la misteriosa muerte del señor de pueblo

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la misteriosa muerte del señor de pueblo

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Solo fuimos una historia fugaz.
Una historia que me ha dejado sin nada.
Lembro quando me disse que parecia um filme nossa historia... não parece é um filme que não sabemos o final...
Ali
....
Titulo
Me siento como un verdadero mmg me odio y el suicidio ya me lo e plantiado y una vez lo quise hacer solo sali de mi casa y por que mi mama estaba peliando y solo comense a caminar y caminar y no queria volver .. camine una buena parye de mi ciudad pase por sitios peligrosos y llegue a un lugar donde abia perros asi que tome el otro lado ... y cuando pase esa calle al final estaba oscuro y me sente abajo de un poste a pensar que iba hacer no llorando solo pensando en eso me llamaron unos tios se veian entre 18 y 27 me preguntaron que tenia y les conte todo aun sin conocerme me regañaron y me aconsejaron. No recuerdo bien sus nombres pero una se llamaba daniel,mascara son los unicos que recuerdo. Daniel me dijo que le llamara su novio y que cual quier cosa contara con el los otros tambien estaban muy amables y yo estaba contento al final.me quede en casa de uno de ellos pero la hermana insistio que me fuera y me dio un movil para que llamara me encontraron rapido y me llevaron a casa cuando regrese estaba toda la..comunidad reunidad y me veian feo y la vesina.me dice bonito regalo del dia de las madres mientras mi mama lloraba a llantos. Pense que abia echo mal y pense que tal vez las cosas iban a mejorar pero siguen igual. Tengo a veces unas ganas de agarrar una pistola y matarme con una nota diciendo gracias por hacerme sufrir, pero no llegaria a esos extremos ademas una vez tube un sueño en el que mori y vi mi fuenaral y solo decia aun no todavia no y salio algo como una persona alta y completamente negra (como una sombra)diciendo esta bien te dejare vivir me lanzo en la cama me apreto los testiculis y se a cerco ami oreja y dijo a los 17 años moríras, cuando desperte sali corriendo al cuarto de mis padres y abraze a mi mama y ella decia que paso que tienes y yo dije soñe algo feo y ella penso que abia soñado que ella murio y me trato mal no se que me dijo pero me dio mucha rabia creo que suprimi esos recuerdos, en el momento de solo pensaba que era mejor que muriera y tengo deseos de hacer realidad eso

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Bom, não sei se já fiz isso antes, mas vou contar aqui a suposta história da música As Cores - Banda Cine.
DH o vocalista da banda, namorava uma menina que ele gostava muito. O namoro estava durando um tempo e quando eles iam fazer alguns meses de namoro, ele foi fazer um show e não ia dar pra eles dois ficarem juntos nesse dia que seria importante para o casal, então já que eles não iam ficar juntos ela pediu para ele dedicar uma música pra ela durante o show. Só que ele esqueceu de dedicar a música, e ela ficou muito triste com isso. Depois de duas semanas do acontecimento, ele terminou com ela, dando a desculpa de que ele estava fazendo-a sofrer. Mas a verdade é que ele já tinha se cansado dela. Eles não perderam contato, eram amigos e ela ainda tentava voltar com ele, e ele sempre dava umas desculpas pra não voltarem. A última desculpa que ele deu foi que era muito novo para namorar e que queria curtir a vida com os amigos. Depois de uns 15 dias, ele começou a namorar outra menina, em seguida a avó dele morreu, e a ex dele ficou sabendo, então mandou uma mensagem no celular dele dizendo: Amor, quero te encontrar, o que aconteceu? Então a nova namorada dele leu e acabou terminando com ele. Então ele ficou muito bravo, e foi encontrar a ex. Quando ele chegou lá, ela perguntou se ele precisava de alguma coisa em relação a morte da avó dele, e ele disparou um monte de insultos para ela, porque estava nervoso e ele chegou a dizer que a única coisa que ele precisava é que ela sumisse da vida dele. Eles brigaram... Ela não tinha dinheiro pro taxi, então pediu uma carona pra ele. Ele irritado ignorou, virou as costas para ela e foi embora. Em seguida muito triste ela foi dar uma volta na praia, e morreu afogada. Como era de noite e não tinha ninguém na praia, ninguém sabe ao certo se ela se matou, ou se foi um acidente. Depois disso ela foi encontrada e vai pro hospital, que é onde se passa a primeira parte da musica. quando ele diz “O vento bate a porta e não me engana mais, decoração branca não me satisfaz eu queria estar no seu lugar mas não estou” se refere ao hospital, e ao fato dele está arrependido do que fez. Parte 2: ''Acham que enlouqueci, perguntam de você pra mim, eu tento dizer que está tudo bem.'' Se refere aos amigos que tanto perguntaram como ele estava sobre o que tava acontecendo. Daí vem o refrão e depois a 3 parte: ''E se foi se jogou num mar aberto de ilusões, e as ondas te acertaram como eu planejei eu exagerei...'' se refere ao jeito que ela escolheu de sumir da vida dele e do quanto ele exagerou em ter falado isso pra ela... Parte 4: ''Um sentimento tão forte eu sei que tive sorte aquilo não era o que eu sou agora eu sei muito bem quem sou e o que me tornou'' se refere ao que eles sentiam um pelo outro. Daí vem o refrão e a 5 parte a parte final: '' Tudo que eu penso parece ser você, eu tento, luto, venço, mas não vou te esquecer, tudo que eu falei... te fazia chorar não te ouvia falar, só te peço perdão e hoje canto pra que ouça dos céus que eu não duvidei do amooor'' fala do quanto ele está arrependido por ter feito isso e sem palavras, no final do vídeo o DH chora emocionado e canta olhando para os céus...
Bom, é uma pena isso ter acontecido, mas que sirva de lição velho, pra todos aí que não dão valor a pessoa que amam e saem brincando ou falando idiotices para o outro... Isso pode acabar com a vida da pessoa, causando depressão, e deixando família, amigos e inclusive VOCÊ desamparado.
Ele insistia em bater os dedos na mesa num tom provocador que eu sei que irritava até ele mesmo, mas sem sombra de duvidas, irritava mais a mim do que a ele. Por isso ele insistia em fazer. O clima já estava tenso demais pra qualquer um falar alguma coisa. E somos orgulhosos demais pra poder cedermos alguma palavra. Só que dessa vez eu me manifestei primeiro. - dá pra você parar ou ta difícil? - parar com o que? –ele me lançou aquele olhar junto com aquele sorriso de lado que eu odiava que ele fizesse quando a gente estava brigados. Eu ri ironicamente e me concentrei no livro. Ele voltou a bater com os dedos na mesa. E eu me levantei dessa vez. Estava tensa demais pra pensar em algo para discutir ou ofende-lo. -ei ei ei, espera! -sai da frente Scott. -Ô June.. -ô Scott...- repeti sarcasticamente tentando me desviar. -O que eu fiz dessa vez? Agora é serio, me diz! Bufei, por que meninos tem que ser tão idiotas e imbecis quando se trata de relacionamento? Quer dizer.. em troca de afetos. Porque eu e Scott definitivamente não temos nada..ou não deveríamos ter. -Nada! você não fez nada! Sou eu. Sabe a famosa frase “não é você, sou eu”? então -então o que? -eu sei lá Scott..tá tudo muito confuso. Eu..eu não sei o que pensar ou sentir. E o problema é você! - Você acaba de dizer que o problema é você, agora diz que sou eu? Qual é June.. eu sei que você diz que eu sou complicado mas você é a pessoa mais complicada que eu conheço! Por que não fala de uma vez? -Acho que isso..essa, coisa que a gente tem, deveria parar. - Do que você ta dizendo? -Eu não sei! –tentei me desviar só que ele foi mais rápido me prendendo contra ele. Ele encostou a cabeça no meu ombro sussurrando, quase implorando pra que eu me justificasse. Aquela voz me estremecia. Era obvio que a gente não tinha nada. Mas tínhamos alguma coisa, certo? Amigos não se pegam assim. Vai contra todas as regras. - A gente é errado Scott. -Não, “agente” junto que é errado. Eu e você não.-eu dei meia risada -Agente junto e separado também é errado. - e o que você quer dizer? — A gente não tem nada, certo? — perguntei. - tecnicamente.. -não! A gente não tem! E você não é meu! -Mas você diz por ai que sou.. -não! Não é. Acho melhor cada um seguir o seu caminho. –ele me soltou quando eu disse isso, mas logo pegou minha mão. -Espera, haha eu escutei o que pensei ter escutado? Não respondi -June.. - é que você nunca É entende? -é o que? Como assim? -sei lá Scott. Nem sempre tu está perto quando eu preciso. Eu sempre tenho que pensar mais do que devia pra tentar te entender. Sei lá.. as coisas pareciam ser menos descomplicadas quando a gente não tinha nada. Porque parece agora que eu tenho que me desdobrar em dois pra tentar entender metade do que você diz. É complicado.. -Mas você nunca fez questão disso.. pelo contrario. - E você nunca fez questão de provar que fazia falta, de que era importante. Ou você é auto-confiante demais ou não se importa. -Hey, eu sou auto-confiante. Revirei os olhos pra ele e suspirei -Espera, não to dizendo que eu não me importava. -Então o que tu tá dizendo? -Que eu me importei até demais. Coloquei intensidade onde não tinha nada. E é você mesmo que vivia sumindo, e aparecendo.Eu realmente precisei mais de você do que você precisou de mim June, Precisei tanto de você que achei que não ia passar nunca. mas você sempre Achou que podia ir e vir a hora que quisesse, e falar o que quer... então eu me adaptei ao teu jeito! E quis fazer falta. Você nunca me cobrou presença porque você gosta do seu espaço não é? Tu não viu que eu sempre quis me encaixar em você. Mas você tem medo de tudo! E sempre me evitava..e sumia de novo quando eu queria ser pra você. Então eu simplesmente parei. June. Achei que eu me incomodaria por você não estar aqui por um longo tempo. Eu me importei muito, muito, muito… Mas passou. E agora você pode reclamar à vontade que eu não me importo. Porque agora você vai estar certa. Agora é como tu sempre quis não é?
June e um babaca chamado Scott Lewinsky
Atisbos incompletos de una sociedad futura (?)
Lo que se encuentra escrito a continuación se corresponde con bosquejos míos, lienzos de un cuadro inacabado, de una idea que no ha sido cerrada por falta de tiempo, de comienzos de febrero de este mismo año, que, no obstante, espero acabar un día. Constituye medio capitulo de una novela que contendría más de doce, ambientada en una sociedad futura desde el punto de vista de un hombre que acaba de perderlo todo y que pasa a ser la carroña de los de su especie. Me alegro de haber rescatado del baúl de los recuerdos estos curiosos trazos sobre virtual papel inexistente, salvo en nuestra mente, y de mostrarlo hoy. He decidido dedicar lo que queda de vacaciones a completar el resto del capítulo. Retocarlo más bien, pues la idea está medianamente encauzada hacia la dirección que quiero, con los giros en el desarrollo de la trama que busco, la aparición de personajes, la crítica a esta extraña sociedad que propongo, de la que no puedo hablar sin desvelaros lo que sigue a estas palabras. Nada más que deciros. Simplemente, un "espero que os guste" y que comentéis cuanto os parezca curioso. Un saludo y mil gracias por leerlo.
PD: Siento no haber podido cambiar la letra a otra que ligase más con lo escrito ni centrar el texto, pero resulta que aún no sé muy bien manejar esta página. Si alguien sabe cómo hacerlo, le agradecería de corazón que me lo dijera.
“Yo no me iría, pero mis pies se mueven solos. ¿Seré capaz de renunciar a estas noches nuestras?” EL SEGUNDO LIBRO DE LA SELVA Rudyard Kipling
En aquel mismo instante, en el que la penumbra, nacida del fondo de las tinieblas y de la poca luz que aún se encontraba alojada en su frágil corazón de latón, se proyectaba sobre su figura, corroída por el óxido envilecido de aquellos que ya han perdido su utilidad, su valor y su vigor para poder continuar bregando con la vida cuando ésta ya les ha abandonado vilmente, observó en el cielo cobrizo aquél que sería su antepenúltimo atardecer. Era el crepúsculo que cerraba un día ajetreado y lleno de bullicio en la gran ciudad, que culminaba una semana llena de altibajos y que acababa por ensombrecer la vida de un pobre hombre que, desde la sucia baranda de una vieja azotea, contemplaba con tristeza la puesta de sol.
Y esa esencia lo atrapó y lo obnubiló por completo. No sabía ya quién era, dónde se encontraba o qué representaba aquello que observaba sin quitar el ojo. Tenía la mirada hueca de aquellos jugadores de póquer que, tras apostarse toda su fortuna en una última mano, que más valía no haberse jugado, ven como todo lo que tenían se desvanece como por arte de magia y su pobre conciencia no abarca para asimilar que todo ha sucedido con tanta prontitud que a duras penas han podido contabilizar la pérdida.
Así, con el rostro pasmado y aunque el cambio de noche a día no durase más de cinco minutos, para este desdichado hombre fue algo eterno. El hombre sabe que el tiempo pasa y, sin embargo, hay momentos que se repiten sin cesar en nuestra mal formada mente y que, ya sean estos momentos buenos o malos, jamás alcanzamos a olvidar. Ahí reside la eternidad, según muchos pensadores que conozco.
Cuando se encapotó el horizonte con su negro manto y acudió el silencio a Hertenjärden, el hombre, con un gesto espontáneo, ladeó la cabeza, pareció despertarse de una larga hibernación y se asombró al percatarse de que se encontraba solo, asomado en la azotea de la habitación de ese mugriento hotel que le había servido de cobijo durante estas últimas siete semanas. Se alejó de la terraza, entró por el ventanal, agachando la cabeza para no tropezarse con el techo bajo; se arrimó a la mesilla de noche y, recordando que en Hertenjärden ya no había luz eléctrica por orden del dignatario general, encendió un farol artesanal, posiblemente robado, con cerillas y un poco de sebo a la manera de mediados del siglo XIX.
Por su cabeza recorrían todo tipo de ideales de pesadumbre, quizás propiciados por el vicioso y lúgubre ambiente que le envolvía siempre a él, y a todos los que caminaban por aquellos lugares acerados contemplando con pavor como el agua se filtraba por los imbornales los días de lluvia.
Sus ojos se posaban ora en la llama del farol, ora en el techo ennegrecido y lleno de grietas, como a punto de venirse abajo, ora en la puerta, expectante a una llamada que parecía demorarse demasiado.
Al cabo de un rato, se cansó de pensar y rebuscó algo bajo el hediondo colchón. Sacó de allí una revista pornográfica vieja, un ejemplar de Femjoy de enero de 2074, y la ojeó con desgana. Una rubia de senos prominentes y rostro angelical ocupaba la portada y sonreía sensual a la cámara, con unos bellísimos ojos verdosos iridiscentes, para gusto de los lectores. Pero, parece ser que se sentía tan solo que ni el desahogo sexual podía aliviarle, porque, al poco de abrir la revista, la lanzó contra la gran mancha de humedad del cuarto que, como si se tratase de un parásito en un animal de granja, se extendía a costa de la pared de enfrente, y metió la mano entre el almidón y el frío acero de la litera de nuevo con la esperanza de hallar esta vez lo que quería.
Y lo encontró. No cabía duda de que fueron las tapas de un libro lo que rozaron sus dedos, pues no existe otra textura igual. Resultó ser una novela que ya había leído un incontable número de veces, que estaba prohibida por lo sugerente de la misma y de la cual él suponía que no quedaban más de cien copias completas a lo largo, ancho y profundo del globo. Se lo pasó de manos y lo olisqueó varias veces antes de observarlo con detenimiento. Sobre la tapa se veía desgastado por el inexorable paso de los años, y de las lecturas, el siguiente epígrafe escrito por un tal Kingdley Amis: “Fahrenheit 451 es el más convincente de todos los infiernos conformistas.” Y era en parte cierto, en parte falso y en parte una jodida utopía. Cierto en el sentido de que algunos de los vaticinios que realizó Bradbury hacía casi dos siglos eran una realidad hoy. Pero también era un libro falso ya que muchos de estos augurios no se habían cumplido, ni lo harían jamás. El hombre que, bajo las llamas del candil, pasaba las páginas del libro con tremenda parsimonia, había soñado en ocasiones que su ciudad no era su ciudad, sino la del bombero, y el hecho de tener la oportunidad de recorrer los densos bosques en compañía de camaradas bibliófilos que le comprendieran y apoyasen constituía en sí misma una utopía; porque ya no había bosques, no había libros, sólo quedaba una cuenta atrás de atardeceres y a caer sobre las arenas fangosas de la ciénaga para no volver a levantarse.
En la ciudad del bombero tampoco había lugar para la moralidad, todo acontecía demasiado rápido. Un hombre sabio dijo una vez que la vida era efímera como las cuatro estaciones, que se nacía con los primeros rayos de luz de marzo, se disfrutaba de la juventud de abril y la pasión del verano, que se pasaba con discreción a un otoño que poco a poco se merma y que muere en un gélido invierno; y, así, todo acontece tan deprisa que apenas hay tiempo para replantearse cada paso que uno da. En el núcleo urbano de Múnich, al que pertenecía el hombre cogitabundo según los censos más recientes, o por lo menos en los arrabales por los que él se había paseado, el mundo se pintaba como algo muy distinto. Seguramente, si el hombre conociese a Goya habría identificado rápidamente sus cuadros tenebristas con el panorama que se respiraba en cada esquina, tras cada papelera reventada, bajo el amparo de las débiles luces de las farolas. Aquí, nadie tenía prisas, porque nadie iba nunca a ninguna parte.
Leyó, tranquilo, sin filosofar, ya tendría tiempo para ello después. Al cabo de una media hora, y en medio del silencio de la noche, apagó la lámpara e intentó dormir. Lo consiguió, no obstante, fue por poco tiempo. Le acometió un sueño desconcertante, que se le repetía una y otra noche, pero que nunca lograba recordar por más que se esforzara en ello y esto le dejó bien despierto, tendido sobre la cama y empapado en un sudor frío, serían cosa de las dos de la madrugada. Escudriñó en la oscuridad pasmosa, buscando más las persianas que el quinqué. Cuando dio con éstas, las corrió y, si antes había observado la magnanimidad del sol en su momento culminante, ahora hacía lo propio con la señora luna, que se postraba ante sus ojos completamente desnuda de su habitual manto negro. “Tampoco alcanzaré a ver más lunas como ésta allá abajo.”, pensó. Y si entonces el hombre hubiera conocido al poeta anglo-hindú Rudyard Kipling, posiblemente aquella escena le habría recordado a la discreta despedida de Mowgli la Ranita de la selva ante sus cuatro fieles amigos: el viejo y sabio oso, el lobo, la serpiente y la pantera tiznada. Pues el niño lobo dijo entre sollozos: “¿Seré capaz de renunciar a estas noches nuestras?”. Y él, sin saber nada de la existencia literaria del chaval, se hacía la misma pregunta una y otra vez. Es curioso ver como todas las historias que se suceden, sean en el tiempo y lugar que sean, tienden por inercia a repetirse.
Tras un tiempo al amparo de la majestuosa luna, que acallaba todas las voces del suburbio, excepto el continuo aullido de los perros errantes, pensó, que si el bar del hotel seguía abierto, podría distraerse un rato conversando con el camarero. Así que, se alejó del ventanal, dejando las cortinas descorridas para poder ver mejor, se dirigió hasta un armario empotrado que había junto a la puerta, lo abrió y sacó de allí un par de botas comidas de tierra, que tristemente era el único calzado del que disponía el hombre. Y mientras se enfundaba los zapatos, notaba sus pies fríos por primera vez en mucho tiempo.