A realidade é decepcionante em sua banalidade.
O Homem de Giz – C.J. Tudor

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A realidade é decepcionante em sua banalidade.
O Homem de Giz – C.J. Tudor

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As pessoas dizem que amigos  não destroem uns aos outros. Oque elas sabem sobre amigos?
The Mountain Goats
Em um mundo de superficialidades e carência, amar tornou-se uma atitude banal. Ama hoje, amanhã já não ama mais. Ama um, ama dois, ama dez. Como dizia o Lewis, gente neurótica é capaz de transformar qualquer​ coisa, inclusive o amor, em alguma forma de infelicidade ou exploração. E o que chamam de amor nada mais é do que a necessidade de preencher um vazio que amor fÃsico nenhum preenche. Mas quando sabemos que somos amados incondicionalmente (e esse amor não é humano, mas divino), poderemos amar alguém de verdade.
Allenylson Ferreira.
Bolhas IndestrutÃveis, da Série "Entre Sem Bater".
Tela em silêncio,
cada um no seu reflexo -
Humanidade encolhendo.
#Bolhas #Entresembater #EliPeriser #Algoritmos #BAnalidade #Tolos #Verdade #Falácia

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Deixando de ser clichê, você pode ser você ! (Cicero Durães) 09/08/2000 #CiceroDurães #CASTELOdeMARCAS #clichê #banalidade #trivial #lugarcomum #zonadeconforto https://www.instagram.com/p/CpwDy32NvWd/?igshid=NGJjMDIxMWI=
O totalitarismo obedece a quatro critérios para usar as análises de Hannah Arendt. É antes de tudo a lógica de uma Ideia, da raça superior, do Partido ou de uma sociedade sem classes. Então vem uma estrutura de poder cebola. Da polÃcia polÃtica, dos serviços secretos, do exército, do partido ou da comitiva do tirano, ninguém sabe quem manda. Acrescenta-se a isso a noção de "massa". Quando o povo é uma totalidade diferenciada, o totalitarismo é preparado pela destruição dos sistemas de comunicação, pela vontade de destruir os intervalos entre os homens, por qualquer mediação de distância. Finalmente, o totalitarismo desenvolve uma cultura do campo, uma espécie de laboratório avançado, massacre administrativo onde o corpo é suprimido.As palavras têm memória, a do "totalitarismo" é oprimida por Auschwitz, a Revolução Cultural Chinesa, o regime do Khmer Vermelho e outros que trataram ou tratam a espécie humana como uma entidade sem memória, organizando uma espécie de amnésia bárbara.Quando polÃticos ávidos por fórmulas de choque, pseudo-filósofos substituindo o pensamento pelo fato de aparecer na mÃdia, ou militantes tagarelas, usam de propósito determinadas palavras, transformam, pela facilidade da linguagem, a realidade em uma vasta feira onde tudo está em tudo. Eles contribuem para "a banalidade do mal".ConfusãoNum mundo onde as ideologias totalizantes deram lugar a um individualismo libertador e escravizado pelos excessos do ego, ainda temos a linguagem para carregar o que foi. No entanto, isso é devastado por aqueles que o usam como um gadget que pode ser oferecido sem ter percebido seu alcance.Quer nos preocupemos com certos excessos ambientais, quer critiquemos a forma como os governos conduzem, que muitas vezes também se pagam com palavras, nada é mais normal. Por outro lado, ao não trabalharmos a História, estamos a promover aquilo que dizemos estar combatendo, uma sociedade apática. São as mesmas pessoas que, no passado próximo, não diziam uma palavra sobre o totalitarismo chinês ou iraniano, os excessos autocráticos de Putin e seu deslizamento gradual para a mesma tentação dos czares, ou seja, erguer a Rússia como farol espiritual do mundo.Os tempos são confusos, uma razão adicional para não pagar uma palavra. Imperialismo, autocracia, despotismo, totalitarismo cobrem diferentes realidades. Anteriormente, Julien Benda evocou a "traição dos escrivães". Hoje, preferimos dizer os mestres da logorreia.Existe uma saÃda para esses distúrbios de linguagem. É um trabalho intelectual, a necessidade de calar quando não se conhece um assunto, o retorno à discussão entre os cidadãos e a escuta atenta do que vem de fora. As palavras possuem inerentemente uma modéstia, elas sempre ficam aquém do que a vida tem reservado e abominam ser usadas para propósitos não mencionáveis.Nesse sentido, o uso de "totalitarismo" pretendendo saber seu significado exato, é um crime que não sabemos aonde pode levar.