Odeio fazer fritura mds, odeio odeio odeio
Ă bom de comer? Ă. Mas a cozinha fica um nojo dps pqp
Só fiz pq n tinha opção
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Ă bom de comer? Ă. Mas a cozinha fica um nojo dps pqp
Só fiz pq n tinha opção

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mételo, papi, mételo!
foi ingenuidade demais, com certeza.
tudo começou quando as tuas amigas te chamaram para uma noite das meninas. e atĂ© aĂ, tudo bem, considerando que o seu namorado nĂŁo Ă© ciumento, possessivo nem nada disso. ele Ă© seguro de si e sabe que vocĂȘ nunca faria nada pelas costas dele. entĂŁo, sim, zero problemas em vocĂȘ sair com as suas amigas.
mas... com uma saia que era basicamente do tamanho de um cinto? sério mesmo?
vocĂȘ nem achou que fosse acontecer alguma coisa. toda produzida, maquiada e cheirosa, foi dar um beijo de despedida nele.
â jĂĄ vai? â sentado na frente do computador, todo encolhido numa calça de moletom e casaco com capuz, jobe deu um sorriso fraco â lindo como sempre. virou-se na sua direção, envolvendo a sua cintura com as mĂŁos e te olhando com carinho. â tĂĄ linda, amor. dĂĄ nem vontade de te deixar sair assim.
â eu ficaria, mas jĂĄ desmarquei com as meninas tantas vezes... â vocĂȘ passou os dedos pelo cabelo dele. sentiu as mĂŁos grandes escorregarem da sua cintura para as suas coxas bem Ă mostra. â eu tĂŽ com saudade delas tambĂ©m.
â Ă©, eu sei.
o rapaz acariciou suas coxas ainda mais, olhando para vocĂȘ com uma expressĂŁo inocente.
e com certeza devia ter previsto o que vinha a seguir.
â mas... essa saia nĂŁo tĂĄ curta demais, nĂŁo? â ele te empurrou levemente para trĂĄs para ver melhor de longe. â meu deus, amor.
olhou para baixo, acompanhando-o. as mãos subiram pela saia, expondo sua calcinha de renda. não que precisasse de muito esforço para mostrar alguma coisa ali mesmo.
â jobe!
â que foi? â fazendo-se de sonso, te olhou como se estivesse desacreditado. â eu mal fiz nada. um puxĂŁozinho e olha sĂł... a calcinha inteira de fora. bonitinha, inclusive. eu que te dei.
os dedos dele deslizaram para cima, explorando a renda. nem sabia por que estava deixando (na verdade, sabia muito bem!), ainda mais estando atrasada.
â nĂŁo quero nem imaginar o que esses tarados por aĂ vĂŁo pensar te vendo assim.
o polegar dele pressionou o seu centro, te massageando suavemente por cima do tecido. os olhos brilhantes nĂŁo saĂam da renda. vocĂȘ soltou um suspiro.
â amor, eu tenho queâ
jobe nĂŁo te deixou terminar. em um movimento rĂĄpido, puxou sua calcinha para baixo.
e foi assim que vocĂȘ acabou nessa situação. como Ă© que ia explicar no grupo mais tarde o motivo do cano nas suas amigas?
seu rosto estĂĄ afundado no travesseiro. uma das mĂŁos dele te segura firme pela nuca enquanto a outra agarra seu quadril. sua coluna estĂĄ arqueada, e o pau dele estĂĄ te fodendo, bruto, enfiando fundo num ritmo inacreditĂĄvel. seus gemidos ficam cada vez mais altos a cada estocada, acertando aquele seu pontinho com precisĂŁo total.
â a bonequinha achou mesmo que ia sair com essa saia, nĂ©?
â porra... ah, jobeâ! â vocĂȘ choraminga, revirando os olhos. sente cada centĂmetro dele bem fundo dentro da bucetinha apertada, te destruindo, te puxando cada vez mais para o limite sĂł com a penetração. puta merda, o ciĂșme fica gostoso demais nele. â desculpa, desculpa, desculpaâ
â Ă© bom mesmo â a resposta dele Ă© tĂŁo rĂspido quanto as estocadas. vocĂȘ choraminga mais alto ainda. â uma putinha. Ă© isso que vocĂȘ Ă©, nĂ©? a minha menina linda na verdade Ă© sĂł uma vadiazinha?
â nĂŁo, euâ
â entĂŁo por que cĂȘ ia sair vestida desse jeito, hm? queria outros caras olhando para o que Ă© meu? perdeu a porra do juĂzo?
nem consegue processar o que ele fala quando te fode tĂŁo bem assim.
â amor, por favor...
â corta essa â ele solta um risinho fraco e debochado, parecendo um pouco frustrado. sai de dentro de vocĂȘ completamente e te vira na cama, te prendendo de costas. jobe tira um tempo para apreciar a bagunça completa que vocĂȘ estĂĄ. tĂŁo linda quanto estava mais cedo. â vou te mostrar quem Ă© a Ășnica pessoa autorizada a te ver desse jeito.
ele empurra as tuas coxas contra o teu peito, com um aperto firme o suficiente para deixar marcas na tua tez. desliza direto para dentro de novo, a buceta jĂĄ sentindo falta do pau do seu homem.
â olha pra mim â ele rosna. com esforço, vocĂȘ ergue seus olhos lacrimejando para encontrar os dele. um sorriso ganha forma no canto da boca.
vocĂȘ solta um gemido fraco, mantendo-se fixa nele. nem consegue mais desviar o olhar, mesmo com uma pitada de vergonha misturada com a quantidade absurda de prazer que te dĂĄ vontade de fechar os olhos.
â tĂĄ tĂŁo gostoso, amor⊠â suas palavras saem chorosas e agudas. â vocĂȘ Ă© tĂŁo bom, puta que pariuâ
â fala que Ă© minha â acelera â, me diz que Ă© a minha putinha. sĂł minha.
â eu sou sua, sĂł sua, amor... â diz, e quis dizer cada palavra. a doçura nos seus olhos, o puro tesĂŁo. porra, linda demais. â sua, sĂł sua... sua putinha, seu brinquedinhoâ ahâ!
â merda â bellingham se enfia em vocĂȘ com ainda mais precisĂŁo, grunhindo, suor brilhando na testa dele.
â eu vouâ nĂŁo... nĂŁo para!
â puta que pariu â ele murmura â, goza. goza comigo, por favor.
quando ele te pede desse jeito, não tem como resistir. o seu orgasmo te atinge com toda a força poucos segundos depois.
â boa garota. boa pra caralho â ele continua, prolongando a sua onda de prazer enquanto busca o prĂłprio limite. â minha, sĂł minha⊠gostosa do caralho.
jobe solta um gemido longo e rouco enquanto vocĂȘ se contrai apertada, e logo ordenha atĂ© a Ășltima gota dele, fazendo com que te preencha inteira, os sons mais lindos bem no seu ouvido. vocĂȘ o abraça, mantendo-o perto por mais um tempo. corpos grudentos, corpos suados, colados um no outro.
jobe sai devagar, deixando beijos suaves pelo seu rosto, peito, barriga... soltando um suspiro ao ver a porra dele escorrer da sua buceta bem usada.
â foi tĂŁo bem, princesa⊠â ele dĂĄ um beijo bem no seu clitĂłris com uma risadinha baixa, e depois se empurra por cima de vocĂȘ de novo para dar um na sua boca. â desculpa pela noite das meninas.
đom tempinho
â kenan yildiz x fem! reader.
àż. đ€đđđđđđ : hard sex, kenan big dick, kenan namoradinho, relacionamento estabelecido, sexo sem proteção (usem camisinha, poxa), hiperestimulação, creampie, cum play (?), esguichadinha, copa do mundo 2026 universe, chorinhos e acho que sĂł.
àż. đđđĄđđ : é gente, oficialmente temos coroado o meu homem nĂșmero um do mundo do futebol. eu estou RESPIRANDO esse garoto, ele ferveu meu nome na cueca dele, nĂŁo Ă© possĂvel⊠fiquei atĂ© mal que a turquia jĂĄ foi eliminada e isso significa que eu nĂŁo vou ver mais ele em campo atĂ© o inicio da liga italiana đ
©đžđđ§đđȘđą. đ”đ°đ„đ°đŽ đ°đŽ đ„đȘđłđŠđȘđ”đ°đŽ đłđŠđŽđŠđłđ·đąđ„đ°đŽ.
đ đŻđ°đž đ±đđąđșđȘđŻđš â give - sleep token.
â Kenan, porra! â VocĂȘ nĂŁo poupava a manha presente em seu tom. Estar sendo tĂŁo bem empalada madrugada adentro nĂŁo estava nos seus planos, mas com certeza tinha virado o melhor deles.
VocĂȘ tinha sido o aconchego do namorado por todo o fim de tarde e inĂcio da noite, tentando passar um pouco de conforto pela eliminação precoce da seleção turca da Copa do Mundo. Sabia o quanto ele se cobrava para sempre entregar o melhor dentro de campo e o quanto aquela merda iria baquear seu emocional durante um tempo indeterminado e por isso cancelou todo e qualquer evento para estar ali, completamente disponĂvel para ele, fazendo todas as vontades do namoradinho grudento e cinco vezes mais sensitivo do que o normal, uma delas sendo deixar a bucetinha totalmente Ă disposição do acastanhado, que nĂŁo perdeu tempo em reivindicĂĄ-la.
â Essa sua bucetinha de vadia âta me esmagando, princesa⊠â Yildiz quase rosna quando vocĂȘ contrai a entradinha jĂĄ bem judiadinha, ao passo que ele a acerta fundo, com as arremetidas fortes, o corpo grande cobrindo o seu, um braço de cada lado de seu rosto, num papai e mamĂŁe imundo, a deixando pequenininha abaixo dele. Porra, amava a diferença de tamanho de vocĂȘs, principalmente em momentos como esse.
Suas unhas se arrastavam pelos ombros e costas fortes dele, deixando mais e mais vergĂ”es vermelhinhos por toda pele branquinha. Merda, era uma delĂcia sentir aquele corpo gigantesco entre os seus dedos, sentir cada mĂșsculo tensionar sob suas mĂŁozinhas desesperadas que procuravam algo para descontar o tesĂŁo avassalador que exalava de seu corpinho entregue.
Apesar de todo o cuidado e beijinhos deixados por todo o seu rostinho e pescoço, ele nĂŁo tinha dĂł em te abrir com uma hostilidade tamanha. Entre uma estocada e outra, levava uma das palmas mĂĄsculas que o mantinham na posição acima atĂ© seu pescoço, apertava, levava seu ar, descia atĂ© seus seios arrebitadinhos e apertava a carne rechonchuda, estimulava os biquinhos rĂgidos, descia mais um pouco, fincava os dedos longos contra sua cintura, apertando a ĂĄrea ao passo que usava como apoio para a acertar mais fundo. Caralho, como amava quando ele te comia assim, com gula.
â Kenan⊠ah! fode assim... come...isso!⊠amor... â sua mente estĂșpida nĂŁo conseguia pensar em nada que nĂŁo fosse aquele caralho enorme a comendo com afinco; a boquinha apenas formulava sĂșplicas manhosas misturadas a palavrĂ”es murmurados, que levavam o Yildiz ao delĂrio.
Vez ou outra suas mĂŁos escorregavam atĂ© a ilharga e bunda do namorado, fincando as unhas pontudinhas na carne forte, incentivando os solavancos rudes e ininterruptos da pica grossa em seu meio. Acabou rindo devassa, os lĂĄbios acerejados entre os dentes, quando o corpo forte de Kenan se aconchegou mais no meio de suas pernas e o tronco completamente malhado se debruçou em cima de vocĂȘ, que nĂŁo demorou nem meio segundo para agarrar os fios castanhos e curtinhos dele e o puxar para juntarem os lĂĄbios num Ăłsculo faminto e bagunceiro, as lĂnguas se embolando com uma avidez infindĂĄvel.
NĂŁo perdem muito tempo no beijo molhadinho, num movimento ĂĄgil ele ergue o tronco novamente, escaneia vocĂȘ de cima, o rosto de maxilar marcado, quase que hipnotizado em sua imagem toda entregue abaixo dele. As mĂŁos grandes se arrastam de sua cintura para suas coxas, estala um tapa ardido com a direita, abrindo um riso de canto ao ouvir seu gemidinho surpreso e entĂŁo as deixa em suas panturrilhas, encaixando-as na prĂłpria cintura. O quadril desenvolto volta a se movimentar, soca lentinho, mas forte, num ritmo frenĂ©tico. As mĂŁos dele se apoiam nas dobras de seus joelhos ao passo que maceta sua bucetinha com força, nĂŁo se importando com o barulho imoral que aumentava de volume cada vez mais.
Ele parecia alucinar a cada estocada em seu fundo, os gemidos roucos e arrastados saindo sem controle. VocĂȘ estava o levando tĂŁo bem, poxa. Podia o ver idolatrar a visĂŁo, seu corpinho trĂȘmulo abaixo dele, sua boquinha entreaberta soltando gemidos quebradiços a cada vez que o cacete grosso a atingia fundo, os olhinhos se revirando, os peitos subindo e descendo no ritmo das estocas. Porra! Ele queria te quebrar inteira da forma mais devassa possĂvel, descontar toda a frustração que estava sentindo em seu corpinho gostoso.
â CaceteâŠÂ â A voz rouca proferiu ofegante, voltando ao ritmo inicial, te fodendo com força. âCĂȘ é uma delĂcia⊠Merda!â Os dedos rudes circundam para o seu meio, indo atĂ© o clitĂłris atĂ© entĂŁo esquecidinho e o siriricando com presteza. A visĂŁo do buraquinho completamente atolado pelo pau teso o enlouquecia.
â Amor! Hmmn, p-por favor... Porra! ⊠p-perto! â sua mente jĂĄ estava em branco, nem sabia mais o que saĂa dela, nem pelo que implorava, mas ansiava por algo, algo que sĂł ele poderia te dar.
A boquinha se abriu em um âOâ mudo quando seu corpo eletrizou, arqueou as costas e os olhinhos molhados se apertaram. A cabeça zonza caiu para trĂĄs em resposta aos milhares de sensaçÔes, as mĂŁozinhas apertando o acolchoado branquinho entre os dedos. VocĂȘ esguicha com força nos gomos enrijecidos do abdĂŽmen do namorado, molha a regiĂŁo com abundĂąncia, respingando um pouquinho atĂ© mesmo em seus seios arrebitadinhos que subiam e desciam com rapidez, sendo proporcional Ă forma que vocĂȘ puxava ar para seus pulmĂ”es. As perninhas tremulam e os dedinhos de seus pĂ©s retorcem.
O estado acabadinha pĂłs-orgasmo atinge Kenan em cheio, visto que, apĂłs a sua pequena bagunça, ele joga a cabeça para trĂĄs, em ĂȘxtase, nĂŁo cessa os movimentos rĂĄpidos do quadril e muito menos retira os dedos da sua buceta, estimulando seu brotinho mesmo depois de acabar de te fazer gozar tĂŁo intensamente.
â Goza de novo, hm? â pede, completamente rouco, quase em desespero. Ele estava perto. âGoza comigo, gatinha.â
â Kenan, merda! caralho, caralho⊠Ah! â suas mĂŁozinhas se agarraram ao pulso do Yildiz, que ainda a estimulava em desespero, fincou as unhas ali, a hiperestimulação a deixando sem controle.
Se contorceu abaixo dele mais uma vez, as perninhas trĂȘmulas tentando a todo custo se fechar, sendo impedidas pelo tronco enorme. Sentiu o prĂłprio corpo desligar e logo em seguida de sua boca sair um gritinho manhoso, esguichando mais uma vez, um jato menor dessa vez que molhou apenas os dedos do namorado. Correu para cobrir parcialmente sua xotinha com as mĂŁos pela sensibilidade. Estava tĂŁo sensĂvel que seu corpo parecia nem estar orbitando. Respirava entrecortado, atĂ© mesmo fungava baixinho, soltando leves gemidinhos em meio aos ofegos.
O falo rijo ainda mantém as estocadas em seu interior maltratadinho, mas não aguenta por muito mais tempo o aperto contra a extensão e se desfaz, lateja, o pau teso guinando no buraquinho, prontamente soltando toda a gala quente em abundùncia em seu fundo. Ele deixa um gemido rouco, repleto de dengo, sair ao encher seu meio, fechando os olhos esverdeados ao se deliciar com a sensação de preencher seu interior.
VocĂȘ observa as açÔes com a expressĂŁo franzida, captando o momento em que Kenan retira o falo de seu buraquinho larguinho e admira a porra grumosa escorrer lentamente de um buraquinho para outro, pintando todo seu meio com a gala branquinha. VocĂȘ gostava da sensação de estar completamente cheia da porra do namorado e suja pra caralho, no melhor sentido possĂvel que possa existir para essa frase.
Os olhares se encontram mais uma vez, satisfeitos. Dividem um riso ofegante, ainda digerindo o diminuir de toda a libido das Ășltimas duas horas de foda. NĂŁo demora para o dengo inicial tomar conta de vocĂȘ. Ergue os bracinhos na direção dele, o chamando para grudar o corpo enorme ao seu novamente com uma expressĂŁo recheada de manha, sendo agraciada pelo riso molenga de Kenan, que segura seus braços fraquinhos para o abraçar pelos ombros, se aninhando ao passo que a sente ressonar baixinho contra o pescoço dele.
â Amo vocĂȘ, linda⊠â a voz grave do Yildiz murmura abafada na direção de seu ombro, alguns beijinhos sendo deixados na ĂĄrea junto Ă fala apaixonada.
â TambĂ©m amo vocĂȘ, gatinho. â Sobe uma das mĂŁozinhas, que deixa um leve carinho pelo meio das costas fortes para a nuca dele, arrastando as unhas por ali, bem no pĂ©zinho cortadinho, num carinho que vocĂȘ sabia que o deixava em pedacinhos. Ele era sensĂvel ali.
Odiava a circunstĂąncia que o fez estar ali com vocĂȘ antes do esperado, mas ah! NĂŁo negaria o sentimento egoĂsta de estar totalmente radiante de o ter apenas para si por um bom tempinhoâŠ
. Û đ„ ââ㠀㠀㠀㠀 curtiu? deixa um comentĂĄriozinho, uma curtidinha ou um rblog. atĂ© a prĂłxima histĂłria âĄïčđș
â MASTERLIST
How Deep Is Your Love? eng/vers.
Brendon "Shark" Park / reader!F!doctor +18 MDNI pwp!; breeading kink? mommy issues, smut, unprotected p in v, degradation, slapping. wc: 3.7k pt vers here: pt1 / pt2
You didn't really remember how it all started between you and Brendon. Well, maybe there was a beginning, but it wasn't romantic or gentle â it had always been a small rivalry. You always had a sharp tongue, and he was always arrogant â so arrogant that the air itself seemed oppressed whenever he entered a room. Of course, he had his reasons to be arrogant, to have that damn ego so high; he was the best orthopedic surgeon in Pittsburgh, and in his crudest, most disrespectful comparisons, you knew his ego was as big as his dick.
Maybe it had truly started when you acted like a brat and called him "babyshark" during a shift, when he was taking too long assessing a trauma case â an amputation from an accident that left a nasty gash, as if the patient's leg had been torn apart by a rabid, hungry animal.
"What's wrong, Brendon? Turned into a babyshark? Are you going to take care of this patient or just keep staring?" You taunted while suturing the laceration on the patient's chest. Park's blue eyes fixed on yours so lethally that your spine went cold, and for a second you nearly faltered on the stitches. It was like poking a predator with a stick that was too short â playing with gasoline next to a bonfire with dry enough wood to start a fire quickly.
"Careful with that tongue. I fix bones; I'm not going to suture yours if you lose it." He shot back acidly, his jaw slightly clenched, his brows forming a furrow on his forehead that bordered on threatening. Despite the situation not being ideal, a mischievous smile formed on your face as you returned your attention to the suture you were making. "I'll take the patient. Finish your embroidery." Brendon's voice reached your ears, now too close â he was beside you, watching your work. "We'll settle this later, brat." He whispered, low enough for only you to hear. No one on the team really cared; the exchange of barbs between you was as normal as a chaotic day in the PTMC.
|đ~

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âš eu nĂŁo tĂŽ a fim de desgrudar
â â ïž âœâœ.° đą ÍĄÍÍ á đąâ ê đàż đą
â€ïž / đą / â€ïž
i. mas quero fazer dos dias a paz â±
ïčđïč ii. para fazer um escarcĂ©u com teu sorriso
nicholas wang in...
đ; Red Princess
ââââââââââââ or "osozaki girl"đ
[đAVISOS:] smut, nicholas amigo de infĂąncia e big!dick, uso de cigarro eletrĂŽnico, corruption kink, muita degradação, tapas, masturbação!fem&masc e squirting
[đ·NOTES:] eu precisava escrever com o homem da minha vida e postar nĂ© kkkkkk
â Sua mamĂŁe sabe que vocĂȘ tĂĄ frequentando esses lugares? â foi o que Nicholas perguntou, soprando a fumaça do vape de morango ao te ver completamente nua, deitada na cama daquele quarto com luzes vermelhas.
Simplesmente o puteiro recém inaugurado da cidade.
Era como ver uma princesa com seus vestidos bordados a ouro e cabelos bem organizados por damas de companhia caindo diretamente no lugar mais imundo, perigoso e profano que se pudesse imaginar.
â E-eu sĂł venho aqui p-para⊠â balbuciou, quase sem fala pelo medo de ter sido pega pelo seu amigo de infĂąncia e, principalmente, pelo Wang estar se aproximando de vocĂȘ sem camisa.
â Shh⊠â ele segurou seu rostinho. â Eu sei, nĂŁo vou contar pra ninguĂ©m que vocĂȘ vem aqui para aprender umas coisinhas. JĂĄ aprendi coisa pra caralho em lugares como esse.
A pele dele era linda e leitosa, com ombros largos⊠Tudo parecia tentador demais, mais perfeito do que vocĂȘ secretamente imaginava desde que vocĂȘs dois começaram a crescer.
â NĂŁo pode meter â vocĂȘ sussurrou, preocupada que suas amigas que realmente trabalhavam ali nĂŁo tivessem avisado.
â Como se eu fosse foder uma princesinha igual vocĂȘ aqui, nĂŁo Ă©? â fechou os olhinhos quando o rosto dele se aproximou, pensando que seria beijada. Mas Yixiang riu, se afastando para te oferecer um trago docinho, que vocĂȘ aceitou de prontidĂŁo sem nem tossir.
Que garotinha mĂĄ.
â VocĂȘ Ă© linda pra caralho, sabia? Eu ficaria contigo sem nada daqui e sem pagar, era sĂł me pedirâŠ
Sua bucetinha, que jå estava molhada só de estar naquele ambiente proibido, pulsou sedenta com a informação.
â SĂ©rio? V-VocĂȘ pagou?
â Claro que sim! Olha que gostosa, vale cada centavo e muito mais⊠â a mĂŁo dedilhou todos os contornos do seu corpo, arrepiando sua pele inteirinha. â Paguei sĂł pra te olhar rebolando essa bunda linda, com as perninhas bem abertas. Quero te ver desesperada pra ter algo na bucetinha, mas nĂŁo poderâŠ
As mĂŁos grandes te empurraram de volta no colchĂŁo, o som do cinto de couro sendo aberto ecoando no quarto vazio.
A cena te deixou completamente hipnotizada. SĂł havia experimentado coisas com as meninas dali, nunca tinha visto um homem sem roupas sem ser na tela do seu celular Ă s duas da manhĂŁ, muito bem escondidinha de qualquer pessoa⊠E Nicholas estava ali, se despindo inteirinho pra vocĂȘ, com aquele pau grande e grosso saltando quando ele tirou a cueca â a Ășnica coisa deliciosa e quase desproporcional nele.
O Wang ouviu seu arfar surpreso, dando uma risadinha:
â TĂĄ com medo de quĂȘ? Minha pica nĂŁo vai te arrebentar, gracinha.
â Mas podia⊠â sussurrou.
â Ă, podia mesmo â apesar da concordĂąncia, ele nĂŁo estava nem sonhando em ultrapassar o limite imposto. Mas, provocar⊠Aquilo era outra histĂłria.
Quando ele avançou de novo em sua direção, foi impossĂvel nĂŁo pressionar as perninhas de tesĂŁo â atĂ© ele as abrir de novo com as mĂŁos fortes.
â Deixa eu ver, deixa â pediu, se abaixando entre elas. â Pode tocar?
â P-PodeâŠ
Os dedos longos abriram os lĂĄbios da sua bucetinha com cuidado, quase escorregando de volta no processo de tĂŁo encharcada que vocĂȘ estava. Mordeu o lĂĄbio cheinho com vontade com a visĂŁo, te devorando com os olhos e maluco por ouvir os seus gemidinhos completamente manhosos sĂł por estar sendo vista, sem nem ter o pontinho mais sensĂvel tocado.
â Puta que pariu, nĂŁo Ă© que a princesinha Ă© virgem mesmo? â rosnou, o pau guinando ao ver com clareza o hĂmen protegendo a entradinha pulsante.
Levou a mĂŁo Ă prĂłpria ereção, o prĂ©-gozo pingando no chĂŁo encerado enquanto começava a bater uma devagarinho. Se imaginava arrebentando o seu cabacinho sem dĂł, o sangue da pelĂcula destruĂda pintando a extensĂŁo dele junto com o seu batonzinho vermelho â por que ele com certeza te colocaria pra mamar pra ficar calminha antes de dar â, sua bucetinha o esmagando enquanto gemia como uma vagabundinha desesperadaâŠ
â Nicho⊠â vocĂȘ choramingou.
â Que foi, bebĂȘ? Quer ver eu batendo uma pra vocĂȘ, Ă©?
â UhumâŠ
A risada dele deixou mais um pouco de fumaça escapar:
â Eu nunca pensei que vocĂȘ seria uma coisinha pervertida assim, sabia? â se levantou, entregando o cigarro eletrĂŽnico na sua mĂŁozinha. â As quietinhas sĂŁo mesmo as pioresâŠ
VocĂȘ nem conseguia defender a prĂłpria honra, corada com as palavras difamatĂłrias e hipnotizada com o que Nicholas fazia consigo mesmo â o ritmo, as veias nas mĂŁos e na pica, como o punho girava a cada vai-e-vem apertadinho, a glande brilhante⊠SĂł tragava o vape docinho e soprava com a respiração entrecortada.
Mas bastou ele estender a mesma mĂŁo para vocĂȘ abocanhar os dedinhos â muito mais interessantes â com vontade, desesperada para sentir o gostinho de uma pica de verdade ali â e, caralho, vocĂȘ estava tĂŁo desesperada que, na sua cabecinha burra, era tĂŁo docinhoâŠ
â Isso, engasga nos meus dedos, sua vagabunda â Nicholas xingou, mas havia um fascĂnio profundo no olhar dele. â Chupa bonitinho que eu te ensino a me mamar depois, uh?
Ah, e vocĂȘ fez um showzinho com o pouco que havia aprendido de sedução naquele lugar. Piscou os olhinhos â jĂĄ marejados de tesĂŁo â com falsa inocĂȘncia, com a cabecinha indo e vindo, prendendo os dedinhos num cantinho da bochecha para dar aquele voluminho que deixava os homens com a cabecinha derretida⊠Claro que Nicholas iria perder o controle cedo ou tarde.
E foi o que rolou. Quase gozou com o tapinha delicioso me molhado de saliva que ganhou na cara.
â Seu projetozinho de vadia⊠â rosnou abrindo mais ainda suas perninhas.
Levou uma mĂŁo atĂ© seu clitĂłris inchadinho, te fazendo estremecer inteirinha enquanto levava a livre atĂ© o prĂłprio pau de novo, ficando sĂł a alguns centĂmetros da sua entradinha:
â Olha, olha como eu podia enfiar facinho nessa sua bucetinha, boneca â falou quase com Ăłdio, descontando todo o tesĂŁo em vocĂȘ e nele. â SĂł mais um pouquinho e eu enfiava a cabecinha em vocĂȘ, e tenho certeza de que ia me implorar pra enfiar tudo. Sabe por que? Por que vocĂȘ Ă© sĂł uma cadelinha no cio!
â N-NichoâŠ
â Geme mais pro seu amiguinho, geme â acelerou o ritmo. â A partir de hoje vocĂȘ Ă© minha, ouviu?
â Porra, Weno⊠â gemeu no nomezinho que tanto ouviu falar que as ficantes dele usavam.
Nicholas te olhou completamente incrĂ©dulo, sem palavras. A Ășnica coisa que a cabeça fodida sĂł de te siriricar conseguiu pensar foi em acertar mais um tapa na sua bucetinha extremamente sensĂvel.
Foi o suficiente para vocĂȘ esguichar enquanto gozava, as perninhas tremendo enquanto o lĂquido translĂșcido jorrava da sua bucetinha caia no abdomen definido, no peito, no pau pulsando e derramando a porra quentinha bem no seu meiozinhoâŠ
Se olharam, ofegantes, dessa vez com mais confidĂȘncia.
Nicholas se inclinou e capturou a sua boquinha num beijo lentinho, quente e carinhoso. As mĂŁos sujas dos seus lĂquidos agarrando sua bunda cheinha, te trazendo para um abraço com os corpos nus.
Ficaram ali, trocando beijinhos e carinhos por quase uma hora, tendo as conversas mais normais do mundo até ele murmurar.
â Vou tirar a princesinha daqui e levar pro meu castelo, que tal?
VocĂȘ abriu um sorrisinho bobo, ciente de que Wang Yixiang nunca brincaria com os seus sentimentos.
â Eu aceito.