Odeio fazer fritura mds, odeio odeio odeio
É bom de comer? É. Mas a cozinha fica um nojo dps pqp
Só fiz pq n tinha opção
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Só fiz pq n tinha opção

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𝓑om tempinho
⭑ kenan yildiz x fem! reader.
࿔. 𝑤𝑎𝑟𝑛𝑖𝑛𝑔 : hard sex, kenan big dick, kenan namoradinho, relacionamento estabelecido, sexo sem proteção (usem camisinha, poxa), hiperestimulação, creampie, cum play (?), esguichadinha, copa do mundo 2026 universe, chorinhos e acho que só.
࿔. 𝑛𝑜𝑡𝑒𝑠 : é gente, oficialmente temos coroado o meu homem número um do mundo do futebol. eu estou RESPIRANDO esse garoto, ele ferveu meu nome na cueca dele, não é possível… fiquei até mal que a turquia já foi eliminada e isso significa que eu não vou ver mais ele em campo até o inicio da liga italiana 😔
©𝘸𝘭𝘧𝘭𝘪𝘢. 𝘵𝘰𝘥𝘰𝘴 𝘰𝘴 𝘥𝘪𝘳𝘦𝘪𝘵𝘰𝘴 𝘳𝘦𝘴𝘦𝘳𝘷𝘢𝘥𝘰𝘴.
𝄞 𝘯𝘰𝘸 𝘱𝘭𝘢𝘺𝘪𝘯𝘨 — give - sleep token.
— Kenan, porra! — Você não poupava a manha presente em seu tom. Estar sendo tão bem empalada madrugada adentro não estava nos seus planos, mas com certeza tinha virado o melhor deles.
Você tinha sido o aconchego do namorado por todo o fim de tarde e início da noite, tentando passar um pouco de conforto pela eliminação precoce da seleção turca da Copa do Mundo. Sabia o quanto ele se cobrava para sempre entregar o melhor dentro de campo e o quanto aquela merda iria baquear seu emocional durante um tempo indeterminado e por isso cancelou todo e qualquer evento para estar ali, completamente disponível para ele, fazendo todas as vontades do namoradinho grudento e cinco vezes mais sensitivo do que o normal, uma delas sendo deixar a bucetinha totalmente à disposição do acastanhado, que não perdeu tempo em reivindicá-la.
— Essa sua bucetinha de vadia ‘ta me esmagando, princesa… — Yildiz quase rosna quando você contrai a entradinha já bem judiadinha, ao passo que ele a acerta fundo, com as arremetidas fortes, o corpo grande cobrindo o seu, um braço de cada lado de seu rosto, num papai e mamãe imundo, a deixando pequenininha abaixo dele. Porra, amava a diferença de tamanho de vocês, principalmente em momentos como esse.
Suas unhas se arrastavam pelos ombros e costas fortes dele, deixando mais e mais vergões vermelhinhos por toda pele branquinha. Merda, era uma delícia sentir aquele corpo gigantesco entre os seus dedos, sentir cada músculo tensionar sob suas mãozinhas desesperadas que procuravam algo para descontar o tesão avassalador que exalava de seu corpinho entregue.
Apesar de todo o cuidado e beijinhos deixados por todo o seu rostinho e pescoço, ele não tinha dó em te abrir com uma hostilidade tamanha. Entre uma estocada e outra, levava uma das palmas másculas que o mantinham na posição acima até seu pescoço, apertava, levava seu ar, descia até seus seios arrebitadinhos e apertava a carne rechonchuda, estimulava os biquinhos rígidos, descia maia um pouco, fincava os dedos longos contra sua cintura, apertando a área ao passo que usava como apoio para a acertar mais fundo. Caralho, como amava quando ele te comia assim, com gula.
— Kenan… ah! fode assim... come...isso!… amor... — sua mente estúpida não conseguia pensar em nada que não fosse aquele caralho enorme a comendo com afinco; a boquinha apenas formulava súplicas manhosas misturadas a palavrões murmurados, que levavam o Yildiz ao delírio.
Vez ou outra suas mãos escorregavam até a ilharga e bunda do namorado, fincando as unhas pontudinhas na carne forte, incentivando os solavancos rudes e ininterruptos da pica grossa em seu meio. Acabou rindo devassa, os lábios acerejados entre os dentes, quando o corpo forte de Kenan se aconchegou mais no meio de suas pernas e o tronco completamente malhado se debruçou em cima de você, que não demorou nem meio segundo para agarrar os fios castanhos e curtinhos dele e o puxar para juntarem os lábios num ósculo faminto e bagunceiro, as línguas se embolando com uma avidez infindável.
Não perdem muito tempo no beijo molhadinho, num movimento ágil ele ergue o tronco novamente, escaneia você de cima, o rosto de maxilar marcado, quase que hipnotizado em sua imagem toda entregue abaixo dele. As mãos grandes se arrastam de sua cintura para suas coxas, estala um tapa ardido com a direita, abrindo um riso de canto ao ouvir seu gemidinho surpreso e então as deixa em suas panturrilhas, encaixando-as na própria cintura. O quadril desenvolto volta a se movimentar, soca lentinho, mas forte, num ritmo frenético. As mãos dele se apoiam nas dobras de seus joelhos ao passo que maceta sua bucetinha com força, não se importando com o barulho imoral que aumentava de volume cada vez mais.
Ele parecia alucinar a cada estocada em seu fundo, os gemidos roucos e arrastados saindo sem controle. Você estava o levando tão bem, poxa. Podia o ver idolatrar a visão, seu corpinho trêmulo abaixo dele, sua boquinha entreaberta soltando gemidos quebradiços a cada vez que o cacete grosso a atingia fundo, os olhinhos se revirando, os peitos subindo e descendo no ritmo das estocas. Porra! Ele queria te quebrar inteira da forma mais devassa possível, descontar toda a frustração que estava sentindo em seu corpinho gostoso.
— Cacete… — A voz rouca proferiu ofegante, voltando ao ritmo inicial, te fodendo com força. “Cê é uma delícia… Merda!” Os dedos rudes circundam para o seu meio, indo até o clitóris até então esquecidinho e o siriricando com presteza. A visão do buraquinho completamente atolado pelo pau teso o enlouquecia.
— Amor! Hmmn, p-por favor... Porra! … p-perto! — sua mente já estava em branco, nem sabia mais o que saía dela, nem pelo que implorava, mas ansiava por algo, algo que só ele poderia te dar.
A boquinha se abriu em um “O” mudo quando seu corpo eletrizou, arqueou as costas e os olhinhos molhados se apertaram. A cabeça zonza caiu para trás em resposta aos milhares de sensações, as mãozinhas apertando o acolchoado branquinho entre os dedos. Você esguicha com força nos gomos enrijecidos do abdômen do namorado, molha a região com abundância, respingando um pouquinho até mesmo em seus seios arrebitadinhos que subiam e desciam com rapidez, sendo proporcional à forma que você puxava ar para seus pulmões. As perninhas tremulam e os dedinhos de seus pés retorcem.
O estado acabadinha pós-orgasmo atinge Kenan em cheio, visto que, após a sua pequena bagunça, ele joga a cabeça para trás, em êxtase, não cessa os movimentos rápidos do quadril e muito menos retira os dedos da sua buceta, estimulando seu brotinho mesmo depois de acabar de te fazer gozar tão intensamente.
— Goza de novo, hm? — pede, completamente rouco, quase em desespero. Ele estava perto. “Goza comigo, gatinha.”
— Kenan, merda! caralho, caralho… Ah! — suas mãozinhas se agarraram ao pulso do Yildiz, que ainda a estimulava em desespero, fincou as unhas ali, a hiperestimulação a deixando sem controle.
Se contorceu abaixo dele mais uma vez, as perninhas trêmulas tentando a todo custo se fechar, sendo impedidas pelo tronco enorme. Sentiu o próprio corpo desligar e logo em seguida de sua boca sair um gritinho manhoso, esguichando mais uma vez, um jato menor dessa vez que molhou apenas os dedos do namorado. Correu para cobrir parcialmente sua xotinha com as mãos pela sensibilidade. Estava tão sensível que seu corpo parecia nem estar orbitando. Respirava entrecortado, até mesmo fungava baixinho, soltando leves gemidinhos em meio aos ofegos.
O falo rijo ainda mantém as estocadas em seu interior maltratadinho, mas não aguenta por muito mais tempo o aperto contra a extensão e se desfaz, lateja, o pau teso guinando no buraquinho, prontamente soltando toda a gala quente em abundância em seu fundo. Ele deixa um gemido rouco, repleto de dengo, sair ao encher seu meio, fechando os olhos esverdeados ao se deliciar com a sensação de preencher seu interior.
Você observa as ações com a expressão franzida, captando o momento em que Kenan retira o falo de seu buraquinho larguinho e admira a porra grumosa escorrer lentamente de um buraquinho para outro, pintando todo seu meio com a gala branquinha. Você gostava da sensação de estar completamente cheia da porra do namorado e suja pra caralho, no melhor sentido possível que possa existir para essa frase.
Os olhares se encontram mais uma vez, satisfeitos. Dividem um riso ofegante, ainda digerindo o diminuir de toda a libido das últimas duas horas de foda. Não demora para o dengo inicial tomar conta de você. Ergue os bracinhos na direção dele, o chamando para grudar o corpo enorme ao seu novamente com uma expressão recheada de manha, sendo agraciada pelo riso molenga de Kenan, que segura seus braços fraquinhos para o abraçar pelos ombros, se aninhando ao passo que a sente ressonar baixinho contra o pescoço dele.
— Amo você, linda… — a voz grave do Yildiz murmura abafada na direção de seu ombro, alguns beijinhos sendo deixados na área junto à fala apaixonada.
— Também amo você, gatinho. — Sobe uma das mãozinhas, que deixa um leve carinho pelo meio das costas fortes para a nuca dele, arrastando as unhas por ali, bem no pézinho cortadinho, num carinho que você sabia que o deixava em pedacinhos. Ele era sensível ali.
Odiava a circunstância que o fez estar ali com você antes do esperado, mas ah! Não negaria o sentimento egoísta de estar totalmente radiante de o ter apenas para si por um bom tempinho…
. ۟ 🍥 ⃞░ㅤㅤㅤㅤ curtiu? deixa um comentáriozinho, uma curtidinha ou um rblog. até a próxima história ⟡﹒🐺
⭑ MASTERLIST
How Deep Is Your Love? eng/vers.
Brendon "Shark" Park / reader!F!doctor +18 MDNI pwp!; breeading kink? mommy issues, smut, unprotected p in v, degradation, slapping. wc: 3.7k pt vers here: pt1 / pt2
You didn't really remember how it all started between you and Brendon. Well, maybe there was a beginning, but it wasn't romantic or gentle — it had always been a small rivalry. You always had a sharp tongue, and he was always arrogant — so arrogant that the air itself seemed oppressed whenever he entered a room. Of course, he had his reasons to be arrogant, to have that damn ego so high; he was the best orthopedic surgeon in Pittsburgh, and in his crudest, most disrespectful comparisons, you knew his ego was as big as his dick.
Maybe it had truly started when you acted like a brat and called him "babyshark" during a shift, when he was taking too long assessing a trauma case — an amputation from an accident that left a nasty gash, as if the patient's leg had been torn apart by a rabid, hungry animal.
"What's wrong, Brendon? Turned into a babyshark? Are you going to take care of this patient or just keep staring?" You taunted while suturing the laceration on the patient's chest. Park's blue eyes fixed on yours so lethally that your spine went cold, and for a second you nearly faltered on the stitches. It was like poking a predator with a stick that was too short — playing with gasoline next to a bonfire with dry enough wood to start a fire quickly.
"Careful with that tongue. I fix bones; I'm not going to suture yours if you lose it." He shot back acidly, his jaw slightly clenched, his brows forming a furrow on his forehead that bordered on threatening. Despite the situation not being ideal, a mischievous smile formed on your face as you returned your attention to the suture you were making. "I'll take the patient. Finish your embroidery." Brendon's voice reached your ears, now too close — he was beside you, watching your work. "We'll settle this later, brat." He whispered, low enough for only you to hear. No one on the team really cared; the exchange of barbs between you was as normal as a chaotic day in the PTMC.
|👓~
Arraial 2026 com meus amigos

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Festa junina em Castle Town! 🎉
Inspirado na arte da diva @nannaaoki que nos deu a icônica fanart do Zelink junino. Então fiz uma fanart de Zelda junina, só que com ocarina of time 💕 🕰️
E também a Ruto é a noivinha da quadrilha 💙
. ݁₊ ⊹ . ݁ ⟡ ݁ . ⊹ ₊ ݁ um mingyu que quer ser enforcado
mingyu x leitora
avisos: choking, pet play meio implícito, gyu manhoso(e isso tem q ser aviso!), smut, size kink leve, não revisado!!
notas: resolvi postar esse incompleto pra não deixar vcs sem nada por muito tempo! :) / gnt, aquele vídeo do mingyu...
você por cima. isso sempre acabava com Mingyu.
"A- Amor..." ouviu seu namorado chamar de um jeito arrastado. Você em cima de Mingyu, ele nu, deitado embaixo de você, a testa já suada, os cabelos bagunçados de algumas puxadas suas de quando ele mamava seu peito, os olhinhos apertando, a boquinha aberta que não parava de soltar os gemidinhos manhosos que te molhavam mais ainda.
Sentia o corpo dele tremer a cada quicada que você dava. As mãos grandes na sua bunda, às vezes indo pra cintura, sempre apertando onde podia. “M-me enforca” disse baixinho. “Repete, gyu. Repete pra mim, vai” você precisava ouvir de novo.
“Amor, me enforca, vai. H-hoje eu fui tão b-bonzinho pra você.. vai, amor” Ele já estava desesperado. Nunca viu Mingyu assim, mas você estava amando, não nega. Desce sua mão até o pescoço do maior, a diferença de tamanho era clara. Aperta ali o máximo que consegue. “Meu cachorrinho gosta de coleirinha, é?”
“Ah, caralho”, Gyu fala cortado, “I-isso, fode, amor. Fode meu pau, me usa, me enforca, p-porra..”