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"you all tricked međââïž think about what you've doneâđŒđââïž"
he's such a motherrrrr
Louis for Flaunt Magazine
Louis for Flaunt Magazine photographed by Dean Isidro

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Pretty Good Bad Idea
by galactic_larry
Alternate Universe - Small Town | Alpha/Beta/Omega Dynamics | Omega Harry Styles | Alpha Louis Tomlinson | Baker Harry Styles | Waiter Harry Styles | Doctor Louis Tomlinson | Strangers to Lovers | Fluff and Angst | Angst with a Happy Ending | Inspired by the movie and musical Waitress (2007 + 2016) | Mpreg | Unplanned Pregnancy | Abortion Mentioned/Discussed | Abuse | Domestic Abuse & Violence | Cheating | They have an affair | Pining | Minor Character Death | Single Parent Harry Styles | Slow Burn
Harry works as a waiter and pie baker at a diner, and is trapped in an unhappy marriage to his abusive alpha. When he falls pregnant, things become more complicated. And then he starts having an affair with his doctor, which doesnât really help the situation either.
Louis has just moved to a new town with his omega, when he suddenly finds himself taking on a whole lot of new patients at the practice he works at. And then he starts having an affair with one of said patients.
A story about surviving dark times and finding purpose, romantic and platonic love, and pie.
đ„§ 1 đ„§ 2 đ„§ 3 đ„§ 4 đ„§ 5 đ„§ 6 đ„§
The caption from the photographer - every man really is instantly bewitched, bothered, and bewildered by Louis, amirite?
No, this photographer was in love with him.
Louis for Flaunt Magazine photographed by Dean Isidro
wait im so sick over this i cant look away
Harry at the Together, Together Tour in Amsterdam Night VIII (May 30th)

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Harry at the Together, Together Tour in Amsterdam Night VIII (May 30th)
Harry Styles - Together, Together Tour - Amsterdam Night 8 - May 30, 2026 (via denizashouse)
punishment for the puppy âą ULTRAVIOLENCE đ book smut
Descrição: Harry é um bom cachorrinho e Louis sabe disso. O problema é que bons filhotes não devem esquecer suas coleiras, principalmente quando essas são compradas com tanto carinho por seus donos. E por Harry ter esquecido de colocar sua nova coleira, merece ser punido para se lembrar de sempre ser o bichinho perfeito para seu senhor.
Prettiest mango chupado đ„

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Be good, feed me, leak for me. đš
Avisos: Breeding Kink, impact kink e spit kink levĂssimo, lactation kink.
DinĂąmica: Alfa x Ămega.
Eles sĂŁo completamente doidos mas Ă© tudo por causa da classe, nĂŁo achem os dois emocionados eu imploro!!!
Obrigada aos anjinhos que me mandaram os plots que eu juntei pra fazer essa aqui. đ«¶đ»
Boa leitura. đ
đš
Louis estava fodido. Hoje era o primeiro dia que ele estava na faculdade apĂłs longas duas semanas faltando quase todo dia. Veja bem, ele nĂŁo Ă© irresponsĂĄvel nem nada assim, ele apenas teve que cuidar dos irmĂŁos enquanto sua mĂŁe viajava Ă trabalho. Os gĂȘmeos pegaram uma gripe muito forte e por isso, nĂŁo puderam frequentar Ă escola nesse perĂodo. Apesar de ser bolsista, Louis tinha notas impecĂĄveis e fazia obras tĂŁo fantĂĄsticas que era um dos alunos exemplo da instituição, participando sempre de aulas extracurriculares e expondo seus trabalhos em nome da Faculdade de Artes de Doncaster. Chegou praticamente agora na sala de aula, logo sendo chamado pelo professor e ele nĂŁo tinha dĂșvidas sobre o enorme puxĂŁo de orelha que receberia.
- Tomlinson, eu compreendo. Mas vocĂȘ vai ter que ir atĂ© o reitor, existem coisas que nĂŁo estĂŁo ao meu alcance. VocĂȘ Ă© um dos nossos melhores artistas mas ainda assim, Ă© necessĂĄrio que compreenda suas responsabilidades. Por favor, fale com o reitor e logo apĂłs retorne para minha aula. â o professor franziu os lĂĄbios, claramente chateado por toda a situação.
- Tudo bem, eu entendo. â Louis suspirou, agarrando sua bolsa novamente e saindo da sala. Ele atravessou o corredor, subindo as escadas em direção Ă diretoria, estalando o pescoço antes de bater Ă porta. Se distraiu olhando a placa dourada na porta: âMrs. Styles.â Ela dizia, tĂŁo prepotente quanto toda a academia de artes era.
- Entre. â A voz de Styles soou do outro lado da porta, despertando Louis do transe. Ele girou a maçaneta, entrando na sala e fechando a porta atrĂĄs de si. â Bom dia, Tomlinson. Fico feliz em vĂȘ-lo por aqui. Por favor, sente-se. â Harry apontou a poltrona do lado oposto da mesa Ă qual estava sentado, ajeitando seu paletĂł perfeitamente alinhado.
- Bom dia, senhor Styles. â Louis sorriu fraco, sentando-se. â Bom, me disseram que o senhor gostaria de falar comigo. â ele introduziu o assunto, deixando sua bolsa ao lado de sua poltrona, ao chĂŁo.
- Sim, vocĂȘ estĂĄ correto. Imagino que saiba que minha motivação Ă© seu repentino sumiço, duas semanas, Tomlinson. O que aconteceu? â Styles ajeitou um cacho atrĂĄs da orelha que havia se soltado do coque.
- Meus irmĂŁos ficaram doentes, pegaram uma gripe muito forte. Minha mĂŁe teve que viajar Ă trabalho, e minha outra irmĂŁ faz faculdade em outra cidade, entĂŁo nĂŁo havia ninguĂ©m pra cuidar deles alĂ©m de mim. â Louis tentou disfarçar seu nervosismo pela presença de Harry, descontando a inquietação em mexer na barra de sua blusa.
- Eu entendo. â Harry suspirou, pegando Louis de surpresa pela reação. â Eu tambĂ©m jĂĄ estive na faculdade e tambĂ©m era bolsista, Ă© terrĂvel quando temos imprevistos e nĂŁo conseguimos cumprir com as nossas atividades. Eu sinto muito por isso, mas nĂŁo consigo te salvar disso sem algum argumento muito bom pra dar na reuniĂŁo com os outros reitores. â Ele explicou.
- Desculpe, acho que nĂŁo entendi. â Louis franziu o cenho.
- Preciso de alguma novidade artĂstica sua, Tomlinson. Algo que eu leve atĂ© eles e apresente como um desperdĂcio imenso caso queiram cancelar sua bolsa. VocĂȘ tem algo pra mim? â ele perguntou, tirando Louis no eixo por alguns segundos.
- Eu... Eu comecei a treinar realismo por observação , em pessoas. NĂŁo mais em objetos inanimados. â Ele sorriu ladino, sentindo suas inseguranças em suas habilidades o inundarem. â Mas Ă© sĂł um começo, sabe? Ainda nĂŁo Ă© apresentĂĄvel. â Louis olhou nos olhos de Styles pela primeira vez desde que se sentou, sendo puxado para a infinidade verde que eram os olhos do ĂŽmega.
- Quero que tente. â Harry desviou o olhar, ajeitando seus anĂ©is em suas mĂŁos antes de retomar o contato visual. â Me desenhe. â propĂŽs.
- Isso Ă© demais, senhor Styles. Eu ainda nĂŁo sou bom. â ele negou.
- Por favor, Tomlinson. Preciso que me ajude Ă te ajudar. â respirou fundo, sentindo o cheiro de nervosismo do alfa em sua sala. â Comecemos assim, me chame de Harry. NĂŁo sou seu reitor malvado e rĂgido, sou apenas seu modelo legal e que adoraria ajudar vocĂȘ Ă permanecer nessa faculdade. â ele sorriu pequeno.
- Ok. â Louis secou as mĂŁos suadas na calça, olhando ao redor. â Pode se sentar no sofĂĄ, Harry? Ele Ă© na frente da janela e eu gosto de desenhar contra Ă luz. â tentou sorrir descontraĂdo, pegando seu sketchbook, um lĂĄpis e uma borracha da sua bolsa. Harry acenou positivamente, se levantando da cadeira e indo atĂ© o sofĂĄ.
- Tem alguma preferĂȘncia? â Harry perguntou com as penas cruzadas, as mĂŁos apoiadas no joelho.
- Pode tirar o paletĂł? Foi mal, mas eu odeio desenhar roupa. â Louis sorriu mais tranquilo, indo atĂ© o outro sofĂĄ de frente com o de Harry e sentando-se ali.
- Claro. â Harry tirou o paletĂł, deixando ao seu lado no sofĂĄ. â E a pose? â ele falou afrouxando a gravata.
- Escolhe vocĂȘ. â Louis disse, olhando Harry fixamente. â SĂł faça algo que faria, nĂŁo algo robotizado. Me entende? â ele disse em tom de confusĂŁo, genuinamente em dĂșvida se conseguiu se expressar direito. Harry sorriu, jogando o corpo pro lado. Ele deitou de lado no sofĂĄ, uma mĂŁo abaixo da cabeça e a outra em seu quadril.
- Me pinte como uma de suas garotas francesas, Jack. â disse rindo, os dentes de coelho aparecendo. O cheiro de Louis nĂŁo era mais tĂŁo nervoso assim. Observou ele rindo de si, deixando sua cabeça tombar no encosto, pronto pra mudar de posição.
- NĂŁo! â Louis quase falou alto demais. â Eu gostei, mesmo. â o sorriso dele era imenso. â Foi algo espontĂąneo, sua personalidade. Eu gostei. â sorriu ladino.
- Vai usar isso pra tirar sarro de mim com seus amigos depois, mas eu aceito esse fardo. â ele riu, voltando a repousar sua cabeça sob a mĂŁo.
- NĂŁo vou, prometo. â Louis riu, começando a esboçar o esqueleto. Ele começou pelo sofĂĄ, se atentando apenas como o estofado afundava com o peso de Harry, sĂł para ter noção das dimensĂ”es. Percebeu que ele tinha os olhos perdidos pela sala, como se estivesse desconfortĂĄvel com o silĂȘncio. â Pode conversar comigo, se quiser. â sorriu pequeno, fazendo as linhas mais precisas, olhando fixamente para as coxas grossas que eram apertadas pela calça social.
- Porque decidiu fazer artes, Louis? â perguntou agora observando a feição do alfa, percebendo como era um garoto bonito.
- AlĂ©m de amar, acho que porquĂȘ eu acredito que seja a forma de arte mais intensa. Por exemplo, quando vocĂȘ ouve uma mĂșsica, ela tem a capacidade de transmitir o sentimento posto ali mas ainda assim vocĂȘ acaba se prendendo as letras que vocĂȘ mais se identifica, as que falam sobre os momentos que vocĂȘ experenciou, ao contrĂĄrio das pinturas, por exemplo. Se hĂĄ uma pintura de uma casa de madeira no meio da floresta, vocĂȘ provavelmente vai imaginar se aquilo foi observado e replicado ou se Ă© um fragmento de um sonho do artista. VocĂȘ vai se deixar pensar em como seria morar ali, qual Ă© o sentimento, se quando chove hĂĄ aquele cheiro intenso de terra molhada, se vocĂȘ faria um cafĂ© ou um chĂĄ, se iria sentar em frente Ă janela ou na varanda. Vai se perguntar se aquilo conseguiria te completar, se a madeira dos pilares de sustentação ficariam Ășmidos e gelados. VocĂȘ viaja, sua imaginação faz vocĂȘ questionar sua existĂȘncia, sua vida, suas escolhas. â Louis falava baixo, fazendo Harry olhar para sua boca sem ao menos piscar, concentrado e hipnotizado no outro.
- E o realismo? Porque se encantou? â Harry disse baixo tambĂ©m, como se tivesse medo de que sua voz quebrasse o encanto do momento.
- Eu sei que o realismo Ă© estimado demais por conta da dificuldade que Ă© fazĂȘ-lo. Entendo quem acha a arte mais incrĂvel e tambĂ©m a mais desinteressante, mas pra mim, a magia do realismo nĂŁo Ă© sua perfeição ou a habilidade necessĂĄria. Quando eu te mostrar, vocĂȘ vai conseguir ver como eu vejo vocĂȘ. No espelho, muito provavelmente, haverĂŁo detalhes que vocĂȘ vai considerar imperfeiçÔes ou traços seus que particularmente nĂŁo admira. Pela minha visĂŁo, Ă© possĂvel perceber como eu te olho, quais sĂŁo seus detalhes mais fortes, quais coisas em vocĂȘ me chamaram tanto a atenção que eu tive que reproduzir no desenho, te dando a oportunidade de entender quais sĂŁo os seus detalhes que mais me atraem. â Louis olhou fixamente para seu rosto, dando atenção Ă cada marca de expressĂŁo.
- E quais sĂŁo os meus detalhes que mais te atraem? â A respiração de Harry estava desregulada, engolindo em seco sob o olhar intenso de Louis.
- Praticamente todos, pra ser sincero. Sua mandĂbula Ă© desenhada, como uma escultura. Sua boca tambĂ©m, o contorno Ă© marcado e especĂfico, assim como seus dentes da frente sĂŁo maiores, o que faz seu sorriso ser extremamente atraente. Me desculpe se eu disse demais. â Louis ainda percorria cada detalhe do rosto do ĂŽmega com atenção, sentindo seu lobo se agitar dentro de si. NĂŁo o culpe, ele ainda tinha seus instintos.
- Mais alguma coisa? â Harry engoliu em seco, tendo que umedecer os lĂĄbios, onde Louis rapidamente grudou seu olhar.
- Seus olhos. O formato deles Ă© particular e o verde intenso, se eu fosse colorir teria que misturar inĂșmeros tons atĂ© se aproximar do real e acredito que mesmo assim nĂŁo seria possĂvel. Eles sĂŁo muito, muito bonitos, suas sobrancelhas sĂŁo cheias tambĂ©m, fazem uma bela moldura para eles e condenam sempre seus sentimentos. â Louis sorriu fraco, se ajeitando na cadeira.
- Obrigado, Louis. â acompanhou o sorriso, sentindo seu estĂŽmago gelado. â VocĂȘ tem um olhar muito bonito sob as coisas. â ele aproveitou que o alfa havia retornado a atenção ao desenho, deixando seus olhos passearem por todo corpo dele, tendo que ignorar seu ĂŽmega interior implorando para se submeter.
- Eu sou um homem de muitos clichĂȘs. â Louis riu fraco, sentindo que o cheiro de Harry havia se tornado mais presente, deixando a sala mais doce, sentia-se em uma padaria pela manhĂŁ, onde os bolos mais cheirosos acabam de sair dos fornos. â Sou romĂąntico, cavalheiro, solĂcito, emocionado, como meus amigos dizem. â ele riu, se sentindo agitado com o cheiro desejoso de Harry. â Acredito que hĂĄ beleza em tudo, que atĂ© mesmo nos lugares mais sombrios e solitĂĄrios sempre haverĂĄ um feixe de luz solar, um lampejo de esperança e a promessa de um bom futuro. Acredito na mudança, na possibilidade de haver mais pessoas boas, situaçÔes boas e caminhos bons. Acredito que devo muito disso Ă minha criação. â Louis esboçou o coque bagunçado dele, atentando-se aos fios rebeldes.
- Um tanto quanto narcisista, tambĂ©m. â Harry brincou, tentando disfarçar o quĂŁo afetado pelo alfa ele se encontrava. Louis tinha um cheiro forte, exatamente como havia descrito sobre a pintura, era como carvalho e terra molhada, um cheiro de casa tranquila, para Harry. Mesmo que ele nĂŁo soubesse exatamente o que isso significava.
- Apenas sou um apreciador constante de eu mesmo. â Louis nĂŁo conseguiu rir, tendo que cruzar as pernas por sentir seu cacete pulsar devido ao cheiro. Ele sentiu seu lobo tomar mais espaço dentro de si, se culpando quando passou segundos inteiros olhando para a pele desnuda do pescoço de seu reitor e se perdendo nos pensamentos de marcĂĄ-lo. Ă seu instinto primitivo e nĂŁo hĂĄ nada que Louis possa fazer alĂ©m de se permitir imaginar. â Tire a gravata e abra os primeiros botĂ”es. â mandou com firmeza. â Por favor. â ele limpou a garganta, tentando minimizar sua imponĂȘncia no comando.
Harry levou as mĂŁos jĂĄ trĂȘmulas atĂ© a gravata, afrouxando atĂ© que fosse possĂvel passar por sua cabeça. Ele o fez, deixando-a no chĂŁo e abrindo os quatro primeiros botĂ”es, deixando que Louis percebesse suas tatuagens de pĂĄssaro abaixo da clavĂcula e o inĂcio de seus peitos cheios.
- VocĂȘ tem mais tatuagens? â Louis tentou mudar o assunto mas sendo incapaz de desviar o olhar, deixando-se observar como os peitos do ĂŽmega eram durinhos e seus mamilos apontavam pelo tecido fino da camisa.
- Muitas. â Harry respondeu baixinho, sentindo sua lubrificação natural escorrer pelo meio da bunda redonda.
- Eu tambĂ©m tenho, Ă© uma das formas de arte mais bonitas, na minha opiniĂŁo. â Louis observou mais uma vez as tatuagens, desviando rapidamente para os mamilos quando o tecido começou a escurecer, mostrando que estava molhado contra os bicos. â Harry. â chamou autoritĂĄrio, atraindo a atenção pata seus olhos, deixando que Harry percebesse suas pupilas dilatadas. â Seus peitos. â avisou, sentindo seu instinto mais primitivo tentando ganhar espaço, a vontade inigualĂĄvel de ir atĂ© Harry e fodĂȘ-lo com força.
- Oh meu deus! â Harry choramingou, sentando-se rapidamente e cobrindo as manchas com os braços. â Me desculpe Louis, me desculpe. â seus olhos encheram dâĂĄgua, se sentindo envergonhado demais.
- NĂŁo tem problema, Harry. VocĂȘ estĂĄ grĂĄvido? Tem um alfa? â Louis abandonou suas cordialidades, sendo invasivo e nĂŁo se importando nem um pouco com o fato.
- NĂŁo. â Harry sussurrou.
- NĂŁo precisa mentir pra mim. â Louis sentiu seu pau pulsar forte, tendo que ser discreto ao apertar por cima da calça.
- NĂŁo estou mentindo. â Harry choramingou. â Eu... Meus peitos eles...
- Me conte, Harry. â Louis observava as lĂĄgrimas do ĂŽmega.
- Eu vazo quando fico excitado. â disse de uma vez sĂł. â Pode ir embora, por favor. Me desculpe. â sua cabeça permanecia baixa.
- Eu posso te ajudar com isso, Harry. Me deixa te ajudar. â Louis pediu, deixando o tesĂŁo tomar conta de si.
- Como assim? â Harry engoliu em seco, olhando para Louis ainda com a cabeça baixa.
- Deixa eu mamar seus peitinhos, ĂŽmega. Prometo que o farei e nĂŁo direi Ă ninguĂ©m. â Louis deixou o caderno na mesa de centro, abrindo as pernas e encostando as costas no encosto do sofĂĄ, dando batidinhas em suas coxas. â Venha aqui. â pediu.
- Promete que nĂŁo vai contar pra ninguĂ©m? â Harry perguntou manhoso.
- Prometo, ĂŽmega. Venha, seja bom pra mim. â Ele incentivou, vendo Harry se levantar devagar e ir atĂ© ele, ficando em pĂ© entre suas pernas abertas.
Louis tocou suas coxas, puxando para si, fazendo o ĂŽmega sentar em seu colo, uma perna para cada lado de seu quadril. Ele segurou a cintura de Harry com as duas mĂŁos, apertando com delicadeza. â Abra sua camisa, mostre seus peitos pra mim. â mandou olhando em seus olhos. Harry o obedeceu, abrindo a camisa atĂ© o umbigo, abaixando lentamente pĂ”e seus ombros, deixando os peitos bem perto do rosto do alfa. â Eu vou te mamar e deixar seus peitos vazios, ĂŽmega. â suas mĂŁos deslizaram para cima, apertando os peitos, vendo o leite vazar entre seus dedos. Ele levou a boca atĂ© os mesmos, lambendo devagar um dos mamilos. Harry gemeu manhoso, movendo o quadril, raspando sua bunda cada vez mais molhada na pelve do alfa. Louis fechou sua boca no mamilo, sugando e sentindo o gosto açucarado do leite do ĂŽmega. Harry gemeu, segurando a cabeça do alfa com carinho, acariciando seu couro cabeludo enquanto dele mamava seu leite. Louis estava insano, seu pau doĂa de tĂŁo duro, o cheiro de Harry era entorpecente e seu lobo implorava para foder seu corpo.
- VocĂȘ gostou do meu leite, alfa? â Harry perguntou choroso, gemendo baixinho, necessitado de aprovação.
- Ă uma delĂcia, ĂŽmega. Eu poderia me alimentar todos os dias nos seus peitos. â afirmou, dando atenção ao outro peito que estava negligenciado atĂ© agora. â Rebola em mim, Harry. VocĂȘ quer isso, nĂŁo quer? Seu gosto tĂĄ me deixando maluco, bebĂȘ. â Louis mordeu o mamilo com cuidado, fazendo Harry gemer mais alto e assentir vezes demais, encaixando a bunda bem acima do cacete de Louis antes de começar a rebolar.
- Seu pau parece tĂŁo grande. â Harry deslizou as mĂŁos pelo corpo do alfa, apreciando seus mĂșsculos.
- Pede, ĂŽmega. Pede e eu vou te dar, vocĂȘ estĂĄ sendo tĂŁo generoso comigo, me deixando tomar todo seu leite, sendo tĂŁo bom em me servir. Ă sĂł me pedir e eu vou te dar, sim? â Louis lambeu toda a carne dos peitos, deslizando suas mĂŁos por eles, espalhando o leite e retornando a mamar, inebriado pelo sabor delicioso do mesmo.
- VocĂȘ pode me dar seu nĂł, alfa? Por favor, eu preciso tanto, meu rabinho tĂĄ doendo, muito vazio. â ele pediu deixando suas lĂĄgrimas saĂrem.
- Claro que sim, ĂŽmega. Levanta pro seu alfa tirar sua roupa, sim? â Louis mandou, vendo Harry se por de pĂ© com dificuldade. Ele terminou de abrir sua camiseta, tirando do copo do ĂŽmega e a deixando ao seu lado no sofĂĄ. Observou as tatuagens pelos braços dele e a mariposa no estĂŽmago, tĂŁo, tĂŁo bonito. Abriu o botĂŁo da calça e a braguilha, abaixando lentamente por suas pernas. Harry tirou os sapatos com os prĂłprios pĂ©s, deixando Louis tirar totalmente sua calça. â Que surpresa deliciosa, bebĂȘ. â Louis elogiou a calcinha boxer verde clarinha de algodĂŁo que ele usava. â Lindo, lindo. â beijou seu pau duro contra a mesma, abaixando ela com delicadeza por suas pernas. Observando o quĂŁo molhada a mesma de encontrava. Segurou o cacete de Harry, lambendo a glande. â Seu pau Ă© enorme para um ĂŽmega, querido. Delicioso pra mim. â elogiou, sugando a glande pra dentro da boca, descendo pelo comprimento e levando atĂ© a garganta, mamando o pau dele igual fez nos peitos. Ele apertou a bunda de Harry entre os dedos, abrindo ela com as duas mĂŁos, passando o dedo mĂ©dio por entre as bandas, sentindo como ĂŽmega pingava lubrificação para si. Tirou o pau dele da boca, girando seus quadris e o deixando de costas. Abriu a bunda, olhando o cuzinho piscando, brilhando de tĂŁo melado. Se aproximou, sua respiração quente ali fazendo o ĂŽmega se arrepiar dos pĂ©s Ă cabeça. Ele lambeu, tomando sua lubrificação doce, sentindo o gosto frutado, como um bolo de creme branco e morangos. Gemeu contra, segurando com força a cintura do ĂŽmega e metendo a lĂngua pra dentro do cuzinho, o lambendo esfomeado, o comendo com a lĂngua. Harry segurava firme em seus cabelos e rebolava contra seu rosto, as pernas trĂȘmulas e gemendo baixo.
- Alfa, por favor. â gemeu, levando os dedos atĂ© o cuzinho, ameaçando penetrar. â NĂŁo, nĂŁo, nĂŁo! â ele contraiu o buraquinho. â Posso ter sĂł seu pau? Por favor alfa, me abre com ele. â choramingou.
- Como quiser, bebĂȘ. VocĂȘ vai aguentar meu cacete no seu rabinho, hm? Sem preparação? â Louis deu um tapa fraco na bunda dele, o ouvindo gemer e seu corpo pular.
- Sim, prometo. â Assentiu, sentindo Louis o virar de frente para si de novo. Observou como seu rosto estava molhado, a barba brilhando numa mistura de leite e lubrificação. â VocĂȘ tem proteção? â perguntou baixo.
- Tsc, Tsc, Tsc. â Louis negou com a cabeça, começando a abrir seu cinto. â VocĂȘ nĂŁo quer meus filhotes dentro de vocĂȘ, Harry? Que desrespeito, ĂŽmega. â repreendeu. â Eu quero encher vocĂȘ com meus filhotes. Que atitude feia a sua, rejeitando um alfa que foi tĂŁo bom com vocĂȘ esse tempo todo. â Louis abriu a braguilha, puxando o pau de dentro da cueca, punhetando lento enquanto olhava nos olhos do ĂŽmega.
- VocĂȘ Ă© tĂŁo grande, meu deus. â o ĂŽmega gemeu. â Me enche com seus filhotinhos, alfa. â falou choroso, os olhos fixos no pau dele pingando prĂ© gozo. â Me desculpa por falar da camisinha, eu nĂŁo queria mas achei que vocĂȘ sim, eu... â ele esfregou o rosto, confuso demais com todos os sentimentos que Louis lhe causava. - Pode colocar filhotinhos aqui, Lou. Por favor. â ele parecia desesperado por algo, acariciou a prĂłpria barriga, subindo atĂ© os prĂłprios peitos, gemendo aliviado quando o leite saiu e deslizou por seu abdĂŽmen.
- Eu te desculpo, ĂŽmega, mas sĂł dessa vez. Venha, vou deixar vocĂȘ brincar com meu cacete enquanto eu te mamo mais. â ele puxou Harry, o fazendo se sentar em seu colo novamente. Segurou firme e possessivo em sua bunda, passando a cabeça inchada do cacete no cuzinho do ĂŽmega, o provocando.
- Por favor, alfa. â Harry rebolou, os olhos pidĂ”es nos possessivos de Louis.
- Senta. â mandou, segurando seu pau com firmeza, sentindo Harry sentar lentamente, engolindo tudo com facilidade mesmo que seu aperto fosse doloroso. â Parece que nunca foi fodido na vida de tĂŁo apertado. â Louis gemeu, jogando a cabeça pra trĂĄs quando Harry soltou todo o peso em si, engolindo cada milĂmetro do pau grosso.
- Obrigada, alfa. â agradeceu. â Obrigada. â gemeu levando as mĂŁos atĂ© abaixo da camiseta do mesmo, sentindo os mĂșsculos do abdĂŽmen, sendo incapaz de nĂŁo puxar a camiseta pra cima e a jogar de lado, olhando e apreciando o tronco delicioso de Louis.
- Que rabinho gostoso, bebĂȘ. Se esticou tanto e tĂŁo bem pra me receber, um ĂŽmega tĂŁo bom e prestativo. EstĂĄ sendo tĂŁo Ăștil pro seu alfa, querido. VocĂȘ merece atĂ© um beijo, vocĂȘ quer? â Louis segurou os peitos de novo, tĂŁo cheios que nĂŁo parecia que tinha mamado tanto. â Lindo, cheio de leite pra mim de novo.
- Por favor. â Gemeu. â Quero tudo que vocĂȘ quiser me dar, alfa. â ele se aproximou, abraçando o pescoço de Louis.
Louis por sua vez mamou o peitinho, mantendo uma quantidade ali, segurando as bochechas de Harry com força e o obrigando a abrir a boca, encostando os lĂĄbios no dele e cuspindo seu prĂłprio leite nela. Harry recebeu de bom grado, engolindo tudinho antes de esfregar seus lĂĄbios nos de Louis, que invadiu eles com a lĂngua, o beijando com cuidado e sentindo Harry amolecer em seu carinho. Louis deslizou a mĂŁo pela bunda do ĂŽmega, sentindo com o dedo mĂ©dio a borda toda esticada em seu pau, deslizando seu dedo com facilidade ali.
- VocĂȘ estĂĄ vazando tanto no meu pau, amor. â disse com os lĂĄbios ainda nos de Harry.
- Posso rebolar pra vocĂȘ, alfa? VocĂȘ deixa? â Harry se contraiu no pau dele, fazendo carinho em sua nuca.
- Pode, bebĂȘ. Faça o que quiser, estou aqui pra ajudar vocĂȘ, sim? â Louis beijou seu pescoço, nĂŁo tardando em voltar a sugar os peitos de Harry.
O fato era que Louis estava ficando louco com tudo isso, o gosto do leite de Harry era absurdamente bom, seu pau latejava e seu baixo ventre contraia desde a primeira vez que sentiu o gosto. Louis sonhava em ficar Harry desde a primeira vez que pĂŽs os olhos no mais velho, no primeiro dia de aula. Em contra partida, sempre se manteve o mais longe possĂvel do mesmo, sabendo que aquele desejo tĂŁo presente em si nĂŁo iria e nem poderia se realizar. Por muito tempo se relacionou com outras pessoas e nunca tinha sentido tal atração por elas. Era desumano demais, a beleza e a presença de Harry causavam sentimentos nele que eram de sentir vergonha. Um homem mais velho, o qual imaginava anteriormente ser comprometido, com um relacionamento profissional estabelecido entre eles. Sua mĂŁe provavelmente odiaria o fato apesar de que ele tinha uma forte crença de que isso mudaria quando ela conseguisse enxergar em Harry o que ele enxergava. Descobrir que seu temido reitor havia se excitado por ouvi-lo, que se submeteu tĂŁo fĂĄcil Ă si, que rebolava desesperado em seu pau jĂĄ era muito para aguentar, mas que seus peitos vazaram leite quando ele estava com tesĂŁo? Aquilo era insano. Harry era um ĂŽmega perfeito para si e era exatamente por isso que estava se controlando tanto ali, impedindo que seu lobo tomasse conta e sua visĂŁo ficasse turva o fazendo empurrar seu pau bem fundo dentro dele, que marcasse todo o corpo dele com seus dentes, que o fizesse chorar e implorar por mais e mais filhotes dentro de si. Harry jogava o quadril para frente e para trĂĄs, a cabeça tombada pra trĂĄs enquanto seus peitos eram sugados e apertados com tanto desejo pelo outro, causando um alĂvio imenso e uma sensação sufocante para um ĂŽmega, aquela pontada insistente de que estava sendo bom, que estava alimentando o alfa, que estava o dando prazer o deixando entrar dentro de si e tomar tua sanidade. Seu corpo suava e tremia, seu baixo ventre doendo de tanta vontade de gozar litros em cima de Louis, sentindo os mamilos latejarem de tanto serem maltratados pelos dentes dele. â Louis... â ele chamou manhoso.
- Oi, ĂŽmega. â Louis respondeu, subindo seus beijos atĂ© o pescoço dele, lambendo e sugando sua jugular, sentindo sua pulsação contra a boca.
- Eu quero gozar. â ele sussurrou, rebolando e girando os quadris, fazendo a glande maltratar sua prĂłstata.
- EstĂĄ tĂŁo desesperado assim? Eu nem fiz nada com vocĂȘ ainda, Harry. â Ele sorriu contra seu pescoço, puxando a carne entre os dentes e o fazendo gemer alto, tremendo acima de si.
- Louis, porra! â Harry expĂŽs mais o pescoço, deixando que ele o marcasse com um chupĂŁo.
- VocĂȘ nĂŁo fez nada por mim ainda, Harry. VocĂȘ nĂŁo Ă© um bom ĂŽmega? â Louis provocou, dedilhando a coluna dele e o deixando arrepiado da cabeça aos pĂ©s. Ele segurou firme na carne macia da bunda dele com força, subindo e descendo o quadril de Harry, estocando lento contra seu buraco. Harry cravou as unhas em seus ombros, sua boca aberta em um gemido mudo. â VocĂȘ sĂł buscou o seu prazer atĂ© agora, nĂŁo Ă©? â perguntou, vendo Harry assentir.
- Me desculpa. Eu vou ser bom pra vocĂȘ, eu posso ser bom. â Harry choramingou olhando nos olhos de Louis, subindo e descendo em seu colo, fazendo um aperto tĂŁo grande em Louis e uma sensação tĂŁo boa de preenchimento que os dois gemeram em unĂssono. Harry continuou, os olhos ainda grudados nos de Louis enquanto subia e descia, indo cada vez mais forte. O alfa puxou Harry pela nuca, grudando seus lĂĄbios, beijando-o com dominĂąncia. Harry nĂŁo discutiu, entregando toda sua submissĂŁo de bandeja enquanto sentava, sentindo seu orgasmo explodindo, gozando entre os corpos colados dos dois. Louis afastou o rosto de Harry pelos cabelos da nuca, os quais segurava com possessividade. Com a outra mĂŁo, espalmou um tapa ardido na bunda dele.
- O que vamos fazer com isso, Harry? Hm? â questionou, batendo mais uma vez em sua bunda e vendo o ĂŽmega revirar os olhos. â Gosta de apanhar, ĂŽmega? â Louis riu excitado, dando mais tapas na bunda dele enquanto o mesmo assentia freneticamente. â O que vamos fazer com isso, Harry? Eu quero que me responda. â Louis olhou diretamente nos olhos fechados dele, esperando ele abri-los e conectar aos seus.
- Ainda quero seu nĂł, Louis, quero vocĂȘ enchendo minha barriga de filhotes. VocĂȘ quer isso tambĂ©m, nĂŁo quer? Diz que quer meus filhotinhos Lou. â Harry se remexia manhoso, as mĂŁos percorrendo todo o tronco do alfa.
- Ă claro que eu quero, amor. Vai ficar tĂŁo lindo com eles na barriga, ĂŽmega. â Louis sentiu seu lobo tomar posse de si por completo, suas pupilas dilatadas. Ele segurou Harry pelas coxas e o deitou de costas no sofĂĄ, ficando entre suas pernas. â Deixa as pernas bem abertas pra mim, bebĂȘ. â disse sussurrado em seu ouvido, fazendo Harry revirar os olhos e obedecer. Ele se levantou e abaixou suas calças, deixando as mĂŁos espertas de Harry abaixarem sua cueca com pressa, olhando todo o corpo delicioso de Harry deitado no sofĂĄ, as pernas ainda arreganhadas esperando por seu nĂł. Harry tinha os olhos brilhantes presos no tronco do outro, sentindo seu pau pulsar semi ereto e seu cuzinho soltar tanta lubrificação que escorreu pro estofado, melando todo o couro. Harry estava hipnotizado pelo alfa e sabia que isso era uma das piores coisas que poderiam acontecer consigo, ele era seu aluno, ele deveria estar levando uma bronca por faltar e nĂŁo fodendo o reitor, mas, Harry nĂŁo era capaz de evitar. Ele jĂĄ havia sido de outros homens, jĂĄ havia se submetido durante seus heats e havia curtido tudo em geral, porĂ©m nunca tĂŁo intenso quanto Louis. Nunca gozando tĂŁo rĂĄpido assim, com movimentos lentos, com calma, com carinho. Nunca sentindo que o outro o desejava tanto, nunca com um alfa implorando pra engravida-lo, coisa que o deixava mais e mais molhado Ă cada segundo. Harry nunca tinha se interessado por Louis apesar de sempre ter reconhecido que o mesmo era o alfa mais bonito do lugar, o pensamento do outro ser mais novo e estar sob seus cuidados sempre o privou de seus pensamentos. Mas agora, sentia atĂ© mesmo uma ponta de arrependimento de seu lobo por nunca ter tomado ciĂȘncia da submissĂŁo intrĂnseca que sempre teve pelo outro. Agora, o olhando de baixo com seu corpo nu, se deu conta de como seu tratamento com o outro havia sido passivo. Se fosse outro aluno, ele provavelmente teria discursado por minutos sobre responsabilidades e prioridades, sobre esforços e circunstĂąncias. Louis acariciou os cabelos de Harry que jĂĄ haviam soltado do coque, olhando com curiosidade a expressĂŁo ilegĂvel do ĂŽmega. Harry sentiu seu estĂŽmago se agitar quando sem ao menos pensar desceu do sofĂĄ, ajoelhando no chĂŁo Ă frente de Louis, sentou sob suas panturrilhas e olhando nos olhos azuis intensos e escuros, abriu sua boca e expĂŽs sua lĂngua.
- O que vocĂȘ quer, cachorrinho? â Louis perguntou sorrindo ladino, fazendo carinho em seu queixo.
- Ser bom. â Harry sussurrou, inclinando sua cabeça para ter mais do carinho sutil, esfregando sua bochecha contra a palma da mĂŁo dele. â Usa a minha boca, Louis. â ele engoliu em seco, vendo a glande brilhando e expelindo prĂ© gozo.
- Quer meu pau na sua boquinha, bebĂȘ? Ă isso? â Louis perguntou mesmo sabendo que era exatamente isso, arrancando um assentir submisso do outro, os olhos verdes tomados pelas pupilas dilatadas. â Abre a boca. â mandou, ouvindo Harry gemer e obedecer. Ele segurou a base do pau, esfregando a cabecinha em sua lĂngua. Harry gemeu e abocanhou a glande, sugando de leve, sentindo o gosto forte e cĂtrico do alfa. A tirou da boca e passou a lamber todo o comprimento, deixando-o todo babado antes de voltar pra cabecinha, engolindo ela e a levando cada vez mais fundo. Ele ia e voltava devagar, atĂ© conseguir que sua garganta relaxasse o suficiente para receber o quanto precisasse do cacete, atĂ© que seu nariz ficasse pressionado contra os pelinhos da pelve de Louis. Ele, por sua vez, ajeitou os cabelos de Harry em um rabo de cavalo, segurando com possessividade antes de pressionar mais o rosto de Harry contra seu pau. Retirou da boca dele, esfregando-o contra todo o rostinho choroso, o molhando todo com sua baba e o prĂ© gozo que escorria em abundĂąncia. Harry gemeu alto com a ação, segurando nos quadris de Louis e subindo com as unhas atĂ© o abdĂŽmen, apreciando sua barriga pecaminosa.
- Eu sei o que vocĂȘ quer. â ele afirmou. â Faça, meu alfa. Eu aguento. â incentivou, colocando a glande de volta na boca, esperando Louis o fazer.
- Que cachorrinho bom que eu arrumei. â Louis sorriu malicioso, empurrando seu pau atĂ© a garganta dele e voltando, repetindo o processo com lentidĂŁo, grunhindo com o aperto sufocante da garganta dele em sua glande inchada. -  Eu vou foder sua garganta, Harry. Ă isso que vocĂȘ quer? â perguntou com a voz rouca, apertando mais os cabelos de Harry e fazendo o couro cabeludo dele queimar. Ele gemeu contra o cacete, revirando os olhos por trĂĄs das pĂĄlpebras. Assentiu ainda com ele fundo em sua garganta, respirando fundo e se preparando. â Caralho ĂŽmega, eu vou acabar com vocĂȘ. â ele usou a mĂŁo livre pra dar um tapinha fraco em sua bochecha, fazendo Harry esfregar sua bunda em seus calcanhares. Louis grunhiu excitado, arremetendo o quadril para frente e para trĂĄs, aumentando a velocidade das estocadas aos poucos. Harry gemia fora de Ăłrbita, os olhos revirando enquanto Louis tinha a cabeça jogada pra trĂĄs, gemendo rouco enquanto socava o pau direto na garganta do ĂŽmega. Ele aguentava tudo de bom grado, sentindo seus lĂĄbios dormentes e a garganta ardendo, se aproveitando de toda a dor e agonia do momento, transformando seu desespero em pura luxĂșria, tendo que apertar seus peitos e deixar o leite sair, manchando o carpete bege, fazendo uma mancha enorme nele de leite e lubrificação que Ă essa altura jĂĄ pingava abundante de sua entradinha que piscava. Louis segurou mais forte em seus cabelos e passou a empurrar sua cabeça contra seus movimentos, pouco se importando se doĂa ou se era demais, gemendo prazeroso com os barulhos de engasgo que o ĂŽmega fazia. Harry sentiu seu baixo ventre retorcer com tamanha brutalidade, sendo fisicamente incapaz de segurar o orgasmo forte que lhe atingiu, gozando por todo carpete, chamando a atenção de Louis pelos jatos que atingiram seus pĂ©s. Louis puxou a cabeça de Harry para trĂĄs, apreciando sua imagem. Os cabelos bagunçados, os olhos vermelhos cheios de lĂĄgrimas, as bochechas Ășmidas, os lĂĄbios vermelhos e inchadinhos, o pescoço suado e corado, os peitos cheios, o leite que deixou todo seu corpinho molhado e por mim toda a bagunça molhada que havia abaixo de si. Leite, lubrificação e porra numa grande poça no carpete, fazendo Louis espalmar um tapa dolorido contra sua bochecha. â Que bagunça, bebĂȘ. â ele se abaixou, ficando de frente com o rosto de Harry. â Gozou forte assim sĂł por ter a boca fodida? â ele sorriu, passando o dedĂŁo em seus lĂĄbios, olhando no fundo dos olhos verdes.
- Sim. â Harry disse envergonhado. â Me desculpa. â ele abaixou o olhar.
- Olhe pra mim, ĂŽmega. â Louis usou sua voz de alfa chamando a atenção imediata de Harry que se apavorou.
- Nunca me peça desculpas por ter gozado. Nunca. â repreendeu. â Eu quero tirar tantos orgasmos de vocĂȘ ao ponto de vocĂȘ ficar tremendo e babando nos meus lençóis. Quero foder seu corpo atĂ© vocĂȘ ficar tonto de tanto se esforçar pra me aguentar fodendo seu rabo repetidas vezes. â Louis falou sĂ©rio, segurando no pescoço de Harry e puxando seu lĂĄbio inferior com os dentes, o fazendo tremer. â Nunca se desculpe por ser bom pra mim. â ditou.
- Me desculpa. NĂŁo vai acontecer de novo. â sussurrou.
- Bom garoto. Agora eu vou te dar meu nĂł, te encher todinho com meus filhotes, sim? â fez carinho em sua bochecha Ășmida.
- NĂŁo sei se eu aguento. â admitiu envergonhado.
- NĂŁo seja idiota, cachorrinho. Seus peitos estĂŁo pingando e sua bunda tĂŁo encharcada que sua lubrificação estĂĄ literalmente escorrendo atĂ© o chĂŁo. Seu corpo implora pelo meu nĂł e pelo meu leite. Seu cuzinho estĂĄ tĂŁo necessitado do meu cacete que estĂĄ piscando. Seu cĂ©rebro pode achar que nĂŁo, mas seu corpo te entrega. â ele disse bravo. â Cale a boca e deite no sofĂĄ, sua Ășnica escolha aqui Ă© se vai abrir suas pernas pra mim de frente ou de bruços. â Louis cuspiu em seu rosto, o beijando possessivo logo apĂłs. Harry gemeu alto com tudo aquilo, subindo no sofĂĄ e deitando de bruços, empinando a bunda.
- Fode meu rabinho assim. â ele falou com a respiração engatada. â Faz sem carinho, me mostra seu lobo. â pediu manhoso.
Louis grunhiu se colocando entre as pernas de Harry, enfiando seu cacete em seu cuzinho, puxando seus cabelos pra trĂĄs e sussurrando em seu ouvido. â Se quiser meu lobo, vai ter que achar uma palavra de segurança. Quando eu me liberto, Harry, eu nĂŁo sou nada gentil, muito menos paro se vocĂȘ implorar. Preciso de uma palavra que me faça retomar o controle nessas situaçÔes. Ă o que vocĂȘ realmente quer? â ele empurrou seu pau atĂ© a base, fazendo o rabinho se alargar todo. Ele esperou alguns segundos, constatando que Harry nĂŁo queria aquilo verdadeiramente. â Foi o que eu imaginei. â ele estocou devagar, sentindo-o contrair em seu pau.
- LuxĂșria. â disse manhoso.
- O que? â Louis gemeu em seu ouvido, o fodendo devagarinho.
- Minha palavra. LuxĂșria. â disse afetado. â Agora acaba comigo. Me fode atĂ© eu chorar. â pediu rebolando a bunda.
Louis foi inundado por um misto de sentimentos. Primeiro porque Harry foi um dos Ășnicos que realmente quis seu lobo e, segundo, porque todos que o aceitavam sumiam no dia seguinte. O lobo de Louis Ă© agressivo e completamente primitivo, ele machucava e nĂŁo se importava nem um pouco de fazĂȘ-lo se isso lhe proporcionasse um bom orgasmo. Louis estremeceu, mordendo o ombro de Harry e enrolando sua mĂŁo em seu cabelo, o usando como uma espĂ©cie de alça. â De for demais, me impeça. NĂŁo tente aguentar tudo, eu entendo que sou demais Harry. NĂŁo tente ser bom, se quiser me parar, me pare. Entendeu? â ele usou a voz de alfa, vendo Harry revirar os olhos e pulsar forte em si. â Me responde.
- Entendi, meu alfa. â disse aĂ©reo, seu corpo tremendo com a voz de Louis em seu ouvido.
Louis lambeu seu pescoço, sentindo a jugular de Harry tremer sob o raspar de seus dentes ali. Voltou atĂ© seu ombro e mordeu fraco, dando a primeira estocada forte, fazendo Harry gemer alto e se empinar mais. â Cuidado, nĂŁo quero ninguĂ©m interrompendo a gente. NĂŁo seja tĂŁo escandaloso. â Louis disse rouco, passando a estocar com força contra o rabinho sensĂvel de Harry. Ele puxou a cabeça de Harry para trĂĄs e virou, deixando seu rostinho virado para si, rosnando em seu ouvido enquanto o fodia firme. Sua outra mĂŁo foi atĂ© o quadril ele, apertando forte e o mantendo empinado, enquanto seus quadris arremetiam com força. Seus olhos nĂŁo se fechavam, ele olhava fixamente para as lĂĄgrimas que Harry soltava, ficando cada vez mais excitado com o desespero que ele emanava. â Um ĂŽmega tĂŁo perfeito que eu te marcaria como minha puta particular. Que buraco bom, cachorrinho. Um puta buraco bom de foder. â Louis dizia rouco em seu ouvido soando extremamente possessivo, dando a Harry a certeza de que nĂŁo era seu alfa delicado que estava ali e sim seu lado mais primitivo, o qual fode e reivindica tudo que quer, como quiser, independente do que seja.
O que Louis jamais esperaria Ă© que Harry seria a Ășltima pessoa Ă temer esse seu lado e o primeiro Ă implorar para tĂȘ-lo novamente. Ser um ĂŽmega submisso normalmente o faz ter um tratamento bom e gentil, totalmente o contrĂĄrio do que fantasia em sua cabeça toda vez que enfia seus dedos em seu rabinho Ă noite. O lobo do ĂŽmega exige dor, exige brutalidade, implora por servir da maneira mais selvagem possĂvel, sendo fodido e subjugado sem limitaçÔes, sentindo que Ă© Ășnica e exclusivamente utilizado pra aliviar o alfa e procriar. Era burro e nojento, como muitos que jĂĄ o foderam lhe disseram e por isso sentir Louis alargando seu rabo com força, socando sua prĂłstata sem dĂł, o fazia chorar por tamanho prazer que nĂŁo era capaz de ser aliviado somente atravĂ©s dos gemidos que nĂŁo paravam de escapar. Ele levou suas mĂŁos pra trĂĄs, segurando as bochechas da bunda farta e avermelhada pelo impacto da pelve de Louis, a abrindo, deixando que Louis fosse mais fundo em si. O alfa rosnou deitando seu peito nas costas dele, segurando em sua cintura com força com as mĂŁos, mordendo seu ombro com suas presas, perfurando a pele. Suas unhas rasgaram a pele da cintura de Harry, fazendo o outro chorar soluçando por todas aquelas sensaçÔes. Aquela dor, tĂŁo excitante para si, seu corpo implorava por mais daquilo. Seus mamilos durinhos friccionando com força no estofado jĂĄ que o peso de Louis o apertava contra ele, seus dentes tĂŁo fundo que sangrava, assim como as unhas enterradas em sua carne fazendo aquilo arder como o inferno. E seu cuzinho, ardendo por tamanha sensibilidade, por tanto impacto que o quadril de Louis proporcionava.
- Alfa. â Harry gemeu, ouvindo Louis rosnar e sentindo-o afundar mais seus dentes em si. â VocĂȘ me fode tĂŁo bem. TĂŁo, tĂŁo bom pro seu ĂŽmega. â choramingou revirando os olhos, sentindo seu lobo tomar totalmente conta de si. â Goza em mim, sim? Me dĂĄ o seu nĂł, me dĂĄ seus filhotes. â ele revirou os olhos.
- Vira. â Louis mandou, se afastando sentando sob suas panturrilhas e olhando o cuzinho todo aberto e inchadinho, piscando para si. Rosnou irritado com a demora, segurando as pernas de Harry e o girando no sofĂĄ. Puxou as pernas em volta do seu quadril, movendo-o como queria. Ele se apoiou com uma mĂŁo ao lado da cabeça do ĂŽmega, penetrando ele de novo e se abaixando, o beijou e voltou a foder rĂĄpido, perseguindo seu orgasmo Ă todo custo. Harry gemia em sua boca e arranhava suas costas, deixando faixas de sangue por onde suas unhas alcançavam. â Meu. â Louis rosnou em seus lĂĄbios, o mordendo forte, arrancando um filete de sangue.
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- Meu alfa. â Harry revirou os olhos, sentindo Louis tĂŁo fundo que perdia seus sentidos. â TĂŁo bom que dĂĄ vontade de ter sua marca. â gemeu.
- Ămega. â Louis repreendeu, afundando seu rosto no pescoço dele, lambendo, lutando contra a vontade de morder. Suas presas apontaram e ele as raspou em sua jugular, fazendo Harry gozar mais uma vez, tĂŁo forte que sua visĂŁo escureceu. Mesmo assim, nĂŁo parou de meter em si, ouvindo o ĂŽmega chorar e bater em seus braços. Ele rosnou mordendo o pescoço de leve, arranhando a pele com os dentes. Seu baixo ventre contraiu, ele sugou a pele fervente, sentindo o sangue correr rĂĄpido na jugular, arriscando pressionar as presas de leve, gozando forte dentro de Harry e o prendendo em seu nĂł, inchando em seu interior e o fazendo grunhir de dor, seu corpo tendo espasmos fortes. Rosnou soltando a pele e cravando os dentes em seu outro ombro, depositando ali o que deveria estar em seu pescoço. Lambeu e sugou a pele, começando a retomar a consciĂȘncia aos poucos. â EstĂĄ cheio dos meus filhotes. â ele rosnou em seu ouvido, o fazendo revirar os olhos de novo.
- Sim alfa, vocĂȘ encheu minha barriga. â Harry disse aĂ©reo. Louis de afastou minimamente, olhando todo o sangue, nos ombros, no pescoço quase mordido, na boca mordida, na cintura, completamente fodido e machucado. Â
- Gostoso pra caralho, bebĂȘ. â ele apertou seus peitos, deixando o leite escorrer pro sofĂĄ, o aliviando. - Porque nĂŁo me pediu pra parar? â perguntou admirando o estrago que seus dentes fizeram. Harry abriu os olhos, encarando os de Louis.
- Eu disse que aguentava. â disse, a garganta seca. â Eu quis tudo. Ainda quero, bem pior. â suas pupilas ainda estavam dilatadas.
- VocĂȘ quer mais do que ficar todo marcado, cortado e ensanguentado? â Louis perguntou, impressionado e fascinado.
- Quero. â Harry assentiu, fazendo carinho em sua prĂłpria barriga, algo que nĂŁo passou despercebido por Louis.
- Me diz como que eu vou foder outra pessoa depois disso, Harry? Como caralhos eu vou me desprender do seu laço? â disse sĂ©rio.
- VocĂȘ nĂŁo vai. â o ĂŽmega fechou o semblante. â VocĂȘ Ă© meu, Tomlinson. â rosnou.
- E quanto Ă faculdade? O que vĂŁo pensar? Eu vou perder minha bolsa ou vocĂȘ o seu cargo? â Louis questionou ainda sĂ©rio, tentando ignorar que Harry rosnou para si.
- Eu sou um ĂŽmega, Louis. Mas eu sou o poder nessa merda. NĂŁo me subestime. â suspirou raivoso. â VocĂȘ Ă© meu, Louis. Isso nĂŁo Ă© discutĂvel. â disse por fim, rosnando mais uma vez, sem quebrar o contato visual. Louis segurou seu rosto com brutalidade, quase juntando seus lĂĄbios.
- NĂŁo rosna pra mim, porra. â o ĂŽmega gemeu com a dor do aperto e Louis invadiu sua boca com a lĂngua o beijando esfomeado. - VocĂȘ merece ser a porra de um quadro, Harry. NĂŁo vou desenhar vocĂȘ, eu vou pintar. Cada milĂmetro de seu corpo. Ă isso que eu vou fazer. â sussurrou contra seus lĂĄbios. O ouvindo gemer. â A porra de uma obra de arte, Ă© isso que vocĂȘ Ă©. â ele mordeu sua bochecha de leve.
- Meu. â Harry cravou as unhas em sua nuca, o fazendo grunhir.
- Seu. Mimado do caralho. â Louis sorriu ladino, lambendo seu pescoço.
- Cala a boca. â Harry retribuiu, um sorriso ladino nos lĂĄbios.
E por mais que essa fosse uma promessa verdadeira, Louis nĂŁo poderia perder a oportunidade de transformar a vida de Harry num inferno. Lhe faria ferver em ciĂșmes e o foderia na sala de aula, o faria surtar e rosnar para si sĂł para bater em sua bunda como castigo. Ele faria de tudo para Harry implorar para ter seus dentes cravados no pescoço branquinho.
- Eu preciso voltar pra sala, ĂŽmega. â Louis respirou fundo, inalando o cheiro doce dele.
- Eu sei. â disse a contra-gosto. â Mas acho que vocĂȘ deveria terminar de me desenhar. Eu realmente preciso daquilo. â Harry riu baixinho.
- Se a gente tentar vocĂȘ vai me dar todo seu leite de novo, eu vou de foder de novo e o ciclo nĂŁo vai acabar nunca. â Louis riu, mordendo o maxilar de Harry.
- Prometo ficar quieto, deixar vocĂȘ terminar o desenho e sĂł entĂŁo pedir pra vocĂȘ me foder de novo. â sorriu segurando em seu rosto, dando-lhe um selar breve.
- Ok. â Louis sorriu imenso, roubando um beijo de Harry antes de levantar. â Eu realmente machuquei vocĂȘ, nĂ©? â olhou para todas as feridas e o sangue seco nelas.
- E eu amei. â Harry disse, subindo sua calcinha por suas pernas. â Quero que me machuque mais vezes. â mordeu o lĂĄbio inferior, começando a colocar a camisa de volta no corpo.
- Ă? â Louis sentiu seu peito esquentar por um breve momento. â Achei que era um ĂŽmega sensĂvel. â ele subiu as calças pelas pernas, fechando devidamente e fazendo o mesmo com o cinto.
- Sou o oposto. â estalou a lĂngua no cĂ©u da boca. â VocĂȘ realmente acha que bonito do jeito que eu sou, eu estaria solteiro com trinta e cinco anos? â Harry riu bem humorado, continuando a se vestir. â Eu sou o pavor dos alfas, Louis. Nunca chegam nem mesmo num limite que me faça gozar. â Harry sentou no sofĂĄ, colando os sapatos.
- Porque vocĂȘ Ă© masoquista, bebĂȘ. â Louis riu, puxando ele pela cintura quando ele se levantou. â Que bom que ninguĂ©m te fez gozar como eu. â sorriu convencido, puxando o lĂĄbio inferior de Harry entre os dentes. â TambĂ©m nunca aguentaram meu lobo completamente. VocĂȘ foi o primeiro. â Admitiu.
- Eles sĂŁo fracos. â Harry riu, beijando Louis mais uma vez. â Agora sĂł falta ver se vocĂȘ nĂŁo tem um carĂĄter duvidoso e aĂ sim poderemos nos casar. â brincou  tirando uma gargalhada sincera dele.
- Quero eu ver se vocĂȘ nĂŁo Ă© um velho ranzinza. â provocou, apertando Harry contra si.
- Velho Ă© seu cu, garoto. â Harry brigou, rindo junto com Louis.
- Eu tenho vinte anos e vocĂȘ trinta e cinco, vai dizer que vocĂȘ Ă© o novinho da relação? â provocou mais sentindo Harry estapear seu braço.
- Louis eu mesmo vou cancelar sua bolsa! â Harry brigou, fazendo bico, dando seu mĂĄximo para nĂŁo cair em gargalhada novamente.
- Oh gracinha, para. â Louis beijou sua bochecha. â Meu denguinho tĂĄ bravo comigo, Ă©? Bicudinho mais lindo. â Louis distribuiu beijinhos por todo o rosto dele, descendo atĂ© o pescoço. â VocĂȘ Ă© igual vinho amor, sĂł melhora com o tempo. Tenho certeza que vai ser gostoso atĂ© quando nĂŁo tiver dentes pra chupar meu pau. â Louis riu, tirando a pose de Harry que riu atĂ© a barriga doer.
- Caralho vocĂȘ Ă© muito idiota. â Harry abraçou o pescoço de Louis, que prontamente o beijou.
- Agora senta lĂĄ meu ĂŽmega, vai rapidinho pra eu poder acabar o desenho logo e foder vocĂȘ todo de novo. â Sussurrou em ouvido, apertando sua bunda.
- VocĂȘ tem compromisso hoje depois daqui? â Harry perguntou manhoso.
- NĂŁo. Porque, bebĂȘ? â Louis respondeu, subindo a mĂŁo atĂ© sua cintura.
- A gente vai jantar e vocĂȘ vai pra minha casa, entĂŁo. â disse como ordem, sem ao menos questionar.
- VocĂȘ vai pelo menos pagar um jantar antes de me usar nĂ©, pelo menos isso. â Louis fez piada.
- Quero te mostrar como foder comigo enquanto eu posso gemer alto seu nome Ă© muito melhor. â Harry mordeu o lĂĄbio inferior, olhando Louis com expectativa.
- A gente pode pular o jantar tambĂ©m. â sugeriu rindo. â Eu vou amar foder vocĂȘ mais uma vez, ĂŽmega. â disse sorrindo ladino, apertando a cintura dele entre os dedos. â SĂł nĂŁo pede pra eu te marcar de novo... Ă demais pra mim.
- Talvez eu faça, sĂł pra ver o que acontece. â Harry sorriu sapeca.
- Acontece vocĂȘ acordando com a minha marca. â Louis riu.
- E se eu quiser?
- A marca de alguĂ©m com quem vocĂȘ fodeu pela primeira vez hoje? Acho que vocĂȘ Ă© maluco. â respondeu bem humorado, mas seu baixo ventre contraiu com a ideia de tomĂĄ-lo como seu.
- VocĂȘ nĂŁo quer que eu seja seu? â Harry arqueou uma sobrancelha.
- VocĂȘ jĂĄ Ă© meu, Harry. â ele viu os olhos dele brilharem. â NĂŁo Ă©? Todo meu. â disse mais uma vez, vendo o sorriso de Harry começar a se formar. â A marca Ă© seria e eu sĂł farei depois que minha mĂŁe te conhecer. AtĂ© lĂĄ a gente se conhece e eu marco seu corpo todo toda vez que te foder. â disse, mordendo seu queixo. â Parece bom pra vocĂȘ?
- Ătimo, alfa. â Harry assentiu, hipnotizado pela dominĂąncia de Louis.
- EntĂŁo sente pra eu te desenhar, bebĂȘ. Vou te foder contra a porta antes de voltar pra sala. â sorriu ladino, dando um tapa na bunda de Harry antes de ir atĂ© o sofĂĄ melado dos seus fluidos corporais, rindo com a bagunça que fizeram. Se sentou onde ainda estava limpo e pegou o sketchbook, vendo Harry ir aĂ©reo atĂ© o sofĂĄ, voltando pra posição que nunca deveria ter abandonado. â Vai ser difĂcil pra caralho me concentrar com esse seu cheiro. â sorriu ladino, vendo Harry esfregar uma coxa na outra. â Mas jĂĄ, cachorrinho? â Louis riu, olhando-o todo desesperadinho no sofĂĄ.
- Louis... â Harry chamou, o baixo ventre borbulhando de novo.
Louis riu nasalado, levantando e guardando seu material em sua bolsa, andando e parando do lado da porta de entrada da sala â Vem aqui. â mandou, esperando Harry ir, parando na sua frente, brincando com os anĂ©is em suas mĂŁos. Ele levou as mĂŁos atĂ© sua calça e abriu de novo. â Coloca as mĂŁos na porta e fica quietinho pra mim, sim? â pediu.
- Louis, todo mundo pode ouvir. â disse receoso.
- Por isso eu mandei ficar quieto. â ele sorriu ladino. â Faz o que eu mandei e empina seu rabo pra mim. â viu Harry umedecer seus lĂĄbios, fazendo o que ele mandou, abrindo bem as pernas. Louis segurou os lados da calça dele a baixou atĂ© as coxas junto com a calcinha, abrindo seu cinto e calça, puxando seu pau jĂĄ duro pra fora. Ele passou os dedos no meio da bunda de Harry, sentindo ele pingando de novo para si. â TĂĄ encharcado pra mim de novo, bebĂȘ. â Sussurrou em sua orelha, segurando seu pau e forçando pra dentro do cuzinho de novo, segurando firme em seu quadril. Harry gemeu alto e Louis grunhiu, levando sua mĂŁo livre pra boca de Harry e a tapando, começando a se mover com força. Ele estocava com rapidez, sentindo Harry gemer contra sua mĂŁo. Com a outra ele se apoiou na porta, conseguindo equilĂbrio pra manter o ritmo bruto que estabeleceu. â VocĂȘ nĂŁo sabe o quanto eu imaginei te foder contra essa porta, Harry. â segredou. Harry jogou sua cabeça pra trĂĄs e apoiou no ombro de Louis, que de imediato sugou a pele ferida pra dentro da boca, sentindo gosto metĂĄlico de sangue. Harry passou a empurrar sua bunda contra as estocadas rudes, revirando os olhos por baixo das pĂĄlpebras. â VocĂȘ Ă© meu cachorrinho, ĂŽmega. Me obedece, se esfrega em mim implorando por atenção, nĂŁo Ă©? â ele falava baixinho enquanto Harry assentia freneticamente. â vai gozar nas calças de novo? SĂł com meu cacete fodendo seu rabo? â grunhiu raspando os dentes na carne machucada do pescoço dele, o fazendo revirar os olhos e gozar forte com a dor intensa. Louis meteu mais forte segurando o quadril de Harry com força, gozando forte e o atando em seu nĂł. O ĂŽmega levou a mĂŁo pra barriga de novo, sorrindo aĂ©reo.
- De novo. â falou manhoso. â Colocou mais filhotes aqui.
- Vou te encher de filhotes a noite toda, bebĂȘ. â Louis beijou seu pescoço, puxando o pau pra fora quando o nĂł desatou. Observou o cuzinho contraindo, a porra deslizando em suas coxas, a bunda num vermelho vivo de tanto se machucada pelo cinto que pendia em seu quadril. Ele puxou a calcinha e a calça dele pra cima, fechando, fazendo o mesmo consigo. Girou Harry pela cintura, beijando sua boca e o fazendo amolecer em seus braços de novo. â NĂŁo quero que ninguĂ©m entre aqui, seu cheiro estĂĄ em toda parte. â ele disse sĂ©rio. â E eu nĂŁo gosto que sintam ou vejam o que Ă© meu, ĂŽmega. VocĂȘ entendeu? â ele viu Harry assentir devagar. â Ătimo, bebĂȘ. â ele se afastou, pegando sua bolsa e pendurando no ombro. â Eu termino o desenho na aula e te entrego Ă noite. â selou seus lĂĄbios.
- Como vai fazer se eu nĂŁo estarei lĂĄ pra vocĂȘ me ver? â Harry questionou com um bico.
- Eu sou incapaz de esquecer qualquer traço seu, Harry. Decorei cada um deles. â Louis puxou o bico dele entre os dentes, dando um beijo amoroso antes de sair da sala, deixando um Harry aĂ©reo e sorridente para trĂĄs.
âI see you queensâ - Amsterdam Night 3 - May 20, 2026