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A Geometria do Invisível e a Reconciliação entre o Homem e o Cosmos, de Northon Salomão de Oliveira
Há livros que comunicam ideias. Outros organizam conhecimentos. Alguns poucos, porém, reorganizam silenciosamente a maneira como percebemos o mundo. The Geometry of the Invisible: The Vitruvian Universe and the Architecture of Consciousness, de Northon Salomão de Oliveira, pertence a essa rara categoria de obras que não pretendem apenas responder perguntas, mas restaurar a capacidade de formulá-las.
À primeira vista, trata-se de uma reflexão sobre o célebre Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci. No entanto, essa impressão inicial logo se dissolve. O desenho renascentista converte-se, nas mãos do autor, em uma poderosa chave hermenêutica para investigar uma questão muito mais profunda: existiria uma arquitetura invisível capaz de conectar corpo e consciência, memória e identidade, direito e tecnologia, inteligência artificial e dignidade humana, finitude e transcendência, indivíduo e cosmos? E, se essa arquitetura realmente existe, o que acontece com uma civilização que perde a capacidade de percebê-la?
Responder a essas perguntas exige muito mais do que filosofia. Exige atravessar as fronteiras disciplinares que fragmentaram o conhecimento moderno. É justamente esse movimento que torna a obra singular. Nela, neurociência dialoga com fenomenologia; teoria do direito encontra inteligência artificial; psicologia cognitiva conversa com cosmologia; epistemologia aproxima-se da física; literatura, religião, simbolismo, hermenêutica e ética entrelaçam-se numa mesma investigação sobre aquilo que permanece invisível, embora determine silenciosamente tudo aquilo que vemos.
The Geometry of the Invisible não pode ser compreendido apenas como um ensaio filosófico, tampouco como uma obra de divulgação científica ou de teoria jurídica. Trata-se de um texto que reivindica uma leitura em múltiplos níveis simultaneamente: narrativa, crítica, acadêmica, jornalística, literária, científica, jurídica, cosmológica, epistemológica e simbólica. Sua verdadeira unidade não reside em um sistema fechado de teses, mas na tentativa de reconstruir uma antiga intuição da tradição ocidental: a de que existe uma correspondência profunda entre as proporções da consciência humana e as proporções do próprio universo.
A crítica de Oliveira às arquiteturas algorítmicas que moldam a vida digital recoloca no centro do debate uma pergunta que a modernidade tecnológica parecia ter abandonado: o que significa, afinal, ser humano em um universo cada vez mais mediado por máquinas capazes de calcular, mas talvez incapazes de experimentar?
Resenha crítica de The Geometry of the Invisible: The Vitruvian Universe and the Architecture of Consciousness, de Northon Salomão de Olivei
Hi~ 🌺
A ROSA E A CABALA, Benita Kleiberg, 2003