Em qual pele supostamente deveria lutar esta guerra? Se não existo, o remorso não me cabe Meu codinome soletrado em velocidade amena Não me fará escrever-lhe nomes e propriedades Tua testa entreaberta e teus olhos tortos Comportam-se como pugilistas frívolos Franzida e com a boca cheia de indagações Advinda da curiosidade fogão duas bocas Era estabelecido o elo entre concordar com seus contatos Que contavam contos cronometrados consensuais Precisaria ver-lhe além de uma lupa míope Eis-me aqui, sanando tuas dúvidas, e amamentando outras duas O tom duplo sentido do ruído lapiseira, nos diz mais de uma procura Prendam-no, meu conhecido o reconhecera Como o homem nu artístico Que fala sobre as doze tarefas de mitos de barros Malhem-no artes que outra deidade boneca holandesa rache os lábios A escada que sobe dará no elevador O elevador, no porão O porão, em entradas laterais Onde amantes são alvejados em silêncio Escondido entre o teu simbolismo E o erudito mal traduzido Valse conosco sem os sapatos Pouco importa a exposição de teus calcanhares, meu herói Ponha teus cornos como depósito no guarda-volumes Entenda-te falo de tua figuração matina Não o amante mal sucedido na arte de romance Não te esqueças da senha para retiradas fugazes A jaula janela espalhada De fora para dentro com paisagens mutáveis Faz-lhe admirar o encontro do céus e tua mobília Enquanto a fera começa seu ritual de digestão...
Camada Por Camada Perde-se Um Terço da Competência, Pierrot Ruivo









