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Día 1826
Subway Center,
Condado de Skotady Bird, 16 de Junio.
Cientos de papeles se arrugaban y acababan siendo bolas rugosas almacenadas dentro de unas papeleras de plástico que, inevitablemente, resultaban desbordadas. Era demasiado temprano como para que cualquier oficina estuviese abierta, menos Subway Center, cuyos empleados se turnaban para estar siempre en pleno funcionamiento.
Esa mañana en la oficina, había un escándalo y un desorden mayor de lo habitual; los empleados perfectamente trajeados, se movían de un lado a otro, redactando informes, consultando en sus dispositivos electrónicos y haciendo llamadas con una rapidez admirable. Hacía unas horas que los ENA, expertos en anomalías, habían sido destinados a un tranquilo pueblo sureño situado en el sureste del Condado. Todo esto había sido desencadenado por una llamada telefónica de esa misma noche, muy agitada, sobre el caso de una niña que literalmente flotaba en el aire.
El gerente Waterson, se acarició las sientes con pausada lentitud mientras miraba la pantalla de su ordenador. A sus 55 años, exmilitar del Gobierno, había perdido la forma física que antiguamente poseía su cuerpo, quizá por el consumo excesivo de donuts y su afición al tabaco. Sus subordinados estaban de acuerdo en que eso era el detonante de su mal humor constante. Una mano femenina le sacó de su ensoñación, sorprendiéndole y girando la cabeza con avidez se dio cuenta que se trataba de su secretaria Anderson.
Esta, bajó los ojos a modo de disculpa.
— Señor Waterson, los resultados acaban de llegar — alegó con tranquilidad mirando el reloj dorado que posaba en su delgada muñeca.
— ¿Y bien? — preguntó él con sumo nerviosismo. Le gustaban las cosas claras y sin demasiados rodeos.
— No les he mirado, — aclaró con sinceridad la mujer mirándole con sus dos ojos oscuros — se les he enviado a su correo personal y me he tomado la libertad de imprimírseles.
Con una sonrisa un poco forzada, abrió una carpeta de tono marrón ante la atenta mirada de su jefe, y sacando de ella otra de tono similar, la soltó sobre su mesa. El señor Waterson se giró hacia la mesa y levantó levemente una mano dando por entendido que la conversación había finalizado; quería leer los informes con tranquilidad. No se percató de la dura mirada que la señorita Anderson posó en él, antes de dirigirse a su despacho, quien no entendía por qué ese hombre la trataba sin un atisbo de cariño, a pesar de los 6 años que llevaban trabajando juntos.
Andrew Waterson era un oficial que llevaba varios años en uno de los puestos más altos de esa oficina central; su cometido no era otro que encontrar posibles casos de personas con taras psicológicas o físicas, fuera de lo normal. Aquellos candidatos que sirvieran, según los informes que los ENA proporcionaban, eran trasladados a unas instalaciones de las que él no tenía mucha idea. Solo se dedicaba a reportar los casos de interés a su superior, el señor Wallace, un hombre paliducho con cara de pocos amigos.
El oficial volvió a fijarse en la primera hoja de los informes y respirando lentamente se acarició otra vez las sienes con poco tacto.
Al cabo de media hora, Waterson cerró la carpeta y se dirigió a su despacho que se encontraba en la tercera planta de la oficina. Era el momento de hacer una llamada a Wallace; había encontrado a una persona realmente interesante.
Capítulo 2
E lá estava eu, repetindo o mesmo erro pelo segunda vez, e lá estava eu enrascado tentando pensar em algo pra compensar a minha falha, novamente eu me esqueci do aniversário da minha mulher, mas ela tinha que entender, eu ando muito ocupado, tenho muito trabalho, não tenho tempo mais pra nada, ela precisa entender que existem prioridades, meu trabalho no caso, decidi que faria a mesma coisa que sempre faço, encomendaria folhes, faria um jantar romântico e ela perdoaria o meu erro, sempre dá certo.
Eu deveria estar no estúdio em 20 minutos e estou aqui no centro da cidade a procura da melhor floricultura do Rio de Janeiro, encomendei alguns lírios, pois não lembrava qual era sua flor preferida e segui pro estúdio, onde passaria a tarde toda trabalhando no meu novo cd.
Pov Lua
Acordei no meio da tarde, a casa estava silenciosa, provavelmente o Arthur estava no estúdio trabalhando, decidi descer pra comer algo, pois ainda não tinha comido hoje, fui em direção a porta e vi que lá tinha um recado.
Bilhete:
Luinha, me perdoe eu me esqueci novamente, minha cabeça anda muito cheia, pra te recompensar pelo meu erro, nós iremos jantar fora hoje, vista seu melhor vestido, fique linda, pois hoje é noite é toda sua, te busco as 20 em ponto, não se atrase.
ps: a Melzinha te ligou, ela quer falar com você.
Aquele bilhete foi capaz de me animar, esse jantar poderia nos unir de novo, tenho saudades do meu marido, dos seus beijos, dos seus abraços, já faz tanto tempo que ele não me faz carinhos, que não fazemos amor, hoje seria a chance de fazer tudo voltar ao normal.
Olhei no relógio, era exatamente 15 horas, comi um sanduíche e subi, tinha que procurar um vestido maravilhoso pra mais tarde, aproveitei para usar meus cremes faciais que havia abandonado, tomar um banho na banheira que estava a muito tempo sem uso, sai do banho e liguei pra Mel que além de assessora do Arthur também é minha melhor amiga.
Ligação On:
Mel: Luinhaaaaaaaaaaaaaa, Parabéns meu amor, precisamos fazer uma festa de abalar quarteirões ... – Esqueci de falar que minha amiga é louca por festas
Lua: Meeeeeeeeel ! amiga calma, eu te disse que não quero nada de festa, você sabe que eu não curto muito essas coisas – disse rindo
Mel: nem adianta, vai ter sim e ponto final, mas me diga ai, o que o maridão deu de presente?
Lua: ah amiga, ele esqueceu, de novo, disse que é por que anda muito ocupado, por um lado eu o entendo, nós sabemos que a carreira dele é o que mais importa nessa vida pra ele, mas nós vamos ter um jantar romântico hoje- disse me animando.
Mel: nossa, sabia que ele ia esquecer, mas aproveite hoje, o dia é todo seu, amanhã sem falta dou uma passadinha ai, pra gente organizar a sua festa. Agora tenho que desligar, pois tem um namorado grudento me chamando, beijinhos amiga.
Lua: Ai esse Chay, mande um beijo pra ele, te espero aqui amanhã beijos.
Ligação Off
O tempo passou depressa, quando vi já era 19 hrs e eu ainda não tinha me arrumado, vesti um vestido preto colado até a cintura, com um decote V, e soltinho na parte de baixo, coloquei um salto 15 preto, fiz uma make leve, pois não sou muito fã de maquiagens e soltei meus cabelos.
Quando vi já estava na hora, desci pra esperar o Arthur na sala, 20 horas....
21 horas .....
21:30 ....
22:00
22:30... Desisto.
E mais uma vez eu estava sendo trocada pelo trabalho, mais uma vez eu estava sendo esquecida, mais uma vez despedaçada.
Subi até o quarto, tirei toda a minha maquiagem, vesti meu pijama e me deitei, desabei em cima da cama, mais uma vez chorando, não sei da onde surgia tantas lágrimas, eu não aguentava mais essa vida, apenas sofrimento... Eu amo o Arthur mais que a minha própria vida, como ele pode fazer isso comigo?
Ele chegou 2 horas da manhã, por mais que eu tentasse dormir eu não conseguia, pois um lado meu insistia em se preocupar com ele.
Arthur: eu sei que você está acordada, eu me atrasei, eu juro que me esqueci, estava tudo certo pro nosso jantar, mas se você ver o quanto o cd está ficando maravilhoso, eu não consegui terminar cedo, me perdoe- nesse momento eu já estava sentada na cama olhando pra ele.
Lua: é só isso que importa na sua vida né? Seu cd, sua carreira? E eu, não sou importante?
Arthur: não diga isso, você sabe que é importante pra mim – ele tenta me abraçar, mas eu desvio
Lua: NÃO É O QUE PARECE ARTHUR, NÃO É, EU ESTOU CANSADA DE SEMPRE FICAR EM SEGUNDO LUGAR PRA VOCÊ, VOCÊ NÃO PERCEBE?
Arthur: deixa de drama Lua, por favor – diz irritado
Lua: drama? DRAMA ARTHUR? VOCÊ NÃO TOCA EM MIM À MESES, VOCÊ NÃO CONVERSA COMIGO FAZ TANTO TEMPO, VOCÊ SE ESQUECE DE TUDO QUE PROMETE PRA MIM, ISSO É DRAMA? EU TÔ CANSADA, QUAL É O PROBLEMA, POR QUE ESTÁ ME TRATANDO ASSIM? – digo tentando segurar minhas lágrimas.
Arthur: PORQUE EU NÃO TE AMO MAIS LUA ...
2º Capítulo:Chuva Chover
Paula(em off):Deus,por favor,me ajude a passar nesse teste,é tudo o que pelo nesse momento,e o senhor sabe o quanto desejo isso.
~Paula chega a agência,ás pressas,e logo a recepcionista vem receber,ela e as outras garotas que foram fazer o teste.A recepcionista explica o passo a passo do teste e o que as meninas deverão fazer.
~Um homem alto,de cabelos um pouco grisalho e com aparência de uns 45 anos abre a porta de uma sala e começa a chamar uma por uma.Até chegar a vez de Paula que era a terceira.Ele chama Paula pelo nome e ela entra.Lá dentro havia um estúdio de gravação.Lá era a agência mas eles gravavam os comerciais lá mesmo.
Homem:Olá Paula,meu nome é Paulo,que coincidência não?(risos).Vou acompanhar o teste.
Paula:Olá,prazer.Okay!
~Paulo pede a Paula que vá até o microfone e cante a música escolhida.Enquanto Paula cantava,todos na sala ficaram fascinados com sua voz,beleza e carisma.E Paula foi escolhida para gravar a trilha do comercial.
~Quando Paula recebe a notícia fica muito feliz.De repente,alguém bate na porta.Paulo vai abri-la e se escuta somente as vozes baixas.
Paulo:Lucas,você está atrasado!
Lucas:Eu sei pai.
Paulo:Entre.
~O jovem entra na sala e Paula está virada de costas.
Paulo:Paula,esse é Lucas,meu filho.
~Paula se vira e avalia Lucas.
Lucas:Olá,tudo bem?
Paula:Olá,bem,muito prazer,Paula.
Lucas:O prazer é meu.
Paulo:Pois é,enfim,Lucas é com a Paula que você vai cantar.
Lucas:Se a voz for tão linda quanto a dona,vou adorar.
~Paula fica com vergonha e desvia o olhar,mas Lucas a encara o tempo todo.
Paulo:Então Paula,a gente assina o contrato quando você quiser.
Paula:Estou tão feliz que pode se agora mesmo.
~Paula abre um sorriso e o olhar de Lucas(que a encarava o tempo todo) brilhou.Paula assina o contrato e logo vai para casa,queria contar a notícia a mãe.No outros dia iria voltar a agência,para ensaiar e gravar a música que seria usada no comercial.
Paula:Mããae!Você está em casa?
~Dulce vem da cozinha para a sala onde a Paula está.Paula abre um sorriso e diz.
Paula:Passei mãe!
Dulce:Oh,meu amor,parabéns.Está feliz?
Paula:Sim,muito.
Dulce:Então eu também estou feliz.Comprei aquele doce de leite que você adora.
Paula:Que bom mãe,vou correndo trocar de roupa e comer meu docinho(risos)
~Paula vai até o quarto,troca de roupa depois busca o doce na cozinha e volta para o quarto.Abre seu notebook e entra no Facebook,para ver se a amiga estava on-line e viu que havia uma solicitação de amizade.Era Lucas,Paula entrou no perfil dele,avaliou e conclui,que,o rapaz,assim como ela,era apaixonado por música.Paula aceita o convite.
**Continua no próximo capítulo**
...

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2º Capítulo
Ele saiu praticamente me puxando todo o caminho, tive que me equilibrar por diversas vezes. Perdi as contas de quantas vezes quase cai pelas escadas a baixo, mas nesse breve trajeto pude ver o quando que lá era lindo. Eu realmente havia feito à escolha certa. Descendo o primeiro lance de escadas dava de encontro a uma grande cantina que interligava as escadas dos outros corredores do prédio de artes, estava realmente lotado e só ouvíamos gritos eufóricos de pedidos, ou barulho de passos em conjuntos. Era realmente muita gente e eu achava lindo aquilo.
Quando já íamos nos encaminhado para o segundo par de escada que ligava ao enorme pátio verde entre os três prédios eu quase caio pela milionésima vez.
-Caramba, você podia pelo menos largar o meu braço? – praticamente esbravejo.
- É... me desculpe! Às vezes eu ajo desse jeito e nem percebo – ele parecia realmente chateado. Será que peguei pesado?
- Não, me desculpe, foi só que você estava realmente me machucando.
- É que eu estou realmente empolgado para que você conheça meus amigos, eles vão adorar você. – é, ele não estava chateado, apenas ignorou o que eu acabei de falar.
Continuo o seguindo, havíamos passados por diversas pessoas, de diversos estilos: roqueiros, hippies, descolados, os nerds... Lá era realmente dividido, com naqueles filmes, sabe?
Quando já ia perguntar por eles, ele acena e aponta pra um grupo de... três garotas? Espera, será que eram garotas que ele obrigava a lhe servir e estava me incluindo nisso?
- Garotas – ele começa – essa aqui é Viviane, ela é do mesmo curso que eu e veio da Itália, vocês acreditam? Que nem o Gustavo – pergunto-me quem é Gustavo, mas resolve não falar nada.
– Ela não é legal? – não, elas não me acham legal, sabe por quê? Por que você não me da a oportunidade de se apresentar.
- Oi – o interrompo – prazer.
Duas garotas se mostraram simpáticas ao me cumprimentar, o nome da primeira era Taísa, ela era baixinha e tinha um estilo mais revoltado, porém mais normal do que a outra que não se deu o trabalho de levantar o olhar em minha direção. A segunda era um negra dos cabelos cacheados, parecia bem alienada no celular, mas me cumprimentou educadamente. A terceira que não me olhava chamou-me atenção. Ela parecia bem misteriosa e definitivamente não tinha me achado legal, tinha cabelos roxeados, bem rebeldes, devia ter olhos claros também, mas não dava pra reparar bem já que permanecia com a cabeça abaixada e uma longa franja caia sobe o rosto pálido. Essa não se deu o trabalho de se apresentar, quando ela não correspondeu o meu aperto de mão encaro Diego com um olhar de socorro.
- Stéfany, essa é Viviane, ela é nova aqui na cidade também, porém não conhece ninguém ainda, se mostre simpática e a cumprimente.
- Oi – ela levantou colocando a franja de lado, e sim, ela tinha olhos claros – eu tenho que ir à cantina, até mais. – curta e grossa, pensei.
- Antes que você pergunte, ela é assim, só se torna pior na TPM – sorriu, ele realmente devia achar aquela antipatia normal.
O resto do horário livre seguiu tranquilo com a nossa conversa, a garota de nome Stéfany não havia voltado, o que foi melhor, pois me senti mais à vontade e comecei a me acostumar as loucuras do garoto. Acabei sabendo um pouco mais deles, Taisa, a menor, namorava um amigo do grupo, mas que não tinha vido hoje por uns problemas pessoais, o que a fez choramingar em vários momentos, disse também que havia outro garoto, o tal de Gustavo, que também devia ser da Itália pela comparação. Os três garotos incluindo o namorado da menor que cursava artes cênicas, dividiam uma casa à beira da praia que tinha sido um presente da mãe de Diego depois da sua mudança.
-Deve ser muito legal – falei entusiasmada.
- Em alguns momentos, na maioria das vezes ninguém quer cozinhar ou limpar nada, geralmente as garotas vão lá dar uma força, quer dizer, isso há alguns meses desde que nos mudamos. – agora sim ele parecia uma pessoa normal falando.
Continuamos falando entusiasmados sobre nossas novas vidas, mas também as nossas novas responsabilidades, as mudanças, falaram de todos os seus amigos quando eu por curiosidade resolvo perguntar.
- E quando eu vou conhecer os garotos? – ok, eu não devia ter perguntado isso.
- Se depender de mim, nunca – Taisa responde, sendo direta, direta até demais a meu gosto.
- Ela está brincando, não é verdade, Taisa? – não, ela não esta!
- claro, acredito que amanhã você conheça eles – ela tenta sorrir, mas não me convence, tudo bem, já percebi que é ciumenta.
Antes de conseguirmos falar algo o sinal toca alto e nos encaminhamos novamente às escadas, dessa vez indo a um pequeno auditório. Ele era apertado, devia ter lugar para mais ou menos 20 pessoas, obviamente o número de pessoas que tinha na minha sala. No centro do circulo formado pelas cadeiras tinha uma mulher jovem de cabelos castanhos e pele alva, se disse ser a nossa professora de construção e união de peças.
|***|
A tarde passou voando, tanto que me espantei ao sinal tocar e ver todos levantando das cadeiras.
Sim, eu nasci pra fazer moda, estava amando aquelas aulas que para alguns iriam ser chatas e introduzidas demais.
Ao descer as escadas me despeço de Diego que não iria para as alas dos dormitórios e sim para a sua casa, o que me deixava com um pouco de inveja, confesso.
Já no estacionamento pego a minha enorme mala que havia deixado no porta mala do carro e me encaminho para onde acreditava ser os dormitórios.
Depois de meia hora subindo escadas com uma mala que devia pesar uns 20 quilos avisto uma porta com o número 142 pendurado na porta. Olho a minha ficha e confirmo, quarto 412, ótimo, finalmente achei o meu quarto. Não havia nenhum papel pendurado na fechadura, o que indica que alguém já havia entrado.
Paro na porta, respiro fundo, ajeito a bolsa sobre o ombro e abro a porta pronta pra encontrar minha colega de quarto, e... Não pode ser!
-Eu entrei no quarto certo? – pergunto rezando para receber um não como resposta.
Próximo Capitulo →
Todos se entre olharam, mas não disseram nada. Nos olhamos por um instante, depois desviei meu olhar.
–Amiga, vamos lá pra cima? Temos que colocar as fofocas em dia! - Sophia se levantou
–Vamos! –Sorri
–Não dormem tarde, tá? –Disse branca com carinho
–Pode deixar. –Respondemos
Fomos para o quarto, sentamos em duas poltronas que tinham ali, e começamos as fofocas.
–E aí, Dona lua , o que anda aprontando por lá?
–Ih, nem apronto, ok? –Cruzei os braços
–Ah, até parece que não! –Ela riu –Namorando alguém lá?
–Que nada. Fiquei uns tempos com um Americano lá, mas não deu certo. E você Dona sophia? E aquele chay que me contou?
–Estou gostando cada vez mais dele. Ele é um amor!
–Tá apaixonada, amiga?
–Grandes possibilidades. –Ela sorriu –Ele vai viajar também. Amanhã te apresento.
–Vou conhecer meu cunhadinho? Ah que lindo! –Disse com as duas mãos no rosto, meiga –Mas já é namoro?
–Ainda não. Mas ele topou viajar. Não queria me deixar ir sem ele. –Ela disse contente –Vou pegar meu not pra ver se ele está on.
–Vou pegar o meu net então.
Levantamos, pegamos os computadores portáteis... E voltamos para as poltronas. Ligamos eles, entramos no msn, e ela disse:
–Ele está on. – Sorriu
–Ah que amor! –Sorri
–O arthur também está on, quer falar com ele? –Ela disse me provocando
–Tá brincando, não é? Que garoto chato! –Revirei os olhos
–Ah, ele até que é legal, amiga.
–Desculpe, sophia, sei que é seu primo... Mas ele é chato!
–Como diz vovó: isso ainda vai dar pano pra manga. –Ela riu
–Só se a manga servir para esganá-lo.
–Sei.
–Ah, pára, sophia. –Rimos
–Falando nele...
–O que tem?
–Adivinha quem puxou assunto?
–O besta?
–O próprio. Acho que é por sua causa, viu? Ele não costuma falar comigo por msn, só de vez em quando mesmo. –Deu ênfase no mesmo
–Até parece! Vai ver quer te roubar do Chay. –Desconversei
–Ah, tá. Agora quem diz: até parece, sou eu.
–Sua chata. –Brinquei –O que ele quer?
–Quer ler? –Me olhou irônica
–Ele deve estar me xingando à beça!
–Até que não. Lê, luazita. –Ela me passou seu not, e eu comecei a ler.
Arthur diz: Sua amiga ainda não foi embora? kkkk
So diz: Ah, pode parar de implicar com ela kkkk
Arthur diz: Parei.
So diz: Bom mesmo! u_u
Arthur diz:Quantos anos ela tem?
So diz: 18, por quê?
Arthur diz: Curiosidade. Namora?
So diz: Não, thur.
Arthur diz: Hm.
So diz: E esse interesse todo é o que, hein? G.G
Arthur diz: Já disse que é curiosidade.
So diz: Me engana que eu gosto u_u
Arthur diz: Parou! Aquela menina é uma chata, implicante. Sujou todo meu carro com a rodinha da mala!
So diz: Engraçado que ela disse que você também é chato kkkkkk
Arthur diz: Aff! Vão viajar amanhã?
So diz: Aham. Vamos?
Arthur diz: Nem vai dar =/
So diz: Por que não?
Arthur diz: Tenho compromisso ;)
So diz: Ah, entendi! Galinha u_u
Arthur diz: Curtir a vida, prima.
So diz: Existem outros meios de curtir a vida.
Arthur diz: Se amarrando?
So diz: Se amarrando não porque não sou corda! Namorando...
Arthur diz: KKKKKKKKKK Que namorando o que, sou muito novo u.u Só com uns... Sei lá, 80 anos... kkkkkkkkkkk
So diz: Nossa, quero ser sua madrinha sem uma bengala, arthur! KKKKKKKKKKKKK
Arthur diz: KKKKKKKKKKK Tá, essa parte de casar, deixo pra você e pra Mel que se amarrou pra valer no Micael.
–Quem é Mel? –Perguntei para Manu
–Irmã do Arthur.
–Ah! Me lembrei dela.
Voltei a ler.
So diz: Sério? Que gracinha eles.
A conversa tinha parado por aí. Quando eu ía passar o not pra Manu de novo, veio outra mensagem dele:
Arthur diz: Tenho que confessar que sua amiga é chata, mas é linda.
So diz: Ué, ela não era a implicante e blá, blá, blá? (Eu escrevi)
–Está escrevendo o que, amiga?
–Nada.
–Como nada, luazita?
–Vê. –Passei o not pra ela
–Nossa, ele falando linda?
–O que tem? –Estranhei
–Ele sempre fala: gata, e etc... Mas linda? É a primeira vez que ouço esse garoto dizer.
–Ih, não começa! –Revirei os olhos
Arthur diz: E continua sendo. Mas tenho que admitir...
So diz: Você falando 'linda'? (agora era ela)
Arthur diz: Ih, o que tem de mais nisso?
So diz: Nunca ouvi você chamar uma menina de linda.
Arthur diz: Ah, sei lá... Bom, tenho que ir. Bjão. Manda um beijo pra Lua.
arthur está offline.
–Ah! Ele resolveu sair bem agora?
–Ainda bem. Foi tarde. –Brinquei
–Ele tá fugindo!
–Não inventa, Sophia.
–Ele disse que você é linda. –Me cutucou
–Ah, eu mereço. –Nós rimos
–E ele?
–O que tem?
–Acha ele bonito?
–Oi? –Me assustei
–Você me ouviu, lua. –Insistiu
–Ah, ele é bonito sim. Mas chato. E pode parar de ver coisa onde não tem. –Disse em tom de brincadeira
–Meninas! –branca vinha entrando no quarto –22:00h, vamos dormir? Amanhã tem que acordar às 5h.
–Está brincando, não é, mãe? 5h? –Fez bico
–Ok, resmungona! Você fica então.
–Não, mãe! –Disse depressa
–Então tratem de dormir. –Ela deu um beijo no rosto de nós duas, e saiu
–Vamos dormir então, So.
–Vamos, luazita.
–Ah! Esqueci de dizer! –Ela disse levantando
–O que, Sophia? –Disse prevendo que falaria dele
–Ele te mandou um beijo.
–Nossa, vou sonhar com ele! –Disse irônica –Vamos dormir, menina.
Desligamos os nots, arrumamos a cama, trocamos de roupa, fizemos nossas higienes e deitamos.
–Sonhe com o thur, ok?
–Pára, sua chata! –Rimos –E você sonha com o roobertchay.
–Ah, com certeza! Meu chay! –Ela disse abraçando um ursinho
–Vou contar para o chay que está trocando ele por um urso! –Rimos
–Besta. Boa noite.
–Boa noite, amiga.
Dormimos. E não é que realmente eu sonhei com o Arthur? Não me lembro o sonho, só lembro que ele estava sorrindo.
No outro dia acordei com o despertador da Sophia
–Bom dia, amiga! –Disse me espreguiçando
–Bom dia. –Disse muito mole
–Ainda está dormindo?
–Estou. Vai tomando banho...
–Ok. –Ela dormiu de novo
Tomei meu banho, coloquei um shorts, um Allstar branco, e uma camiseta regata também branca. Prendi meu cabelo em um rabo de cavalo alto, fiz uma maquiagem básica, coloquei meu óculos escuro na cabeça, e estava pronta.
–So? –Chamei
–Quê? –Ela murmurou
–Levanta. 5:30 já!
–Já vou!
–Sua mãe vai brigar contigo, amiga. Levanta!
Ela levantou ainda muito mole, e foi ao banheiro. Eu peguei minha mala e uma blusa e desci.
–Bom dia. –Disse Murilo me abraçando
–Bom dia, Muri! –Sorri retribuindo o abraço
–Está linda.
–Obrigada, você está lindo também.
–Valeu. –Disse sorrindo –sophia levantou?
–Está tomando banho.
–Menos mal.
–Quer comer alguma coisa? Acho que vamos tomar café só na estrada.
–Você vai comer?
–Vou tomar um leite só.
–Aceito um também. –Disse sorrindo
–E aí... Namorando alguém por lá? –Ele disse sem jeito
–Não, não. E você?
–Ainda não.
–Ainda? Tem alguém em mente? –Perguntei curiosa
–Até tenho, sabia? –Disse me olhando
–Posso saber quem é?
–Ah, um dia. –Ele sorriu tímido, eu assenti e ficamos em silêncio por alguns instantes
–Seu leite. –Ele estendeu a mão com o copo
–Obrigada. Que gentil. –Nós sorrimos
Escutamos umas buzinas. Minutos depois entrou o Arthur com seus pais. Não acreditava no que via. Ele iria também?
–Bom dia, seu humor tá melhor? –Arthur se aproximou me provocando
–Não acredito! Você por aqui? –Cruzei os baços
–É, gostou da surpresa? –Disse irônico
–Nossa, você não imagina o quanto. Vou até chorar de emoção. –Revirei os olhos – Não disse que não poderia ir, porque tinha compromisso?
–Hum, leu a conversa, é? –Olhou com malícia
–Eu estava do lado da sophia, idiota!
–Então viu que te mandei um beijo? –Eu virei o rosto e não respondi –E aí? Sonhou com o beijo? –Disse perto do meu ouvido
–Se toca, garoto! –Sai de perto dele
Acordei já eram mais de 20h. Resolvi descer. Arthur não estava mais ali, nem seus pais. Havia só a So, Murilo, e seus pais.
–Bom dia! –Murilo brincou
–Bom dia! –Bati minha mão na testa –Dormi muito, nossa
–Que nada, anjo. O voo é cansativo! Daqui a pouco está com sono de novo! –Disse branca sorrindo
–Espero, tia. –Sorri, e andei para me sentar com eles.
Minutos depois, Marília, a doméstica... Nos chamou para jantarmos. Fomos todos.
–Amanhã temos temos que acordar cedo. –Disse branca
–Cedo que horas, mãe? –Perguntou Murilo já com preguiça
–Que horas quer sair daqui, querido? –Se referiu ao seu marido
–Combinamos de sair à 6h, querida. –Disse dando sua primeira garfada
–Ai que cedo, pai! –Reclamou sophia
–São quatro horas de viagem, so. Ainda vamos comprar as coisas para o churrasco.
–Ah, isso compensa! –Ela disse rindo
Jantamos, comemos a sobremesa e depois fomos assistir um pouco de tv. Até que meu celular tocou:
–Mãe?
–Filha! Caramba, por que não ligou? –Disse brava
–Não deu tempo, mãe, desculpa.
–Como não deu tempo?
–Não deu. Eu cheguei, almocei, fui descansar e acordei agora pouco. Jantamos, sentamos aqui na sala e a senhora ligou! –Expliquei
–Ah, tudo bem. –Ela disse mais calma –Mas então, como estão as coisas por aí? Fez boa viagem?
–Fiz, mãe. Graças a Deus. Está tudo bem aqui.
–Que bom, meu anjo! Já estamos todos com saudades.
–Eu também, mas daqui a pouco estou aí de novo. –Disse carinhosa –Mas e vocês, como estão?
–Bem, querida. Estou esperando seu pai pra sairmos.
–Onde vão, hein? –Perguntei curiosa
–Namorar, não pode?
–Não! –Disse séria, mas depois dei risada –Claro que pode! Mas onde vão?
–Jantar fora, curiosa! –Ela brincou –Seu irmão saiu, então resolvemos passear também.
–Faz bem, mãe.
–Bom, nós já vamos, filha. Se cuida, e respeite todos aí!
–Pode deixar, mãe.
–Beijos, meu anjo! Saudades.
–Saudades também, mãe. Beijos. Manda um beijo para o pai e outro para o chato do Pê.
–Seu pai tá te mandando um beijo também. Eu mando. Tchau, meu anjo.
–Tchau, mãe. –Desliguei sorrindo
–Saudades da sua mãe já? –Perguntou Murilo –Já quer embora? –Fez bico
–Claro que não. –Eu ri –Minha mãe que já está com saudades. Me amam, fazer o quê? –Brinquei
–Quem não te ama? –Ele falou sério