BLOOD TAX - The Devoured Year Round 3, with @radishark's Dudu the Awful! Not quite finished right now but deadline and all that

#batman#bruce wayne#dick grayson#tim drake#batfam#dc fanart#batfamily





seen from United States

seen from Malaysia
seen from United Kingdom
seen from Sweden

seen from Canada
seen from United States
seen from United Kingdom

seen from Italy
seen from Türkiye
seen from Singapore
seen from Canada
seen from United Kingdom

seen from United States
seen from Singapore
seen from Japan
seen from United States
seen from Japan

seen from Brazil
seen from Poland
seen from Colombia
BLOOD TAX - The Devoured Year Round 3, with @radishark's Dudu the Awful! Not quite finished right now but deadline and all that

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
an art dump of my newest creative project, roach killer :] i've been having a total blast with these guys. new toys yay!
Wait what? Didn’t he said he had a consort? Or is this some sort off language barrier that I’m not getting?
Anyway, he is so me coded (delulu)
Matias - Ikemen Prince - Enemies to Lovers
I think everyone who read sth about matias thought in writing this AU hahaha. Not surprised at all that they made MC a thief and Matias the detective.
I don't know if this was my favorite Matias' event, but definitely is a good contender of best event for real.
Matias was a detective trying to catch the phantom thief, a thief who robbed noble people and used the money to help local citizens.
As expected, although Matias thought it was nice to help people, it was still a crime, and in his eyes, the thief had to face the consequences of his actions.
Yes, initially he thought the criminal was a man.
MC was a bookstore owner and her secret identity as a thief was just to help people, not to profit from it. She had succeeded once, when she stole an expensive jewel. Her goal was to steal another jewel from a different noble now.
He lets MC steal the second jewel to find her secret hideout and arrest her. However, some assassins were also following her. The assassins were hired by nobles because the jewel she stole was not an ordinary item. It had some inscriptions showing the location of the nobles' wealth. So obviously, the nobles thought that MC had unraveled the secret location. But no, she had no idea that those jewels were that important.
Matias and MC ended up saving each other while they were dealing with the assassins, and that's when MC shares her true identity and confesses her feelings.
To be honest, although they could claim MC and Matias knew each other for a while now, and she developed feelings for him, to me, it looked more as if they were just friends. I don't know if in his minds she was also more than just a friend though.
But aside from the part where she said she loved him, I really liked the ending. MC managed to escape and told Matias to keep following his truth because she would do the same.
I was curious to see what the epilogue was about, so I bought it hahaha. But I didn't have time to read it yet.
my favorite moment
this was right after she said she loved him
he is so hot when he is all serious trying to do his job xD
você e matiiii
era p eu ter mandado essa no carnaval mas né, paciencia
tw: matias sendo um péssimo namorado e você sendo uma amante safadinha; sexo anal(?) rivalidade feminina (?) ,uso de verdinha e bebida alcóolica pois carna
Trabalho Lindo...
Calor do caralho, pessoas suadas, roupas minúsculas, putaria ao vivo... poderia ser terrível, mas não era. Carnaval, porra! Cinco dias de curtição, bebida, eventuais drogas e sem nenhum peso na consciência.
O litoral estava cheio, como todos os anos. Com a diferença de que, esse ano, seus amigos argentinos (de um intercâmbio que havia feito anos atrás para o país vizinho) vieram curtir o evento nacional com você.
Podia ser um carnaval tranquilo? Sim.
Mas seria um carnaval tranquilo? Óbvio que não!
A culpa era todinha de Matías Recalt e um casinho safado que tiveram quando morou por lá. Era trepa-trepa todo dia, sem culpa e sem se apegar. Ele era seu host-brother e nem você, nem ele, queriam complicações.
Mas agora não haveria nada para impedir o lancinho de vocês, né?
Rafael Federman e a namorada, tinham vindo de avião dois dias antes.
Rocco Posca, Blás Polidori, Felipe Otanõ e Matías apareceram em um Jeep vermelho, com pranchas penduradas no capô, na porta do Airnbnb que alugaram para passar o feriado.
Os idiotas decidiram vir de carro de Buenos Aires até a praia combinada, então levaram diazinhos de viagem parando para descansar.
Matías foi o primeiro a descer do veículo e vir correndo te abraçar.
Você pulou no colo dele que, instintivamente, segurou sua bunda e apertou firme para que não escorregasse. Deram um três giros até Pipe reclamar por atenção. Abraçou um por um dos rapazes, até uma figura estranha sair de dentro do carro.
A expressão em seu rosto se tornou confusa e o ar dos seus pulmões desapareceu por uns instantes... Quem? É? Vo? CÊ?
- S/N - começou Recalt e sua mente já começou "Ah não, ah não, ah não" - Quero que conheça minha namorada. Olga.
- Ah, oi! - você cumprimentou normalmente, com um sorriso estampado que nenhum dos atores ali diria que era falso - Eu sou a S/N. - namorada? Por que ele não havia falado nada?
- Hola - ela respondeu meio fria e quase que com nojo, tirando o óculos de sol para não ter que encostar na sua mão. - Eles falam muito de você.
- Jura?
E falavam mesmo! Como sentiam saudades, como você era divertida, como era uma excelente companhia, relembravam momentos icônicos e engraçados das aventuras do grupo... até as namoradas deles (as que não tinham terminado) sentiam saudades!
A tal de Olga não respondeu, então você ignorou e disse:
- Vamos entrar! Devem estar cansados da viagem.
...
E estavam mesmo.
Chegaram de manhã e dormiram o dia todo!
Às 19h30 e poucos, você acordou geral com dez caixas de pizzas quentinhas. Já tinha comprado a mais, para eventuais laricas noturnas.
- Puta madre, S/N - Recalt disse com a boca cheia de pizza de frango com catupiry - Te amo tanto!
Claro que ele havia falado isso por conta das pizzas, mas Olga não gostou. Mal tocou na comida e fez cara feia pros 8L de refrigerante com vodka baratinha no galão de água.
- O trio começa às 21h? - Rocco questionou.
- Aham - você respondeu servindo mais bebida duvidosa.
- Temos uma horinha pra se arrumar então - Federman falou.
- E daí sobra meia hora pra ficar chapado - completou Matí, sentado na sua frente, de boca cheia, com um sorrisinho safado, te olhando.
E quando ele te olhava com aquela expressão, parecia que não havia mais ninguém no cômodo... não havia mais ninguém no mundo.
- Fez o corre?
- Ô, se fiz! Tava com mó cagasso da gente ser parado na estrada.
- Nem fodendo - disse Blás terminando de engolir - Tu' disse que ia comprar aqui!
- Surpresaaa!
O mais alto revirou os olhos e todos na mesa riram.
- Tá, mas falando sério, seis trouxeram as fantasias, né?
...
Então, 20h45, estavam todos na frente da casa, mal pintados de azul, com regatas brancas (você com um vestidinho branco) e uma touquinha escrota branca.
OS SMURFS.
Da forma mais engraçada possível.
- Quem foi que deu ideia mesmo? - questionou Matí sorrindo, com o rostinho a centímetros do seu, enquanto tinha o rosto pintado com tinta de palhaço azul.
- VOCÊ - reclamou Blás se coçando, estava desenvolvendo uma leve alergia aquela tinta.
Você não queria parecer curiosa, mas queria MUITO saber onde Olga estava. Desde o jantar, ela havia subido para o quarto deles, tomado um banho e não tinha decido mais. Então, bem disfarçada, você questionou ao Posca que estava sentado na frente da porta mexendo no celular:
- Rocco... que horas são?
- 20h46.
- Hm... a gente podia ir daqui a pouco né? Pra pegar um lugar legal - virou o rosto de Matí e observou as sardinhas sendo cobertas.
O filho da puta é bonito, né? Tirou a franja dele do rosto e ele apertou um pouquinho sua cintura. Contei que a mão dele tava na cintura?
- Podia. Matí, a Olga tá pronta? - Otaño questionou e você quis abraçá-lo. ISSO, ISSO, ISSO! PERGUNTA MESMO, PIPE!
- Ela não vai.
- Por quê? - você questionou rápido demais e ele virou para te observar.
- Ela não tava se sentindo bem, nena.
Nena.
O apelido que te chamava enquando o pau estava enterrado em você, a boca colada no pé do ouvido, as mãos ao redor do seu corpo e o líquido quente te preenchendo enquanto você gozava apertando ele ainda mais.
Você deu uma travada.
Respirou fundo.
- A.
Foi a única coisa que saiu.
- Mal do que? - Pipe questionou.
- Diz ela que é o jantar, mas ela é fresca assim mesmo, liga não.
- Porra, eu pedi na melhor pizzaria da cidade pra compensar o refrigerante podrão.
- Eu sei, eu sei - disse colocando o braço no seu ombro e te levando em direção ao portão - Relaza, nena.
Filho da-
- ENTÃO BORA PRA FARRA? - perguntou Blás altinho... nos dois sentidos da palavra. Todos os outros comemoraram, você ainda estava um pouco durinha pelo ocorrido.
- Bora! Só vou deixar essas coisas no quarto - ergueu a tinta e o pincel - E já vamos...
Foi praticamente inevitável escutar Olga ao telefone. A argentina achou que vocês já tinham vazado da casa e estavam perto do bloquinho. Ela estava em uma chamada de vídeo com mais duas amigas.
- Juro! Nojetos demais! Todos animais! Vou pegar uma infeccção só de estar nesse lugar! País de merda. A casa é podre, a cidade é podre, as pessoas são podres, a língua deles é podre, vocês não tem noção... Eu até menti pro Matías, dizendo que estava passando mal.... imagina ficar horas encostando nesse tipo de gente?? E ainda tem ela. Essa tal de S/N, não sei o que aqueles idiotas veem nela.
"Filha da puta" pensou "Essa escrota merece umas poucas e boas".
...
Estavam sentados na areia da praia cuidando das bags de todos. Rafa e a namorada, Rocco e Blás estavam no mar, enquando Pipe estava atracado no meio da areia com uma brasileira bonita e simpática que tinha conhecido no bloquinho.
As músicas do trio elétrico eram animadas e a companhia dos meninos também, mas mesmo bebadinha, ainda não conseguia parar de pensar nas palavras rudes de Olga. Garota escrota. Merecia pagar de alguma forma.
- Que foi?
- "Que foi" o quê, Matí?
- Essa cara de cu - falou olhando para o beck sendo bolado em suas mãos.
- To com saudades do seu pau.
Os olhos dele se arregalaram ao buscarem os seus. Você continuou.
- To com saudade e agora não vou poder matar... afinal você começou a namorar e não me falou nada. -
O argentino coçou a cabeça, retirando a touquinha escrota branca (a sua já havia caido no chão horas atrás), respirou fundo e tomou coragem para continuar o assunto que sabia que uma hora iria chegar.
- É que... sei lá, só aconteceu - ficou um silêncio enquanto você tragava por primeiro e passava o beck para ele - Ela me pediu.
- Ela te pediu em namoro? - soprou a fumaça.
- Sim. Ficamos algumas vezes, saímos algumas vezes... aí ela me pediu, e você me conhece, nena, sabe como eu não sei dizer não.
- Não sabe, é?
- Pra você, especialmente, nunca - puto, cafajeste, sempre mudava de assunto quando o papo ficava sério - Cê' lembra de uma coisa que a gente fazia?... Abre a boquinha pra mim, nena - disse puxando seu rosto em formato de biquinho e logo soprando a fumaça do beck ali, quase encostando a boca na sua. Você recebeu, tragou e soltou no ar.
- Dorme comigo hoje - você disse levantando e batendo a areia da bunda, movimento que ele acompanhou bem de pertinho.
- E-eu-
- Não foi um pedido, Matías. Me fode lentinho hoje, em nome dos velhos tempos... - "e para vingar meu país da sua namorada escrota". Você aproximou o rosto do de Matías.
As pupilas gigantes, as quais ele era tão apaixonadinho. A boca vermelha, a qual ele estava louco para beijar. Claro que a face estava azulada, mas ele não pareceu se importar. No segundo seguinte os lábios estavam colados e as línguas girando em sincronia. Degustando uma a outra.
O corpo dele tombou para trás e o seu foi para cima.
As mãos de Matías escorreram direto para sua bunda, desferindo um tapa forte seguido de um aperto.
- Porra - ele gemeu.
...
- Se ela descobrir que eu to contingo, eu to fodido - sussurrou no seu ouvido, debaixo da água corrente.
Os beijos não haviam cessado desde a praia até o seu quarto no Airbnb. Pararam pra caminhar, mas se atracavam contra um poste qualquer no instante seguinte. O chão do chuveiro estava quase branco de novo.
Matí havia esfregado todo azul, e beijado, seu corpo todinho, murmurando quantas saudades sentia de você e do segredinho sujo que mantinham na casa dele lá na Argentina.
- Pra mim tá tranquilo - você sussurrou de volta, puxando o rosto dele contra o seu, sentindo o pau duro dele batendo na sua barriga.
O sorriso malicioso que estampou sua face foi o suficiente para que o membro dele vibrasse em sua mão. Você masturbou Recalt suavemente para cima e para baixo, aproveitando para fazer uma pressão maior na cabeçinha vermelha, inchada e melada.
A boca do rapaz sugou seu mamilo enquanto as mãos dele apertavam sua cintura te puxando cada vez mais contra ele.
Matías não sabia o que queria mais: sua mão, sua boca, seus peitos, sua boceta ou seu cu.
Creio que tudo ao mesmo tempo, se desse.
Você desligou o registro e, pelo pau, puxou ele molhado até sua cama.
A maconha que haviam fumado 30 minutos antes parecia ter chegado ao seu ápice agora. Todas as sensações estavam triplicadas. O que era gostoso, ficou ainda mais gostoso. Como por exemplo, o lubrificante geladinho que tirou da mochila.
Sentou encostada na cabeceira da cama, espalhou o gelzinho na entrada já excitada e brincou com seus dedos. Sozinha. Ele observava de pertinho como um tarado. O argentino te queria mais que tudo no mundo, mas estava curioso com o que você planejava.
Aos poucos foi descendo os dedinhos e lubrificando o buraquinho de baixo.
O olhar dele marejou, a boca abriu e ele jurou que poderia gozar ali mesmo.
- N-nena...
Você se afastou um pouco para trocar de posição. Ficou de quatro, com a bunda enfiada bem na cara dele, esfregando o clitóris com os dedos da mão direita e abrindo as bandas com a mão esquerda.
- S/n... porfi...
Você apenas gemeu enfiando a cara no travesseiro e então enfiou um dedinho, aí dois. Só para abrir espaço para ele.
- Por favoor - ele gemeu baixinho.
Você respondeu jogando o lubrificante para trás. Recalt suspirou aliviado e distribuiu o total de dez beijos pela bunda, buceta e cuzinho. Em seguida, ficou de joelhos na cama, esparrando lubrificante no pau mais duro e tesudo que nunca.
- P-posso? - perguntou rodeando o buraquinho com o dedo indicador e então invadindo-o devagarzinho.
- Fode, Matí.
Essa foi a autorização que ele esperava, mas mesmo assim foi sem pressa. Não queria te machucar. Brincou com os dedos um pouco, alargando o cuzinho só o suficiente para que se acostumasse com a presença.
Logo mais sentiu a cabecinha da pica entrando.
Tão geladinho, tão gostoso.
Aos poucos foi sentindo o cumprimento todo dentro e então os dedos quentes dele mexendo no grelinho sensível. Vocês gemeram em uníssono, se segurando para não acordar a escrota da Olga. Bom, talvez você fosse um tiquinho escrota também... mas não era aquele tipo de escrota!
Recalt não conseguia evitar pensar que se as histórias fossem outras e você ainda morasse lá... vocês estariam juntos, assumidos, namorados.
- Porra, Sn, acho que seu cuzinho tá me deixando sentimental - sussurrou e você riu apertando ao redor dele - PORRA.
Demorou uns segundos para se recompor e voltar a foder. Beijou seu pescoço e então segurou, do jeitinho que você amava, te deixando sem ar e no ponto para gozar... só faltava uma coisa....
- Goza pra mim, nena.
E você o fez.
Então ele fez.
Matí deitou ao seu lado e te puxou para o peito desnudo dele. Ambos estavam molezinhos pós-orgasmo, quase dormindo, mas conseguiu ouvir ele dizer:
- Amanhã vou foder essa bocetinha, né? Posso, mo? Posso? - você riu enfiando o rosto no pescoço masculino - Tava com tanta saudade de tu - admitiu te abraçando mais forte.
...
Os argentinos estavam cansados na manhã seguinte. Fato. Era difícil não estar depois de uma noitada daquela, mas não queriam deixar de aproveitar as delícias da costa brasileira, ou seja, foram para areia mesmo assim. Já você, acordou mais tarde que o pessoal. Todos já estavam a uma hora na praia próxima do Airbnb, então, se dirigiu para o local uma hora depois que eles.
Olga estava ao lado de Matías quando você apareceu, bem gatinha, terminando de espalhar o bronzeador na barriga e colo. Recalt não queria te olhar, porque sabia que se começasse, não consegueria parar... por isso, apenas te olhou de canto.
A JBL Boombox de Pipe tocava uma aleatória de funks brasileiros no máximo.
Trabalho Lindo, do Kevin, O Chris e Mc Lya explodia na caixinha de som.
Quando compreenderam a letra, os olhares de vocês se encontraram, o sorrisinho de canto que apareceu foi automático e veio com a certeza de que a noite anterior se repetiria pelos próximos e próximos dias...

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
I'm sensing a pattern here. Does this say more about me than it should?
BweirdOCtober Day 6: Relationships
A wave, a drop, a fountain
These are some sketches from when I was figuring out how the blue morals gang interact. I'm sharing some of them again because I love these guys 🫡
Matias by Fabrizzio Valenzuela for Yearbook Fanzine, May 2017