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Nonbinary Travesti Pride Flag
Non-binary: an umbrella term for gender identities that are not strictly male or female, such as agender, multigender, maverique, or demigender.
Travesti: a culturally specific gender identity associated with transfemininity, or trans*ness (transvesting, transsexuality, or transgenderness) in general. Common in Latin America.
(enbyvesti/enbivesti)
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Saw this in the local newspaper today. Jason Donavon in lingerie
Like to hook up with a transvestite

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11 - Laerte Coutinho e Duda Salabert: Nunca é tarde para ser feliz como transgênero
Por Morganna la Belle
História interessante é a da cartunista Laerte Coutinho. Criadora da personagem crossdresser Muriel, que ilustra várias de suas tiras quadrinísticas, nunca pensei que "ele" mesmo fosse crossdresser há anos atrás.
Após uma tragédia pessoal, envolvendo a morte de um de seus filhos, ela resolveu se assumir transgênero aos 58 anos, passando a usar maquiagem, cabelos longos, roupas, acessórios femininos e etc.
Assumiu então ser bissexual, mesmo sendo pai de mais outros dois filhos, sendo que tem que lidar até hoje com todo o preconceito que cerca quem tem essa coragem. Ela havia passado por três casamentos anteriormente, todos eles com mulheres.
Apesar de ser uma pessoa de notável cultura e consciência social, foi e ainda é criticada e achincalhada por muitos por causa dessa sua decisão.
Há alguns anos atrás Laerte envolveu-se em uma batalha judicial contra o jornalista Ronaldo Azevedo que, ao não concordar com uma fala da cartunista, a chamou de baranga, falsa senhora etc.
De acordo com o que foi divulgado pela mídia, Laerte perdeu em primeira instância e o jornalista, cantando vitória antes da hora, reiterou todas as falas ofensivas e homofóbicas que havia proferido. Mas ocorreu que a instância judiciária superior do TJ/SP reformou a sentença de primeiro grau e concedeu vitória à cartunista, além do direito a uma indenização no valor de R$100.000,00, a serem pagos por Ronaldo Azevedo, pela Revista Veja e pela Rádio Jovem Pan, estes dois últimos co-réus no processo em questão. Importante mencionar também que quem a representou judicialmente foi a advogada transexual Márcia Rocha. Vitória não apenas de Laerte e da advogada, mas de toda a comunidade LGBTQI+. Chupem, homofóbicos!
Essa história nos remete a uma pergunta: O que é preciso para que as pessoas transgênero passem a viver confortáveis com sua identidade de gênero, ou seja, com o gênero através do qual se identificam? E até onde deve ir a expressão dessa identidade de gênero, ou seja, o modo como a pessoa trans exterioriza e expressa essa identidade perante a sociedade em que vive?
De acordo com a WPATH - World Professional Association of Transgender Health, existe variabilidade de gênero e disforia de gênero. A variabilidade de gênero é mais fácil de se lidar porque é um grau mais baixo de inconformismo da pessoa transgênero com o seu sexo biológico. Já na disforia de gênero o inconformismo é tão intenso que pode infelizmente levar a patologias mentais, tais com depressão e tendências suicidas. É necessário então controlar a disforia de gênero e considerar intervenções de profissionais para que a pessoa encontre uma forma de se adequar ao meio em que vive.
Os principais métodos para isso são:
- Terapia hormonal
- Cirurgias de feminização da face e do corpo
- Psicoterapia
Cada caso é um caso e o procedimento adequado para cada pessoa deve ser individualizado. Algumas pessoas se satisfazem apenas com terapia hormonal, mas outras necessitam mesmo de intervenções cirúrgicas. E existem aquelas que conseguem se resolver apenas com a psicoterapia.
No meu caso específico, me satisfaço com um visual mais andrógino, sem ter a necessidade de me tornar uma mulher trans. Nem faço questão de esconder minha genitália por meio de tucikngs ou coisa que o valha e gosto das minhas pernas lisas, porém musculosas. Para ver a diversidade e complexidade do ser humano em seus aspectos sexual e de gênero!... Por isso o sinal de "mais" na sigla LGBTQI+.
O importante é que a sociedade respeite a individualidade de cada um e que não promova, através de religiosos fundamentalistas e de políticos homofóbicos oportunistas, a exclusão de uma minoria social que já experimenta sofrimento suficiente por não conseguir se adequar ao seu sexo de nascimento.
No caso da cartunista Laerte, por exemplo, ela se assumiu transgênero sem ter iniciado uma terapia hormonal e sem ter feito qualquer procedimento cirúrgico trans. Simplesmente passou a expressar sua identidade de gênero apenas usando cabelos longos, maquiagem, unhas pintadas e roupas e acessórios femininos.
A situação da vereadora transexual de Belo Horizonte, Duda Salabert, também parece ser a mesma. Parece não ter feito terapia hormonal e nem se submetido a qualquer cirurgia de feminização. Tem hoje 40 anos, sendo que fez sua transição há apenas 4 anos atrás.
O fato é que, mesmo usando cabelos longos, maquiagem e roupas femininas, ainda se verifica traços masculinos nessas duas pessoas. Mas se elas estão felizes assim, quem somos nós para julgá-las e dizer a elas o que fazer? Isso é apenas mais uma prova de que a identidade de gênero é algo que se abstrai daquilo que o corpo apresenta ao mundo. É realmente uma questão de espírito ou de psiquismo e subjetividade. Por isso, na grande maioria das vezes, é o corpo que deve se adequar à identidade de gênero, assim como é o mundo que precisa se adequar à realidade transexual.
Conclui-se então que terapia hormonal e cirurgias de adequação de sexo só devem ser levados a efeito caso a pessoa realmente queira uma modificação considerável do seu corpo e face, mesmo porque algumas dessas modificações são irreversíveis.
O importante, amores, é a pessoa ser feliz com ela mesma! E, mesmo que esse estado pessoal de felicidade chegue mais tarde na vida, bem, antes tarde do que nunca!!!
Quanto à vereadora Duda, cabe aqui "um parênteses" para finalizar. Criadora da TRANSVEST, uma ONG que tem como objetivo levar a escolaridade às travestis e pessoas transgênero da capital mineira, ela foi a vereadora mais votada da história de Belo Horizonte. Da história! Desculpem-me mas não aguento... Mais uma vez tenho que dizer: Chupem homofóbicos!!!
Quer interagir com a Morganna la Belle? Visite meu site e blog: https://rainhamorgannalabelle.wordpress.com/
Vou adorar conhecer você!!!
Mulher Trans disputa o senado em Minas pela primeira vez
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A professora e transexual, Duda Salabert de 36 anos, é a primeira mulher trans a concorrer a uma vaga no senado em Minas Gerais. A Professora Salabert tem lutado pelos direitos estudantis há mais de vinte anos. Ela é filiada ao PSOL de Minas.
Salabert também preside o Transvest. Uma ONG que oferece cursos de idiomas aos transexuais de baixa renda, uma de suas maiores propostas caso chegue ao…
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. . . #transvest #transliteraria #viadutosantatereza #bh