Odeio fazer fritura mds, odeio odeio odeio
É bom de comer? É. Mas a cozinha fica um nojo dps pqp
Só fiz pq n tinha opção
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É bom de comer? É. Mas a cozinha fica um nojo dps pqp
Só fiz pq n tinha opção

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mételo, papi, mételo!
foi ingenuidade demais, com certeza.
tudo começou quando as tuas amigas te chamaram para uma noite das meninas. e até aí, tudo bem, considerando que o seu namorado não é ciumento, possessivo nem nada disso. ele é seguro de si e sabe que você nunca faria nada pelas costas dele. então, sim, zero problemas em você sair com as suas amigas.
mas... com uma saia que era basicamente do tamanho de um cinto? sério mesmo?
você nem achou que fosse acontecer alguma coisa. toda produzida, maquiada e cheirosa, foi dar um beijo de despedida nele.
— já vai? — sentado na frente do computador, todo encolhido numa calça de moletom e casaco com capuz, jobe deu um sorriso fraco — lindo como sempre. virou-se na sua direção, envolvendo a sua cintura com as mãos e te olhando com carinho. — tá linda, amor. dá nem vontade de te deixar sair assim.
— eu ficaria, mas já desmarquei com as meninas tantas vezes... — você passou os dedos pelo cabelo dele. sentiu as mãos grandes escorregarem da sua cintura para as suas coxas bem à mostra. — eu tô com saudade delas também.
— é, eu sei.
o rapaz acariciou suas coxas ainda mais, olhando para você com uma expressão inocente.
e com certeza devia ter previsto o que vinha a seguir.
— mas... essa saia não tá curta demais, não? — ele te empurrou levemente para trás para ver melhor de longe. — meu deus, amor.
olhou para baixo, acompanhando-o. as mãos subiram pela saia, expondo sua calcinha de renda. não que precisasse de muito esforço para mostrar alguma coisa ali mesmo.
— jobe!
— que foi? — fazendo-se de sonso, te olhou como se estivesse desacreditado. — eu mal fiz nada. um puxãozinho e olha só... a calcinha inteira de fora. bonitinha, inclusive. eu que te dei.
os dedos dele deslizaram para cima, explorando a renda. nem sabia por que estava deixando (na verdade, sabia muito bem!), ainda mais estando atrasada.
— não quero nem imaginar o que esses tarados por aí vão pensar te vendo assim.
o polegar dele pressionou o seu centro, te massageando suavemente por cima do tecido. os olhos brilhantes não saíam da renda. você soltou um suspiro.
— amor, eu tenho que–
jobe não te deixou terminar. em um movimento rápido, puxou sua calcinha para baixo.
e foi assim que você acabou nessa situação. como é que ia explicar no grupo mais tarde o motivo do cano nas suas amigas?
seu rosto está afundado no travesseiro. uma das mãos dele te segura firme pela nuca enquanto a outra agarra seu quadril. sua coluna está arqueada, e o pau dele está te fodendo, bruto, enfiando fundo num ritmo inacreditável. seus gemidos ficam cada vez mais altos a cada estocada, acertando aquele seu pontinho com precisão total.
— a bonequinha achou mesmo que ia sair com essa saia, né?
— porra... ah, jobe–! — você choraminga, revirando os olhos. sente cada centímetro dele bem fundo dentro da bucetinha apertada, te destruindo, te puxando cada vez mais para o limite só com a penetração. puta merda, o ciúme fica gostoso demais nele. — desculpa, desculpa, desculpa–
— é bom mesmo — a resposta dele é tão ríspido quanto as estocadas. você choraminga mais alto ainda. — uma putinha. é isso que você é, né? a minha menina linda na verdade é só uma vadiazinha?
— não, eu–
— então por que cê ia sair vestida desse jeito, hm? queria outros caras olhando para o que é meu? perdeu a porra do juízo?
nem consegue processar o que ele fala quando te fode tão bem assim.
— amor, por favor...
— corta essa — ele solta um risinho fraco e debochado, parecendo um pouco frustrado. sai de dentro de você completamente e te vira na cama, te prendendo de costas. jobe tira um tempo para apreciar a bagunça completa que você está. tão linda quanto estava mais cedo. — vou te mostrar quem é a única pessoa autorizada a te ver desse jeito.
ele empurra as tuas coxas contra o teu peito, com um aperto firme o suficiente para deixar marcas na tua tez. desliza direto para dentro de novo, a buceta já sentindo falta do pau do seu homem.
— olha pra mim — ele rosna. com esforço, você ergue seus olhos lacrimejando para encontrar os dele. um sorriso ganha forma no canto da boca.
você solta um gemido fraco, mantendo-se fixa nele. nem consegue mais desviar o olhar, mesmo com uma pitada de vergonha misturada com a quantidade absurda de prazer que te dá vontade de fechar os olhos.
— tá tão gostoso, amor… — suas palavras saem chorosas e agudas. — você é tão bom, puta que pariu–
— fala que é minha — acelera —, me diz que é a minha putinha. só minha.
— eu sou sua, só sua, amor... — diz, e quis dizer cada palavra. a doçura nos seus olhos, o puro tesão. porra, linda demais. — sua, só sua... sua putinha, seu brinquedinho– ah–!
— merda — bellingham se enfia em você com ainda mais precisão, grunhindo, suor brilhando na testa dele.
— eu vou– não... não para!
— puta que pariu — ele murmura —, goza. goza comigo, por favor.
quando ele te pede desse jeito, não tem como resistir. o seu orgasmo te atinge com toda a força poucos segundos depois.
— boa garota. boa pra caralho — ele continua, prolongando a sua onda de prazer enquanto busca o próprio limite. — minha, só minha… gostosa do caralho.
jobe solta um gemido longo e rouco enquanto você se contrai apertada, e logo ordenha até a última gota dele, fazendo com que te preencha inteira, os sons mais lindos bem no seu ouvido. você o abraça, mantendo-o perto por mais um tempo. corpos grudentos, corpos suados, colados um no outro.
jobe sai devagar, deixando beijos suaves pelo seu rosto, peito, barriga... soltando um suspiro ao ver a porra dele escorrer da sua buceta bem usada.
— foi tão bem, princesa… — ele dá um beijo bem no seu clitóris com uma risadinha baixa, e depois se empurra por cima de você de novo para dar um na sua boca. — desculpa pela noite das meninas.
𝓖olpe baixo
⭑ jobe bellingham x fem! reader.
࿔. 𝑤𝑎𝑟𝑛𝑖𝑛𝑔 : 69, sexo oral, size kink(?), muito dirty talk, jobe namoradinho safado, reader manhosa, blowjob, relacionamento estabelecido, jobe big dick, apelidinhos, provocação, dumbfication (?), fingering, spit kink e ACHO que só.
࿔. 𝑛𝑜𝑡𝑒𝑠 : tome seu pretinho, minha gostosa @stszrgirl
©𝘸𝘭𝘧𝘭𝘪𝘢. 𝘵𝘰𝘥𝘰𝘴 𝘰𝘴 𝘥𝘪𝘳𝘦𝘪𝘵𝘰𝘴 𝘳𝘦𝘴𝘦𝘳𝘷𝘢𝘥𝘰𝘴.
𝄞 𝘯𝘰𝘸 𝘱𝘭𝘢𝘺𝘪𝘯𝘨 — pov: u need a bad boy playlist.
O barulho das sucções de sua boquinha gulosa contra a pica vigorosa ecoava pela sala, antes silenciosa. Os sons das sucções fortes do namorado, em junção aos movimentos lânguidos, misturados a gemidos murmurados contra a área íntima, eram um dos estímulos que estavam levando sua bucetinha à loucura. Porra, adorava ter um homem daquele tamanho todo para você e com um fogo equivalente. O meio de suas pernas estava completamente exposto devido à camisolinha vermelhinha, sem nada por baixo.
Jobe riu chulo ao encarar seu corpinho aberto para ele. As mãos grandes cobrem toda a sua bundinha empinada para ele, a bucetinha já totalmente babadinha, tanto de sua lubrificação quanto do grande acúmulo de saliva que o Bellingham havia despejado em seu meio. Aperta suas bandas com força, prontamente levando o indicador para deslizar de fora a fora na sua bucetinha, focando em seu pontinho durinho e judiado.
— Porra, gatinha... — É o que a voz rouca murmura contra sua pele ao sua boquinha encontrar a virilha aparadinha dele, tendo toda a extensão abrigada dentro de sua boca. Mesmo burrinha, graças às carícias em seu íntimo e pela devoção em devorar cada centímetro do seu homem, consegue apreciar o abdômen forte contrair e o corpo robusto douradinho abaixo de si se remexer, inquieto, totalmente entregue aos movimentos de sucção imundos que sua boquinha aplicava na pica vigorosa.
Sua bucetinha retesa e você se empurra mais para o rosto másculo. A cena servindo de combustível para um gemidinho manhoso ser jogado contra a grossura firme. “A-amor… chupa…” Larga o comprimento e pede, a voz quebradiça pelo esforço na garganta. “Chupa minha bucetinha…”
O pedido sujo, unido ao tonzinho quebradiço de sua voz, é o suficiente para o fazer voltar a deixar chupadas copiosas contra sua xotinha. “Esfrega essa bucetinha na minha língua, hm?” O tom enrouquecido a atinge fundo. Ele apalpa a sua bunda com as duas mãos e arranha a garganta num gemido rouco ao seu quadril começar a ondular contra o rosto dele.
— Empina a bundinha pra cá, amor… — estala um tapa ardido em uma das bandas. “Isso, gatinha, bem empinadinha…” Você solta um gemidinho murmurado em resposta à solicitação. O torso ergue-se um pouquinho de imediato, os quadris empurrando para trás até estar pairando mais sobre o rosto masculino. Apoia as mãos sobre o abdômen trincado dele, agarrando-se às extremidades da blusa branca do pijama. Sente a pressão na sua cintura, as mãos grandes apertando com força, te mantendo paradinha. A inclinação que os dois travesseiros proporcionam à nuca alheia é perfeita para só esticar a língua e deixar em cima do seu pontinho.
Você geme na hora, cheia de manha. A bucetinha encaixando certeira contra o músculo languido, remexendo para lá e para cá, sentindo o clitóris ser estimulado pela pressão. A língua quente volta a se esfregar pelos seus lábios íntimos. Está tão inchadinha, cálida e babadinha para o namorado, que a excitação escorre, lambuza a boca rechonchuda com o líquido aquoso, pegajosinho. Ele arfa contra seu íntimo, o vapor batendo e aquecendo ainda mais.
— Porra, gostosa... — ele delira, com os olhos fixos na buceta. “‘Cê é uma delícia, minha princesa. Eu te comeria assim o dia inteiro, sabia?”
Você resmunga, burrinha. As unhas pontudas e bem feitinha descontam todo o tesão nos gominhos da barriga do seu pretinho. Jobe não se acomoda em deixar a língua apenas pairar sobre seu ponto; ele chupa com vontade, dança o músculo ao passo que suga o nervinho, a língua sugando fora a fora de sua bucetinha. Num ato chulo, afasta o rosto ofegante de levinho e usa o indicador e o médio num 'v', separando os lábios, abrindo mais o caminho para engolir seu pontinho sensível.
— Jobe...! — você chama o nome dele, retesa todinha, de tão bem acertada que foi. Queria que ele pudesse ver os seus olhinhos se revirando, a boca entreaberta em puro êxtase, quase babando pelo canto, os biquinhos do peito arrebitadinhos. Merda, ele iria te quebrar em milhares de pedacinhos.
Você respira com dificuldade, perdidinha. As juntas, os músculos tensionando ao passo que doem ao se empinar cada vez mais em direção à boca faminta do namorado. A provocação da língua ao redor da entrada da buceta te causa cócegas e um arrepio que te faz rir junto dele, contorcendo-se sobre o corpo do homem. A ponta penetra, força só um pouquinho e retorna, engole todo o seu melado, maneia a cabeça, afetuoso.
Eram poucas as vezes em que tentavam essa posição, mas Jobe ama estar nessa posição, te oferecer tanto prazer assim, ser sufocado pela sua bucetinha babona. Ele era tão obcecado que não se preocupava com toda a sujeira no próprio rosto, o acúmulo de baba se misturando à sua excitação por toda a bochecha e nariz pontudinho.
O nariz grande resvala, acaricia o seu clitóris também. Capta o seu cheirinho, completamente embriagado. A fragrância do ato sujo, do sexo oral gostosinho que faziam o entorpecendo mais e mais, dando mais vontade nele de engolir cada cantinho seu. A rola esquecida ficando cada vez mais dura de apenas sugar você.
Você mira o caralho tortinho para a esquerda novamente, os olhinhos aguados. Assiste à base da barriga dele, tencionando ao seus dedinhos arrastarem as unhas para mais perto da virilha aparada; as pernas do rapaz encolhem. O pau teso expele pré-gozo. Cacete, queria tanto ele na sua boquinha, mas estava se sentindo zonza demais até mesmo para tal.
— Amor! Me faz gozar, isso! Me faz… Ah, caralho! — perde o fôlego. Ele sopra um arzinho contra a xotinha, o ventinho frio lhe arrepiando de dentro para fora. Acelera a língua, bem focado no grelinho, chupa, traz pressão, te alucina. Ele sabe como te deixar maluquinha, completamente fora de si. A conhece bem demais, porque, quando percebe o seu corpo retesadinho, enfia três dedos lá dentro da bucetinha para sentir o seu ápice, as paredes apertando os dedos com força, o melzinho acumulando entre as falanges. Você pulsa, forte, treme as perninhas, aperta ele inteirinho.
O seu corpo pesa, dormente, o peito puxa o ar que alimenta os pulmões com dificuldade em meio ao gemido fino. Não tem forças para permanecer erguida, tomba sobre ele novamente, fecha os olhinhos e deixa a mão serpentear para o pau duro. Não passava de uma desesperada por pica; mesmo tonta do próprio orgasmo, não pensava em outra coisa.
— Putinha... — O sorriso cresce no rosto do Bellingham. “Não me atiça, gostosa…”
Você arfa quando os dedos metidos no seu interior entram e saem, afundando, transbordando em meio ao melado pós-orgasmo. “Pega então, amor.” A mão gira para que o polegar possa derrapar no seu ponto novamente. “Me mama enquanto eu brinco com a sua bucetinha, vai...”
Mesmo com a cabecinha burra, completamente nublada de luxúria pelo recente orgasmo, não segura a risadinha chula com o pedido do namorado. Sobe o corpinho mais uma vez para o espiar por trás, vendo mais um daqueles sorrisos doces, mas completamente carregados de luxúria, que o seu namorado sempre solta.
Ah, Jobe… Que golpe baixo era ter aquele homem todo para si…
. ۟ 🍥 ⃞░ curtiu? deixa um comentáriozinho, uma curtidinha ou um rblog. até a próxima história ⟡﹒🐺
⭑ MASTERLIST
How life got me feeling lately
How Deep Is Your Love? eng/vers.
Brendon "Shark" Park / reader!F!doctor +18 MDNI pwp!; breeading kink? mommy issues, smut, unprotected p in v, degradation, slapping. wc: 3.7k pt vers here: pt1 / pt2
You didn't really remember how it all started between you and Brendon. Well, maybe there was a beginning, but it wasn't romantic or gentle — it had always been a small rivalry. You always had a sharp tongue, and he was always arrogant — so arrogant that the air itself seemed oppressed whenever he entered a room. Of course, he had his reasons to be arrogant, to have that damn ego so high; he was the best orthopedic surgeon in Pittsburgh, and in his crudest, most disrespectful comparisons, you knew his ego was as big as his dick.
Maybe it had truly started when you acted like a brat and called him "babyshark" during a shift, when he was taking too long assessing a trauma case — an amputation from an accident that left a nasty gash, as if the patient's leg had been torn apart by a rabid, hungry animal.
"What's wrong, Brendon? Turned into a babyshark? Are you going to take care of this patient or just keep staring?" You taunted while suturing the laceration on the patient's chest. Park's blue eyes fixed on yours so lethally that your spine went cold, and for a second you nearly faltered on the stitches. It was like poking a predator with a stick that was too short — playing with gasoline next to a bonfire with dry enough wood to start a fire quickly.
"Careful with that tongue. I fix bones; I'm not going to suture yours if you lose it." He shot back acidly, his jaw slightly clenched, his brows forming a furrow on his forehead that bordered on threatening. Despite the situation not being ideal, a mischievous smile formed on your face as you returned your attention to the suture you were making. "I'll take the patient. Finish your embroidery." Brendon's voice reached your ears, now too close — he was beside you, watching your work. "We'll settle this later, brat." He whispered, low enough for only you to hear. No one on the team really cared; the exchange of barbs between you was as normal as a chaotic day in the PTMC.

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⛨ eu não tô a fim de desgrudar
⠀⚠︎ ✽✽.° 𖢒 ͙͘͡ ᛝ 𖢒⠀ ꕀ 𝄞࿐ 𖢒
❤︎ / 𖢒 / ❤︎
i. mas quero fazer dos dias a paz ✱
﹙🐆﹚ ii. para fazer um escarcéu com teu sorriso