Brundles; Kenny Liu.
Sinopse: vocĂȘ precisava de uma Ăłtima desculpa para ficar sozinha com Kenny. Por quĂȘ nĂŁo levĂĄ-lo ao lago?
Notas: nesse momento eu sou sĂł um corpo inĂștil porque meu cĂ©rebro derreteu de tesĂŁo escrevendo isso đ„Ž (queria ele đ).
Avisos: ConteĂșdo sexual, sexo sem proteção, sexo ao ar livre, gozando dentro, exibicionismo.
â Eu ainda nĂŁo entendi o que vocĂȘ quer me mostrar.
VocĂȘ ri, nĂŁo consegue evitar. Desde de que foi atĂ© a cidade, pedindo gentilmente se o xerife poderia lhe emprestar o Liu por alguns minutos, Kenny jĂĄ havia perguntado 4 ou 5 vezes o que estavam fazendo ali, ele nunca havia ido atĂ© aquele lado da colony house.
â A gente tĂĄ quase lĂĄ! - responde, o olha por cima do ombro, tem um tom risonho na voz. â VocĂȘ pode se acalmar, Xerife.
â Eu nĂŁo sou xerife - ele retruca, enfia as mĂŁos dentro dos bolsos da calça enquanto os olhos miram o chĂŁo por onde ele pisa.
â Pra mim vocĂȘ Ă© - dĂĄ de ombros. â Oficial Kenny! NĂŁo parece legal?!
Mesmo que nĂŁo queira, ele nĂŁo consegue evitar rir atrĂĄs de vocĂȘ, revirando os olhos para sua brincadeirinha.
â VocĂȘ faz parecer melhor do que Ă©.
â Qual Ă©?! Ă uma posição importante! - argumenta, um sorriso bobo decora seu rosto.
Kenny te olha por um segundo, os olhinhos bonitos praticamente brilham, com a forma como as coisas sĂŁo difĂceis ali, ele passou a considerar que estar com vocĂȘ era a parte mais fĂĄcil dos dias dele, era quase como se ele estivesse no mundo normal, conversas bobas e leves, brincadeiras, risos. Em pouco tempo parecia que vocĂȘs jĂĄ se conheciam a anos, mesmo que houvesse se passado apenas alguns meses desde de que, em uma viagem de carro com alguns amigos, vocĂȘs se perderam na volta da praia e tiveram que procurar uma rota alternativa, acabando por cruzar com uma ĂĄrvore no meio da estrada.
E aqui estava vocĂȘ, 5 meses depois, tentando manter o otimismo e o bom humor porque, de algum jeito, era a sua melhor forma de impedir que aquele lugar te deixasse completamente louca atĂ© bater a cabeça nas paredes. E Kenny vinha ajudando bastante nisso.
â Ok, chegamos!
â O que... - Kenny parou por um segundo, a boca se abriu enquanto encarava o lago. â Como vocĂȘ achou esse lugar?
â Pra ser honesta eu nĂŁo achei - respira fundo, enchendo os pulmĂ”es com o ar, quando presta atenção Ă© possĂvel ouvir o barulho suave da ĂĄgua. â FĂĄtima e Ellis trouxeram a gente aqui logo que a gente chegou, sabe, quando a Lily meio que...quase surtou.
Liu sorri mĂnimo. A maioria das pessoas nĂŁo reagia fĂĄcil a chegada ali, com cinco ou seis dias, uma de suas amigas mais prĂłximas por pouco nĂŁo se perdeu na floresta, depois de gritar com Donna no meio da sala e sair correndo, querendo a todo custo achar um jeito de sair dali. O Liu ficava com vocĂȘ o tempo todo para ter certeza que nĂŁo sairia atrĂĄs de Lily e se perderia tambĂ©m, e quando jĂĄ era quase hora de escurecer ele mesmo resolveu ajudar na busca por Lily, trazendo a garota de volta antes que a noite chegasse.
â Nem tudo aqui precisa ser um completo inferno, Kenny!
Ele nĂŁo tem tempo de responder antes que vocĂȘ caminhe pelo deck de madeira enquanto as mĂŁos abrem o fecho do macacĂŁo curto que usa, deixa a parte de cima cair antes de abrir o botĂŁo lateral e a peça grossa fazer barulho ao bater no chĂŁo, onde sua blusa e calcinha tambĂ©m ficam, o lago estĂĄ completamente vazio hoje, vocĂȘ jĂĄ contava com isso.
A ĂĄgua fria rodeando seu corpo quando vocĂȘ pula Ă© refrescante, te faz lembrar que estĂĄ viva, que aquilo nĂŁo Ă© um sonho, ou melhor, um pesadelo. E uma constatação ruim mas que, em parte te acalma.
â VocĂȘ vai mesmo ficar parado aĂ? - questiona ao emergir, os cabelos molhados escorrendo por seus ombros.
â Ah, Ă©...eu...eu... - Kenny coça a nuca, a quilĂŽmetros de distĂąncia vocĂȘ seria capaz de notar suas bochechas vermelhas igual farol, o que te faz rir.
â Anda, Kenny! Para de ser bobo!
Travado, essa Ă© a palavra que define o Liu naquele momento, ele tenta esconder um sorriso tĂmido, o coração bate tĂŁo rĂĄpido no peito que ele jura que poderia morrer ali mesmo.
â VocĂȘ nĂŁo vai entrar na ĂĄgua de roupa nĂ©? - franze a sobrancelha ao vĂȘ-lo andar atĂ© quase a ponta do deck.
â Qual o problema? - ele para, olha pra si mesmo por um segundo, se lembrando que a arma ainda estĂĄ presa na cintura dele, ele se apressa em desafivelar o coldre e tirar os sapatos, tenta ao mĂĄximo nĂŁo olhar pra vocĂȘ, mesmo que as tentativas nĂŁo sejam lĂĄ tĂŁo eficazes, as bochechas dele sĂł ficam mais vermelhas ainda.
â Eu posso virar de costas se quiser - brinca dando de ombros, os dedos brincam com a ĂĄgua distraidamente enquanto vocĂȘ vira para o outro lado, observa as ondas da ĂĄgua clara.
Kenny quer falar alguma coisa, mas ele tem certeza que se abrir a boca vai gaguejar, ele respira fundo, como se a lufada de ar trouxesse uma rajada de coragem enquanto desabotoa a camisa.
Da ĂĄgua, vocĂȘ consegue ouvir o barulho do distintivo batendo contra a madeira, suspira, cantarola distraidamente uma mĂșsica que, antes de vir parar aqui, havia acabado de lançar, mas vocĂȘ nĂŁo lembra mais absolutamente nada alĂ©m da melodia dela.
Seus låbios se espremem em uma linha fina, contém um sorriso quando o barulho da ågua e as ondas se agitando denunciam que finalmente Kenny entrou no lago.
â Ok, nĂŁo Ă© tĂŁo ruim quanto eu esperava - Kenny brinca.
â Qual a coisa que vocĂȘ mais sente falta? - questiona enquanto se vira de frente pra ele, observa os cabelos molhados, as gotas d'ĂĄgua escorrendo pelo rosto bonito, ele cora novamente quando quase sem querer os olhos dele descem atĂ© seus peitos, cobertos pela ĂĄgua. â Sabe...do mundo fora daqui?
Kenny parece ponderar a pergunta por um segundo, franze as sobrancelhas.
â Tudo.
â Claro. Mas essa resposta Ă© comum - devolve. â Eu quis dizer algo especĂfico, ou bobo...Eu sinto falta da minha estante de livros - ri, automaticamente lembra que haviam livros que ainda estavam envoltos no plĂĄstico. â E de mĂșsica.
â VĂdeo game. - Kenny responde, te faz voltar os olhos a ele novamente.
â O que vocĂȘ jogava? - Questiona, um riso bobo nos lĂĄbios, ele sorri tambĂ©m.
â Um monte de jogos bobos de RPG - Ele dĂĄ de ombros.
â Eu nĂŁo imaginei que vocĂȘ gostasse de jogos, oficial Kenny! - brinca, o vĂȘ revirando os olhos em resposta.
Nos minutos seguintes em que estĂŁo ali, entre uma conversa boba e outra, vocĂȘ quase ri da forma como o Liu tenta a todo custo evitar te olhar, mesmo que, quando o faça, os olhos dele escorreguem automaticamente para baixo, para tudo que a ĂĄgua nĂŁo o permite ver direito.
Era exatamente por isso que contava com que estivessem sozinhos naquele momento, quase teve que ameaçar meia colony house para conseguir que ninguém viesse até o lago, bem, funcionou.
Kenny se distrai por um segundo, quando os olhos escuros voltam a vocĂȘ, agora bem mais perto dele que antes, ele encara seus lĂĄbios, lambe os prĂłprios, solta todo o ar que prendia antes em uma lufada.
â E...esquece...eu...
â O que? - questiona, inclina um pouco a cabeça para o lado.
â Quer saber, eu esqueci completamente o que eu ia dizer - ele ri sem graça, passa a mĂŁo por entre os cabelos molhados.
â NĂŁo Ă© bom nĂłs ficarmos sozinhos aqui? - comenta, volta a brincar com os dedos na ĂĄgua, falsamente desatenta. â Eu queria ficar sozinha com vocĂȘ.
VocĂȘ atira um punhado de ĂĄgua na direção do Liu que ri desviando o rosto.
â Por que? - ele te olha depois de correr a mĂŁo pelo rosto, retirando o excesso de ĂĄgua.
DĂĄ de ombros em resposta, um bico se forma em seus lĂĄbios por um momento antes de voltar seus olhos a ele novamente.
â Porque eu queria te beijar.
As sobrancelhas de Kenny se levantam em um movimento quase imperceptĂvel, os olhos por um segundo parecem brilhar.
â VocĂȘ queriaâŠo que? - Kenny parece incrĂ©dulo, nĂŁo do tipo ''que porra?!', e sim surpreso por vocĂȘ ter em sua cabeça a mesma vontade que ele se esforçava para esconder.
â Era sĂł uma ideia - dĂĄ de ombros mais uma vez, finge uma indiferença sobre o assunto que deixa o Liu confuso por um momento.
Ele te impede de se afastar quando vocĂȘ faz menção de ir em direção ao deck.
â Eu gosto da ideia.
Kenny sorri, tĂmido, mas ao mesmo tempo sequer pisca quando vocĂȘ se aproxima, nem um pingo de hesitação passa pela cabeça dele quando estĂŁo tĂŁo perto que sua respiração se mistura com a dele, uma onda de calor percorre seu corpo no momento em que seus lĂĄbios se tocam, esperou tanto por isso que, mesmo que nĂŁo aparente, seu estĂŽmago revira em ansiedade.
Quando suas mãos agarram os ombros dele, uma das palmas subindo pelo pescoço, acariciando os fios curtos da nuca devagar, Liu arrepia, deixa a onda de desejo que domina o corpo dele falar mais alto. Te surpreende a forma como ele agarra sua cintura logo em seguida, as mãos apertam sua carne, te trazem mais para perto.
O beijo dele te deixa molinha mais fĂĄcil do que vocĂȘ esperava, uma das mĂŁos dele deixa sua cintura, os dedos se emaranham entre seus cabelos como uma forma de aprofundar o beijo, a lĂngua morna se conecta tĂŁo bem com a sua que o faz pensar porquĂȘ nĂŁo teve coragem de fazer isso antes.
NĂŁo consegue evitar que um sonzinho descontente deixe seus lĂĄbios quando vocĂȘs quebram o beijo, sela os lĂĄbios dele uma, duas, trĂȘs vezes.
â Agora vocĂȘ entendeu o que eu queria te mostrar? - questiona em um tom brincalhĂŁo, Kenny te puxa de volta para outro beijo, agora parecendo mais afoito que antes, ele chupa seu lĂĄbio inferior devagarzinho, sela novamente.
Agora que experimentou seu beijo, Kenny tem certeza que poderia fazer aquilo o dia todo, poderia passar horas em seus lĂĄbios e sequer cansaria, e a cada segundo ali ele percebia mais isso.
Quase como uma provocação, quebra o beijo e se afasta dele, sai da ågua com calma, se sentando sobre a madeira do deck, o encara com uma expressão falsamente inocente e dessa vez ele não tenta esconder os olhos que encaram seus seios molhados, a luz do sol reluz nas gotas que escorrem por seus peitos, os olhos dele expressam o desejo, a admiração, te olha como se nunca tivesse visto nada igual.
Logo depois, Kenny jĂĄ estĂĄ junto a vocĂȘ, os lĂĄbios grudados aos seus quase como se houvesse um imĂŁ entre vocĂȘs, as mĂŁos correm por sua cintura, tocam suas coxas. Quando os lĂĄbios dele descem para o seu pescoço, beijando a pele com jeito, te deixa arrepiadinha, faz arfar, com a destra, vocĂȘ guia a mĂŁo dele em direção ao seu peito, Liu mordisca seu pescoço um pouco mais forte, chupa a pele dali enquanto a mĂŁo aperta com gosto, parece caber perfeitamente na palma dele.
VocĂȘ chama o nome dele devagar, arfa, leva a prĂłpria palma atĂ© o pau dele, sem vergonha alguma, Kenny arfa contra sua pele. Sua mĂŁo sobe e desce devagar, quase como se experimentando, o polegar corre devagarzinho pela ponta melada, ele aperta seu seio com mais força.
Quase que automåtico, leva o dedo até os låbios, experimenta o gosto dele e geme satisfeita. à demais. Seu corpo age sozinho, indo direto para o colo dele, o beija com pressa enquanto as mãos dele agarram seu corpo, exploram, tocam as coxas, deslizam até a bunda.
VocĂȘ apoia as mĂŁos nos ombros dele, o empurra atĂ© que ele se deite totalmente sobre a madeira, Kenny arfa, agarra sua cintura, os olhos atentos te observam, quer gravar na memĂłria dele cada segundo de vocĂȘ em cima dele daquela forma.
Com uma mão levemente apoiada na barriga dele, a outra guia o membro dele até sua entrada molhada, treme, ansiosa. Kenny aperta mais forte sua cintura, os låbios vermelhinhos se separam, arfa.
â Ah meuâŠKennyâŠ
Leva a mĂŁo agora livre atĂ© a prĂłpria boca, abafa o gemido que escapa enquanto vocĂȘ desliza no pau dele, sente cada centĂmetro te preencher devagar, morde a ponta do dedo, os olhos fechados enquanto se concentra na sensação que alarga seu Ăntimo, quando sente tudo dentro treme, um gemidinho manhoso deixando sua garganta.
Kenny xinga, apoia a cabeça na madeira novamente, puxa o ar entre os dentes, leva as duas palmas até sua bunda, apertando com força. Franze as sobrancelhas, deixa um grunhido mais alto sair pela garganta quando te sente começar a se mover sobre e ele.
O pau dele acerta os lugares certos de seu canalzinho, como se fosse feito para estar dentro se sua bucetinha.
Sobe e desce devagar, inicialmente, experimentando a sensação de tĂȘ-lo entrando e saindo, sente um arrepio gostoso percorrer seu corpo quando ele estĂĄ inteirinho lĂĄ dentro e cada vez mais urgĂȘncia em tĂȘ-lo enterrado em vocĂȘ quando o retira quase inteiro.
Tomba a cabeça pra trĂĄs, as unhas arranham o peito do Liu, rebola sobre ele, gira os quadris, ouvir os sonzinhos baixos dele sĂł te deixa mais excitada, escorre, melando todo o comprimento dele com seu lĂquido.
As mĂŁos de Kenny apertando sua bunda, a ponta das unhas curtas cravando em sua pele te incentivam a ir mais rĂĄpido, cavalgando nele com gosto, o canalzinho o aperta lĂĄ dentro quando vocĂȘ começa a se tocar, os dedos brincam com seu pontinho sensĂvel, distraĂda com a onda de prazer que percorre seu corpo, se deixa levar atĂ© estar cada vez mais perto de seu orgasmo e pela forma como ele aperta seu corpo, grunhe, tenta nĂŁo fazer tanto barulho, ele tambĂ©m estĂĄ perto atĂ© demais.
Chama o nome dele, manha, a essa altura nem se importa mais com o volume, sĂł quer que ele te escute gozar no pau dele chamando o nome dele, leva a mĂŁo livre ao prĂłprio seio, aperta com gosto, revira os olhinhos por baixo das pĂĄlpebras em ecstasy.
Kenny goza junto com vocĂȘ, as mĂŁos te empurram pra baixo, te mantĂ©m ali enquanto ele te enche com o esperma dele bem fundo, revira os olhos escuros, rosna.
â PorraâŠ
VocĂȘ ri quando se dĂĄ conta que falaram ao mesmo tempo, o que o faz rir tambĂ©m, ele mantĂ©m os olhos fechados, acaricia sua cintura devagar quando te sente selar os lĂĄbios dele.
â A gente tem que fazer isso de novo - ele solta ainda respirando pesado, te faz rir, concorda com um sonoro âuhrmâ e beija a bochecha cheinha dele.
â Ă melhor a gente ir - suspira chateada. â Eu nĂŁo escolhi o melhor horĂĄrio - comenta enquanto se levanta. â mas eu nĂŁo achei que ia demorar tanto pra criar coragem.
No minuto seguinte, ambos jĂĄ estĂŁo terminando de se vestir, Kenny te olha, um sorrisinho bobo estampa o rosto dele, vocĂȘs parecem um casal de adolescentes arteiros se pegando escondidos durante o retiro da igreja, mas nenhum dos dois consegue evitar as risadinhas bobas durante todo o caminho de volta, definitivamente precisam fazer isso de novo.
Aquela sĂ©rie Ă© sĂł sofrimento eu preciso romantizar algo ok, com essa me despeço đđđ âšïž











