𝑀𝒶𝓎𝒶 𝒲𝒶𝓁𝓁𝑒𝓇 era 𝒜𝓃𝒹𝓇𝒾𝓃𝒶 𝒯𝓇𝒾𝓉𝑜𝓃, 26 anos, mergulhadora de profundezas e ajuda no Canto da Sereia
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A filha adotada da família Waller sempre teve a mesma ligação intrínseca e natural com a água; assim como a maioria de suas irmãs, ela aprendeu a surfar desde pequena, e adorava todos os momentos felizes que isso lhe trazia com a família. Nunca foi a melhor surfista dentre as sete, mas era muito provável que alguém fora da família pudesse achar que ela era profissional; ainda assim, o surfe nunca foi a forma que mais se conectava com a água, tampouco a natação. Maya gostava das profundezas, de se perder na paz e na sensação natural e instintiva que o oceano lhe trazia, de modo que começou a mergulhar - tanto em apneia quanto com cilindro - desde nova.
Como também sempre fora uma das mais responsáveis, introspectivas e intuitivas das irmãs, a morte de sua mãe e o luto profundo de seu pai fez com que ela assumisse mais responsabilidades em casa e no Canto da Sereia, querendo tirar o peso de suas irmãs e protegê-las como possível. Isso, todavia, fez com que ela não processasse bem o seu próprio luto, que acabou explodindo em um episódio agressivo quando o instinto da sereia veio à tona contra um rapaz com quem saía na época. Assustada, Maya aproveitou o primeiro momento que conseguira e fugiu de Storybrook assim que se formou no colégio aos 16 anos, pedindo ao pai que pagasse seus estudos na Academia Naval de Annapolis, onde se formou e começou a atuar como mergulhadora da Marinha, especialista em profundezas.
Maya foi enviada em diversas missões, mas há um ano sofreu um acidente que prejudicou sua audição e a fez ser dispensada das forças armadas por questões médicas; embora recebesse a pensão do governo, sua reputação a fez conseguir trabalhos em grandes empresas privadas, para quem trabalha atualmente. Como seu trabalho é por contrato no que ela continua chamando de missões, resolveu voltar a Storybrook para morar com a família enquanto não precisava viajar. Ainda ajuda o pai no Canto da Sereia, tanto para tirar carga dos ombros dele quanto porque não consegue ficar sem assumir responsabilidades e uma rotina, mas, principalmente, porque ela tem muito orgulho do lugar.
Once Upon a Time...
Andrina sempre tentou ser, ao mesmo tempo, uma espécie de mediadora e cuidadora da família, tomando responsabilidades para si e servindo de apoio emocional para as irmãs, bastante intuitiva e perceptiva, sempre sabendo quando algo estava errado. Nunca teve problemas com a natureza dela, e sinceramente não entendia o porquê de Ariel querer trocar sua própria essência para virar humana, mas buscou apoiar a irmã da mesma forma, sendo a primeira que percebera quando ela se apaixonara.
Como sereia, Andrina se arriscava nos lugares mais profundos e inóspitos do oceano, sempre voltando com os olhos brilhantes de excitação e provavelmente um suvenir de algum tipo; assim como as outras irmãs, sua voz é maravilhosa e encantava os marinheiros para as profundezas sem muito peso na consciência, aceitando a sereia por completo. Com o casamento de Ariel, Andrina começou a modificar a visão que tinha dos humanos, e apenas atraía para as águas quem achava que merecia, em uma espécie de justiça.
Observações:
Maya, em sua forma humana, não é tão adaptada quanto era para o oceano, mas ainda assim ela possui resquícios de sua natureza, de modo que ela prende a respiração por muito tempo - e ainda mais desde que começou a praticar apneia -, não sofre de doença descompressiva, seu corpo regula a pressão muito mais rápido do que seus outros companheiros da Marinha e parece, de alguma forma, “sentir” seus arredores quando está na água, qualquer perturbação sendo logo identificada.
Ainda assim, sendo humana, Maya ainda mantém as consequências de seu acidente, de modo que perdeu a audição de um ouvido e parcialmente do outro; escuta com tranquilidade no esquerdo quando usa aparelho auditivo, mas as vezes ela simplesmente tira quando está com saco cheio de todo mundo. É a sua forma de conseguir a paz das profundezas quando ela não pode mergulhar. Na água, todavia, aquilo não parece ser impeditivo algum quando ela sente seus arredores com facilidade.
Na Academia Naval de Annapolis Maya cursou Engenharia Oceânica, um curso que combina facetas das disciplinas tradicionais de engenharia civil e mecânica para projetar sistemas e estruturas para operação no ambiente marinho. Além disso, cursou algumas cadeiras de Oceanografia e Biologia Marinha. Fala fluentemente inglês, francês e língua de sinais, mas fala bem espanhol e um pouco de havaiano por causa de um colega próximo na Marinha - que a apelidou de Kai.
É bastante atlética, sempre arrumando um tempo para a academia, onde pratica muay thai apenas para não perder o que aprendeu nas forças armadas. Surfa sempre que pode e mergulha o tempo todo, mas qualquer esporte aquático tem sua atenção - kitesurf, vela, pesca em apineia, etc.
Sua data de nascimento real era um mistério no começo de seu processo de adoção, de modo que foi colocada no colégio mais cedo e não sentiu dificuldades de acompanhar; assim, se formou no ensino médio aos 16 anos, adiantada em relação ao resto do pessoal de sua idade. Logo depois ingressou na faculdade e era inteligente e esforçada o bastante para se manter adiantada, sendo uma das mergulhadoras de profundezas mais jovens - isso mais a ver com sua aptidão na água do que sua inteligência.












