Explicativa x Restritiva - qual a diferença entre as duas orações?

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Explicativa x Restritiva - qual a diferença entre as duas orações?

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Tudo, aqui, à volta da língua portuguesa – o idioma oficial de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Pr
Syntax 101 - Sintaxe da Língua Inglesa - Aula 6: Complements - Part 1
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Todo mundo conhece aquele amigo ou amiga que adora fazer análises sintáticas e sabem, como que recitando um texto sagrado, frases do tipo "oração subordinada...
Todo mundo conhece aquele amigo ou amiga que adora fazer análises sintáticas e sabem, como que recitando um texto sagrado, frases do tipo "oração subordinada substantiva objetiva direta". Mas você sabia que a língua NÃO FUNCIONA SÓ SINTATICAMENTE? Nesse vídeo, você verá que ao falarmos articulamos duas coisas ao mesmo tempo, ou seja, você entenderá como a língua funciona!

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#Repost @civiscaeli (@get_repost) ・・・ Menu tipo de árvore de Natal 🤓 . .My kind of Christmas tree . .#Sintaxe #Linguística #Natal #Linguista #Syntax #Christmas #Linguistics #Linguist . .@julimacirino @angelanatel007 @leidi.nogueira @vckeip @ludhize https://www.instagram.com/p/Br00VUNHpZ-/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=vtqamh7hhfju
poema vernáculo
Um sujeito indefinido
correu pelo meu caderno.
Começou ali o inferno
dessa aula de sintaxe.
Já dizia o predicado
que lá vinha outra oração
e antes que eu dissesse não,
já estava subordinada.
Uma árvore sintática
desdobrou-se à minha frente
enquanto na minha mente
pulavam três complementos.
Sintagmas tomavam chá
com classe gramatical
e um adjunto adnominal
chorava esquecido no canto.
Eu estressada e confusa
expulsei todos da mesa
por sorte saí ilesa
e voltei pra literatura.
Talita Emrich, 4/2017
aula 22.08
Livro: Introdução à Linguística II - Princípios de Análise
Capítulo: Sintaxe: explorando a estrutura da sentença.
2. Categorias gramaticais
. Na língua portuguesa, somente verbos recebem sufixos que denotam o tempo e o aspecto do evento descrito pela sentença e que estabelecem uma concordância de número e pessoa com o seu sujeito. Portanto, essas marcas morfológicas permitem que distingamos a categoria gramatical dos verbos das demais categorias de palavras.
. A posição que um item pode ocupar na estrutura sentencial é uma propriedade definidora crucial da categoria gramatical do item lexical, funcionando, assim, como um critério distribucional.
. As propriedades morfológicas, distribucionais e semânticas próprias de cada um dos itens lexicais de uma língua nos permitem agrupá-los em categorias que passam a ser definidas exatamente pelo fato de que os itens que as integram compartilham tais propriedades gramaticais.
Categoria dos nomes: geralmente são núcleo de seu constituinte e satisfazem imposições sintáticas e semânticas do verbo. Nomeiam entidades.
Proforma: tem a propriedade de substituir constituintes.
. Adjetivos estão para para constituintes nominais assim como advérbios em -mente estão para verbos.
3. Estrutura de constituintes
AS SENTENÇAS DAS LÍNGUAS NATURAIS NÃO SÃO FORMADAS POR SEQUÊNCIAS LINEARES DE ITENS LIXICAIS. ELAS SÃO FORMADAS A PARTIR DA ESTRUTURAÇÃO HIERÁRQUICA DE SEUS CONSTITUINTES, EM QUE PALAVRAS SÃO AGRUPADAS EM SINTAGMAS E SINTAGMAS SÃO AGRUPADOS EM SINTAGMAS MAIS ALTOS, ATÉ QUE CHEGUE AO NÍVEL DA SENTENÇA.
evidências (testes) para a estrutura de constituintes
Possibilidades de distribuição dos constituintes em diversas posições na sentença. Tomemos como exemplo a sentença:
O João vai comprar o último livro do Chomsky na Borders’ amanhã.
a) Topicalização: constituintes dessa sentença podem ser colocados em posição inicial. Exemplos:
Amanhã, o João vai [...] Na Borders’, o João vai [...] Do Chomsky, o João vai [...]
b) Clivagem: constituintes são movidos para a posição frontal e são ‘ensanduichados’ entre o verbo ser e o conectivo que. Exemplos:
É o João que vai comprar o último [...] É o último livro do Chomsky que o João [...] É amanhã que o João [...]
c) Passivização: evidencia a estrutura de constituintes de uma sentença construída com um verbo transitivo direto. Exemplo:
O último livro do Chomsky vai ser comprado pelo João amanhã na Borders.
d) Fragmentos de sentença: só constituintes podem servir como fragmentos de sentença em respostas. Exemplos:
. Quem vai comprar o último livro do Chomsky amanhã? - O João.
. O que o João vai comprar amanhã? - O último livro do Chomsky.
e) Pronominalização: toda vez que pudermos substituir uma sequência de palavras por uma proforma, vamos estar diante de um constituinte sintático. Exemplos:
Ele vai comprar o último livro do Chomsky amanhã. O João vai comprá-lo na Borders’ amanhã. O João vai fazê-lo amanhã.
f) Elipse: alguns constituintes podem ser elididos. Exemplo:
. A criança não vai parar de gritar. . Eu acho que ela vai parar de gritar, mas só se você parar de dar bola pra ela.
É IMPORTANTE SEMPRE TER SE TER EM MENTE QUE NEM TODOS OS CONSTITUINTES SÃO EVIDENCIADOS PELAS MESMAS CONSTRUÇÕES.
ambiguidades estruturais
O Pedro viu a menina com o binóculo.
Essa sentença tem duas possíveis interpretações. pela primeira, entende-se que o Pedro viu a menina através do binóculo que ele trazia com ele. Pela segunda, entende-se que a menina que o Pedro viu usava ou carregava um binóculo. Concordamos que só nos damos conta dessa ambiguidade porque a sentença está fora de contexto.
A primeira interpretação está associada à a possibilidade de a menina e com o binóculo serem dois constituintes separados. Por outro lado, a segunda está associada à possibilidade de a menina com o binóculo ser um único constituinte sintático. Todos os movimentos e substituições de constituintes revelam essas possibilidades e evidenciam o caráter estritamente sintático da ambiguidade da sentença.
a ambiguidade é causada pela possibilidade de a sentença apresentar duas estruturas sintáticas diferentes.