eu tento, JURO QUE TENTO, nΓ£o escrever sobre o homem
MAS NΓO DΓ
entΓ£o mais uminha dele, sΓ³ para as lobas sedentas seduzentes que estΓ£o com SEDE
Abacaxi...
- Ah, nΓ£o, S/N. Com essa parada de novo nΓ£o - era Γ³bvio que ele queria testar a teoria, mas nΓ£o poderia te deixar tΓ£o mal acostumada. EntΓ£o negou seu pedido.
Estavam no metrΓ΄ vazio.
Voltando para casa depois de uma tarde gostosa de passeios pela cidade.
Ele mantinha os braΓ§os ao seu redor.
VocΓͺ olhou para frente emburradinha. Mais um "nΓ£o" pra lista?
- Claro que dΓ‘! Escuta aqui, nΓ£o sei se vocΓͺ lembra, mas reclamou das vendas e cordas, agora ama. Reclamou das velas aromΓ‘ticas e massageadoras, agoraΒ vocΓͺΒ que compra.
- TΓ BOM! - ele ergueu as mΓ£os enormes, com as veias proeminentes, em sinal de rendiΓ§Γ£o. Mas um sorriso lateral estampava a face do mais velho. Ele estava mesmo achando graΓ§a.
Os olhos dele arregalaram sΓ³ de imaginar o que fariam assim que chegasse em casa. VocΓͺ era uma esquista doida maluca varrida ninfomanΓaca, mas era a esquisita doida maluca varrida ninfomanΓacaΒ dele, e era importante que ele soubesse valorizar isso. Mas sejamos sinceras, quem nΓ£o se tornaria uma tarada com um homem daqueles ao seu lado?
-Β AmanhΓ£ cedinho vamos na frutaria comprar muito abacaxi. Vai comer todo dia e vamos acompanhando as mudanΓ§as - um frio na barriga, que era tesΓ£o, passou por ele.
Entre dias de luta (quando vocΓͺ nΓ£o estava na cidade) e dias de glΓ³ria (quando estava juntinho dele), ele sabia que essa semana seria sΓ³ glΓ³ria. O coraΓ§Γ£o acelerou com o pensamento e, PUTA MERDA, quem diria que Kuku ficaria duro para vocΓͺ naquele metrΓ΄ vazio. Puxou sua bolsa para o colo dele rapidamente, para nΓ£o ficar deselegante e ele nΓ£o ser taxado de tarado.
VocΓͺ riu jΓ‘ imaginando a situaΓ§Γ£o da calΓ§a bege claro dele, mas logo o ponto que vocΓͺs tinham que descer chegou.
...
VocΓͺ se fez de desentendida.
Chegou em casa e ele ficou uns segundos na porta confuso.
Jurava que vocΓͺ montaria no colo dele, o atacaria de beijos e entΓ£o o bem e bom, mas nΓ£o foi isso que aconteceu.
Chegou no apartamento, arrumou umas coisas bagunΓ§adinhas, abriu encomendas, ajeitou o armΓ‘rio, tomou banho e vestiu uma camisa dele. Kuku, por outro lado, te observava tal qual um cachorrinho abandonado. Virava a cabeΓ§a pro lado e para o outro, te acompanhando. O choque foi maior quando vocΓͺ bateu a porta do banheiro na cara dele, "nem uma rapidinha no chuveiro?" pensou. Ele saiu dali, foi para o escritΓ³rio e aproveitou para imprimir uma tabela para sua pesquisa cientΓfica.
Bom, talvez vocΓͺ tivesseΒ esquecidoΒ e ele nΓ£o tinha gostado nada dessa hipΓ³tese.
JΓ‘ estava deitadinha na cama quando ele se aconchegou por trΓ‘s, em silΓͺncio e de banho tomado. O quarto estava escurinho, entΓ£o ele nΓ£o viu seu sorrisinho e vocΓͺ nΓ£o viu o papel sulfite que ele segurava delicadamente na mΓ£o.
- Mas olha o que eu fiz para vocΓͺ! - desceu rapidinho da cama, acendeu a luz do abajur do seu lado e estendeu o papel na sua frente. VocΓͺ piscou algumas vezes por conta da nova claridade mas assim que focou na tabela, soltou uma gargalhada astronΓ΄mica.
Ele riu junto, mas estava louco para saber o que tinha achado e se tinha gostado da forma com a qual ele se empolgou.
Depois de tomar fΓ΄lego, sentou na cama e pegou em suas mΓ£os para ler com calma.Β
A tabela continha os dias, tempo, quantidade de abacaxi ingerido eΒ nota para o sabor.
VocΓͺ semicerrou os olhos com um sorriso sacana nos lΓ‘bios, entΓ£o, ajoelhou-se na cama, ficando de frente para o corpo grande de Kukurizcka. Sua mΓ£o direita escorregou para a face masculina, ele aconchegou o rosto ali, ainda te encarando esperanΓ§oso.
- Ficou de pau duro no metro pra mim?
- Eu fico de pau duro pra vocΓͺ em qualquer lugar, amor.
- EntΓ£o quero ver.
FINALMENTE, OS REFRESCOS! Era o que ele vinha esperando desde que chegaram em casa horas atrΓ‘s. As bocas se conectaram e as lΓnguas se mexiam em sincronia, rΓ‘pidas e babadas. Os braΓ§os fortes te rodearam e te puxaram para o colo dele. VocΓͺ soltou um gemido de surpresa. Som esse que entrou pelos ouvidos e Kuku e correu direto para o pau.
Suas mΓ£os acareciaram o pescoΓ§o e os cabelinhos na parte de trΓ‘s do pescoΓ§o dele.
Esteban jogou a cabeΓ§a para trΓ‘s, quase fechando os olhos de tesΓ£o, mas vocΓͺ puxou de volta com agressividade.
- Escuta aqui - vocΓͺ iniciou, meio afobada e sem ar - Primeiro vai me chupar, depois vai me comer com forΓ§a... mas tÑ proibidoΒ de gozar.
- Sim, senhora.
- Vai fazer quando eu mandar e onde eu mandar.
- Porra,Β sim.
-Β Porra mesmo.
E foi o que aconteceu. Primeiro, te deu prazer com as lΓnguas e dedos. Chupava, lambia seu melzinho, cuspia no buraquinho que ele fazia questΓ£o de deixar aberto e chupava de novo. VocΓͺ, na hora de gozar, prendeu a cabeΓ§a dele contra a sua boceta molhada, com as pernas. O argentino, quase sem respirar, estava no paraΓso, se fosse morrer assim, que se foda! Quando liberou a cabeΓ§a dele, fazendo um carinho delicado com as pontas das unhas, seus olhos se reencontraram e nΓ£o precisaram dizer nada.Β
Ele segurou o quanto pode, mas quando vocΓͺ apertou ao redor dele para gozar pela quarta vez consecutiva, ele nΓ£o aguentou. Depois que seu orgasmo passou, tirou o pau de dentro ainda masturbando.
- P-posso?
VocΓͺ apenas abriu a boca, meteu a lΓngua pra fora e o masturbou um pouquinho.
-Β NenaΒ - ele sussurrou no seu ouvido com a voz confusa -Β Quando disse, lΓ‘ no metrΓ΄ que iria fazer um "Teste Comparativo", o que quis dizer? SΓ³ pra eu ter certeza...
- Quis dizer que vai gozar na minha boquinhaΒ a semana toda.
-Β O quΓͺ?Β - sussurrou molinha se esfregando contra ele. Kuku depositou beijos delicados e longos no pescoΓ§o, combinando com as pontas dos dedos se arrastando por sua barriga e colo.
- Quantas vezes serΓ‘ que eu consigo te fazer gozar por dia?
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Avisos: Sexo explΓcito, diferenΓ§a de idade, sexo sem proteΓ§Γ£o, provocaΓ§Γ£o, enzo rabugento e reader brincalhonaπ£
Enzo estava sentado, alheio Γ confusΓ£o de risos, mΓΊsica alta e vozes se sobrepondo, enquanto tragava um cigarro com a serenidade de quem observa o caos de longe. O contraste era gritante: a agitaΓ§Γ£o ao seu redor parecia se chocar contra o muro invisΓvel que ele erguera entre si e o restante da festa.
Que fossem amaldiΓ§oados, um por um, aqueles idiotas dos amigos que o convenceram a sair de casa naquela noite. Insistiram, imploraram e praticamente o arrastaram Γ forΓ§a para a tal festa de encerramento das gravaΓ§Γ΅es. Enzo se considerava velho demais para essas exibiΓ§Γ΅es barulhentas e cheias de gente exageradamente animada. A cama de sua casa parecia infinitamente mais atraente. Dormir, talvez assistir um filme qualquer, ou apenas existir em silΓͺncio β qualquer coisa soava melhor do que estar ali.
Ele jΓ‘ havia vivido sua cota de festas, e, convenhamos, nΓ£o economizou. Mulheres, bebidas e outras experiΓͺncias que faziam questΓ£o de preencher sua juventude foram exploradas Γ exaustΓ£o. Mas isso era antes. Agora, tudo parecia um eco distante de quem ele foi. Estava deslocado, ainda assim, lutava contra a vontade de levantar e simplesmente desaparecer na noite. Pela consideraΓ§Γ£o aos amigos. Eles mereciam pelo menos sua presenΓ§a fΓsica, ainda que sua mente vagasse para outro lugar.
Havia algo em vocΓͺ, algo que o puxou de volta ao presente como um choque de realidade. O sorriso fΓ‘cil, o rosto corado, o vestido minΓΊsculo que parecia ter sido feito sob medida para te provocar e provocar os outros. VocΓͺ danΓ§ava, ignorando olhares e julgamentos, perdida na mΓΊsica como se o mundo tivesse diminuΓdo para caber apenas em vocΓͺ e no ritmo. Ele nΓ£o era de encarar. Enzo nunca foi esse tipo, e ainda assim, seus olhos se recusavam a desviar. Quadris que desafiavam as leis da fΓsica, o cabelo grudado na nuca pelo suor, um sorriso que parecia iluminar todo o ambiente... Por um momento, ele sequer conseguia lembrar por que tinha se levantado.
A realidade o atingiu como uma dose de whisky barato. Seu primeiro instinto foi recuar. O banheiro parecia, subitamente, o destino mais lΓ³gico e seguro.
Enquanto caminhava em direΓ§Γ£o ao banheiro, sentiu uma mΓ£o pequena, mas surpreendentemente firme, segurar seu braΓ§o. O toque inesperado o fez parar no mesmo instante. Ele se virou devagar, jΓ‘ com o cenho franzido, mas foi pego de surpresa ao dar de cara com vocΓͺ, suada, ofegante, mas ainda sorrindo como se o mundo girasse ao seu favor.
β EstΓ‘ fugindo de mim? β soltou vocΓͺ, com uma naturalidade que sΓ³ aumentou a confusΓ£o dele.
Ele ficou em silΓͺncio por um momento, incapaz de decidir se achava sua ousadia irritante ou intrigante. Seus olhos a estudaram, tentando decifrar se aquela confianΓ§a toda era real ou apenas fachada. Por fim, soltou um riso curto, seco, enquanto balanΓ§ava a cabeΓ§a.
VocΓͺ nΓ£o recuou. Pelo contrΓ‘rio, o sorriso que jΓ‘ era provocativo ficou ainda mais intenso, como se sua resposta tivesse sido exatamente o que esperava.
Ele estreitou os olhos, lutando contra a vontade de rir de verdade. Por algum motivo, a sua falta de cerimΓ΄nia comeΓ§ava a desarmΓ‘-lo, mas nΓ£o o suficiente para que ele deixasse transparecer.
β Chato, nΓ£o. SΓ³ ocupado.
β Ocupado fugindo para o banheiro? Parece importante mesmo.
VocΓͺ sorriu como se tivesse ganhado uma pequena batalha.
β Satisfeita, por enquanto.
Nos dias seguintes, vocΓͺs comeΓ§aram a se encontrar com uma frequΓͺncia que ele nΓ£o planejou e, se fosse sincero consigo mesmo, talvez nΓ£o tivesse resistido. Depois da troca de nΓΊmeros naquela primeira noite, as mensagens foram curtas no inΓcio. Respostas curtas e secas dele, insistΓͺncias cheias de humor suas. E entΓ£o, quase sem perceber, ele aceitou o primeiro convite.
β VocΓͺ sempre fala tanto assim? β perguntou, num tom que pretendia ser impassΓvel, mas saiu mais rouco do que deveria.
VocΓͺ inclinou a cabeΓ§a, os lΓ‘bios curvando-se em um sorriso preguiΓ§oso, nΓ£o se abalando.
β VocΓͺ sempre tenta parecer tΓ£o inabalΓ‘vel?
Ele apertou a mandΓbula, sentindo um calor incΓ΄modo subir pelo pescoΓ§o. VocΓͺ tinha um jeito de invadir as defesas dele com uma facilidade que o irritava.
No encontro seguinte, a provocaΓ§Γ£o se intensificou. VocΓͺs estavam sentados em uma mesa de canto de um restaurante discreto, com a luz baixa criando sombras no rosto de Enzo, tornando-o ainda mais irresistΓvel com aquele ar maduro e reservado. Ele estava explicando, com a habitual seriedade, como certo diretor era um perfeccionista insuportΓ‘vel, quando vocΓͺ inclinou o corpo para frente, apoiando o queixo na mΓ£o, os olhos presos nos dele.
β VocΓͺ sabia que fica ainda mais atraente quando estΓ‘ irritado? β disparou, a voz baixa e carregada de uma malΓcia despretensiosa.
Enzo engasgou levemente com o vinho, soltando uma risada curta e seca enquanto olhava para vocΓͺ por entre as sobrancelhas franzidas.
β VocΓͺ nΓ£o tem um filtro, tem?
β E onde estaria a graΓ§a nisso? β devolveu, deslizando os dedos pelo caule da taΓ§a, um gesto aparentemente inocente, mas que nΓ£o passou despercebido por ele.
Ele afastou o olhar, como se tentar ignorar fosse a ΓΊnica defesa que lhe restava, mas logo vocΓͺ falou de novo:
β EstΓ‘ se esquivando de mim, Enzo.
β NΓ£o estou.
β EstΓ‘, sim. β Sua voz saiu quase num sussurro agora, carregada de uma provocaΓ§Γ£o que o fez encarΓ‘-la novamente. β Mas nΓ£o vai funcionar.
O silΓͺncio que seguiu era carregado de algo que nenhum dos dois estava pronto para nomear. Ele passou a lΓngua pelos lΓ‘bios, tentando recuperar o controle, mas vocΓͺ jΓ‘ havia percebido o leve tremor em suas mΓ£os.
β E desde quando as melhores ideias sΓ£o as mais divertidas? β respondeu, inclinando-se apenas o suficiente para reduzir a distΓ’ncia entre vocΓͺs.
O silΓͺncio entre vocΓͺs era carregado, quase sufocante. Enzo permaneceu imΓ³vel, mas a tensΓ£o no seu corpo denunciava a batalha interna que travava. Ele sabia que deveria desviar o olhar, cortar aquilo antes que fosse longe demais, mas era tarde. Seus olhos jΓ‘ estavam presos aos seus lΓ‘bios.
VocΓͺ percebeu, e isso trouxe um sorriso lento e provocador ao seu rosto. VocΓͺ inclinou a cabeΓ§a ligeiramente, como se esperasse que ele quebrasse o silΓͺncio.
β Enzo... β chamou suavemente, sua voz saindo como um convite, quase um desafio.
Ele suspirou, apertando os punhos, como se estivesse tentando reunir a pouca resistΓͺncia que ainda tinha.
β VocΓͺ nΓ£o tem ideia do que estΓ‘ fazendo β murmurou, a voz grave, baixa, carregada de algo que ele nΓ£o conseguia mais conter.
β Tenho, sim β respondeu, deslizando a mΓ£o pelo topo da mesa, os dedos roΓ§ando de leve na mΓ£o dele.
Foi o suficiente. Algo dentro dele cedeu, e, antes que pudesse reconsiderar, ele inclinou o corpo para frente, reduzindo o espaΓ§o entre vocΓͺs.
O mundo ao redor desapareceu. Tudo o que vocΓͺ conseguia sentir era o calor dele, o gosto amargo e tentador de vinho nos lΓ‘bios, o cheiro da colΓ΄nia discreta que parecia combinar perfeitamente com a energia contida de Enzo.
Ele quebrou o beijo por um instante, a respiraΓ§Γ£o pesada, mas nΓ£o se afastou. Sua testa encostou na sua, e os olhos, ainda semicerrados, buscaram os seus.
Ele soltou a frase sem hesitar, a voz baixa e firme, carregada de uma intensidade que fez o ar ao seu redor parecer mais denso. VocΓͺ o encarou, surpresa pela audΓ‘cia, mas sem deixar de sorrir.
β Achei que vocΓͺ era do tipo controlado. β provocou, inclinando a cabeΓ§a e mordendo o canto do lΓ‘bio.
Enzo nΓ£o riu, nem desviou o olhar. Ele apenas continuou te encarando, os olhos fixos nos seus, cheios de algo que parecia perigoso e irresistΓvel ao mesmo tempo.
β NΓ£o hoje β respondeu, a voz ainda rouca, como se cada palavra fosse arrancada de um lugar profundo dentro dele.
VocΓͺ hesitou por um segundo, sentindo o peso da decisΓ£o pairando entre vocΓͺs. Era como se todo o ambiente tivesse desaparecido, deixando apenas vocΓͺs dois presos em uma bolha de tensΓ£o que parecia prestes a explodir.
β E se eu disser que nΓ£o? β desafiou, erguendo uma sobrancelha, mas o sorriso em seus lΓ‘bios nΓ£o era de recusa; era de provocaΓ§Γ£o.
β EntΓ£o eu espero β murmurou, a voz quase um sussurro, mas carregada de uma promessa silenciosa.
VocΓͺ prendeu a respiraΓ§Γ£o, o coraΓ§Γ£o batendo mais rΓ‘pido enquanto o calor dele parecia envolver cada parte de vocΓͺ. Era um jogo, um teste, e nenhum dos dois estava disposto a recuar.
β NΓ£o quero esperar. β respondeu finalmente, a voz saindo suave, mas cheia de desafio.
Enzo nΓ£o disse mais nada. Ele apenas estendeu a mΓ£o, os olhos pedindo o que as palavras nΓ£o precisavam mais dizer. VocΓͺ pegou a mΓ£o dele sem hesitar, sentindo o calor da pele dele contra a sua enquanto ele se levantava, guiando vocΓͺ para fora do restaurante.
Quando chegaram, ele abriu a porta e, por um instante, parou, os olhos encontrando os seus mais uma vez, como se quisesse ter certeza de que vocΓͺ sabia exatamente no que estava se metendo.
β Ainda dΓ‘ tempo de voltar atrΓ‘s β disse, a voz baixa, mas sem nenhuma convicΓ§Γ£o.
β VocΓͺ quer que eu volte? β devolveu, inclinando-se ligeiramente para ele, o tom carregado de malΓcia.
Ele soltou um riso baixo e sacudiu a cabeΓ§a, antes de puxΓ‘-la para perto e capturar seus lΓ‘bios em um beijo que parecia carregar tudo o que ele nΓ£o conseguia dizer em palavras.
As coisas foram se desenrolando rΓ‘pido, de certa forma. VocΓͺ estava apenas de calcinha e sutiΓ£, enquanto o homem estava terminando de tirar a camisa, sem quebrar o contato visual. Deitados sobre a cama, o quarto era preenchido pelo calor dos corpos e pelo som abafado dos beijos. As mΓ£os de Enzo exploravam vocΓͺ com uma combinaΓ§Γ£o de cuidado e intensidade, como se ele estivesse dividido entre saborear cada momento e se perder no desejo crescente.
Ele inclinou a cabeΓ§a, os lΓ‘bios traΓ§ando uma linha de beijos pelo seu pescoΓ§o, fazendo seu corpo estremecer. VocΓͺ tentou se entregar Γ sensaΓ§Γ£o, mas o nervosismo parecia cada vez mais impossΓvel de ignorar. Seu coraΓ§Γ£o batia tΓ£o forte que parecia ecoar no quarto, e seus dedos tremiam levemente ao pousarem no ombro dele.
β Enzo... β vocΓͺ sussurrou, a voz tΓ£o baixa que quase se perdeu no ar.
Ele nΓ£o ouviu, perdido na conexΓ£o entre vocΓͺs, os lΓ‘bios agora pressionando suavemente a curva do seu ombro enquanto suas mΓ£os acariciavam sua cintura, descendo perigosamente para sua calcinha. Seu corpo reagia, mas sua mente estava em outro lugar, uma batalha entre o desejo e o medo do desconhecido.
β Enzo β repetiu, dessa vez com mais firmeza.
Ele parou imediatamente, o corpo ainda prΓ³ximo, mas os olhos se ergueram para encontrar os seus. Havia uma mistura de preocupaΓ§Γ£o e confusΓ£o em sua expressΓ£o, como se ele estivesse tentando entender o que havia mudado.
β O que foi? β perguntou, a voz rouca, mas calma, com um toque de cuidado que vocΓͺ nΓ£o esperava.
VocΓͺ engoliu em seco, sentindo a garganta seca enquanto as palavras se formavam.
β Eu... eu nunca fiz isso antes β admitiu, finalmente, a voz saindo em um fio, mas clara o suficiente para que ele ouvisse.
O silΓͺncio que se seguiu foi pesado, como se o tempo tivesse parado. Enzo piscou, como se processar suas palavras fosse um esforΓ§o maior do que ele esperava. Seus olhos buscaram os seus, e a intensidade que havia neles momentos antes deu lugar a algo mais profundo.
β VocΓͺ nunca... β comeΓ§ou, mas deixou a frase no ar, como se tivesse medo de dizer as palavras em voz alta.
VocΓͺ balanΓ§ou a cabeΓ§a, sentindo o rosto arder de vergonha e o coraΓ§Γ£o martelar com forΓ§a.
β NΓ£o β respondeu, com sinceridade.
Ele se afastou levemente, nΓ£o por rejeiΓ§Γ£o, mas como se precisasse de espaΓ§o para absorver aquilo. Passou a mΓ£o pelo cabelo, claramente lutando contra o turbilhΓ£o de pensamentos que o invadiu.
β Por que vocΓͺ nΓ£o me disse antes? β perguntou, a voz baixa, mas sem nenhuma acusaΓ§Γ£o.
VocΓͺ respirou fundo, tentando acalmar o nΓ³ em sua garganta.
β Eu nΓ£o sabia como... NΓ£o queria que vocΓͺ desistisse ou parasse de gostar de mim.
Enzo fechou os olhos por um momento, soltando o ar em um longo suspiro. O silΓͺncio pairou por um instante, mas o calor entre vocΓͺs permanecia. Enzo continuava prΓ³ximo, sua testa ainda encostada na sua, as respiraΓ§Γ΅es misturadas, e seus dedos acariciavam delicadamente sua bochecha, como se quisesse tranquilizΓ‘-la.
β Escuta β ele disse, a voz rouca e baixa, quase como um sussurro. β NΓ£o importa o que aconteΓ§a agora, ou depois. Isso nΓ£o muda nada. Eu nΓ£o vou parar de gostar de vocΓͺ.
Suas palavras tocaram algo profundo dentro de vocΓͺ, como se uma corda invisΓvel tivesse sido puxada. VocΓͺ se perdeu por um momento na sinceridade que brilhava nos olhos dele, no contraste entre o desejo intenso que ainda queimava e a suavidade do que ele dizia.
β Eu quero continuar β vocΓͺ sussurrou, finalmente, o pulsar entre as pernas jΓ‘ dolorido e as palavras escapando com mais coragem do que vocΓͺ esperava encontrar. β Eu quero isso com vocΓͺ.
Os olhos dele se estreitaram por um instante, analisando seu rosto, como se procurasse qualquer sinal de hesitaΓ§Γ£o. Quando nΓ£o encontrou, o olhar intenso voltou, dessa vez mais carregado de ternura.
β Tem certeza? β ele perguntou, com uma ΓΊltima barreira de cuidado, mesmo enquanto seus dedos deslizavam pela lateral do seu corpo, provocando arrepios.
β Tenho β respondeu, sem desviar o olhar, sua voz firme, mesmo com o coraΓ§Γ£o batendo descompassado.
O sorriso que ele deu foi sutil, mas o suficiente para fazer seu estΓ΄mago revirar. Ele inclinou a cabeΓ§a, capturando seus lΓ‘bios novamente, e dessa vez o beijo era mais lento, mais profundo. Como se ele quisesse aproveitar cada segundo, cada detalhe de vocΓͺ.
As mΓ£os dele comeΓ§aram a explorar seu corpo com uma combinaΓ§Γ£o de desejo e reverΓͺncia.
Enzo passou a chupar seus mamilos com fome e devoΓ§Γ£o, alternando entre um e outro, enquanto seus gemidos preenchiam o silΓͺncio do quarto. Os sons roucos que escapavam dele se misturavam aos seus, criando uma melodia quase hipnΓ³tica. Ele desceu os beijos pela sua barriga, explorando cada curva com uma devoΓ§Γ£o que fazia sua pele arder. Quando chegou aos seus quadris, perigosamente perto da sua intimidade, vocΓͺ mal conseguia respirar.
Com uma provocaΓ§Γ£o quase cruel, ele tirou sua calcinha, lambendo seu ventre com uma lentidΓ£o que parecia desafiar o tempo. EntΓ£o, seus lΓ‘bios tocaram sua intimidade molhada, e o mundo pareceu parar. Seus olhos captaram a cena, a forma como a sua excitaΓ§Γ£o conectava vocΓͺs dois, e vocΓͺ gemeu, capturada pela visΓ£o erΓ³tica.
Enzo chupava vocΓͺ com fome, como se quisesse consumir cada pedaΓ§o do seu prazer. Suas mΓ£os firmes seguravam suas coxas, te impedindo de fechar as pernas, enquanto uma delas subia para seu seio, brincando com o mamilo enrijecido. VocΓͺ sentiu um formigamento crescente no ventre, um sinal do que estava por vir, enquanto seus gemidos ficavam mais altos, o ritmo da lΓngua dele se intensificando como uma coreografia exata.
A cabecinha inchada do mais velho encontrou sua entrada, e, para sua surpresa, vocΓͺ estava completamente relaxada. Ele beijou sua mandΓbula, depois seus lΓ‘bios, num beijo desengonΓ§ado e necessitado, que dizia mais do que palavras poderiam. Sua mΓ£o apertava sua cintura com forΓ§a, quase como se quisesse se gravar em vocΓͺ.
Quando ele quebrou o beijo, os olhos profundos encontraram os seus, a pergunta silenciosa estampada em seu rosto. Ele esperava pela sua permissΓ£o, respeitoso.
VocΓͺ assentiu, o nervosismo se misturando com uma sensaΓ§Γ£o inebriante. Aos poucos entrou, seu corpo tenso, sentindo a invasΓ£o.
A linha tΓͺnue entre dor e prazer fazia seu coraΓ§Γ£o disparar, o corpo completamente tomado pela tensΓ£o. Ele tocou seus cabelos, seus dedos gentis, tentando te acalmar, percebendo a luta interna em cada movimento seu. Quando percebeu que vocΓͺ estava se entregando mais, ele aumentou o ritmo. O som suave e molhado das suas investidas se destacou no ambiente, e ele gemeu rouco, ciente de sua curiosidade crescente.
A nova onda de prazer cresceu em seu ventre, o formigamento fazendo seu corpo se contorcer, apertando-se contra o membro dele com intensidade. O segundo orgasmo a tomou, e, ao mesmo tempo, Enzo se entregou ao seu clΓmax, perdendo a forΓ§a para segurar a explosΓ£o. O momento parecia suspenso, com o prazer fluindo em ondas, e, quando tudo se acalmou, o silΓͺncio tomou conta. Ele, ainda ofegante, acariciou seu rosto com ternura, seus dedos deslizando suavemente por sua pele.
Gente, eu demorei 5 DIAS pra postar isso, e me desculpemππππππ MAS EU VOLTEI!
Eu tive alguns probleminhas de logΓstica e acabei demorando pra revisar, aΓ atrasou, mas em compensaΓ§Γ£o ficou ENORME pq eu ainda adicionei umas coisinhas na revisΓ£o!!
Obrigada moΓ§a que mandou a ask, eu adorei!πππππππ
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ΰ³ amira speaks! : you are so sweet nonnie, thank you, glad you like my works! π₯Ί this is the first request I ever take of him,, so I hope you enjoy your reading! π
ΛΛΛ κ° summary : request above.β‘
ΛΛΛ κ° word count : 437.
ΛΛΛ κ° genre : drabble, fluff, established relationship.
ΛΛΛ κ° pairing : Enzo Vogrincic x (fem!)Reader
ΛΛΛ κ° prompt used : 14. tracing [character]βs features while they sleep, and vice versa.
β click here if you want to request a drabble for my followers milestone celebration! drabbles open from February 14th, to March 1st.
Physical touch was something Enzo always craved for in your relationship β it was a love language already established in your relationship.
There was something in the way the tip of your fingers traced his skin delicately that helped him feel soothed by your warmth. With all the premieres, interviews, events, and other things related to his acting career, he was just tired. And sometimes, he didnβt have as much time to spend with you like he used to have β but, something Enzo often appreciated, was feeling your touch whenever he was just too exhausted.
You sat on the couch of your living room, as he laid on it and his head weighed on your lap; enjoying the comforting silence that loomed over the space. For you, it felt quite comfortable to have him that way, being allowed to trace his features as much as you pleased while Enzo tried to rest after a long, tiring day. The only thing he could possibly wish for at the moment, was to be taken care of by you.
The tip of your finger wandered mindlessly over his features, occasionally tracing small shapes on his skin. Your stare was fixed down on him, admiring every bit of his face as he calmly rested with his head on top of your lap. Enzo wasnβt asleep per se; his eyes might have been closed, yes β but merely because of the heaviness he felt on them from exhaustion. He was quite conscious of the way you took care of him. The feeling was soothing enough to help him fall asleep almost immediatly.
Softly, you moved your finger towards his nose. Your digit traced the outline of his nose, moving slowly as to appreciate the feeling of his skin against your own. The tracing movement you made was calm and leisure, allowing your index finger to explore his nose and pamper him in a sweet way. You knew he liked the way in which you took the time to caress every inch of his skin and his beauteous features, and you would do it whenever it was needed, or he asked you to do so.
A discreet, tired grin appeared at the corner of his lips, as you continued to move the tip of your index finger through his nose. You noticed it immediatly, smiling to yourself proudly. He felt as satisfied and content as you felt whenever you managed to explore his face with your fingers. His life by your side was quite fulfilled even with tender little moments such as these β and he wouldnβt have it any other way.