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onde: festival da renovação.
quando: competição de fogos de artifício.
apesar do barulho dos fogos não ser um chamariz para a fada, as luzes coloridas eram. a magia de celeste estava sendo usada para abafar os estouros nos próprios ouvidos enquanto os olhos eram hipnotizados pelos desenhos que se formavam no céu. estava disposta a aproveitar o momento em silêncio se, o que anteriormente era um desenho, não estivesse se transformando em palavras. "não sei se estou vendo certo." um estalar de dedos, magia desaparecendo. demorou alguns segundos para conseguir ler e entender do que se tratava, mas quando percebeu um pedido de casamento, seus olhos se arregalaram e foram direcionados para muse. "é seu nome?"
Um pedido de casamento na virada do ano. Isso sim é fazer com estilo, no seu livro. Bem diferente de colocar a aliança no dedo de um cadáver, certamente, ou de voltar do underworld com dito cadáver e destruir as chances de casar com quem deveria ter casado, ou... Victor para, olha na direção da figura ao seu lado e ri. "Mesmo se fosse, eu com certeza não seria o Victor do pedido." Apesar de rir, havia certo tom de amargor em suas palavras, devidamente mascarado por sua tentativa de parecer divertido. "O que você acha desse tipo de pedido assim, na frente de todo mundo?"
nana goes MPB with relationships: VICTORIA AND EMILY AND VICTOR
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❛ i really appreciate you being so patient with me. ❜ @lagrimaspradar
Em silêncio, sua primeira reação é apenas dar de ombros. Poderia falar muito a respeito disso. Tem muito a falar a respeito disso, no entanto não sabe se deveria. Se abrir a boca agora vai ser difícil lhe calar e a pior parte é que vai ser tudo centrado em si mesmo e nas suas experiências recentes, em como entende profundamente a necessidade de encontrar alguém que não lhe apresse, que não lhe pressione, que respeite seu processo. "É o mínimo que você merece."
👟 - Tie my muse's shoes for them. + victoria
É divertido, quando os dois tem tempo livre, passar um pouco desse tempo juntos. Victor tem tentado ao máximo ser natural em seu desejo de reformar, curar sua relação com Victoria após o desastre que fez acontecer entre eles, logo, toda oportunidade natural de ficar ao lado dela é agarrada com vigor. "Oh, wait." Caminhando com ela até onde morava, para se certificar de que nada ruim aconteceria, van Dort nota os cadarços dos sapatos desamarrados. Põe-se de frente a ela e se abaixa, tratando de evitar um possível acidente com rapidez e eficiência. "We don't want you falling for anybody else, right?" Ouvindo o que sua boca enorme inventou de falar, ele ri, levanta-se e volta a andar, quase correndo, como se isso fosse ajudar de alguma forma.
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ladies and gentlemen
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"Todo mundo em Halloweentown soube disso!" Disse com animação. Um humano ir ao mundo dos mortos era bem raro e qando acontecia, todo mundo descobria "Você foi assunto de conversa por meses! Tentamos encontrar razões porque um doido como você foi até lá. Depois soube-se que foi para casar! Aí soubemos que era completamente maluco " Shock riu alto. Só queria saber a história completa e poder contar a todos os seus amigos a verdade "Como é? Eu já fui a imensos mundos mas não ao dos mortos! Deve ser fascinante!"
A risada dela o deixou sem graça e deveras assustado. Até agora não havia batido com ninguém que parecesse sentir inveja de sua ida ao submundo, muito menos fazia ideia de que era conhecido pelos cidadãos de Halloweentown. Victor suspira, com um sorriso desanimado nos lábios. Adoraria esquecer da gafe monumental que foi pedir à mão da mulher errada em casamento, mas nem se quisesse conseguiria. Emily acabou se tornando uma parte imprescindível de seus dias. "Posso dizer que as pessoas de lá são bastante amigáveis. Gostam de música. Me acolheram como se eu fosse um deles..." o sorriso foi se tornando mais terno, carinhoso. "E tem bastante gore a ser presenciado..." adicionou a última parte por achar que seria do interesse da garota. "Você pode ver os ferimentos de como eles morreram, alguns tem o cérebro visível e tudo."
Mesmo morta, Emily ainda experimentava o cansaço. Mas, naquela noite em específico, sentia-se um pouco inquieta no pequeno quarto que alugava. Em suas mãos, tinha apenas algumas partituras, que ela não dava a devida atenção. Um suspiro lhe escapou os lábios, decidida de que iria se deixar quando a luz do telemóvel apareceu, por cima da sua escrivaninha. Olhou curiosa para a tela, perguntando-se quem estaria acordado aquela hora. Victoria...
EMILY: Estou a caminho.
Respondeu sem pensar muito - demoraria um pouco mais que Victor, visto que morava no outro extremo da cidade. Pegou um agasalho e apenas saiu, os passos rápidos em direção a praça - estava cansada, mas Victoria ainda era mais importante.
Acenou quando viu as figuras distante, um sorriso comprimido enquanto se aproximava. "Hey, vocês... Desculpem o atraso... está tudo bem?" Olhou para os dois. "Fiquei preocupada com a sua mensagem e o fato de estar sozinha na rua a essa hora."
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Ela não pode evitar em se sentir um pouco culpada por tirá-los de sua casa ou sequer se estivessem juntos, ali estaria ela atrapalhando, mas ela estava tão nervosa. Mesmo com Persephone a acalmando, assim que pisou para fora do Underworld é como se ainda pudesse lembrar dos monstros. De Hades. Finalmente havia entendido o porquê das pessoas temerem tanto o rei do mundo inferior. Ela esfregava as mãos querendo beliscar os próprios dedos. Um hábito que tinha de quando ficava nervosa.
A chegada de Victor fez com que soltasse uma respiração que nem sabia que estava segurando, o mesmo para Emily que chegou um pouco depois, e mesmo só com Victor ali ela não havia conseguido dizer nada até a outra chegar. Era engraçado como agora só se sentia à vontade na presença dos dois. Não sabia que pegadinha do destino era aquela, mas não seria ela a desafiar. "Apareceram monstros no Drink in Hell, hoje. Hades...Quero dizer, Sr Hades, surtou." Se sentiu tão incapaz. "Foi nossa culpa de não conseguir controlar, mas...Eu sou humana, eu acho? Quero dizer, sou humana. Apesar de estar no Underworld e a maioria ter poderes, não tinha o que eu fazer, e eu só consegui me esconder atrás do balcão e chorar. Patético, certo? Eu sou patética." A mão ainda tremia e ela deixou uma lágrima escapar. "Desculpa atrapalhar a noite de vocês....Eu só não tinha ninguém para ligar, e...queria ver vocês. São os poucos humanos que também moram aqui, e que me entenderiam. É tudo tão diferente aqui. Sinto-me tão mal às vezes como se não pudesse fazer nada ou acompanhar a todos."
Quando chegou, a falta de verbalização de Victoria o deixou preocupado. No entanto, Victor não tentou lhe pressionar a falar quando claramente se sentia desconfortável. Ele tocou seu ombro com gentileza e ficou ao seu lado até que Emily apareceu, e percebeu que tanto Victoria quanto ele pareceram respirar em alívio.
De coração partido, ouviu o relato dela em relação à noite que teve, incapaz de evitar a ansiedade tomando conta de seu peito ao imaginar a cena de brutalidade que ela deve ter visto, em primeira mão. "Não posso falar por Emily, mas você não atrapalhou minha noite. Na verdade, me deixa contente que tenha pensado em nós dois quando se sentiu sozinha..." foi se calando aos poucos, como se a voz fosse tendo seu volume diminuído mais e mais a cada palavra, a incerteza se deveria estar externalizando aqueles pensamentos ou não. Victor limpa a garganta. "Sinto... sinto muito que tenha passado por isso, Victoria."
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Perséfone só precisava de dois minutinhos sentada. Okay, talvez cinco. O peso da barriga a cansando com mais rapidez do que tinha planejado (e o que tinha, sem querer, ameaçado seu personal trainer). Com as costas da mão, aparou o suor logo na linha dos cabelos, a outra mão abanando o rosto. "Quão bem você sabe lidar com pressão?" Tinha-o chamado para uma proposta, ou melhor, concordância rápida e certeira, porque faltava tempo. "Não vai ser pressão sobre você necessariamente, mas em mim. E você precisa continuar a música independente do que escute."
Dizer que estava nervoso é desnecessário. Perséfone tem uma presença que é confortável e assustadora ao mesmo tempo, resultando numa confusão interna que Victor simplesmente decidiu aceitar como algo que nunca fará sentido. Como se isso fosse pouco, ela começou com aquele assunto. De cenho franzido, o rapaz tamborilava os dedos numa superfície aleatória da loja, finalmente trocando um olhar com ela e notando seu estado. "Primeiro... s-se não se importa..." Ao olhar por cima do ombro, encontra uma cadeira e a puxa para que Perséfone se sente. "Não quero ser presunçoso com isso, me perdoe se estiver s-sendo... Mas acho que a senhora deveria sentar-se um pouco." Deu-se de conta naquele instante que ela é a primeira mulher grávida com quem realmente tem contato em toda sua vida. Que estranho. "Sobre o seu pedido, bem... Eu posso usar protetores para os meus ouvidos?"
"Eu gosto de casas assombradas, me faz lembrar a minha terra natal." Admitiu Shock. Os barulhos estranhos, os calafrios, os gritos arripiantes. A fazia lembrar de Halloweentown, a cidade que tinha tantas saudades de voltar "Você não foi o cara que entrou no submundo?"
Victor nega com a cabeça, lembrando de como foi sua fase de adaptação uma vez que fora carregado para o submundo após acidentalmente se casar com Emily. Ela foi ótima... Mas o lugar... "V-você soube disso?" Sem graça, acena que sim. "Foi inesquecível, para dizer o mínimo."

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Tarzan semicerrou os olhos para o pedaço de papel que era colocado pelo rapaz franzino. Embora já estivesse mais habituado ao mundo dos homens, ainda tinha certa dificuldade para ler, demorando mais do que o esperado por um homem da sua idade. "Design... arrojado...?" A voz grossa se fez presente - palavras difíceis ainda o deixavam confuso. "Aulas de pi...a...no. Não sei, baixinho. O que se faz em piano? Se for pra chamar atenção de algum animal, já aviso que ele não vai entender o texto."
"Oh, você não sabe sobre pianos?" Os olhos de Victor se encheram de carinho, como se aquela tivesse sido a frase mais bonita que já ouviu na sua vida. "Bom, eu nunca tentei chamar a atenção de algum animal com ele... Mas você com certeza está certo sobre animais lendo meu flyer..." um sorriso brincalhão surge nos lábios dele enquanto coça a nuca. "Piano é um instrumento musical. Tem teclas nas cores preto e branco e cada uma tem um som diferente. É divino para criar todo tipo de música, embora eu confesse que tenho afinidade pelas mais... melancólicas."
Interessada, a ex-princesa pediu licença antes de trazer o flyer para si. Seus olhos imediatamente estreitaram para a folha que era virada, revirada, inclinada. "Com todo o respeito, essa propaganda é pior que a do meu concorrente para a prefeitura." Fiona dobrou os cantos do papel, realizando dobraduras aleatórias enquanto continuava a falar. "E não, eu não tenho concorrentes para a prefeitura." Explicou a 'piada' mesmo assim, afinal, quem era louco de assumir uma posição dessas tendo Rumpel como Rei? "Precisa de cores e diferenças de letras. Um marketing. Um flyer assim parece alguém que oferece um pedaço do doce, mas não quer que ninguém aceite. Só por obrigação."
"Críticas severas, eu aprecio a sua ajuda." Cores, letras diferentes, um marketing melhor. Victor vai fazendo notas mentais a respeito de como pode melhorar sua propaganda, em silêncio, antes de se dar conta com quem está falando. "Oh... Senhora Fiona!" Arruma a postura, os cabelos e as roupas, considerando-se diante de realeza na presença dela. "Isso provavelmente não conta muito, mas meu voto é seu."
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Victoria teve um dia horrível. Hades havia estourado no serviço, e os monstros haviam aparecido. Ela se sentiu assustada, depois humilhada (não por Hades, mas pelos próprios pensamentos) e tendo que ser acalmada por Persephone. Saiu do trabalho sem rumo, e percebeu o quanto estava solitária. Por mais que pudesse ir até Pain ou Panic sabia que as duas não se sentiam assim como ela, e sem direção ou ideias, acabou indo até o centro. A mão ainda tremia um pouco ao se lembrar, e não conseguiu evitar pegar o celular e criar um grupo e mandar mensagem para as únicas duas pessoas que queria conversar no momento. Pessoas que a entendiam, o que havia passado e poderiam acolhé-la.
VICTORIA: Ei, oi, é a Victoria. VICTORIA: Ah, a Everglot, aquela Victoria. VICTORIA: Enfim, vocês estão fazendo algo? VICTORIA: Não quero atrapalhar, sei que é tarde, mas...Se puderem estou na praça. E não queria ficar sozinha.
O som do aparelho vibrando ao lado do seu ouvido fez com que Victor despertasse assustado, acertando a lateral da cabeça na parede onde sua cama se encontrava encostada. "Ow!" Exclama, os olhos pesados lutando para se manterem alerta o bastante para conseguir ler as mensagens recebidas, demorando mais do que gostaria. Conhecendo Victoria, sabia que ela não estaria pedindo a presença deles a essa hora se não fosse realmente de grande necessidade, então, ainda grogue, o rapaz digita: "chego aí em 20 minutos, podem esperar?" e envia antes de se arrastar para fora da cama.
O mais rápido possível, consegue chegar ao centro com dois minutos de atraso. "Está tudo bem?" São as primeiras palavras que saem da sua boca, antes de um oi, ou qualquer outra tentativa de conversa fiada - indo direto ao assunto.
As mãos desocupadas se livravam do amasso inexistente das luvas, os dígitos cobertos nunca verdadeiramente estáticos. O trejeito era tão embrenhado que não se percebia, verdadeiramente, presa na ação. Não foi até a frase de Victor lhe alcançar que prendeu sua atenção ao homem, a boca minimamente entreaberta numa careta pensativa. ❛ Está perguntando para mim? ❜ Como a entonação afetada da última palavra apontava: estava tão perdida quanto ele. ❛ Eu não sou, exatamente, uma especialista no gosto coletivo... Sabe? ❜ Tentou vislumbrar o papel, de onde estava. ❛ Pode ser que o design não seja o problema? ❜ Útil, sabia. ❛ Talvez as pessoas só sejam idiotas. ❜ Tentou conforto, os ombros encolhendo no que era um gesto desamparado.
"Eu não acho que as pessoas sejam idiotas," respondeu em voz baixa, como se falar aquilo fosse ofender algum deus ou poder acima de si. Victor é bem mais propenso a encontrar o defeito em si mesmo do que nos outros. Se tivesse de pensar num motivo para isso, talvez fosse porque pode mudar o flyer, pode pensar em formas de deixá-lo mais atraente... mas não pode fazer com que lhe achem mais atraente e é aí que mora o perigo. "Acho que não estou oferecendo algo no qual elas se interessem." Confessou, no mesmo volume de voz.
Flora analisou bem o flyer simples, mas direto - e praticidade sempre foi seu forte - antes de responder à indagação do homem. "Sabe do que você precisa?", a fada franziu as sobrancelhas, em um ar que deveria, supostamente, parecer intelectual. "De um bom marketing digital!", e parecia que ela tinha descoberto a pólvora. "Se o seu negócio é com pianos, você pode investir em uma página nas redes sociais. Já viu aqueles vídeos com uma pessoa tocando em um piano público e do nada chega alguém pedindo uma música que, magicamente, ela conhece e ela começa a tocar e a outra pessoa começa a cantar e, boom, várias pessoas já estão ao redor gravando? Já vi muito no Fadasgram, e isso pode super servir como uma ideia de chamariz para a página, e no meio de outras postagens, você pode fazer a propaganda das suas aulas", explicou rápido até demais, por pouco não atropelando as palavras com o conhecimento adquirido cuidando de seu próprio negócio que corria velozmente em sua cabeça. "Quem não vai querer ter aulas com um professor tão habilidoso e descolado?", finalizou o argumento com um sorrisinho deveras satisfeito.
A destra vai à testa, massageando a pele fria. Como é que nessas duas semanas de divulgação, ele não tinha parado para pensar na porta enorme que é usar redes sociais na hora de divulgar seu trabalho? O quanto deve ter perdido de interessados, nesses quinze dias? E dinheiro?! Fool, Victor. "Essa é uma ideia muito, muito inteligente. Não quero parecer exagerado, mas talvez você tenha acabado de salvar minha carreira." Ele ri, sem jeito, e oferece sua mão. "Me chamo Victor van Dort, mais um artista passando fome pelas ruas." Brincou, inclinando o rosto para o lado num sinal de que não deveria ser levado a sério. "Posso perguntar como você sabe tanto a respeito disso?"

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Three of them. 🥺
@victorvdort @lagrimaspradar
Ainda meio atordoado pela bebida da noite passada, olhou para o flyer que Victor segurava e soltou uma risada descontraída. ❝ㅤBem, acho que um design mais arrojado poderia chamar mais atenção, sabe? Talvez uns relâmpagos e um piano em chamas, algo assim. Ficaria mais emocionante! ㅤ❞ deu um tapinha no ombro do outro homem, como se estivesse compartilhando um segredo. ❝ㅤMas sério, acho que as pessoas gostam de um toque de extravagância. Quem sabe um pouco mais de brilho e cor para animar essas aulas de piano. E hey, se precisar de um voluntário para testar essas aulas, estou à disposição! ㅤ❞ concluiu com um sorriso travesso.
Victor franze o cenho, tentando imaginar relâmpagos e um piano em chamas mas tendo grande dificuldade em visualizar algo tão radical assim. Será que conhece alguém com dons artísticos que poderia desenhar para ele? Aprender a essa altura do campeonato não daria muito certo, com certeza. "Você tem muita criatividade, Jim, só falta dizer que conhece alguém que possa criar esse flyer pra mim..." Ele ri, sem graça, escondendo a folha de papel num dos seus bolsos. "Sério? Porque eu aceito até mesmo um voluntário, vai ver você pode me criticar e dizer onde estou sendo um professor ruim...?"