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Day 5 of Clonetober: Fives and Echo for Favorite Duo/Trio!!
Isn't it great that Fives survived and reunited with Echo and now they are together, happy, healthy and alive?
(I'm on the road this week, so no scans, no digital edits, we take phone pics like champions. 💪🏻✨)
Arrepio: é tudo que consigo sentir quando fecho os olhos e lembro de você.
Não apenas por saber o quão firme e ao mesmo tempo delicado é seu toque quando encontra minha pele, ou como seu beijo sempre se encaixou na intensidade do meu, mas por todo o conjunto da obra “nós dois”.
É pelo conceito de romantismo distorcido, nada clichê, que normalmente envolve risada, álcool ou sexo. É pelo bom humor e pela facilidade no tratamento que sempre tivemos. É pelo jeito que você me olha e só ali, já quase me devora. É por como você me faz sentir e como eu posso ser eu mesma quando estou com você.
É por cada pensamento dito em voz alta, por cada vontade maluca de fazer ser intenso, normalmente realizada. É pela reciprocidade: meu riso largo já não sabe esconder como você fez borboletas morarem constantemente no meu estômago.
É pela saudade que você me causa e pela vontade de ser melhor que mora em ambos. É pela intensidade do sentimento e do sexo. É por como conseguimos sempre foder e fazer amor.
Talvez eu nunca tenha te dito, mas sou apaixonada pelo seu cheiro. Por como sua pele se desliza e transpira na minha, criando sempre mais lembranças pra arrepiar quando fechar os olhos no dia seguinte. Gosto quando você puxa meu cabelo e me olha nos olhos, parando uma fração de segundo só pra dizer que me ama com seus olhos de menino apaixonado e dissimulado.
Quanto à mim? Eu tô aqui de peito aberto e tara no olhar, só pra te confessar que sou sua, nua, tarada e eu mesma, sempre que quiser. Porque o medo eu já deixei pra trás faz tempo, e entendi que não é todo mundo que tem a sorte de encontrar esse tal Lebenslanger Schicksalsschatz.
Só vem. Com essa ansiedade de menino me abraça, beija minha boca, tira minha roupa e nos faça feliz. Deixa pra lá a hora, a promessa, a definição ou o que os outros vão pensar. Vem me causar mais arrepio, só pra variar.
( AMANDA ARMELIN )
William Gallagher possui 24 anos e seu status sanguíneo é indefinido. Atualmente estuda na Academia de Obliviadores no Dumbledore Institute of Advanced Magic e está no 4º ano. No momento encontra indisponível e seu face claim é Dan Stevens.
✧ Ex-Grifano. ✧
✧ Extracurriculares: Clube de Duelos e Clube de Xadrez. ✧
✧ Varinha: Carvalho Inglês, fibra de coração de dragão, bem flexível, 31 centímetros. ✧
✧ Patrono: Lobo. ✧
✧ Espelho de Ojesed: O maior desejo de William é, na verdade, difícil de ilustrar em um reflexo. Ele simplesmente enxergaria a si mesmo com uma expressão de plena paz, como se sua cabeça estivesse completamente em silêncio. Seus pais estariam ao seu lado, olhando-o com serenidade. ✧
✧ Bicho-papão: William vê a si mesmo sendo sendo tratado como louco em um hospício. ✧
✧ Animal de estimação: Nenhum. ✧
✧ Player: Lu ✧
Que imagem lhe vem à cabeça quando você pensa em um clarividente?
Difícil sair do lugar comum: uma cigana vestindo um longo vestido colorido, ostentando um majestoso turbante sobre os cabelos ondulados enquanto seus olhos vidrados observam uma enorme bola de cristal. Tarô. Leitura de mãos.
Mas e se todo esse estereótipo fosse quebrado – e de todas as maneiras possíveis? E se um clarividente fosse apenas uma pessoa comum, do tipo que passa despercebida pela rua, vestindo um moletom gasto e calças jeans? Por mais difícil que pareça, essa visão é muito mais condizente com realidade do que o velho mito da cigana sensitiva. Mas, para que você possa assimilar essa ideia, é preciso, antes, contar uma história.
Tudo começou em um tracional e coinceituado orfanato de Londres. William Gallagher foi deixado na porta do St. Mary’s Home for Children com dois anos de idade. Por sorte, não ficou ali por muito tempo; bastaram alguns poucos meses para que um casal se encantasse pelo bebê e decidisse ficar com ele. Um verdadeiro golpe de sorte; ou quem sabe até mesmo destino.
George e Amelia Gallagher eram um casal de quarentões que haviam passado cerca de uma década insistindo na inseminação artificial, sem obter nada além de frustrações. Nem ao menos sua inabalável fé cristã parecia ser suficientemente poderosa para que eles fossem presenteados pela bênção de ter uma criança. Amelia teve de passar pela decepção de perder cinco gestações antes de sugerir ao marido uma alternativa. Então, depois de muito ponderarem sobre suas opções, o casal finalmente fez uma visita ao St. Mary’s. Quando receberam o garoto nos braços pela primeira vez, não tiveram que fazer qualquer decisão: a escolha já estava feita - e tinha lindos, grandes olhos azuis.
Sendo assim, William cresceu como trouxa, vivendo uma vida simples e recebendo o inesgotável amor dos pais adotivos. Nunca lhe foi escondido o fato de ser adotado, mas o garoto jamais manifestou dificuldade para lidar com isso: não via motivos para lamentar-se por não conhecer alguém que nunca o quisera - uma sabedoria um tanto precoce para uma criança tão pequena, segundo sua mãe.
E então, quando William competou onze anos de idade, a vida comum e mundana daquela família foi repentinamente virada de cabeça para baixo. A coisa toda começou a degringolar a partir do momento em que uma estranha, mas aparentemente inofensiva, carta amarelada foi deixada na porta dos Gallagher. Junto com ela, a constatação de tudo aquilo que já se sabe: William era um bruxo e, como tal, deveria estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Na época, foi um choque para seus pais, mas isso é outra história. Por hora, basta dizer que, de um momento para o outro, todas as convicções que Will tinha sobre si mesmo e também sobre o mundo foram quebradas como vidro.
Apesar do choque de realidade causado pela revelação de que ele era um bruxo, havia uma enorme conveniência naquilo tudo. A magia que William carregava consigo certamente era uma explicação bastante razoável para algumas coisas bastante estranhas: o garoto frequentemente sabia de algumas coisas muito antes de lhe contarem qualquer coisa e já havia tido vários pesadelos que nada mais eram do que um espelho de uma situação futura.
Não é difícil imaginar a frustração do menino quando, pouco tempo após ingressar em Hogwarts, ele percebeu que sua sensibilidade era estranha até mesmo para bruxos. Mesmo aqueles que haviam crescido em tradicionais famílias mágicas não tinham um único episódio de visão para compartilhar. Muitos deles, inclusive, nem ao menos acreditavam que coisas místicas como previsão do futuro existiam.
E então Will se escondeu do mundo. Nunca mais citou um único episódio de deja-vù ou algum pesadelo que se tornou realidade. Desistiu de dar alguma chance para as matérias de Adivinhação, deu à suas visões o título de “coincidência” e tornou-se um cético. E foi com base na negação de seu dom que ele cresceu, tornando-se um homem extremamente pé no chão.
Mas, por mais que seu ceticismo tentasse persistir, as visões nunca deixaram de acontecer. Com o passar dos anos, William começou a ter pesadelos cada vez mais convincentes e dificilmente sentia que estava vivendo uma situação completamente nova. Hoje, já com 25 anos de idade, ainda acorda suado no meio da noite, falando coisas sem nexo, completamente desnorteado. Frequentemente não consegue virar uma esquina sem sentir que já fez aquele movimento antes. Nunca dorme na companhia de outra pessoa, porque sabe que vai falar durante o sono. Sua sensibilidade é um fardo extremamente difícil com que lidar – e não há nada que William poderia desejar mais do que estar pura e simplesmente lançado ao acaso, sem qualquer ideia de quais rumos sua vida pode tomar. Suas ambições são simples: seu maior desejo é conseguir esquecer, esvaziar a cabeça e livrar-se de seu dom – o qual, mais do que um talento, parece ser uma verdadeira maldição.
E foi exatamente por isso que ele ingressou na Academia de Obliviadores. Foi uma escolha instintiva, mas com uma grande complexidade por trás. A perspectiva de trabalhar com o esquecimento sempre trouxe uma enorme satisfação a Will - provavelmente porque isso é o mais próximo que ele consegue chegar de suas ambições de esvaziar a própria cabeça, a qual nunca parece estar completamente em silêncio.
Apesar do evidente impacto da clarividência na vida de Will, porém, não há nada que possa fazer com que olhem com estranheza para o Gallagher. Ele é um rapaz bastante convencional, com pouco que chame muito a atenção além de seus olhos azuis. Por isso, talvez seja interessante falar um pouco sobre a personalidade do rapaz.
William não é uma pessoa difícil com que lidar. No geral, costuma ter a inteligência emocional de conseguir separar seus problemas de ansiedade de seus relacionamentos com os outros. Sendo assim, geralmente é gentil e aparenta ser um cara calmo, mesmo quando passa noites em branco ou tem uma crise por causa de seus pesadelos. Não oferece resistência a interações descontraídas e sabe manter uma boa conversa, apesar de sempre adotar uma política de distanciamento quando se trata de falar sobre si mesmo.
Will é um excelente ouvinte, mas dificilmente se abre sobre seus próprios problemas. Isso tornou-se um hábito desde que ele decidiu evitar que qualquer um suspeitasse de que ele fosse estranho. Seu maior medo é não ser levado a sério e receber o título de louco; por isso, costuma ter uma maturidade que jovens da sua idade geralmente não têm. Essa foi a melhor maneira que ele encontrou para se fazer ser respeitado.
Pois bem. Deixe-me perguntar novamente:
Que imagem lhe vem à cabeça quando você pensa em um clarividente?
✧ William é um nome bastante comum na Inglaterra, mas o garoto não recebeu esse nome por acaso. William é a junção da palavra “Will” (“desejo”, ou “vontade”, em inglês) com a palavra “Helm”, derivada de Helmet – uma metáfora para “proteção”. ✧
✧ Por ser de origem simples, o rapaz costuma atuar como “pau pra toda obra”, fazendo todo tipo de bico para juntar algum dinheiro e conseguir pagar o aluguel do pequeno apartamento em que mora. Atualmente trabalha como garçom no Três Vassouras e oferece aulas particulares de Feitiços e Transfiguração. ✧
✧ A Professora Trelawney sempre suspeitou de que William fosse clarividente. Ele nunca a levou a sério – ou fingia seu ceticismo muito bem. ✧
✧ O boggart de William não é um medo sem fundamento. Ele se baseia em um dos pesadelos mais frequentes do rapaz, no qual ele vê a si mesmo sendo levado à força para um hospício. ✧
✧ Por ter crescido meio a trouxas - e sendo eles um pouco mais velhos do que os pais da maioria dos jovens da sua idade - acabou criando uma enorme afinidade pela cultura musical trouxa, principalmente bandas mais antigas. Ouvir música é, para ele, uma ótima válvula de escape. ✧
“Eu me fecho em meu mundinho subaquático quando é preciso, quando acho necessário, como uma concha, você sabe como as pérolas são formadas? É um mecanismo de defesa das ostras, quando ocorre a penetração de corpos estranhos, como grãos de areia, parasitas, pedaços de coral ou rocha, entre a concha e o manto, então quando eu não me sinto bem eu me fecho, quando algo estranho me atinge eu me retraio, me escondo, a diferença entre eu e a concha é que esse algo estranho que atinge as defesas do animal, essa penetração se transforma na pérola com o decorrer dos anos, ou seja ela transforma algo ruim, algo estranho, em uma coisa fantástica, uma pérola, algo precioso, a diferença entre eu e a concha é que eu já tenho algo fantástico dentro de mim, algo que pulsa, algo que me dá vida, então quando algo ruim me atinge, quando algo que estranho me afeta, eu me fecho, me fecho simplesmente pra não danificar algo precioso que eu tenho dentro do peito, meu coração, mesmo que não funcione todas às vezes, mas esse é meu único mecanismo de defesa que funciona, talvez não seja tão precioso pra outras pessoas, talvez não seja algo fantástico pra ninguém, talvez não tenha valor pra alguém, mas é precioso pra mim, é minha pérola, é minha joia, é valioso, é fantástico, é incrível, é lindo, é o que faz eu amar, é o que faz eu me amar, é o meu maior valor guardado dentro de mim.”
— Coturnos.

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Sindicato lamenta fecho temporário da urgência de obstetrícia do hospital de Beja
Sindicato lamenta fecho temporário da urgência de obstetrícia do hospital de Beja
O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) lamentou hoje o encerramento temporário da urgência de obstetrícia e ginecologia do hospital de Beja, devido à falta de clínicos, e exigiu ao Governo mais investimento em recursos humanos. Em comunicado enviado à agência Lusa, o SIM indicou que o Serviço de Urgência de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital José Joaquim Fernandes, em Beja, esteve…
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