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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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Mr Tomlinson♡
este capítulo contém:
H!bottom / L!tops
Harry intersex (com bocetinha, awn)
Harry menor que o Louis (questão de altura)
Louis CEO
Daddy kink (papai awn)
Tapas na boceta
Harry sendo nomeado no pronome masculino e feminino
Harry: 18 Louis: 30
Knife Play (leve menção bbs)
Asfixiofilia (não é literalmente o fato de asfixiar, e sim enforcar, aqui será com uma gravata)
Palavras de baixo calão como: Putinha, vagabunda, xotinha, xota, cuzinho, porra, pré-porra entre outros
♡
sinopse: Harry vai vestidinho de draulara a confraternização da empresa onde seu pai é sócio e acaba fodendo com Louis, sócio de seu pai e CEO da empresa.
♡
A empresa toda era decorada pela cor preta, dando um visual escuro e sombrio ao local, as luzes amareladas e com a iluminação baixa favoreciam ao tema. O som lento, vindo de uma vitrola no canto da sala deixava tudo ainda mais sofisticado, o andar todo era silencioso, apenas os intrumentais de i wanna be yours ressonavam baixinho, e só não estava vazio pela presença do dono ali.
Seus olhos azuis escuros correram por todo o andar analisando cada mínimo detalhe. A mesa grande e repleta de bebidas no canto esquerdo da sala, whisky's, cervejas, ponches de amora e morango, sucos, águas e alguns refrigerantes, a mesa ao lado recheada de comidas, desde as entradas -que consistiam em pequenos pestiscos e alguns sanduíches naturais- até ao real jantar.
Sua mão levou o cigarro rotineiro até seus lábios sugando a nicotina pra dentro de sua boca em seguida a soltando no ar vendo-a sumir pelo local. Seu copo de whisky mais uma vez já estava quase completamente vazio, um último gole foi dado no copinho de cristal pra em seguida ele ser posto em cima da mesa, assim como o cigarro que foi jogado no cinzero.
Levantou seu pulso olhando o horário em seu relógio. Provavelmente os primeiros convidados chegariam logo e ele já sentia sua cabeça doer ao ter que permanecer ali no meio de todos aqueles homens chatos e que só se importam com suas vidas mesquinhas de merda. Louis confessa, que agora neste momento ele só queria estar tendo mais uma de suas fodas lentas e gostosas que duravam a madrugada toda, e ele tem a pura certeza de que não irá encontrar ninguém aqui pra foder, afinal ele é o dono da empresa.
Se jogou despojadamente na poltrona preta e grande que ficava do outro lado do andar repleto de outras cadeiras e poltronas. Tirou a máscara preta que cobria a parte de seus olhos posicionando em cima de suas coxas. Fechou seus olhos por um mero instante. Seu corpo todo era completamente vestido de preto, em seus pés os rotineiros sapatos pretos e envernizados, em suas pernas a calça de couro completamente apertada marcando suas coxas grossas, a camisa social de botões da cor preta marcava exatamente seu tronco e o sobretudo preto que ia até metade de suas canelas o deixavam ainda mais superior. A máscara era apenas um charme a mais, pois o tema era fantasia e Louis confessa que não era muito fã dessas coisas.
O elevador abrindo despertou Louis que imediatamente posicionou a máscara em seu rosto novamente pra em seguida se levantar ficando completamente ereto e em uma postura apresentável pros convidados, mesmo que ele não se importasse muito com aqueles velhos nojentos. Seus olhos acompanharam a entrada do andar pra capturar a imagem de Des, seu querido e amado sócio -note o sarcasmo- junto de mais alguns colaboradores da empresa, Sr. Connor, Stephen e Michael.
Louis rolou os olhos antes de ensaiar um sorriso falso e ir em direção aos homens, todos bem vestidos, com ternos pretos. Imediatamente os homens o olharam de cima a baixo abrindo sorrisos ladinos pra em seguida estender a mão em sua direção em um comprimento.
- Sr. Tomlinson! - saudou Stephen.
Louis cumprimentou cada um dos homens de uma vez, dizendo-lhes pra se sentirem em casa e que a festa era deles -maldita gentileza arranjada. Des conversou alguma coisa sobre a empresa com Louis e logo em seguida estava em cima da mesa de bebidas, os olhos azuis apenas reviraram-se. Mais convidados chegavam e todos saudavam a Tomlinson formalmente, as recepcionistas do térreo também estavam ali, e cumprimentaram Tomlinson com abraços e beijos duplos nas bochechas, Stace e Julia, suas duas fiéis assistentes o trataram da maneira como ele gostava de ser tratado, normalmente como um ser humano como os outros ali, e não com superioridade apenas por ser o chefe e dono da empresa.
A festa corria bem, todo mundo em algum grupo de conversa com três ou mais pessoas, os mais velhos sempre rodeados em volta da mesa de whisky, as luzes escuras deixavam o local agradável ao ver de Tomlinson, esse que estava mais uma vez na poltrona com mais um de seus copos de cristais cheio com a bebida quente e um cigarro na mão direita. Já estava enjoado de ficar ali, a música ainda soava baixo na vitrola com uma melodia agora mais lenta e irreconhecível aos dotes musicais de Tomlinson.
Levou mais uma vez o cigarro até seus lábios e dessa vez enquanto sugava a nicotina, as portas de metais do elevador se abriram, a pouca iluminação sendo impossível ver o rosto da figura, mas pela silhueta bem desenhada e curvilínea Tomlinson sabia muito bem de quem se tratava. Os saltos das botas que iam até o início de suas coxas batiam contra o piso do andar, sendo o único som a ser escutado sobressaindo a melodia baixinha da vitrola, todos os olhos presentes no local vendo a figura conhecida, andar como se fosse o centro das atenções. E talvez ele realmente estivesse sendo.
Um feixe de luz branca iluminou o corpo do garoto e Tomlinson praguejou todos os pensamentos impuros que rodearam sua mente. A fumaça do cigarro saía de sua boca enquanto seus olhos, provavelmente queimavam a pele do Styles mais novo presente no andar, suas pupilas deviam estar dilatadas pela imagem obscena que via. A realidade é que não era nada além do absurdo. Apenas o filho do seu sócio, Harry, vestido com a porra de uma roupinha toda decorada, Louis conhecia a vestimenta de algum desenho, mas sua mente era incapaz de formular qualquer coisa tendo a imagem que tinha.
Seus dedos se apertaram contra o copo enquanto seus olhos analisavam cada mínimo detalhe da roupa. As botas rosas e que provavelmente eram de couro, viam desde os pés de Harry até o início de suas coxas fartas e grossas, essas últimas que eram cobertas por uma meia arrastão que o deixava ainda mais apetitoso ao ver de Tomlinson, o vestidinho solto e meio rodado, de cor branca cobria minimamente sua coxa deixando um bom pedaço de pele a vista, o corset rosa e preto apertadinho em seu tronco marcando-o fortemente, podia passar despercebido mas nada passava aos olhos atentos de Louis, os braços eram cobertos por uma fina renda indo até as mãos pequenas e delicadas por uma simples luva.
Seu olhar queimava todo o corpo do menino e era torturante de ver os olhos se arrastando lentamente analisando cada mínimo detalhe da roupa, um dos ombros sendo responsáveis por segurar a alça de uma bolsinha com a estampa de Hello Kitty e finalmente o rosto. O angelical rosto de Harry. Louis se sentiu completamente atraído pelos lábios vermelhos e carnudos do menino desde o primeiro dia que havia o visto na empresa, mas hoje a atração havia triplicado, os lábios eram brilhantes e provavelmente eram saborosos, o narizinho fininho e completamente brilhante, as bochechas sendo possível vê-las rosadas, os olhos com um tom rosa nas pálpebras com pequenos corações desenhados na maça de seu rosto, o verde claro das pupilas contrastavam com o rosado da maquiagem, os cachinhos caíam por todo o rosto moldando-o perfeitamente, os tic-tacs presos em algumas mechas o deixando ainda mais angelical.
Tomlinson nem mesmo notou que havia ficado hipnotizado com a presença do garoto ali, sendo possível sair de seu transe quando Des se aproximou do garoto o apresentando aos convidados. Seu cigarro foi jogado ao cinzero que ficava em uma mesa no centro da roda de poltronas e sua bebida quente foi toda virada em sua boca, o líquido queimava como um inferno, mas nem mesmo isso comparava a chama dos olhos de Louis por Harry.
Tomlinson não negaria, Harry era a porra de uma obra de arte.
O menino era realmente uma perdição aos olhos de Tomlinson, não tinha muita intimidade com o garoto e as poucas vezes que o via era pelos corredores da empresa correndo atrás de seu pai pedindo dinheiro pra sabe-se lá o que. A primeira vez que viu Harry ali na empresa, o garoto vestia uma saia curta e completamente rodadinha da cor preta, a camiseta era branquinha de botões, os olhos verdes do garoto aquele dia se encontraram com seus olhos azuis, a tensão que havia se instalado naquele momento em que cruzavam o corredor pela primeira vez que se viam era completamente assustadora, Tomlinson também não podia esquecer de que antes de quebrar o contato visual Harry deixou uma piscadela em sua direção.
- Tomlinson! - escutou seu nome ser chamado ao longe e levantou sua cabeça a tempo de ver Des chacoalhando as mãos no alto lhe chamando.
Ele continuava no grupo com os mesmo homens, mas agora Harry estava junto.
Os olhos do menino presos em si enquanto caminhava lentamente pelo local indo em direção ao sócio. Um sorrisinho ousou brincar em seus lábios da mesma maneira qual Harry fazia enquanto mantia o contato visual consigo, mas se segurou. Colocou suas duas mãos dentro de seus bolsos e parou em frente á Des, que tocou seu ombro, o mais velho sorriu grande e orgulhoso antes de encher o peito pra dizer.
- Não sei se já conhece, mas esse é Harry, meu filho - Des apresentou.
Louis direcionou seu olhar a Harry como se nunca tivesse o visto na vida, esticou sua mão até que segurasse a do garotinho e a levou em direção à sua boca deixando um beijo casto e rápido na pele lisa e macia. Viu o menino sorrir ladino e morder minimamente os lábios.
- Prazer, Sr. Tomlinson - a voz carregada de maliciosidade enquanto proferia as duas últimas palavras.
- O prazer é todo meu, Styles - respondeu da mesma maneira, a voz grossa sendo possível causar arrepios em Harry.
Des sorria orgulhoso, achando completamente normal a conversa de seu filho, nem mesmo percebendo a malícia direta nas palavras quais eram ditas. Styles levou a ponta do indicador até os lábios e mordeu enquanto ainda apreciava Tomlinson, agora vendo os detalhes pecaminosos que eram o corpo vestido com a roupa completamente preta. Louis olhou de canto de olho a tempo de ver Des conversando com um dos amigos, voltou seu olhar a Harry e sussurrou baixo
- Cuidado pra não babar, doce.
Harry sorriu ladino e mordeu seus lábios mais uma vez.
- Pai - o garoto chamou o mais velho sendo rapidamente atendido com a atenção - Onde tem bebida?
- Filho, peça a Louis que te mostre por favor. - disse despreocupado voltando a dar atenção aos homens mais velhos.
Harry revirou os olhos em seguida olhou pra Louis, esse que já o olhava e tinha o lábio inferior preso por entre os dentes. Esticou a mão á Harry que prontamente entendeu o que Louis queria e juntou as mãos, Tomlinson puxou o garoto pelas mãos até que estivessem em frente a grande mesa repleta de bebidas, essas que já estavam pela metade ou até mesmo já tinham acabado, como a cerveja, o ponche intacto e o whisky pela metade.
Louis soltou a mão e levou em direção à garrafa de whisky enchendo seu copo com a bebida, ele realmente não se importava com a quantidade que bebia, o garoto diferente de si pegou um copo e o encheu com ponche, o de amora. Os quadris de Louis encostaram na mesa e analisaram o rosto distraído do menino, os lábios rodearam o copo pra que pudesse beber o ponche e Louis desejou uma vez naquela noite ser o copo, pra que os lábios de Harry estivessem em si.
Viu o menino desgrudar o copo da boca e abrir um sorriso grande, seus olhos repararam nas presas maiores, provavelmente algum artigo de festa pra que completasse a roupinha bonitinha. Os lábios mais vermelhos agora pela bebida.
- Acho que agora quem tá babando, é você Tomlinson.
Louis reprimiu um sorriso ladino e desviou o olhar da boquinha carnuda e atrevida de Harry. O garoto ainda mantinha a bolsa nos ombros enquanto bebia o líquido quente em seu copo, os dois em um silêncio agradável escutando a melodia que vinha da vitrola, Louis fechou os olhos e deixou se levar pela melodia baixa de Sex, drugs etc. Era como se todo o planeta estivesse parado por um momento e existisse apenas ele naquele andar, a música o levando às nuvens.
- O que acha de me mostrar o andar de cima Sr. Tomlinson ainda não conheço toda a empresa, muito menos a sua sala - a voz rouquinha e baixa do menino de cabelos cacheados lhe tirou do transe qual a música tinha o levado.
Seus pelos todos se arrepiando pela voz soar tão rouca e baixa no pé de seu ouvido. Virou o líquido ardente em sua boca rapidamente puxando o garoto pelas mãos, esse último que sorriu grande quando percebeu que supriu efeitos em Tomlinson. A verdade é que Louis estava se segurando desde o primeiro momento pra não jogar Harry em uma das paredes ali e o beijar, mas a tarefa pareceu completamente impossível com a voz soando daquela maneira.
- Vá avisar seu pai, que o Sr. Tomlinson irá te mostrar todo o andar de cima. - ordenou ao garotinho.
O menino saiu em disparada atrás do pai enquanto Louis permanecia encostado na parede ao lado do elevador, seus braços cruzados e uma de suas pernas dobradas. A máscara em seu rosto o deixava misterioso no meio daquela pouca iluminação. Viu a figura cacheada voltando em sua direção completamente rápida e sorriu por saber que não era o único necessitado ali.
- Ele disse pra você mostrar tudo. - Harry sorriu de lado pela perversidade de suas palavras.
Louis apertou o botão do elevador abrindo as portas de metais, deixando que Harry entrasse fazendo o mesmo em seguida. O espelho grande refletindo a imagem dos dois, Louis deixou que seus olhos escapasse mais uma vez pro corpo de Harry e o outro fez a mesma coisa, ficando tempo demais com os olhos nas coxas grossas e fartas presas pelo couro. A porta abriu e mais uma vez Harry foi quem saiu primeiro.
O andar todo escuro sendo iluminado apenas pela luz da lua que entrava pelos grandes vidros que iam do teto até o chão. Louis acendeu algumas luzes amarelas com pouca iluminação deixando o local agradável, uma mesa com uma máquina de café no canto esquerdo foi a primeira coisa que Harry viu, imaginou que aqui provavelmente fosse aonde os clientes de Louis o esperavam, e teve certeza quando viu os pequenos bancos revestidos com almofadas postos no meio do andar, um tapete cinza no meio e uma mesinha de centro repleta de revistas. Do lado direito da sala um piano grande e preto, a peça grande e delicada fazia um contraste incrível com os moveis escuros.
Seus saltos bateram contra o piso gelado e pararam sobre o tapete. Deixou sua bolsa em cima do sofá e em seguida olhou pra trás apenas pra ver se tinha a atenção de Louis presa em si, e como se já suspeitasse ele tinha, lentamente se abaixou até que estivesse totalmente inclinado pra Tomlinson, fingindo pegar uma das revistas. Tomlinson do outro lado se praguejava, a bunda branquinha e redondinha sendo totalmente vista com uma renda rosinha enfiada no meia das duas bandas, ele pode sentir sua calça apertar.
A revista ficou na mesa, afinal Harry não estava nem um pouco interessado naquilo. Seus olhos passaram rápidos pelo local como se procurasse por algo, pra em seguida se virar pra Louis fazendo uma carinha inocente e pidona.
- E sua sala, Sr Tomlinson? Fica onde?
Louis fechou os dois olhos antes de virar de costas e andar até ao lado da mesa de café e abrir uma porta da cor amarronzada. Seus olhos voltaram a Harry que tinha um sorrisinho travesso em seus lábios, apontou a sala com a cabeça a maneando de lado, Styles pegou sua bolsa que estava esquecida no sofá e em seguida literalmente desfilou até Louis, se empinando exageradamente quando passou a frente do mais velho que ficava encostado na porta, o suspiro que lhe escapou foi inevitável.
Harry analisou a sala e suspirou, a mesa amadeirada no meio dela com uma cadeira preta e estofada, em um dos cantos da sala um sofá preto de dois lugares, em frente a mesa um tapete cinza e mais a frente dele duas cadeiras estofadas viradas pra mesa. Em cima da superfície da mesa um computador da cor cinza, e inúmeros papeis empilhados no canto dela. Harry jogou sua bolsa no pequeno sofá se jogando nele logo em seguida, viu Louis fechar a porta e passar a chave por ela. Um sorriso malicioso dançou em seus lábios.
Viu o mais velho caminhar até a mesa e se sentar despojadamente sobre a cadeira, as coxas separadas e os braços relaxados sobre os braços da cadeira, esticou uma de suas mãos até a primeira gaveta da mesa a abrindo, procurou por alguns instantes até que logo em seguida mostrou a Harry um baseado enrolado e um isqueiro preto. Os olhos de Styles brilharam, fazia bastante tempo que não fumava, sempre estava na companhia de Zayn, seu melhor amigo quando fazia essas coisas. O mais velho levou o baseado até os lábios o prendendo entre eles pra em seguida acender com o isqueiro.
Sugou a erva pra dentro de sua boca e fechou os olhos sentindo a fumaça lhe invadir. Assim que abriu foi impossível seus olhos não irem direto ao menino que estava sentado no sofá com as pernas minimamente abertas e os olhos atentos em cada movimento seu.
- Você fuma, babe?
Harry sentiu seus pelos se arrepiarem pelo tom rouco e baixo da voz de Tomlinson, mas rapidamente acenou com a cabeça, positivamente. Louis sorriu ladino antes de deixar batidas em seu colo indicando onde o menino deveria sentar. Styles já não raciocinava direito, afinal aquele era sócio de seu pai e ela estava sendo uma completa putinha indo se sentar no colinho do mais velho pra fumar.
Suas coxas prensadas sobre as coxas grossas de Louis, a mão atrevida do último citado dançando pela sua cintura, a tocando levemente como se fosse de porcelana e que a qualquer momento quebraria. A mão que segurava o baseado foi até a boquinha carnuda de Harry, os olhos azuis com as pupilas dilatadas sendo ligados por um contato visual com as bolotas verde de Harry, o garotinho com um olhar inocente antes de abrir os lábios tentadoramente e sugar uma boa quantidade de fumaça pra dentro de sua boca.
Louis deixou que escapasse um suspiro de seus lábios enquanto delirava vendo o garotinho manter a fumaça em sua boca enquanto jogava a cabeça pra trás e fechava os olhos sentindo a erva lhe atingir. Formou um bico em seus lábios soltando a fumaça, sentiu quando o aperto de Louis em sua cintura se intensificou mostrando que havia de alguma maneira lhe afetado.
- Boquinha gostosa do caralho, boneca - Louis elogiou ao ver Harry morder o lábio inferior.
Sorriu pequeno e se remexeu no colo de Tomlinson. Esse que levou mais uma vez o cigarro pra sua boca, sugando uma quantidade absurda formando vincos fundos em suas bochechas. O bico pequeno causando arrepios em Harry. Ele encarava muito os lábios vermelhos e carnudinhos de Tomlinson, era tão provocativamente gostoso.
Levou uma de suas mãos até o rosto do mais velho, fazendo um carinho com a ponta dos dedos, antes de os levar pro pescoço fazendo uma certa pressão sobre a jugular, o moreno fechou os olhos inebriado com os toques de Harry, e ali foi o estopim pra Styles, que se viu encurralado, selou seus lábios e em seguida o abriu apenas pra receber a fumaça em sua boca, soltando-a pelo ar.
Enquanto soltava com a cabeça inclinada pra trás e com os olhos fechados, Louis deixava o cigarro em cima da mesa e levava uma de suas mãos até os cachos do menino o puxando pra si. Grudou seus lábios sem gentileza alguma, mostrando o tamanho desejo que tinha. A língua ávida e molhada pediu passagem enquanto rodeava os lábios gordinhos de Harry, e obviamente o mais novo abriu, abrigando o músculo quente dentro de sua boquinha.
Era uma batulha árdua das línguas por dominação, as mãos de Louis apertavam fortemente os cabelos do menino em seu colo que sempre era correspondido com suspiros e ofegos em seus lábios, a cintura devia estar marcada de vermelho pelas mãos fortes de Tomlinson que deixavam sua marca ali, por cima da roupa. Os lábios do mais velhos desgrudaram dos lábios de Harry apenas pra descerem pro pescoço branco e imaculado.
Seus dentes raspavam no processo de deixar beijos sobre a pele branquela e cheirosa, chegou perto de sua orelha puxando seu lóbulo por entre os dentes pra em seguida descer e morder um pedaço da pele, seus dentes marcando a pele branquinha da garotinha sentada em seu colo que gemia sôfrego e puxava os fios de seu cabelo, seus lábios amorteceram a mordida quando o chupou pra dentro de sua boca massageando-a com a língua molhada. Desgrudou seu rosto dali apenas pra ver a marca vermelha se intensificando e marcando a pele.
- Uma marquinha pra você lembrar que foi o Sr. Tomlinson que - fez uma breve e pequena pausa soprando na orelha de Harry - Te comeu fortinho e gostoso.
A menina gemeu alto e jogou o pescoço pra trás. Louis sabia ser a porra de um filha da puta e conquistar Harry como devia, com seu jeitinho cafajeste. Styles não se aguentou e puxou o moreno pra mais um beijo árduo, fogoso que demonstrava tamanho prazer que tinham um pelo outro. Os quadris incontroláveis de Harry se movimentando sobre o pau coberto de Louis enquanto esse trabalhava arduamente em sua boca, chupando forte sua língua
Harry se levantou do colo de Louis apenas pra que começasse a tirar a roupa. As botas foram as primeiras a sairem do corpo gostoso do garoto, as meias logo estavam junto delas, o corset rosa foi solto sendo tirado juntamente do vestido. O corpo branquelo e curvilíneo totalmente exposto pra si, a renda rosa da calcinha se curvando sobre a cintura. Styles não demorou pra se sentar novamente no colo de Louis.
As mãos rápidas de Louis passearam pelas costas do menino em seguida descendo até suas nádegas esfragando-as pra deixar um tapa duro e árduo, um gemido rasgou a garganta de Harry. Os dedos rasparam na renda da calcinha, essa que estava completamente enterrada na bunda do menino. Os beijos sendo depositados no pescoço cheiroso de Tomlinson, enquanto os dedos magros e curiosos arrancavam a gravata preta do pescoço de Tomlinson.
Esse último que foi rápido em puxar a gravata da mão de Harry pra em seguida passa-lá pelo pescoço branquinho de Harry, dando um nó mal feito e deixando-o como se estivesse com uma coleirinha e fosse a cachorrinha de Tomlinson. Louis sorriu pra imagem que tinha e puxou Harry pela gravata grudando seus lábios em mais um beijo.
Os quadris de Harry flexionavam-se pra frente e pra trás a procura de qualquer tipo de estímulo em seu grelinho que já ficava inchado pela falta de atenção. Louis continuou a beijar os lábios de Styles enquanto levou uma de suas mãos a xota da menina empurrando seus dedos contra o grelinho massageando-o e recebendo gemidos manhosos em seus lábios.
Seu pau já pulsava forte dentro de sua calça e liberava uma quantidade avantajosa de pré-porra nas calças, que a cada minuto que passava ficava mais apertada. Harry choramingava pelos dedos de Louis estimulando seu grelo, mas estava sedento pelo pau de Tomlinson e se sentia hiperventilando pra chupar o caralho grosso e marcado. Portanto levou suas mãos até o zíper da calça a abrindo em seguida abrindo os botões descendo a boxer o suficiente pra que liberasse o caralho duro e pingante.
Sua boca salivou pra que sentisse o peso contra sua língua e pudesse finalmente provar do caralho dele, não esperou mais nem um minuto e desceu do colinho de Louis se ajoelhando na frente do mais velho. Seus olhos brilhavam deixando ainda mais evidente o quão necessitado ele estava por aquele pau, Louis sorriu cafajeste e levou sua mão as bochechas de Harry as apertando formando um biquinho em seus lábios rosados pelos beijos.
Com a outra mão segurou a base de seu pau batendo exatamente com a cabecinha na boquinha carnuda de Styles, a argolinha do piercing batendo ali, fazendo Styles revirar os olhos e remungos abafados incapaz de saírem pelos lábios estarem fechados. Louis deixou mais duas batidas com seu pau sobre as bochechas vermelhas de Harry as sujando de pré-porra, o marcando como uma obra de arte.
- Abre a boquinha pra mim coração - pediu com a voz rouca e baixa.
Harry prontamente obedeceu, abriu seus lábios, grande o bastante pra que o caralho de Tomlinson coubesse ali. Sua língua mais molhada que o comum pelo acúmulo de saliva na área. Primeiro a cabecinha foi pressionada em seu músculo molhado e logo em seguida batidinhas foram deixadas em sua língua, Harry fechou os olhos aproveitando tudo de Louis. Em seguida todo o pau estava dentro de sua boca, o menino nem mesmo havia engasgado, Louis jogou sua cabeça pra trás sentindo toda a quentura de Harry lhe abrigar deliciosamente bem.
Seu corpo todo estava em combustão, ele sentia sua pele pegando fogo, queimando cada mínimo pedacinho.
Mesmo estando completamente entregue à Harry, levou suas mãos até seu celular esquecido em cima da mesa o ligando e conectando-o com as caixas de som de sua sala. A melodia de I Was Never There tocando baixo e ao fundo da sala enquanto Harry levava seu caralho a fundo. O piercing prateado batendo todas as vezes contra sua garganta liberando quantidades absurdas de pré-porra em sua boca.
Seu peito já suava e suas coxas tremiam a todo momento.
Harry não estava diferente, seus lábios completamente vermelhos e inchados, seu pescoço e queixo sujos pela pré-porra e pela saliva que liberava, seu peito subindo e descendo enquanto mamava Louis, sua xota literalmente molhada, desde seu grelinho até sua grutinha completamente encharcados. Seus dedinhos inquietos massageavam seu grelinho em busca de seu orgasmo, Louis nem mesmo havia notado a movimentação ali embaixo, mas assim que seus olhos perceberam que Harry revirava muito os olhos e gemia mais que o necessário em seu pau ele notou que a menina se tocava sem sua permissão.
Levou seus pés até as mãos de Harry, as retirando da xotinha, limitando seu prazer. Styles gemeu sôfrego com a cabecinha de seu pau em sua boca e o olhou com os olhos chorosos e molhados.
- Tão mal criada - Louis formou um biquinho, literalmente debochando de Harry - Nem mesmo pediu ao Sr. Tomlinson se podia se tocar, uma vagabundinha sem educação. Devia te deixar sem meu pau por causa disso, mas a ideia de tirar sua boquinha do meu caralho não me agrada nem um pouco.
- Por favor, não faça isso papai - gemeu entregue - Prometo que serei boazinha.
Louis não esperou mais nenhum minuto antes de socar seu cacete na gargantinha de Harry, fazendo o menino engasgar. Os olhos lacrimejaram junto da saliva que saiu em abundância de sua boca, os cabelos cacheados caindo na frente do rostinho de Harry enquanto as mãos grandes de Louis apertavam os cachinhos da nuca o afundando em seu pau.
Podia sentir suas bolas se repuxarem e seus dedos suarem contra a cabeça de Harry, esse último dava o seu melhor pra receber logo a porra de Louis em sua boca. Suas coxas já dormentes pela posição que estava a um tempo, sua xoxota expelindo ainda mais melzinho na renda da calcinha e sua boca salivava ainda mais, tendo o caralho de Louis saindo e entrando dela.
Uma das mãos de Harry apertaram as coxas grossas de Louis quando sentiu a gravata se apertar em seu pescoço, Louis havia enrolado o tecido em sua mão puxando pra si apertando a gravata fortemente limitando até mesmo sua respiração que começava a engatar por conta do caralho de Louis preenchendo sua boquinha. Harry sentiu o momento em que seus cachos foram puxados mais fortemente e logo em seguida um gemido alto de Louis saiu pela sua boca.
O primeiro jato atingiu sua garganta e seus olhos se fecharam. O gosto agridoce dançando em sua língua e descendo por sua garganta deixando-o satisfeito. Louis foi quem retirou o pau de sua boca causando um som molhado na sala, Louis acarinhou seus cachos e puxou seu maxilar em direção à sua boca, juntando seus lábios, o gostinho salgado de sua porra dançando entre o beijo.
- Que boquinha gostosa do caralho - Louis elogiou - Mas só isso não foi o suficiente pra passar o puta tesão que eu tô sentindo - apertou as bochechas de Harry causando um biquinho.
Harry sorria abobalhado pelo jeito que era tratado. Amava quando era tratado como um mero objeto de foda e ser tratado dessa maneira por Louis o deixava com mais tesão ainda. Tomlinson puxou Harry novamente pra seu colo o posicionando em cima de seu pau, a rendinha melecada esfregando no cacete duro dele causando arrepio nos dois. O grelinho inchado se esfregando no pau melecado de saliva e pré-porra de Louis enquanto as bocas se exploravam, as línguas em uma batalha árdua e gostosa.
As mãos de Tomlinson envolveram o pescoço de Harry o apertando junto da gravata, um gemido rasgou a garganta de Harry. Seus lábios explorando a área deixando marquinhas e mordidas, Harry apertava os cabelos da nuca de Tomlinson dissipando de alguma maneira seu prazer, que não era pouco. Os dedos de Louis apertaram-se fortemente no pescoço e logo a voz rouca do mais velho soou em seu ouvido.
- Se debruça aqui na mesa pra mim. Empina esse seu rabinho gostoso pro papai poder chupar sua bucetinha - a voz arrastada e rouquinha causando arrepios em Harry.
Styles nem mesmo disse alguma coisa, apenas se levantou e se virou de costas pra Tomlinson, a calcinha enfiada em sua bunda e a gravata amarrada em seu pescoço, se debruçou na mesa gelada e gemeu baixinho pela superfície gelada em contato com seu peito. Em seguida sentiu um tapa quente e árduo ser disparado em sua coxa, logo em seguida outro em sua bunda assim como em sua boceta, esse último sendo o que fez gemer mais alto.
Os dedos de Tomlinson adentraram a renda de sua calcinha os melecando-os com o melzinho, passando-os pelo grelo e o massageando. Se aproximou com a cadeira, ficando milimetricamente perto da xota da menina pra em seguida lamber uma linha desde o grelinho até o início de sua entrada. As coxas tremeram e um gemido rasgou sua garganta.
A língua de Tomlinson era quente em sua xotinha, fazendo-o revirar os olhos de tamanho prazer, sua boca aberta em um O perfeito e seus peitinhos amassados na mesa. Sentiu a mão de Louis levantar sua perna esquerda e posicionar o pé em cima da mesa, sua xotinha completamente exposta e abertinha na direção de Louis, os lábio vermelinhos e gordos expondo o grelinho inchado e pulsante da garotinha.
Seus lábios fininhos deixaram um selar sobre o grelo e em seguida sua língua o lambeu. A saliva quente junto da língua molhada faziam um ótimo serviço em sua boceta, causando arrepios e espamos em seu corpinho. Os dedos de Louis seguraram a gravata o puxando pra trás, o pescocinho totalmente inclinado pra trás impedindo até mesmo sua respiração ser regular, os dedos grossos de Tomlinson marcando fortemente a pele alva e a língua trabalhando arduamente em sua xota.
- Papai por f-favor - Harry pedia mas não sabia exatamente pelo o que pedia - Mai-s, oh....Fundo por favor.
Louis levou seus dedos médios até os lábios de Harry, os enfiando sem pedir permissão, esfregando-os na língua, a saliva quente melecando os dígitos compridos os deixando completamente molhados, Harry chupava com vontade formando vincos em sua bochechas, a gravata em sua garganta não atrapalhando os movimentos. Rapidamente os dedos foram tirados de sua boca em um simples plop pra logo em seguida estarem roçando na entradinha de sua boceta.
- Mete em m-mim Sr Tomlinson - o nome de Louis saindo de uma forma completamente suja de sua boca. - Fundo e fortinho papai
Louis mordeu a coxa da garotinha antes de meter fundo seus dedos dentro de Harry, o garoto soltou um grito realmente alto e Louis jurava que se não fosse a música em seu andar e no andar abaixo do seu provavelmente todos teriam escutado, sua língua continuava a massagear o grelinho enquanto seus dedos se afundavam na grutinha de Harry. Louis suspirou, jamais imaginou que naquela noite foderia o filinho de seu sócio.
- Tão barulhenta, uma vadiazinha escandalosa pra caralho - Louis deixou um tapa ardido sobre a buceta da menina.
- Oh.....Papai Louis - Harry gemia sem vergonha alguma.
Os dedos de Louis literalmente exploravam o cacheado, indo fundo em si liberando quantidades absurdas de melzinho sobre os dedos dele. Louis ficava entretido conforme metia em Harry e agora, chupava sua entradinha. O cuzinho piscando necessitado por um caralho grosso que o arrombasse, tão fundinho.
A saliva que saia da boca de Louis ia em direção à boceta de Harry, apenas o ajudando nos movimentos. Tomlinson já se encontrava duro de novo, pronto pra comer a putinha que gemia escandalosamente em sua mesa, seu pau duro pra fora da calça pingando pré-porra e talvez algum resquício do gozo do orgasmo recente.
O menino sentia seu corpinho tremer. Tudo era realmente bom de ser sentido. A gravata deixando marcas vermelhas pelos puxões que Tomlinson deixava no tecido, os peitinhos durinhos e intocados, a xotinha molhada e necessitada, a barriguinha que se mexia a cada respiração funda que Harry soltava, a calcinha completamente suja e molhada de saliva e melzinho, as coxas tremendo e a entradinha que recebia um oral ótimo da boca de Louis.
- Você é tão bom p-pra mim papai Louis. Me come tão gsotosinho - Styles gemia enquanto sentia as sensações avassaladoras - O que será que meu pai, diria do sócio dele comendo seu filinho no local de s-serviço dele? E-eu realmente s-sou uma putinha né papai Louis? - gaguejou pelos dedos de Louis irem rápidos em si.
- Realmente boneca, tão putinha, mas uma putinha obediente, porque você vai gozar agora que o papai Louis tá pedindo não vai? - pressionou os dedos em Harry alcançando seu ponto G.
O menino gritou sobre a mesa, seus lábios sendo maltratados enquanto sentia Louis o foder com os dedos, sentiu a língua molhada explorar mais uma vez seu grelinho, porém dessa vez mais rápido talvez ele estivesse disposto a fazer Harry gozar, e ele sabia que seria rápido, afinal ele estava sensível.
Styles revirou os olhos e gemeu quando Louis acertou seu ponto G e em seguida com a língua massageou seu clitóris. Harry pode sentir a mordida em sua bunda e a gravata ser puxada fortemente, ele literalmente não aguentou, era demais pra ele. Seus olhos se fecharam enquanto um gemido alto saia de sua boca, suas mãos apertaram seus peitinhos enquanto ele gozava forte e intensamente apenas pelos dedos e pela boca de Louis. O moreno gemeu junto de Harry, completamente absorto com a imagem de um garotinho se recontorcendo sobre a mesa de seu trabalho. Ele nunca mais trabalharia da mesma maneira após a noite de hoje.
- Tão obediente meu amor - Louis elogiou tirando os dedos de dentro de Harry levando a sua própria boca sentindo o gostinho adocicado. - Uma putinha completamente obediente e gostosa.
Harry gemeu, suas pernas trêmulas e meio dormentes pela posição. Seu coração acelerado, mas nem isso o impediu de se virar e beijar os lábios de Louis fortemente. Sua xoxota esfregando no pau de Louis deliciosamente bem.
- D-deixa eu m-montar em você - fez uma pausa rápida - Naquele s-sofá - apontou com os dedinhos trêmulos.
- Claro que o papai Tomlinson deixa, você é tão boazinha bem.
Louis levantou de sua cadeira com Harry no colo, seus passos preguiçosos se arrastavam pela sala, o barulho da melodia de sua playlist ainda tocava ao fundo junto dos barulinhos molhados dos beijinhos que Harry deixava em sua boca. Se sentou despojadamente no sofá o pau quase dentro de Harry, e entraria se o menino não tivesse levantado antes. Harry tirou sua calcinha e jogou em Louis, que formou uma bolinha e deixou do seu lado no sofá.
Harry puxou a bolsinha da Hello Kitty qual havia trazido consigo, retirando de dentro um pequeno canivete da cor rosa a lâmina revistida por desenhos igualmente o da bolsa, em seguida um potinho de lubrificante. Voltou pro colo de Louis se sentando sobre as coxas do mais velho, a roupa toda no corpo dele deixava tudo ainda mais gostoso ao ver de Harry.
Passou lentamente a lâmina sobre o peito de Louis, o olhando com um olhar inocente, em seguida subiu pelo pescoço, desenhou seus lábios e forçou a faquinha sobre a pele da bochecha, uma pequena camada de sangue saindo do risquinho fino do corte. Louis suspirou, e soltou um gemido alto, era realmente excitante ver Harry em seu colo passando uma faca toda decorada em seu rosto.
O menino mais novo não perdeu tempo ao abrir o lubrificante e jogar uma quantidade absurda sobre o cacete de Tomlinson. A cabecinha com o piercing sumia a cada vez que Harry masturbava o pau espalhando o líquido pegajoso sobre ele. Louis segurava a gravata fortemente em sua mão sentindo as mãozinhas de Harry lhe punhetando enquanto o canivete era pressionado em seu peito, coberto pela camisa.
Harry continuou a masturbar enquanto levou sua boca ao pescoço de Louis, os lábios molhados e gordinhos maltratando a pele cheirosa de Louis enquanto esse último só sabia gemer. Aproximou-se da orelha e puxou o lóbulo entre seus dentes, a melodia baixa e lenta de desire começou a tocar na sala, Harry mordeu seus lábios e sussurrou baixo arrepiando Louis.
- Eu vou montar tão gostosinho em você papai Tomlinson. Vou fazer você revirar seus olhos, gemer tão alto, arranhar a pele da minha cinturinha...Hm - gemeu quando Louis apertou a gravata junto do aperto em sua cintura. - Eu quero foder com você. Eu quero sentir você. Eu quero tudo.
Sussurrou provocativamente a melodia em seu ouvido. Louis perdeu o controle, em uma envestida só se empurrou dentro de Harry fazendo o garoto gemer tão alto e esganiçado que Louis pensou que havia o machucado, mas logo o garoto estava rebolando em seu colo. Os cabelos de Louis foram puxados por uma mão enquanto a outra apertava o canivete agora em seu pescoço, os gemidos de Louis ecoando por toda a sala junto do barulho molhado das estocadas.
Harry pulava descontroladamente no colinho de Louis, o pau entrando e saindo a todo momento lhe deixando abertinha. A bucetinha lubrificada pelo mel e o caralho melecado pelo lubrificante qual Harry tinha trazido. Os olhinhos vermelhos de Harry tanto pela maconha tanto quanto pelas lágrimas que saiam absurdamente de seus olhos, ele chorava pelo tesão. Louis lhe dava tudo, e era completamente delicioso foder com o mais velho.
As mãos desse se apertaram na pele de sua cintura e suas unhas cravaram-se na pele, o gemido alto de Harry lhe deixou irritado, onde é que ele pensava que estava? Em um motel ou na casa de Louis, pra gemer daquele jeito alto. Louis segurou o corpinho que pulava em seu colo cessando os movimentos, os olhos de Harry se focaram com o de Louis como se perguntasse o porque havia parado.
- Será que dá pra calar a porra da boquinha? - sussurrou apertando o pescoço de Harry - Acho que não, não é? Vagabunda escandalosa, não consegue gemer baixo, seu pai está na porra do andar debaixo, pra ele te escutar é rapidinho. - deixou um tapa na cara de Harry, as lágrimas rolando ainda mais por seu rosto, o biquinho decepcionado no rosto de Harry - Abre a porra dessa sua boca escandalosa.
Ordenou e logo foi obedecido, a calcinha esquecida e melecada ao seu lado foi pega e uma bolinha foi feita com o tecido, Louis socou a calcinha na boca de Harry o impedindo de soltar qualquer gemido. Viu o menino revirar os olhos e fechar a boca, Louis sentia a lâmina forçada em seu pescoço o fazendo delirar, suas mãos foram em direção ao pescoço de Harry o apertando, suas estocadas iniciaram lentas e duras mas logo estavam rápidas, fortes e fundas.
Os cachinhos de Harry ja suados em sua testa, os olhos molhados, os peitinhos avantajados pulando a cada estocada bruta que recebia, a xotinha já estava completamente arrombada, o caralho grosso de Louis o abria tão bem e deixava ele ainda mais molhado, seu grelinho pulsava quando raspava na barriguinha de Louis conforme seu corpo pulava. A cintura marcada pelos dedos de Tomlinson, o pescoço desse último vermelho pela lâmina sendo pressionada a todo momento ali.
Dois dedos de Louis foram até a xotinha de Harry, o grelinho pulsando em seus dedos, ele obviamente estava próximo de gozar e Louis também afinal os dois estavam tendo uma foda bruta e já haviam gozado uma vez na noite. Os dedos de Louis se mexeram sobre o grelo causando um descontrole em Harry, a saliva escorrendo por seu pescoço indicando o quão acabadinho ele estava, seu corpo todo mole em cima do de Louis. Esse que não se importava nem um pouco com o estado de Harry, metendo fundo e forte no garotinho recebendo grunhidos manhosos e apertos na lâmina em seu pescoço.
- Tão boa, uma putinha tão boa.
Louis segurou uma das bandas de Harry apertando-a por entre seus dedos enquanto seu pau socava o pontinho G da garota, o corpinho tremeu sobre o seu. Harry amoleceu, a faca perdeu a força, e Louis não parava, seu pau socando fundo dentro do menino acertando todas as vezes seu pontinho G, fazendo-o ver estrelas e delirar revirando seus olhos. Louis puxou Harry pela gravata em seu pescoço, seus dentes mordendo a pele dali ganhando um grito abafado, pela calcinha.
Seu pau socava Harry e o garotinho já se sentia exausto e Louis não podia negar, sentia seu corpo todo em combustão, seu pé formigava, suas coxas tremiam, seus braços formigavam e seu baixo ventre formigava borbulhando pra que viesse dentro do menino. Harry estava descontrolado, as mãos apertando os ombros de Louis marcando-os com as unhas curtas, seus olhos ardiam e sua bocetinha implorava pra receber a porra de Louis.
Em uma das estocadas Harry apertou sua xotinha em volta do pau de Louis causando o orgasmo nos dois. Louis gritou e impulsionou seu quadril pra cima enquanto forçava o corpo de Harry pra baixo, seu pau pulsava dentro do garoto liberando toda sua porra quentinha, Harry revirava os olhos, seu grelinho pulsando enquanto papai Tomlinson o enchia de leitinho. Harry gozava intensamente, suas coxas tremilicavam, seu peito subia e descia rapidamente, suas mãos tremiam e seu rostinho era contorcido.
A calcinha em sua boca completamente encharcada de saliva, igualmente ao seu queixo e pescoço, suas mãos descontroladas não sabiam onde apertar enquanto sentia sua perna tremer. Sentiu Louis gemer baixo e em seguida tirar seu pau de dentro de si, a porra escorrendo de dentro de sua xotinha melecando suas coxas grossas. O menino suspirou cansado e caiu deitado no sofá.
Sua perna ainda tremia, enquanto Louis levantava e andava pela sala, Harry realmente não se importava, seus olhos fecharam-se e ele retirou a calcinha de sua boca, a renda completamente arruínada e estragada, sua xoxota expelindo o gozo de Louis melecando o sofá e provavelmente suas coxas quais já estavam sujas. Estava tão absorto com o orgasmo recente que havia tido, que nem mesmo percebeu Louis voltando com uma caixa de lencinhos umedecidos e cheirosos e uma garrafinha de água.
O paninho cheiroso e molhadinho foi passado pelas coxas limpando todo o resquício de gozo, assim como em sua boceta, a deixando limpinha. A gravata foi desamarrada de seu pescoço e Louis deixou beijinhos sobre o vergão que continha no pescoço, subiu seus lábios e beijou os lábios vermelhos e gordinhos, as línguas calmas e lentas apenas mostrando o quão satisfeitos estavam.
- Você foi realmente muito boa, minha pequena draculaura - Louis tratou de elogia-lá antes de deixar um beijo em seu nariz. - Descanse, e durma se quiser, digo ao seu pai que você acabou bebendo whisky demais, mas na verdade você bebeu foi leite demais.
Harry riu alto antes de deixar um tapa sobre o ombro de Louis.
- Você é um babaca Louis.
♡
meu deus isso ficou gigante, nem eu lembrava que tava desse tamanho.
Dumb girl
Harry sempre foi uma menina estudiosa, exemplar, inteligente, a melhor da sala. Entretanto, o gostinho de ser do grupinho popular era muito bom e ela não resistiu à ele.
No final do terceiro período de enfermagem, ela decidiu se juntar ao famoso fundão, os populares. Começou a matar aulas para sair pela cidade, até se arriscou em fumar maconha, mas seu namorado descobriu pelo cheiro que ficou em sua roupa e ela recebeu uma ótima punição por isso. Além de sempre conversar alto em sala de aula e muitas vezes ignorando os deveres e trabalhos.
O resultado disso foi a reprovação em duas matérias.
Enquanto estava se divertindo com seus novos "amigos" tudo parecia ótimo, como a vida que ela queria antes de se tornar uma adulta chata e cheia de responsabilidades, mas quando viu suas notas vermelhas ficou decepcionada.
Nunca imaginou que teria que fazer uma prova de recuperação, se sentia humilhada por isso. Se sentiu horrivelmente culpada.
Seu papai lhe dava tudo o que queria, a mimava o máximo possível, sempre demonstrando o quanto a ama e o quanto ela é preciosa. Faz questão até de pagar sua faculdade, dizendo sempre o quanto estava orgulhoso quando ela chegava em casa com uma prova com nota azul.
Então ela se sentiu péssima por ter falhado desta vez, vergonha a corroía por dentro. Louis se sentia sempre tão orgulhoso de sua garota, o que ele pensaria dela agora?
Ela se sentia tão burra, uma bonequinha sem cérebro e inútil. A culpa se tornou algo tão forte que ela queria ser castigada. Ela queria sentir a mão pesada do papai marcando sua pele enquanto ele a usava como o brinquedinho preferido.
Queria ser manipulada como a putinha burra que era.
Por isso que, mesmo decepcionada e magoada com ela mesma, faria questão de receber uma punição justa para o seu erro. Ela voltaria a ser boazinha.
***
— Papai!
Harry entrou em casa com lágrimas nos olhos, logo correndo em direção à Louis e o abraçando forte pela cintura, escondendo o rosto em seu peito.
Tomlinson ficou preocupado, sua garota nunca foi chorosa, principalmente quando vinha da faculdade. Na verdade ela sempre chegava animada, contando como foi seu dia e as coisas novas que aprendeu. Então algo com certeza estava errado.
— Ei, bebê, o que foi? Por que está chorando assim? — ele afagava com carinho os cachinhos de sua princesa, esperando pacientemente que ela se acalmasse.
Styles apertava a camisa de seu papai com força, respirando fundo para sentir o perfume forte que ele usava, tentando se acalmar e fazer com que seus soluços parassem.
Percebendo que sua respiração ainda estava descontrolada, Louis os levou até o sofá, se sentando e puxando a garota para seu colo. Harry soltou sua cintura e abraçou seu pescoço, escondendo seu rosto ali e massageando a pele com seu nariz enquanto o mais velho deixava beijinhos em seu cabelo e um carinho em sua cintura.
— Quer falar pro papai o que aconteceu? — perguntou baixinho quando os soluços pararam.
— Eu fiquei de recuperação em duas matérias — disse abafado, ainda com o rosto escondido.
— E por que estava chorando? Tenho certeza que você consegue recuperar.
— Mas eu fui uma má menina, papai. Fui burra e desatenta, você devia estar bravo comigo — diz com lágrimas nos olhinhos verdes.
— Oh amor, eu sei que você é uma menina inteligente e-
— Não! Eu não mereço você sendo fofo e bom comigo, você tem que me ensinar uma lição, tem que ser mau para eu parar de ser burrinha.
— O que exatamente você quer que o papai faça?
— Que você me puna. Eu fui má, você precisa me ensinar a ser boa de novo — pede com um biquinho.
Sua princrsa estava o pedindo para puni-la por ter sido uma garota má. Como ele poderia negar algo como isso?
— Então eu vou te dar uma lição e você vai voltar a ser a boa menina do papai, certo? Não vai mais me decepcionar e ser essa putinha burra que está sendo, ok?
— Ok, papai — acenou contente, sabendo que receberia o que merecia por ter sido tão irresponsável com seus estudos.
— Mas não podemos fazer isso agora, eu preciso trabalhar.
— Ah não, papai! Tem que ser agora, se não eu não vou aprender direito — resmungou.
— Quem vai lhe dar uma lição sou eu, então acho que eu decido como e quando, não é?
— Mas papai-
Louis a interrompe com uma tapa forte na bochecha, logo pegando seu rosto entre os dedos e apertando.
— Pare de ser essa vadia insolente e rebelde, se eu estou dizendo que estou ocupado agora para lidar com minha puta burrinha, é porque eu estou — diz raivoso. — Mas já que não consegue esperar, você vai subir para o seu quarto, tomar um banho, pegar um dos seus dildos e voltar para a sala, entendeu?
— Entendi, papai.
— Então vai — diz antes de deixar um tapa ardido na bunda de Harry que rapidamente se levanta indo cumprir a ordem do papai.
Já em seu quarto, Styles correu para seu banheiro, tomando o banho mais rápido possível, em seguida passando seus cremes para deixar sua pele cheirosa e vestiu sua lingerie junto com uma meia fofinha, sem nada tapando seus peitinhos e com os cachos soltos.
Andou até o guarda-roupa, abrindo umas das gavetas e observando seus brinquedinhos, pensando qual deles escolher. Sem querer demorar muito, escolheu um rosinha em um tamanho médio e grosso.
Desceu as escadas animada, endireitando a postura quando chegou na sala, observando seu papai concentrado no computador.
Louis era dono da empresa que foi passada pra si pela família de seu pai. Ele gostava do trabalho, principalmente por conseguir fazer isso em casa, enquanto cuidava de sua garotinha.
Harry caminhou de mansinho até estar ao lado de Louis, um sorrisinho sapeca nos lábios enquanto segurava o dildo com as duas mãos na frente do corpo.
O mais velho sorriu quando notou sua presença, analisando o corpinho pequeno de cima a baixo, dando uma atenção especial para os peitinhos que ele amava maltratar.
— Vem aqui — deu tapinhas em sua coxa.
Styles foi animada se sentar no colo do papai, sentando na coxa esquerda, de lado. Louis abraçou sua cintura com força, a puxando mais para cima.
— Minha princesinha está tão bonita — elogia, fazendo um leve carinho na cintura da garota com uma mão enquanto a outro passeia por seu corpo.
Primeiro ele brinca com o lacinho da meia, subindo a mão pelas coxas branquinhas, dando leves apertos. Ele faz Harry deixar as pernas um pouco abertas, apenas para que ele consiga observar a bucetinha dela na calcinha de renda quase transparente. Louis deixa um tapinha bem em cima do grelinho de Harry antes de continuar subindo sua mão pela barriga, dando leves beliscos até chegar nos peitinhos. Ele aperta um deles na mão, torcendo o biquinho só para fazê-lo ficar proeminente e avermelhado, fazendo o mesmo com o outro lado.
Quando acha que já os judiou o bastante, ele sobe a mão até o pescoço branquinho, o envolvendo e apertando, fazendo Styles engatar a respiração. Louis puxa seu rosto para perto, ainda com a mão no pescoço, e começa um beijo lento. Harry se derrete por inteiro, ela ama ser beijada com carinho enquanto o papai brinca com seu corpo. O beijo é tão bom e, mesmo que lento, deixa o corpo da mais nova em euforia. Enquanto a língua de Louis explora sua boca, sua bucetinha esquenta e ela é obrigada a fechar as pernas e apertar as coxas, soltando gemidinhos na boca de Tomlinson.
Se sentiando satisfeito, Louis separa suas bocas e aperta com mais firmeza a mão no pescoço branquinho, aproximando Harry de si até que consiga sussurrar em seu ouvido.
— Preste atenção no que vai acontecer agora, o papai vai terminar o que tem que fazer para o trabalho enquanto você vai ser uma boa garotinha e ficar esperando ao meu lado, ajoelhada no chão enquanto se fode com o dildo, te deixando preparadinha para mim, entendeu? — Harry acena com a cabeça, engolindo em seco. — Com palavras, amor.
— Entendi, papai.
— Ótimo, vá para o chão.
Dada a ordem, Harry obedece de imediato. Louis mostra onde ela deveria ficar — sentado do seu lado esquerdo, perto o suficiente para que ele consiga toca-la — e a cacheada prende o dildo no chão.
— Devo tirar minha calcinha, papai?
— Não, apenas a puxe para o lado, você está linda assim.
Ela sorri pelo elogio e se prepara para sentar no seu brinquedinho. Harry ao menos se prepara para receber o objeto, ela adora sentir a ardência de se abrir com algo grosso.
Ela se ajoelha e puxa sua calcinha para o lado, sentando devagarinho no dildo. Já estava tão molhada apenas pelo beijo do papai que a cabecinha do pau de borracha escorrega facilmente para dentro. Ela vai descendo com calma, sentindo o prazer de ser preenchida. Gemidos sofregos saem de sua boca, enquanto sua cabeça tomba para trás e seus olhos fecham com força.
Harry solta um gemido aliviado quando sente seu bumbum encostar no chão, colocando a mão em seu baixo frente para sentir a pequena elevação que há ali.
Ela começa a se movimentar lentamente, primeiro dando reboladinhas para se acostumar e em seguida subindo e descendo. Enquanto isso ela encara Louis, com aquela pose séria, mandíbula travada, perfeitamente marcada com a barba por fazer — ela adora sentir os pelinhos arranhando sua pele. As mãos com veias saltadas trabalhando rapidamente no teclado, a calça moletom deixando suas coxas marcadas e sua semi ereção aparente.
Harry sente que pode gozar apenas observando seu namorado.
Sentindo o tesão consumir todo o seu corpo, ela começa a cavalgar com mais velocidade. O som molhado do dildo entrando e saindo da bucetinha dela junto com os estalos das sentadas desconcentra Louis e ele é obrigado a assistir à cena que acontecia ao seu lado.
Harry subia e descia com agilidade, as mãozinhas apertavam seus peitinhos e beliscavam, sua cabeça estava inclinada para trás, olhos fechados, a boca aberta e o cenho franzido em prazer.
O pau de Tomlinson pulsou e ele sentiu pré-gozo vazando da glande. Sua garota é tão gostosa.
— Papai — Harry choraminga quando abre os olhos e percebe a atenção que recebia. — Por favor.
— Por favor o que bebê?
— Me toca, faz alguma coisa — os olhinhos verdes estavam marejados, ela queria tanto que fosse o pau do papai ali.
Louis sorri de lado, esticando a mão esquerda e tocando o rostinho que tinha as bochechas vermelhas pelo esforço. Ele fez um carinho singelo ali, antes de levar seu polegar até os lábios cheinhos e vermelhos, logo puxando o inferior para baixo, fazendo Harry abrir a boca.
A cacheada põe a língua para fora, lambendo lentamente a pontinha do dedo até abaixar a cabeça para poder chupa-lo. Ela chupava com tanta vontade, como se precisasse daquilo para viver.
Sua garotinha estava sendo tão boazinha, por isso Louis decidiu lhe dar um agrado. Ele tirou o polegar da boca dela para enfiar dois de vez, indo até o fundo de sua garganta.
Harry engasgou pela surpresa, mas logo se recompôs e voltar a chupar os dedos de Louis com ainda mais veemência, esfregando sua língua nas digitais enquanto sentia o mais velho forçá-los para dentro.
Ela estava sentindo um prazer enorme. Amava ter sua boca preenchida, poderia gozar só com isso. Mas ainda havia os estímulos que recebia do dildo e isso estava a deixando louca. Sua respiração estava desregulada, suas pernas estavam começando a doer e perder a força, enquanto sua bucetinha pulsava e esquentava, doida para liberar seu orgasmo.
— P-papai — gemeu manhoso e abafado pelos dedos ainda em sua boca. — Eu quero gozar.
— Mas você não vai, só vai poder gozar quando o papai deixar.
— Minhas pernas estão doendo — choramingou depois de tirar os dedos da boca.
— Eu mandei você parar de chupar? — adverte, dando um tapa estalado em sua bochecha. — Você vai ficar aí até eu terminar o que tenho que fazer, então acho melhor não me interromper.
Harry acente, sentindo suas bochechas molhadas pelas lágrimas, e abre a boca para receber os dedos de volta.
E ela continua daquele jeito por mais 10 minutos, sentindo suas pernas tremerem de cansaço e seu baixo ventre formigar querendo gozar. Seu corpo inteiro era tomado por uma fina camada de suor enquanto seu queixo, pescoço e peito estavam molhados pela saliva que escorria de sua boca.
Quando Louis finalmente desligou o notebook, ela respirou aliviada. Parando os movimentos aos poucos, até estar apenas rebolando no dildo.
— Você é uma menina tão obediente — Louis elogia.
Ele retira seus dedos da boca de Harry e os passa por todo seu rosto, espalhando saliva pela pele vermelhinha.
— Vem, você ainda tem que receber sua punição — diz, levantando da cadeira e caminhando até o sofá.
Harry o olha confusa, ainda sentada onde estava. Ela já não estava sendo punida?
— Venha logo, você não vai querer que eu vá aí te buscar.
Sentindo suas pernas tremendo, ela levanta lentamente e anda até Louis, que indica que ela deve ficar de quatro no sofá, pondo os joelhos apoiados no estofado e os braços no encosto.
Já na posição, ela vira o rosto querendo olhar para seu papai. Observa com adoração Louis olhando para seu corpo como se fosse um copo de água no deserto. Tomlinson a deseja tanto, é explicito em seu olhar e Harry se sente formigar por perceber isso.
Ela fecha os olhos e deita a cabeça no sofá quando sente o corpo de Louis atrás de si. O calor do corpo dele a envolvendo, a ereção sarrando na sua bunda branquinha. Harry solta um gemido baixinho quando ele empurra o quadril para frente, insinuando uma estocada.
A ereção grande e grossa fica pressionada perfeitamente em cima da sua xotinha, a deixando mais molhadinha ainda.
— Tão gostosa, tão bonita a minha menininha — diz manso, passando a mão por todo o corpinho esbelto. — E toda minha, apenas minha.
— Só sua, papai — ronrona pelo carinho, sorrindo relaxada.
— Uma pena que seja tão burrinha, tão irresponsável.
Ele agarra os cachos, formando um rabo de cavalo e puxando até ter as costas de Harry em seu peito. Passando a outra mão pela parte da frente do corpo, apertando a cintura, subindo pela barriga até os mamilos, dando um tapa em cada um e subindo para o pescoço.
— O papai fica tão triste e desapontado quando você é assim, tão delinquente — sussurra na orelha de Harry, apertando seu pescoço e ainda segurando em seu cabelo. — Acha que eu não sei tudo o que você faz naquela faculdade? As aulas que você mata, as voltinhas que dá por aí, os cigarros e as bebidas? Tão ingênua em achar que eu não ficaria sabendo das suas travessuras — aperta com mais força o pescoço dela. — E ainda tinha coragem de chegar em casa como se nada tivesse acontecido, mentindo pra mim quando eu perguntava como foi e o que você tinha feito. Uma puta tão burra.
— D-desculpa, papai.
Harry chorava. Ela odiava magoar seu papai e sabia que no dia que ele descobrisse suas gracinhas, ele ficaria chateado. Ela só queria se divertir mas acabou sendo uma péssima garota. Se sentia tão idiota achando que havia conseguido mentir para ele, que ele jamais saberia dessas coisas.
— Você uma garota tão desobediente, merece uma surra por isso — Louis diz com raiva, soltando Harry e empurrando seu rosto no sofá, mantendo a mão em sua cabeça e a forçando para baixo. — E eu vou te dar uma e você vai ficar caladinha, aceitando seu castigo de bom grado, não é?
— Sim, papai.
— E ainda vai me agradecer por estar te colocando no seu lugar, te ensinando mais uma vez como ser uma boa garota.
Segundos depois de terminar sua fala, ele desce sua mão com força na bunda Harry. Tão de repente e tao forte que a garota não conseguiu segurar o grito.
— Eu mandei você ficar calada, abrindo a boca só pra me agradecer — desceu outro tapa. — Eu não te ouvi agradecer, Harry.
— O-obrigada, pa-papai!
— Obrigado pelo o que? — mais um tapa.
— P-por me ensinar c-como ser uma boa ga-garota.
— Muito bem.
Os tapas continuaram, com cada vez mais força e mais rápidos, sempre em lugares diferentes: em cada lado na bunda, nas coxas, na bucetinha. Harry já tinha o corpo inteiro vermelho, seu rosto principalmente. Seu choro se intensificou e soluços escapavam de sua garganta junto com os agradecimentos, a fazendo engasgar nas palavras.
Até que Louis parou e Harry estava aliviada. Seu corpo ardia e sua buceta não parava de pulsar, querendo cada vez mais gozar. Suas pernas estavam fracas e tremendo pelo esforço de manter seu corpo no lugar.
— Você fica tão linda assim, toda vermelha e marcada pela minha mão — ela ouviu Louis dizer.
Ela tentava regular sua respiração e cessar o choro, aproveitando esse tempo em que Louis admirava seu corpo para descansar e se acalmar.
Seu corpo deu um pulinho quando sentiu os dedos dele acariciando sua bucetinha por cima da calcinha. Ele passava os dedos para cima e para baixo, fazendo uma leve pressão quando passava pela entradinha ou pelo grelinho.
— Você está tão molhada, amor, vai me receber tão bem — falava admirado.
Ele puxou o tecido para o lado, babando naquela bucetinha toda vermelha, molhada e maltratada pelo dildo. Louis cuspiu ali antes de enfiar dois dedos, fazendo movimentos de vai e vem.
Harry gemia baixinho em deleite. Os dedos do papai fodiam sua xotinha tão bem. Óbvio que não se comparavam à seu pau, mas tudo que vinha de Louis era maravilhoso.
Se assustou quando, de repente, seu corpo foi virado pra cima, ficando deitada dessa vez. Sua bunda ardeu quando entrou em contato com o estofado, mas ela resolveu ignorar isso.
— Deita sua cabeça no encosto — Tomlinson mandou, dando a volta no móvel.
Harry obedeceu e entendeu o que Louis queria quando o assistiu abrindo a calça. Ela subiu mais um pouco e deixou sua cabeça pender para trás, assistindo Louis de cabeça para baixo.
— Abre a boca.
Ela abre e põe a língua pra fora, sedenta para sentir o gostinho de Louis.
O mais velho segura o pau pela base, colocando a cabecinha na língua de Harry, e se masturba com lentidão, apenas aproveitando aquele contato enquanto a cacheada dá leves lambidinhas e chupadas na glande.
Cansado de enrolar, ele encaixa o pau na boca de Harry e começa a empurrá-lo, quase chegando até o final e voltando, em movimentos lentos, sentindo a língua dela massagear e molhar todo o membro.
Ele consegue observar com perfeição seu pau entrando e saindo da garganta dela, então ele decide ir até o final, gemendo quando sente seu pau bater no fundo da garganta. Harry dá uma leve engasgada, mas permanece quietinha, deixando seu papai aproveitar de sua boca.
Então as estocadas começam a ser mais violentas e rápidas, indo até o final e voltando, sem dar trégua para Harry respirar. Seu rosto já começa a ficar vermelho e seus olhos voltam a ficar marejados, mas ela continua sendo uma boa garota e deixando Louis foder sua boca como ele bem quer.
Sentindo seu pau pulsar, ele sabe que vai gozar em breve, então ele aumenta, ainda mais, seus movimentos. Ele põe as mãos nos peitinhos de Harry, apertando-os com força e usando de apoio para fortificar suas estocadas.
Harry geme e fecha as pernas, esfregando as coxas para tentar fazer sua bucetinha parar de pulsar. Ela está ficando louca sem poder gozar.
Em meio aos movimentos rápidos, Tomlinson para, deixando seu pau bem fundo na garganta de Harry enquanto goza, gemendo rouco, com a cabeça para trás.
Harry engole tudo, nunca deixando escapar nada. Quando Louis sai de sua boca, ela finalmente respira direito, mas volta a abocanhar o membro grosso afim de deixá-lo limpinho, lambendo qualquer vestígio de porra.
— Como se diz, princesa?
— Obrigado, papai.
Louis sorri, dando alguns tapinhas leves na bochecha de Harry antes de se abaixar e dar um selinho na garota. Ele volta a ficar na frente do sofá, abrindo as pernas dela com os joelhos, ficando entre elas. Ele apoia uma mão no sofá e fica com o corpo inclinado por cima de Harry.
— Agora o papai vai brincar com essa buraquinho aqui — diz passando dois dedos por cima da bucetinha, recolhendo o melzinho e depois enfiado eles com força, fazendo ela gemer. — Ou com esse aqui? — ele sorri maldoso e retira os dedos para passá-los pelo cuzinho que piscava em antecipação.
Harry morde o lábio inferior para conter o gemido quando sente Louis massageando sua entradinha apertada. Faz tempo que ela não é fodida ali e isso é perceptível quando o mais velho força o indicador para dentro e sente muita resistência. Quando ele finalmente entra, Harry geme, porque dói e seu papai não está sendo nem um pouco cuidadoso.
Tomlinson faz movimentos brutos, indo e voltando, cadê vez mais rápido até começar a ouvir Harry gemendo de prazer. Então ele adiciona um segundo dedo e a cacheada franze o cenho, sentindo a dorzinha de novo, mas dessa vez de uma forma mais prazerosa.
E antes mesmo que ela perceba, Louis está a fodendo com três dedos, em um ritmo muito rápido e com muita força. Ela não consegue mais segurar seus gemidos e a vontade de querer gozar só aumenta.
— P-papai, por fa-favor.
— O que meu amor?
— Eu quero g-gozar.
— Mas você não vai.
De repente a sensação gostosa some, os dedos saem do seu cuzinho e ela voltar a soluçar, se esperneando, implorando para o papai deixar ela gozar.
— Para de ser mimada — diz com raiva, estapeando sua perna e as segurando juntas. — Você quer mesmo gozar? — Harry acena desesperada. — Já aprendeu sua lição?
— Sim, papai. Eu vou ser uma boa garota, obrigada por me ensinar — diz manhosa, soltando leves soluços em meio a frase.
— Ótimo, então já que você foi uma boa menina até agora e está implorando por isso, você vai gozar.
Harry teria ficado receosa com o sorriso maldoso que seu papai direcionou para ela, mas em poucos segundos ela estava deitada de lado, com as pernas juntas e dobradas, sendo seguradas por Louis enquanto ele a penetrava com força e tudo de uma vez.
Um gemido alto escapa de sua garganta e ela volta a sentir sua xotinha arder pela grossura do pau de Louis. As estocadas eram rápidas e fortes, fazendo seu corpinho dar alguns solavancos para cima.
Com uma mão segurando as pernas de Harry juntas, Tomlinson usa a outra para afastar a bunda dela, deixando uma visão perfeita para seu pau penetrando a xotinha vermelha e maltrata sem dó alguma.
Styles não conseguia conter seus gemidos, ela sabia que ficaria uns bons dias sem conseguir falar direito, tanto pelo boquete quanto pelos gritos e gemidos.
Ela voltou a sentir sua bucetinha pulsar e esquentar, seu baixo ventre formigou e ela sabia que dessa vez não iria conseguir segurar. Olhou pidona para Louis que entendeu o que ela queria e apenas acenou com a cabeça, aumentando a velocidade dos movimentos.
Harry então sentiu aquela sensação avassaladora. Seus olhos reviraram e sua boca abriu em um gemido mudo enquanto sua buceta esguichava, expulsando o pau de Louis de lá.
Tomlinson ficou admirado, olhando o corpo de Harry ter espasmos enquanto os dedos do pé se contorciam e a xotinha esguichava cada vez mais.
Enquanto ela respirava, se acalmando, ele andou até a mesa onde estava trabalhando para pegar o dildo. Voltou para perto de Harry com um sorriso de lado, a garota logo arregalou os olhos quando viu o que ele tinha em mãos.
— Não, papai, chega — choramingou.
— Mas o papai ainda está duro, bebê.
— Você pode usar a minha boca.
— Não, eu já gozei nela, agora eu quero gozar aqui — deu um tapa na xotinha sensível.
— Não, papai, vai machucar — tentou se afastar, dobrando as pernas na frente corpo.
— Mas você vai aguentar, não é? Ou vai decepcionar o papai de novo? — ele dizia calmo enquanto se aproximava, ajoelhando no sofá ao lado da cacheada.
— Não quero decepcionar o papai.
— Então seja uma boa garota e deixe o papai te usar como um brinquedinho.
— Mas está sensível, vai doer.
— Você aguenta.
De forma bruta, Louis puxa uma de suas pernas, fazendo ela escorregar pelo estofado e ficar deitada em sua frente com as pernas abertas. Antes que ela pudesse dizer algo, o pau dele está dentro dela, estocando com força. Ela grita e tenta empurrá-lo com os pés, mas ele os segura, colocando-os juntos em seu ombro, deixando a bucetinha mais apertada.
— P-para! Está do-doendo! Papai! — ela chora, sentindo seu corpo sensível demais para continuar.
Em reação aos seus gritos, Louis solta suas pernas e sai de dentro dela. Harry respira aliviada, mas o alívio logo passa quando seu corpo é virado de bruços e um de seus joelhos é dobrado para cima.
Logo Tomlinson está a penetrando de novo e dessa vez forçando o dildo no cuzinho apertado. Ele sincroniza as estocadas e sente Harry se apertando em volta dele, o levando a loucura.
Ainda mais sensível do que antes, sentindo seus dois buracos sendo preenchidos, Harry se sente prestes a desmaiar. Mas ela se nega a apagar antes de sentir a porra do papai a preenchendo. Ela sabe que Louis está perto, ele aperta sua bunda com força — ação que faz a pele dela arder ao extremo — e suas estocadas estão descontroladas.
— Goza com o papai, bebê — ele diz ofegante. Harry nega com a cabeça, ela sabe que não consegue mais. — Vamos amor, seja a boa menininha do papai, a minha princesinha, gosto tanto quando você me obedece, me deixa tão orgulhoso. Principalmente quando goza no meu pau, me deixa tão satisfeito, tão feliz.
O orgasmo é quase puxado a força de Harry, ela ao menos percebe que está gozando. Seu corpo volta a tremer e sua vista fica turva, sua mente roda e ela apenas consegue se concentrar na porra de Louis a deixando cheia.
Tomlinson sai de dentro da cacheada e também retira o dildo. Ele fica um tempinho admirando o estado de sua garota enquanto tenta regular sua respiração.
O corpo de Harry está largado no sofá, as coxas e a bunda vermelhas, quase roxas, pelos tapas. Sua cintura tem as marcas da mão de Louis, enquanto sua bucetinha e seu cuzinho estão vermelhos, maltratados. A porra branquinha escorre até pingar no sofá. Alguns tremiliques ainda a atingem e sua respiração está acelerada.
Ele a deixa descansar por um tempinho antes de se deitar ao seu lado, puxando sua cintura para que seus corpos fiquem colados.
— N-não, papai, e-eu não aguento ma-mais — ela choraminga, tentando empurrá-lo, mesmo que seus braços não tenham mais forças.
— Shh, tudo bem, amor, papai vai cuidar de você — ele deixa um beijo em sua testa, acariciando seus cachinhos desfeitos e suados. — Papai está tão orgulhoso de você, foi tão bem, tão obediente, uma garota tão boa — sussurra baixinho, sorrindo quando ela se aconchega em seu peito.
— Eu voltei a ser uma boa garota? — pergunta baixinho.
— Você nunca deixou de ser, bebê, só precisava que eu te lembrasse o quão boa pode ser.
— Obrigada, papai.
Dumb girl
Harry sempre foi uma menina estudiosa, exemplar, inteligente, a melhor da sala. Entretanto, o gostinho de ser do grupinho popular era muito bom e ela não resistiu à ele.
No final do terceiro período de enfermagem, ela decidiu se juntar ao famoso fundão, os populares. Começou a matar aulas para sair pela cidade, até se arriscou em fumar maconha, mas seu namorado descobriu pelo cheiro que ficou em sua roupa e ela recebeu uma ótima punição por isso. Além de sempre conversar alto em sala de aula e muitas vezes ignorando os deveres e trabalhos.
O resultado disso foi a reprovação em duas matérias.
Enquanto estava se divertindo com seus novos "amigos" tudo parecia ótimo, como a vida que ela queria antes de se tornar uma adulta chata e cheia de responsabilidades, mas quando viu suas notas vermelhas ficou decepcionada.
Nunca imaginou que teria que fazer uma prova de recuperação, se sentia humilhada por isso. Se sentiu horrivelmente culpada.
Seu papai lhe dava tudo o que queria, a mimava o máximo possível, sempre demonstrando o quanto a ama e o quanto ela é preciosa. Faz questão até de pagar sua faculdade, dizendo sempre o quanto estava orgulhoso quando ela chegava em casa com uma prova com nota azul.
Então ela se sentiu péssima por ter falhado desta vez, vergonha a corroía por dentro. Louis se sentia sempre tão orgulhoso de sua garota, o que ele pensaria dela agora?
Ela se sentia tão burra, uma bonequinha sem cérebro e inútil. A culpa se tornou algo tão forte que ela queria ser castigada. Ela queria sentir a mão pesada do papai marcando sua pele enquanto ele a usava como o brinquedinho preferido.
Queria ser manipulada como a putinha burra que era.
Por isso que, mesmo decepcionada e magoada com ela mesma, faria questão de receber uma punição justa para o seu erro. Ela voltaria a ser boazinha.
***
— Papai!
Harry entrou em casa com lágrimas nos olhos, logo correndo em direção à Louis e o abraçando forte pela cintura, escondendo o rosto em seu peito.
Tomlinson ficou preocupado, sua garota nunca foi chorosa, principalmente quando vinha da faculdade. Na verdade ela sempre chegava animada, contando como foi seu dia e as coisas novas que aprendeu. Então algo com certeza estava errado.
— Ei, bebê, o que foi? Por que está chorando assim? — ele afagava com carinho os cachinhos de sua princesa, esperando pacientemente que ela se acalmasse.
Styles apertava a camisa de seu papai com força, respirando fundo para sentir o perfume forte que ele usava, tentando se acalmar e fazer com que seus soluços parassem.
Percebendo que sua respiração ainda estava descontrolada, Louis os levou até o sofá, se sentando e puxando a garota para seu colo. Harry soltou sua cintura e abraçou seu pescoço, escondendo seu rosto ali e massageando a pele com seu nariz enquanto o mais velho deixava beijinhos em seu cabelo e um carinho em sua cintura.
— Quer falar pro papai o que aconteceu? — perguntou baixinho quando os soluços pararam.
— Eu fiquei de recuperação em duas matérias — disse abafado, ainda com o rosto escondido.
— E por que estava chorando? Tenho certeza que você consegue recuperar.
— Mas eu fui uma má menina, papai. Fui burra e desatenta, você devia estar bravo comigo — diz com lágrimas nos olhinhos verdes.
— Oh amor, eu sei que você é uma menina inteligente e-
— Não! Eu não mereço você sendo fofo e bom comigo, você tem que me ensinar uma lição, tem que ser mau para eu parar de ser burrinha.
— O que exatamente você quer que o papai faça?
— Que você me puna. Eu fui má, você precisa me ensinar a ser boa de novo — pede com um biquinho.
Sua princrsa estava o pedindo para puni-la por ter sido uma garota má. Como ele poderia negar algo como isso?
— Então eu vou te dar uma lição e você vai voltar a ser a boa menina do papai, certo? Não vai mais me decepcionar e ser essa putinha burra que está sendo, ok?
— Ok, papai — acenou contente, sabendo que receberia o que merecia por ter sido tão irresponsável com seus estudos.
— Mas não podemos fazer isso agora, eu preciso trabalhar.
— Ah não, papai! Tem que ser agora, se não eu não vou aprender direito — resmungou.
— Quem vai lhe dar uma lição sou eu, então acho que eu decido como e quando, não é?
— Mas papai-
Louis a interrompe com uma tapa forte na bochecha, logo pegando seu rosto entre os dedos e apertando.
— Pare de ser essa vadia insolente e rebelde, se eu estou dizendo que estou ocupado agora para lidar com minha puta burrinha, é porque eu estou — diz raivoso. — Mas já que não consegue esperar, você vai subir para o seu quarto, tomar um banho, pegar um dos seus dildos e voltar para a sala, entendeu?
— Entendi, papai.
— Então vai — diz antes de deixar um tapa ardido na bunda de Harry que rapidamente se levanta indo cumprir a ordem do papai.
Já em seu quarto, Styles correu para seu banheiro, tomando o banho mais rápido possível, em seguida passando seus cremes para deixar sua pele cheirosa e vestiu sua lingerie junto com uma meia fofinha, sem nada tapando seus peitinhos e com os cachos soltos.
Andou até o guarda-roupa, abrindo umas das gavetas e observando seus brinquedinhos, pensando qual deles escolher. Sem querer demorar muito, escolheu um rosinha em um tamanho médio e grosso.
Desceu as escadas animada, endireitando a postura quando chegou na sala, observando seu papai concentrado no computador.
Louis era dono da empresa que foi passada pra si pela família de seu pai. Ele gostava do trabalho, principalmente por conseguir fazer isso em casa, enquanto cuidava de sua garotinha.
Harry caminhou de mansinho até estar ao lado de Louis, um sorrisinho sapeca nos lábios enquanto segurava o dildo com as duas mãos na frente do corpo.
O mais velho sorriu quando notou sua presença, analisando o corpinho pequeno de cima a baixo, dando uma atenção especial para os peitinhos que ele amava maltratar.
— Vem aqui — deu tapinhas em sua coxa.
Styles foi animada se sentar no colo do papai, sentando na coxa esquerda, de lado. Louis abraçou sua cintura com força, a puxando mais para cima.
— Minha princesinha está tão bonita — elogia, fazendo um leve carinho na cintura da garota com uma mão enquanto a outro passeia por seu corpo.
Primeiro ele brinca com o lacinho da meia, subindo a mão pelas coxas branquinhas, dando leves apertos. Ele faz Harry deixar as pernas um pouco abertas, apenas para que ele consiga observar a bucetinha dela na calcinha de renda quase transparente. Louis deixa um tapinha bem em cima do grelinho de Harry antes de continuar subindo sua mão pela barriga, dando leves beliscos até chegar nos peitinhos. Ele aperta um deles na mão, torcendo o biquinho só para fazê-lo ficar proeminente e avermelhado, fazendo o mesmo com o outro lado.
Quando acha que já os judiou o bastante, ele sobe a mão até o pescoço branquinho, o envolvendo e apertando, fazendo Styles engatar a respiração. Louis puxa seu rosto para perto, ainda com a mão no pescoço, e começa um beijo lento. Harry se derrete por inteiro, ela ama ser beijada com carinho enquanto o papai brinca com seu corpo. O beijo é tão bom e, mesmo que lento, deixa o corpo da mais nova em euforia. Enquanto a língua de Louis explora sua boca, sua bucetinha esquenta e ela é obrigada a fechar as pernas e apertar as coxas, soltando gemidinhos na boca de Tomlinson.
Se sentiando satisfeito, Louis separa suas bocas e aperta com mais firmeza a mão no pescoço branquinho, aproximando Harry de si até que consiga sussurrar em seu ouvido.
— Preste atenção no que vai acontecer agora, o papai vai terminar o que tem que fazer para o trabalho enquanto você vai ser uma boa garotinha e ficar esperando ao meu lado, ajoelhada no chão enquanto se fode com o dildo, te deixando preparadinha para mim, entendeu? — Harry acena com a cabeça, engolindo em seco. — Com palavras, amor.
— Entendi, papai.
— Ótimo, vá para o chão.
Dada a ordem, Harry obedece de imediato. Louis mostra onde ela deveria ficar — sentado do seu lado esquerdo, perto o suficiente para que ele consiga toca-la — e a cacheada prende o dildo no chão.
— Devo tirar minha calcinha, papai?
— Não, apenas a puxe para o lado, você está linda assim.
Ela sorri pelo elogio e se prepara para sentar no seu brinquedinho. Harry ao menos se prepara para receber o objeto, ela adora sentir a ardência de se abrir com algo grosso.
Ela se ajoelha e puxa sua calcinha para o lado, sentando devagarinho no dildo. Já estava tão molhada apenas pelo beijo do papai que a cabecinha do pau de borracha escorrega facilmente para dentro. Ela vai descendo com calma, sentindo o prazer de ser preenchida. Gemidos sofregos saem de sua boca, enquanto sua cabeça tomba para trás e seus olhos fecham com força.
Harry solta um gemido aliviado quando sente seu bumbum encostar no chão, colocando a mão em seu baixo frente para sentir a pequena elevação que há ali.
Ela começa a se movimentar lentamente, primeiro dando reboladinhas para se acostumar e em seguida subindo e descendo. Enquanto isso ela encara Louis, com aquela pose séria, mandíbula travada, perfeitamente marcada com a barba por fazer — ela adora sentir os pelinhos arranhando sua pele. As mãos com veias saltadas trabalhando rapidamente no teclado, a calça moletom deixando suas coxas marcadas e sua semi ereção aparente.
Harry sente que pode gozar apenas observando seu namorado.
Sentindo o tesão consumir todo o seu corpo, ela começa a cavalgar com mais velocidade. O som molhado do dildo entrando e saindo da bucetinha dela junto com os estalos das sentadas desconcentra Louis e ele é obrigado a assistir à cena que acontecia ao seu lado.
Harry subia e descia com agilidade, as mãozinhas apertavam seus peitinhos e beliscavam, sua cabeça estava inclinada para trás, olhos fechados, a boca aberta e o cenho franzido em prazer.
O pau de Tomlinson pulsou e ele sentiu pré-gozo vazando da glande. Sua garota é tão gostosa.
— Papai — Harry choraminga quando abre os olhos e percebe a atenção que recebia. — Por favor.
— Por favor o que bebê?
— Me toca, faz alguma coisa — os olhinhos verdes estavam marejados, ela queria tanto que fosse o pau do papai ali.
Louis sorri de lado, esticando a mão esquerda e tocando o rostinho que tinha as bochechas vermelhas pelo esforço. Ele fez um carinho singelo ali, antes de levar seu polegar até os lábios cheinhos e vermelhos, logo puxando o inferior para baixo, fazendo Harry abrir a boca.
A cacheada põe a língua para fora, lambendo lentamente a pontinha do dedo até abaixar a cabeça para poder chupa-lo. Ela chupava com tanta vontade, como se precisasse daquilo para viver.
Sua garotinha estava sendo tão boazinha, por isso Louis decidiu lhe dar um agrado. Ele tirou o polegar da boca dela para enfiar dois de vez, indo até o fundo de sua garganta.
Harry engasgou pela surpresa, mas logo se recompôs e voltar a chupar os dedos de Louis com ainda mais veemência, esfregando sua língua nas digitais enquanto sentia o mais velho forçá-los para dentro.
Ela estava sentindo um prazer enorme. Amava ter sua boca preenchida, poderia gozar só com isso. Mas ainda havia os estímulos que recebia do dildo e isso estava a deixando louca. Sua respiração estava desregulada, suas pernas estavam começando a doer e perder a força, enquanto sua bucetinha pulsava e esquentava, doida para liberar seu orgasmo.
— P-papai — gemeu manhoso e abafado pelos dedos ainda em sua boca. — Eu quero gozar.
— Mas você não vai, só vai poder gozar quando o papai deixar.
— Minhas pernas estão doendo — choramingou depois de tirar os dedos da boca.
— Eu mandei você parar de chupar? — adverte, dando um tapa estalado em sua bochecha. — Você vai ficar aí até eu terminar o que tenho que fazer, então acho melhor não me interromper.
Harry acente, sentindo suas bochechas molhadas pelas lágrimas, e abre a boca para receber os dedos de volta.
E ela continua daquele jeito por mais 10 minutos, sentindo suas pernas tremerem de cansaço e seu baixo ventre formigar querendo gozar. Seu corpo inteiro era tomado por uma fina camada de suor enquanto seu queixo, pescoço e peito estavam molhados pela saliva que escorria de sua boca.
Quando Louis finalmente desligou o notebook, ela respirou aliviada. Parando os movimentos aos poucos, até estar apenas rebolando no dildo.
— Você é uma menina tão obediente — Louis elogia.
Ele retira seus dedos da boca de Harry e os passa por todo seu rosto, espalhando saliva pela pele vermelhinha.
— Vem, você ainda tem que receber sua punição — diz, levantando da cadeira e caminhando até o sofá.
Harry o olha confusa, ainda sentada onde estava. Ela já não estava sendo punida?
— Venha logo, você não vai querer que eu vá aí te buscar.
Sentindo suas pernas tremendo, ela levanta lentamente e anda até Louis, que indica que ela deve ficar de quatro no sofá, pondo os joelhos apoiados no estofado e os braços no encosto.
Já na posição, ela vira o rosto querendo olhar para seu papai. Observa com adoração Louis olhando para seu corpo como se fosse um copo de água no deserto. Tomlinson a deseja tanto, é explicito em seu olhar e Harry se sente formigar por perceber isso.
Ela fecha os olhos e deita a cabeça no sofá quando sente o corpo de Louis atrás de si. O calor do corpo dele a envolvendo, a ereção sarrando na sua bunda branquinha. Harry solta um gemido baixinho quando ele empurra o quadril para frente, insinuando uma estocada.
A ereção grande e grossa fica pressionada perfeitamente em cima da sua xotinha, a deixando mais molhadinha ainda.
— Tão gostosa, tão bonita a minha menininha — diz manso, passando a mão por todo o corpinho esbelto. — E toda minha, apenas minha.
— Só sua, papai — ronrona pelo carinho, sorrindo relaxada.
— Uma pena que seja tão burrinha, tão irresponsável.
Ele agarra os cachos, formando um rabo de cavalo e puxando até ter as costas de Harry em seu peito. Passando a outra mão pela parte da frente do corpo, apertando a cintura, subindo pela barriga até os mamilos, dando um tapa em cada um e subindo para o pescoço.
— O papai fica tão triste e desapontado quando você é assim, tão delinquente — sussurra na orelha de Harry, apertando seu pescoço e ainda segurando em seu cabelo. — Acha que eu não sei tudo o que você faz naquela faculdade? As aulas que você mata, as voltinhas que dá por aí, os cigarros e as bebidas? Tão ingênua em achar que eu não ficaria sabendo das suas travessuras — aperta com mais força o pescoço dela. — E ainda tinha coragem de chegar em casa como se nada tivesse acontecido, mentindo pra mim quando eu perguntava como foi e o que você tinha feito. Uma puta tão burra.
— D-desculpa, papai.
Harry chorava. Ela odiava magoar seu papai e sabia que no dia que ele descobrisse suas gracinhas, ele ficaria chateado. Ela só queria se divertir mas acabou sendo uma péssima garota. Se sentia tão idiota achando que havia conseguido mentir para ele, que ele jamais saberia dessas coisas.
— Você uma garota tão desobediente, merece uma surra por isso — Louis diz com raiva, soltando Harry e empurrando seu rosto no sofá, mantendo a mão em sua cabeça e a forçando para baixo. — E eu vou te dar uma e você vai ficar caladinha, aceitando seu castigo de bom grado, não é?
— Sim, papai.
— E ainda vai me agradecer por estar te colocando no seu lugar, te ensinando mais uma vez como ser uma boa garota.
Segundos depois de terminar sua fala, ele desce sua mão com força na bunda Harry. Tão de repente e tao forte que a garota não conseguiu segurar o grito.
— Eu mandei você ficar calada, abrindo a boca só pra me agradecer — desceu outro tapa. — Eu não te ouvi agradecer, Harry.
— O-obrigada, pa-papai!
— Obrigado pelo o que? — mais um tapa.
— P-por me ensinar c-como ser uma boa ga-garota.
— Muito bem.
Os tapas continuaram, com cada vez mais força e mais rápidos, sempre em lugares diferentes: em cada lado na bunda, nas coxas, na bucetinha. Harry já tinha o corpo inteiro vermelho, seu rosto principalmente. Seu choro se intensificou e soluços escapavam de sua garganta junto com os agradecimentos, a fazendo engasgar nas palavras.
Até que Louis parou e Harry estava aliviada. Seu corpo ardia e sua buceta não parava de pulsar, querendo cada vez mais gozar. Suas pernas estavam fracas e tremendo pelo esforço de manter seu corpo no lugar.
— Você fica tão linda assim, toda vermelha e marcada pela minha mão — ela ouviu Louis dizer.
Ela tentava regular sua respiração e cessar o choro, aproveitando esse tempo em que Louis admirava seu corpo para descansar e se acalmar.
Seu corpo deu um pulinho quando sentiu os dedos dele acariciando sua bucetinha por cima da calcinha. Ele passava os dedos para cima e para baixo, fazendo uma leve pressão quando passava pela entradinha ou pelo grelinho.
— Você está tão molhada, amor, vai me receber tão bem — falava admirado.
Ele puxou o tecido para o lado, babando naquela bucetinha toda vermelha, molhada e maltratada pelo dildo. Louis cuspiu ali antes de enfiar dois dedos, fazendo movimentos de vai e vem.
Harry gemia baixinho em deleite. Os dedos do papai fodiam sua xotinha tão bem. Óbvio que não se comparavam à seu pau, mas tudo que vinha de Louis era maravilhoso.
Se assustou quando, de repente, seu corpo foi virado pra cima, ficando deitada dessa vez. Sua bunda ardeu quando entrou em contato com o estofado, mas ela resolveu ignorar isso.
— Deita sua cabeça no encosto — Tomlinson mandou, dando a volta no móvel.
Harry obedeceu e entendeu o que Louis queria quando o assistiu abrindo a calça. Ela subiu mais um pouco e deixou sua cabeça pender para trás, assistindo Louis de cabeça para baixo.
— Abre a boca.
Ela abre e põe a língua pra fora, sedenta para sentir o gostinho de Louis.
O mais velho segura o pau pela base, colocando a cabecinha na língua de Harry, e se masturba com lentidão, apenas aproveitando aquele contato enquanto a cacheada dá leves lambidinhas e chupadas na glande.
Cansado de enrolar, ele encaixa o pau na boca de Harry e começa a empurrá-lo, quase chegando até o final e voltando, em movimentos lentos, sentindo a língua dela massagear e molhar todo o membro.
Ele consegue observar com perfeição seu pau entrando e saindo da garganta dela, então ele decide ir até o final, gemendo quando sente seu pau bater no fundo da garganta. Harry dá uma leve engasgada, mas permanece quietinha, deixando seu papai aproveitar de sua boca.
Então as estocadas começam a ser mais violentas e rápidas, indo até o final e voltando, sem dar trégua para Harry respirar. Seu rosto já começa a ficar vermelho e seus olhos voltam a ficar marejados, mas ela continua sendo uma boa garota e deixando Louis foder sua boca como ele bem quer.
Sentindo seu pau pulsar, ele sabe que vai gozar em breve, então ele aumenta, ainda mais, seus movimentos. Ele põe as mãos nos peitinhos de Harry, apertando-os com força e usando de apoio para fortificar suas estocadas.
Harry geme e fecha as pernas, esfregando as coxas para tentar fazer sua bucetinha parar de pulsar. Ela está ficando louca sem poder gozar.
Em meio aos movimentos rápidos, Tomlinson para, deixando seu pau bem fundo na garganta de Harry enquanto goza, gemendo rouco, com a cabeça para trás.
Harry engole tudo, nunca deixando escapar nada. Quando Louis sai de sua boca, ela finalmente respira direito, mas volta a abocanhar o membro grosso afim de deixá-lo limpinho, lambendo qualquer vestígio de porra.
— Como se diz, princesa?
— Obrigado, papai.
Louis sorri, dando alguns tapinhas leves na bochecha de Harry antes de se abaixar e dar um selinho na garota. Ele volta a ficar na frente do sofá, abrindo as pernas dela com os joelhos, ficando entre elas. Ele apoia uma mão no sofá e fica com o corpo inclinado por cima de Harry.
— Agora o papai vai brincar com essa buraquinho aqui — diz passando dois dedos por cima da bucetinha, recolhendo o melzinho e depois enfiado eles com força, fazendo ela gemer. — Ou com esse aqui? — ele sorri maldoso e retira os dedos para passá-los pelo cuzinho que piscava em antecipação.
Harry morde o lábio inferior para conter o gemido quando sente Louis massageando sua entradinha apertada. Faz tempo que ela não é fodida ali e isso é perceptível quando o mais velho força o indicador para dentro e sente muita resistência. Quando ele finalmente entra, Harry geme, porque dói e seu papai não está sendo nem um pouco cuidadoso.
Tomlinson faz movimentos brutos, indo e voltando, cadê vez mais rápido até começar a ouvir Harry gemendo de prazer. Então ele adiciona um segundo dedo e a cacheada franze o cenho, sentindo a dorzinha de novo, mas dessa vez de uma forma mais prazerosa.
E antes mesmo que ela perceba, Louis está a fodendo com três dedos, em um ritmo muito rápido e com muita força. Ela não consegue mais segurar seus gemidos e a vontade de querer gozar só aumenta.
— P-papai, por fa-favor.
— O que meu amor?
— Eu quero g-gozar.
— Mas você não vai.
De repente a sensação gostosa some, os dedos saem do seu cuzinho e ela voltar a soluçar, se esperneando, implorando para o papai deixar ela gozar.
— Para de ser mimada — diz com raiva, estapeando sua perna e as segurando juntas. — Você quer mesmo gozar? — Harry acena desesperada. — Já aprendeu sua lição?
— Sim, papai. Eu vou ser uma boa garota, obrigada por me ensinar — diz manhosa, soltando leves soluços em meio a frase.
— Ótimo, então já que você foi uma boa menina até agora e está implorando por isso, você vai gozar.
Harry teria ficado receosa com o sorriso maldoso que seu papai direcionou para ela, mas em poucos segundos ela estava deitada de lado, com as pernas juntas e dobradas, sendo seguradas por Louis enquanto ele a penetrava com força e tudo de uma vez.
Um gemido alto escapa de sua garganta e ela volta a sentir sua xotinha arder pela grossura do pau de Louis. As estocadas eram rápidas e fortes, fazendo seu corpinho dar alguns solavancos para cima.
Com uma mão segurando as pernas de Harry juntas, Tomlinson usa a outra para afastar a bunda dela, deixando uma visão perfeita para seu pau penetrando a xotinha vermelha e maltrata sem dó alguma.
Styles não conseguia conter seus gemidos, ela sabia que ficaria uns bons dias sem conseguir falar direito, tanto pelo boquete quanto pelos gritos e gemidos.
Ela voltou a sentir sua bucetinha pulsar e esquentar, seu baixo ventre formigou e ela sabia que dessa vez não iria conseguir segurar. Olhou pidona para Louis que entendeu o que ela queria e apenas acenou com a cabeça, aumentando a velocidade dos movimentos.
Harry então sentiu aquela sensação avassaladora. Seus olhos reviraram e sua boca abriu em um gemido mudo enquanto sua buceta esguichava, expulsando o pau de Louis de lá.
Tomlinson ficou admirado, olhando o corpo de Harry ter espasmos enquanto os dedos do pé se contorciam e a xotinha esguichava cada vez mais.
Enquanto ela respirava, se acalmando, ele andou até a mesa onde estava trabalhando para pegar o dildo. Voltou para perto de Harry com um sorriso de lado, a garota logo arregalou os olhos quando viu o que ele tinha em mãos.
— Não, papai, chega — choramingou.
— Mas o papai ainda está duro, bebê.
— Você pode usar a minha boca.
— Não, eu já gozei nela, agora eu quero gozar aqui — deu um tapa na xotinha sensível.
— Não, papai, vai machucar — tentou se afastar, dobrando as pernas na frente corpo.
— Mas você vai aguentar, não é? Ou vai decepcionar o papai de novo? — ele dizia calmo enquanto se aproximava, ajoelhando no sofá ao lado da cacheada.
— Não quero decepcionar o papai.
— Então seja uma boa garota e deixe o papai te usar como um brinquedinho.
— Mas está sensível, vai doer.
— Você aguenta.
De forma bruta, Louis puxa uma de suas pernas, fazendo ela escorregar pelo estofado e ficar deitada em sua frente com as pernas abertas. Antes que ela pudesse dizer algo, o pau dele está dentro dela, estocando com força. Ela grita e tenta empurrá-lo com os pés, mas ele os segura, colocando-os juntos em seu ombro, deixando a bucetinha mais apertada.
— P-para! Está do-doendo! Papai! — ela chora, sentindo seu corpo sensível demais para continuar.
Em reação aos seus gritos, Louis solta suas pernas e sai de dentro dela. Harry respira aliviada, mas o alívio logo passa quando seu corpo é virado de bruços e um de seus joelhos é dobrado para cima.
Logo Tomlinson está a penetrando de novo e dessa vez forçando o dildo no cuzinho apertado. Ele sincroniza as estocadas e sente Harry se apertando em volta dele, o levando a loucura.
Ainda mais sensível do que antes, sentindo seus dois buracos sendo preenchidos, Harry se sente prestes a desmaiar. Mas ela se nega a apagar antes de sentir a porra do papai a preenchendo. Ela sabe que Louis está perto, ele aperta sua bunda com força — ação que faz a pele dela arder ao extremo — e suas estocadas estão descontroladas.
— Goza com o papai, bebê — ele diz ofegante. Harry nega com a cabeça, ela sabe que não consegue mais. — Vamos amor, seja a boa menininha do papai, a minha princesinha, gosto tanto quando você me obedece, me deixa tão orgulhoso. Principalmente quando goza no meu pau, me deixa tão satisfeito, tão feliz.
O orgasmo é quase puxado a força de Harry, ela ao menos percebe que está gozando. Seu corpo volta a tremer e sua vista fica turva, sua mente roda e ela apenas consegue se concentrar na porra de Louis a deixando cheia.
Tomlinson sai de dentro da cacheada e também retira o dildo. Ele fica um tempinho admirando o estado de sua garota enquanto tenta regular sua respiração.
O corpo de Harry está largado no sofá, as coxas e a bunda vermelhas, quase roxas, pelos tapas. Sua cintura tem as marcas da mão de Louis, enquanto sua bucetinha e seu cuzinho estão vermelhos, maltratados. A porra branquinha escorre até pingar no sofá. Alguns tremiliques ainda a atingem e sua respiração está acelerada.
Ele a deixa descansar por um tempinho antes de se deitar ao seu lado, puxando sua cintura para que seus corpos fiquem colados.
— N-não, papai, e-eu não aguento ma-mais — ela choraminga, tentando empurrá-lo, mesmo que seus braços não tenham mais forças.
— Shh, tudo bem, amor, papai vai cuidar de você — ele deixa um beijo em sua testa, acariciando seus cachinhos desfeitos e suados. — Papai está tão orgulhoso de você, foi tão bem, tão obediente, uma garota tão boa — sussurra baixinho, sorrindo quando ela se aconchega em seu peito.
— Eu voltei a ser uma boa garota? — pergunta baixinho.
— Você nunca deixou de ser, bebê, só precisava que eu te lembrasse o quão boa pode ser.
— Obrigada, papai.
Saudades da época em q qualquer feriado era motivo de one nova. Carnaval? Toma one. Natal? Mais one. Páscoa? Toma umas 3.
Hj ninguém fala mais nada e aparece com uma história nova a cada 6 meses.
Bons tempos hein, bons tempos 🥺🥲😭😭😭

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Acabei de ver um cara usando o balde de dune pra outros meios 🫢
Always the writer, never the reader.
Eu sendo fã de livros de dark romance e amando quando o cara era ciumento, stalker e obcecado pela garota
Acontece na vida real cmg: MAS QUE PORRA É ESSA??? *Tenta ficar o mais longe possível da sala, evita falar ou manter contato visual*
she's an angel, only angel - christmas one🎄
Easter Tea – LS
Descrição: Harry, como todos os anos, é convidado por sua avó para um chá de Páscoa com as amigas mais velhas.
Mas neste ano tem a presença de Louis Tomlinson, o neto de umas das senhoras a participar do evento.
[...]
Amanhecia um lindo dia de Páscoa, quem não ama esse feriado? Comer chocolates, ganhar bombons, etc...
Para Harry seria um dia de competição e diversão.
Sua avó e as amigas todos os anos organizavam um desfile e chá da tarde de páscoa, funcionava assim: Cada jovem tinha que ir acompanhado de um parceiro para o desfile, depois o chá para esperar a votação das senhoras mesquinhas.
O cacheado se arrumava em frente ao espelho, acabara de pegar seu vestido lindo florido que encomendou dias antes, era tão bonito. Na parte de trás longo e na frente curto, mostrando as coxas fartas bonitas, nos seios um bojo com alcinha. Por baixo da vestimenta refinada, usava uma lingerie transparente e renda branquinha, cinta liga bege cobria.
De acompanhante convidou Max, o vizinho bonitinho que dava pro gasto. Max vinha de uma família rica e besta, por isso se achava a ultima bolacha do pacote, o mais novo se perguntou "Porque não?", loiro, cara de ignorante, musculoso, e jogador de vôlei.
Olhou-se no espelho mais uma vez, alisando o vestido, tirando qualquer pelinho e imperfeição.
Escutou a campainha tocar, lembrou do garoto que viria o buscar. Desceu as escadas tranquilo pois seus pais viajaram a negócios da empresa de filmes e imagem, então não precisaria dar satisfações, a verdade é que Anne e Desmond não falavam com a avó de Harry. Erros do passado.
- Oi, tudo bem? Você está lindo demais. - Max deu um beijo na bochecha naturalmente rubra de Harry, pegando em sua mão.
- Digo o mesmo, Jones. - Deu um passo, e o outro fez um gesto para o de cachinhos passar primeiro. Admirando o belo corpo naquela vestimenta fina.
[...]
O evento estava com bastante pessoas, jovens com suas avós. A decoração harmônica chamou a atenção do Styles mais novo, que sorriu ao ver as diversas cores no jardim, cores pastéis.
Procurou sua avó e o melhor amigo com seus olhos gravando o rosto de cada pessoa presente. Viu Luke animado com Mike falando com a sogra que é uma das colaboradoras do evento.
O loiro riu pedindo licença para a morena e puxou Mike consigo, andando em direção ao amigo que o esperava.
– Oi Hazz, vejo que veio mesmo acompanhado. – Sorriu malicioso pro garoto que o olhava e prendia a cintura de Harry nos braços.
– Eu falei que viria. – Empinou o nariz, e deu um tapinha na cabeça do garoto como se fosse um cachorro.
– E esse vestido? Eu amei demais, que designer bonito.
– Fiz com a Leila da loja em Nova York, aquela que tinha comentado. – Falou o que fez o outro assentir lembrando.
– Agora lembro! Mulher chata mas talentosa. – Parou ao que Michael cochichou no ouvido dele.
– Quem cochicha o rabo espicha! – Harry se apoiou no ombro do acompanhante.
– Só não te respondo porque tenho uma coisa muito importante para te dizer, advinha quem está aqui?
Harry arqueou uma sobrancelha olhando para os lados.
– Calum está aqui? – revirou os olhos ao pensar no seu ex, o menino era legal, respeitador, mas muito galinha. Mesmo que tivessem terminado, ele ainda continuava ciscando.
– Não, Hazz! Louis está! – Soltou o nome um tanto alto, fazendo Harry arregalar os olhos e se apavorar.
Será que tá gostoso o bastante para o garoto de orbes azuis?
– L-Louis Tomlinson? Me diz que não... – Atraiu o olhar confuso de Max que esperou para as próximas falas.
– Ele mesmo, mas não quero te desanimar, muito menos te deixar triste... ele veio com a namorada, a neta da velha sistemática, Nooar. – Deixou os lábios em linha reta desejando que seu amigo não tivesse um surto naquele momento.
– Lu, porque isso me deixaria triste? Sabe que não me importo com isso, quando ele botar o olho em mim, já viu. – Seu tom superior pesou e o casal riu se encarando sabendo o que o cacheado faria.
– Seja lá o que estiver pensando, estou com você. – Deixou beijos no ar saindo com o namorado.
– Quem é esse cara? – Curioso o loiro, perguntou.
– Um amigo que não vejo a três anos, nada demais.
Louis e Harry eram do mesmo grupinho de amigos, saiam juntos, sempre se deram muitíssimo bem. Um beijo e três tardes de um sexo maravilhoso. Que somente eles podiam ter.
Harry ainda se lembra dos intervalos das aulas, um Louis ajoelhado ao lado da cadeira com o garoto puxando a sua gravata do uniforme enquanto ele chupa sua bocentinha repleta de orgasmo e saliva.
As pernas separadas no ar, sentindo toda aquela sensação gostosa de perigo, pois algum aluno poderiam pega-los.
– Pensei que era alguém mais importante. – Agarrou a cinturinha fina e o guiou para dentro.
– Mas é- não, não é. – Suspirou ainda pensando nas coisas que fariam ao ver Tomlinson novamente.
Harry, ajeitou a postura para andar com o poder que ele tem. Por cima do vestido puxou a calcinha fazendo um barulhinho de estalo, levantou os seios durinhos e grandinhos para cima.
– Quer um suco de framboesa? – Perguntou analisando Harry.
– Não, mas agradeço se tiver de pêssego, com um pouquinho de adoçante, por favor, Max.
– Volto logo.
As mãos do menino treme, a parte maior da vestimenta longa voava de um jeito naturalmente sexy.
Avistou um nariz de bolinha, como isso? Como reconheceu apenas pelo nariz? Porra, ele conhece cada mínimo detalhe daquele homem.
O coração fez "tumtum" de jeito repentino, dando para ele mesmo escutar.
Pegou a correntinha pequena em seus dedos, nela tinha o símbolo de uma âncora. Foi tão automático que parecia arte do destino.
Louis parou de rir aos poucos quando pousou a atenção no garoto mais lindo que cruzou o seu caminho no ensino médio.
Tentou um sorriso fraco, virando- se um pouco por estar sem graça, quando menos esperou tinha um suco bem a frente do corpo e o rosto do loiro também.
– Coloquei cinco gotinhas, espero que esteja magnífico. – Bebeu o suco rosinha admirando o mais alto que parecia um tanto nervoso dando goles grandes quase se engasgando.
– Obrigado, precisei me refrescar. Licença. – Entregou o copo dando tapinhas no ombro do garoto.
– Hey, me espera! – Segurou na mão do menino impaciente andando ao lado, acenando para alguns seres gentis ali.
Tomlinson estava o olhando de longe, perfurando cada centímetro do mais novo.
🐰
Prestes a começar o desfile, os casais estavam cada um em fileira. Max com um sorriso gigantesco ao lado do garoto que arrumou alguns cachos.
– Estou perfeito? – Questionou ao acompanhante.
– Está, como sempre. – A palavra fez o outro dar a língua e revirar os olhos.
– Começaremos agora, endireitem-se, por favor. Um casal por vez. – A senhora mandou, conferindo a lista.
Um casal de ruivos passou primeiro que eles. Os dois vestidos elegantes, com a cor rose dominando, ficando tudo a ver com as flores ornamentais.
Deram a volta, sorrindo para todos.
– Vamos lá, Styles. – Jones agarrou sua mão fazendo ele tropeçar um pouco e puxar o braço para si, andando perfeitamente como se não estivesse com o loiro.
Poxa, tinha que ser agora?
Um ser de olhos azuis e mandíbula travada, este endireitou a postura, ajeitando o paletó de linho, seguindo o menino com fome e desejo, Harry poderia cair da passarela de boca no pau enorme dele, tanta saudade.
O cacheado prensou os lábios, ao ver que estava de mãos dadas com uma garota. Mas aquilo era só um detalhe quaisquer, tão bobo. Riu dando um piscar de um olho só para Tomlinson. Mexendo com toda a vontade o quadril.
Lembrou de Louis no colegial, de como ele era ciumento com os garotos que davam em cima dele, os ataques de ciúmes estão guardados em sua memória. Por isso, colocou a mão delicada no ombro de Max, e deslizou empinando a bunda até o chão, pegando o outro de surpresa, mas que adorou, pegou na mão e trouxe o garoto mais pra perto.
Esse ato deixou as senhoras presentes chocadas, o castanho apertou as mãos umas nas outras, reprimindo a vontade de pegar aquele garoto insolente e dar muitos tapas naquela boceta gorda e na bunda cheinha.
E claro, mamar muito os melões gostosos.
Harry deu um rebolado bem excitante, com o vento balançando o vestido leve.
– Meu anjo, você foi perfeito ali!! – A avó do menino, Amélia, gritou dando pulos mantendo a classe. Ela trajava um vestido preto com um decote bem aberto, salto alto e maquiagem forte. Os cabelos lisos para um lado só.
– Puxei a senhora, vovó. – Deu um beijinho na bochecha dela.
– Bom, lembra de Elisa Tomlinson? – Chamou a amiga mais velha, que sorriu bebendo um champanhe.
– Sim! Oi Lisa, como está? – Abraçou rápido.
– Estou bem, jovem Styles. – Mostrou sua completa simpatia.
– Cadê Louis? Faz tempo que não se veem... – Amélia cutucou com o cotovelo a amiga que sorriu de lado.
– LOUIS! – Fez um sinal chamando ele desesperada. – Venha aqui, meu querido neto.
Oh, não não não... - Harry pensou desejando fugir dali, mas ao mesmo tempo ficar.
– Boa noite. – A voz grave assustou o menino de cachinhos, deu um salto mínimo de onde estava. Quase sendo segurado pelo acompanhante que olhava as redes sociais.
Mil flashbacks, milhões de cenas vieram a mente dele.
O melzinho já melava a coxa roliça, os biquinhos ficando durinhos, e o vestido mostra perfeitamente aquele relevo grossinho do seio.
– Boa noite, Tomlinson. – Com as maçãs rubras falou lentamente, sendo hipnotizado por causa daquele homem, agora com o rosto mais maduro do que da última vez.
– Lou, vamos na barraquinha falar com a minha avó? Quero te apresentar as amigas dela! – A morena, Eleanor, fingiu que não tinha ninguém a sua volta.
– Sinto lhe dizer, mas meu neto vai ter que ficar na nossa companhia agora. – Elisa fez uma careta assustadora para a garota que observou o namorado.
– Nos vemos depois. – Simplesmente falou para ela ir.
Assentiu com a expressão contorcida e saiu revirando os olhos. Conversaria sobre a atitude de Louis mais tarde.
– Nossa companhia que nada, vamos garoto que não sei o nome, e Amélia. – Virou as costas dando uma piscadela para os dois. Max ficou desnorteado sendo levado pelos dois braços pelas duas.
– Oi... – Mordeu os lábios provando um pouco do gloss. Nervoso e vermelho.
– Hazz, quanto tempo. – Segurou com carinho a mão branquinha, e beijou.
Como um devido cavalheiro.
– Meu jogador preferido dos intervalos, por onde andou? Se engraçando pra cima de gente que não vale porra nenhuma? – Não podia evitar o jeito possessivo. Somente de pensar que aquela cobra tem o moreno, ele já fica possesso.
– Acabei de chegar e me recebe dessa maneira, minha boneca?
– Sabe o que é isso? Tesão pra caralho. – Na relação que eles tinham, Harry era o mais boca suja, literalmente.
– Será que tem algum canto...
– Louis William, esqueceu que tem namorada?
– Não, mas você também esqueceu que veio com aquele playboyzinho?
– Ele não é meu namorado.
– E nem ela, estamos a contrato, ninguém sabe. Ela quer a vida de modelo, e eu quero a minha vaga de vice presidente da empresa do pai dela. Trocamos as oportunidades.
– Melhor para mim, não? – Deu a volta indo para um específico lugar.
[...]
– Um banheiro? Okay, faremos isto direito. – Louis tirou o terno caro, o deixando no cabideiro da porta.
– Vem tigrão. – Brincou com a língua pra fora.
– Tire a calcinha de renda que está usando. – Desabotoou a camisa branca, em seguida o relógio Rolex.
– Como você-
– Fala sério, você mostrou esse rabo para todos! Saiba que não gostei de olharem para essa bunda, que é só minha, sempre foi.
Harry tremeu dos pés à cabeça.
Com nenhuma sutileza, colocou o garoto por cima da bancada de mármore em frente ao espelho.
Tirou a calcinha dando na mão cheia de veias, o mel docinho estava bem no meio da calcinha. Louis, botou um pedacinho do tecido chupou para dentro.
– Abra essas pernas deliciosas, vai. – Guardou a peça no bolso lateral da calça.
Sim, sim, sim esse clítoris está despejando leitinho só para ele!
Forçou as pernas fracas para ficarem separaras dando o acesso.
A bocetinha é tão gorda, recheada de gostosura, depiladinha, lisinha, e gostosinha de meter a língua.
Primeiro foi a língua, essa sensação de ter aquela parte o tocando, lambendo trouxe total nostalgia.
– Não gostei do showzinho que deu com aquele esquisito lá. – Mordiscou um dos lábios da boceta, fazendo o outro ofegar em surpresa.
– F-ficou com c-ciúmes?
– Não irei te responder, pelo meu ato vai saber.
A pia de mármore fez um barulho estranho, mas ambos não ligaram.
Não esperou, em introduzir dois dedos. Até a boceta conhecia seus dedos, a boca, a língua, o pau.
Empurrou mais um dedo, no total três dedos grossos entrando e saindo. Sendo espremidos pela entrada pedindo socorro 'eu quero uma piroca grande me machucando'
Harry, com a mão livre, deslizou as alcinhas do vestido, puxando os fios da nuca do homem, aproximando com cautela do seio necessito de uma chupada bem forte.
Guloso, massageou por entre as mãos, e pôs tudinho na boca, o mamilo com gosto de morango, o hidratante. Mamou fazendo pressão, mordendo de levinho o biquinho rosinha, babadinho. Gostando tanto de estar no meio das pernas da sua princesa a dando satisfação e recebendo um carinho nas costas.
Naquela manhã, antes de se preparar, tomou um banho e passou hidratante de frutas vermelhas, se tocou nos seios pensando no homem.
– Hum, divino meu bem, parece que estou provando de uma torta de morango, você é delicioso!
Amassou a cintura, que em minutos tornou-se maltratada, marcas que ficariam por volta de uma semana.
Trilhou beijinhos até a xana molhada. Fez biquinho e deu beijinhos antes de chupar inúmeras vezes, de cima só dava pra ver a cabeça trabalhando rápido naquilo, o músculo da língua ficando fraco, o clítoris durinho fazia a língua cansar, mas não pararia.
–O-Oh awwwnn por favor, meu amor! N-nãoo pare, nun- AWWNN LOUIS! – Ele atingiu seu pontinho especial.
– Te chupar é uma honra, princesa. – Tocou uma punheta rápida para se ter um pré gozo pra juntar com o de Harry.
Direcionou o pau duro e ereto para a entrada avermelhada.
– OH MERDA! WILLIAM! – Encostou forte no espelho que ele trincou, pagariam depois.
– VOCÊ ME DEIXA LOUCO, LOUCO PORRA! – Meteu forte, saindo e entrando podendo ver o seu caralho grosso estragando completamente a xota.
Em mais uma parte do vidro trincou, não sabem dizer, pois estão no meio de um sexo violento.
– ISSO BEM AÍ LOULOU!
Louis franziu o cenho, sua pupila dilatou, e segurou na ponta do mármore e entrou com tanta força que sentiu pena de Harry.
O rostinho vermelhinho, e o corpinho abraçado ao de Louis enquanto o recebia, era incrível. Poderiam tirar uma foto de seus estados, estavam acabados.
Se retirou de dentro e o ajudou a descer.
– Ajoelha e me limpa com a boquinha. – Assim ele fez, pegando na mão o membro grosso que antes estava dentro de si.
Abriu a boca, e deixou o invadir. Louis deu impulso para frente para trás, fazendo garganta profunda, suspirou pesado.
– PRINCESA GOSTOSA! ME CHUPA BEM DEMAIS! – Quando gozou, deixou Harry sem respirar já que apertou seu pescoço com tamanha força, três minutos depois ele foi permitido a engolir a porra toda.
– Isso foi uma ótima recepção de boas vidas, obrigado Hazz.
Beijaram-se com carinho.
O vício apenas retornou novamente, e não deixariam isso para trás.

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Dad's Princess - larryhet
Harry - 17
Louis - 36
Onde Harry se sente atraída por seu padrasto depois de encontrar alguns vídeos em seu celular.
Harry perdeu sua mãe muito nova, a garotinha tinha apenas seis anos quando a mãe faleceu em um acidente de moto lhe deixando sozinha com o seu padrasto Louis. Tomlinson conheceu a mãe de Harry quando a menina ainda estava em seu útero, os dois se conheceram em um aniversário de um amigo em comum e se apaixonaram. O pai biológico de Harry nunca quis saber da filha, quando Jade - mãe de Harry - contou ao homem que estava grávida, o homem simplesmente disse que aquilo não seria responsabilidade dele e que não queria nenhum tipo de contato com as duas, e assim, Jade e Louis criaram Harry juntos até os seis anos.
Harry sempre foi muito apegada ao pai de criação, e quando a mãe faleceu, a guarda de Harry passou para Louis a pedido dos avós maternos da garota, que não acharam necessário separar os dois, já que tinham uma relação de pai e filha e a garotinha chorava toda vez que alguém dizia que iriam tirá-la de Louis.
Conforme o tempo foi passando, Harry cresceu e as coisas foram mudando. Styles era desejada por todos na escola, era a porpular gostosa que todos caíam em cima, ela tinha seios médios e arrebitados, estava sempre andando pela escola com decotes que resaltavam seus seios, as saias curtas que usava deixava sua bunda linda, sempre arrebitada e a garota fazia questão de subir mais as saias para mostrar a polpa de sua bunda, o que deixava os meninos e as meninas loucas.
Harry não era a garota de dispensava qualquer um, na verdade era bem difícil a garota dizer não para alguém, ela gostava de beijar e transar, não importava o sexo, se fizesse ela gozar estava tudo sob controle.
De umas semanas pra cá, Harry vem se sentindo estranha em relação ao pai. Para ser exato, desde o dia que ela estava fuçando o celular do pai e sem querer achou um vídeo dele se masturbando na frente do espelho, segurando o pau grande sussurando palavras obcenas e gemendo o nome de alguém que Harry não conhecia. E a garota não teve culpa quando sua boceta encharcou imaginando aquele tamanho todo dentro de si.
Desde de seus quatorze anos, Harry vem notando o quanto Louis é bonito e tem o corpo perfeito, mas nunca tinha pensando em Louis de outra forma. Até vê o bendito vídeo.
A garota se batia mentalmente por ter pensamentos libidinosos com seu pai, mas ao mesmo tempo ela se sentia aliviada quando lembrava que não tinha nenhum laço sanguíneo com Louis e tudo era consideração.
A garota largou seu celular na cama e se abaixou para procurar seu chinelo. Era mais um daqueles sábados chuvosos, Harry vestia seu babydoll branco que nem se deu o trabalho de trocar quando acordou aquela manhã.
Sua barriga roncou e a garota desistiu de procurar seu chinelo, saindo do quarto e descendo as escadas de dois em dois degrais.
- Pai. - Harry chamou indo para cozinha seguindo o cheiro de comida. - Pai, tô com fome.
Louis vestia uma camisa vermelha, uma calça moletom, e meias com estampa de lachinhos, era de Harry.
- Estou terminando aqui, filha. - Louis avisou.
- Tapioca?
- Uhum, você quer com recheio doce ou salgado? - Louis encarou a filha.
- Salgado.
- Tem certeza? Depois não quero você me pedindo pra deixar um pedaço da minha pra você. - Louis avisou.
- Eu não vou querer. - Harry falou decidida.
A menina ficou ali apoiada na bancada, quietinha enquanto o pai terminava de fazer o lache da tarde deles.
Era quase impossível para Harry não olhar para a bunda perfeita do pai e não sentir vontade de apertar. Quando Louis terminou, os dois se sentaram ao redor da ilha da cozinha e comeram enquanto Harry contava como estava a escola.
- Lava a louça pra mim, neném?
- Ah não pai. - Harry fez bico.
- Por favor, princesa, papai precisa terminar de desenhar o prédio do cliente. - Louis pediu com jeitinho.
- Quando eu terminar podemos assistir algo? - A menina perguntou tentando negociar.
Louis arqueou as sobrancelhas.
- Por favor? Diga sim para a sua filhinha linda que vai lavar a louça com muito amor e carinho. - Harry pediu.
- Vou pensar. Agora lavanta desse banco e vai lavar a louça. - Louis mandou e Harry bufou baixinho indo fazer o que o pai mandou.
🍑
Harry se encontrava deitada ao lado do pai que estava concentrado em trabalhar com seu notebook pousado em suas coxas.
- Papai, você me prometeu. - Harry resmungou pela quinta vez.
- Prometi nada, eu falei que ia pensar. - Louis respondeu sem tirar sua atenção do notebook.
- Me deixa ir pra casa de Nayla?
- Já disse que não vou deixar você sair nessa chuva, não confio.
Harry bufou e esticou o braço na cama para pegar o celular do pai, ela se virou e deitou com a cabeça virada para os pés de Louis e esticou suas pernas.
Harry tinha mania de ficar fuçando o aplicativo de mensagens do pai, a maioria sempre era de clientes passando detalhes sobre projetos de casas, ou cômodos, e tinha uma pequena quatidade de mulheres ali, que Harry também fuçava. Ela saiu do aplicativo de mensagens e entrou na galeria, na pasta da câmera tinha novos vídeos e Harry quase deixou o celular cair em seu rosto.
- Cadê os fones? - Harry perguntou.
- Tá vendo o que no meu celular, Harry? - Louis perguntou.
- Y-youtube pai. - Ela murmurou.
Ele estreitou os olhos e apontou para a cômoda que ficava perto da cama.
A menina bloqueou a tela do celular e levantou rápido pegando o fone e voltando a deitar na mesma posição de antes. Ela colocou os fones no ouvido e conectou no celular. Em seguida apertou play em um dos vídeos novos.
Nesse, Louis não estava sozinho, tinha uma mulher sentando nele enquanto ele sussurava coisas obcenas para ela fazendo a mulher gemer alto.
Harry conseguia ver o quanto a mulher estava molhada e o quanto o pau de seu pai entrava deliciosamente lento na mulher.
A garota estava ficando excitada e sentia sua boceta começar a pulsar em puro desejo.
O vídeo acabou e outro começou em sequência. Harry quase desmaiou quando viu o que era o vídeo. Seu pai chupando a tal mulher com vontade, Harry conseguia ver a língua dele passar no clitóris da mulher. Ele chupava e as vezes encarava a câmera, rindo quando a mulher gemia mais alto. Quando a menina viu o pai dá um tapinha na buceta molhada da mulher e rir, sem querer, Harry gemeu baixinho fechando as pernas rápido e saindo do vídeo e da galeria bloqueando a tela do celular rápido.
- Tá tudo bem? - Louis perguntou encarando a filha.
- Uhum. - A menina murmurou levantando da cama. - Eu vou pro meu quarto.
- Quando eu terminar aqui eu te chamo pra gente assistir algum filme. - A garota assentiu e saiu do quarto rápido, rezando metalmente para que seu pai não tenha ouvido seu gemido.
Quase uma hora depois, Louis entra no quarto da filha e a mesma está mexendo em seu celular entretida.
- Vai querer assistir o filme ainda? - Louis perguntou e a menina olhou em direção ao pai assentindo.
- Pode ser Enrolados? - A menina perguntou levantando da cama e pegando uma coberta.
- De novo, princesa? Já vimos tantas vezes.
- Mas pai... - A menina fez bico.
- Tá, Enrolados.
O sorriso que Harry deu foi grande.
Os dois desceram e arrumaram o sofá, tirando algumas almofadas para dá mais espaço e puxando o assento para o sofá virar cama.
Harry de aconchegou no peito do pai e colocou uma de suas coxas em cima da pélvis no homem.
Quando o filme começou Louis abraçou a filha de lado e trouxe ela mais para perto de cima.
No meio do final, Harry começou a se remexer, sua mente estava longe, ela não tirava aquele vídeo que tinha visto da cabeça ficar ali deitada em cima de seu pai não estava ajudando. Ela fechou os olhos enquanto sentia o carinho que seu pai estava dando em suas costas e se remexeu, se deitando por completo em cima dele, a perna dele agora estava no meio de suas pernas e o joelho dele estava próximo demais de sua intimidade.
Ela daria tudo para ver seu pai lhe chupando.
Deveria ser tão gostoso, a barba dele arranhando suas coxas palidas enquanto chupava sua boceta molhada.
A menina se impulsionou para cima, esfregando sua boceta molhada no joelho do pai, o tecido do babydoll e do moletom que seu pai vestia era as únicas coisas que atrapalhava o contato de pele com ele.
Ela se esfregou mais uma vez e sentiu sua intimidade molhar mais. Ela gemeu baixinho sem ter como disfarçar e enfiou o rosto na curva do pescoço do pai que não estava entendendo nada.
- Papai. - Ela chamou manhosa enquanto se esfregava cada vez mais forte no joelho do pai.
- Filha, tá tudo bem? - Louis perguntou confuso.
- Me desculpa, mas eu tô tão molhada. E-eu não consigo p-parar. - Harry respondeu ofegante.
Louis engoliu em seco vendo o quanto a filha estava desesperada se esfregando nele.
- Você viu os vídeos, não viu? - Ele perguntou rouco.
- Foi sem querer papai. E-eu juro.
- Tudo bem, amor. Sente no meu colo. - Louis falou calmamente segurando a cintura da menina.
Harry obedeceu e sentou bem em cima a ereção do pai.
- Você tá tão molhada, neném. - Louis falou com a voz rouca.
- E-eu tô papai. - Harry falou sedenta.
Os seios da menina estavam mais arrebitados que nunca, os mamilos eriçados pareciam que iriam furar o tecido fino do babydoll branco.
- Vai deixar o papai ver sua bocetinha, amor? - Louis perguntou agarrando a bunda da menina e apertando.
- Eu quero t-tanto. - Harry soluçou de tanto tesão que estava sentindo em seu corpo.
- Vamos pro quarto. - Louis falou antes de levantar com a filha no colo.
🍑
- Desde de quando você tá com tesão pelo papai? - Louis perguntou deitando Harry em sua cama.
- Eu vi o seu vídeo se masturbando e eu fiquei molhada imaginando seu pau em mim. - A garota confessou baixinho.
- Não sabia que minha filhinha era tão safada. - Louis sorriu de lado e Harry corou. - Vai me deixar te chupar, amor?
- Uhum. - Harry fechou os olhos quando os lábios entrou em contato com a pele de seu pescoço.
Alguns segundos depois, Harry estava completamente nua e seu pai estava chupando um de seus seios enquanto ela gemia cada vez mais alto.
- Vou chupar sua bocetinha até suas pernas tremerem, neném. - Louis sussurou antes de começar uma trilha de beijos até a boceta pulsante de Harry. - Porra, tão molhada, não sabia que minha neném é uma desesperada.
- Vai logo, eu não aguento mais. - Harry choramingou mexendo o quadril impaciente.
Louis deu um tapinha na intimidade da garota que gemeu alto.
- Pra deixar de ser afobada. - Ele riu se aproximando do meio das pernas de Harry e colocando a língua para fora.
Quando Louis começou a chupar a garota, Harry foi no céu e voltou sentindo a língua de seu papai passar por toda a sua boceta lhe deixando mais molhada, ele chupava o clitóris com tanta vontade que fazia Harry se contorcer toda em cima da cama, gemendo alto e apertando os cabelos de Louis com as mãos.
- Porra gostosa. - Louis grunhiu antes de agarrar as duas coxas da menina e apertar.
- Papa-Awn. - Harry sentiu seu ventre se revirar e os dedinhos do pé se dobraram. - Loui-Own, ai meu Deus
As coxas da garota começaram a tremer conforme ela ia atingindo seu orgasmo, gemendo pelo pai e ofegante.
Louis deu a última chupada ali e um beijinho, antes de sair do meio das pernas da filha e observar como a garota estava destruída. As bochechas vermelhas, as pernas tremulas aberta, a boceta brilhando de tão molhada e vermelinha pela chupada de Louis, os seios arrebitados para cima, a respiração ofegante, a pele brilhando pela fina camada de suor.
Louis estava no paraíso.
Harry deu um sorrisinho cansado antes de se sentar na cama e puxar Louis para seu lado.
- Agora é a minha vez, papai. - A menina murmurou puxando a calça moletom do pai para baixo e arregalando os olhos quando o pau de Louis pulou para fora.
Vermelho, grande, molhado e duro.
- Puta que pariu. - Harry sussurou hipnotizada.
- Sem palavrões ou vai ficar de castigo, neném. - Louis bricou e Harry revirou os olhos terminando de tirar a calça do pai e se ajeitar deitada no meio das pernas do homem.
- Vai me dá leitinho, papai? - Harry perguntou com um biquinho nos lábios.
- Você quer, neném?
- Eu quero tanto. - Harry suspirou pegando o pau do pai e masturbando devagar.
- Então põe ele todinho na boca princesa, deixa ele bem molhadinho pra deslizar na sua bocetinha, hum?
Harry gemeu pelas palavras colocando a língua para fora e lambendo da base até a glande, sem parar de encarar o pai.
Quando a menina colocou a glande na boca e sugou Louis arfou olhando sua filhinha inocente chupando seu pau que nem uma vagabunda.
Harry chupou as bolas de Louis subindo novamente e enfiando o que conseguia na boca, deixando o pau bem babado como Louis havia pedido. Ela passava a lingua por cima das veias e chupava a glande com vontade gemendo durante o processo, ficando excitada novamente só por está chupando o pai.
- Chega, eu vou acabar gozando. - Louis falou ofegante.
Harry subiu em cima de Louis e beijou o pai, fazendo ele sentir seu próprio gosto.
A garota esfregava a bocetinha molhada por cima do pau de Louis conforme eles iam se beijando.
- Tá tomando os remédios direito, bebê? - Louis perguntou baixo e Harry assentiu. - Então pode sentar no papai, princesa.
Harry pegou o pau do pai e alinhou bem na entrada da sua boceta, sentando ali devagar, apreciando cada pedacinho de Louis que entrava em si devagar.
- Que boceta apertadinha, meu amor. Papai vai querer sempre. - Louis gemeu.
- Vai mesmo, papai? - Harry perguntou rebolando devagar só para provocar. - Eu posso dá pra você sempre que quiser.
- Pois eu vou comer você sempre, neném.
Harry sorriu e começou a cavalgar em cima do pai, as mãos apoiada no peito do homem e sua bunda mexendo a cada cavalgada que ela dava.
- Awn, tão bom. - Harry jogou a cabeça para trás gemendo alto. - Mete na minha bocetinha, papai.
Louis quase gozou de ouvir aquilo, ele foi rápido em inverter as posições deitando Harry na cama e abrindo bem as pernas dela penetrando cada vez mais rápido e fundo.
Os seios dela pulavam a cada impulso que ele fazia para dentro demais.
- Tão boa para o papai. - Louis gemeu levando uma mão para um dos seus de Harry e apertando.
- Me fode, papai. Come minha boceta e me deixa sem andar. - Harry pediu manhoso. - Tão grande.
- Porra. - Louis estapeou uma das coxas de Harry e enfiou a cabeça na curva do pescoço da menina.
- Isso, papai. - Harry gemia alto.
A cama batia na parede a cada movimento e a cada impulso que Louis dava para dentro a menina, Harry gemia mais alto.
- Eu vou g-gozar. - Harry gemeu alto gozando mais uma vez, sua boceta contraindo e apertando o pau de Louis ali dentro.
- Porra. - Louis saiu rápido de dentro da filha de se masturbou gozando em cima da boceta da menina.
Ele se jogou ao lado de Harry e puxou a filha para cima de si.
- Eu tô com fome, pai. - Harry sussurou sonolenta fechando os olhinhos.
Louis sorriu beijando a testa dela e juntando suas forças para tomar um banho e ajudar Harry no banho dela antes dos dois irem comer alguma coisa.
ೀ bonequinha do Policial Tomlinson
"Harry era a queridinha de todos os policiais do presídio onde Hugo estava, porém quando ela decidiu levar o que o namorado havia pedido, não era nenhum dos seus amigos que a revistariam"
louistop
hbottom / hinter
uso de arma durante o ato sexual
um pouquinho de humilhação
post dedicado p minha favorita @ltops
𝑩𝒊𝒓𝒕𝒉𝒅𝒂𝒚 𝑷𝒂𝒓𝒕𝒚.
— With a lil plot.
! Sadismo.
! Bondage.
! Degradação.
! Dupla penetração.
! Group sex.
! Hbottom. Pronomes femininos.
! Bdsm 24/7.
! Daddy kink.
! Alfa x ômega.
Se não gosta do tema ou da forma que os personagens estão sendo referidos, não leia! Caso leia mesmo assim, assuma a responsabilidade pelos seus atos, por favor.
Não coloque a culpa em mim, se você ignorou os avisos.
Descrição: Harry e Louis namoram. O Alfa decide levar seu ômega para se divertir em uma cena, como um presente para seu próprio aniversário.
Ele e seus amigos vão para um clube e pagam por uma sala fechada. Louis faz uma festinha particular oferecendo Harry, que é amarrado no ar, todo aberto para os caras.
ִֶָ ִֶָ ִֶָ
Zach, Ian e Tommy estavam na área vip, rodeados por garotas. Eles passavam as mãos pelos seios ou pelo traseiro de algumas delas; em algum momento se tornaram mais ousados, passando a enfiar os dedos debaixo das roupas, apalpando suas bocetas, deixando elas assanhadas e desinibidas.
O clube está lotado, a música sensual não é alta como em uma balada, mas a batida grave retumba sob seus pés. Há luzes de led entre roxo, azul e vermelho, espalhadas em pontos estratégicos do espaço, dando destaque às dançarinas. As banquetas de couro do bar estão todas ocupadas, e os garçons seminus, atravessam o lugar para todos os lados, com uma bandeja nas mãos e uma coleira no pescoço.
Harry passa a mão em seu próprio pescoço, tateando a correntinha de ouro e o pingente delicado, com as iniciais de seu dono em preto, de borda dourada. Sem ser chamativa, mas ainda ali. Um aviso para quem podia entender.
O ômega cobiçou as coleiras, sentindo falta da sua, do couro e do pinicar dos spikes pressionando sua pele sensível. Ele desviou os olhos para Clavin, que chegou até eles, erguendo os braços, com um copo de bebida em cada mão e os olhos brilhantes.
Seu pescoço estava com marcas de batom, e Harry sentiu o cheiro gostoso dele quando se abraçaram, em um cumprimento além do fraternal.
Se pudesse, ele passaria o nariz por toda a pele, e fungaria ali, manhoso. Os outros rapazes com seus corpos malhados e maneira dominante, os odores másculos, intensos, enchiam ele de tesão. Gostaria de lamber todos eles.
A palma pesada apertou sua cintura, puxando-o para trás, fazendo com que se soltasse de Calvin. Louis colou em suas costas, rosnando baixo em seu ouvido.
— Não haja feito uma cadela, não no meu maldito aniversário!
Harry encolheu, fingindo não saber do que Louis estava falando. Rodgers riu da situação, abraçando seu melhor amigo, dando tapinhas em suas costas.
— Feliz aniversário mate! - ele se aproximou e sussurrou em seu ouvido — Está tudo pronto para mais tarde. Nina usou as cordas que você gosta.
Tomlinson se animou, beijando a bochecha dele e sorrindo, pegou um dos copos de sua mão.
— Vamos, os caras estão esperando.
Ele virou a bebida antes de se mover, o álcool não fazendo muito efeito para Louis, que passou o braço pelo ombro do namorado e guiou ele em direção ao grupo barulhento.
Calvin ficou para trás, analisando a bunda em movimento de Hazza, que balançava dentro do tecido leve da calça pantalona.
Ele está tão gostoso que Calvin mal pode se segurar, recebendo uma olhadela de aviso de Louis, que se vira para encará-lo sob o ombro.
Certo… mais tarde.
(...)
Harry está irritado.
Seu alfa parece tê-lo esquecido completamente, e os caras também não lhe dão atenção. Ele bufou e fez biquinho, assistindo outras ômegas roçando os meninos. Lou está bebendo cada vez mais, admirando as coelhinhas que estão rebolando no palco. Ele está quase babando, como se fosse subir lá em cima para fodê-las, dando a todos um tipo diferente de show.
Enciumado, ele decide fazer algo para ter atenção.
Hazza se desvencilhou do aperto firme do namorado, sem dizer aonde ia. E apesar de não olhá-lo, Louis sentiu ele se distanciar, sua presença deixando-o. O garoto queria encontrar o banheiro do clube, para mexer em sua roupa, para deixar seu corpo mais exposto para os caras, mas acabou em uma escada. Curioso, subiu os degraus rapidamente, com medo de ser pego e expulso dali.
O segundo andar é completamente diferente do clube embaixo. Há vários palcos no ambiente, com cavaletes, divãs, e estantes com acessórios de bondage e açoitamento. Floggers, palmatórias, chibatas, cordas, algemas entre outras coisas.
É interessante e convidativo. Haviam outras pessoas espalhadas por ali, assistindo as cenas, sendo voyeurs para os exibicionistas. Há alguns dom 's em cadeiras, com seus subs ajoelhados, sentados ou em pé, ao lado deles, sem falar ou se mexer. Somente esperando por alguma ordem.
Um suspiro desejoso saiu de seus lábios, e ele pensou em voltar para o seu próprio dom, afinal, tinha saído do seu lado sem pedir permissão. Porém, seu interesse foi aguçado ao ver um corredor pouco iluminado, à esquerda. Hazza imaginou que ali fossem os quartos privados, e que talvez… ele poderia ir dar uma olhadinha.
Antes que se movesse, sua visão foi tampada. O tecido preto grosso não o deixava enxergar nadinha à sua frente. Nervoso, ele tentou puxá-lo para fora de sua vista e se afastar de quem o cegou. Mas seus pulsos foram pegos por mãos fortes, que giraram seus braços, pressionando-os em suas costas. A pessoa que o prendeu não é a mesma que o vendou, ele sabe disso porque pode sentir mais de uma presença ao seu redor.
Os lábios gordinhos se abrem em arfadas, ele treme dos pés à cabeça, com medo. Está tão assustado, que não consegue reconhecer os odores. Feromônios masculinos e característicos, que deveriam ser familiares.
— Cor?
Ele reconhece a voz de Louis, relaxando e sentindo um grande alívio.
— Verde senhor… Me desculpe por… - não consegue terminar sua frase antes de levar uma bofetada na bochecha, a pele ardendo e pinicando.
Porra! Louis está furioso com ele.
— Não, eu não vou desculpa-la. - Louis segura seu maxilar com firmeza. - Sua palavra de segurança? - ele diz, entre dentes, com pouca paciência.
Harry treme e choraminga, chateado por irritar seu senhor. O corpo viril ainda está atrás do seu, roçando a virilha em seu traseiro, apertando firme seus braços, de uma maneira que machuca.
— Boo. - Respondeu, alto e ansioso pelo que viria.
Este é o apelido de Lou, que apenas seu namorado e seus amigos conhecem. Harry o inventou quando ainda estavam no colegial, no último ano, onde sua amizade estava evoluindo e eles sentiam que não poderiam viver um sem o outro. Hoje em dia as emoções estão mais controladas, eles se conhecem e sabem melhor. Não é mais tão intenso quanto na adolescência. Mas o apelido passou a funcionar como a safeword deles, desde que descobriram se encaixar na relação bdsm de escravidão 24/7.
Ian arrasta o corpo voluptuoso de Harry para o quarto, Louis o segue para dentro, onde os outros rapazes já estão aguardando.
— Vamos amarrá-lo e então usá-lo como quisermos. E você vai ficar em silêncio, não terá qualquer escolha aqui. No entanto, antes de começarmos, vou perguntar uma única vez. Você tem certeza que quer continuar?
Hazz pensa um pouco sobre. Ele não sabe bem o que Lou fará consigo, no mais, há outras pessoas na sala, com certeza, mas ele não consegue reconhecer quem são. Talvez alguns outros dom’s, ou os meninos. Dá um pouco de receio nele, uma hesitação que surge por ter noção de que seu senhor está bravo consigo e vai deixar outros homens tocá-lo como querem, sem que ele possa fazer nada, somente usar sua palavra segura, o que acabará com tudo imediatamente.
Já tinha sonhado com isso outras vezes. Louis dividindo-o com outros caras, principalmente seus amigos próximos. Eles judiando dele, fazendo-o chorar de tanto fodê-lo.
Droga! Sim! Sim! Sim! Ele quer tanto isso!
— Sim senhor, quero continuar, obrigado.
Uma mão grossa acaricia seu rosto, não é a palma de seu dono, ele reconheceria.
— Consigo ver a marca perfeita dos seus dedos na bochecha dela cara, puta merda… isso deve ter doido. - houve um hálito quente em seu rosto, em seguida, lábios úmidos beijando todo o lado aquecido, onde sua face foi atingida. — Ele machucou você princesa… Coitadinha. - outros beijos, agora espalhando por todos os lados.
Alguém riu, grave e rouco. Calvin talvez?
— Isso não chega nem perto do que faremos com ela.
— Hazza é uma cadela. Uma putinha que adora atenção… ela vai amar. Não é, vagabunda? – ele concordou com Louis, extasiado.
— Tira a roupa dela.
A ordem veio de um canto que Harry não conseguiu identificar, mãos começaram a tocá-lo, não só retirando suas vestes, mas beliscando, apertando e massageando seu corpo.
— Deus! Ela é tão gostosa, Lou. Esperamos por isso faz tanto tempo. - Este é Zach. Ele quem desce o zíper da calça, e abaixa o tecido, até que suas pernas fiquem livres. A mão dele engancha no elástico da calcinha, prestes a tirá-la, enquanto outras mãos beliscam suas nádegas dolorosamente.
Há alguém arranhando sua barriga, afundando os dedos em seu quadril largo. Lábios beijam seu pescoço. Outro alguém está sugando sua pele da clavícula, e de repente, uma língua úmida lambe seu lábio inferior e depois desliza para dentro. Eles começam um beijo caloroso.
Harry sente quando sua blusa de seda é arrancada, assim como a calcinha. Ele apenas ergueu os pés, para que o tecido saia. Agora os caras ficaram mais agressivos, o beijo obsceno cria ruídos molhados e os cheiros se misturam no ambiente.
Hazza sabe que Louis está por perto, ele consegue reconhecer sua presença, mas ele não o está tocando, nem parece próximo dele. Um choramingo manhoso escapa, pela falta do contato com seu senhor. E mesmo que Lou saiba o que ele quer, não vai alcançá-lo, deixando que seus melhores amigos se divirtam com a sua coisinha.
Tommy puxá a carne das nádegas, afastando-as bem, deixando o cuzinho exposto. Seu dedo médio resvala o buraquinho, criando uma fricção leve.
— Parece tão apertadinho… é quase, virginal.
— Definitivamente não é virgem. Na verdade, é surpreendente que não esteja toda aberta, do tanto que eu uso. - Louis riu da besteira que seu amigo disse, lembrando da época em que sua garota realmente era virgem. Nunca inocente, mas com certeza apertadinha e disposta a chorar em seu pau.
— Oh, claro… De qualquer forma, se ainda não está, no final da noite estará. - ele chupou o dedo, antes de tê-lo de volta no traseiro de Harry, sentindo a entrada se contrair com o toque. — Ela vai ficar toda arrombadinha.
O ômega tremelicou sob as mãos dos alfas, que riram.
— Tragam-na aqui. - A voz de Louis soava tão séria, ele parecia sóbrio, mesmo que tenha bebido vários shots com os meninos. Deve ter haver com a cena acontecendo. Quando há algo assim rolando, ele fica centrado e mandão, Harry acha tão sexy.
Calvin e Tommy guiam ele até que esteja tropeçando em uma superfície de couro. É um pouco desconfortável, mas não duro como uma pedra. Tem um estofado preenchido por algodão, no entanto, é firme o bastante para que ele tenha que se esticar sobre.
Seus braços são puxados e esticados para frente, as pernas separadas, bem abertas, e seu tronco está projetado para baixo, o pênis pressionando contra o couro, vazando em sua barriga, e seu peitoral apoiado em cima da coisa.
Leva pouco tempo até que seus braços e pernas sejam presos. Harry demora para finalmente entender que está em um cavalete.
— O que acham? Palmatória? - Ian pergunta.
— Nah, com a vara será mais divertido. - Este é Zach falando, sua voz rouca soou perto demais.
Há uma risada que ecoa pela sala toda. Harry teme o que está por vir. Ele sabe o quão sádicos Louis e Zach são, dois malditos maníacos. Claro que seu mestre nunca o machucou dessa forma, e também sempre irá protegê-lo. Louis não permitiria que Zach o agredisse com crueldade. Mas mesmo assim, o medo é tão forte quanto a excitação.
Palmadas violentas são dadas em seu rabo empinado, seus muxoxos desesperados competem com o som. É dolorido e ridículo. Suas pernas chacoalham, trêmulas.
Passa pouco até que algum dos rapazes esteja esfregando o pênis em seu rosto. O cara ri, como se fosse uma piada.
— Abre a boca, puta.
Harry não notou antes, mas o corpo de Tommy está montado sobre o seu. Sendo uma massa pesada de músculos prensando-o no cavalete, empurrando todo o ar para fora de si, em arfadas pesadas.
A mão grande de Tommy agarra um chumaço de cabelo, puxando sua cabeça para cima com firmeza. A virilha dele está colada em sua bunda, o cacete grosso espreita por entre as nádegas, e o peitoral dele pressiona as suas costas.
Ele pode ouvir sussurros, sabe que estão decidindo com o que vão lhe surrar. E é uma droga que não consiga ouvir direito o que eles falam. Eles estão fazendo de propósito, de forma que Harry não poderá se preparar para isso. Querem surpreendê-lo.
Tapinhas são dados em seu rosto, para que preste atenção. Ele se lembra então, que tem que abrir a boca, e quando faz, imediatamente sente o gosto salgado do cacete.
Haz não sabe de quem é o caralho grosso que está em sua boca, mas o cara está louco de tesão, ele pode sentir nas veias pulsantes do pênis, na forma como o pré-gozo amargo vaza aos montes em sua língua. É bom… tão bom!
Quando o cara passa a meter, ele acha que está pronto, mas não. A rola vai fundo e sua garganta tensionada, que está tentando expulsá-lo. Há um gemido gutural, e então, ele é fodido devidamente. Estocadas grosseiras, baba e lubrificação escorrendo pelos cantos dos seus lábios vermelhos. Ainda não há lágrimas em seus olhos, tão pouco virão. Harry está acostumado com a brutalidade, Louis é muitas vezes pior.
Seu cuzinho está sendo roçado pela pele macia do caralho de Tom, às vezes a cabeça molhadinha da rola resvala em sua entrada, pegando ali, como se fosse penetrá-lo. Entretanto, eles sabem que ele não vai, não sem permissão, não antes que o próprio Louis foda sua coisinha.
— Vá mais forte Calvin. Segure a cabeça dele, e esfole sua maldita garganta de tanto foder. Pare só quando ele estiver chorando, não importa quantas vezes você tenha que gozar para isso, porra! - Louis resmungou bravo. Ele estava com um plug anal na mão, enquanto Zach passava lubrificante em toda a borracha.
Ian passava as cordas pelos arcos no teto, preparando o próximo passo da brincadeira, onde eles realmente iriam se divertir.
— Tenho mesmo que ensinar vocês como se trepa com uma puta, caras? Isso é sério?
Sua fala é como o incentivo que faltava para estourar algo em Calvin. Ele segura os lados de sua cabeça e estoca tão forte em sua garganta que queima. A virilha dele está em sua cara agora, os pelos grossos esfregando em sua face. O cacete está tão fundo em sua goela, que Harry o sente palpitar na traquéia.
Sua tentativa de suspiro falha, um estrondo esquisito zumbe de si, e Calvin treme. Tommy ri em suas costas, moendo contra ele. Styles passa a lutar contra a bile, tentando manter o suco gástrico no estômago.
Rodgers literalmente deixa-o sem voz. Suas arremetidas são tão violentas e profundas, que há o barulho específico de carne batendo contra carne. A parte de seu nariz, boca e queixo, vão estar vermelhas quando terminarem. Fora o quão molhados já estão, de cuspe e porra. Está escorrendo por seus lábios e clavícula, pingando no chão. Nos pelos de Calvin também, batendo úmidos contra ele, fazendo seu rosto coçar.
— Uh! Então é assim que você gosta, sua vagabunda? Ia ser delicado com você, mas não há razões para ter misericórdia de vadias, não é? Oh-huh! Caralho!
Ele fode mais um pouco, Harry quer chorar, mas ele segura, como se desafiasse quem seria o cara a fazê-lo derramar lágrimas, desabar. Pelo visto não seria Calvin e seu pau grosso.
O cara solta um grito alto quando goza em sua garganta. Harry se esforça para aguentar a cabeça do pênis empurrando o volume de porra, que vem em grande quantidade, para baixo. Sua traquéia comprime, tentando engolir, e isso aperta o pau sensível. Rodgers ofega e puxa para fora, reclamando.
Hazz está tossindo e derramando o esperma no processo. Os outros caras dão risada.
— Espero que seja melhor comendo sua bunda do que é recebendo um boquete, dude! - Zach afirma, com o riso frouxo.
Tom saiu de suas costas, deixando um rastro de sêmen para trás. Em sua fenda, nas nádegas e também uma e outra gotinha escorrendo em sua coxa interna. No segundo seguinte, a venda está sendo puxada de cima de seus olhos. É estranho e desconfortável abri-los novamente. A claridade incomoda, mas ele vai se adaptar.
Louis está parado na sua frente, nu. O pênis como uma seta larga, apontando para cima.
Pela cara que ele está, Harry tem consciência do quanto se ferrou. Louis vai foder tanto sua garganta, que ele estará desgastado e completamente em prantos.
Oh, merda…
Um sorriso sacana surge no rosto magro, um brilho arrogante nos olhos azuis. Seus dedos agarram sua mandíbula, e se apertam ali, cravando as unhas.
— Abre.
Basta isso para que ele ponha a língua para fora, espero pelo pau do seu mestre.
— Você é uma cadelinha fodida, não é amor… Uma putiha desesperada do caralho!
Ele empurra, a cabeça que se parece com um cogumelo adentra a cavidade até o fim, forçando o caminho para dentro da garganta já judiada.
Porra, dói! Mas Harry não chora. Seus olhos verdes aguados observam seu senhor sob os cílios longos.
Parece tão inocente.
Louis solta um dos lados do rosto, para segurar os cachos com força, firmando o aperto no couro cabeludo. Isso o deixa aflito. Mas piora quando Tomlinson passa a penetrá-lo com ímpeto. É violento e machuca. Harry se sente cheio e sem ar. As lágrimas começam a escorrer sem que ele queira. Apenas descem por suas bochechas vermelhas enquanto suga o pau.
— Não estou nem perto, querida. Vou acabar com você! Quer ser uma vadia difícil, vamos ver o quanto você se mantém assim.
Ele geme e soca o pênis para dentro, o ômega é obrigado a tentar relaxar, mas a sensação é como um rastro de fogo ardente. Todas as vezes que alcança o fundo da garganta, ele acha que vai vomitar. É tão intenso, que eles não notam Ian, Tommy e Calvin se masturbando.
Zach chega por trás do garoto no cavalete. Ele aproveita a imobilidade e distração, para pincelar o plug preto longo, no cuzinho dele, assistindo contrair.
Maldito seja Zachy, sadista fodido!
Ele age como se não fosse nada demais, acariciando a si mesmo enquanto empurra a ponta escorregadia na bunda.
Suas nádegas repuxam, flexionadas. O idiota ri e da um tapa ardido em cada lado.
— Vamos carinho, relaxe para mim, uh? Só quero ajudar você para o que está por vir. Me deixe brincar, yeah?
Harry grunhe, Louis geme e manda Zach metê-lo de uma vez. Os olhos verdes se arregalam e ele tenta olhar para trás, para o outro cara prestes a foder seu traseiro. Ele não consegue, obviamente, mas sente perfeitamente quando a ponta emborrachada atravessa seu esfíncter, abrindo caminho em seu canal. A ardência faz ele chorar manhoso, balbuciando com a rola na boca, impedindo a si mesmo de cravar os dentes na carne gorda que entra e sai.
O plug violando-o traz uma sensação estranha, a pressão em seu cuzinho vai aumentando cada vez um pouco mais. Este é um daqueles brinquedos de ponta fina e base larga, e Zacharie está empenhado em abri-lo completamente com aquilo.
Hazzy se sente suar. Nas suas coxas trêmulas, nos pés, axilas, pescoço e barriga. Ele está vertendo suor, molhando o couro.
— Cara, é tão gostoso vê-la lutar com isso. O cuzinho está vermelho e se fechando contra o plug, mas mesmo assim ela não pode ir contra ele. – seu tom baixo é quase inaudível, ele suspira, parecendo vidrado em como o buraquinho está tentando empurrar a borracha dura para fora.
Quando a base larga finalmente entra, Harry solavanca para frente, gritando sufocado. Louis segura suas orelhas e fode sua garganta. Ele parece sem foco agora, estocadas firmes mas um pouco perdidas. Seu ômega chora tanto, que as lágrimas se misturam com o gozo, acumulando ao redor dos lábios que envelopam o cacete.
A testa dele brilha, e os olhos azuis se fecham, apertados, em êxtase. Tão perto de seu orgasmo.
Ian e os outros assistem o cavalete trepidar, as coxas musculosas de Louis estremecerem e Hazz cerra as pálpebras firmemente, soltando ruídos lamuriosos pelo quão fodido estava, na frente e por trás.
O braço malhado de Zach se movia para frente e para trás, tirando e depois forçando o plug no reto dele. Seus cachos loiros estavam indo para todas as direções, bagunçados. O torso bronzeado brilhava, como se tivesse passado óleo. Os lábios gordinhos eram mastigados em reflexo ao prazer. A glande sumia e aparecia no aperto cerrado de sua mão grande. Uma visão quente e viril. Até mesmo os outros caras ofegaram com a cena erótica..
Louis empurrou com força. Uma arremetida profunda, as nádegas contraíram e as pernas espasmaram. Ele ainda segurava a cabeça cacheada enquanto moia o quadril, arrastando a virilha, mantendo o pênis na goela do seu ômega, tendo certeza de que ele iria engolir toda sua porra.
Harry, entretanto, não pode fazê-lo. No minuto que o alfa puxou para fora, sua traquéia contraiu e todo o esperma voltou. Ele gorfou a porra toda no chão. Louis saltou para longe, para que não pegasse em seus pés, Zach parou os movimentos e por alguns segundos constrangedores, todos ficaram em silêncio.
Até os cinco amigos caírem na gargalhada. Rindo da incapacidade dele de engolir o sêmen.
— Caralho princesa, não imaginei que fosse tão inútil.
– Ian disse, entre as lufadas de riso. Harry se encolheu e chorou, se sentindo humilhado.
Zachie deu tapinhas por cima do plug, na base que tampava seu buraco, fazendo se mexer dentro do canal. Ele choramingou por isso, até ter a mão de Lou levantando seu queixo.
Woah cara, ele estava bravo.
— Sua estúpida! Só tinha uma maldita função, e nem isso conseguiu fazer! Me humilhou na frente dos caras! - Os tapas vieram, pesados em suas bochechas. Ele pode sentir o anel de compromisso que tinham, contra a pele sensível. — Putinha burra do cacete!
O barulho ecoou por todo o quarto, os meninos pareciam chocados com a agressividade de Louis, menos Zach que sorria, adorando.
Foram tantos tabefes que seu rosto parecia ferver.
Seu alfa só parou quando estava respirando forte, a mão vermelha e os lábios com pequenos arranhões, sangrando. Ele os mordeu devido a fúria com que batia na face de sua menina.
Agora o garoto verdadeiramente chorava. Os choramingos e os soluços altos, o corpo convulsionando, tamanha intensidade.
Louis sempre se sentia um pouco mal depois de bater em sua menina, temendo que tivesse ultrapassado algum limite. Mas Harry dizia que não, que estava tudo bem e que ele adora quando o alfa é violento.
— Oh, querida… não seja uma bebê chorona, sim? - ele se abaixou para fazer carinho no rosto dolorido dela, suavemente. Sua menina aninhou-se ao toque, como um bichinho querendo afagos, os quais Louis deu de bom grado.
Ele beijou a testa molhada de suor, acariciou os cachos e tirou os fios que caiam no rosto angelical.
Calvin se moveu, aproximando-se deles, ele massageou as costas dele, também tentando acalmá-lo, e Zacharie retirou cuidadosamente o plug, apesar disso só tê-lo feito chorar mais.
— Amor… pare de chorar, sim? Por favor bebê. - Tomlinson está realmente preocupado que tenha sido demais. Ele vai em direção às restrições, para soltá-lo e obter uma pausa. Mas a voz grossa e falha de sua garotinha, o impede.
— va-amos… vamos continuar… po-por favor, senhor.
- O som não foi mais do que um sussurro quebrado, mas seu mestre entendeu de qualquer forma, e sorriu para como sua menina é forte. — Tudo bem amor, porém quando quiser parar, quando for demais, diga sua palavra. Não se superestime.
Hazz balançou a cabeça em concordância, não podendo mais falar. E Lou deu um beijo em seus lábios molhados, e então se levantou. Parou ao lado da cabeça cacheada e olhou para seus amigos. Eles olhavam de volta em preocupação e expectativa.
— E então, quem vai ser o próximo?
(...)
Harry está com a garganta tão fodida, que ele não sente mais nada do pescoço para cima. Sua voz não é mais do que sussurros finos e doloridos. O ômega sabe que não vai conseguir falar pelo mês inteiro, só que vale a pena.
Tommy está atrás de si no cavalete, com um vara de bambu, espancando suas coxas, traseiro e costas. O som do assovio canta pelo ar, e os outros meninos avaliam o desempenho.
Seu corpo solavanca no cavalete, e as lágrimas vem gordas, assim como a saliva que desce dos seus lábios para o chão.
Dói, mas vai tão além, de uma forma alucinante. É como pequenas agulhas atravessando a pele. Harry acha que já ultrapassou o ponto de sentir isso como algo ruim. É apenas prazer na dor e também o costume, o calor.
Seu corpo estremece, Calvin acaricia seus cachos, Zach sua bochecha, Ian seus ombros e Louis dita como Tommy deve açoitá-lo.
Eles ficam nisso. Dez, vinte, vinte e três… trinta chibatadas. E então as próximas fazem com que Styles volte ao estado inicial, de quando começaram o açoite. O canne pega em seu cuzinho, repetidas vezes.
Na primeira batida ele acha que é sem querer, mas então vem uma sequência e um grunhido de orgulho, um aval. Foi Louis quem mandou.
Harry passa a tentar gritar, seu corpo treme tanto, que está pulando sobre o couro. Ele se remexe, puxando as restrições.
Porra! Porra! Inferno! Isso dói como o diabo maldito!
— Lou… Lou, por favor! Papai!
Com esse chiado, as chibatadas param. Ele sabe que Louis apenas ergueu sua mão para que acabasse.
Seu rosto está encharcado e Harry não pode parar de soluçar e arrulhar nem se quisesse. O carinho característico de seu mestre vem como um oásis. Sua água no deserto.
— Tudo bem princesa, já acabou.
A partir daí eles soltam-no, e dão amor, carinho e afagos. Um descanso para seu bichinho, por ter sido uma boa coisinha…
(...)
Ele foi amarrado nas cordas. Preso e pendurado. Os joelhos erguidos e abertos, deixando seu cuzinho abusado à mostra.
As cordas passavam por seu peitoral. Os mamilos que haviam sido repuxados e torcidos, agora latejam. Seu corpo todo estava marcado, pelos apertões, as chibatadas, chupões, mordidas e tapas. Tudo entre roxo, vinho e rosa.
Doía como uma cadela!
Seu pau, com um anel peniano, estava duro de novo, tão vermelho que parecia prestes a explodir.
Depois que acalmaram ele, Zach o chupou até gozar suas bolas, deixando-o seco. Ian lambeu e sugou seu cuzinho machucado, e foi tão delicioso! Ele gozou com isso também.
E agora, estava erguido, todo arreganhado e contido. Era novamente a vez dos caras usá-lo.
Louis sendo o primeiro, claro. Parou em sua frente, e meteu o pau dentro de seu traseiro, fazendo Harry estremecer. Deslizou fácil por causa do plug. Porém, em contrapartida, encheu ele até o talo.
— Podem tocar. - ele comandou, e os caras se aproximaram, apalpando onde podiam do corpo suave.
Mas Zach foi além, ele se aproximou de Louis, assistindo enquanto ele o fodia, a virilha batendo em sua bunda, com força. Ele riu e passou os dedos pelas nádegas, até encontrar seu buraco preenchido, os olhos castanhos se viraram para Louis, com um pedido óbvio, esperando a permissão.
Lou sorriu sacana, adorando a ideia não verbalizada.
— Mete eles. Harry vai gostar.
Dois dedos foram enfiados, forçando sua bordinha a abrir ainda mais. Hazz gritou e tentou se mexer, a corda maltratando sua pele, deixando dolorida e vermelha a cada tentativa. Nada adiantou, os dígitos grossos adentraram seu canal e seu alfa não diminuiu o ritmo por isso, achando graça.
Louis comeu seu cuzinho, enquanto Zach metia dois dedos dentro.
As estocadas grosseiras foram incômodas até Louis tocar seu ponto doce. Ele bateu com a cabeça da rola em sua próstata repetidas vezes, fodendo-a. Seus corpos batiam um no outro, as cordas balançavam.
Ian e Tommy passaram a esfregar o pau em partes do seu corpo. Roçando a cabecinha quente de seus pênis nos mamilos sensíveis, melando-os, assim como fizeram no pescoço, bochechas e barriguinha. Sujando Harry por inteiro.
— O que você é, querida? - Louis perguntou, entre arfadas.
Harry choraminga. Suas pernas presas dormentes pelo tempo em que ficaram abertas e erguidas. Seu cuzinho arde tanto! Ele acha que não vai poder se sentar mais.
Há esperma em seu rosto, costas, bunda e escorrendo de seu buraquinho.
— Sou seu depósito de porra, senhor. Seu buraco de esperma.
- as bochechas são acariciadas, assim como os cachos, e Louis sussurra afirmações dóceis, palavras reconfortantes e amáveis.
Os caras dão risadinhas, assim como estavam fazendo enquanto fodiam sua garganta.
— Você é a atração da festa amor, é o brinquedinho mais legal, aquele que quero exibir e dividir com meus amigos, sim?
Um tapa foi dado em sua nádega direita, roxa. A pele que já estava dolorida, pinicou, e Harry remexeu nas restrições.
— Você adora, não é? Gosta de ser o centro das atenções. Quando os caras te bolinam, quando te apalpam pensando que não estou vendo. Você sempre foi louco para que te comessem porque é uma piranha, uh?
— Sim! Sim! Sim! Eu adoro Lou! - foi tudo que ele conseguiu murmurar, perdido no prazer de ter o caralho grosso do seu papai indo fundo nele.
Seu alfa fodeu seus nervos para fora, deixando a sensação de estar à flor da pele. Harry queria ter gozado junto dele, todo soltinho, em êxtase pelo grunhido, e então, a porra quente correndo para fora de seu buraquinho, caindo no piso e melando suas nádegas, ao que Lou retirou-se e saiu de perto. Mas ele não conseguiu, bloqueado pelo anel, apesar de que, Harry acredita não ter mais nenhuma porra em suas bolas, para que possa por para fora.
— Minha vez.
Zacharie disse antes de empurrar a cabeça gorda dentro. Harry estava tão aberto e molhado que foi tranquilo. Seu cuzinho todo relaxadinho e frouxo, aceitando a pica espessa com barulhos úmidos.
Ele parecia estar alucinando, numa experiência extracorpórea. Zachy segurou sua cintura e trepou forte com ele.
Hazz só conseguia choramingar, todo manhoso. O cara ia fundo e acertava sua próstata já sensível. Era como se quisesse virá-lo do avesso. As bordas do canal estavam inchadinhas, assim como os mamilos e a cabeça roxa de seu próprio pau. O qual Ian e Tommy passaram a lamber e dedilhar, a fim de provocá-lo.
É tão abundante. Ele se sentia indo ao espaço, totalmente sem ar, e então em queda livre de volta para a terra. Sendo um sentimento opressor. Bom e ao mesmo tempo, doloroso.
Era como se o queimassem vivo, a chama vindo de dentro para fora, febril e assustador.
Urros eram ouvidos por ele, enquanto o corpo balançava pelo ar com brusquidão. Harry fechou os olhos, não podendo fazer mais do que aceitar e sentir tudo o que eles tinham para dar. Sua boca estava aberta, soltando ofegos, choramingos e gemidos entrecortados. Roucos e suaves. Zach iria gozar, ambos sentiram isso, os movimentos apressados e grosseiros, as arremetidas dolorosas, como se, quanto mais perto ele está de gozar, mais violento fica.
O ômega acha que não vai aguentar, tão… mas tão doido. Porém, seu dono para ao lado de sua cabeça, agachado. Ele segura seus cachos e os tira da frente do ouvido esquerdo, antes de começar a sussurrar palavras de incentivo.
— Você é uma menina tão boazinha, não é bebê? Aguenta tanto pelo papai. - Ele deu-lhe beijinhos pelo rosto. - Pode suportar mais um pouco, não é amor. Você é a minha garotinha forte, que vai deixá-los usá-la, e vai suportar tudo isso. Vai deixar o papai feliz.
Harry acenou freneticamente, tentando desligar todas as suas emoções e sensações para se concentrar na voz gostosa e sussurrada de Louis em seu ouvido. O acalento bondoso, a afirmação de que ele é tão bom e deixa seu papai tão feliz. Que agrada-o tão bem.
— Hazzy, amor… Você é minha coisinha preciosa! O amor da minha vida, me deixa tão orgulhoso!
Ele gemeu, longo e agudo. Seu lábios vermelho mal estava aberto, o som foi tão excitante quanto o que Zacharie fez ao gozar.
Ambos suspiraram satisfeitos, finalmente havia chego ao fim. Pelo menos para Zach. Harry acha que sua mente e alma já não estão mais presentes, assim como ele não sente mais seus membros. Nada funciona conforme seu cérebro ordena. Ele é só uma massa mole e desmiolada.
Louis passou a beijá-lo, lento e calmo, distraindo-o. Ele soluçou e chorou mais alto, entre os beijos, quando Calvin trepou com ele. Mas não sentia tanto assim, não tinha noção do tempo ou espaço. Flutuava pelo quarto para além da nuvem orgasmática em que esteve outrora. Era como um balão, rodopiando pelo cômodo.
Cal era do tipo romântico, ele foi o mais doce desde o início. Transar com ele era como mergulhar em um lago profundo e sereno. De certa forma, tão arrebatador quanto. Sua voz tenor proferia elogios com tanto carinho e apreço, que Harry não só se sentia bem fodido, como também apreciado, admirado. Era como uma musa recebendo odes apaixonadas.
Tão bom e doce, tão delicado e gentil. Louis sorria entre os beijos a cada nova frase que saia da boca do seu melhor amigo, ele também estava aprovando os elogios, e apesar de às vezes dar uma mordidinha ou outra, mais forte, demonstrando sentir um pouquinho de ciúmes, ele ainda gostava que sua boa menina fosse bem tratada, que a cuidassem.
Tão suave quanto veio, o corpo quente e macio de Calvin se foi. Dessa vez Harry não percebeu que ele gozou. Não tinha respostas de seus nervos, nem sentia do quadril para baixo direito.
Estava bem alimentado e bem fodido.
— Ainda faltam dois convidados, amor. Eles estão olhando para você como se fosse um pedaço de bolo e eles estivessem famintos. Está pronto para isso, bebê? Não posso deixar meus convidados com fome no meu aniversário, não é?
- Harry implorou para que acabasse ali, disse tudo o que sentia e o que não sentia mais em si. Estava definitivamente acabado, não achava que pudesse suportar mais uma rodada.
— Podemos fazer o seguinte, bebê. Você tem os dois de uma vez, sim? Dessa forma eles terminam juntos e este será o fim. Eu poderei limpá-la e cuidar de você todinha. Uhm?
Ele busca por os pensamentos em foco. Tenta ponderar, mas sua mente vaga, distante. A conclusão mais fácil que pode ter, é deixar que eles façam isso. Que os dois paus o fodam de uma vez.
Não sabia se seu cuzinho iria aguentar, mas já tinha sido tão abusado ali, que provavelmente não sentiria, devia estar todo aberto e escorregadio.
— Tudo bem papai, eu quero. - Louis dá algumas ordens antes de dar-lhe um selinho e sorri contra sua bochecha.
Os rapazes se juntam para retirar as cordas, e mudar sua posição, amarrando-as novamente, dessa vez mais frouxas. Ele está preso como se estivesse em um balanço. Os dois alfas que vão usá-lo desta vez, estão ao seu redor, na frente, e atrás.
Hazz deita a cabeça no peitoral de Tommy, e sente Ian em suas costas, o calor do corpo de ambos deixando ele feliz, pronto para se aconchegar numa espécie de conchinha a três.
Mesmo quando pensou que não sentiria mais nada, que seu sistema nervoso já havia pifado, ele ainda pode notar o dedo de um deles rondando sua fenda.
— Caralho! Ele está todo aberto! - Eles riram, Harry esfregou a bochecha no peito quente em resposta, sem se importar com nada.
— Eu vou primeiro, e você entra depois, ou vamos juntos, de uma vez? - Perguntou Tommy. O peitoral vibrando no rosto de Harry conforme ele falava.
— Do jeito que ele está arrombado, nem vai sentir se entrarmos de uma vez. Vamos os dois.
Eles entraram. As duas cabeças gordas buscando passagem pela borda frouxa do canal. Harry deu um pulo entre eles, assustado.
Achou, assim como todos ali, que estava tão aberto que não sentiria nada. Mas definitivamente sentiu a pontada ao que teve que se abrir para abrigar os dois caralhos espessos dentro de si.
— Papai! Por favor papai, cadê você? - Hazz implorou, chamando por seu dono desesperado. Um pânico crescente de que não aguentaria aquilo.
— Shh, está tudo bem meu amor, você vai ficar bem… papai está aqui. - Louis segurou sua mão, sentindo o suor que estava na palma escorregadia de sua bebê.
Ele beijou e acariciou a mão da sua menina. Passou a confortá-la com sua presença, dizendo a ele que estava tudo bem, que ela podia lidar com isso, enquanto Harry sentia o avançar das duas rolas em seu interior, preenchendo-o de tal forma, que o ômega não conseguia respirar direito.
Estava tão empalado em ambos os penis, que sua voz não saia mais, ele apenas balançava a cabeça, desnorteado.
Os meninos seguraram suas coxas e passaram a arremeter para cima, caçando seu buraco no ar.
— É bizarro como ele ainda parece tão apertadinho, mas ao mesmo tempo, molhado e suave. Porra! Tão gostoso! Ahh!
— Ian murmurou em no topo de sua cabeça, Louis mantinha-se por perto, ainda segurando sua mão, mas agora, mandava os outros meninas ajeitarem a sala. Em algumas festinhas de aniversário, sempre tem aqueles que ficam para limpar a bagunça, afinal.
Os caras passaram a macetar seu cuzinho sem qualquer misericórdia. Eles arranhavam e apertavam sua carne para se segurar, enquanto grunhiam e urravam, batendo com as rolas grossas dentro do canal. As lágrimas gordas escorriam pela face vermelha, seus olhos verdes reviravam sob as pálpebras fechadas, o corpo todo relaxadinho sofria com alguns espasmos. A mão suada, ora ou outra apertava a de Lou, só para garantir que seu papai estava ali ainda, consolando-o. Os muxoxos que saiam de sua boca eram incompreensíveis, e seu ventre parecia estar levando pequenos choques elétricos.
Tommy foi o primeiro a gozar, gritando em plenos pulmões, e depois dando um selinho na boquinha vermelha de Harry. Ele puxou devagar para fora, com todo o cuidado para não machucá-lo.
Ian veio logo em seguida, esporrando no cuzinho, fazendo escorrer para fora ao que puxou seu pênis. Louis tratou de retirar o anel peniano de seu bebe com cuidado, recebendo um chorinho suave e fraco, os olhos verdes se abriram, olhando unicamente para seu papai, mesmo quando os meninos ajudaram a desamarrá-lo.
Louis recebeu uma toalha úmida e fofinha, limpando a pele judiada de seu amor com delicadeza e toda a calma do mundo. Ele deu beijinhos em sua cabeça, orelha, bochechas e pelo pescoço, fazendo cócegas ali.
Ele percebeu que sua menina não estava exatamente aqui, que tudo aquilo foi intenso demais e levou ela para o subspace. Tudo bem, ele lidaria com isso.
— Amor, você está me ouvindo? - acariciou seu rosto com o dorso da mão. - consegue responder o papai, bebe?
A cabeça cacheada balançou, mas nenhum som foi ouvido.
— Vou levar você para casa, sim? Vou te dar um banho quente de banheira, com todos aqueles sais que você gosta. Também vou te alimentar. Fazer seu prato favorito, uhm? Volta para mim querida.
Os caras apenas observavam a interação, tirando os olhos deles apenas para ir atrás das roupas espalhadas e para retirar as cordas dos ferros chumbados ao teto.
Louis pegou sua menina no colo, e se apoiou no cavalete, pedindo a Calvin, ajuda para vesti-la.
Por um minuto, quando foi atrás de uma garrafa de água, prestes a soltar a mão da sua omega, ela não deixou. Apertou firme e fez cara de choro, desesperada e manhosa. Louis suspirou e voltou para perto dela, abraçando-a e a acolhendo em seus braços fortes.
— Não vou deixá-la, nunca! Você é a minha vida, meu amor. Nunca vou deixá-la sozinha.
Depois de mais alguns minutos de uma conversa amena e baixa, palavras de afirmação do quão boa ela foi e o quanto ele a ama, Harry foi retornando aos pouquinhos. Ainda muito sensível e manhoso, não deixando que Louis saísse de perto de si um segundo sequer, nem mesmo quando chegaram ao carro e se despediram dos garotos.
Cada um veio até ele na rua, para dar um beijinho em sua bochecha e agradecer pela noite, mas Harry se encolheu no ombro de Louis, todo envergonhado. Eles sorriram com afeto, beijaram-na mesmo assim, e partiram.
Já dentro do táxi, seu papai fez carinho nela, até que estivesse quase adormecendo.
— Este foi o melhor aniversário de trinta anos que eu poderia ter. Obrigada meu amor, por estar comigo… Por estar na minha vida. Você é o meu sol! Eu não poderia estar mais feliz de envelhecer ao seu lado.
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— Não ficou exatamente como eu queria, mas espero que tenham gostado! Xoxo... ﻬ ⋆ . ˙ ִֶָ ˙ ִֶָ
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Lembrando da polêmica que foi esse vídeo no twitter
Minhas Histórias
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(De outra leitora que leu Credence aqui) Tem uma cena que os filhos do Jake (Que é o tio) colocam um pornô para a mocinha assistir e ela começa a ficar excitadinha e sem perceber começa a se tocar na frente deles, e eles já vão avançando em cima dela mas o Jake chega bem na hora e manda os garotos subirem pro quarto todo grosso e fala pra garota virar pra ele e tirar a calcinha, e começa a encher ela de tapas e fazer ela prometer que não vai abrir as pernas pra eles (tudo isso com ela tremendo e gemendo, concordando com tudo que ele está falando pra ele bater mais forte)
entendi, todo mundo falando e eu n vendo a PORRA DO LINK
Nossa eu li esse livro e a decepção com o final foi ENORME, PROTAGONISTA BURRA E MASOQUISTA, e ainda teve o casal sem graça que formou no final... Mas o resto foi bom
🎀¸.•*pyjama délicat
¸¸.•*Aquele que a rotina de trabalho muda quando Louis encontra uma camisola rosinha no sofá do seu cliente e inevitavelmente acaba com os seus dedos dentro da sua boquinha bonita!
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Harrybottom/ LouisTops
-HarryInter! Harry com bocetinha
-Não há a utilização de preservativos!
-Utilização de kinks durante a oneshot
-Bellybulge;
-Dirtytalk, palavras usadas como: bucetinha, buraquinho, seios, caralho, pau, grelinho e entre outros!
Caso não se sinta completamente satisfeito com os avisos acima, não se force a ler.
❈-❈-❈
Trabalhar como jornalista havia sido algo realmente grande para Louis, ainda que não fosse nomeado como repórter, a área mais conhecida pelo nome jornalismo, atuava em algo que realmente havia desejado há bastante tempo. Tomlinson costumava produzir conteúdos, tanto para agencias de comunicação assim como para clientes diretos, que por sua vez, costumava entrar em contato com ele via e-mail e onde debatiam sobre o tema que Louis precisaria construir seu trabalho em cima.
Se sentia realmente feliz enquanto trabalha com isso, sente-se quase como um profissional autônomo. Louis não trabalha para qualquer emissora ou algo do tipo diretamente, desde que começou a exercer a área, sempre priorizou trabalhar para clientes diretos, dessa forma conseguia tornar sua rotina mais flexível com seus outros afazeres, apesar da grande demanda.
O moreno sempre teve uma boa vida financeira, seus pais desde tão pequenininho sempre se empenharam bastante para que nunca passassem qualquer dificuldade, ainda que as más línguas digam que o dinheiro da família Tomlinson era sujo. Bom, você poderia tirar suas próprias conclusões; desde que ambos Senhor e Senhora Tomlinson sempre puderam se dar o luxo de caviar, trufas brancas e queijo de alce postas sobre a mesa do café da manhã com uma bela xicara de chá, de onde vinha o dinheiro não era problema. Louis cresceu com tal mentalidade de que não precisaria se preocupar o suficiente com a sua renda mensal pelo seu emprego, e influenciado ainda por papai e mamãe para não trabalhar durante toda ela, já que teriam dinheiro o suficiente para sustentar ao menos suas quatro próximas gerações.
Louis sabe muito bem disso.
No entanto, o filho único Tomlinson nunca se sentiu completamente feliz com a ideia de passar sua juventude, ao menos o fim dela, e toda sua vida adulta desocupado e talvez viajando tanto ao redor do mundo. Não gostava da perspectiva de se sentir inútil. Ainda um tanto aéreo a economia de todo o resto de Londres e visto que o ramo que seguia poderia ser substituído por inteligência artificial brevemente, se sentia completamente feliz fazendo aquilo que gostava.
Afinal, ocupava a maior parte do seu tempo escrevendo e produzindo coisas, além do outro resto de horas que passava se exercitando e passeando com seus cachorros. Obviamente, a ideia de passar todas as horas completas do dia com alguém usufruindo todo aquele dinheiro parecia algo um tanto tentador para o homem de vinte e cinco anos, mas ainda, não tão tentadora quanto gostaria, visto que junto a ele não existe quaisquer par romântico.
Não costumava produzir artigos voltados para marketing, mesmo eliminando boa parte de suas demandas ao recusar isso, ele filtra bastante sobre o que gostaria de trabalhar, apenas o trás pequenos casos criminais para escrever e produzir em forma jornalística, publicando nos pequenos blogs e até em sua maioria, recebendo propostas de grandes emissoras para os escrever e ser publicado em grandes páginas. Algo notoriamente instigante. Ele realmente gosta do que faz, apesar de colocar a culpa das noites mal dormidas nos casos terrivelmente detalhados e catastróficos que recebia, e não em falta de companhia.
Não que o moreno tatuado estivesse dispensando os bichinhos peludos! Por deus, não. No entanto sua caixa de e-mails continuava cheia e o trabalho era algo que ocupava realmente muito tempo.
→Olá, boa noite, Senhor Tomlinson. Li alguns artigos que você escreve à respeito de alguns casos, e gostaria de dizer que estou incrivelmente interessado :)
Tomlinson não deixou de pensar em como o rostinho escrito no fim da mensagem e o 'kitty' escrito no final do e-mail do garoto não passaram despercebidos e soou tão fofo em sua cabeça. Apesar do tempo o ensinar que não deveria o julgar por algo tão bobo, era inevitável pensar como estaria recebendo aquela proposta dessa vez. Deveria ser direto e profissional, no entanto, não mencionou aquilo.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Boa noite, Senhor Edward. Gostaria que me fizesse um breve resumo da sua proposta, se não o for incomodo, podemos analisar juntos e então chegar a um acordo.
→Oh, certo. Pode me chamar de Harry, por sinal. Acredito que não trabalhe diretamente com marketing, mesmo que pessoalmente eu não ache que isso se enquadra. Sou um escritor de contos de terror amador, e nessa nova trilogia eu apresentaria casos criminais que soariam como casos comuns, gostaria que me escrevesse algo a respeito desse, para que eu pudesse publicar como um real artigo jornalístico e fazer as pessoas se interessarem pelos contos. Sei que não trabalha exatamente com isso, mas tenho admirado há bastante tempo a maneira como trabalha com as palavras em seus artigos para o jornalismo e gostaria que produzisse um para mim.
Anexo.doc!
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Eu acho a proposta tentadora, Harry! E tem sorte que eu esteja interessado em me arriscar na escrita jornalística para outros meios também. Aprecio que goste da minha maneira de noticiar as coisas. Irei dar uma olhada no documento.
→Muito obrigada pela oportunidade :D, eu estou disposto a tomar uma xícara de chá em Londres se realmente se interessar pela proposta, tenho um bom investimento e estou realmente focado nisso!! ;)
Louis riu em como o garoto poderia facilmente exigir que eles se encontrassem pessoalmente. Louis sempre preferiu ser mais recluso e realizar suas reuniões de forma virtual. Não nega que estava um tanto animado em se aventurar em outro tipo de escrita e desenvolver algum tipo de parceria com aquele escritor novo no ramo. Seria algo diferente de qualquer forma. O moreno gostou muito da ideia e a maneira em como o garoto estava sendo compreensivo deu um animo encorajador para ele.
Queria que aquilo realmente funcionasse. Alongou a coluna enquanto ainda estava sentado na cadeira, bagunçando o cabelo castanho com as mãos secas e suspirando ao pensar em como aquilo poderia funcionar. Fala sério, o quão irracional o garoto estaria sendo se fosse em alguma cafeteria e talvez planejasse seu assassinato. Isso daria um bom livro... Tomlinson precisa fazer uma pequena anotação sobre como precisa se preocupar mais com o fato de se distrair tão rápido! Piscou os olhinhos azuis distraídos e voltando a responder Styles depois de algum minutos.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→Nunca realizei reuniões pessoalmente, mas aproveitando que está em Londres também, deve ser uma boa oportunidade. Ao menos que esteja planejando meu assassinato, então me avise previamente para despedir dos meus cachorrinhos hahahaha. Quando fica melhor para você!
→Hahaha, talvez seja mais fácil acontecer o contrário. Podemos nos encontrar no Café Monmouth, Seven Dials? É mais movimentado. Podemos ir na sexta durante à tarde, se não for incomodo. Pode me dizer o que vai vestir? Não quero me dar o luxo de te confundir com algum senhor barbudo de lá.
Louis olhou rapidamente no calendário, lendo que ainda estavam na quarta e concordando baixinho com um murmuro fofo, como se seu cliente pudesse o escutar. Tomlinson sorriu mais uma vez para a tela, com o quão incrivelmente amigável o garoto conseguia ser.
louist.journalcontact @ mail.co.uk
→ Eu tenho uma reputação a zelar, senhor Styles! Soa perfeito para mim, estarei usando uma regata preta, tenho algumas tatuagens no braço, me encontre lá com a sua propostas, e se não for incomodo, a ideia do seu conto!
Harry não deixou de sorrir do outro lado da tela também. Esperava pessoalmente que o colunista fosse talvez ser um pouquinho arrogante com a sua ideia nova, dado que alguns haviam desistido da sua proposta antes mesmo de pensar em Tomlinson. Apertou os olhos verdes, pensando em como seria a sua aparência, já que Louis nunca se deu o trabalho de aparecer nas mídias por mais de seu nome. Regata preta. Tatuagens no braço. Colunista Louis Tomlinson. Cafeteria Monmouth, Seven Dials.
Dali dois dias!!
¸¸.•*
A garota se certificou em fazer uma pequena nota mental sobre as coisinhas que precisava levar em relação a sua proposta para Louis. Levou um pequeno exemplar de sua última obra e continho de terror mais recente, ainda que não estivesse sido notificado como best-seller, era uma ótima história de suspense.
Decidiu que para se encontrar com o jornalista, ele gostaria de se vestir mais formalmente, não queria causar uma péssima impressão! Precisaria se vestir de maneira séria, dispensando as presilhas de lírios para sair e apenas deixando com que os cachos ficassem bem arrumadinhos em um coque, com roupas que cobriam todo o seu corpo e o deixaria aquecido para a tarde gelada na Inglaterra, com uma blusa de trico bege que escondia perfeitamente seu segredinho de possuir seios gordinhos em baixo! Não gostaria de sentir ter a possibilidade de receber olhares tortos de Louis Tomlinson.
O vento friozinho deixava suas bochechas mais coradas que o normal e ele esperava profundamente que pudesse se manter aquecidinho com uma xicara de cappucino no Café. O ambiente estava também um tantinho cheio, mais que o previsto, portanto, Harry se certificou de chegar algum tempo antes para que pudesse pegar uma mesa vazia para os dois e já deixar seus lábios gordinhos com o gostinho amargo da bebida, separando os documentos e em como gostaria que Louis fizesse sua noticia detalhadamente. Sentia os olhos piscarem em agitação junto com o seu peito, animado para aquela oportunidade de promover seus contos e como seria um grande passo na sua carreira de escritor.
Os barulhos de conversa demasiadamente alto irritavam um pouquinho o cacheado, enquanto ele franzia o lábio juntamente com as sobrancelhas, nervoso que talvez não conseguisse encontrar o colunista em meio a tantas pessoas agitadas durante a tarde. Sentiu um leve toque no seu ombro, quando um homem de olhos azuis e os dentinhos bonitinhos o olhava com um sorrisinho charmoso nos lábios. Observou ele torcendo a cabeça para o lado quando começou a falar e sentiu os olhos verdes automaticamente ficando mais brilhantes para o tanto que seus poros escorriam beleza.
—Boa tarde, você é Harry Styles, não é? —o cacheadinho desceu os olhos para a regata preta que grudava um pouquinho em seu peito, as tatuagens nos dois braços delineados e a voz rouquinha. Os cachinhos balançaram no coque, enquanto olhava quietinho para o colunista, ainda um pouquinho surpreso já que definitivamente não era a aparência que esperava ele tendo. Porra, ele parece tão novo e bonito... —Não tenho mais certeza se é Harry. Seria engraçado para uma primeira reunião presencial eu errar a pessoa que deveria conversar.
—Não, não. Eu sou Harry sim. Boa tarde, Tomlinson — sorriu exibindo os dentinhos de coelhos por baixo dos lábios e corando um pouquinho mais as bochechas quando o homem se sentou na sua frente, ficando por alguns minutos em silencio antes de pedir uma xicara de chá e voltar a olhar para Harry o encarando com os olhos verdes bonitos, logo após ligar seu notebook. Tomlinson consegue citar cada característica do homem bonito na sua frente, e a maneira como ele estava mordendo o lábio inferior vermelho pela bebida quente enquanto era um pouquinho desajeitado com as folhas.
Se talvez não fossem as circunstancias, Louis poderia tão facilmente sair com o garoto cacheado com outras finalidades, faz tempo que não beija. Tomlinson respirou fundo, soltando uma risadinha contida para si mesmo e seus pensamentos que estavam viajando para outro lugar antes mesmo que pudessem trocar cinco minutos de diálogo constante.
—Eu achei que precisaria te procurar, Louis! Como me achou?
—Harry, não é tão dificil não te encontrar quando tem um adesivo grande escrito 'Styles' junto de um coelhinho branco na capa do seu notebook. —Harry arregalou os olhos bonitos, se esquecendo brevemente daquilo e brincando com a ponta dos dedos envergonhada.
—Ei! Eu poderia ser qualquer Styles. Devem existir muitos Styles por toda Londres.
—Foi arriscado, eu sei! Mas era você no fim das contas —piscou um dos olhos na direção dele, soando gentil e charmoso. Harry pensava se em algum momento iria derreter pelo jeitinho que ele era tão gostoso com cada mínima ação que tinha, ou se ele agia assim com todos os seus clientes e não estava tão acostumado com alguém tão bonito o olhando assim intensamente.
—Mhm, certo. — Harry tossiu baixinho, desviando do sorriso ladino que Louis dava para ele da forma mais sútil possível, buscando o exemplar pequeno da sua última obra de terror e separando as ideias em tópicos organizadinhos em um bloco de notas do notebook. —Estava pensando em algo que pudesse te beneficiar no fim das contas também, de um jeitinho profissional. Tenho algumas ideias para o meu conto e se quiser eu posso explicar o enredo dele detalhadinho. —O cacheado sorriu animado sentindo quando o moreno na sua frente desviou o olhar por poucos segundos, agradecendo a garçonete pela xícara de chá, e voltando a ficar completamente concentrado nas palavras escorregando pelos lábios vermelhos e beijáveis.
—Eu estava procurando trabalhar com algo diferente dessa vez, sua proposta chegou em um ótimo momento!
—Isso é incrível! — exibiu as covinhas fundas nas bochechas, quando tomou um grande fole do cappuccino e voltou a falar de maneira agitadinha sobre todas as suas ideias e de como aquilo poderia ser desenvolvido. —A sua notícia não seria exatamente noticiando algo por que vai ser totalmente ficcional, mas, mhm, a personagem basicamente procuraria cometer assassinatos e delitos em busca de se tornar alguma figura dos filmes de terror clássico. Ela tem uma grande fascinação por filmes de terror, faria isso até ser realmente considerada relevante no mundo dos crimes mas não apenas tratada como uma serial killer!!
Louis sorriu mais ainda para como ele conseguia se animar na maneira que falava sobre seu próximo livro publicado.
— Onde posso entrar, Harry?
—Oh, certo. Mhm, você faria as matérias escritas, como em colunas de revistas relatando os assassinatos que a personagem cometeu mas como se não existisse qualquer suspeito ainda. Eu me encanto pela forma que você consegue prender a atenção das pessoas que leem suas notícias, gostaria de saber se aceita essa proposta! –Harry sentia os lábios repuxando e o olhar de Louis passando por cada centímetro do seu rosto enquanto falava, realmente entretido com aquilo tudo.
—Está pedindo para que eu espalhe fake News, Harry Styles? — o moreno de regata riu divertido com a expressão preocupada que tomou o rosto do cacheado por alguns segundos, antes de notar que era alguma brincadeirinha do colunista para se enturmar.
—Não, Loooouis! —riu junto. — Gostaria que desenvolvesse as notícias, podem ser apenas pequenos bloquinhos detalhando as causas das mortes do suposto caso criminal ainda, e então colocar ao lado do seu nome na matéria, dizendo que poderiam ler sobre aquilo no meu livro. Me perdoe se a proposta for arriscada demais, Tomlinson. Eu estive procurando por algum colunista mas é tão difícil achar alguém que realmente aceite algo desse tipo. Seria uma ótima oportunidade de divulgar o meu trabalho com tanta credibilidade igual a sua.
—Você é bom nisso. Em escrever —piscou o olho charmoso mais uma vez. —Eu fico feliz mesmo que goste tanto assim da maneira que eu escrevo, realmente, Harry. Eu gosto da sua ideia, é bem sonhadora para ser sincero mas é particularmente muito boa. Meu trabalho nunca foi minha fonte única de renda então sempre filtrei tanto nos trabalhos que pego, mas acho que quero arriscar com o que você tem em mente.
Sentiu o coração agitar ao que os olhos bonitos do Harry aumentaram em expectativa, entraram em um consenso que Louis antes veria a maneira como deveria escrever e todo o resto mais detalhadamente para então discutirem sobre valores. Harry se sentia completamente realizado e poderia ficar ainda mais alegre com o jeitinho que Tomlinson o olhava com algo beirando o desejo e o brilho no azul dos olhos pequenos e as ruguinhas não escondiam isso.
Mas, oh, isso não é assunto que se debata entre uma reunião de negócios para a carreira de um cliente, nunca mesmo! Harry ainda sentia a perguntinha matutando na sua cabeça se o seu futuro parceiro de projeto seria tão quente conversando com todas as pessoas ou se estava em um momento especial para ele, enquanto flertavam silenciosamente.
Louis agradecia aos céus e aos reinos que não tivesse perdido o jeito de flertar com alguém depois de um longo tempo sem fazer aquilo.
Depois de mais alguns minutos, com os lábios quentinho das bebidas que soltavam fumacinha e as xícaras sem uma gota do docinho, Harry presumiu que já estava no momento de se despedirem e discutir mais sobre isso, em alguma outra oportunidade.
Ele teria a certeza que haveria outra oportunidade. Que fosse pessoalmente também, em algum lugar mais calmo para escreverem sobre aquilo e que pudessem falar menos agitados um com o outro.
—Mhm, acha que podemos marcar algum outro dia para nos encontrarmos e falarmos sobre o projeto, então?
—Sim. —Harry riu com a forma que o homem não relutou ao menos um pouquinho em respondê-lo sobre aquilo. Oh, certo, talvez o desespero pela nova oportunidade deixasse o moreno gostosinho eufórico assim, ou ele estava realmente retribuindo seus olhares.
Styles tentava a todo momento ser o mais discreto possível, mas ele não era o melhor de todos nisso...
—Posso continuar te mandando os e-mails para marcarmos outro dia e falar mais sobre isso, acho que me deu inspiração para escrever mais hoje!
—Me passe seu número, é mais fácil de achar seu contato do que em meio a inúmeros outros e-mails de propostas, Harry. Podemos ir em algum lugar mais calmo e privado da próxima vez. —falou a última parte com um leve tom de malícia que com toda certeza não passou despercebido pelo cacheado, que a certo ponto estava hipnotizado por esse enquanto passava seu número e deixava um beijo no maxilar de Louis coberto pela barba coberta e ralinha.
--Obrigada.
Porra, até o cheiro da sua pele era incrivelmente mais deliciosa de perto.
***
O convite de trabalho disfarçado foi definitivamente mais explícito do que Louis achou que seria. Não dizendo que ele não estava contente com aquilo, ele estava, realmente contente com o convite. Styles havia o chamado para seu próprio apartamento daquela vez, com alguma desculpa que havia desenvolvido ideias novas e seria legal conversarem mais sobre aquilo para iniciar.
Louis estava satisfeito de início com o caminho que aquela nova proposta estava tomando! Iniciou de antemão a introdução das matérias por meio do computador, batendo nas teclas rapidamente enquanto as palavrinhas apareciam na sua cabeça, e ele se agitava com a ansiedade. Escreveu talvez alguns parágrafos de introdução para cada uma das matérias que Harry o detalhou da última vez, sem detalhes pois seria melhor desenvolver eles na presença de Styles.
Ele teria a presença de Styles dali alguns minutos de qualquer forma!
A porta do seu apartamento estava entre-aberta desde que Tomlinson chegou na recepção e o cacheado pediu para que liberasse a entrada do colunista. O ambiente era calminho e agradável, ainda que Louis conseguisse sentir seu coração palpitando forte e os dedos ásperos apertando a pequena bolsa do seu notebook.
Pensou diversas vezes em fazer a barba antes de sair de casa, mesmo que ela estivesse bem ralinha ainda e gostasse da forma como ficava bonito nela. Não fez com medo de Styles achar ele inconveniente e achar que está se encontrando com o cacheado com outras intenções não mais que trabalho! Louis não queria soar rude mesmo que tivesse passado tantos pensamentos envolvendo o outro garoto.
Harry deixou que a água fervesse para preparar duas xícaras de chá. O tempo estava ameno, mas seria reconfortante tomar o líquido docinho com um pouquinho de leite. Verificou se não tinha qualquer peça de roupa no sofá, onde os dois ficariam para desenvolver o artigo.
Harry morava em seu apartamento sozinho, então tinha tanta liberdade para deixar suas roupas e pijaminhas largados pelo sofá quanto qualquer outra coisa. A última coisa que fez antes que Louis batesse lentamente na porta, foi afofar as almofadas e dar uma última verificada.
Pensou mais uma vez sobre como seria terrível perder sua oportunidade única pela sua condição.
Tomlinson apareceu com suas roupas caras, de alfaiataria provavelmente. Harry se encolheu com a sensação de ter uma casa tão pequenininha e estar usando roupas simples, tão distante da realidade do colunista famoso. Suas bochechas coravam ele sorria pequenininho quando sentia os olhos azuis passando por todo seu corpo delineado nas roupas folgadinhas. O cacheadinho quebrou o silêncio.
–Oi, Louis –sorriu bonitinho. –Mhm, pode já ir se sentando no sofá, fiz chá, vou trazer um pouquinho para nós.
Tomlinson olhou mais uma vez para a sua cintura fininha e bonita pela marcação da blusa, soltando um arzinho pelo nariz e sentindo o coração palpitar com os pensamentos sobre ter o corpo branquinho no seu colo ou qualquer outro cenário no meio daquela sala espaçosa.
–Suas ideias já estão nas folhas em cima da mesa de centro?– o moreno perguntou com a bolsa onde protegia o notebook em baixo do braço marcado pelas veias salientes. Quando se sentou confortavelmente no sofá e iniciava os arquivos para conversarem direitinho sobre aquilo.
O tempo passou mais rapidinho do que os dois esperavam inconscientemente. As duas xícaras de chá já estavam vazias exatamente 40 minutos depois, com Louis pessoalmente entusiasmado com a ideia diferente do escritor, sorrindo com uma risadinha presa quando o cacheado se animava um tanto e fazia muitos gestos explicando sua história. Harry sentia as bochechas corando cada segundo mais com as encarnadas do mais Velho em sua direção. Esperava estar escondendo muito bem.
–Oh, certo. Acho que seria importante pontuar em como a personagem estava completamente alheia a situação. Antes da situação começar. Podemos colocar a personagem fazendo qualquer coisinha, como fervendo a água, vou fazer mais uma cápsula de chá e então podemos desenvolver isso.
–Eu gosto da ideia da inocência que vai ser retratada, parece clichê mas vai surpreender ao decorrer da notícia. –Louis concordou com as bochechas vermelhas das risadas anteriores e as ruguinhas nos olhos pela mente do enrolado. –Acho que vamos terminar suas notícias comigo fissurado pelo seu livro. Essa divulgação vai ser incrível.
Harry enrolou a ponta da blusa nos dedinhos finos, honrado do pelo elogio do colunista. Sua cabeça foi para outra coisinha quando finalmente voltou a reparar o mais velho minunciosamente. Estava distraídinho com seu projeto mas agora, o olhando pela ponta do carpete, o jeitinho que ele estava sentado, com a postura relaxada, notando que ele esteve o olhando com as mãos em cima da coxa e o sorrisinho de canto pelo tempo todo. Porra, ele parecia tão gostoso assim. A calça social marcava perfeitamente o volume das suas coxas e as tatuagens diversas nos dedos fazia ele pensar como se pareceriam enfiadinhos na sua boca.
–Certo, estou indo fazer mais chá. Mais uma xícara?
–Sim, por favor.
Tomlinson conseguiu finalmente soltar a respiração pesada que esteve prendendo por tanto tempo. Desviando o olhar rapidamente quando o garoto apareceu na sua frente andando em direção à cozinha, e apertando os olhos azuis. Olhou o horário no relógio de pulso quando abriu os olhos novamente.
–Açúcar? –Harry gritou da cozinha.
–Não, obrigado, Haz. Sem, por favor. –Levantou para esticar as pernas e desprender um pouco a calça marcada no seu pau. Olharia na direção de Harry o menos possível, pelos próximos minutos, apenas olhando para a tela do computador! Faria esse esforcinho. –Não acredito que toma chá com açúcar!
Riu baixinho com a provocação para o branquinho, enquanto ajeitava as almofadas no intuito de distrair a mente. Torceu os olhos quando viu o pedaço de um pano rosa em baixo de uma delas, curioso, puxando a pontinha do tecido de seda e gemendo desacreditado pela peça delicadinha e feminina no tom rosa bebê que tinha na mão. Porra, Harry disse que morava sozinho. Aquilo devia com certeza ser de alguma garota que havia levado para seu sofá, talvez.
–Que ofensa, Lou! Eu nunca colocaria açúcar no meu chá. –levava os dois pratinhos com as xícaras vermelhas em cima em passos delicados, com medo de que derrubasse. Até os colocar em cima da mesa de centro.
–Harry, tem que ter mais cuidado onde deixa as roupas das garotas que trás aqui. –aprontou despretensiosamente para o tecido rosado com as rendas branquinhas e tão bonito na ponta do sofá, totalmente descoberto. Acompanhando as bochechas de Styles ficarem em um tom quase vinho e os seus olhos encherem de lágrimas.
–Senhor, que vergonha –tampou os olhos com as palmas das mãos delicadas, sentindo a timidez sair dos poros do seu corpo. Fazia um biquinho de chateação que prontamente foi descoberto quando Louis tirou suas duas mãos do rosto, para o ver direitinho.
–Está chorando? Harry, é só uma camisola. A guarde para devolver para a garota.
–Não, Louis, é minha!
O cacheado tem certeza que o silêncio que prosseguiu na sala demorou muito menos do que parecia do seu ponto de vista, mais envergonhado que antes pela situação e pronto para que Louis o fizesse uma cara de nojo assim que estivesse indo embora do projeto.
–Porra, é tua? –os olhos azuis brilhavam, quando as veias salientes pareceram ainda mais sobressaltavas nos seus braços e suas mãos, os punhos serrados. –Senta aqui do meu lado.
–Não preciso repetir, Tomlinson. Vou guardar e podemos tomar o chá para finalizar a notícia, certo?
–Não. –respondeu o escritor firmemente, admirando seu ainda biquinho e preocupado suficiente com o choro baixinho do outro para que pensamentos perversos surgissem. Olhou o jeitinho que as pernas grossas se espalharam no sofá por baixo do shortinho de tecido fino do garoto, engolindo a saliva quando pensava sobre o quão bonito e delicioso ele ficaria por baixo da camisola, com os biquinhos dos peitos tão aparentes e babadinhos depois que deixasse Louis o machucar e chupar por cima da seda.
Harry sentou pertinho do colunista famoso ainda um pouquinho recluso, obedecendo tudinho que ele pedia sem pensar duas vezes.
–Coloca a perna na minha coxa, Harry. Olha para mim.
Harry sentiu as bochechas quase caírem do seu rosto de tão envergonhado que se tornava a cada segundo, com as camisola em cima da outra perna do colunista, que por sua vez, tinha o colo completamente ocupado com a coxa grossa de Styles em seu shortinho largo e fininho!
–Por que está chorando? –Louis perguntou delicadozinho para o mais novo. Passava a pontinha dos dedos por toda sua coxa arrepiada, tão perto da barra do tecido moletom branco, como se estivesse apenas brincando com ele a este ponto.
–Está brincando? Isso é tão idiota! Estamos aqui a trabalho, não pode pegar uma peça minha íntima e fingir que está tudo bem! –fez um biquinho com os lábios ainda restando o aroma quente do chá. –Ainda é um pijama! Feminino! O quão ridículo isso soa, Louis?
–Não entendo ainda o que importa se é uma peça feminina.
–Esse é o problema, Louis! Eu sou um garoto, deveria usar coisas de garoto.
Louis lambeu os lábios antes que tomasse fôlego para falar novamente. As pontinhas dos dedos cada vez mais perto do quadril branquinho, empurrando a barra do short suavemente e fazendo um carinho que deixava os mamilos marronzinhos do outro arrepiados na camiseta, ainda que os montinhos dos seios estivessem quase escondidinhos do garoto.
–Ainda ficaria gostosinha de pijama. – sorriu de ladinho, mostrando os dentes branquinhos quando dava o sorriso mais cafajeste que pudesse ter lançado para o escritor.
Tomlinson parecia estar regulando tanto a respiração aquele ponto. Com a mão livre do toque na pele do cacheado, ajeitou o caralho que começava a endurecer por baixo da calça social, com um pequeno apertozinho em uma tentativa boba de conter o tesão que sentia. Harry sentiu o olhar baixo ser automaticamente atraído para o colo de Louis, observando com os olhinhos brilhantes e ainda molhadinho a a grossura rígida em volta da palma da mão tatuada, arrepiando novamente toda a sua pele e arrancando mais uma risadinha zombeteira de Louis pelo quão ela parecia sensível.
–Não precisa dizer isso. Por favor. Você não sabe como eu sou.
–Não entendo onde está querendo chegar, querido.
–Louis eu sou um garoto, mas nasci com as partezinhas de uma mulher, o quão ridículo isso soa?
–Você...
–Pode se sentir livre de parar nosso projeto por aqui se quiser, por favor, não quero olhares feinhos na minha direção. Não era para ter descoberto isso.
–Está dizendo que tem...? –Louis perguntou mais uma vez, ainda fissurado o suficiente e esperando que Harry dissesse em voz alta para sanar sua dúvida sobre o que estava realmente pensando.
–Quer me fazer sentir pior? Poxa, eu tenho seios e uma florzinha. é tão humilhante.
Harry dizia tudo aquilo com um pesar tão grande no inicio de uma chateação que não notava os olhos azuis de Tomlinson brilhando em sua direção e como se tornava a cada segundo que passava mais marcado na calça social grossa.
–Por que eu te acharia ridículo? Não.
–Fala sério, não precisa mentir... –apertou a pontinha dos dedos, pronto para se levantar e esconder-se no quarto até que o colunista já estivesse fora de casa, para chorar pelo restante da semana.
–Acha que eu estou mentindo, Hazz? –apertou a coxa do garoto enquanto falava, com firmeza entre os dedos e olhando mais uma vez para seu colo, ao que indicava para o outro olhar também e reparar em como seu pau parecia tão marcado no tecido. –Eu 'tô duro pra caralho para você, não 'tá vendo?
Harry saiu da sua bolha de chateação, ainda um pouquinho surpreso pela reação inesperada do mais velho quando concordou com a cabeça devagarinho, ainda hipnotizado o suficiente para não conseguir dizer mais nadinha e apertar sua própria palma da mão em cima da de Louis, como uma breve indicação para que ele fosse mais firme com o carinho em sua perna nua. O choro baixinho foi contido pelo restante do tempo, quando Styles adquiriu os olhos verdes brilhantes ainda olhando para o colo do moreno e a boquinha entre-aberta.
–Realmente por mim? –apertou a sua mão em cima da palma aberta de Tomlinson em sua coxa, pedindo para que ele o apertasse mais em ao menos perceber este ato. Recebeu um aceno confiante de Louis em resposta, observando com tanta atenção o busto da cacheada e notando por fim o volume marcadinho dos seus seios, se perguntando como não havia os visto, mesmo que ainda tão escondidinhos.
–Porra. Não acha melhor parar por aqui?
Styles mordeu a boca molhadinha mais uma vez, com os olhos amendoados olhando como uma cadelinha pedindo por qualquer coisa para o mais velho e negando sutilmente com um movimento delicadinho.
Quando por fim grudou seus lábios nos de Louis, soltando um suspiro tão baixinho de fino que mais se pareceu com um gemido, beijando ele devagarinho e com a língua quentinha entrando dentro da boca do colunista famoso.
–O-oh, mhmm – acenou a cabeça em concordância com os olhos fechadinhos quando Louis puxou sua mão para cima do cacete completamente duro, apertando a palma quente em seu próprio comprimento e fazendo com que Harry segurasse nele tão firme a ponto de sentir a glande pulsando nos seus dedinhos. Louis riu baixinho com o quão Harry estava todo entregue tão facilmente e com os diversos cenários na sua cabeça sobre como poderia colocar o corpinho magro de quarto de apoio na mesa de centro e comer sua florzinha até estar transbordando de porra.
Voltou a grudar suas bocas, o beijo se parecendo um pouquinho mais desesperado dessa vez do que jamais esteve, completamente entregue ao moreno tatuado e o punhetando com delicadeza ao que sentia sua outra mão fazendo carinho na barba rala do queixo ossudo. Soltou mais um ofego alto, quando sentiu as pontas dos dedos frios de Tomlinson chegando pertinho do lábio da sua buceta gordinha já por baixo do short, sentindo as pernas longas se contorcerem com o quão impaciente estava parecendo para ele.
–Porra. –Louis suspirou fundo com a mão delicadinha ainda acariciando a pele macia do cacheadinho, olhando para Styles com os olhos semi cerrados e um sorrisinho de canto. Puxou o lábio gordinho inferior na ponta dos dentes, afastando o rosto quando ele fez movimento de voltar ao beijo lentinho. –Você é todo desesperadinho, não é? Parece que nunca ninguém comeu sua bucetinha direito.
Harry apertou a boquinha com os olhos arregalados, como se estivesse sido descoberta com tanta facilidade assim, acompanhando quando o caralho grosso de Louis pulsou mais forte na sua mão, soltando a pré-porra com tanta força pela calça.
Louis grunhiu quando entendeu o olhar envergonhado do escritor, sentindo o coração acelerar e tão ansioso para que conseguisse comer ele pelo resto do dia todo.
–Ninguém te comeu, amor. Vai ser todo apertadinho para mim, não vai? Vai ficar deitadinho com as mãos para trás e rebolar no meu caralho igual uma putinha desesperada. –Tomlinson riu na boquinha dele quando voltou a grudar os lábios com desespero, tocando ainda com delicadeza a sua pele nua da xotinha por baixo do shortinho fino. A sua outra mão segurando firme o quadril de Harry no sofá, para que sentisse ter total controle do corpo, enquanto o polegar macio chegava cada momento mais perto do centro molhadinho e o quentinho do seu grelinho.
Com a sua boca gemendo baixinho contra sua língua, se tornava todinho maleável.
–Mhmm, s-sim –Harry apertava com mais força os olhos verdinhos fechados, empurrando o quadril contra a mão de Louis e implorando para que ele fizesse qualquer outra coisa além de só acariciar os lábios da sua florzinha, pedindo de forma quietinha que ele enfiasse as pontinhas dos dedos em seus lábios pequenos e o tocasse tão cuidadosamente assim no grelinho.
Harry sentia que a cada momento que passava se tornava mais desesperadinho por qualquer outro contato mais firme com Louis. Não se importava realmente com o que ele quisesse fazer consigo, desde que tivesse alguma coisinha para se lembrar pelas próximas noites enquanto se tocasse e enfiasse os dedos longos bem fundo no seu buraquinho por baixo do pijama.
Como se seus pensamentos tivessem sido sussurros para Louis, o outro abriu os olhos enquanto sentia os gemidinhos na sua boca e suas línguas se enrolando, para chupar o músculo molhado do mais novinho e separar os lábios com um fio de saliva novamente.
–O pijama, mhm? –sentiu o corpinho saltar na sua mão quando o indicador encontrou a poça de lubrificação que ele soltava em baixo do shortinho, espalhando o liquido ralinho por todo grelinho gordo dela. – Coloca o pijaminha para mim!
Deixou de tocar o cacheado por completo, esticando os braços e colocando apoiado no encosto do sofá, ainda com o quadril jogado para cima e as pernas completamente abertas na postura relaxada, esperando que Harry se levantasse para colocar a peça bonitinha. Harry se esquecia por algum tempo como estava apreensiva que Louis descobrisse isso, agora, com os olhares de Tomlinson, se sentia tão desejada a ponto de não pensar em qualquer outra coisa que não fosse fazer coisinhas obscenas com o colunista.
–Sim, sim –Styles respondeu apressadinho, pegando o tecido rosinha e macio em cima da perna de Louis ainda, deixando de o tocar por completo e afastando as coisinhas de cima da mesa de centro para o canto, se sentia sufocado com elas tão pertinho. Fez como se estivesse se retirando para se vestir como o outro havia pedido, quando sentiu ser impedido.
–Não, não, pode se vestir aqui na minha frente? Tira a roupinha e coloca a camisola pra' mim. –Apertou o pau grosso por cima da calça ainda vestida, desabotoando os primeiros botões e descendo o zíper para que deixasse apenas a boxer aparecendo com a roupa ainda vestida, seu cinto grosso de couro parando em qualquer canto do sofá que realmente não se importou. As veias protuberantes ainda mais marcadas do que antes, deixando Harry doidinho para que pudesse fazer alguma coisa.
Levou um sustinho quando sentiu a saliva caindo do cantinho da sua boca e concordou com um múrmuro animado para se vestir para Louis. Ainda com os olhos verdes grudados na mão tatuada acariciando o próprio pau. Tirava a blusa larguinha, sentindo a pele arrepiar ainda mais com os mamilos expostos no ar geladinho da sala, completamente vermelhos dos beliscões que causou em si mesmo em um momento de excitação de manhãzinha. Os seios pequenos aparentava ser completamente gostosinhos em um tamanho médio, balançando em seu busto quando retirou a peça com pressa, sem qualquer sutiã por baixo.
Louis ainda pensa sobre como deixou passar despercebido.
Prendeu os dedos na barra do short, lambendo os lábios enquanto via Louis tirando a cabecinha do pau para fora da boxer, ainda o mantendo preso, para grunhir com o maxilar ossudo apertado e massagear a glande gorda.
Foi mais rápido do que estava pensando em ser naquele momento, excitada para vestir o pijama e se sentar do ladinho de Louis novamente. Ansioso para a próxima parte.
Suas coxas grandes se contorceram quando tirou o short, apertando a buceta no meio delas, ainda um pouquinho envergonhada, se apressando para se vestir rapidinho e não notando quando o tecido rosa se tornava transparente quando não vestia qualquer outra coisa por baixo. Chegou pertinho de Louis novamente, jogando as roupas no chão e se sentando com as pernas apertadinhas do seu lado.
–Você consegue ficar toda molhadinha, sabia? Olha isso. – pousou sua palma da mão na coxa de Harry quando ele se sentou do seu lado mais uma vez, apesar de ter feito isso por cima do tecido rosa agora. A mão deslizando tão perto da sua virilha e embalando a bucetinha com o tecido roçando em toda ela sensível, enquanto não deixava de olhar para ela, e a fazer soltar um suspiro leve quando a seda se tornava ensopada com um simples toque na sua florzinha.
Abriu a boca gemendo escandaloso pela forma que Louis o chamou ali. Harry gostava dos pronomes femininos. Louis sorriu satisfeito.
–Gosta que eu chame assim? Gosta que eu chame você como uma garota? Vai gostar quando eu disser que vou comer toda a sua bucetinha? Que você fica tão linda nesse pijaminha que não penso em outra coisinha que não seja estar te fodendo todinha até estar ardida?
Harry concordou mais desesperada do que antes, balançando os cachinhos.
Styles jogou um pouquinho mais do quadril para cima, pedindo não todo silencioso para que Louis o chupasse mais firmemente e não fosse tão delicado assim com o seu corpo. Gostava dos toquezinhos delicados dele por cima do pijama, mas já se tornava uma garotinha impaciente com ele tão gentil assim.
–Mais, por favor por favor –formou um biquinho apelativo para ele. Sentiu quando perdeu completamente os toques pela primeira vez, os olhos completamente atentos sobre os seus próximos movimentos, satisfeito em ver Louis chupando seu próprios dedos para colocar em baixo da roupa e os deslizar de cima para baixo em toda sua umidade, ficando vergonhosamente mais molhadinha e escandalosa.
–Vem no meu colo. Senta aqui. –soltou um estalo depois de algum tempinho de provocação, dando tapinhas em seu colo, por cima da boxer descoberta da calça. E sorrindo contente quando o mais novo obedeceu com tanta rapidez ao que ele pediu, como se fosse completamente submisso e vulnerável. Completamente como um bonequinho de Tomlinson.
Suas coxas enrolaram em volta do quadril sentado de Louis, com as duas mãos do mais velho apertadas em sua cintura fina e o os olhos na mesma altura que os seus, completamente posicionado com a bocetinha gordinha em cima do comprimento grosso e pulsante de Tomlinson por cima da boxer fina.
–Vai me deixar enfiar os dedos dentro da sua bucetinha? –Harry concordou sem pensar duas vezes, com a camisola vergonhosamente molhada e as duas mãos apoiadas no peitoral firme de Louis, pulsando o buraquinho desesperada por qualquer toquezinho. Os dentinhos de coelhos aparentes quando sorria contente como um fodido carente. Tomlinson mostrou os dedos para o cacheado, induzindo que ele os colocasse na boca e chupasse também, o membro pulsando por mais tempo quando apertava suas pernas delineadas e via o enrolado se deliciando em sentir o gostinho da sua própria xoxotinha misturada com o da saliva de Louis.
Com os dois dedos da mão completamente ensopados, Louis desceu com eles pelo corpo branquinho e se retorcendo em cima do seu colo desesperado por algum toquezinho em direção abaixo do seu pijaminha mais uma vez, com a mão seca apertando sua barriga branquinha e os dois dedos longos indo em direção ao buraquinho desesperado mais uma vez, ansiosa que Tomlinson enfiasse ao menos a pontinha dos dedos em sua grutinha e o dedasse gostosinho.
–Abre os olhinhos para mim, Hazz. Me olha enquanto eu te dedo. –Harry concordou com um murmuro para o colunista, rebolando devagarinho no seu caralho marcado, antes que tivesse o quadril levantado e as pontinhas dos dedos de Tomlinson acariciando sua entradinha como uma breve provocação.
–Não precisa ser delicadinho, L-Lou. –Suspirou fundo com o primeiro dedo entrando tão facilmente na sua xoxotinha gulosa. Sorriu sapeca quando sentiu pingar lubrificação na palma da mão do moreno que a dedava com apenas um dedo ainda, em meio aos suspiros e gemidos fininhos.. –Eu aguento muito mais, mhm. Faz rapidinho.
–Porra. Você é desesperada pra' cacete. – enfiou o indicador com força, enquanto olhava firmemente nos olhos de Harry que se fecharam por um breve segundo. –Abre o olho. Presta atenção. Quero que fique com a palma da mão em cima da sua barriga, bem pertinho do seu grelinho. Quero que você sinta quando eu te comer tão forte que vai acertar sua mão.
–Por favor, faz logo. –empurrou a o quadril na direção do único dedo que ainda estava enfiado dentro de si, e completamente paradinho, na intenção de se foder um pouquinho mais forte até que Louis começasse o tratar realmente com brutalidade. –P-porra. –arregalou os olhos verdes quando sentiu o dedo de Louis entrar juntamente com o segundo em uma das suas reboladas e sentir ambos acertando tão bem no seu pontinho de prazer em um momento de desespero da mais novinha quando Louis os curvou. –Eu. O-oh. –respirou fundo quando voltou a sentar rapidinho nos dedos de Tomlinson, esperando a sensação gostosinha de novo. –O-oque foi isso, Lou?
–Nunca tinha apertado seu pontinho, amor? –Harry negou com a cabeça, envergonhado com a resposta que deu a Louis, mas soltando um gemido longo e fininho logo depois que o moreno voltou a o dedar com força em direção ao seu pontinho, incansavelmente. –Nunca tinha rebolado um pau de borracha pra sentir o seu pontinho ardendo e querendo mais? Ninguém nunca quis te comer toda sensívelzinha assim? –continuou fazendo mais perguntas sem pausa, na intenção de ver a forma como Harry se embaralhava completamente nas respostas e nunca era possível formar algo coerente com o buraquinho implorando por mais o fodendo e empurrando tão fundo. –Você é a porra de uma virgenzinha mesmo.
Com a palma da mão posicionada pertinho do pé da barriga, Harry conseguia sentir um pequeno volume aparecendo e batendo na sua pele, revirando os olhos e ronronando como um gatinho.
–Consegue sentir esse volume no pé da sua barriga, Harry? Não faz ideia de como vai ser forte quando comer toda a sua bucetinha finalmente.
O moreno continuava enfiando os dois dedos dentro, a dedando com força e tão deliciosamente que Harry achava ser capaz de derreter com mais algumas apertadas no seu pontinho de prazer.
Louis, com a mão livre do corpo magrinho, deixou para tirar o membro de baixo da cueca, enquanto observava com a boca salivando o jeitinho que os peitinhos gostosinhos pulavam roçando no pijama. Olhou fundo nos olhos verdes que lacrimejavam um pouquinho dramáticos, quando aproximou os lábios fininhos da sua aréola marronzinha e puxou o biquinho do peito em uma das dedadas fundas.
Com a mão ainda comendo o buraquinho apertado com os dedos, levava Harry um pouquinho para cima o posicionando em cima do seu cacete logo depois. Styles fez um biquinho gemendo baixinho quando os dedos de Louis saíram de dentro de si para sentir o comprimento grosso se esfregando entre as bochechas da sua bunda branquinha e deixando os lábios da sua bocetinha tão abertos que abrigavam o membro grosso de Louis. Recebendo pequenos espasmos com o jeitinho que seu clitóris esfregava no membro duro em alguma das suas reboladas. . As veias saltadas da grossura pulsavam pertinho do seu cuzinho, sendo o suficiente para deixar o cacheado tremendo com a pequena estimulação.
Tomlinson não precisou pedir qualquer coisinha para que o Harry estivesse o obedecendo completamente mudo. Como se estivesse cavalgando com alguma coisinha dentro dele, esfregava deliciosamente para frente e para trás, arregalando os olhos verdes toda vez que Louis movimentava o polegar em pequenos círculos em volta do seu clitóris, se sentindo a beira do prazer a todo segundo.
–Vai ser apertadinha para mim quando te foder?
O cacheado sentiu os lábios abrindo em um último gemido mudo quando esporrou completamente sensível, manchando o tecido rosinha e respingando e espirrando por todo cacete grosso de Louis, sorrindo com o gemido alto que Louis soltou pela surpresinha. Balançou a cabeça em concordância algum tempinho depois, como um delay. Completamente sensível e sentindo a sensação gostosinha dominar seu corpo. Louis, acompanhando seu sorriso quando as reboladas se tornavam mais desesperadas e molhadas novamente, depois de pouquinhos segundos se recompondo, quando seu buraquinho ainda continuava guloso e fez questão de sugar o pau de Louis em uma das suas esfregadas desesperadas em seu colo.
–P-porra, Lou. Oh–torceu as sobrancelhas grossas. –Mhm, sim. Por, por favor.
Louis apertou as sobrancelhas, imitando o ato do escritor, grunhindo satisfeito quando teve um contato mais profundo. Sorriu contente com a expressão de dor que Harry apresentava, ainda que estivesse rebolando em cima das suas bolas devagarinho e desesperado por mais, fazendo com que a dorzinha se tornasse completamente alheia. A bucetinha completamente molhada e apertando minunciosamente sua glande gorda era extasiante.
–Me diz o que quer.
–Me come. –olhou para ele com os olhos brilhantes das novas lágrimas que apareceram.
–O que? Comer o que, Styles?
–Come a minha bucetinha, por favor. –suspirou sôfrego. –Até estar estourando ela, por f-favor.
Tomlinson o olhou de cima a baixo, sentindo o cacete pulsar dentro do buraquinho apertado do garoto, que fazia questão de comprimir a cada segundo, suspirando brutalmente.
–Levanta. Coloca a bochecha de apoio na mesa de centro, vou te comer de quarto. Não vai aguentar mais nem um pouquinho, não é? Vai estar espirrando no meu colo todinha se continuar aqui por mais tempo. –Harry o olhava ainda em cima do seu colo, com uma expressão espantada como se estivesse se perguntando o quão bruto Louis seria a partir dali, pensando onde ficarão suas mãozinhas se seu apoio será a bochecha molhadinha.
Styles se levantou para apoiar a bochecha na mesa gelada do centro, levantando a barra da camisolinha ensopada, e empinando o quadril na direção do homem que estava sentado o olhando com ar de superioridade. A florzinha parecendo tão bonita e apetitosa naquele ângulo, exibindo os lábios gordos e como estava pingando para Louis.
Tomlinson não pensou por mais de um segundo antes que estivesse pegando o cinto de couro caro jogado em baixo das almofadas e amarrando os pulsos branquinhos juntos atrás das costas largas de Harry, como um maldito puto.
–A próxima vez. –deu uma pausa no que estava falando, punhetando o membro grosso na própria palma da mão, sentindo o quanto a saliva de Harry ainda escorria por seu caralho pelos dedos ensopados que tinha se tocado antes, apertando a linha da glande em volta dos seus dedos grossinhos e gemendo alto com o contato e a visão dos buraquinhos completamente aparentes de Harry em sua direção. –Que eu estiver te comendo. –Pincelou a bordinha da sua buceta pulsante. –Que eu estiver comendo a sua bocetinha com fome. –enfiava a cabeça gorda do pênis até que estivesse o metendo com força, a sala sendo preenchida com o barulho alto das bolas batendo no quadril do cacheado em uma rápida estocada. –Vou fazer questão de gozar na mesa e fazer você se esfregar, mhm?
Começou a foder o buraquinho guloso, com a mão apoiada em sua lombar e o quadril completamente jogado em sua direção com desespero, delineando cuidadoso as estrias na base de sua coluna que o deixavam tão bonito e delicado. Sorria satisfeito o suficiente em escutar o jeitinho que Harry se engasgava entre suas estocadas acertando diretamente em seu pontinho de prazer, e não conseguia proferir qualquer coisinha coerente com a boca espirrando saliva e sua língua se movendo perto do vidro da mesinha o deixando como uma putinha babada.
Os pulsos se tornavam vermelhos pelo apertão, mas não o suficiente para mostrar que Harry estava tentando ser desobediente e se retirar o aperto gostosinho, pois este estava recebendo completamente o pau de Louis o fodendo com força como se estivesse com sede. As bolas gordas batiam no quadril de Harry enquanto suas mãos repletas de veias marcadas pela excitação marcavam o quadril branco do cacheado, como se ele estivesse se tornando incansável.
–Me aperta pra caralho. Porra, eu amo te comer. –Louis fechou os olhos em prazer, apertando os lábios fininhos e acertando diretamente na próstata de Styles. Gemeu tão alto que dúvida não ter acordado os vizinhos do escritor quando o buraquinho guloso apertou em volta do seu membro, esporrando mais uma vez em sua camisolinha quando gozou e tirando o pau da bucetinha antes que esporrasse dentro dele. Esporrando em todo pijaminha bonito como Harry tem feito, esfregando a porra grossa com a ponta do polegar e o membro ainda completamente ereto mesmo depois do orgasmo.
Harry ainda estava com a coluna arqueada, depois de gozar pela segunda vez em um gemido silencioso, com pouquinhos resquícios da porra escorrendo da xoxotinha avermelhada das estocadas gostosas de Louis. Sentia a humilhação escorrer do seu corpo e pingar como suor com a risadinha de Louis atrás de si, que por sua vez, o olhava completamente embebido no enrolado e ria da forma que ele continuava se empinando para trás pedindo para ser comido mais uma vez. Como se nunca fosse suficiente.
—Porra. Em uma próxima reuniãozinha dessa, prometo te trazer uma camisola transparente e cara pra caralho, só para ver o quão bonita fica em você, Harry.
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oioi! Espero que tenham gostado, me digam se sim! Amo vocês, mwa! Até a próxima não tão longe ;)) estava com saudades! Muitas mesmo!