NEM TODOS QUEREM TER SUAS HISTÓRIAS CONTADAS... O nosso novo habitante costumava se chamar LEWIS “CORNELIUS” ROBINSON, do conto LAND OF UNTOLD STORIES, e antes da névoa da maldição arrastá-lo até Storybrooke, ele estava no REINO SEM REINO, lá na LAND OF UNTOLD TALES. Aqui na cidade você talvez o encontre se procurar por um tal de CODY JEFFERSON que é PROFESSOR DE FÍSICA E CÁLCULO NA UNIVERSIDADE DE STORYBROOKE.
RESUMO
Diretamente do futuro da Terra, Cornelius trabalhava em portais interdimensionais quando foi puxado para a Floresta Encantada, um lugar sem tecnologia. Sua única chance de voltar para sua linha do tempo era se fosse para a Land of Untold Tales e montasse outro laboratório do zero. Ficou lá por tempo o suficiente para quase se esquecer de sua vida e de Franny e Wilbur, até ser puxado para Storybrooke. Lá, Cody é um cientista procurado pela NASA por querer quebrar o voto de silêncio sobre suas pesquisas sobre portais interdimensionais, que teve de largar incompletas. Escolheu a cidade afastada para poder concluir com calma e ele próprio o que havia pesquisado, por algum motivo muito obcecado em querer se provar certo enquanto dá aula na universidade.
INFORMAÇÕES BÁSICAS
Nome completo: Cody Jefferson
Apelidos: Jeff, Cod
Idade: 37 anos
Altura: 185cm
Aniversário: 18 de março (peixes)
Face Claim: Luke Mitchell
Hometown: Canadá Montana do Norte
Localização atual: Storybrooke, Maine
Orientação sexual: Heterossexual
Ocupação: Professor universitário (cáculos 3 e 4, físicas 3 e 4)
Label: The Studious – they love to study and are very intelligent people. To be honest, don’t even try to fight with them about that math problem...
Alinhamento: Lawful Good
Vício primário: Orgulho
Traços positivos: Inteligente, animado, comunicativo, habilidoso, criativo.
Traços negativos: Cabeça-dura, prolixo, ingênuo, insistente, perfeccionista.
ANTES DA MALDIÇÃO
Fazia alguns meses que Lewis trabalhava naquele portal interdimensional, noite e dia, dia e noite. Da mesma forma que a máquina do tempo, que teve a ideia uma noite antes de ir dormir, essa realização também veio de repente. Outros mundos… Outros universos. A prova que era matematicamente possível, sim, conectar-se com outros lugares veio depois de muito estudo, e a máquina de portais foi o passo mais óbvio a ser feito. Muitas noites no laboratório se passaram até que pudesse criar um protótipo ainda instável, porém “praticamente à prova de falhas”, como gostava de falar. Quando Franny entrou no laboratório deles para lhe trazer biscoitos, já ficou empolgado em explicá-la sobre como sentia estar perto, tão perto, daquela vez. Infelizmente, estava muito mais longe do que poderia prever; um erro de cálculo fez com que, quando fosse ligar a máquina para mostrar um detalhe à esposa, ele acabasse sendo puxado para outra dimensão. Apenas o cientista e suas roupas do corpo.
O mundo mágico que agora se encontrava, uma tal de Floresta Encantada, era demais para a cabeça do inventor. Por um lado, comemorava a cada passo sobre como suas teorias estavam corretas-- por outro, estava preso em um mundo que parecia em muito com uma parte da Europa medieval, sem tecnologia e sem qualquer informação de como voltariam para sua era na Terra. Eventualmente, o que tinha de êxtase por suas conquistas se desmontou em desespero. Franny. Wilbur. Sua esposa e filho estavam sozinhos, milhões de anos luz e saltos temporais de distância -- termos que nenhum dos habitantes daquele lugar parecia saber o que significava, já que suas sugestões de portais entre mundos só o levava para lugares ainda mais insanos: Oz, Nutcracker, Wonderland. Se não tivesse um objetivo tão firme na cabeça, com certeza teria enlouquecido.
Que trabalhasse do zero, então! Que construísse seu próprio laboratório, contra todas as possibilidades possíveis. Abordado por um viajante de mundos, foi entregue uma pista: Um mundo novo, muito bem receptivo à ciência. Era a melhor chance que tinha…! Mesmo que precisassem soprar um dente de leão e se afogar no processo. Cornelius não era o maior fã daquela ideia, mas faria o possível e o impossível para ver Franny e Wilbur de novo. Quando acordou na Land of Untold Tales, Lewis comemorou, e tão logo começou logo a fazer seu trabalho, seus estudos… Sem nem perceber que a cada dia mais, parecia se esquecer do motivo de estar ali em primeiro lugar.
Eventualmente, Franny e Wilbur pareciam ser apenas nomes anotados incontáveis vezes nos rodapés das páginas, nas contracapas de livros, nas páginas de seu diário. Por Franny. Por Wilbur. Lewis nem sabia quem eram essas pessoas, mas se tinha os nomes deles em tantos lugares, sentia que eram importantes. Por Franny e Wilbur, então… Seja lá quem fossem eles.
DEPOIS DA MALDIÇÃO
“Ele é um gênio!”, cresceu ouvindo, enquanto seus professores insistiam aos pais que o garoto pulasse algumas séries; já estava estudando com os alunos mais velhos e invadindo salas de turmas mais velhas, mesmo. Eventualmente, isso ficava gravado na memória. Um gênio! Ninguém era capaz de equiparar-se a ele nas notas, fosse qual fosse a matéria. As feiras de ciências? Por favor, não havia concorrência. A coleção de faixas azuis sobre a cama apenas aumentava, enquanto sua interação social diminuía mais e mais.
Ah, mas Cody nunca se importou com isso, não. Ele tinha suas invenções que adorava exibir, tinha suas notas altas, e tinha, ainda melhor, os olhos de grandes universidades em si. É claro que ele seria chamado para uma Ivy League com uma bolsa integral. É claro que se formaria como um astrofísico. E, é claro que ele seria apaixonado pelas pesquisas sobre dimensões e universos paralelos. Ainda mais claro era ser chamado pela NASA assim que ganhou o diploma, o convidado para estender sua pesquisa na Flórida. É claro, era óbvio. Era o que o destino havia preparado para ele.
Ao menos, era o que acreditavam que fossem. As pesquisas do casal na NASA, mantidas até então sob a maior das categorias de sigilo, foram uma faca de dois gumes. Por um lado, conseguiu concluir desde seu mestrado até o PhD em tempo recorde e pôde comprovar a existência de múltiplos universos matematicamente, colocando um ponto final no pontapé da pesquisa secular proposta por Einstein. Por outro, Cody era um cientista sonhador e tinha uma visão utópica demais da ciência. Ele acreditava que suas pesquisas deviam ser compartilhadas por toda a comunidade científica mundial e que o projeto fosse aberto para que os melhores cientistas do mundo todo pudessem fazer suas colaborações, nem que fossem à distância. E aquilo a empresa tão simbólica para o povo norte americano não poderia deixar.
Foi de repente que Cody foi demitido e seu laboratório particular bloqueado, junto de todas as contas empresariais que tinha para acessar seus documentos. Ele tinha backups em sua máquina particular, sim, mas a pesquisa que tinha em mãos era longe de ser completa ou sequer bem reproduzida sem todo o aparelhamento da empresa. Foi de repente, também, que as ameaças começaram, que seu nome começou a ser circulado em meio a boatos terríveis na comunidade científica, perdendo o peso e o glamour que um dia teve. Mas Cody não precisava deles, não precisava de ninguém. Ele era um gênio, oras.
Arrumou as malas para Storybrooke por ser a cidade da primeira universidade que o aceitou como professor quando espalhou seus currículos. Parecia um desperdício um cientista tão renomado dar aulas de física e cálculo para os primeiros ciclos de engenharia, mas era o que precisava. A universidade era um ambiente que amava, e se havia algum lugar que poderia trabalhar para conseguir dinheiro para manter o novo laboratório no qual investiu todas as suas últimas economias para construir... Era ali, sua última chance de fazer dar certo. Então, quando estivesse seguro, publicaria suas descobertas pelos seus meios, para quem quisesse ler e estudar.
ESTÁ ACORDADO?
Não! Também não se lembra de nada da sua vida passada. Seu objeto token é a aliança de casamento de sua vida passada, mas que agora é só um anel que um dia comprou num bazar por achá-lo muito curioso. Nele tem gravado a frase “Não desista de procurar por nós -- Franny e Wilbur”. Nunca soube o porque esse mistério parecia tão importante, ou quem eram as pessoas do anel, mas acredita que um dia vai descobrir.
PODERES
Nenhum. Talvez super inteligência? Ou o poder da tecnologia futurística!
HEADCANNONS
Sua nova casa em Storybrooke só tinha de ter um único requisito: um porão ENORME. Ele não deixa ninguém entrar nesse porão, porque é lá que está o laboratório que está construindo e que faz todas as suas pesquisas com portais multidimensionais. Ele ainda não conseguiu provar que outros universos são possíveis de se comunicarem por buracos de minhoca, mas já conseguiu trazer objetos de... Lugares distintos. Vez ou outra alguma coisa explode, ou algo estranho usa o portal para chegar ali sem ser requisitado (como um enxame de abelhas, por exemplo).
Sim, é possível que o token do seu personagem tenha se perdido e acabado por ser puxado pelo portal do Cody por engano! Se quiser que ele esteja perdido pelas tralhas da casa dele, só falar.
Tem um furão chamado Tesla, que o conseguiu pouco tempo antes de chegar em Storybrooke. Se não surtou por completo depois da demissão, deve tudo ao bichinho que foi o que o manteve com um mínimo de foco em algo que não fosse o trabalho e o ajudasse a se levantar de manhã.
Por mais organizado que queira fingir que é, sua mente funciona muito mais quando é constantemente estimulada. Se mudou para Storybrooke faz pouco tempo, sim, mas suas tralhas estão jogadas pela casa como se tivesse se mudado ainda naquela semana, ou no dia anterior.
É péssimo flertando. Tendo pouquíssimas interações românticas na sua vida, Cody não sabe sequer o básico de como sequer elogiar alguém sem soar como um esquisitão. Ao menos, ele se esforça!
Por conta das ameaças da NASA, Cody virou um homem NEURÓTICO. Hoje em dia, as ameaças que recebe não são exatamente compostas pela NASA, mas sim por Pierre Daggers e seus aliados que estão com receios do que ele pode fazer com sua tecnologia e os lugares que ele pode ir. Porque, afinal, arriscaram coisas demais para construir Storybrooke para que um cientista aleatório viesse e destruísse tudo.
CONEXÕES REQUERIDAS
ALUNO DE OURO
ALUNO PROBLEMA
ENCONTROS TERRÍVEIS
COLEGAS DE TRABALHO
AMIGOS DE BAR
WINGMAN/WINGWOMAN (esse aí vai ser santificado porque o trabalho que vai dar...)
CIÚME
ESPIÕES DA “NASA”















