throuple possibilities that go hard (including two of my muses so it's less work for you)
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Dzięki za pytanko, odpowiadając — TAK. Chętnie przyjmę jakąś uroczą blondynkę dla mojego złamanego księcia, która utrzyma go przy zdrowych zmysłach bo na razie każdy go próbuje doprowadzić do szewskiej pasji, w szczególności taka Vasilisa. XD
fun dynamic: in a universe with no widespread proof of magic your muse has no reason to trust that gwynn is anything but a scammer. and she'll happily let them because she likes appearing less moral than she is anyways. but then she casually performs some balls-to-the-wall piece of object magic and your muse's entire reality shatters
Essas são algumas das conexões que pensei para o Oliver Wood (lembrando: 1999, último ano em Hogwarts, 20 anos, bissexual). Estão todas no masculino por padrão, mas são totalmente fluídas e podem ser preenchidas por qualquer pessoa, sem problema nenhum. Também são bem adaptáveis, então dá pra ajustar a dinâmica conforme fizer mais sentido pra gente. Fico super aberta pra discutir e desenvolver tudo direitinho depois. No mais, é isso! Vou atualizando essa lista sempre que surgirem novas ideias ou conforme os plots forem se formando.
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Oliver Wood sempre foi competitivo, mas nunca desleal. Pelo menos, não até aquele jogo em específico. Em uma partida particularmente tensa, ele perdeu o controle. Seja pela pressão, pelo placar ou pelo medo de falhar, acabou indo longe demais em um lance… e quem se machucou foi MUSE. Não foi planejado, mas também não foi totalmente evitado. E isso pesou demais para ele, a tal culpa e vergonha. Desde então, Oliver se culpa pelo que aconteceu. Já tentou se desculpar mais de uma vez, ainda que do jeito dele, meio travado, sem saber exatamente o que dizer. Para ele, existe uma dívida ali que ainda não foi paga. E quanto a MUSE… fica em aberto: odeia, ignora, provoca de volta ou talvez nunca tenha realmente o perdoado. De qualquer forma, a tensão permanece. Oliver sempre fica sem jeito quando está na presença de MUSE.
(FECHADO) / Com MUSE, não é só competição. É algo além, algo que já vem de muito tempo. Eles dividem o mesmo time e já se enfrentaram vezes o suficiente (nos treinos, nas decisões, nas disputas internas) pra que tudo acabasse ficando… pessoal. Há intensidade, rivalidade, provocações constantes e aquela sensação de que um sempre precisa provar algo pro outro. Mesmo assim, existe respeito (ou traços de admiração mútua), mesmo que nenhum dos dois admita. Agora, sem o quadribol oficialmente, essa dinâmica não desapareceu de imediato, ainda existe a implicância, as provocações, o impulso de bater de frente. Mas, aos poucos, isso começa a mudar. Sem o jogo, sobra um vazio que os dois entendem melhor do que qualquer outra pessoa, e é justamente isso que começa a aproximar eles. No meio das provocações, surgem conversas mais honestas, momentos de identificação, uma compreensão mútua que nenhum dos dois encontra em mais ninguém. Inesperadamente, Oliver encontrou uma pseudo-amiga, alguém que ainda o provoca, o tira do sério… mas que, ao mesmo tempo, é a única presença que faz esse período sem o quadribol parecer um pouco menos solitário. (Angelina Johnson)
(FECHADO) / Oliver Wood e MUSE são… próximos. Não há maneira melhor de descrevê-los, nem fácil de explicar, tampouco. É o tipo de relação construída aos poucos, obtida com uma presença constante um na vida do outro que nenhum dos dois nunca precisou questionar. Eles se conhecem bem demais. Para as pessoas de fora, no entanto, nunca pareceu só amizade. E talvez nunca tenha sido tão simples assim. Há uma intimidade que ultrapassa o comum, olhares que demoram um segundo a mais, uma proximidade física natural demais, uma dinâmica que faz qualquer um assumir que existe (ou existiu) algo além. E a verdade? Fica em aberto. Talvez tenha acontecido. Talvez quase. Talvez nunca. Enfim, Oliver e MUSE não fazem questão de corrigir ninguém. Não negam, não explicam e nem se afastam para evitar comentários. (Phoebe Duke)
(FECHADO) / Oliver e MUSE são ex-namorados. Não houve um fim muito claro entre eles, e talvez esse seja o maior problema. As coisas simplesmente… deixaram de funcionar, e numa briga, boom, tudo acabou entre eles rapidamente. Não houve qualquer outra conversa depois, e as coisas que foram ditas naquele dia nunca puderam ser desculpadas propriamente. O término não foi por falta de sentimento, não mesmo. O que existia entre eles foi se desgastando até virar silêncio. Agora, convivendo de novo, nada parece realmente resolvido. Ainda existe tensão sempre que se encontram, muita mágoa. (Ginny Weasley)
Não era para ser tão complicado, mas, com Oliver, quase tudo é. Ele já tinha tido experiências anteriores que não acabaram muito bem. MUSE é uma das poucas pessoas que insistem em (tentar) atravessar as barreiras que Wood construiu ao redor de si. Durante muito tempo, ele acreditou que precisava manter o foco absoluto no quadribol e que, na sua vida, não havia espaço para distrações. Oliver sempre soube que, se algo acontecesse entre ele e MUSE, dificilmente seria algo casual. Talvez seja justamente por isso que ele se mostre tão reticente em ceder ao que está martelando no coração. Entre os dois, existe tensão, curiosidade, uma proximidade que ultrapassa o confortável, mas também existe o timing errado e a incapacidade dele de colocar isso (o quase romance) acima de todo o resto, inclusive do quadribol. A indecisão, da parte dele, é constante e, muitas vezes, frustrante. Ele se aproxima… e recua logo depois. Demonstra… e age como se nada tivesse acontecido. E MUSE? Fica em aberto. Pode ainda esperar por ele, pode ter insistido um pouco mais ou talvez já tenha se cansado e desistido dele. Tudo que Oliver sabe é que não consegue tirar MUSE da sua cabeça.
MUSE consegue ler Wood muito bem. A verdade é que Oliver é bom em se manter funcional, pelo menos, na maior parte do tempo. Por trás disso, porém, existe uma preocupação que ele não compartilha com ninguém, que é a sensação de que está ficando para trás. Sem jogos, sem visibilidade, sem olheiros ou recrutadores… Oliver começa a acreditar que suas chances de se tornar profissional estão escapando. MUSE percebe quando algo está errado, mesmo quando ele tenta agir como se não estivesse. Pequenos sinais, mudanças de humor, silêncios prolongados, nada passa despercebido pra MUSE. E isso o incomoda. Oliver não gosta de ser visto dessa forma. Não gosta de parecer instável, vulnerável, nem de ter alguém tão perto de algo que ele mesmo evita encarar. Então ele se afasta, evita, cria distância, mas nunca completamente. E MUSE continua ali, insistente, atento… o que, inevitavelmente, o deixa inquieto.
Dentro do time da Grifinória, Oliver sempre foi o goleiro, sem espaço para dúvidas. Até MUSE. Jogando na mesma posição que ele, MUSE representa algo que Oliver evita encarar: a possibilidade real de ser substituído por alguém melhor. Desde então, os treinos deixaram de ser apenas treinos e passaram a carregar uma tensão constante, da parte de Oliver. Mesmo que silenciosamente, ele se compara, observa seus próprios erros com mais autocrítica que antes, que pesam mais do que deveriam. Não é que desgoste de MUSE, e só seu medo falando e o deixando inquieto e inseguro. E MUSE é muito bom, bom o suficiente. Se é competição real ou não, fica em aberto.
(FECHADO) / MUSE pode não se lembrar, mas foi a primeira pessoa que Oliver beijou na vida. Depois disso, ele provavelmente não soube muito bem o que fazer. Apesar de nunca mais ter tocado no assunto, foi um momento importante — e até um pouco constrangedor (primeiros beijos costumam ser) —, mesmo que ele jamais admita. Foi algo momentâneo, quase impulsivo, mas Wood guarda essa lembrança com um certo cuidado, do jeito silencioso dele. Talvez seja por isso que faça questão de sempre cumprimentar MUSE, de não tratar aquilo como algo descartável. Se também foi o primeiro beijo de MUSE, fica em aberto. Hoje, eles podem ser considerados “amigos” — talvez não tão próximos, mas amigáveis o suficiente para sempre trocarem algumas palavras quando se encontram. (Daphne Greengrass)
MUSE foi, por muito tempo, um crush silencioso de Oliver Wood. Não começou de forma óbvia. Foi sutil; sutil até demais. Oliver demorou para entender o que aquilo significava, e quando percebeu, fez o que sabe fazer melhor: ignorou totalmente. Não por desinteresse, mas porque sentimentos não eram algo que ele soubesse lidar muito bem. Sentimentos não podiam ser treinados, controlados ou organizados como num jogo de quadribol. Então ele guardou, não falou e não agiu. Não mudou nada. Se MUSE percebeu ou não — e se sentiu o mesmo — fica em aberto.
(FECHADO) / Aquela foi a primeira vez que algo realmente atingiu Oliver fora do campo. A tão temida rejeição. O ponto é: ele tentou (ou quase tentou) e não deu certo. Pode ter sido rejeitado diretamente ou talvez tenha chegado tarde demais, e viu a pessoa seguir em frente sem ele. De qualquer forma, aquilo ficou com ele, porque Oliver não sabe lidar com falhas. No quadribol, ele pode treinar mais... Aqui… não. Então ele fez o que sempre faz: internalizou e transformou em silêncio. As coisas podem ter ficados esquisitas demais entre Oliver e MUSE depois.
(FECHADO) / A primeira vez que Oliver percebeu que sua atração não era tão simples quanto imaginava (ele é bissexual). MUSE foi um ponto de confirmação de algo que já existia em si mesmo. O fato é: isso não foi uma descoberta fácil. Oliver não é o tipo de pessoa que se permite parar e analisar sentimentos com calma. Então, no começo, ele pode ter racionalizado demais, tentado encaixar aquilo em algo mais “simples”, “momentâneo”, mas não funcionou. De qualquer forma, MUSE foi a primeira experiência bissexual dele.
Oliver e MUSE são melhores amigos ou algo próximo disso. Não é uma amizade chamativa, mas é a mais sólida que Oliver tem. MUSE é uma das poucas pessoas que realmente conhece Wood além do Capitão e do goleiro. Eles não precisam passar muito tempo juntos ou não precisam se falar o tempo todo, mas, quando importa, estão lá. Oliver pode não dizer, mas confia de olhos fechados em MUSE. E, vindo dele, isso é tudo.
Não é novidade para ninguém que Oliver e MUSE não se gostam nenhum pouco. Perpassa a implicância. Tem motivo muito claro para ter se tornado isso (motivos a serem discutidos). Algo aconteceu entre Oliver e MUSE que transformou qualquer chance de convivência tranquila em brigas constantes e desgastantes. Desde então, não é só irritação, é ressentimento mesmo.
Oliver sempre funcionou melhor com rotina definida, disciplina, horários bem estabelecidos. É assim que ele se mantém focado. E então existe MUSE. Alguém que bagunça isso com uma facilidade inarrável. Não necessariamente de propósito, mas de um jeito que desestrutura o ritmo que Oliver passou anos construindo, tijolo por tijolo. Com MUSE, ele se atrasa. Se distrai. Perde o foco. Não é algo constante, nem totalmente fora de controle, mas é o suficiente para incomodar depois, consigo mesmo, por se permitir ser tão irresponsável. E, ainda assim… ele não se afasta. Talvez porque, no meio do caos leve que MUSE traz, ele sente algo diferente. Algo que não exige desempenho, nem controle absoluto da sua parte. Ele relaxa, e se faz questionar se não está levando tudo ao extremo.
Oliver e MUSE se conhecem há muito tempo. Cresceram juntos e, de alguma forma, sempre estiveram presentes na vida um do outro. MUSE viu versões de Oliver que quase ninguém mais conhece: antes da obsessão, antes de ele se definir quase exclusivamente pelo quadribol. Existia uma intimidade natural entre eles, algo que nunca precisou de esforço para existir. Porém, o dia a dia em Hogwarts acabou criando certa distância, talvez por círculos de amizade diferentes, talvez por algum pequeno desentendimento, ou simplesmente pelo tempo. Oliver sente falta disso, mesmo que nunca diga em voz alta.
Outras possibilidades (sem nada muito estabelecido, por enquanto):
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