I think I definitely have an ideal type

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HAVE YOU EVER TRIED THIS ONE?
LSDLN CAST + JUNO POSITIONS
a semana Ă© santa mas eu nĂŁo sou!!! to enferrujada mas to com um fogo no rabo insano e fico 24 horas por dia escutando mĂșsica da sabrina entĂŁo decidi abençoar vcs com meus pensamentos. as referĂȘncias teĂłricas do brinasutra estarĂŁo nos linksđ€ se eu errei alguma fodaose, eu sou a lei aqui.
avisos: +18! conteĂșdo sexual, sexo desprotegido (nĂŁo faça PELO AMOR!!!), 3some (f/m/m), sexo em local pĂșblico, relacionamento proibido, penetração vaginal, privação sensorial, sexo oral, somnophilia, breve daddy kink, degradação, diferença de idade, dinĂąmica dom/sub.
㠀㠀㠀㠀 à©â©â§â Headcanon:
ă € ă €AbecedĂĄrio NSFW. â ïž ! đ·
㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀 enzo vogrincic x leitora
!loser Enzo vogrincic
ENZO VOGRINCIC | 03.12.2024 | cuĂĄles son sus objetos favoritos

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vocĂȘ e kuku
eu tento, JURO QUE TENTO, nĂŁo escrever sobre o homem MAS NĂO DĂ entĂŁo mais uminha dele, sĂł para as lobas sedentas seduzentes que estĂŁo com SEDE
Abacaxi...
- Ah, nĂŁo, S/N. Com essa parada de novo nĂŁo - era Ăłbvio que ele queria testar a teoria, mas nĂŁo poderia te deixar tĂŁo mal acostumada. EntĂŁo negou seu pedido.
Estavam no metrĂŽ vazio.
Voltando para casa depois de uma tarde gostosa de passeios pela cidade.
Ele mantinha os braços ao seu redor.
VocĂȘ olhou para frente emburradinha. Mais um "nĂŁo" pra lista?
- Esteban. Fala sĂ©rio. JĂĄ percebeu que vocĂȘ sempre julga algo novo que eu quero testar, aĂ dĂĄ dois dias e vocĂȘ topa?
- Ă que vocĂȘ me ameaça dizendo que nĂŁo vou poder chupar sua buce-
- Esse nĂŁo Ă© o ponto.
- Mas Ă© claro que isso nĂŁo dĂĄ certo, amor - ele revirou os olhos e pensou porque caralhos se apaixonou por uma mulher anos mais nova que ele, super ativa, curiosa e que passa boa parte do dia vendo tiktok.
- Claro que dĂĄ! Escuta aqui, nĂŁo sei se vocĂȘ lembra, mas reclamou das vendas e cordas, agora ama. Reclamou das velas aromĂĄticas e massageadoras, agora vocĂȘ que compra.
- Elas doĂam no começo, tĂĄ?
- Reclamou do pau de borrach-
- Shhh, mulher!
- Agora senta quase igual eu!
Kuku ficou todo vermelhinho de vergonha. As sardinhas salpicadas nas bochechas praticamente sumiram devido ao rubor. Ele enfiou a cara no seu pescoço por uns segundos, só para se recompor. Só depois que teve a coragem de olhar ao redor e ver que ninguém tinha escutado nada.
NĂŁo tinham.
VocĂȘ beijou a bochecha dele achando graça.
- Amorzinho - a sua voz mudou, nĂŁo era a atacadinha do começo. Agora era baixinha e polida, sĂł para o ouvidinho dele escutar. Se aconchegou mais nos braços dele, virou um pouquinho e sussurrou - Primeiro que vocĂȘ quase nunca bota sua porra na boca, quem faz isso sou eu. Segundo que jĂĄ sabe, nĂ©? Se nĂŁo quiser testar a teoria do abacaxi, vai ficar sem me ch-
- Tà BOM! - ele ergueu as mãos enormes, com as veias proeminentes, em sinal de rendição. Mas um sorriso lateral estampava a face do mais velho. Ele estava mesmo achando graça.
VocĂȘ abriu o sorriso mais feliz e genĂșino do mundo, Kuku se derreteu um pouquinho mais. Agora observavam o rosto alegre um do outro. Admiravam-se, atĂ© vocĂȘ tornar a falar...
- Sabe... eu sou muito fĂŁ de testes que utilizam mĂ©todos cientĂficos. Quero fazer esse negĂłcio direito. EntĂŁo, amor, vamos fazer um teste comparativo.
Os olhos dele arregalaram sĂł de imaginar o que fariam assim que chegasse em casa. VocĂȘ era uma esquista doida maluca varrida ninfomanĂaca, mas era a esquisita doida maluca varrida ninfomanĂaca dele, e era importante que ele soubesse valorizar isso. Mas sejamos sinceras, quem nĂŁo se tornaria uma tarada com um homem daqueles ao seu lado?
- Amanhã cedinho vamos na frutaria comprar muito abacaxi. Vai comer todo dia e vamos acompanhando as mudanças - um frio na barriga, que era tesão, passou por ele.
Entre dias de luta (quando vocĂȘ nĂŁo estava na cidade) e dias de glĂłria (quando estava juntinho dele), ele sabia que essa semana seria sĂł glĂłria. O coração acelerou com o pensamento e, PUTA MERDA, quem diria que Kuku ficaria duro para vocĂȘ naquele metrĂŽ vazio. Puxou sua bolsa para o colo dele rapidamente, para nĂŁo ficar deselegante e ele nĂŁo ser taxado de tarado.
VocĂȘ riu jĂĄ imaginando a situação da calça bege claro dele, mas logo o ponto que vocĂȘs tinham que descer chegou.
...
VocĂȘ se fez de desentendida.
Chegou em casa e ele ficou uns segundos na porta confuso.
Jurava que vocĂȘ montaria no colo dele, o atacaria de beijos e entĂŁo o bem e bom, mas nĂŁo foi isso que aconteceu.
Chegou no apartamento, arrumou umas coisas bagunçadinhas, abriu encomendas, ajeitou o armĂĄrio, tomou banho e vestiu uma camisa dele. Kuku, por outro lado, te observava tal qual um cachorrinho abandonado. Virava a cabeça pro lado e para o outro, te acompanhando. O choque foi maior quando vocĂȘ bateu a porta do banheiro na cara dele, "nem uma rapidinha no chuveiro?" pensou. Ele saiu dali, foi para o escritĂłrio e aproveitou para imprimir uma tabela para sua pesquisa cientĂfica.
Bom, talvez vocĂȘ tivesse esquecido e ele nĂŁo tinha gostado nada dessa hipĂłtese.
JĂĄ estava deitadinha na cama quando ele se aconchegou por trĂĄs, em silĂȘncio e de banho tomado. O quarto estava escurinho, entĂŁo ele nĂŁo viu seu sorrisinho e vocĂȘ nĂŁo viu o papel sulfite que ele segurava delicadamente na mĂŁo.
- Mo? - ele questinou contra o seu pescoço.
- Que?
- Ă... sabe...
- Que foi, Esteban?Â
- Ă que vocĂȘ falou que ia fazer um teste comigo, nĂ©? - vocĂȘ sorriu, adorava fazĂȘ-lo de bobinho.
- Mas Ă© sĂł amanhĂŁ.
- Mas olha o que eu fiz para vocĂȘ! - desceu rapidinho da cama, acendeu a luz do abajur do seu lado e estendeu o papel na sua frente. VocĂȘ piscou algumas vezes por conta da nova claridade mas assim que focou na tabela, soltou uma gargalhada astronĂŽmica.
Ele riu junto, mas estava louco para saber o que tinha achado e se tinha gostado da forma com a qual ele se empolgou.
Depois de tomar fĂŽlego, sentou na cama e pegou em suas mĂŁos para ler com calma.Â
A tabela continha os dias, tempo, quantidade de abacaxi ingerido e nota para o sabor.
- Eai? Gostou? - o sorriso estampado era divertido e empolgado. VocĂȘ riu e respondeu que tinha AMADO - Ătimo, e... nĂŁo sei se a madame observou bem, mas tem o dia zero tambĂ©m.
- Dia zero?
- Sim, hoje! Sem abacaxi, sem nada. Ao natural.
VocĂȘ semicerrou os olhos com um sorriso sacana nos lĂĄbios, entĂŁo, ajoelhou-se na cama, ficando de frente para o corpo grande de Kukurizcka. Sua mĂŁo direita escorregou para a face masculina, ele aconchegou o rosto ali, ainda te encarando esperançoso.
- Ficou de pau duro no metro pra mim?
- Eu fico de pau duro pra vocĂȘ em qualquer lugar, amor.
- EntĂŁo quero ver.
FINALMENTE, OS REFRESCOS! Era o que ele vinha esperando desde que chegaram em casa horas atrĂĄs. As bocas se conectaram e as lĂnguas se mexiam em sincronia, rĂĄpidas e babadas. Os braços fortes te rodearam e te puxaram para o colo dele. VocĂȘ soltou um gemido de surpresa. Som esse que entrou pelos ouvidos e Kuku e correu direto para o pau.
Suas mãos acareciaram o pescoço e os cabelinhos na parte de trås do pescoço dele.
Sentou firmemente no colo dele e mexeu para frente e para trĂĄs, aproveitando o volume no shorts de pijama para esfregar o clitĂłris e gemer mais. Se afastou sĂł o suficiente para tirar o pau para forĂĄ e masturbĂĄ-lo um pouquinho. A cabecinha vermelha insistia em liberar o prĂ©-gozo, entĂŁo, nada mais justo que aproveitar, vocĂȘ passou o indicador, recolheu um pouquinho do lĂquido clarinho e levou atĂ© a sua lĂngua que estava pra fora.
Esteban jogou a cabeça para trĂĄs, quase fechando os olhos de tesĂŁo, mas vocĂȘ puxou de volta com agressividade.
- Escuta aqui - vocĂȘ iniciou, meio afobada e sem ar - Primeiro vai me chupar, depois vai me comer com força... mas tĂĄÂ proibido de gozar.
- Sim, senhora.
- Vai fazer quando eu mandar e onde eu mandar.
- Porra, sim.
-Â Porra mesmo.
E foi o que aconteceu. Primeiro, te deu prazer com as lĂnguas e dedos. Chupava, lambia seu melzinho, cuspia no buraquinho que ele fazia questĂŁo de deixar aberto e chupava de novo. VocĂȘ, na hora de gozar, prendeu a cabeça dele contra a sua boceta molhada, com as pernas. O argentino, quase sem respirar, estava no paraĂso, se fosse morrer assim, que se foda! Quando liberou a cabeça dele, fazendo um carinho delicado com as pontas das unhas, seus olhos se reencontraram e nĂŁo precisaram dizer nada.Â
AĂ veio a vez da foda. Depois da sua ordem, o mais velho, com o pau dolorido e buscando alĂvio imediato, encaminhou o membro atĂ© sua entrada inchada e vermelhinha devido a uns tapinhas que levou da mĂŁozona. Primeiro sĂł a cabecinha, entrando e saindo. Uma, duas, trĂȘs, quatro, cinco vezes atĂ© que vocĂȘ se sentiu empalada por ele.
Kuku meteu tĂŁo fundo que vocĂȘs soltaram um gemido descomunal em conjunto.Â
O rosto dele foi direto para o seu pescoço, as suas pernas rodearam a cintura, assim como o abraço apertado.
Ali vocĂȘ teve seu segundo e terceiro orgasmos e ele nada.
- Vida - ele gemeu baixinho e sem fÎlego - E-eu preciso muito...
- Vai me foder até não aguentar mais, Esteban. Só quando estiver a um segundo de gozar, vai meter na minha boca, tå?
O mais alto gemeu, amava suas falas safadas.
- T-tĂĄ.
VocĂȘ tremia sentindo o pau dele na portinha do Ăștero, atĂ© o clitĂłris recebia as pancadas da pĂ©lvis masculina.
Ele segurou o quanto pode, mas quando vocĂȘ apertou ao redor dele para gozar pela quarta vez consecutiva, ele nĂŁo aguentou. Depois que seu orgasmo passou, tirou o pau de dentro ainda masturbando.
- P-posso?
VocĂȘ apenas abriu a boca, meteu a lĂngua pra fora e o masturbou um pouquinho.
Kuku gemeu, gritou, gozou, tremilicou e quase desmaiou ali mesmo. O coitadinho se arrastou atĂ© o lado dele da cama, mas vocĂȘ nĂŁo deu sossego, fechou a mĂŁo ao redor as bochechas dele e o puxou para um beijo, desepejando grande parte da porra dele ali. Estranhou no começo, mas seu beijo era bom demais para ter nojinho.Â
- Gostoso, né? - disse atentada, ao pé do ouvido, assim que as bocas descolaram e o ator fechou os olhos.
Ele ainda tremilicava pelo orgasmo intenso e balbuciava coisinhas incoerentes.
- S-sim.
- Ătimo. AmanhĂŁ preenchemos a sua tabelinha da teoria do abacaxi, entĂŁo.
Ele nĂŁo respondeu, sĂł te puxou para o peito dele para que respirassem um pouco.
...
Agora, Kuku te abraçava por trĂĄs. Estavam cansadinhos depois do ato, naquela fase prĂ© dormida: meio bĂȘbadinhos de cansaço, meio bĂȘbadinhos de tesĂŁo.
- Nena - ele sussurrou no seu ouvido com a voz confusa - Quando disse, lå no metrÎ que iria fazer um "Teste Comparativo", o que quis dizer? Só pra eu ter certeza...
- Quis dizer que vai gozar na minha boquinha a semana toda.
- Pois eu quero fazer um teste também, então - a respiração dele tornou-se profunda, causando arrepios e logo sentiu algo endurecer contra a sua bunda.
- O quĂȘ? - sussurrou molinha se esfregando contra ele. Kuku depositou beijos delicados e longos no pescoço, combinando com as pontas dos dedos se arrastando por sua barriga e colo.
- Quantas vezes serĂĄ que eu consigo te fazer gozar por dia?
E SERĂ QUE VEM PARTE DOIS CONTANDO DA SEMANA?
NĂŁo.
Da minha parte não, mas se alguém quiser canetar, fique à vontade.
Imposible.
Enzo Vogrincic.
Avisos: Sexo explĂcito, diferença de idade, sexo sem proteção, provocação, enzo rabugento e reader brincalhonađŁ
WHAT A TIME TO BE ALIVE,THE EXTENDED VERSION IS NEXT ,I CAN FEEL ITTTT!âšïžâ€ïž
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@luc3ntly
@fancynancycandy