Fizeram-me ao recorde de cobranças Bailando entre ausências e pele exposta Decifrando as gramas do teu beijo Que sempre atordoa a alfandega A serpentina entoada com efeito alucinógeno Em flagelo à s minhas rubricas de bom dias Amém doutor, espero outro dia me indispor Com a causa que permeia minha covardia Made in: Costuras cronológicas Em êxito de conceito O pó de meu modernismo fora caspa O isolamento fora alimento Em dejejum de breu Contrariando a cascata Não doei-me ao incerto, de certo, não me amaldiçoei... A veia teve o tom azulado Amado por algum intelectualismo Que procura suprir-se o entreter Com iscas prolixas pró humanismo Espaço-me de vós por receio Temperamento ao meu eterno retorno Memento de entrega à Caronte E fome do amor que não regurgitei Ecoei retóricas terapêuticas Procura-se um amor misterioso Tal qual seja artÃstico e paciente Como a geometria de Stonehenge Revolucionei numerologistas Confirmando saúde Ao espirro de pais de primeira viagem Entubem-no, pois o pulmão que já reclama, estás consentido...
Mise-en-scène, Pierrot Ruivo











