Viver as experiências humanas
Aceitar a experiência humana como ela é, tolerando entregar-se vez ou outra ao simples entretenimento e aos possíveis erros, não se trata de mergulhar na autodestruição como se essa fosse uma fuga inevitável. Trata-se de aceitar a destruição e a reconstrução como algo natural e suportável, se abrindo, assim, aos imprevistos que acontecerão sem se prejudicar tanto pelo medo.













