
Kiana Khansmith
Not today Justin
art blog(derogatory)

tannertan36

pixel skylines

❣ Chile in a Photography ❣
hello vonnie
🩵 avery cochrane 🩵
KIROKAZE
"I'm Dorothy Gale from Kansas"

gracie abrams
TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
Sweet Seals For You, Always

Product Placement

titsay

Jar Jar Binks Fan Club
𓃗
Cookie Run:Kingdom Official!
almost home

seen from Austria

seen from United Kingdom
seen from Colombia
seen from Germany
seen from Italy

seen from South Korea

seen from United States
seen from Pakistan

seen from United States
seen from Slovenia

seen from Colombia

seen from United States
seen from Venezuela
seen from Italy

seen from France

seen from United States

seen from Türkiye
seen from United Kingdom
seen from Chile
seen from Türkiye
@portfita

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
No dia 15 de julho de 2026, por volta das 19h30, a convite da professora doutora Rosilene Agapito, foi apresentada a performance de “Quando Choro Renasço, Quando Rio Me Refaço”, poema que foi primeiramente publicado no livro físico "Coletânea de Poetas Brasileiros Contemporâneos" pela Editora Persona (p. 66) e posteriormente no livro físico e ebook “1001 Poetas - Livro II” (p. 128) pela editora Casa Brasileira de Livros em versão física e em eBook disponíveis na Amazon.
Sem avisos - como em geral acontece em happenings e performances -, o artista Rafael Fita adentrou o auditório 211 da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) declamando e interpretando o poema, seguindo até a área mais próxima do palco onde se localizava a mesa redonda “Entre Livros, Letras e Destinos: diálogos sobre criação, mercado editorial e leitura”. O evento foi destinado a acolher e estimular os estudantes do primeiro período (2026.1) da graduação em Biblioteconomia da UFPB a tornarem-se conscientes dos campos e possibilitades de atuação da área.
2021 - Participação na coletânea de poemas de autores brasileiros "1001 Poetas - Livro II" da editora Casa Brasileira de Livros, p. 128 na versão eBook disponível na Amazon
2021 - Participação no livro "Coletânea de Poetas Brasileiros Contemporâneos" pela Editora Persona. O poema "Quando choro renasço, quando rio me refaço" encontra-se a partir da página 66
2021 - Fotografia e pintura facial

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
2021 - Séries de desenhos e fotografias na pandemia
1, 2 e 3 - Fotografias feitas a função panorâmica da câmera de um celular;
4 e 5 - Desenho como releitura do quadro "O Grito" de Edvard Munch, técnica: lápis de cor;
6 e 7 - Fotografias de um ser superprotegido (ou superisolado) com seus apetrechos, acessórios e peças de roupas afetivas.
2021 - Vídeo "Quando choro renasço, quando rio me refaço"
Trata-se de um vídeo criado como resultado do minicurso "Teatro e dança: Trabalhando monólogos e solos baseados em textos literários" do Centro Estadual de Arte da Paraíba – CEARTE - PB. Texto e interpretação por Rafael Fita, direção teatral por Paulo Soares, direção musical por Israel Andrade e direção corporal por Joelma Ferreira.
O texto narrado é um poema que foi publicado em 2021 no livro Coletânea de Poetas Brasileiros Contemporâneos pela Editora Persona (p. 66).
2020 - Participação no quadro semanal da arte-educadora Juliana Insua
Em 2020, Juliana Insua - cuja formação é em Teoria Crítica e História da Arte e Artes Visuais pela Universidade de Brasília - convida Rafael Fita para expôr sua relação com as artes visuais em seu instagram educativo (@eucontoaarte).
2020 - Vídeo "Para quem é doce"
Dirigido por Silvia Lucarini, via mentoria online. O texto é de autoria de Rafael Fita.
Nessa nova edição da SG1 Live vamos debater a inclusão e democratização da arte através da educação. Desde o ensino básico até os educativos
Participação na SG1//LIVE: Arte, Educação e Inclusão
Nesta edição online debateu-se a inclusão e democratização da arte através da educação. Desde o ensino básico até os educativos institucionais: como aproximar as pessoas da vivência artística? Os convidados possuem vivências que vão do institucional ao cursinho, do cursinho à arte-terapia.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
2018 - Participação na peça de teatro "Família Desajustada"
Realizada no teatro da Administração do Guará, a peça foi dirigida por Jucundo Costa dos Santos ou Seu Juca, diretor da Cia. Asa de Dança e atuante na Casa de Cultura do Guará - DF com seus cursos regulares de teatro amador para todos os públicos. A querida Inad Oliveira Fernandes também sempre esteve presente auxiliando no processo. "Os Desajustados" tratava-se de uma história em que vários personagens estavam marginalizados ou desalinhados com as expectativas da família como uma prostituta e um alcoolista que eram parte de uma família. Em determinado momento da peça, os personagens mudam de comportamento e decidem por estudarem e se tornar mais responsáveis por si mesmos. Rafael Fita atuou como a personagem Vandinha, a filha prostituta.
2019 - Participação na exposição coletiva de projetos de diplomação dos estudantes de Artes Visuais no segundo semestre de 2019: "Qual o nome da sua exposição de Arte Contemporânea?", realizada na Galeria Espaço Piloto, Universidade de Brasília
Instalação "A arte imita a vida e eu gosto muito de você!" composta por tapetes de borracha coloridos, um quadro branco, colagens, fitas, um andador, uma pintura feita com tinta guache sobre MDF e outras pinturas feitas em conjunto com o aluno participante do projeto de diplomação "Arte-educação e o TEA (Transtorno do Espectro Autista): Uma proposta lúdica e afetiva", no qual tinha como intenção investigar de que maneira a arte-educação pode contribuir no desenvolvimento de um aluno com autismo e outras condições como a paralisia cerebral diplégica espástica, no que diz respeito a qualidades como a socialização, a cognição, a expressão não verbal, abstrata e autonomia do sujeito. Por meio de um relato de experiência como educador social, Rafael Fita verificou como as atividades artísticas auxiliam no desenvolvimento do estudante. O projeto e apresentação foram avaliados pelas professoras Cristina Azra Barrenechea e Liza Minari Hargreaves com louvor, obtendo nota máxima.
Link para o Trabalho de Conclusão de Curso mencionado acima:
Arte-educação no transtorno do espectro autista (TEA) : uma proposta lúdica e afetiva
2019 - Foto performance realizada via troca de e-mails por Thomas Edson (@thomasedsonjc) e Rafael Fita (@rafaelfita08)
Thomas Edson: Como e onde a sua arte te dá força? Quem e como você quer atingir com a sua arte?
Rafael Fita: A arte me dá forças quando eu não sei mais o que fazer, quando não sei mais qual é o sentido da vida, crio para poder me dar vidas para viver, para me diferenciar, para cuidar de mim, da minha vida, da minha psiquê. Sonhar acordado, brincar sozinho, encontrar a minha independência, criar meus filhos e poder prosperar sem ter limites. Eu encontrarei o meu poder, o meu valor na arte, as minhas possibilidades distintas e infinitas. Poder me diversificar, usar melhor as minhas ferramentas corporais, giz de cera, lápis de cor, o asco. Como eu posso usar o asco para me desprender da beleza? Da aparência que penso ser uma prisão - dependendo de como nos acomodamos na mesma ou de como a mesma se apropia de nós. Beleza esta que muitas vezes pode ser o que você percebe que os outros querem que você aparente ser/seja. O que você aparenta ser não é realmente o ser. O seu ser límpido qual é? Não vai ser isso. Eu brinco de pensar que sou a minha obra de arte porque minhas obras de artes são uma forma de me desprender da aparência, de poder ser uma outra coisa, de improvisar, me aprimorar, me trabalhar. Elas são a extensão do meu corpo e o que eu faço com elas possivelmente é correlato ao que eu faço comigo mesmo. Se deixo elas correrem livres para fora do meu quarto, é o que tô me permitindo ser... É o que faço comigo mesmo. Estou me permitindo correr solto no mundo? O que eu crio é o que estou me permitindo ser. No entanto, percebo que o Criador vive independente de suas criaturas, o que os une é o poder, a força, a linha, a fita, o cordão que foi criado entre eles, a conexão que nasceu durante a gravidez das obras, o processo, o deliciar, as contrações... E o que fazer depois? O que fazer é ser e deixar ser. O Criador pode criar. Pode escolher os materiais. O que a obra vai ser quando crescer é ela quem vai saber. Ele não tem total controle sobre suas obras. Pelo menos, isso me parece interessante enquanto criador das minhas obras, como artista que controla e descontrola, constrói e destrói, dá e... Já foi, já correu, já escorreu, transbordou e isso lhe apeteceu a existência... O suor escorre, e eu me pergunto: como eu me transformo? Como eu transformo a minha arte? Como eu consigo ser. A arte pode comigo. Eu posso com a arte. Eu posso comigo enquanto arte. Mas eu preciso errar com a minha arte e meus bichinhos também precisam, eles têm que se libertar do meu quarto, crescer. Para me livrar das agruras da imagem, da aparência, é preciso pensar que: EU NÃO EXISTO. Assim eu sou propenso a ter menos peso, o peso de existir. Eu não sou o meu corpo, eu não sou o meu cabelo, assim eu deixo ele existir com leveza e eu me deixo... Eu me deixo existir leve. Eu me levo para todo lado leve. Eu me levo para longe e eu vou ser leve porque eu me levei. Eu me levantei para ser em outro lugar (isso é morte, não é ruim). Eu não sou bonito por causa do meu rosto ou cabelo. Eu sou bonito porque existo e existe algo lá dentro, na mecânica do microuniverso feito raro efeito do átomo que não é raro. Será mesmo que é raro o átomo? Ser a vida como substância plena de coisa simples, ordinária, comum (todo ser que existe no cardume é precioso)... Não é porque algo há em abundância, ou porque é comum - olhos castanhos, pombos acinzentados, oxigênio - que é menos precioso. Ser assim me traz leveza. A criança faz arte com o que lhe estiver ao alcance (nisso muita coisa se inclui, inclusive o universo imaterial dos sonhos). Não é porque eu te amo que eu não vou amar eles/elas. Não precisa ser exclusivo para ter valor. O VALOR NÃO VEM DA QUANTIDADE DISPONÍVEL NO MERCADO... A água só vai ser preciosa quando estiver a ponto de não existir mais ao nosso alcance? É só quando algo não está ao nosso alcance que se torna precioso? Thomas Edson: Onde está a beleza da sua arte? Como a beleza da arte pesa em você?
Rafael Fita: Eu não sou a minha beleza. A minha beleza está em apenas existir. O moço do salão de cabeleireiros achou que eu precisava cortar um pouco mais porque estava bizarro. Mas eu quis, eu quis ser bizarro para ver como que é ser estranho. Ser estranhíssimo a mim mesmo para saber quem eu sou? Ser outra pessoa. Caro, Fita eu não sou você. Eu me divirto ao ser você. Eu não sou isso. Eu não sou esse cabelo, essa pessoa. Essa pessoa cresce. Se cortar a pessoa, a pessoa cresce. A alma também. (mas alma nunca será realmente cortada). Thomas Edson: Como é o peso da sua arte?
Rafael Fita: A arte me pesa bem, me pesa bastante caro, meu caro. Ela é boa. Ela é barata. Ela é bonita. Eu vendo a minha arte pelo quê? Thomas Edson: Para onde a sua arte te leva, é onde você precisa ir?
É sim! É para onde eu preciso ir, me destruir, me refletir, me transformar, me possuir para deixar ir, ir de novo, and again... Eu honro minhas memórias! Elas não são lixo. Elas são preciosas demais. Preciosas demais para serem pesadas. Amém! bebê do luau, tchau, minhas bebês!!! <3 Thomas Edson: Como a sua arte liberta você é como você liberta sua arte?
Rafael Fita: :'( Não é, mas vai ter que ser! Deveria ser. Há uma relação desigual. E um medo de que o mundo não as aproveite, de que não as valorize como eu as valorizo tanto. Eu já me frustrei nas redes sociais. Mas eu não posso parar de criar, isso seria parar de ser eu mesmo. Isso seria como tentar impedir o rio, e minhas crias de serem felizes e serem quem vieram ser.
2019 - 65º Cometa Cenas
C Cálice
Apresentação da disciplina Voz em Performance do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília - UnB
Direção: Tiago Mundim Sinopse: "Cálice" é uma composição cênica-musical em busca de uma narrativa cantada sobre o ponto de vista dos alunos acerca da situação sócio-política contemporânea, a partir da aplicação das técnicas de canto e de atuação através da canção (acting through song) trabalhadas ao longo do semestre. Elenco: Arthur Herrera, Arthur Nóbrega, Bruna Cristina, Cleiton Rodrigues, Elissandra de Souza, Irene Sonegheti, Marisa Miranda, Pedro Valente, Rafael Fita e Williane Ferreira.
Apresentada em duas sessões: 9 e 11 de julho, às 19h30. Classificação Indicativa: 12 anos
2018 - "Codinome Golfilho" - Vídeo resultante da disciplina Seminário em Teoria, Crítica e História da Arte 3 da graduação em Artes Visuais (licenciatura) da Universidade de Brasília - UnB
Ministrada no primeiro semestre de 2018 pelo Prof. Dr. Luiz Carlos Pinheiro Ferreira, a disciplina tinha o objetivo de confeccionar escritas e produções autobiográficas na Universidade de Brasília.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
2015 a 2018 - Experiência como modelo vivo
Atuação como modelo vivo nas aulas de desenho de observação do curso de Artes Visuais da Universidade de Brasília e também em cursos livres do DF. Eram realizadas poses desde 30 segundos até 20 minutos.
2017 - Participação na exposição coletiva FISSURA - I expOCUPAÇÃO de estudantes do Instituto de Artes Visuais do Instituto de Artes (IdA) da Universidade de Brasília
Na exposição e ocupação realizadas como um ato de resistência e manifestação ao cenário político de 2017, o artista enquanto estudante do departamento de Artes Visuais juntamente com outros colegas expôs seus "Dorfinhos", esculturas compostas por ataduras, band-aids, esparadrapos e bicos aplicadores de pomada. Estas esculturas foram também embebidadas e contaminadas pelo próprio sangue do artista e saliva. Estas peças também foram tingidas por violeta genciana e tintura de iodo - ambas consideradas substâncias antissépticas - e penduradas no teto do departamento de artes visuais por meio de galhos, fios dentais, formando móbiles que ficaram suspensos no corredor do departamento. Estas esculturas fazem parte da mesma linha poética exposta na exposição "Carnaval Cospobre" realizada em 2016, onde foram empregados e experimentados materiais incomuns e considerados descartáveis, frágeis e de ordem do asco.