de um parto natural na própria residência dos Kim, nasceu, em 09 de agosto de 1999: Joonhyuk, um menininho cheio de energia e em seu coração habitando o mais divino amor.
Joonhyuk sempre cresceu vendo sua mãe praticar seu exercício de trabalho no ateliê, da grande mansão, tocando piano e violino, e mexendo com cerâmica de maneira exemplar, ele se empolgava com tantas as coisas que sua mãe criava e fazia, também foi na infância que aprendeu a tocar violino e piano e aprendeu aos poucos como trabalhar com a argila, sem nenhuma pressão vinda dos pais, ou aulas, apenas observando sua mãe. Já com seu pai, ele aprendeu que existiam muitos papeis no mundo para serem assinados, revogados, lidos e escritos, ele dizia a ela que: “era um passo importante na vida de qualquer ser humano saber o que estava fazendo com responsabilidade, principalmente na área dele.” e Joonhyuk, não entendia muito bem naquela época, mas sempre o olhava com extrema admiração.
Como era bom ter o abraço e o colo dos dois no final do dia!
Mas não era só de boas coisas que se vivia aquele menino, por sua vez e pela influência que aquela família tinha, Joonhyuk era muito aplicado nos estudos, tendo em vista que seu futuro era ele mesmo quem iria construir, sempre deu uma importância fulcral para esse lado, estudando assim em uma das melhores escolas de Gangnam, além de estudos de línguas estrangeiras em casa, tais como os primordiais: inglês e chinês – que regia o mundo – mas também línguas as quais gostava, estas sendo: francês e espanhol e logicamente o coreano, sua língua nativa. Suas notas eram exemplares e sempre estava em uma das primeiras colocações de seu colégio, o qual frequentou até sua adolescência, mantendo sempre o respeito pelos professores e amigos, ele era conhecido como o queridinho de todos – ainda que matasse aula algumas vezes e fosse visto como um grande badboy do bem –, o que poderia irritar alguns de pequena minoria que, mas a grande maioria o adorava e estava tudo bem, como era bem seguro de si, nunca teve muitos problemas na vida escolar.
Mas o problema viria a seguir…
Joonhyuk nunca pensou que iria passar por aquela dor, a pior – considerada por ele – que poderia sentir em sua vida, sua mãe, uma mulher completamente saudável, em um exame de rotina descobriu um câncer terminal no cérebro e o respectivo não tinha sequer cura, por ser uma doença muito rara, o tratamento ainda era desconhecido. O garoto não sabia como viver aquele momento, então, viveu como achava certo: se trancando em um quarto, usando drogas longe de seu pai e abusando do álcool de maneira que não podia – principalmente por sua faixa etária e ele não se importava, desde então – adentrou em uma profunda depressão, devido o falecimento precoce de sua mãe.
Foram os piores dias, meses de sua vida e só desistiu do álcool e outros, devido às brigas que tinha com seu pai.
Ao completar 18 anos, ele tinha de escolher algumas opções de universidades renomadas, para que pudesse se aplicar. Buscando algumas no Estados Unidos e outras na Coreia do Sul, resolveu que iria manter seu rumo agora longe de seus pais, em um país diferente, para respirar novos ares, se desafiar e se encontrar. Não demorou 15 dias para se mudar para o Estados Unidos e lá se estabelecer em sua primeira – e única – universidade de renome no país, lá Kim Joonhyuk tirou o seu primeiro diploma e era como médico, prestando até mesmo provas para que conseguisse começar a trabalhar naquele ramo, mas ele queria mais e mais e tinha o rei na barriga, depois de alguns meses – poucos – estudando e trabalhando com medicina, decidiu que estava na hora de retornar e tentar alguma coisa nova, que trouxesse emoção novamente para o seu dia a dia, que agora tinha o hobby de desenhista.
Por isso não demorou e Kim Joonhyuk estava rumando à Coreia novamente, cheio de ideias e um misto de frio na barriga com a vontade de comer.
Com isso, nasceu um novo ciclo, uma nova jornada, um novo momento na vida daquele menino que, aos 24 anos, ainda carregava a inquietação quase teimosa de quem queria conquistar o mundo com ideias engenhosas e, por vezes, até imprudentes. Joohny sorria sozinho em certos momentos, imaginando o que o aguardava mais adiante, como se o futuro fosse algo maleável, sempre à espera de novas formas. O Muse 9 fora, sem dúvidas, o lugar certo em seu devido tempo. Ali, entre máquinas, tintas e o zumbido constante das agulhas, ele encontrou mais do que estabilidade – encontrou identidade. Cada traço, cada composição gravada na pele alheia carregava algo dele. Aprimorou seus desenhos, refinou técnicas, aprendeu a transformar ideias em marcas permanentes.
Havia conforto. Segurança. Familiaridade.
Transformou a cerâmica em um hobby, assim como sua mãe. Enquanto a tatuagem pedia controle, a argila permitia liberdade. E era justamente nesse equilíbrio que Joonhyuk encontrava algo próximo da paz. No Muse 9, continuava sendo o artista preciso, atento, seguro de seus traços. Entre blocos de barro e peças ainda sem forma, permitia-se apenas existir, sem pressa, sem rigidez, sem a necessidade de perfeição.
E isso, mais do que qualquer mudança drástica, era o que finalmente o aquietava.
Ele havia escolhido Acropolis como seu novo lugar de moradia por indicação e também grandes pesquisas que resultaram em grandes expectativas geradas, visto que o local era um dos melhores que havia visto desde a Coreia do Sul.
Residindo agora no Elysian Fields, Joonhyuk só pensava no que a vida estava a reservar? Não sabia, mas de uma coisa ele tinha certeza: iria aproveitar o máximo que podia de tudo que tinha ali.
✦ Nome do personagem: Im Jade.
✦ Faceclaim e função: Somi - I.O.I.
✦ Data de nascimento: 09/08/2004.
✦ Idade: 22 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, canadense e sul-coreana.
✦ Moradia: Tartaros.
✦ Ocupação: Desempregada.
✦ Bluesky: @TT04JADE
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, ROMANCE.
✦ Prompt: Web Namoro.
✦ Comportamento: É educada com todos, solicita até demais, comete alguns erros por não saber bem como funciona o condominio e ser meio distraída mas evita ao máximo confusões. Às vezes sai de madrugada, recebe muita compra online e fastfood. Gosta de saber das fofocas e participar das atividades do condôminio.
TW's nos headcanons: menção à morte e luto.
Headcanons:
1. Os pais de Jade se conheceram quando Im Soo-yeon tinha vinte e dois anos e acabara de chegar no Canadá como estudante de um intercâmbio com um plano claro de voltar após seis meses de estudo. Conheceu Michael Harlow, pai de Jade, em uma festa de colegas de curso. Foi amor a primeira vista, a mãe de Jade acabou sendo conquistada e convencida a ficar mais um ano. Um ano virou casamento. Soo-yeon esqueceu completamente de voltar para a Coréia mesmo após o fim de seus estudos.
2. Enquanto suas amigas canadenses iam para acampamentos de verão, Jade era enviada para a casa dos avós na Coreia. Ela odiava a disciplina, mas amava o fato de que podia encontrar algum ator ou idol famoso na rua. No fundo sempre gostou da cultura coreana por mais que isso tenha se perdido um pouco após a morte da mãe.
3. Jade sempre admirou a história de amor dos pais e sonha em viver o mesmo que eles, foi o que mais impulsionou ela a ir até a Coréia atrás de seu amor. Sua mãe nunca demonstrou arrependimentos pela escolha que fez, por mais que sentisse necessidade de voltar à Coreia todos os verões.
4. Seu pai tem um amor generoso, oferece tudo o que for necessário e mais um pouco, mas ocupa pouco espaço no cotidiano de Jade. Quem preenchia esse espaço era sua mãe. Com a morte dela, o que restou foi um vazio difícil de nomear.
5. Seu pai não sabe exatamente o que Jade está fazendo em Seul, enquanto ela expressa que tudo está bem e sob controle, ele acredita que não precisam intervir, imaginando apenas que a filha esteja tentando se reconectar com as origens da mãe. O propósito de Jade, na realidade, é finalmente apresentar seu grande amor ao pai depois de anos mantendo esse relacionamento em segredo.
6. Jade acredita piamente em sinais do universo. O fato da passagem aérea que encontrou com desconto absurdo na mesma semana que combinou de se encontrar com seu namorado foi, pra ela, uma confirmação suficiente de que estava fazendo a escolha certa. Confia muito nas coincidências da vida.
7. Você nunca verá Jade desarrumada. Ela se veste todos os dias como se pudesse encontrar o namorado a qualquer momento.
8. Jade é mimada e meio irresponsável. ela vive de forma conveniente, sem pensar muito nas consequências, podendo ser vista facilmente como uma garota fútil, embora tenha o coração de ouro.
9. Em emoções intensas seu sotaque canadense fica muito mais carregado, e naturalmente ela mistura coreano e inglês em uma mesma frase. Jade também tem o hábito quase automático de dizer "sorry" para tudo, mesmo sem um motivo real.
10. Como ela alugou o apartamento no Tartaros por impulso e não planejava "morar" na Coreia, o apartamento não tem móveis. Ela se recusa a comprar mais do que o básico porque, na cabeça dela, se seu namorado aparecer eles vão embora para um lugar melhor. Mas apesar disso, vive comprando algumas inutilidades estéticas como velas aromáticas, frigobar retrô cheio de bebidas importadas, toca discos e objetos bonitos.
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✦ Nome do personagem: Jin Sorá.
✦ Faceclaim e função: Chaeryeong - ITZY.
✦ Data de nascimento: 05/05/2001.
✦ Idade: 25 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Moradia: Mount Olympus.
✦ Ocupação: Performista na Erostic.
✦ Bluesky: @MO01JS
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Sorá é extremamente alegre e agitada, ela ama uma bagunça, adora conversar e conhecer gente nova, então acho que ela vai se dá muito bem com os outros moradores.
TW's na bio: abuso psicológico, pressão familiar, ambiente de trabalho abusivo, desgaste mental e abandono emocional.
Biografia:
Jin Sorá sempre foi lembrada primeiro pelo sorriso e só depois pelo resto.
No palco, ela parecia leve demais para ser real. Dançava como se o corpo não tivesse limites, cantava com uma voz doce que conseguia ser ao mesmo tempo delicada e intensa. Era o tipo de presença que fazia o público esquecer de piscar.
Fazia parte de uma girls band chamada SixMoon, um grupo que começou pequeno, quase sem expectativa, mas que ganhou atenção rápido demais para meninas tão jovens. Cada uma tinha sua própria energia, mas Sorá se destacava sem esforço: ela era o tipo de artista que parecia nascer para estar sob luzes.
Só que fora delas… a luz apagava.
O que o público via era harmonia. O que ninguém via era o peso.
Em casa, o pai de Jin Sorá nunca aceitou o caminho que ela escolheu. Para ele, o sonho de ser artista era uma ilusão perigosa algo que ela devia “superar” antes que fosse tarde demais. Ele não gritava o tempo todo. Pior: ele fazia isso em doses constantes.
Comentários pequenos que se acumulavam. Olhares de desaprovação que duravam mais que qualquer conversa. Humilhações disfarçadas de “realismo”.
“Isso é brincadeira de criança.” “Você acha mesmo que isso dura?” “Olha o tipo de gente com quem você está se misturando.”
E cada frase ia construindo nela uma forma estranha de sobrevivência: sorrir.
Sorá aprendeu a sorrir mesmo quando não queria. Sorrir durante ensaios exaustivos. Sorrir em entrevistas. Sorrir quando errava passos e recebia correções duras. Sorrir até quando o corpo pedia pausa e a mente já não acompanhava.
No SixMoon, ela era conhecida por ser a mais brincalhona. A que aliviava o clima. A que fazia piada no meio do cansaço. A que parecia nunca quebrar.
Mas quebrava.
Só que fazia isso em silêncio.
Havia noites em que, depois de ensaios longos, ela ficava parada no quarto do dormitório olhando para o próprio reflexo, tentando lembrar quem era quando não estava performando nada. As mãos ainda tremiam de coreografias repetidas até o limite. A garganta ardia de cantar notas que já não tinham emoção, só obrigação.
E o sorriso… esse nunca saía do rosto por muito tempo.
Não porque ela estava feliz.
Mas porque ela tinha aprendido que, se parasse de sorrir, alguém ia perceber que ela não estava bem e isso era perigoso demais.
O ponto de ruptura não veio como uma grande explosão. Veio como desgaste.
Uma sequência de dias em que o corpo não respondia mais como antes. Uma sequência de olhares do pai ficando cada vez mais duros. Uma sequência de silêncios dentro dela que começaram a ficar altos demais.
Até que um dia, Sorá entendeu algo simples e assustador:
ela estava ficando vazia.
O SixMoon continuava subindo. O nome crescia. As músicas tocavam. Os fãs gritavam. Mas dentro dela, algo ia se apagando aos poucos, como uma luz que ninguém percebe até ficar escuro demais.
E foi nesse ponto que ela decidiu sair.
Não foi uma decisão aceita. Não foi bem recebida. Não foi leve.
Mas foi necessária.
Ela deixou o grupo, deixou o ritmo, deixou o palco e, principalmente, deixou o lugar onde precisava fingir que não estava doendo.
O que veio depois disso não foi liberdade imediata.
Foi silêncio.
Um silêncio estranho, quase desconfortável, onde ninguém a chamava pelo nome artístico, onde ninguém esperava nada dela, onde ninguém a aplaudia por existir.
E foi nesse vazio que surgiu a ideia de recomeço.
Um anúncio simples de quarto disponível. Uma cidade nova. Uma casa desconhecida num condomínio.
Nada grandioso.
Só um lugar onde, pela primeira vez, Jin Sorá não precisasse ser SixMoon… nem a garota sorridente que nunca desaba.
Em meio à programação das famílias reunidas na Ágora, antes mesmo de ser possível notar as nuvens no céu, gotas começam a cair uma após a outra, iniciando mais uma das diversas chuvas de primavera. Alguns moradores até começam a voltar para suas casas, mas tudo muda no momento em que uma criança é vista escorregando e caindo de bunda em uma poça de água recém formada.
Ao contrário do choro que era esperado, ela começa a rir! Uma risada gostosinha de ouvir e que passa a contagiar os outros pequenos que, aos poucos, passam a se juntar para correr e brincar debaixo da chuva, muitos até mesmo arrastando aqueles aos quais os acompanhavam: pais, irmãos, avós, cada um entrando no banho de chuva à sua maneira.
Minutos se passam e sobre a Ágora é possível ser visto inúmeras pessoas sem seus sapatos, com as roupas encharcadas, rindo e correndo de um lado para o outro, enquanto um ou outro morador se abriga nas barraquinhas, estabelecimentos próximos ou sob seus próprios guarda-chuvas apenas para observar a cena.
OBSERVAÇÕES OOC!
✦ Cuidado com o resfriado;
✦ Seu personagem brincou junto? Tentou se manter distante? Observou de longe? Foi embora antes mesmo da chuva cair? Ficou sabendo dessa situação por outras pessoas? Elabore!;
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