Não quero o cuidar materno Tampouco a catástrofe amante Um minuto e já nos fazem obra ambulante de Klint Um perdão e o rancor do público recorda a fábula Contudo, quis-te por entre as rosas E seus mares de cheiros e personas Transpassa o teu silêncio nas minha pupilas E ambas se dilatarão mesmo ao ajoelhar de pálpebras O feitio enfeite não nos cabe O feitiço Narciso corre para fora de nós Colocamos teus lábios à preços de ninfas E os paraninfos breves dentição ansiavam o decapitar A panfletagem daria pena mínima Diante do exercício de santos e suas santificações Concebidos hoje em triagem so-lo-mo Contando mexericos vindos do escurecer de nuvens Querido querer, não venho aqui lhe pedir nada mais Quiçá, essas palavras sejam um esclarecimento Agradeço-te, não por trazeres novos amores E sim por em estado amável, um tanto cântico platônico? Tudo bem... E ao amar, que já fizera deusa O verbo ação, não a matéria Deleito em âmago radical reducionista O apego era um apelo a memória, tal qual fez-se desnecessário e por isso único A cisma do ciúme e seu peso tíner Não fazem de nossos corpos um teatro Porém, em respeito o enterramos Nas velhas pernas de madeira entalhados em outros sobrenomes A carne focinho do outro Era preciso uma quebra de ternura para invalidar-nos O que fora muito ensaiado em laudos de macieiras Um tanto quanto tarde, já que o peito nu era escavado por todas as unhas...
Sinônimo Estima, Pierrot Ruivo










