vocĂȘ e matiiii
era p eu ter mandado essa no carnaval mas né, paciencia
tw: matias sendo um pĂ©ssimo namorado e vocĂȘ sendo uma amante safadinha; sexo anal(?) rivalidade feminina (?) ,uso de verdinha e bebida alcĂłolica pois carna
Trabalho Lindo...
Calor do caralho, pessoas suadas, roupas minĂșsculas, putaria ao vivo... poderia ser terrĂvel, mas nĂŁo era. Carnaval, porra! Cinco dias de curtição, bebida, eventuais drogas e sem nenhum peso na consciĂȘncia.
O litoral estava cheio, como todos os anos. Com a diferença de que, esse ano, seus amigos argentinos (de um intercĂąmbio que havia feito anos atrĂĄs para o paĂs vizinho) vieram curtir o evento nacional com vocĂȘ.Â
Podia ser um carnaval tranquilo? Sim.
Mas seria um carnaval tranquilo? Ăbvio que nĂŁo!
A culpa era todinha de MatĂas Recalt e um casinho safado que tiveram quando morou por lĂĄ. Era trepa-trepa todo dia, sem culpa e sem se apegar. Ele era seu host-brother e nem vocĂȘ, nem ele, queriam complicaçÔes.Â
Mas agora nĂŁo haveria nada para impedir o lancinho de vocĂȘs, nĂ©?
Rafael Federman e a namorada, tinham vindo de aviĂŁo dois dias antes.
Rocco Posca, BlĂĄs Polidori, Felipe OtanĂ” e MatĂas apareceram em um Jeep vermelho, com pranchas penduradas no capĂŽ, na porta do Airnbnb que alugaram para passar o feriado.Â
Os idiotas decidiram vir de carro de Buenos Aires atĂ© a praia combinada, entĂŁo levaram diazinhos de viagem parando para descansar.Â
MatĂas foi o primeiro a descer do veĂculo e vir correndo te abraçar.
VocĂȘ pulou no colo dele que, instintivamente, segurou sua bunda e apertou firme para que nĂŁo escorregasse. Deram um trĂȘs giros atĂ© Pipe reclamar por atenção. Abraçou um por um dos rapazes, atĂ© uma figura estranha sair de dentro do carro.
A expressão em seu rosto se tornou confusa e o ar dos seus pulmÔes desapareceu por uns instantes... Quem? � Vo? C�
- S/N - começou Recalt e sua mente jå começou "Ah não, ah não, ah não" - Quero que conheça minha namorada. Olga.
- Ah, oi! - vocĂȘ cumprimentou normalmente, com um sorriso estampado que nenhum dos atores ali diria que era falso - Eu sou a S/N. - namorada? Por que ele nĂŁo havia falado nada?
- Hola - ela respondeu meio fria e quase que com nojo, tirando o Ăłculos de sol para nĂŁo ter que encostar na sua mĂŁo. - Eles falam muito de vocĂȘ.
- Jura?
E falavam mesmo! Como sentiam saudades, como vocĂȘ era divertida, como era uma excelente companhia, relembravam momentos icĂŽnicos e engraçados das aventuras do grupo... atĂ© as namoradas deles (as que nĂŁo tinham terminado) sentiam saudades!Â
A tal de Olga nĂŁo respondeu, entĂŁo vocĂȘ ignorou e disse:
- Vamos entrar! Devem estar cansados da viagem.
...
E estavam mesmo.
Chegaram de manhĂŁ e dormiram o dia todo!
Ăs 19h30 e poucos, vocĂȘ acordou geral com dez caixas de pizzas quentinhas. JĂĄ tinha comprado a mais, para eventuais laricas noturnas.
-Â Puta madre, S/NÂ - Recalt disse com a boca cheia de pizza de frango com catupiry -Â Te amo tanto!
Claro que ele havia falado isso por conta das pizzas, mas Olga nĂŁo gostou. Mal tocou na comida e fez cara feia pros 8L de refrigerante com vodka baratinha no galĂŁo de ĂĄgua.
- O trio começa às 21h? - Rocco questionou.
- Aham - vocĂȘ respondeu servindo mais bebida duvidosa.
 - Temos uma horinha pra se arrumar então - Federman falou.
- E daĂ sobra meia hora pra ficar chapado - completou MatĂ, sentado na sua frente, de boca cheia, com um sorrisinho safado, te olhando.
E quando ele te olhava com aquela expressão, parecia que não havia mais ninguém no cÎmodo... não havia mais ninguém no mundo.
- Fez o corre?
- Ă, se fiz! Tava com mĂł cagasso da gente ser parado na estrada.
- Nem fodendo - disse BlĂĄs terminando de engolir - Tu' disse que ia comprar aqui!
- Surpresaaa!
O mais alto revirou os olhos e todos na mesa riram.
- TĂĄ, mas falando sĂ©rio, seis trouxeram as fantasias, nĂ©?Â
...
EntĂŁo, 20h45, estavam todos na frente da casa, mal pintados de azul, com regatas brancas (vocĂȘ com um vestidinho branco) e uma touquinha escrota branca.Â
OS SMURFS.
Da forma mais engraçada possĂvel.
- Quem foi que deu ideia mesmo? - questionou MatĂ sorrindo, com o rostinho a centĂmetros do seu, enquanto tinha o rosto pintado com tinta de palhaço azul.
- VOCà - reclamou Blås se coçando, estava desenvolvendo uma leve alergia aquela tinta.
VocĂȘ nĂŁo queria parecer curiosa, mas queria MUITO saber onde Olga estava. Desde o jantar, ela havia subido para o quarto deles, tomado um banho e nĂŁo tinha decido mais. EntĂŁo, bem disfarçada, vocĂȘ questionou ao Posca que estava sentado na frente da porta mexendo no celular:
- Rocco... que horas sĂŁo?
- 20h46.
- Hm... a gente podia ir daqui a pouco né? Pra pegar um lugar legal - virou o rosto de Matà e observou as sardinhas sendo cobertas.
O filho da puta Ă© bonito, nĂ©? Tirou a franja dele do rosto e ele apertou um pouquinho sua cintura. Contei que a mĂŁo dele tava na cintura?Â
- Podia. MatĂ, a Olga tĂĄ pronta? - Otaño questionou e vocĂȘ quis abraçå-lo. ISSO, ISSO, ISSO! PERGUNTA MESMO, PIPE!
- Ela nĂŁo vai.
- Por quĂȘ? - vocĂȘ questionou rĂĄpido demais e ele virou para te observar.
- Ela não tava se sentindo bem, nena.
Nena.
O apelido que te chamava enquando o pau estava enterrado em vocĂȘ, a boca colada no pĂ© do ouvido, as mĂŁos ao redor do seu corpo e o lĂquido quente te preenchendo enquanto vocĂȘ gozava apertando ele ainda mais.Â
VocĂȘ deu uma travada.
Respirou fundo.
- A.
Foi a Ășnica coisa que saiu.
- Mal do que? - Pipe questionou.
- Diz ela que Ă© o jantar, mas ela Ă© fresca assim mesmo, liga nĂŁo.
- Porra, eu pedi na melhor pizzaria da cidade pra compensar o refrigerante podrĂŁo.
- Eu sei, eu sei - disse colocando o braço no seu ombro e te levando em direção ao portão - Relaza, nena.
Filho da-
- ENTĂO BORA PRA FARRA? - perguntou BlĂĄs altinho... nos dois sentidos da palavra. Todos os outros comemoraram, vocĂȘ ainda estava um pouco durinha pelo ocorrido.
- Bora! SĂł vou deixar essas coisas no quarto - ergueu a tinta e o pincel - E jĂĄ vamos...
Foi praticamente inevitĂĄvel escutar Olga ao telefone. A argentina achou que vocĂȘs jĂĄ tinham vazado da casa e estavam perto do bloquinho. Ela estava em uma chamada de vĂdeo com mais duas amigas.
- Juro! Nojetos demais! Todos animais! Vou pegar uma infeccção sĂł de estar nesse lugar! PaĂs de merda. A casa Ă© podre, a cidade Ă© podre, as pessoas sĂŁo podres, a lĂngua deles Ă© podre, vocĂȘs nĂŁo tem noção... Eu atĂ© menti pro MatĂas, dizendo que estava passando mal.... imagina ficar horas encostando nesse tipo de gente?? E ainda tem ela. Essa tal de S/N, nĂŁo sei o que aqueles idiotas veem nela.Â
"Filha da puta" pensou "Essa escrota merece umas poucas e boas".
...
Estavam sentados na areia da praia cuidando das bags de todos. Rafa e a namorada, Rocco e BlĂĄs estavam no mar, enquando Pipe estava atracado no meio da areia com uma brasileira bonita e simpĂĄtica que tinha conhecido no bloquinho.
As mĂșsicas do trio elĂ©trico eram animadas e a companhia dos meninos tambĂ©m, mas mesmo bebadinha, ainda nĂŁo conseguia parar de pensar nas palavras rudes de Olga. Garota escrota. Merecia pagar de alguma forma.
- Que foi?
- "Que foi" o quĂȘ, MatĂ?
- Essa cara de cu - falou olhando para o beck sendo bolado em suas mĂŁos.
- To com saudades do seu pau.
Os olhos dele se arregalaram ao buscarem os seus. VocĂȘ continuou.
- To com saudade e agora nĂŁo vou poder matar... afinal vocĂȘ começou a namorar e nĂŁo me falou nada. -
O argentino coçou a cabeça, retirando a touquinha escrota branca (a sua jå havia caido no chão horas atrås), respirou fundo e tomou coragem para continuar o assunto que sabia que uma hora iria chegar.
- Ă que... sei lĂĄ, sĂł aconteceu - ficou um silĂȘncio enquanto vocĂȘ tragava por primeiro e passava o beck para ele - Ela me pediu.
- Ela te pediu em namoro? - soprou a fumaça.
- Sim. Ficamos algumas vezes, saĂmos algumas vezes... aĂ ela me pediu, e vocĂȘ me conhece, nena, sabe como eu nĂŁo sei dizer nĂŁo.
- NĂŁo sabe, Ă©?
- Pra vocĂȘ, especialmente, nunca - puto, cafajeste, sempre mudava de assunto quando o papo ficava sĂ©rio - CĂȘ' lembra de uma coisa que a gente fazia?... Abre a boquinha pra mim, nena - disse puxando seu rosto em formato de biquinho e logo soprando a fumaça do beck ali, quase encostando a boca na sua. VocĂȘ recebeu, tragou e soltou no ar.
- Dorme comigo hoje - vocĂȘ disse levantando e batendo a areia da bunda, movimento que ele acompanhou bem de pertinho.
- E-eu-
- NĂŁo foi um pedido, MatĂas. Me fode lentinho hoje, em nome dos velhos tempos... - "e para vingar meu paĂs da sua namorada escrota". VocĂȘ aproximou o rosto do de MatĂas.
As pupilas gigantes, as quais ele era tĂŁo apaixonadinho. A boca vermelha, a qual ele estava louco para beijar. Claro que a face estava azulada, mas ele nĂŁo pareceu se importar. No segundo seguinte os lĂĄbios estavam colados e as lĂnguas girando em sincronia. Degustando uma a outra.
O corpo dele tombou para trĂĄs e o seu foi para cima.
As mĂŁos de MatĂas escorreram direto para sua bunda, desferindo um tapa forte seguido de um aperto.
- Porra - ele gemeu.
...
- Se ela descobrir que eu to contingo, eu to fodido - sussurrou no seu ouvido, debaixo da ågua corrente.
Os beijos não haviam cessado desde a praia até o seu quarto no Airbnb. Pararam pra caminhar, mas se atracavam contra um poste qualquer no instante seguinte. O chão do chuveiro estava quase branco de novo.
MatĂ havia esfregado todo azul, e beijado, seu corpo todinho, murmurando quantas saudades sentia de vocĂȘ e do segredinho sujo que mantinham na casa dele lĂĄ na Argentina.
- Pra mim tĂĄ tranquilo - vocĂȘ sussurrou de volta, puxando o rosto dele contra o seu, sentindo o pau duro dele batendo na sua barriga.Â
O sorriso malicioso que estampou sua face foi o suficiente para que o membro dele vibrasse em sua mĂŁo. VocĂȘ masturbou Recalt suavemente para cima e para baixo, aproveitando para fazer uma pressĂŁo maior na cabeçinha vermelha, inchada e melada.Â
A boca do rapaz sugou seu mamilo enquanto as mĂŁos dele apertavam sua cintura te puxando cada vez mais contra ele.
MatĂas nĂŁo sabia o que queria mais: sua mĂŁo, sua boca, seus peitos, sua boceta ou seu cu.Â
Creio que tudo ao mesmo tempo, se desse.
VocĂȘ desligou o registro e, pelo pau, puxou ele molhado atĂ© sua cama.
A maconha que haviam fumado 30 minutos antes parecia ter chegado ao seu åpice agora. Todas as sensaçÔes estavam triplicadas. O que era gostoso, ficou ainda mais gostoso. Como por exemplo, o lubrificante geladinho que tirou da mochila.
Sentou encostada na cabeceira da cama, espalhou o gelzinho na entrada jĂĄ excitada e brincou com seus dedos. Sozinha. Ele observava de pertinho como um tarado. O argentino te queria mais que tudo no mundo, mas estava curioso com o que vocĂȘ planejava.
Aos poucos foi descendo os dedinhos e lubrificando o buraquinho de baixo.
O olhar dele marejou, a boca abriu e ele jurou que poderia gozar ali mesmo.
-Â N-nena...
VocĂȘ se afastou um pouco para trocar de posição. Ficou de quatro, com a bunda enfiada bem na cara dele, esfregando o clitĂłris com os dedos da mĂŁo direita e abrindo as bandas com a mĂŁo esquerda.
- S/n... porfi...
VocĂȘ apenas gemeu enfiando a cara no travesseiro e entĂŁo enfiou um dedinho, aĂ dois. SĂł para abrir espaço para ele.
- Por favoor - ele gemeu baixinho.
VocĂȘ respondeu jogando o lubrificante para trĂĄs. Recalt suspirou aliviado e distribuiu o total de dez beijos pela bunda, buceta e cuzinho. Em seguida, ficou de joelhos na cama, esparrando lubrificante no pau mais duro e tesudo que nunca.
- P-posso? - perguntou rodeando o buraquinho com o dedo indicador e entĂŁo invadindo-o devagarzinho.
- Fode, MatĂ.
Essa foi a autorização que ele esperava, mas mesmo assim foi sem pressa. Não queria te machucar. Brincou com os dedos um pouco, alargando o cuzinho só o suficiente para que se acostumasse com a presença.
Logo mais sentiu a cabecinha da pica entrando.
TĂŁo geladinho, tĂŁo gostoso.
Aos poucos foi sentindo o cumprimento todo dentro e entĂŁo os dedos quentes dele mexendo no grelinho sensĂvel. VocĂȘs gemeram em unĂssono, se segurando para nĂŁo acordar a escrota da Olga. Bom, talvez vocĂȘ fosse um tiquinho escrota tambĂ©m... mas nĂŁo era aquele tipo de escrota!
Recalt nĂŁo conseguia evitar pensar que se as histĂłrias fossem outras e vocĂȘ ainda morasse lĂĄ... vocĂȘs estariam juntos, assumidos, namorados.Â
- Porra, Sn, acho que seu cuzinho tĂĄ me deixando sentimental - sussurrou e vocĂȘ riu apertando ao redor dele - PORRA.
Demorou uns segundos para se recompor e voltar a foder. Beijou seu pescoço e entĂŁo segurou, do jeitinho que vocĂȘ amava, te deixando sem ar e no ponto para gozar... sĂł faltava uma coisa....
- Goza pra mim, nena.
E vocĂȘ o fez.
EntĂŁo ele fez.
MatĂ deitou ao seu lado e te puxou para o peito desnudo dele. Ambos estavam molezinhos pĂłs-orgasmo, quase dormindo, mas conseguiu ouvir ele dizer:
- AmanhĂŁ vou foder essa bocetinha, nĂ©? Posso, mo? Posso? - vocĂȘ riu enfiando o rosto no pescoço masculino - Tava com tanta saudade de tu - admitiu te abraçando mais forte.
...
Os argentinos estavam cansados na manhĂŁ seguinte. Fato. Era difĂcil nĂŁo estar depois de uma noitada daquela, mas nĂŁo queriam deixar de aproveitar as delĂcias da costa brasileira, ou seja, foram para areia mesmo assim. JĂĄ vocĂȘ, acordou mais tarde que o pessoal. Todos jĂĄ estavam a uma hora na praia prĂłxima do Airbnb, entĂŁo, se dirigiu para o local uma hora depois que eles.
Olga estava ao lado de MatĂas quando vocĂȘ apareceu, bem gatinha, terminando de espalhar o bronzeador na barriga e colo. Recalt nĂŁo queria te olhar, porque sabia que se começasse, nĂŁo consegueria parar... por isso, apenas te olhou de canto.Â
A JBL Boombox de Pipe tocava uma aleatória de funks brasileiros no måximo.
Trabalho Lindo, do Kevin, O Chris e Mc Lya explodia na caixinha de som.
Quando compreenderam a letra, os olhares de vocĂȘs se encontraram, o sorrisinho de canto que apareceu foi automĂĄtico e veio com a certeza de que a noite anterior se repetiria pelos prĂłximos e prĂłximos dias...















