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At six o’clock on a warm Sunday morning, Joseph Medeiros, an actor from Queens with a few Broadway credits, had just ridden his mountain bike across the Williamsburg Bridge into Manhattan, carrying a big black food-delivery bag, the kind that usually holds pizza. This one was stuffed with forty-two theatrical props, including a watermelon, a loom, a rain stick, a goddess headdress, and a Cyclops eye fashioned out of leather. “This weighs at least fifty pounds,” Medeiros said, setting the bag down on the grass in East River Park. He was sweating through his T-shirt.
The props were for his one-man performance of Book II of the Odyssey, set to begin at six-thirty. A few years ago, Medeiros decided that he would memorize Homer’s epic poem in ancient Greek—twelve thousand one hundred and nine lines—and perform it in the course of twenty-four hours. “I’ve always wanted some sort of large-scale solo performance, the idea of a little man in a big world,” he said. He later opted to stage each of the twenty-four books individually, in outdoor locations around New York. Book II was the project’s public début (Medeiros performed Book I for a private indoor audience in 2020), and he’d decided to stage it near a cluster of trees beside the East River Park amphitheatre. “Someone recommended the amphitheatre,” he said. “But it’s not welcoming. There’s, like, gravel and dirt, and the stage itself is rough cement.” But he liked the idea of performing near the East River, in the morning sun.
Lucas Medeiros
Que se perceba que quando estamos dançando, festejando, namorando, brindando, abraçando, sorrindo e fazendo graça, estamos homenageando a vida, e não a maculando. Que sejam muitos esses momentos de comemoração e alegria compartilhados, pois atraem a melhor das energias. Sentir-se alegre não deveria causar desconfiança, o espírito leve só enriquece o ser humano, pois é condição primordial para fazer feliz a quem nos rodeia. Que estejamos sempre abertos, se não escancaradamente, ao menos de forma a possibilitar uma entrada de luz pelas frestas. Que nunca estejamos lacrados para receber o que a vida traz. Novidade não é sinônimo de invasão, deturpação ou violência. Acreditemos que o novo é elemento de reflexão: merece ser avaliado sem preconceito ou censura prévia. Que tenhamos com a morte uma relação amistosa, já que ela não é apenas portadora de más notícias. Ela também ensina que não vale a pena se desgastar com pequenas coisas, pois no período de mais alguns anos estaremos todos com o destino sacramentado, invariavelmente. Perder tempo com picuinhas é só isso, perder tempo. Que valorizemos nossos amigos mais íntimos, as verdadeiras relações pra sempre. Que sejamos bem-humorados, porque o humor revela consciência da nossa insignificância – os que não sabem brincar se consideram superiores, porém não conquistam o respeito alheio que tanto almejam.
Que o mar esteja sempre azul, que o céu seja farto de estrelas, que o vinho nunca seja racionado, que o amor seja respeitado em todas as suas formas, que nossos sentimentos não sejam em vão, que saibamos apreciar o belo, que percebamos o ridículo das ideias estanques e inflexíveis, que leiamos muitos livros, que escutemos muita música, que amemos de corpo e alma, que sejamos mais práticos do que teóricos, mais fáceis do que difíceis, mais saudáveis do que neurastênicos, e que não tenhamos tanto medo da palavra felicidade, que designa apenas o conforto de estar onde se está, de ser o que se é e de não ter medo, já que o medo infecciona a mente. Que nosso Deus, seja qual for, não nos condene, não nos exija penitências, seja um amigo para todas as horas, sem subtrair nossa inteligência, nosso prazer e nossa entrega às emoções que nos fazem sentir plenos. A vida é um presente, e desfrutá-la com leveza, inteligência e tolerância é a melhor forma de agradecer – aliás, a única.
Martha Medeiros
Model: Yasmim Medeiros Photographer: Ade Zeus https://www.flickr.com/photos/ade_zeus/36991235175/sizes/l #Youtube #Kobo #AALBC #RMEbook #RMEbooks

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"There she is...
...she is Tristana Medeiros"
Rec (2007)
"Amanda" de Mikhaël Hers avec Vincent Lacoste, Isaure Multrier, Stacy Martin, Ophelia Kolb, Marianne Basler et la participation d'Elli Medeiros, décembre 2018.
O simples nunca foi fácil, muito menos para quem possui um coração no lugar onde tantos possuem uma pedra de gelo.
Martha Medeiros.