Os olhos de guardanapos Percorrem o país pacificando umbigos Descuidando-se em dissecações Cantando sob o decapitar Fique para amanhã Para um beijo noir Em um aconchego bélico Serio logo ali no horizonte a beleza transatlântica? Absorva o embriagar jovial Catuaba, versos alternativos E outros pronomes possessivos Abrigos latinos e boêmios Sonha-te o porto, marinheiro Mar, maresia, banho-maria Marinar, esquentar e secar O bolor embolora-se em apresentações sutis Entre minhas mãos há uma janela Entre os pés um punhado de vidro Fabrique o prisma caseiro E quem sabes, dará aula sobre a criatividade de guerrilha... Retrato, retalho, rejuvenescer Agulha, anestesia, bisturi Miragem, migração, maçã Placebo, festival, fé A besta e Guilherme, uma irmandade Ou a besta seria Guilherme? Aqui a fábula solidifica-se no realismo nobre Caríssima nobreza, poderás tu saldar-me os débitos? Coração cor gris Ansiando o cuidado do verniz Logo aqueles olhos virão em inspeção O moinho seriam os lábios de uma Vênus comercial
Olhos De Guardanapos, Pierrot Ruivo












