Encarei meu rosto atravĂ©s do espelho, um rosto desconhecido por mim, alheio ao meu prĂłprio corpo. As olheiras eram perceptĂveis e as lĂĄgrimas caiam sobre o meu rosto sem pudor algum. Realmente, aquela figura que refletia o espelho era uma figura de uma pessoa totalmente destruĂda, tanto por fora quanto por dentro.
Minha alma se inquietou e uma pergunta ecoou em meio ao silĂȘncio desestruturando tudo dentro de mim:
â O que estĂĄ fazendo consigo mesma?
(escreverdores)
















