Mente vazia, oficina de reparos. Com o perdão da redundância poética, como é bom ver hardwares antigos funcionando de novo. Aí tem uma placa-mãe M863G — sei lá qual era a fabricante — de meados de 2004, com um processador AMD Athlon MP 950 MHz e 1.5 GB de memória DDR1. Detalhes técnicos à parte, provavelmente o melhor que roda nesse monstrinho é um Windows XP. Mas o Leo de uns 15 anos atrás adoraria ter tido uma máquina mais potente pra rodar melhor os joguinhos que ele tanto queria no Windows 98. Pra quem passou boa parte da vida com PC lento ou mediano, usar uma máquina com processador AMD Ryzen é um alívio. Hoje eu tenho um PC competente o bastante para o que eu faço: programar, jogar, editar vídeos e fazer lives — espero voltar com isso em breve! — e não menos importante: fazer o meu TCC. Inclusive, devia estar fazendo isso agora. Mas por alguma razão eu gosto de revisitar o passado com frequência, seja na informática ou em outros aspectos da minha vida. Há quem atribua isso ao meu signo — eu acho que é mais coisa do meu TDAH e dos meus hiperfocos. Talvez eu esteja me saindo um belo fanboy da AMD? Talvez. Mas é bom demais redescobrir a computação do lado vermelho da força pra quem cresceu praticamente só conhecendo o lado azul. Não que eu seja um AMDista convicto — só que agora eu conheço um pouco melhor os dois mundos. #oversharing #nofilter #AMD #amdathlon #computer #hardware #tinkering #textão #TeamRed ❤️ (at 127.0.0.1) https://www.instagram.com/p/CNPBbj1lsiG/?igshid=oc7o73l9yn3l














