Esse é um RPG slice of life com temática de conjunto residencial. As pessoas e acontecimentos retratados aqui são inspirados em obras da ficção. — mob nav
✦ Nome do personagem: Lee Seunghyun.
✦ Faceclaim e função: D.O - EXO.
✦ Data de nascimento: 12/01/1993.
✦ Idade: 33 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Moradia: Tartaros.
✦ Ocupação: Proprietário do Muse 9.
✦ Bluesky: @TT93SH
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Prompt: The Grumpy Neighbor.
✦ Comportamento: Ele é desorganizado e muito vocal quanto o que gosta ou não. Tenta ajudar as pessoas, mas sempre acaba esbarrando em algo e quebrando tudo em volta. É prestativo, mas atrapalhado.
Biografia:
Lee Seunghyun é um padre que recentemente solicitou dispesa do ministério e das obrigações sacerdotais, por querer explorar novos horizontes.
Isso significava que ele não sabia o que fazer da vida, mas tinha ótimo pressentimento sobre o futuro. Começou a participar da igreja ainda criança, influenciado pela avó paterna, e descobriu sua vocação logo cedo.
Quer dizer, a vocação que ele achava que tinha.
Sempre foi muito sincero com o clero e amava muito o que fazia. Mas algo dentro de si havia mudado nos últimos dois anos e entendeu que as vontades que sentia não estavam em comunhão com os modos de vida de um padre. Por querer fazer o certo, escolheu a dispensa.
Sua prima lhe ofereceu um emprego bom, agir como dono de uma tal de Muse 9, em um condomínio chamado Acropolis. Ganhou um apartamento da avó preocupada no mesmo condomínio, um tal de Tartaros, pois ele, como um padre, deveria se contentar com o básico. O que isso significava? Não sabia.
Sua família tinha uma boa condição financeira apesar de não serem ricos, sabia que de fome não morreria. Embora a prima não tenha especificado seu salário, acreditava que seria bom. Morar em um local mais simples o ajudaria a economizar, então estava muito confiante para viver suas aventuras.
E, acima de qualquer coisa, queria descobrir tudo que não descobriu na adolescência. Tudo mesmo.
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✦ Nome do personagem: 'Spring' Dokthong Donprasoppraew.
✦ Faceclaim e função: Nunew - Ator.
✦ Data de nascimento: 10/04/1998.
✦ Idade: 28 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Tailândia, sino-tailandês.
✦ Moradia: Asphodel Meadows.
✦ Ocupação: Proprietário da Persephone's Petals.
✦ Bluesky: @AM98DD
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Spring é suave e gentil como uma pluma, é um vizinho cordial que trata a todos com paciência mesmo se tratado mal, oferece sua ajuda no que ele caber e é difícil, vê-lo de mau-humor.
TW's na bio: negligência parental, abandono afetivo, traição, menção a burnout e xenofobia.
Biografia:
A maioria das pessoas sonha em ser da realeza quando criança, viver um conto de fadas, ou apenas ter os luxos que ter muito dinheiro e influência que o sangue azul proporciona. Como alguém que definitivamente havia nascido desse meio privilegiado, Spring apenas não achava as mil e uma maravilhas como tanto escutavam glorificar. A responsabilidade de representar as pessoas as quais viviam ao seu redor era pesada e a cada minuto torcia para que não o reconhecesse como alguém de tanto privilégio. Por muito tempo foi da família principal, cheio de luxos e com o peso de ser o candidato a representante do país, herdaria o trono e para ser sincero, ele não queria.
O conto de fadas que todos sonhavam era uma mera fachada construída por aulas de etiqueta, mas no fim era tudo falso, como moeda de 3 baht. Iludidos eram os que achavam que dentro da própria família isso ia melhorar. Seus pais eram negligentes e seus irmãos mais velhos viviam em competição para conseguir sua atenção, até o próprio Dokthong chegou a fazer isso até perceber que não valeria a pena competir por afeto que nunca teve. No fim, ainda não podia reclamar, vivia uma vida extremamente confortável e tinha reconhecimento disso.
Começou a trilhar seu próprio caminho no momento em que percebeu que viver a vida como seus pais esperavam que fosse o tornaria infeliz, estudou pois isso garantiria retorno se tudo desse errado, se formou em medicina mesmo não querendo e fez alguns semestres de administração. Sua mãe via aquilo como besteira, mas logo o baque veio como um carma para a mulher, um divórcio. O homem queria assumir uma concubina como a nova rainha e logo a avalanche veio, todos os privilégios foram removidos. Além de removidos do palácio, agora Spring não tinha qualquer chance de assumir o trono, já que o rei garantiu que não tivessem privilégios. Não reclamou, usou do conhecimento que tinha para ir para Coreia do Sul e ia ser doutor por lá, o país não era tão gentil com estrangeiros, mas Dokthong deu seus pulos e conseguiu uma residência até 2020, quando um burnout o afastou e durante os meses de terapia percebeu o quanto a rotina de plantão o deixava exausto.
Pediu demissão. Os acertos de valores renderam uma grana que decidiu investir em algo seu. Descobrindo a Persephone's Petals precisando de alguém para um cargo de gerenciamento e não demorou para que em 2023, conseguisse ser proprietário e aproveitando do desconto bom que se tinha, comprou um lugar em Asphodel Meadows no mesmo. Agora, com uma renda estável, e um ótimo estabelecimento Spring se permanecia vazio e não sabia o motivo.
✦ Nome do personagem: Han Seol.
✦ Faceclaim e função: @ponysmakeup - Instagrammer.
✦ Data de nascimento: 21/03/1995.
✦ Idade: 31 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Moradia: Asphodel Meadows.
✦ Ocupação: Maquiadora do Psique Beauty.
✦ Bluesky: @AM95HS
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, ROMANCE, SMUT.
✦ Prompt: The Noisy Neighbor.
✦ Comportamento: Seol é observadora e costuma ser amigável. Lê pessoas com facilidade, e tenta ser uma pessoa positiva, apesar de nem sempre conseguir. Possui uma calma incomum em situações de crise, os vizinhos nunca irão vê-la perdendo a cabeça com facilidade, tampouco sendo grossa com alguém sem motivo.
Jung Seoah nunca soube quem eram seus pais biológicos. Ainda bebê, foi levada para um orfanato nos arredores de Seul, onde permaneceu por pouco mais de um ano antes de ser adotada pela influente família Jung. Aos olhos da sociedade, eram empresários respeitados, filantropos generosos e donos de uma fortuna construída ao longo de décadas. A realidade, no entanto, era bem diferente. Seoah cresceu em um lar frio, cheio de mentiras e poses mantidas para esconder uma verdade ainda maior. O amor dos pais era algo inexistente, tendo em vista que fora adotada apenas para manter as aparências. A família viva dessas aparências, afinal.
Por trás da imagem impecável, os Jung sustentavam parte de seu império através de atividades ilícitas discretas. Especializaram-se em contrabando de artigos de luxo, roubos sofisticados, importações clandestinas e lavagem de dinheiro para clientes seletos. Era um negócio extremamente lucrativo, conduzido com inteligência e discrição, onde a maior arma era a influência, e não a força. Mas, era claro que, se necessário, eles poderiam também usar da força e da violência. Seoah nunca havia visto chegar a esse ponto. Mantinha sua postura na frente dos pais, estudava, tinha boas notas, era treinada para viver aquela vida assim que tivesse idade o suficiente para assumir os negócios da família. Os Jung queriam alguém sem apego emocional para treinar e manipular, Seoah era a pessoa perfeita para isso: sem família, sem memórias e completamente moldável.
Sem filhos biológicos, seus pais adotivos decidiram moldar Seo-ah para se tornar a sucessora perfeita. Desde pequena, recebeu uma educação rígida e refinada. Aprendeu diversos idiomas, etiqueta, negociação, economia, direito empresarial e técnicas de manipulação social. Também foi treinada para reconhecer mentiras, fechar acordos e manter a calma sob qualquer pressão. Cada habilidade tinha um único objetivo e, na cabeça dos pais dela, aquele objetivo seria atingido assim que possível.
Durante muitos anos, ela acreditou não ter escolha. Correspondia às expectativas, estudava incansavelmente e acompanhava reuniões nas quais aprendia os bastidores do império construído pelos Jung. Aos poucos, passou a perceber que sua vida jamais lhe pertenceu. Todas as amizades eram cuidadosamente escolhidas, seus relacionamentos monitorados e até seus sonhos pareciam ter sido escritos por outra pessoa. Aquilo estava cansando Seoah. Ela se via sem saída, tomada pela tristeza e pelo pensamento de que só iria servir para suprir as escolhas de pessoas desconhecidas. Eles nunca a amaram. Nunca a amariam. Seoah não sabia o que era viver as coisas que queria e que gostava.
Na universidade experimentou, pela primeira vez, uma sensação de liberdade. Conviver com pessoas que construíam o próprio caminho despertou nela uma pergunta que nunca mais conseguiria ignorar: “e se eu pudesse simplesmente ser alguém comum?”... Foi com esses pensamentos que a coreana decidiu que não era aquilo que ela queria. Estava determinada a ir contra tudo e todos, mas, ainda assim, o medo assolava seu coração. Mesmo com medo, Seoah planejou tudo minuciosamente. Como sairia daquele lugar viva e como se esconderia daquela família. Inicialmente, a ideia de abandonar tudo parecia impossível. A família jamais permitiria que sua única herdeira desaparecesse. Mesmo assim, durante anos, Seoah começou a planejar sua fuga em silêncio.
Aproveitou tudo o que haviam lhe ensinado contra eles mesmos: criou uma nova identidade utilizando contatos antigos da própria organização, desviou discretamente pequenas quantias de dinheiro ao longo do tempo para não levantar suspeitas e preparou documentos que lhe permitiriam desaparecer sem deixar rastros.
Na noite em que completou vinte e oito anos, ela sumiu. Sem despedidas. Sem explicações.
Levou apenas o suficiente para recomeçar. Deixou para trás roupas de grife, propriedades, contas milionárias e um sobrenome que abria qualquer porta na Coreia do Sul. Em outro lugar, passou a usar o nome de Han Seol, uma identidade cuidadosamente construída para parecer comum. Alugou um apartamento até que confortável, conseguiu um emprego como maquiadora e começou uma vida onde ninguém conhecia seu passado. Havia se mudado para um condomínio acolhedor, aparentemente. Agora residia em Acropolis.
Pela primeira vez, precisava aprender coisas que nunca lhe ensinaram: administrar um orçamento pequeno, cozinhar, pegar transporte público, fazer amigos sem segundas intenções e confiar nas pessoas sem investigar suas vidas antes.
Estava se descobrindo, descobrindo do que gostava e sentindo uma ligação incrível com a arte no geral. Se expressava através da maquiagem, gostava de ver como as pessoas poderiam se sentir ainda mais bonitas através de seus olhos e suas criações.
Seol também havia se descoberto um tanto quanto animada em relação às coisas que gostava, tais como: música, animes, cosplay e etc. Esse era, inclusive, um dos motivos pelo qual tinha uma briguinha boba com um de seus vizinhos. Volta e meia, Seol recebia uma multa por causa dessa pessoa em específico, porque ela costumava fazer muito barulho em seu apartamento. Eles viviam nessa briga de gato e rato, mas ela, entretanto, se divertia.
Ainda assim, o passado nunca desaparece completamente.
Ela sabe que, cedo ou tarde, sua família perceberá que ela não pretende voltar. Também sabe que os conhecimentos adquiridos durante toda a vida jamais poderão ser esquecidos. Seol continua extremamente observadora, estrategista e difícil de enganar. Lê pessoas com facilidade, identifica mentiras quase instantaneamente e possui uma calma incomum em situações de crise.
Por mais que deseje uma existência comum, ela vive carregando o peso de uma pergunta constante: será possível fugir da vida para a qual foi criada, ou algumas pessoas estão destinadas a serem encontradas, não importa o quão longe corram?
oiiii, modinhas. 🥹 ratinha antiga querendo voltar pra casa com Uma Certa Loirinha Americana with her hottie grandpa. como tá o ritmo da comunidade, hein? aceitariam minha princesa de volta ou pra eu voltar vc querem ver rostinho novo? 😔🤲🏻
Oi coisa linda!
Saiba que você será muito bem vinda de volta, seja com a nossa eterna Roxynha ou com algum outro personagem de sua preferência!! Estamos no seu aguardo. 🥺💛
O ritmo segue calmo, sem muita exigência de situações frenéticas, mas considero um bom momento!
Oi mod lança curso pra ensinar esse povo da tag a moderar e a sustentar o próprio rpg
Não acho que exista um jeito certo de moderar, porque cada comunidade funciona de um jeito, porém sem dúvida é um trabalho de via dupla! Acredito que também depende bastante de como tudo o que acontece é interpretado pela moderação e repassado aos players.
Acho que seja porque nunca tivemos a quantidade como prioridade(?). Enquanto eu tiver criatividade e houver pessoas querendo jogar, a Acropolis continuará aberta com 20, 10, 5 personagens... E seria mentira se eu dissesse que todos os eventos aqui foram sempre engajados, na verdade teve uns que sequer 1 alma viva apareceu, mandou inscrição ou comentou sobre. É triste? Muito! Mas em vez de afundar na frustração, só tento saber o que gostariam de ver e o que desagradou no que teve.
Uma coisa que sempre funcionou pra gente é levar críticas nada construtivas como piada em vez de ataque! Conseguir encarar o hate dessa forma facilita bastante e evita desgaste emocional, lembro que, quando ainda éramos 4, a gente pegava os hates que apareciam em asks e talkers e fazíamos piada até nos textos de evento e avisos para aliviar a tensão.
Já respondemos algumas dúvidas de outras moderações antes aqui, não são verdades absolutas e são textos longos, mas, se alguém tiver interesse, vou deixar linkado.
✦ DISCORD ANIMADO + DIFICULDADES E INCENTIVOS.
✦ PERGUNTAS E DICAS PARA FUTURAS MODS.
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✦ Nome do personagem: Moon Gyuri.
✦ Faceclaim e função: Wonyoung - IVE.
✦ Data de nascimento: 31/08/2004.
✦ Idade: 22 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreana.
✦ Moradia: Elysian Fields.
✦ Ocupação: Jornalista, garota do tempo.
✦ Bluesky: @EF04MG
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Gyuri vive de uma forma em que acredita que o mundo gira em torno do próprio umbigo. Ela é uma pessoa hipócrita, ou seja, vive reclamando das atitudes dos vizinhos, enquanto faz exatamente o mesmo. Mas não se engane pelas atitudes de “patricinha”, o cérebro dela funciona muito bem.
TW's na bio: negligência parental, controle familiar, menção à machismo e manipulação financeira.
Biografia:
Sendo a segunda irmã mais nova do segundo casamento de seu pai, a família de Gyuri tem uma longa história. Sua família paterna é dona de um conglomerado com foco em entretenimento, que apagou totalmente o histórico do filho que passou anos vivendo como um playboy. Hoje, ele mantém uma imagem de pai de família, um homem de sucesso, CEO de um dos maiores canais de televisão aberta. Sua mãe era uma modelo que precisou abandonar a carreira para se casar com seu pai, era uma espécie de restrição que a família do marido impôs sobre ela. Porém, estamos aqui para falar de Gyuri.
Nascida em um berço de ouro, não precisou se preocupar com as mazelas da vida, desde cedo, tinha do bom e do melhor. E ela gosta disso. Desde pequena acostumada com o luxo, Gyuri levou um tempo para aprender que existia um mundo ao redor dela. Se acostumou com as ausências do pai, aquele que ela vê apenas como um banco ambulante. Já a sua mãe era extremamente autoritária, a menina tinha o que queria, mas precisava se comportar como uma lady, em uma fase em que crianças estão comendo terra. Parte disso vinha das cobranças da sua avó paterna, que sempre parecia julgar sem dizer uma palavra. Até os dias atuais, a menina não entendeu a origem de tanto autoritarismo.
Resumindo, Gyuri era uma princesa presa em um palácio luxuoso, o qual ela nunca reclamou, mas também nunca pôde aproveitar cada pedacinho dele, pois estava preocupada em não sujar nada.
Na adolescência, era rodeada de amigos, sempre filhos de alguém que seu pai tinha interesse em negócios ou pessoas interessadas na sua família. No final das contas, era sempre um jogo de interesses, não sentia nenhuma profundidade, trocava essas relações como se fossem peças do seu closet. Entretanto, uma parte dela gostava daquela atenção e se aproveitava disso. Era a rainha da escola e dos espaços comuns do condomínio, olhava as pessoas como meios para seus fins e, no final do dia, mantinha uma pose de boa garota.
No final da sua vida escolar, Gyuri poderia estudar em qualquer lugar do mundo com o dinheiro da sua família, sem precisar mover um dedo. Entretanto, a garota não gosta de se sentir subestimada, então parte da sua aceitação em Harvard foi por mérito próprio, tinha um bom histórico escolar e compreendia os assuntos com facilidade. No final das contas, foi aprovada, mas com as mensalidades pagas com tranquilidade.
Passou pela universidade com maestria, agora era uma patricinha com diploma, sentia que tinha provado sua capacidade e agora podia viver daquilo que a sua família tinha para oferecer. Quando recebeu o chamado para voltar para Coreia porque sua avó estava com “saudade”, na verdade sabia que ela queria dar uma tradicional bronca e colocar a menina para trabalhar, fazendo aquela imagem de humildade para a mídia: “olha, mesmo com dinheiro, ela trabalha”. Mas Gyuri não tinha tanta voz quanto pensava ter.
Precisou voltar para a Coreia ou perderia sua fonte de dinheiro. Estava acostumada com a independência superficial de viver sozinha nos Estados Unidos, afinal, vivia sozinha, mas era bancada pelos pais. Acropolis foi a escolha da sua família, um condomínio próximo ao olhar dos seus parentes. Gyuri sabe da superficialidade da sua vida, porém evita pensar sobre isso, usando os gastos como mecanismo de defesa.
✦ Nome do personagem: Lee Jihoon.
✦ Faceclaim e função: Q - The BoyZ.
✦ Data de nascimento: 05/11/1998.
✦ Idade: 27 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Moradia: Mount Olympus.
✦ Ocupação: Artista autônomo.
✦ Bluesky: @JIHOON98MO
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, SMUT.
✦ Comportamento: É um jovem tranquilo, nunca irá ouvir um som alto vindo da casa dele por preferir usar fone de ouvido, acessório esse que faz parte do estilo dele. Está no meio termo entre extrovertido e introvertido, não gosta de chamar atenção, mas gosta de ser visto. Bom de conversa e de iniciar também.
Biografia:
Nascido na Coreia do Sul, Jihoon foi adotado ainda pequeno por uma influente e estruturada família coreana de classe alta. Crescer em um lar cercado de privilégios financeiros nunca corrompeu sua essência: desde cedo, ele se destacou por sua personalidade solar, seu coração enorme e uma generosidade genuína que encantava a todos ao seu redor.
Enquanto a dinâmica entre seus três irmãos sempre tendeu a ser mais competitiva e voltada para as expectativas de sucesso e negócios, Jihoon seguiu uma linha completamente diferente. Ele nunca olhou para o patrimônio da família com olhos de ambição ou ganância; seu foco sempre esteve nas conexões humanas, na sensibilidade e na arte. Essa transparência de intenções e dedicação sincera aos seus interesses sempre renderam a ele um profundo apoio e orgulho por parte de seus pais, que enxergam na clareza do caçula uma virtude rara, estabelecendo uma relação de muito carinho e suporte mútuo, embora o mesmo afeto não seja compartilhado por dois de seus irmãos mais velhos, que frequentemente confundem o acolhimento dos pais com favoritismo.
Guiado pelo desejo de se expressar e contar histórias, Jihoon ingressou na faculdade de Artes Cênicas para estudar Atuação e Teatro. Durante o curso, ele foi uma figura carimbada no campus: dividia seu tempo entre as aulas teóricas, oficinas de roteiro e uma participação ativa no clube de cinema da universidade. Mesmo que transbordasse paixão pela teoria cinematográfica e pela escrita, a prática da atuação sempre se provou um desafio à parte. Dono de um jeito meio bobinho, adoravelmente desastrado e sem um dom dramático natural ou técnica impecável – nas más línguas, péssimo ator –, o coreano frequentemente se atrapalhava nos palcos e nos testes. Mesmo assim, sua dedicação nunca vacilou. Ele persistiu em cada ensaio e, recentemente, alcançou seu grande objetivo de curto prazo: colou grau na faculdade e conquistou oficialmente seu registro profissional para exercer a profissão.
Como um presente de celebração pela conclusão de sua faculdade e como incentivo para que ele comece a trilhar seus próprios passos no mundo artístico, seus pais o presentearam com uma mansão no condomínio Acropolis Complex. A indicação do local veio diretamente dos pais, que viram no complexo o ambiente ideal, seguro e inspirador para que o filho explore sua independência.
E quando você vai largar o osso e superar a existência da Acropolis pra viver a sua vida participando das comunidades que te fazem feliz?
Sério, a Acropolis já tem mais de 3 anos, é MUITO preocupante essa obsessão. Gastar tempo desenvolvendo seus próprios personagens parece bem mais divertido do que acompanhar uma comunidade da qual você claramente não gosta.
Sem querer perder a estação perfeita para os negócios, a Casa de Sucos localizada na Ágora promoverá um refrescante evento que durará três dias, onde transformará a praça central em um paraíso das frutas para todos os moradores.
Com a colaboração de uma das fornecedoras mais fiéis do condomínio, frutas gigantes vindas diretamente das safras mais suculentas estarão em exposição, acompanhadas de urnas onde os moradores poderão registrar seus palpites sobre o peso de cada exemplar ou até mesmo a quantidade de frutas em um cacho. Ao final de cada dia, tudo será pesado e contado diante do público, revelando quem chegou mais perto da resposta e levará a fruta para casa.
Além disso, o evento contará com o Laboratório de Smoothies, onde os participantes deverão girar uma roleta para descobrir um ingrediente obrigatório em sua receita. A partir daí, será preciso criar um sabor inédito, dar um nome à bebida e oferecê-la aos demais moradores. Ao término do evento, o smoothie mais pedido durante os três dias será oficializado como uma edição especial do cardápio da Casa de Sucos permanentemente.
Data: do dia 11/07 (sábado) até 13/07 (segunda-feira).
Horário: das 09h às 22h.
Local: Casa de Sucos, Ágora.
OBSERVAÇÕES OOC!
✦ Nesses dias terão algumas dinâmicas para acontecer no Discord, mas vocês podem aparecer lá a qualquer momento dentro do período do evento e verificar as explicações nos respectivos chats para participarem!;
✦ Qualquer proposta que tiverem de eventos, plotdrops ou tasks, podem mandar no formulário de sugestões;
✦ Participe através de postagem de fotos na #APGRAM, selfparas na #APSELF, blueets, joguinhos no Discord, chamadas para plots e etc;
✦ Reforço a obrigatoriedade de entrarem no servidor principal do discord;
✦ Mandem coisinhas para o Momus;
✦ Qualquer dúvida, nos faça através das DMs ou por ASK.
Com as férias escolares de verão se aproximando, a Divine Children’s Academy tem elaborado inúmeras atividades para que as crianças criem memórias durante os dias de aula no início do mês de Julho, uma delas tendo sido o motivo de uma verdadeira movimentação nesta terça-feira. Intitulada "O Lugar Onde Vivo", a tarefa consistia em desenhar tudo aquilo que representava o lugar onde moram, e as ilustrações foram reunidas em um pequeno mural em frente à creche, permitindo que todos os moradores pudessem apreciá-las.
Entre casas, apartamentos, estabelecimentos favoritos das crianças, quartos e cenários criados pela imaginação dos pequenos, um desenho em especial chamou tanta atenção que passou a circular pelas redes sociais. Zhang Xue, de seis anos, filha de uma moradora do Asphodel Meadows, representou todo o condomínio, desde os blocos até pequenas figuras de palito espalhadas pela folha, representando os demais moradores.
No entanto, bem no meio da Ágora, uma figura em específico aparecia em destaque, com um largo sorriso no rosto e, em letras garranchudas, lia-se “A pessoa mais legal!”. Ao ser questionada pela professora, Xue respondeu apenas que essa pessoa sempre sorria para ela.
Não demorou para que moradores começassem a brincar nas redes sociais e pelos blocos, tentando adivinhar quem seria, afinal, a pessoa mais legal do condomínio.
OBSERVAÇÕES OOC!
✦ Além do desenho da Xue, fiquem à vontade para inventar e comentar outros desenhos expostos no mural, talvez o seu personagem encontre uma obra engraçada, emocionante ou curiosa feita por outra criança;
✦ O mural foi montado hoje, mas estará com os desenhos expostos durante todo o mês de julho, então seus personagens podem ir lá a qualquer dia;
✦ E aí, quem seria a pessoa mais legal do condomínio?;
✦ Fiquem livres para elaborar situações com os nossos NPC’s e também com os funcionários do condomínio;
✦ Aproveitem para mandar coisinhas sobre no MOMUS;
✦ Participem do plotdrop através de blueets, postagem de fotos, turnos no DISCORD, combinando HC’s ou através de povs/selfparas;
✦ Qualquer dúvida podem nos perguntar através da DM ou ASK!
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✦ Nome do personagem: Heo Joohyuk.
✦ Faceclaim e função: Soobin - TXT.
✦ Data de nascimento: 10/10/1997.
✦ Idade: 29 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Moradia: Mount Olympus.
✦ Ocupação: Ator e modelo na empresa de entretenimento GoldenSquare.
✦ Bluesky: @MO97JH
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: De natureza simples e calma, ele é direto: tudo é preto no branco para poupar energia. Fala na lata sem rodeios, sem notar se soou inconveniente — parte do seu charme noção. Sua autenticidade extrema o torna memorável. Com uma autoestima inabalável e uma autoconsciência irritante das próprias falhas.
TW's na bio: traição.
Biografia:
Joohyuk cresceu em um lar nada convencional, e sua história não podia ser chamada de sua. Era fruto de um caso do poderoso Presidente da Amorepacific com uma simples secretária, condenado a viver na sombra dos holofotes da família chaebol. Embora fosse um filho ilegítimo, o mantiveram em segredo sob o mesmo teto que os irmãos. Estudaram na mesma escola, frequentaram os mesmos cursinhos e comeram da mesma comida. Teve acesso a quase às mesmas regalias, mas sem nunca entrar oficialmente na disputa da herança dos Nam, é claro. Seu papel naquela casa servia mais para intimidar o futuro da empresa, já que era um aluno exímio ao contrário dos irmãos, portanto, era constantemente usado como exemplo; uma ameaça para eles.
Os gêmeos primogênitos nunca pagaram para ver, mas Joohyuk passava longe de ser alguém ambicioso. Na realidade, era um rapaz de sonhos simples. Queria que a mãe fosse feliz, queria construir uma família de verdade, longe daquele teatro fajuto. Porém, sua mera presença na empresa alguns anos depois, mesmo como um segurança pessoal, só veio a minar a relação deles para sempre. Ou, até o fatídico dia que viralizou nas redes sociais por conta da sua aparência. Foram matérias e matérias com seu rosto estampado nos tablóides e a pergunta que ficou no ar: Quem era o novo colírio da Amorepacific? A cada aparição pública ao lado de seu pai, mais seguidores ganhava - embora tivesse contas privadas - ,e ainda assim, o enchiam com mais perguntas. De início, o rebuliço assustou a todos, inclusive a Heo. Sua exposição era um grande risco à família, contudo, após uma proposta no ramo da atuação, percebeu que poderia, também, ser o seu maior escudo.
Em 2023, à contragosto do patriarca, decidiu assinar o contrato que selou sua liberdade. Desvinculando-se oficialmente da família ao ocultar parentesco com os Nam. Neste mesmo ano, estreou em um papel secundário numa novela super aguardada, sem o menor preparo. Por sorte, o talento ficou esquecido pelo público, mais chocado com o impacto da sua beleza natural. Após o primeiro trabalho como ator, surgiram novas oportunidades no meio e surpreendentemente, conseguiu ser escalado para quase todas as novelas, filmes e minisséries. Apesar da atuação medíocre, Joohyuk não se envergonhava da coragem que beirava à imprudência. Estava disposto a aceitar qualquer proposta, se isso significasse juntar uma boa bufunfa para garantir uma vida confortável e despreocupada para a mãe. Somente no ano passado, conseguiu deixar a antiga casa, para alegria dos irmãos que o queriam fora da cena, e também do pai, que não precisaria lidar com o risco de abrigar um bastardo. Seu desejo era morar bem longe deles, mas no final, permaneceram vizinhos em Acropolis mesmo, a pedido de dona Heo, — que paquerava há anos uma mansão em Mount Olympus. Atualmente, Joohyuk está focando sua energia nos estudos de atuação e direção, mas ainda falta muito para melhorar significativamente.
✦ Nome do personagem: Choi Junho.
✦ Faceclaim e função: Ahn Hyo Seop - Ator
✦ Data de nascimento: 27/11/1995.
✦ Idade: 31 anos.
✦ Gênero e pronomes: Masculino, ele/dele.
✦ Nacionalidade e etnia: Coreia do Sul, sul-coreano.
✦ Moradia: Tartaros.
✦ Ocupação: Proprietário do Athena's Temple e professor em uma escola internacional para meninos.
✦ Bluesky: @TT95CJ
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, VIOLENCE, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Junho é um condômino que costuma passar despercebido pelo olhar das pessoas. Ele é quieto, discreto e quase não é visto caminhando pelo condomínio. Sua personalidade também não seria nem de perto considerada cativante, ele é... simpático, nada mais do que isso.
Biografia:
Como informado em sua certidão, Choi Junho era filho adotivo de um casal de comerciantes idosinhos, nascido e criado em Busan. Os dois senhorzinhos sempre diziam que o menino era a mais perfeita definição de uma pessoa comum. Ele andava tão dentro do que era considerado mediano e normal — em todos os sentidos possíveis — que chegava a ser uma pessoa facilmente esquecível. Sua personalidade neutra dava a ele um ar do que nos jogos chamavam de NPC. Sim, Junho era como aquele personagem bobinho, irrelevante e criado única e exclusivamente para ocupar espaço, um figurante. Isso não era uma crítica ou um julgamento, ele tão pouco considerava ser uma característica ruim, o Choi preferia que fosse assim. Afinal, quem iria querer se aprofundar a respeito de alguém com uma vida absurdamente monótona e tediosa? E ele odiava falar sobre si mesmo, apenas porque era muito antissocial, claro.
Não tinha fotos de infância e adoeceu no dia em que tiraram as do álbum de formatura da escola. Ele afirmou que desde muito novo sentia um certo desconforto em aparecer nelas, estava sempre fugindo dos flashes como o diabo foge da cruz. Em sua defesa, se é que precisava de uma, ele sempre preferiu estar do outro lado, vendo o mundo por trás das lentes, ao invés de estar a frente delas. Fotografia era um hobby que o deixava feliz, mas não era bom o bastante para fazer disso sua profissão.
Junho tinha em seu currículo a formação em English Language and Literature. A escolha do curso não foi pensada visando o futuro e melhores oportunidades, foi muito menos complexa e ambiciosa do que deveria: ele gostava muito de ler e tinha um nível de inglês bom o bastante para isso. Por mais que achasse que a força de vontade e conexão com o curso bastasse, ele provavelmente teria pensado em desistir umas 5 vezes. E, mesmo com a conclusão do curso datada no ano de 2021, seu currículo não tinha outras coisas relevantes, nenhum histórico de contratações fixas, apenas algumas aulas particulares e poucos trabalhos como professor substituto em cursinhos quase desconhecidos. Uma vida pacata e sem muita ganância. Era como ele descrevia a forma que escolheu viver. Não era um fodido que estava sempre desempregado, mas também não parecia trilhar uma carreira profissional invejável. Estava apenas ali, sendo normal demais para se destacar.
Foi na metade de 2025 que Junho se mudou para Seoul após conseguir uma oferta boa de emprego para trabalhar em uma escola internacional para garotos. Não teve muito tempo para procurar por casas antes da sua mudança e foi por uma recomendação de um conhecido que encontrou o Acropolis Complex e aplicou para um dos apartamentos no Tartaros, que era onde o seu orçamento limitado o permitiria morar.
Era difícil entender como alguém como ele, que chegou latindo para economizar no cachorro, em um ano, estava assinando um contrato para ser o mais novo proprietário da adorável Athena’s Temple. Não era querendo desmerecer seu trabalho duro ou suas horas de dedicação, só parecia algo meio fora da realidade. Houveram alguns boatos que aquilo teria sido fruto de uma doação de algum pai influente de um de seus alunos ou que, talvez, ele estivesse tendo um caso com alguma milionária e recebeu o estabelecimento como um presentinho pouco discreto. As pessoas eram curiosas e muito fofoqueiras. Tempos depois, uma de suas vizinhas o ouviu dizer que investiu naquilo a herança de um tio solteiro e sem filhos que havia falecido há pouco. Bem, já não era mais uma fofoca interessante o bastante para se prestar muita atenção.
Choi Junho era apenas um simples professor que também dedicava seu tempo a cuidar com carinho dos seus preciosos livros. O que teria de estranho nisso?
✦ Nome do personagem: Elise Yu.
✦ Faceclaim e função: Gowon - Ex-Loossemble.
✦ Data de nascimento: 20/06/2003.
✦ Idade: 23 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: França, sul-coreana.
✦ Moradia: Mount Olympus.
✦ Ocupação: Atendente de livraria na Athena's Temple.
✦ Bluesky: @MO03EY
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY, ROMANCE, SMUT.
✦ Comportamento: Elise é gentil, doce e bem peculiar. É alguém com quem se pode ter as conversas mais estranhas na fila do caixa de algum estabelecimento. Não é barulhenta, mas sua casa tem uma certa vibe de casa mal assombrada que ela alimenta colocando decorações antigas e gárgulas nos portões.
Headcanons:
1. Elise é filha de uma bailarina e um empresário. A mãe, coreana que passou boa parte de sua vida na França, mantinha a filha consigo enquanto o pai viajava. No entanto, aos seis anos, Elise foi tirada de perto da mãe pela primeira vez por conta da instabilidade mental da mulher, que gradualmente se tornava um risco maior para a menina.
2. Ainda voltava algumas vezes para a Itália, quando a mãe apresentava melhoras. A família acreditava que a proximidade com a filha ajudaria a mantê-la sã, mas sempre se provava o contrário. Elise cresceu com a dualidade da mãe: às vezes amorosa, gentil e divertida; em outras, agressiva e desconfiada, que acreditava que a filha estava ali para machucá-la.
3. Aos quinze anos passou a morar com os avós em Busan e foi colocada em um internato para garotas até terminar os estudos. Pouco conviveu com a família, que sempre a mandava para outros países durante as férias.
4. A instabilidade é a única constante em sua vida, e acabou se tornando um traço principal para a garota. Tem o hábito de trocar de emprego como se troca de roupa, já iniciou vários cursos na faculdade e largou todos, tem muitos hobbies e nunca se mantém em uma coisa só. Incluindo relacionamentos.
5. O curso em que durou mais tempo foi o de Artes Cênicas. Elise é apaixonada por teatro, musicais e cinema, transitando principalmente entre os clássicos e o terror. Além de atuar, se interessa pela parte de figurino e até se aventura na direção de vez em quando.
6. Já atuou em diversos filmes de terror independentes, sendo conhecida no nicho por ser uma “vítima perfeita”: olhões grandes, jeitinho doce e um grito estridente. Seu sonho ainda é fazer uma final girl.
7. Faz bico como scare actress em parques temáticos ou horror houses, geralmente ficando no papel de boneca possuída ou correndo atrás das pessoas em seu vestido branco.
8. O pai a ama, mas nunca esteve presente em sua vida. Para compensar isso, banca a filha com todas as mordomias possíveis; por exemplo, seu presente de aniversário foi uma mansão somente sua no condomínio onde o Yu é investidor, além de todos os cacarecos excêntricos que Elise pedir (que não são poucos).
9. Gosta muito de tarô, astrologia e coisinhas místicas num geral. Pauta seus dias a partir do horóscopo e não toma nenhuma decisão sem antes abrir o baralho ou ir em uma cartomante.
Ex-síndico Park Jaeyoung é inocentado após quase um ano de processo; investigação passa a apurar gestão de Ahn Seunghwan.
“As recentes ações sociais promovidas pelo condomínio Acropolis, como uma campanha beneficente voltada à arrecadação de doações para instituições da comunidade LGBTQIAP+, chegaram a receber elogios nas redes sociais. No entanto, analistas do setor imobiliário afirmam que a repercussão positiva acabou sendo ofuscada pelos desdobramentos do caso envolvendo a antiga administração.
Park Jaeyoung havia sido acusado de participação em um suposto esquema de fraude e desvio de recursos do condomínio, acusações que motivaram seu afastamento do cargo de síndico no ano passado.
Após meses de diligências, perícias técnicas e análise dos documentos apresentados ao longo do processo, o tribunal concluiu que não foram encontradas provas capazes de comprovar a participação de Park Jaeyoung, o ex-síndico, nas irregularidades que motivaram sua destituição do cargo, determinando sua absolvição integral.
Segundo a decisão, diversos documentos utilizados como fundamento das acusações apresentaram inconsistências relevantes, incluindo divergências entre registros financeiros, incompatibilidade cronológica de movimentações e indícios de adulteração material, fatores que comprometeram sua validade probatória.
Durante a instrução processual, a defesa apresentou documentos e perícias que levantaram dúvidas sobre a autenticidade de parte das provas utilizadas contra Park Jaeyoung. Paralelamente, a auditoria independente instaurada pelo Acropolis Complex após o afastamento de Ahn Seunghwan identificou movimentações financeiras consideradas atípicas durante a administração seguinte, levando as autoridades a requisitarem o compartilhamento das informações entre os procedimentos em andamento.
Em razão dessas informações, o Juízo determinou o encaminhamento do material ao Ministério Público, que deverá avaliar a abertura, ou ampliação, de investigações relacionadas à gestão de Seunghwan, incluindo a possível prática de fraude documental, falsidade ideológica, desvio de recursos e outros crimes contra o patrimônio condominial.
Em nota oficial, a equipe de administração do Acropolis Complex afirmou receber a decisão com respeito e informou que continuará colaborando com as autoridades competentes, além de manter a auditoria independente iniciada após o afastamento do antigo síndico.
Procurado pela reportagem, Park Jaeyoung limitou-se a declarar que "a verdade demorou para aparecer, mas apareceu", preferindo não comentar muito sobre os prejuízos sofridos ao longo do último ano.
A decisão encerra oficialmente um processo que se estendeu por quase um ano e resultou na perda do cargo, no rompimento de contratos profissionais e em sucessivos episódios de hostilidade enfrentados pelo ex-síndico e sua família, que chegaram a deixar o Acropolis durante o período das investigações.
Com a absolvição, Park Jaeyoung também poderá propor ações cíveis visando à reparação dos prejuízos sofridos ao longo do processo, incluindo eventual indenização por danos morais e materiais.
Embora o processo envolvendo Park tenha chegado ao fim, a crise vivida pelo condomínio prestigiado está longe de ser encerrada. Com a investigação voltada agora à gestão de Ahn Seunghwan, moradores, investidores e patrocinadores acompanham os próximos desdobramentos enquanto a administração tenta recuperar a confiança perdida ao longo dos últimos meses.”
O celular foi bloqueado, retirando a matéria da tela. Nikos permaneceu alguns segundos em silêncio, soltando um longo suspiro enquanto as notificações enviadas por seu advogado continuavam a surgir no visor.
“Marque uma reunião com o Park Jaeyoung.” A voz imponente, embora carregada de um cansaço incomum, foi direcionada à secretária parada diante de sua mesa.
“Para tratar do processo?” Ela perguntou, consultando rapidamente o bloco de anotações. “Seu advogado comentou que, caso seja necessária alguma proposta de acordo, o ideal seria conversar com ele primeiro.”
O grego balançou a cabeça negativamente.
“Não é sobre isso.” Fez uma breve pausa. “Quero pedir desculpas. Convide também a esposa dele.”
A secretária levantou o olhar por um instante, surpresa com o pedido.
“Sim, senhor.” Respondeu, fazendo uma breve reverência antes de deixar a sala.
ENQUANTO ISSO…
As janelas se encontram fechadas, mas com as persianas afastadas, deixando o sol iluminar a mesa de jantar naquela vasta mansão repleta de funcionários. Antes, eram cinco bancos puxados, pratos e conjuntos de talheres alinhados, mas agora apenas duas pessoas estão ali, desfrutando de simples xícaras de café.
“Você conseguiu.” Yu Ah-Reum, a matriarca da família Kim, fala com a voz rouca pelo sono ainda presente, enquanto aperta alguns botões na tela de seu smartphone.
Em questão de segundos, um pop-up surge na tela do tablet de Kim Eunji, incluindo a matéria publicada há pouco mais de uma hora. A filha do meio esboça um sorriso mínimo, mas logo direciona o olhar para a mãe.
“Como você…”
“Eu sou mãe, minha filha…”
“A senhora mandou o detetive me seguir, não foi?”
“Ok, ok. Acabou com meu momento dramático. Mas, é, sim. Depois de ter que abafar a confusão da sua briga com seu irmão, eu não consegui ficar curiosa em paz.”
“Bom… Mas ainda não acabou, ainda tem coisa debaixo dos panos que estou tentando lidar.”
“Eu não tenho dúvidas…”
O celular de Eunji vibra e uma mensagem surge no visor, do contato nomeado como “Sangkook”, atraindo a atenção de ambas.
“Ele ainda está tentando contato?”
“O Hajun e a Yejun pararam de atender as ligações dele quando descobriram que você quem ficou com o patrimônio da família.” Eunji comenta, dando de ombros. “Então agora ele está tentando comigo.”
“Imagino que agora eu seja uma esposa ingrata, manipuladora e desequilibrada.”
Eunji soltou um riso anasalado, retornando a atenção para a tela do tablet.
“Mais ou menos isso.”
“Hah, homens.” Ah-Reum revirou os olhos, mantendo um sorriso de canto nos lábios avermelhados. “Eunnie, você sempre se mostrou como a mais inteligente dessa família, então acredito que vai conseguir o que quer. Se precisar de ajuda com algo, pode me dizer, sabe que nossos detetives são de confiança.”
Sem uma resposta da filha, a matriarca termina seu café e se levanta, pegando a bolsa e os óculos de sol que descansavam sobre a mesa.
“Seu pai passou anos escondendo mentiras e cantando vantagem dentro desta casa. Não deixe outro homem fazer o mesmo no condomínio.” Falou por fim, antes de se retirar, sendo seguida por dois seguranças.
Os olhos de Eunji permanecem presos na matéria durante alguns longos minutos antes de mudar de aba, retornando para a planilha financeira com o título “Orçamento de Patrocinadores”, seguido de nomes como FILA Korea, Kolon Sport, Pro-Specs, Pocari Sweat, Toreta, dentre outros.
“Com esses números seria melhor optarmos pela Asklepios…” Sussurrou mais para si mesma.
O celular vibra mais uma vez, mas agora com a indicação da chegada de um e-mail, o que a faz imediatamente abri-lo pelo tablet e não demorando para ter os olhos dobrando de tamanho em uma surpresa genuína.
“A prefeitura autorizou!! O parque Ttukseom Hangang é nosso!” Exclamou em puro ânimo.
“O que é nosso?” A voz masculina se faz presente, seguida de um bocejo longo.
A filha do meio volta para a postura séria, ignorando o questionamento de Hajun e recolhe seus materiais lentamente para se retirar do cômodo, sendo acompanhada pelos olhos do irmão mais novo.
“Tsc… Ela vai continuar me ignorando.”
E ENTÃO…
“Você viu a matéria?! O Park foi absolvido e ainda me colocaram na reta!” A voz escutada do outro lado da linha se encontra tão desesperada que até soa irritante.
“É, era inevitável que isso aconteceria.” Joon-Ho responde tranquilamente, pondo os pés em cima da mesa de seu escritório. “Mas não há mais preocupações. Park se demitiu já tem mais de uma semana.”
“Não tem mais preocupações?! E eu? O que nós vamos fazer pro foco sair de mim?”
“Nós? Um abraço.”
“Como?”
“Esse problema não é mais meu, Seunghwan. Apenas se certifique que o nome do Skyline não saía da sua boca.”
“Mas-”
“Do contrário, você terá o mesmo destino que a Kim Eunji terá.”
Ligação encerrada. O som do bipe constante parece enfurecer ainda mais Ahn Seunghwan, com o rosto escondido enquanto se esconde na mesa mais afastada do Nectar Cafe. Sem mais reclamações, guarda o celular e rapidamente se retira do estabelecimento, esbarrando em alguém, mas sequer parando para se desculpar em razão ao macchiato de caramelo derramado sobre a camiseta da seleção japonesa.
“EI! Não é porque perdemos que vocês, coreanos, podem nos tratar igual o Brasil tem feito na internet! Já é a terceira vez que acontece desde o jogo de ontem!” O morador gritou, sem sequer saber que aquele se tratava do ex-síndico Ahn.
OBSERVAÇÕES OOC:
✦ Para ler o décimo sétimo capítulo, CLIQUE AQUI. A nossa denominada “Avenida Acropolis” nada mais é do que uma novela onde irá citar acontecimentos envolvendo nossos queridos NPC’s;
✦ Alguns dos capítulos servirão como pequenos spoilers ou consequências de eventos e plotdrops que estarão por vir. Já consegue imaginar o que irá acontecer?;
✦ Para saber mais um pouco dos NPC’s lindinhos da comunidade, venha ver a página deles;
✦ Vocês podem interagir com esse acontecimento: comentando sobre a notícia do processo, podem ter visto Ah-Reum saindo do Mount Olympus acompanhada de seguranças, esbarrado no japonês do Nectar Cafe ou visto a cena do Seunghwan saindo de lá;
✦ Sintam-se livres para citar algo sobre na caixinha do nosso fofoqueiro favorito;
✦ Qualquer dúvida, só nos mandar através de ASK ou DM.
Uma grande placa foi colocada na entrada de cada um dos blocos, sinalizando que uma área de Achados e Perdidos havia sido montada no prédio da assembleia. Juntando tanto itens encontrados durante as limpezas da viagem, como também dos ambientes do condomínio na última semana.
Remo de stand up paddle, uma meia listrada sem par, três guarda-chuvas, chave sem identificação, pulseiras feitas com as cores da bandeira lésbica escritas "sapadrão não", pacote de algas salgadas de Samcheok, bilhete de trem com número de telefone, um cone de trânsito em miniatura, avental com "beije o cozinheiro" estampado, uma boia de pato de borracha com peruca da Nicki Minaj, uma galinha de borracha, além de muitos outros pertences um pouco mais convencionais como óculos de sol.
A equipe de administração informou que os objetos poderão ser retirados pelos seus respectivos donos ao longo do dia. Ou... ao menos por quem conseguir convencer os funcionários de que eles realmente lhe pertencem.
Em pouco tempo, o prédio da assembleia acabou se tornando um dos pontos mais movimentados, especialmente entre a manhã e o início da tarde, moradores disputavam a posse de alguns objetos, apresentando justificativas cada vez mais improváveis e tentando convencer os funcionários de que, sim, o óculos de sol com um pêssego na haste fazia parte de seus pertences pessoais.
OBSERVAÇÕES OOC!
✦ Seus personagens perderam objetos na viagem? Ou no condomínio? Ou apenas viram algo que os interessou naquele amontoado e quis reinvindicar? Vocês que sabem!;
✦ O pico de movimento é entre 11h~13h, mas estará tendo gente indo e vindo da área de achados e perdidos durante toda sexta-feira até às 22h;
✦ Fiquem livres para elaborar situações com os nossos NPC’s;
✦ Aproveitem para mandar coisinhas sobre no MOMUS;
✦ Participem do plotdrop através de blueets, postagem de fotos, turnos no DISCORD, combinando HC’s ou através de povs/selfparas;
✦ Qualquer dúvida podem nos perguntar através da DM ou ASK!
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Com o festival chegando ao fim e o pôr do sol surgindo no horizonte da praia de Gangneung, alguns funcionários do condomínio aparecem diante dos moradores trazendo consigo uma pequena caixa de madeira, algumas folhas em branco e uma pá. Depois de tantos dias de viagem, passeios e momentos compartilhados, a última atividade antes do jantar no vagão-restaurante do trem seria uma cápsula do tempo.
A proposta era simples: cada morador poderia escolher algo para guardar ali e deixar para o futuro. Poderia ser uma carta para seu eu do futuro, uma fotografia da viagem, um objeto que tivesse algum significado especial ou até mesmo alguma coisa completamente aleatória, só pra deixar quem abrisse a cápsula no futuro tentando descobrir o motivo. E, claro, ninguém era obrigado a contar o que colocou dentro da caixa.
O restante da noite ficou livre para que todos pudessem pensar com calma no que gostariam de guardar. Na manhã seguinte, antes da partida, os objetos seriam recolhidos pela equipe do condomínio e levados até uma área mais afastada da praia, onde a caixa seria enterrada.
Eles só não sabiam que antes da viagem, outros moradores já tinham sido questionados sobre algo para ser guardado em uma cápsula do tempo.
OBSERVAÇÕES OOC!
✦ Essa é uma TASK OBRIGATÓRIA, que funcionará da seguinte maneira:
✦ Cada player deverá até o dia 21 de julho, às 23h59 postar um selfpara descrevendo o que o seu personagem colocou naquela caixa e o motivo;
✦ Como dito no último parágrafo, os que não foram na viagem, também foram questionados à respeito de algo para guardar na caixa antes da viagem acontecer, então o selfpara deles também será sobre isso;
✦ Se o seu personagem não quiser colocar nada, ainda será necessário um selfpara descrevendo essa linha de raciocínio dele e o motivo de não ter escolhido nada;
✦ Não esqueçam que, pra seus dracmas contarem, é preciso enviar a conclusão das tarefas no formulário de resgate;
✦ Os que quiserem usar seus passes -1 TASK deverão comunicar ANTES do prazo da task se encerrar;
✦ Estão livres para fazer blueets, POVs e registros do passeio, adoro acompanhar tudo!;
✦ Fiquem à vontade se quiserem desenvolver alguma situação com os NPCS;
✦ Qualquer dúvida é só chamar pela DM ou através de ASK!
✦ Nome do personagem: Park Haesoo.
✦ Faceclaim e função: Yoona - Girls Generation.
✦ Data de nascimento: 30/07/1990.
✦ Idade: 36 anos.
✦ Gênero e pronomes: Feminino, ela/dela.
✦ Nacionalidade e etnia: Coréia do Sul, sul-coreana.
✦ Moradia: Elysian Fields.
✦ Ocupação: Proprietária do Psique Beauty e pesquisadora de formulação de skincare.
✦ Bluesky: @EF90HA
✦ Preferência de plot: ANGST, CRACK, FLUFFY.
✦ Comportamento: Haesoo é extremamente gentil e querida. Brincalhona, ela gosta de conversar com os vizinhos e de tomar a iniciativa em assar pães e bolos para qualquer evento. Extrovertida e sociável. Gosta de convidar os amigos para fazer alguma coisa em algum estabelecimento do condomínio todo fim de semana.
TW's nos headcanons: menção a stalking, traição.
Headcanons:
1. Park Haesoo nasceu Seongsu-dong, Seul, Coreia do Sul em 30 de julho de 1990.
2. Foi a primeira filha a nascer e tem mais três irmãos. Ao todo são quatro filhos, formando dois pares de gêmeos.
3. Cresceu ouvindo S.E.S, Shinhwa, Fin.K.L e H.O.T e tem um gosto musical considerado nostálgico porque ainda faz parte do fandom Cassiopeia e chorou muito quando TVXQ se separou.
4. Em 2004 começou uma carreira como modelo de marcas de maquiagem locais e acabou ganhando as graças de marcas mais famosas com o passar dos anos.
5. Foi chamada para audição na CUBE e o recrutador praticamente virou um stalker dela e da família só que ela sempre recusou porque ficou com muito medo um dia enquanto esperava seus idols favoritos chegarem no aeroporto nacional de Seul. As colegas que eram fãs tinham comportamentos muito estranhos e ela refletiu ali que nunca queria aquela vida para si, não importava o dinheiro ou a fama.
6. Em 2008 teve a sorte da sua família mudar porque seu pai ganhou na loteria e ao contrário de muitos conseguiu investir seu dinheiro em algo que fosse duradouro para seus 4 filhos.
7. Em 2012 conheceu seu ex-namorado no terceiro ano de faculdade de Engenharia Cosmética / Biocosméticos.
8. Sua vida foi bem tranquila, com um emprego seguro no departamento de desenvolvimento de fórmulas em uma filial de uma empresa de skincare e um namoro estável em que moravam juntos há mais de 12 anos que, apesar dos comentários da família esperando casamento, a fazia feliz.
9. Em 2020 em uma das viagens da turma para o Japão, conheceu Sairi Ito e fez amizade com ela.
10. Em 2025 descobriu uma traição e acabou se separando e mudando de casa. Indo passar uns dias com a amiga Sairi no Acropolis Complex até o início de 2026. Quando Sairi precisou se mudar e fez a oferta para ela de compra e venda tanto da casa quanto do Psique Beauty, Haesoo aceitou e desde então vem tentando se reconstruir depois do amor corrompido e também construir novas amizades com os seus vizinhos.