“Hoje, só quero que teu dia termine bem. Quero que um alguém te dê atenção, que saiba te sentir e que abrigue teus desejos e que olhe nos seus olhos, teu rosto e que beije teus cabelos, cada fio e cada frio que você já passou sem ser protegido por ninguém. Melhor saber que está bem, mesmo por aÃ, mesmo aÃ. Pois se mal estivesse eu saberia e eu morreria. Fica mal que eu corro morro abaixo. Fica mal que eu morro.
Mas, por favor, não me desaparece, não me esquece, diz que ainda sirvo para qualquer coisa. Pois quero voltar a estar do teu lado sem precisar de ter medo de te perder de novo, medo de você me tratar diferente. Ou indiferente.
Entenda que tudo mata, tudo o que você faz me mata, mas se não fizer também, fica pior. E vai piorando, piorando, piorando e meu chá vai acabando, e minha caneca esvaziando e ontem, eu tentei parar de tomar aquele comprimido chato que me trazia o sono que você não quis me devolver o vazio que eu não conseguia entender.
É que automedicação é doença.
Meu amor é teu. Menospreza não que eu adoeço de novo.
Me automediquei tanto de você, que virou dependência.
Gostar é doença.
Fica bem que eu
fico também. (Fear-wishes)