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A sirena revirou os olhos, mas permitiu que o maior a puxasse para perto. â AtĂ© parece que meu interesse Ă© na poção. â Ela riu baixo, passando os braços em torno do pescoço do mago, um travesso sorriso no canto dos lĂĄbios. â Embora seria engraçado usar para um pouco de caos, nĂŁo acha? â Com seu lado caĂłtico Ă tona, tudo era uma possibilidade. Daniella ficou um tanto sem graça com aquele gesto de carinho, esse lado nĂŁo era ainda habituado, mesmo que jĂĄ houvessem feito muito mais. â Eu estava pensando em brincar um pouco com elas⊠VocĂȘ tem uma pĂ©ssima influĂȘncia em mim, sabia? Parece que faz sĂ©culos que eu nĂŁo atormento alguĂ©m. âÂ
Samuel riu baixo, passando os braços pela cintura dela, segurando-a contra si. â VocĂȘ nĂŁo precisaria de poção, jĂĄ me tem por completo. â O italiano disse, rindo baixo. Quando ouviu a verdadeira intenção de Dani, ele nĂŁo pĂŽde deixar de soltar uma risada mais alta. â Olha, eu nĂŁo vou dizer para vocĂȘ nĂŁo fazer, porque ĂĄs vezes essas meninas sĂŁo um tanto... insuportĂĄveis. â Confessou, sentindo-se levemente culpado. NĂŁo podia fazer nada alĂ©m de ser bem honesto, principalmente com Dani, que conseguia ler dentro de si como se fosse um livro exposto. â Bom, eu admito que ser uma influĂȘncia me deixa muito feliz. â Murmurou com um sorriso, ficando bem perto do rosto dela, acariciando-a com carinho. â Mas eu posso fingir que olhei para o outro lado e nĂŁo vi vocĂȘ atormentando as meninas. â Disse baixinho, rindo antes de beijĂĄ-la.










