My entry for the Smogon Create-a-Pokémon Project's 37th CAP, codenamed "Greaser Goose." Prompt was a Dark/Flying mon that learns Beak Blast.
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Reviro o olho fico cega choro no banheiro, cap 37 tá a pura depressão meudeus QUSNDO O JOÃO JOAQUIM VAI PRE$TAR????? e se n tiver final feliz eu me ma
JC: TICH TICH BOOM? TXA in ICH. St Emlyn's
JC: TICH TICH BOOM? TXA in ICH. St Emlyn’s
TXA. Huh. Good god y’all. What is it good for? Absolutely everything.
This appears to be the alternative hypothesis for the TICH-2 study 1, published last week in the Lancet. Off the back of recent evidence suggesting early IV tranexamic acid (TXA) can improve outcome in trauma 2, post partum haemorrhage 3, possibly traumatic brain injury 4 and maybe epistaxis5, the investigators here decided to…
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Era uma boneca vestida de noiva com um tiro na testa e toda ensanguentada. E, no bilhete, o que eu já esperava. “Felicidade aos noivos. Ethan”
Who gets a Tetanus? You get a Tetanus!
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It’s another shift in Virchester ED. You’ve picked up the next card; a 12 year old has stepped on a nail in her grandparents’ garden. You have a look, there’s only a small scratch and it happened yesterday, but her dad has brought her in today as he’s concerned “she might need a tetanus”.
You seem to remember reading something about a green book, and that there are vaccines and boosters and…
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Não faça com que ela se torne uma inimiga
Christian Beadles
Daniele era uma bomba, podia explodir a qualquer momento e acabar com tudo.
37. Scream
Alícia’s POV
Fui até a loja de tintas e chegando lá percebi o quanto meu hobbie era caro. Qual é, que tintas caras! Mas beleza, eu precisava me distrair um pouco, tirar a Jade, o Tarik e a Luna da cabeça. E pra falar a verdade, eu nem sabia porque a Luna estava na minha mente. Eu nem sabia se ela merecia estar lá. Enquanto eu mexia na minha mochila pra pegar o dinheiro das tintas e pagar o cara do caixa, que não parava me encarar, eu percebi que estava com o caderno de desenhos dentro dela. Eu acho que não parava pra desenhar desde que eu tinha uns 13 anos. Confesso que aprendi tudo o que eu sabia de desenho com o Tarik e o Matheus, irmão mais velho dele, não que eu sabia muita coisa, eles eram bem melhores que eu. Paguei as tintas e enquanto fazia o percurso de volta pra casa decidi desvia-lo e seguir para um parque que ficava a algumas quadras de lá. Por sorte, e quase um milagre, tinha um banco vazio logo depois de umas crianças jogando bola. Sentei nesse banco e tirei um lápis velho e meu antigo caderno de desenhos da mochila. Eu lembrava de quando a maioria dos meus problemas eram resolvidos passando horas e horas desenhando. É estranho pensar que depois de um tempo tuas visões mudam, agora eu não me via resolvendo porra nenhuma sem álcool ou um maço de cigarros. Que deprimente!
Assim que abri meu caderno, me deparei com um desenho interminado de uma guria, eu nem me lembrava se eu a conhecia de fato, mas ela parecia muito com uma personagem de um dos meus livros favoritos. Decidi terminá-la e logo toda minha concentração estava em decidir se eu a fazia sorrir ou não. Coloquei meus fones de ouvido e não demorou muito pra Two Fingers, do Jake Bugg, me fazer esquecer de tudo ao redor. Aquela música com certeza estaria na playlist que eu tocaria no meu funeral.
"So I kiss goodbye to every little ounce of pain Light a cigarette and wish the world away..."
Não demorou muito para eu perceber que alguém havia sentado do meu lado, levantei os olhos só pra me certificar de que não era um assaltante, e no momento em que eu reconheci aquele rosto eu preferi que fosse um assalto mesmo. – Oi. – Ela disse em um tom simpático. Qual é tua, Luna? – Oi. – Respondi em um tom não tão amigável assim e prendi meus olhos na folha em que eu estava desenhando como se o mundo fosse explodir caso eu os tirasse dali.
Ela tentou puxar assunto, ou pelo menos foi o que me pareceu. Elogiou o meu desenho e pareceu ser bem sincera ao dizer que tinha gostado. Mas eu era cabeça dura demais, apenas agradeci. Achei que a Luna fosse embora depois de eu não ter sido tão legal assim com as palavras escolhidas para respondê-la, mas não, ela continuou ali. Ela continuou ali por muito tempo. Sem dizer uma palavra. Quieta. Porra, garota, fala alguma coisa! Aquele silêncio constrangedor já estava me incomodando e decidi ir pra casa terminar a minha parede.
— A gente se fala. – Disse com um simples sorriso. — É. Tchau. – A voz dela me deu um peso na consciência de ter sido escrota.
Eu não sabia qual era a dela, eu não a conhecia bem e eu nem sabia até que ponto o Gabriel estava certo sobre ela. Mas eu queria saber porque ela conseguia me deixar tão desconfortável e ao mesmo tempo tão leve. Que porra ela tinha? Eu precisava descobrir.
Eu estava quase indo embora de fato quando me virei e resolvi dar uma chance, quem sabe ela fosse mesmo uma garota legal? Eu nunca ia chegar a uma conclusão se continuasse sendo escrota.
— Escuta… Eu comprei umas tintas pra pintar o meu quarto e… Você quer me ajudar? — Eu nem pensei ao certo que palavras usar ao dizer isso, quando eu vi, já tinha saído.
Ela pareceu relutante em aceitar o convite e eu a entendi completamente, ela devia estar achando que eu tinha algum problema. E talvez eu tivesse mesmo. Mas, depois dos cinco segundos mais longos da minha vida, ela aceitou. E sorriu enquanto se levantava e vinha na minha direção.
Não demoramos tanto pra chegar na minha casa, mas não conversamos muito durante o caminho. Estava um clima péssimo e eu sabia que boa parte dele eu tinha causado, mas ela também não era assim tão inocente.
Logo que chegamos em casa o Stitch veio nos recepcionar abanando o rabo pra Luna, acho que ele gostava dela. Eu te entendo, cara.
Ela ficou brincando com ele por alguns minutos até que eu o pegasse e o levasse para o quarto conosco. Era estranho ter a Luna de novo na minha casa, achei que aquilo nunca mais fosse acontecer depois daquela festa.
Entramos no meu quarto, que pra variar estava bem bagunçado. Eu a deixei por lá e desci pra pegar alguns jornais, afinal, eu não estava afim de foder o chão de tinta. Assim que eu entrei, ela parecia estar tentando arrastar meus móveis para o outro lado do quarto, fiquei a observando da porta por um tempo. Era uma cena bem engraçada, já que a Luna era toda magrinha e não me parecia ter força o suficiente pra isso, apesar de ter tomado a iniciativa de mudar as coisas de lugar.
— Acho melhor deixar tudo nesse canto enquanto a gente pinta aquelas paredes, depois volta com eles pro lugar. — Ela disse tentando explicar o motivo de estar mexendo nos meus móveis. — É, pode ser. – Disse. – Eu te ajudo. — E acho que pela primeira vez nos últimos dias eu tinha sido gentil com ela de novo.
Ela abriu um sorriso assim que percebeu isso e parecia ter ficado surpresa. Na real, até eu fiquei.
— Vai pintar seu quarto de preto? – Ela me perguntou enquanto eu arrumava as tintas no chão. — Só essas duas paredes. As outras vão ter que ser brancas, minha mãe ia encher o saco se eu pintasse todas. — Entendi. Mas vai ficar legal. — É, aí depois que eu pintar eu vou fazer alguns desenhos com algumas tintas spray que comprei. — Que maneiro! — É. — Você quer que pinte em qual direção?
Que direção? Hã? Eu nem sabia que tinha isso em paredes, eu estava acostumada a desenhar em papéis. E raramente meus desenhos eram pintados, eu tinha preguiça demais pra isso. — Sei lá. Tem isso? – Ela riu quando eu disse isso, apesar de eu realmente não saber. Não foi uma piada. — É claro! Se não fica aquela parede com as camadas de tinta em várias direções. — Ah, sei lá cara, nunca pintei uma casa. – Eu ri quando disse isso, parecia que eu tinha bem menos idade do que eu realmente tinha. Eu era inexperiente em um trilhão de coisas, meu Deus! Eu a encarei e na mesma hora meu sorriso sumiu, droga...Ela me deixava doida! – É… Pode ser de cima pra baixo. — Tá. Começamos a pintar a parede e em questão de pouco tempo eu já estava toda suja. Dei risada de mim mesma ao reparar nisso. Assim que virei meu rosto pra Luna, percebi que ela não estava muito diferente de mim. — Hahahah, você está toda suja, meu Deus, parece criança! — Eu disse, descontraindo.
Ela se virou pra mim na mesma hora e me olhou da cabeça aos pés, dando risada também.
— Olha quem fala, Alícia! Você está bem mais suja que eu — Ela disse com um sorriso no rosto — E... Agora está 1% a mais. — Continuou enquanto passava o dedo sujo de tinta no meu braço. — E quem te garante que eu não fiz isso de propósito? Estilo é apenas questão de ponto de vista. — Eu disse fazendo uma careta pra ela.
Não demorou tanto para terminarmos a primeira parede. Ajudei ela a arrastar os móveis para o outro lado, para que pudéssemos pintar a parede que faltava, e comecei a ouvir uns barulhos de papel e... Ahh, Stitch! Estava demorando pra aquele monstrinho aprontar. Quando olhamos pra ele, estava cheio de tinta.
Depois de uma tentativa falha de o limpar, decidi que seria melhor deixá-lo no quarto da minha mãe. Nunca se sabe o que mais ele poderia destruir. Notas pra vida: nunca subestime o poder de destruição de um filhote.
— Estragou muito? – Eu a perguntei. — Não, acho que se passar o pincel aqui já conserta. — Ainda bem, por que isso cansa. Eu odeio aquele cachorro! — Tadinho! – Ela riu. – Ele é só um neném, Alícia. Ela continuou rindo e eu a acompanhei. Porra, a risada dela era muito gostosa. Eu sei, parece muito bobo quando eu falo essas coisas, mas eu juro. Eu a encarei enquanto parávamos de rir e por alguns segundos esqueci meu olhar no dela. E essa foi a parte constrangedora, apesar de ter sido muito bom e... espontâneo. Eu me sentia bem quando ficava perto dela, era louco. Pena pensar que aquilo nunca ia passar de amizade. A não ser quando ela estava bêbada.
Que merda. Minha mente tinha sempre que me lembrar dessa parte? Ela não gosta de você, Alícia. Engoli seco e senti que automaticamente fechei meu sorriso. Peguei novamente os pincéis que estávamos usando antes, o clima estava voltando a pesar. Que bosta! — Eu te mandei algumas mensagens esses dias. Você não respondeu. – Eu a ouvi dizer enquanto eu estava de costas, pegando as coisas.
É. Por que será que eu não te respondi? Odiava quando as pessoas se faziam de desentendidas. Respirei fundo antes de respondê-la.
— Imaginei que você estivesse bêbada. – Eu me virei assim que disse isso e a encarei com um sorriso fraco no rosto, tentando parecer que eu não me importava. Eu era péssima naquilo. — Como assim? – Ela riu. — Sei lá, cara. Sempre que a gente se fala tu está bêbada. – Suspirei. Fiquei pensando se eu deveria continuar a explicar, mas quando eu vi, já estava falando. – Tu só fica comigo quando está bêbada, Luna. Eu não quero forçar nada…
Ela fez uma expressão como se eu estivesse explicando a teoria da relatividade pra ela e como se tudo fizesse sentido agora. Eu nunca ia conseguir entender o que se passava na cabeça dela.
Iniciamos uma quase discussão sobre como eu me sentia com relação ela só me beijar quando estava bêbada. E qual é, não podíamos negar que eu estava certa, até que...
— Eu não estou bêbada agora. – Ela disse enquanto se aproximava. Ficamos próximas o suficiente pra eu conseguir contar o tempo entre nossas respirações. — Disso eu sei, não significa que você me queira. — Eu sussurrei, como um pensamento alto. Eu nem sabia se ela tinha me ouvido.
Os segundos em que ficamos nos encarando com certeza foram os mais longos da minha vida. E aí, ela ia ficar parada e não ia me dizer nada? Grande coisa que ela não estava bêbada agora, isso não mudava porra nenhuma... Eu fiquei com vontade de me dar um soco por ter pensando todas aquelas coisas no mesmo segundo em que senti os lábios dela tocarem os meus. Minha ficha com certeza demorou pra cair. A Luna me beijou. Ela me beijou. Na verdade, ela ESTAVA me beijando. E ela estava sóbria!
Demorou um pouco pra cair a minha ficha, mas logo tratei de a puxar pela cintura, a segurando com firmeza, enquanto levava minha outra mão até sua nuca. Ela segurava meu rosto e eu só pensava em nunca mais deixar ela sair dali. Eu a puxava cada vez mais contra o meu corpo. Eu sentia o coração dela bater cada vez mais rápido e o meu com certeza batia no mesmo ritmo. Eu nunca ficava nervosa pra beijar uma garota. Mas não era uma garota qualquer. Era a Luna. O beijo dela com certeza era a melhor coisa que eu já havia provado. Era calmo, carinhoso, mas ao mesmo tempo me fazia perder o controle em questão de segundos. Quando me dei conta, eu já estava a beijando com cada vez mais vontade, até que dei um puxão no cabelo dela. Eu a apertava e parecia que essa era a única maneira de me fazer acreditar que era real. Ela segurou meu rosto e apesar de suas mãos serem delicadas, elas o segurou com firmeza. Não pensei duas vezes e a levei até a parede mais próxima. Nosso beijo estava cada vez mais intenso e caralho, eu não queria largar a boca dela nem fodendo! Dessa vez foi ela quem segurou meu cabelo com força e isso fez com que eu perdesse completamente qualquer medo que eu tivesse sobre ela não estar gostando, ela me deixava louca. E dessa vez, de uma forma muito boa. Coloquei minha mão por baixo da blusa dela enquanto apertava sua bunda. Porra, ela era muito gostosa! Eu sentia que nossa respiração estava ficando pesada e estávamos ofegantes, mas não queríamos parar. Aliás, eu nem sabia se eu ia conseguir parar. Troquei de posição com ela na parede, mas ao invés de me encostar, fomos andando pelo quarto, até que eu notei que estávamos perto da cama. Abri os olhos rapidamente pra me certificar de que não havia nada por ali e a empurrei. Coloquei meu corpo por cima do dela, tomando cuidado pra não machucá-la. Conforme eu passava minha mão pelo seu corpo, ela mordia meu lábio. Meu Deus, eu a deixaria fazer isso pelo resto da vida se ela quisesse. Quando ela voltou a por suas mãos na minha nuca e as prendeu entre meu cabelo, dando alguns puxões, eu definitivamente não respondi mais por mim. Eu só conseguia apertar nossos corpos e me perguntar por que ainda estávamos de roupa. Eu parei o beijo e recuperei parte do meu fôlego, se é que era possível fazer isso. Desviei meus lábios pro pescoço dela enquanto ela fechava os olhos. Eu simplesmente tinha a melhor visão do mundo, a Luna de olhos fechados e com o pescoço livre pra que eu pudesse beija-lo por inteiro. Eu não aguentava mais permanecer de roupa, então passei minhas mãos pela barriga dela. Conforme eu ia subindo, trazia junto sua blusa. Nada contra sua roupa, Luna, mas você fica bem melhor sem. Eu mal conseguia raciocinar quando finalmente tirei sua blusa. Enquanto minhas mãos massageavam e apertavam seus peitos eu mordia seu pescoço, não demorou muito para que eu descesse os beijos e mordidas pra onde estavam minhas mãos.
Eu não conseguia descrever o que eu estava sentindo. Eu só não queria parar. Eu não conseguia tirar nossos corpos um do outro. Eu não estava nem ao menos controlando minha respiração. A boca dela era tão gostosa. Tão gostosa quanto ela. Caralho, eu queria aquela mulher o dia inteiro. Ela arranhou minhas costas e eu senti minha pele arder, mas na real, aquilo me deixou com mais tesão ainda. Junto com as unhas dela, minha blusa subia também. Eu deixei que ela a tirasse e logo voltei a beijá-la. As pernas dela me prendiam pelo quadril como se ela quisesse garantir que eu não sairia dali. Com certeza eu não sairia dali. Por nada no mundo. Enquanto as pernas dela forçavam nossos corpos um contra o outro, ela beijava meu pescoço e eu sentia cada centímetro do meu corpo arrepiar inteiro. Afastei um pouco meu quadril ao ponto que eu conseguisse passar minhas mãos por baixo dele, chegando justamente no botão do short da Luna. Não fiz nenhuma cerimônia pra abri-lo, afinal, eu queria logo era que toda a roupa dela fosse pra puta que pariu pra gente terminar o que começamos. Enquanto eu puxava seu short pra baixo e sentia seus beijos no meu pescoço, ouvimos um barulho vindo do andar de baixo. Confesso que eu não estava nem aí, até que... — ALÍCIA! – Era impossível não reconhecer aquela voz. Caralho, minha mãe!