BLIND DATE -- LYANNA FAWCETT OUTFIT
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Xuebing Du

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One Nice Bug Per Day
I'd rather be in outer space 🛸

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@profetisx
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Blind date | Lyanna & Hei Shou
hexshow:
Dentre todas as experiencias que estaria passando durante aquela tarde de eventos, uma das que estava mais lhe surpreendendo era sem a menor sombra de dúvidas o encontro as cegas para o qual havia se inscrito. Não era algo para o qual estava se programando participar, inicialmente buscando se concentrar inteiramente na apresentação que faria no começo da tarde. Com a quantidade de ansiedade que estava sentindo, era praticamente impossível não ficar se lembrando constantemente do quão importante e essencial sua preparação seria. A cada instante desde a noite anterior ele parecia surgir com mais um potencial problema, enquanto se questionava se estava de fato preparado para um passo daquele tamanho. E obviamente, se continuasse apenas circulando pelo festival eventualmente ele acabaria sucumbindo a ansiedade que parecia apenas crescer na medida que o horário de sua apresentação chegava. Sabia que precisava de alguma coisa para manter sua mente ocupada no mesmo instante que se deparou com o aviso a respeito dos encontro as cegas que eles estavam promovendo. Não sabia ao certo se estavam levando aquilo a sério, sériamente duvidando que duas pessoas fossem capaz de se apaixonar tão rápido. E ainda mais uma pessoa que nunca havia visto na vida…
Por mais que realmente não acreditasse que esse encontro fosse levar de fato a alguma coisa, ou que estivesse se inscrevendo primeiramente para ter alguma coisa com que se ocupar ele estava de fato curioso a respeito com o rumo que isso poderia tomar. Estava verdadeiramente curioso sobre a pessoa que poderia sortear, assim como as conversas que poderiam ter em comum. De um modo geral ele quase não havia ido a encontros, ponderou consigo mesmo. Sua vida amorosa de um modo geral nos últimos tempos não andara exatamente movimentada, conforme ele ia colocando outras prioridades na frente. Era sempre preciso se concentrar em conseguir o dinheiro para o aluguel, manter suas notas na escola, assim como as aparencias de um mero trouxa comum. Refletiu sobre tudo isso enquanto se acomodava na mesa na qual havia sido designada para se encontrar com seu par. Estava ligeiramente familiarizado com a ambientação, lembrando-se vagamente de ter frequentado o lugar em um tempo bem distante. Ainda estava na escola quando viera aqui pela ultima vez, e com uma companhia bastante diferente da que encontraria hoje. Bem, pelo menos o plano de se distrair do show parecia estar funcionando, mesmo que por um curto espaço de tempo.
@profetisx
Ali estava ela, indo para um encontro as cegas, não sabia ao certo por que tinha se inscrito em primeiro lugar, talvez só quisesse fazer algo diferente do que vinha fazendo durante toda a sua vida, onde fugia das pessoas e se escondia. No minimo iria conhecer uma pessoa nova e formar uma amizade. Esse era o objetivo afinal e em segundo lugar, ela estava nervosa. Lyanna ao chegar olhou para a mesa, perplexa, conferiu de novo a numeração que tinha no seu papel, estava certo. Levou um momento para ela seguir sua linha de pensamento, seus olhos se arregalaram quando de fato viu que era Hei Shou Park que estava diante de si, eles se conheceram em Hogwarts.
Ela não queria decepcionar, mas sabia que sua vida não tinha muita emoção ou coisas interessantes para contar, já hei shou devia ter muitas coisas legais para contar. Ela endireitou o cabelo e respirou fundo, antes de se aproximar. "Hei Shou?" perguntou ela incerto. “ Posso me sentar? Isso é realmente muito inesperado, eu jamais imaginaria que iria te encontrar assim. Que doido isso tudo." Ela se sentou não sabia muito bem como se portar ou agir nessa situação já que conhecia ele a bastante tempo, mas pelo menos seria mais fácil do que se fosse um estranho. Lyanna mordeu o lábio em nervoso, sabia que tinha falado demais por nervosismo.
Hide and Seek || Lyanna and Nix
Local : Beco Diagonal
Era raro que Lyanna tivesse uma visão ultimamente e isso estava a deixando cada vez mais feliz. Ela não gostava de nada daquilo, desde que começara a afetar sua vida diretamente, ela havia abandonado os palcos para se dedicar ao dom que florescia em si cada vez mais notavel, então Lya abriu a loja de produtos e livros do ramo, e também dava consultas para as pessoas. Ultimamente o numero de consultas havia aumentado, e ela lia a sorte na borra do café, nas cartas, mas ter uma visão forte e tão clara, estava em falta. E tudo estava bem, contanto que isso significasse que ela podia voltar a sua vida anterior. Porém essas coisas eram tão confusas. E mesmo que Lyanna quisesse retomar do ponto onde parou, agora ela temia não ser mais possível. As coisas estavam um tanto estranhas para si, como se não soubesse seu real lugar no mundo.
Desde que Tai havia deixado a casa para seguir seu caminho, Lya cogitou fazer o mesmo, e ela o fez, mas sempre que pensava nisso, sabia que tinha feito errado em deixar Ottery St. Cathpole, havia deixado um pedaço de si lá, e acabou estremecendo com a lembrança. Focou no caminho nas ruas cada vez menos apinhadas de pessoas, ora muitas, ora poucas. Ela ainda precisava se acostumar. Foi preciso um esforço bastante consciente para não cantarolar enquanto caminhava ou esbarrar entre as pessoas. Foi a primeira vez desde ... desdeque se formou em hogwarts, que ela sentiu que alguma coisa importava, e foi ótimo, realmente. Uma parte dela ainda não podia acreditar que tivera coragem de se inscrever naquilo, mas não tinha nada a perder não é mesmo?
Lyanna virou a esquina, girando a varinha na mão e parou abruptamente. Ali, a poucos passos de distância, ela não conseguiu ver claramente e acabou esbarrando em uma pessoa. A visão ficou turva e e ela segurou no braço da mulher em questão, o que fez o coração de Lyanna acelerar. Sua garganta se contraiu, seu aperto na varinha afrouxou e um grito se acumulou em seus pulmões - um grito que ela mal conseguiu engolir quando a visão enfim veio, fazia meses que isso não acontecia. Levou um momento para sua respiração voltar a ela, para que seu batimento cardíaco começasse a desacelerar, mesmo que apenas uma fração. Foi uma visão curta e simples mas que tinha esgotado um pouco de si. Ela ergueu os olhos, suas unhas estavam apertando o braço alheio, ela afrouxou aquele aperto murmurando um pedido de desculpas.
Talvez a coisa mais inteligente a fazer fosse voltar atrás, esquecer o que tinha visto e não falar nada. Mas qual era o sentido disso? Ela tinha que falar. Erguendo os olhos novamente para a mulher ela deu apenas um passo para trás soltando seu braço e procurando se refazer.
@nixsally
small call. - Para receber um small aleatório digite uma palavra e eu vou escrever um small baseado na palavra que digitou.

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Not a Child || Lyanna & open
wonghwa:
Não importava o tempo que estava, se fazia sol, chuva, frio ou calor, até mesmo no meio de uma tempestade o moreno se aventurava a sair à rua para não se sentir sufocado entre as paredes do seu apartamento. Sempre que tinha alguma folga ou tempo livre dos treinos intensivos e principalmente das provas, o Wong gostava de aproveitar esses dias para vaguear pela cidade, fosse sozinho ou acompanhado. Maioria das vezes acabava indo sozinho mesmo, afinal, os seus horários nem sempre coincidiam com os da sua irmã ou dos seus amigos, portanto era muito comum ele ocupar o seu tempo livre sozinho e isso nunca havia sido um problema visto que ele era alguém que apreciava a sua própria companhia e além disso era sociável e rapidamente fazia amizades em qualquer lugar que fosse. Ou inimigos, dependendo da pessoa que encontrasse e a maneira como eles fossem interpretar a personalidade caótica e intrometida do asiático.
Caminhava desajeitadamente devido à neve que cobria o chão e deixava o pavimento escorregadio, fazendo-o quase cair umas três ou quatro vezes seguido de algum palavrão que a sua boca suja proferia. Mesmo perante as quase quedas e o perigo da neve, o asiático caminhava com o celular na mão e prestava atenção na conversação que estava decorrendo no grupo que tinha com os seus amigos no whatsapp. Digitava apressadamente enquanto gargalhava escandalosamente e sozinho de alguma piada dos amigos, chamando a atenção de algumas pessoas que o olharam estranho, algo que ele não se importaria mesmo que tivesse notado. A sua atenção no celular não durou muito visto que após sentir um impacto contra o seu corpo o mesmo caiu direto no chão, afundando-se na neve que estava num nível consideravelmente alto naquela calçada. — O meu celular! — exclamou alarmado, ajoelhando-se no meio do chão e começando a cavar a pouca neve para enfim encontrar o seu celular ainda inteiro. Limpou-o cuidadosamente contra o seu sweater, levantou-se e só depois de se certificar que o celular estava funcionando é que ergueu o rosto e fintou a pessoa com quem havia chocado. — Não sei se desculpo. Vai pagar pelos estragos? — inquiriu colocando uma expressão séria, pressionando com força os lábios para conter a risada e manter aquela falsa expressão séria e aborrecida com a situação que acabava de ocorrer.
Lyanna se sentia culpada. Ela estava completa e totalmente com aquela sensação de estranheza dentro de si. Como diabos ela poderia estar tão distraída a ponto de trombar com duas pessoas distintas no mesmo dia? Desastrada desse jeito as pessoas nunca a levariam a sério! Bem, ela estava se distraindo com qualquer coisa minima mas dessa vez a culpa foi inteiramente de sua brincadeira ao caminhar, custava ser menos infantil Lyanna Fawcett? Não adiantava reclamar condigo mesma agora, e ela sabia disso quando olhou a cena a sua frente após colocar a bolsa de volta aos ombros. O rapaz a sua frente estava cavando a neve. Ela não sabia o que ele tinha perdido, mas o sentimento de culpa a preencheu por completo, e se fosse algo importante?
Não importava muito que ela não o conhecesse, ela havia feito aquilo com ele. Era o princípio da coisa. Finalmente pode ver o que ele procurava, era um objeto que ela havia visto algumas vezes, mas Lya não tinha um e nem mesmo já havia usado. Isso era meio preocupante, se um rápido olhar para cima e para baixo novamente fitando o rosto do rapaz e logo após seu aparelho estranho. Era um aparato trouxa, que eles chamavam de celular, era usado para falar com as pessoas que estavam longe, isso ela havia aprendido na aula de estudo dos trouxas. Sim, ele devia ser um trouxa e ela estava bem com isso. O problema era que Lyanna parecia ter estragado o aparelho do rapaz e agora ela teria que consertar o mesmo mas como poderia fazer isso? — Eu quebrei seu celular? — ela questionou com certo receio, mas se ele dizia que sim, obviamente ela sabia que ele não deveria estar mentindo, embora Lya não poderia dizer se realmente estava ruim já que nunca havia utilizado tal aparato. Então nesse caso teria que confiar no trouxa com quem estava falando. — Sim, se fui eu que quebrei nada mais justo que eu pague, sabe quanto deve custar mais ou menos o concerto? — ela perguntou totalmente apreensiva não por não ter como pagar, apenas por que não tinha dinheiro trouxa consigo, ela poderia usar magia nele, mais isso não seria certo, confundus era perfeita mas ela não se sentia confortável com tal ideia. — Eu só não tenho dinheiro agora aqui comigo. — ela preferiu tentar ser o mais sincera possível naquela situação. Ela mordeu o lábio inferior, completamente nervosa com a situação, esperava conseguir resolve-la em bons termos e não precisar apelar para nada drástico mas ele apesar da expressão aborrecida em seu rosto não parecia ser alguém ruim ou que se exaltava com facilidade.
Not a Child || Lyanna & open
Lyanna chutou um monte de neve enquanto andava pela estrada movimentada, sem pressa de voltar ao Caldeirão Furado, o Flu público mais próximo. Ela não deveria voltar ao trabalho por mais uma hora, tendo seu compromisso concluído muito mais rapidamente do que ela esperava, e era tentador apenas passear por Londres trouxa até então. Ela continuou se movendo na direção da Trafalgar Square, no entanto, e ela ... ela não estava pronta para chegar perto dela.
Ela suspirou enquanto se virava na direção do pub bruxo. Talvez ela passasse o dia inteiro no Beco Diagonal; ela não tomava sorvete há muito tempo, certamente a Fortescue's poderia ter alguns no auge do inverno. Ela torceu o nariz; esperando que eles estivessem abertos, porque agora que ela pensava nisso, ela realmente queria um sundae.
O doce no etanto a fazia se lembrar de sua mãe. Não pense nisso , ela repreendeu a si mesma enquanto caminhava ora dentro, ora fora das multidões. Doía pensar e qual era o sentido de sentir dor? Não ajudou, não conseguia nada.
Ela dobrou uma esquina e entrou em uma rua lateral menos movimentada. Subindo no meio-fio, ela esticou um braço para equilibrar-se e caminhou ao longo da borda, como se fosse uma corda bamba ou uma trave de equilíbrio, e ela estivesse nas aulas de ginástica novamente. Olhando para cima, ela viu uma família de turistas loiros olhando-a estranhamente, e ela não conseguia parar a risadinha que escapou de seus lábios, enquanto voltava para a parte principal da calçada. Então, ela começou a se certificar de não pisar nas linhas da calçada de pedra, pulando cuidadosamente sobre as rachaduras irregulares e os contornos de tijolos mais suaves.
Qualquer coisa servia como uma distração.
Seu olhar estava totalmente focado no chão, ela não estava prestando atenção para onde estava indo. Ele veio com um choque quando ela bateu direto para alguém, com força suficiente para que ela quase cai-se e se machucasse levemente.
"Merda", Lyanna murmurou enquanto se endireitava. Sua bolsa escorregou do ombro com o impacto, e ela se abaixou para pegá-la. ‘’Desculpe, desculpe! Eu não estava olhando para onde estava indo!”
Two Truths and Many Lies || Lya and Mia
cupcakemiabae:
Os últimos acontecimentos pareciam não querer largar a mente da Bae, especialmente porque ela ainda se encontrava completamente perdida naquele mundo que outrora ela iria jurar ter conhecido fielmente. Porém, os tempos sem dúvida que haveriam mudado e Maria já não conhecia mais aquelas ruas, nem mesmo as pessoas que por ali vagueavam. Era quase como se um novo lugar ali tivesse renascido, e céus, como isso acabava por assustar a asiática. A ex-sonserina sabia perfeitamente que não deveria ter medo, afinal aquele era seu lugar, contudo o medo parecia ser mais forte que ela. Era como se a menina não conseguisse controlar aquilo que ia dentro de si, em especial dentro de seu coração. Mas o que motiva ainda mais o seu medo era não saber daqueles que um dia pertenceram à sua vida. Talvez a garota já não os conhecesse mais, ou eles mesmo não se lembrassem dela. E sem dúvida que esse pensamento, esse sentimento era completamente agoniante. Maria não sabia mais como lidar com tudo aquilo. Era como se tivesse renascido de novo. E na verdade fora isso que acontecera à bruxa após descobrir o seu passado, o passado da sua família biológica. O fato de ter descoberto que o sangue que corria em suas veias era completamente puro a assustava, especialmente porque ela sabia que seu avô materno não iria desistir de fazê-la ver a importância do purismo no mundo bruxo. Para a Bae não existia nada mais importante que um bom coração, independentemente do sangue que corroía nas veias. E talvez fora isso que fizera com que a oriental acabasse por se afastar de sua família após algum tempo. Os seus ideias iam contra os de sua família, ou melhor, de seu avô.
Naquela tarde a ex-sonserina acabara por decidir ir passear um pouco, afinal ela estava realmente necessitando de colocar suas ideias no lugar. Ela necessitava, talvez, de espairecer um pouco, e sem dúvida que um passeio pelo beco diagonal era o ideal para tal fato. E quem sabe se Maria não iria reencontrar alguém conhecido por ali. E sem dúvida que isso era algo que a garota mais ansiava. Ela ansiava por reencontrar seus amigos, pois só assim ela poderia ter certeza que eles se encontravam bem. Só assim a magiozoologista poderia descansar verdadeiramente o seu coração, e quem sabe amenizar a culpa que sentia por ter se afastado daqueles que mais amava. Porém, Maria sabia que iria ser difícil se desculpar, especialmente porque no seu ponto de vista o que ela fizera não merecia desculpa. Ela poderia ter procurado sua família sem afastar seus amigos, mas sua teimosia sempre fora mais forte que tudo o resto e isso acabara motivando seu afastamento. Sua teimosia sempre fora um de seus piores defeitos, e céus como a asiática se sentia mal por ser assim. Ela só queria poder seguir seu coração, e quem sabe assim seguir um caminho totalmente correto para a sua felicidade. Seria assim tão difícil se manter num caminho feliz? Talvez até fosse, ou talvez até fosse uma maldição feita pelo seu avô materno.
Maria se sentia completamente perdida que os passos que dava pareciam praticamente sem rumo, e a verdade era que a oriental caminhava realmente sem um rum certo. Ela só queria encontrar um lugar onde pudesse se sentir em paz, ou quem sabe apenas sossegar seu coração que teimava em se preocupar cada vez mais. Os segundos pareciam aumentar e com isso toda a preocupação parecia irradiar cada vez mais por entre as míseras células do corpo da Bae, fazendo com que aquele sentimento fosse praticamente o único que a garota conseguisse sentir no momento. Aos poucos, a ex-sonserina se vira subindo algumas escadas. Fora nesse momento que a garota se deparou com uma figura que lhe parecia ligeiramente conhecida. A Bae se aproximou lentamente da loira enquanto arqueava ligeiramente um de seus olhos. A oriental tinha plena certeza que conhecia aquele rosto, e algo parecia lhe dizer que era de Hogwarts. Um sorriso breve se formou por entre os lábios de Maria enquanto ela baixava o seu olhar. — “ Ahm…me perdoa, mas eu acho que conheço você. ” — começou por dizer sentindo sua voz estremecer por breves momentos. A garota tossiu ligeiramente voltando novamente o seu olhar para o rosto alheio. — “ Você estudou em Hogwarts, certo? ”
Poucas pessoas passavam por ela e despertavam aquele arrepio em si, e o som de seus passos se aproximando e o tom de sua voz gradualmente se tornou familiar. Por isso, foi com alguma surpresa que ela percebeu que esse conjunto de olhos que pousavam nela eram- de fato, conhecidos. Embora ainda um tanto turvos na sua mente.
Ela ficou paralisada por um momento, não gostava de muitas lembranças de Hogwarts, havia sofrido um pouco na escola, mas em qual lugar não tinha tido aquela traumatica experiencia? Portanto ela sorriu para mascarar seu desconforto evidente e tentou puxar pela memoria seu nome e identidade um tanto perdidas em sua memoria, um estalo se fez presente em seu interior, então ela lembrou.
Não. Ela balançou a cabeça, tentando limpar o pensamento de seu cérebro. Mas as lembranças estavam lá e mesmo que a menina estivesse um tanto diferente sabia que era ela, a sonserina. Ela apenas ... apenas observava e provava a si mesma que estava errada. —Sim, eu era da corvinal, você da sonserina. Namorada do Hei SHou, não é? — ela perguntou mesmo que já soubesse a resposta não custava confirmar. — Você está um pouco diferente mas sim, é você espera eu vou lembrar... Se chama Mia, não era assim que seus amigos te chamavam?
Lya+ Mingey

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Quando estava em Hogwarts qual a matéria que você mais odiava?
Historia da magia. Ate entendo que é necessária, mas que e chata é…
Entrei na água e me molhei. Brinquei com fogo e me queimei. Vi você, e então me apaixonei.
É nessa hora que o povo que convive comigo manda você correr enquanto é tempo.
Two Truths and Many Lies || Lya and Mia
Talvez ela estivesse paranóica, mas parecia que todo mundo estava olhando para ela, falando sobre ela. Esperando para ver a garota que tinha as visões estranhas. Todos estavam tratando Lyanna com luvas de pelica e sendo muito cuidadosos e - ontem, ela não havia aberto a loja no beco diagonal, e Treston Olivaras nem sequer franziu o cenho ao ve-la chegar. Era muito estranho, ele era sempre intrometido na vida alheia.
Ela não ia desmoronar, e eles precisavam parar de esperar por isso.
Então aqui estava ela na sua loja de produtos esotericos, magicos e sua tenda de adivinhação, rabiscando um pedaço de pergaminho, determinada a terminar aquele maldito texto para sua coluna na Wenkly Witch. Não era o seu melhor, ela sabia que não era, mas mereceria um Aceitável, no mínimo, e isso teria que fazer.
Eles ainda a estavam observando. Um olhar para cima confirmou que ela não estava imaginando - assim que ela levantou a cabeça, nada menos que seis olhares voltaram rapidamente para o seu próprio trabalho. Odiava seus funcionários sempre tão solicitos e preocupados.
Suspirando, Lyanna fechou o pergaminho e o colocou na bolsa. Ela precisava encontrar um lugar mais silencioso, mais vazio, para trabalhar.
Acenando um adeus silencioso para aqueles que olhavam para onde ela ia, Lyanna correu pela tenda e saiu para o corredor da loja. Ela virou-se para a grande escadaria, parando com a mão no corrimão enquanto pensava para onde ir. Seu apartamento estaria vazio a essa hora, mas seria muito fácil para seus funcionarios encontrá-la lá se - quando - eles quisessem dar uma olhada nela. Um pub ou ate mesmo o três vassouras, algum lugar onde seria difícil de ser vista, seria muito melhor.
Então, em vez de subir em direção ao apartamento, Lyanna saiu pela porta parando no terceiro degrau ao sentir um arrepio muito forte ao ver a menina que se aproximava, Lyanna sabia que a conhecia, só não lembrava de onde.
@cupcakemiabae
Turno Call para o plot drop do evento curta aqui para receber uma proposta de turno sobre o plot drop do evento.
Not With a Bang || Lyanna & Rose || New Years Eve 29/30
Trafalgar Square, Midnight w. @lionessrosew
Lyanna via e ouvia muitas coisas, e não, não estava falando sobre os sussurros no mundo bruxo, sobre revelarem que os bruxos existiam que sempre estiveram ali. As vezes terminava suas visões com as lágrimas borrando sua visão antes de estar no meio delas. Ela sabia o quão terrível era e tudo o que aconteceria se as coisas dessem errado. Ela sabia o quão terrível essas pessoas, esses trouxas seriam se descobrissem, seriam tratados como aberrações. Perseguidos e mortos queimados em fogueiras assim como a anos e anos atrás. Ela sabia , mas realmente não entendia. Então estava ali com sua melhor amiga de infância, Rose havia partilhado muitas coisas na vida de Lya, se não fosse a ruiva que vivia na casa de seus vizinhos ela jamais poderia dizer que tinha um amigo, foi no ombro de Rose que chorou quando seu primeiro relacionamento deu errado e foi ela que suportou quando Lya se viu sozinha dentro de casa quando todos que amava precisaram partir, Rose era a ancora que ela possuía, era quase sua irmã.
Os gritos de “FELIZ ANO NOVO!” Ecoaram pelo local, e os fogos de artifício começaram a dançar no céu, e Lyanna sorriu quando Rose, mais fundo na multidão. Londres era brilhante - deslumbrante, freneticamente ocupada, barulhenta . As pessoas estavam gritando, gritando, enquanto os segundos passava, era o ano novo. Talvez Lyanna tenha levado mais tempo do que deveria para perceber que aqueles gritos não eram as emoções excitadas de alegria que deveriam ter sido. Não ate que leu as letras no céu, e ela se concentrou na expressão de pânico nos rostos das outras pessoas, que o medo nas vozes ao seu redor registrou corretamente. Ela pensou em aparatar com Rose para casa, ela pensou em muitas coisas mas ficou parada ali sem nada fazer.
Lyanna olhou em volta descontroladamente - oh, Deus. Flashes de luz que definitivamente não eram fogos de artifício, vozes gritando palavras, pessoas voando em vassouras, estava acontecendo, estava acontecendo o que ela não queria que acontecesse. - Rose! - ela gritou por cima da cacofonia, enquanto empunhava a varinha. Ela não conseguiria aparatar, do jeito que estava iria estrunchar; não conseguia correr, nem mesmo se quisesse muito. Estava parada em pânico, não tinha nada que pudesse fazer suas pernas não obedeciam.
Por um momento, pensou em lançar um feitiço de escudo sobre elas, protegendo-as ate que os aurores pudessem conter a multidão e aquelas pessoas que estavam zoando tudo. Mas isso chamaria a atenção para elas, e era muito melhor ser o mais invisível possível, certo? Porra, por que ela não era boa em lançar feitiços de desilusão ainda?

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sebbyfawley:
Apesar da dimensão dos acontecimentos daquela noite, assim como as possíveis consequências de algum deslize por parte sua ou de alguns dos seus colegas que agiam em algum lugar entre a multidão de trouxas ali presentes, Sebastian mantinha-se composto enquanto prosseguia com sua vigilia. Claro, sua profissão exigia naturalmente que ele se mantivesse composto diante de situações estressantes como aquelas, mas não era somente por isso. Meticuloso como ele era havia estudado a área com antecedência, e por mais que ele mesmo não pudesse prever todas as váriaveis ele tinha pelo menos algumas possibilidades para trabalhar em cima. E caso mesmo assim tudo desse errado acreditava ter conhecimentos o suficiente para improvisar alguma coisa. Sebastian se mantinha em um ponto que acreditava ter uma visão privilegiada dos trouxas que circulavam alegremente ao redor, muitos dos quais nem olhavam duas vezes em sua direção. E não surpreendia muito, uma vez que tudo em seu visual havia sido pensado para manter-se invisível e que não chamasse atenção. Podia observar com alguma frequência colegas aurors circulando por entre os trouxas, todos com expressões sérias não deixando escapar nenhum detalhe na multidão. Desviou seu olhar momentaneamente quando, próximo de si pode escutar o barulho de uma agitação que chamou sua atenção. Não parecia ser nada de muito grave, mas como ele era o mais próximo se achou na obrigação de ver o que estava acontecendo. — Com licença, posso ajudar com alguma coisa ? — perguntou mudando repentinamente sua postura ao identificar um dos dois sujeitos como sendo um bruxo.
Lyanna não estava acostumada com a Londres trouxa então quando o homem segurou em seu braço e lhe disse que iria fazer companhia, Lyanna tentou puxar o braço. Não podia puxar a varinha no meio de tantas testemunhas, se o fizesse acabaria se encrencando demais. No fundo ela sabia que não deveria ter vindo, suas roupas podiam ser consideradas estranhas e o ar de novidade em seus olhos entregava que havia muitas coisas que estava vendo e apreciando pela primeira vez.. Talvez o homem tivesse percebido e estava achando que Lya fosse uma turista, talvez ele estivesse com intenção de furta-la ou algo semelhante o que a deixava mais apavorada. Quando ouviu a segunda voz masculina ela se encolheu, não sabia se era uma ajuda ou algum cumplice do tal sujeito. - Na verdade pode dizer a este senhor que a companhia dele é indesejada. - ela disse tentando puxar o braço novamente, sem obter sucesso assim como das outras vezes.
hexshow:
Recentemente, ou mais especificamente desde que ele inventara de cursar música em uma universidade trouxa, seu pouco contato com o mundo mágico se vinha através do profeta diário ou suas ocasionais conversas com seus pais. Eles ainda se encontravam de vez em quando em uma cafeteria perto do seu apartamento, que ele ainda não apresentara aos mais velhos. Sabia que isso apenas os preocuparia de qualquer maneira, e seu colega de apartamento nem sonhava com a existência de magia e ele se esforçava para não cometer deslizes. Seus pais podiam não ser tão bem sucedidos quanto ele. E como estava sempre se esforçando, tentando se inteirar com esse novo ambiente com o qual agora ele convivia ele não tinha muito tempo para sentar e ler as noticias. Caso o tivesse estaria ciente das especulações a respeito de uma possível tentativa de exposição do mundo mágico naquela noite. Estava totalmente despreocupado enquanto se encaminhava para o lugar que havia combinado de se encontrar com alguns amigos da faculdade. Havia se encostado a fim de verificar de havia recebido mais alguma mensagem de algum deles quando alguma coisa esbarrou em seu braço, derrubando seu celular no chão. Bem que os trouxas poderiam inventar aparelhos que fossem ao menos um pouco mais resistentes, meditou consigo mesmo fazendo questão de encarar a pessoa que acreditava ser a autora daquilo. Não que se importasse muito, ele podia consertar sem problemas alguns, mas não seria o caso de alguns amigos seus e isso o chateava as vezes. — Não vai nem se desculpar ? — deixou escapar irritado enquanto se abaixava para pegar o aparelho do chão.
Não era a primeira vez que Lyanna frequentava o mundo trouxa, ela ia as vezes mas sempre se surpreendia com todas as coisas diferentes que ali tinha . Apesar de ser mestiça ela conviveu apenas com o lado bruxo durante toda a sua vida, teve algum contato em Hogwarts mas ainda assim eram diferentes já que os trouxas não levavam apetrechos de seu mundo para Hogwarts. Então Lya sempre estava encantada demais com tudo de novo que via e presenciava, e assim ia se familiarizando aos poucos com as coisas, embora não entendesse a maioria delas e de seus costumes.
Loucos, muitos deles. Então ali estava ela no meio daquela comemoração, completamente longe de seu ponto de segurança cercada de trouxas e com uma sensação estranha vibrando pelo seu corpo. Ela sabia que algo não estava certo , e isso era sua intuição mas por isso mesmo ela não conseguia ir embora. Não depois de ler sobre aquelas coisas, sobre revelarem os bruxos para os trouxas e ela tinha medo disso, o que poderia acontecer a eles caso todos soubessem. Quando uma pequena comoção chamou sua atenção, não a comoção em si mas a voz que ressoou em seus ouvidos. - Hei Shou! - ela exclamou ao vê-lo recolhendo algo enquanto falava com alguém.