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14 de maio de 2021 (~5 dias após a germinação)
e por aqui estamos assim... inclusive, foi uma boa germinação, de 2/3.
torcendo pra que venham muitas fêmeas por ai.
9 de mai | 2021 | pandemia (ainda)
Chegou o momento que eu definitivamente não esperava. Decidi mudar um pouco isso aqui e ser menos seletiva na hora decidir quais escritos postar, isso depois de uma série onde a menina usava o tumblr da maneira que usavamos em 2010. Quero transformar isso aqui no meu diário. Em algo pra eu voltar em mim.
Há muito já queria fazer isso, mas ao mesmo tempo, gostaria de "divulgar" o que escrevo e acho "belo" (?), mas é isso, não rendeu, e agora o intuito é outro.
Que isso me ajude a matar o eco que persiste há tanto tempo; a pandemia só fez ficar mais forte o vazio de tantos nós.
Eu juntei, adotei um animal de estimação (que as vezes só gostaria de não ter tomado essa decisão - digo, pela responsabilidade diária, e pelo meus dias sombrios), bebo mais que o habitual, e fumo mais também. consumo de maconha mais intenso. fé fraca (?).
Não perdi entes próximos ou amigos, mas dá pra sentir o ar pesado, pairando sobre as nossas cabeças. É fome, tristeza, morte, desesperança. Passei dias difíceis, fui infectada, chorei, curei.
E seguimos, dia após dia, com nosso corpo sem massa e com a cabeça cansada. Seguimos brasileiros. Uns lutando mais que outros e sofrendo também.
Pra nós poetas, além do peso de tudo, o peso também do sentir demasiado, da necessidade de chorar nossas lágrimas e desmistificar o sentido de todas essas coisas ao mesmo tempo.
Boa sorte para quem é de vida. Que a "fé" possa se materializar de alguma maneira aqui, em mim, porque ta difícil seguir. Mesmo com toda ajuda, tentativa de se desligar das coisas ruins. Tá difícil.
E a gente vai se escorando, em qualquer coisa pra se apoiar, pra se sentir seguro, ainda que por uns dias, poucas horas, e as vezes por minutos, como uma velha se escora na bengala pra caminhar.
me venderam que a vida adulta me traria liberdade total, que eu sairia por aí, aprenderia línguas, conversaria com diferentes pessoas.
do nada eu acordei, a realidade bateu, estudo, dúvidas, capitalismo, decisões, dor, ansiedade, episódios depressivos, crescimento (?).
a vida adulta me trouxe tudo e nada .
conheci meus verdadeiros dias de paz e fui ao inferno na mesma proporção.
o lado bom, que eu posso citar, é a liberdade de empurrar algumas coisas com a barriga; não é tudo que pode, mas a gente faz!
num belo dia eu tava na minha casa, quase casada, com um pet, PANDEMIA, quarentena, álcool maconha e do nada um pensamento: sexta! dia de tirar o lixo.
saí correndo, já era umas 21h. cata lixo daqui, pega coisa dali. final de semana, a próxima coleta é só segunda, pensei, vou fazer uma limpeza na geladeira. e tira o que não presta, cheira alimento daqui, examina dali. quando do nada, um pote de tampa branca na ultima prateleira da geladeira. uma melancia. esquecia a dias, largada, em processo de fermentação. uma melancia podre, fétida e deteriorada. fungo crescendo. a vida surgindo.
minha lição foi que nem tudo se empurra com a barriga, mesmo em meio a uma PANDEMIA, mesmo em meio ao caos.
el amor es la única revolución verdadera
não se encontra sentido no amor, pois não existe sentido em sentir. não há pq amar, e ainda assim buscamos incessantemente o amor, ainda que muitos neguem, ainda que tantas pessoas tente ignora-lo... o amor está em tudo: na música que a gente escuta no banho; na paz do movimento das árvores; no vento que soa aos nossos ouvidos; no abraço do desconhecido; no descanso da tarde; no pudim de chocolate; no almoço pronto de domingo; no sorriso do amigo; no bom resultado na escola; no bate papo, ou no bate bola; na taça que seu time levanta; nos doces do Natal; na consciência de SER; na sua blusa rosa preferida; no chá que causa o riso; e até nos peixes de aquário; nas plantas da janela quando florescem; no trânsito caos ao lado de alguém legal.
o amor está em tudo, e eu só vejo isso hoje, quando já não o procuro, pois o encontrei: em alguém, em mim, e em tudo. é tão simples de sentir e complexo pra descrever. o amor é um estado de espírito também, é quando você bebe água pra resfriar a máquina, é quando você deita na grana pra espairecer. o amor é tudo que somos. o amor sou eu e você.

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foda-se os outros,
seremos os loucos,
e embora poucos
nos entregaremos
apesar dos apesares,
pelos ares,
sem paraquedas,
felizes na gratidão
na insanidade e na divindade
de amar sem precaução.
dual
a dor em sentir de tudo e me afogar,
mas simplesmente perder a capacidade de expor.
perder a conta e as palavras.
é que ultimamente tenho me encontrado feliz quanto ao amor, quanto ao que sinto, e é o que dizem: a inspiração do poeta vem da dor.
não sei se agradeço a falta dos dias cinzas sufocantes, que muitas vezes me fizeram chover letras OU se simplesmente lamento a felicidade contínua que me ocorre ultimamente.
o amor e a dor sãos os precursores da poesia e do poeta
mas como faz quando se ama e ainda assim te falta poesia? te falta poesia não, te falta inspiração pra escrever. viver o amor ocupou o meu tempo. me toma por inteira. me invade.
hoje foi a dor da saudade que me fez escrever. saudade da dor que protestava/gritava/morava em mim e me inspirava.
feliz e triste. dualidade que persiste e se acomoda na fôrma que sou.
pro macho que eu amo
que bom é ter você toda vez que eu tô longe confirmo dentro de mim - alma, mente e coração - que você é a pessoa que me faz flutuar, que me faz sentir. todo sentimento que eu tinha conhecimento antes de sentir o que sinto por você, não parece mais significar muita coisa. qualquer coisa é pequena diante de você. mesmo que as vezes pareça difícil, ou que a vida quer aprontar com a gente, eu sinto por dentro, de uma forma bem clara, a magnitude de tudo que você é pra mim, e o que me faz sentir. te amo por todos os motivos, por tantos... são tantas certezas quando você está por perto, ainda que essas certezas estejam atrás de uma cortina de fumaça. certeza de que? eu não saberia responder, mas eu sinto. parece que você é um pedaço de mim. uma parte minha, completamente diferente, que me guia e consola. que me conforta e afaga. me sinto protegida ao seu lado, bem guardada e cuidada. me sinto grata por tudo. você é o melhor laço afetivo que ganhei de presente nos últimos anos, e o maior que eu poderia imaginar. já são tantos dias. tantos cheiros, tantos beijos, incontáveis abraços. quantas noites quentes, quantas noites frias e ainda assim aquecidas por nós mesmos. tantos cafés e chás. quantas conversas? jantares? filmes? quantos carinhos durante a madrugada? tão pouco tempo, tanto sentimento. quanta intimidade. achei que nunca alguém chegaria tão profundo em mim. vendo, ouvindo e sentindo as minhas mais sujas verdades, e os meus piores momentos de fragilidade. te amo. te amo porque sei que na sua frente eu posso me despir de toda coragem que o universo nos obriga a ter. posso ser apenas eu mesma, com todas as dúvidas, com todas as interrogações do mundo. te amo porque você me ama quando eu me sinto péssima, e porque faz eu me sentir acolhida nesses momentos. te amo pela força que me dá, pelo encorajamento sobre minhas questões. te amo pelo apoio moral de sempre. te agradeço o companheirismo. te agradeço por tanto. obrigada pelos nossos beijos, pelo nosso encaixe, pelo nosso cheiro, nossos rituais, nosso chamego, nosso cuidado. por tudo que molda o que somos. obrigada por estar construindo comigo o sentimento que eu sempre sonhei. você me transborda.
sobre pais abusivos
você diz me amar, mas as vezes o teu amor me incomoda. e eu te amo também. não te vejo como meu responsável e só, te vejo como você é: mais um indivíduo com suas dores e vontades, desejos, lástimas, pressões e tudo mais. o que não entendo é como você não consegue enxergar esse indivíduo em mim, por que não consegue ver que sou como você? que respiro e sinto como você, tenho responsabilidades, e desejo de liberdade também. e por que é tão difícil pra você conseguir me ver como uma pessoa? não, eu não sou propriedade sua, mesmo que eu tenha precisado de você pra existir, pra estar aqui. eu carrego um pouco de você, mas sou outra pessoa, e não sou sua. não desejar teus cuidados extremos não é ingratidão e nem vontade de não entender, é só um ser humano gritando porque já está grande demais e precisa sair do ovo. por que você não tenta enxergar que teu abraço é mais sufoco que afago e que teu cuidado mais me fere do que previne ou cura? você me diminui a uma posição vulnerável, e arranca de mim a confiança que eu mesma tento cultivar sobre minha imagem. por que seus exageros precisam soar como amor se eu não sinto isso? por que eu tenho que aceitar calada enquanto discordo totalmente? a imagem que você cria de mim fere quem sou. e eu sou. as pessoas acham que eu preciso entender que isso é cuidado, e me falam isso o tempo todo. reproduzem isso aos 7 cantos do meu mundo e do mundo a fora. e eu discordo, discordo e não tenho voz, e se eu tivesse, você não teria audição. quando falo, tu não entende minha língua. quando calo, consinto o que tu entende por verdade. no final, quem eu sou? e até onde você vai estar por mim? não é viável me colocar em um espaço de "paz" onde eu simplesmente não posso dizer se é paz pra mim. "paz sem voz é medo". no fundo minha posição não é por respeito, e sim por medo (?) medo de que? e por quê?
tocar-se
um chacoalhão na sua mente e universo quando os teus desejos mais sujos se revelam pra ti como um copo enchendo de água, esse é o teu controle sobre essas vontades. e inevitavelmente você resistirá porém resistir pra que? se gozar caóticamente é como contemplar uma explosão inesperada no céu se encontrar consigo deveria ser uma tarefa marcada na tua agenda como prioridade não culpe-se pelo desejo no espelho o desconhecido pode causar medo em uns, mas curiosidade em outros atente-se para sentir quem você é seja quem você quiser

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como dói o amor. eu sempre fui tão minha, até quando me entreguei à outras pessoas, até quando disse "eu te amo" repetidas vezes, pra outra pessoa, enquanto olhávamos pro céu. sempre me mantive comigo, ciente do sentimento, mas com os pés no chão. com você é tão diferente. dói só de pensar em não sentir sua respiração de novo. e dói toda vez que preciso estar longe. o amor dói tanto quando é real, e quando se está flutuando no céu de alguém. e eu sou tão sua que não me contive em me segurar no chão. permiti que você me carregasse, me transformasse. não que eu tenha deixado de me amar pra te amar, não que eu não seja mais eu quando você está presente. mas hoje, me amar de verdade é permitir que você continue me fazendo sentir o que eu nunca senti antes, é tão grande, é tão forte, que eu não consigo mensurar. é um abalo sísmico, é uma bomba atômica. e é tão singelo e delicado ao mesmo tempo. nunca imaginei que eu seria tão de alguém, e que eu perderia tanto a noção do tempo por estar próximo a alguém, mas o que são os ponteiros do relógio batendo quando eu só quero ouvir as batidas do teu peito? o amor dói porquê não cabe no peito, invade todo corpo, e exala pelos poros. o nosso amor ocupa o todo dentro de mim.
álcool saliva lágrima em um 30 de setembro
ontem eu beijei outra pessoa, e tudo o que eu queria enquanto minhas bacterias e saliva se uniam a de alguém, era que esse alguém fosse você. tirando o gosto do beijo e os movimentos estranhos que aquela boca fazia, eu só conseguia te imaginar, e pesar o quanto eu preferia estar deitada ao seu lado as 4am daquela sexta-feira. seria muito mais aconchegante acordar hoje ao seu lado, fazendo alguma coisa idiota e evitando falar pra que o mau hálito da manhã não te incomodasse, mas acordei sozinha, com uma ressaca fodida, pensando em como seria te comunicar o acontecido. se fossemos uma estrada, a certeza que eu teria é que daqui a poucos metros chegariamos ao fim. doloroso. não temos laço, nem nó, nem somos encaixe do outro. somos fitas no ar, em constante contato, em uma dança harmoniosa. éramos. (?) sinto sua falta sem te ter. ser tua. ser nós. eu não queria deixar de dançar com você. eu gosto de te olhar, gosto quando você está dentro de mim, gosto dos nossos códigos. eu gosto de você bravo, feliz, drogado, bêbado. acordando, indo dormir, no banho ou chegando da faculdade. gosto de você homem, de você criança. eu gosto. só gosto, sem delimitar e nem classificar sentimento. gosto de estar perto e te observar. te sentir como um ser que simplesmente entrou na minha vida após muitos acontecimentos aleatórios. muita coisa teve que rolar pra gente se tocar e eu não posso ignorar isso. e não posso deixar isso passar como as chuvas de março passam. e só passam.
como fênix, renasci (do sentir)
você provavelmente não entende o motivo de eu reparar tanto em você. em pouquíssimo tempo já consigo notar quando você está bem, mal, ou bravo, quando está brincando pra me contar algo sério e quando está só simplesmente brincando. mas se eu fosse realmente entrar nessa questão, nem eu saberia o motivo de eu te notar, e te sentir com a intensidade que sinto.
fico feliz que eu finalmente tenha conseguido escrever pra outra pessoa que não fosse o philippe. fico feliz que finalmente eu tenha tentado ter algo com alguém sem pensar em desistir no caminho de volta pra casa depois do primeiro encontro.
dizer que sinto e o que sinto é extremamente precipitado, ou talvez não, mas não importa, eu já tinha tomado a decisão de não falar nada até você falar. e prefiro não cogitar nada também, prometi pra mim mesma que eu iria viver tudo que fosse pra eu viver.
as vezes queria te falar que eu simplesmente amo quando cozinha pra mim, quando beija minha testa antes de pegar no sono, amo as músicas que me manda, e quando pensa em mim nos momentos comuns (e me conta que pensou), gosto de ficar em silêncio te olhando, e gosto quando grita frases idiotas.
acho que a gente combina, mas somos diferentes. loucamente diferentes. energias yin yang (?) forças opostas que essencialmente encontram um equilíbrio. gosto dessa ideia de ser diferente e parecida com você. gosto da ideia de te escrever porquê simplesmente sinto vontade, e não porque existe um sentimento explodindo dentro de mim, me matando, onde eu estaria usando a escrita como escape. escrevo feliz. feliz pelas barreiras derrubadas, pelos fantasmas que desapareceram depois que você surgiu.
é obvio que a gente vai chorar (de novo), mas isso é parte da condição da própria existencia do ser, li isso no Pequeno Príncipe, pra se tornar primavera é necessário aceitar o risco do inverno. e eu aceito. aceito porquê acima de tudo somos diversão, sorrisos, abrigo, apoio. aceito também porquê adoro você sorrindo com a língua entre os dentes, adoro quando me faz cócegas e adoro quando me chama de maluca.
“ - me deixa - eu não - ainda bem.”
obrigada por me reacender.
de corpo em corpo
as vezes quando tô sozinha fico me perguntando quando a pessoa que vai me acompanhar pelo resto dos meus dias vai chegar... e se já chegou, onde está? quantos corpos eu vou ter que conhecer até me conectar com o aquele que me faz transbordar? e o que é transbordar? o que é chegar ao ápice de alguém, ou com alguém?
esquentar um corpo, pertencer ao corpo de alguém ser seu próprio corpo
quanto querer cabe na gente? quantas questões nos levam a decifrar o amor? e quantas nos fazem diferenciar o somente querer do amar?
ser de alguém se doar à alguém fazer parte de alguém
mergulhar em um mar de sentimento vai de quanto você está disposto a se molhar não é preciso saber nadar, porquê se afogar é necessário.
mais que carne, espirito.
você não sabe o que quer, assim como eu também não sei. você me procura e vai embora, e eu não te chamo, não te peço pra voltar. nós somos a metade perfeita de um inteiro, mas jamais poderíamos ficar juntos, porquê nada é simples e nada é só físico. o espiritual simplesmente se repele. 'nosso espiritual'. é por isso que não estamos juntos, e é por isso que não ficamos juntos em nenhuma vida.

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(penso em você) somos página virada?
imaginava um contato mais afetuoso, caloroso, na verdade não sei qual palavra usar, mas eu esperava um contato diferente depois de tanto tempo sem um diálogo. penso que talvez tenha sido maravilhoso esse fim "sem fim". é gostoso pensar que um dia, talvez, a gente se encontre, já que o adeus não existiu. no fundo eu sei que o "o mundo é pequeno demais pra nós dois".
sua complexidade, minha simplicidade. minha complexidade, sua simplicidade.
nosso amor inventado e extremamente real. talvez você tenha sido o homem mais importante pra mim até esse momento da minha vida, talvez não, você foi! mas repito: até ESSE momento da minha vida.
as vezes eu só quero te escrever, escrever porquê sinto vontade de agradecer, mas as gente faz mais sentido quando a pele encosta uma n'outra e quando meus olhos encontram a luz que seus olhos brilham, como o perfume que exala da rosa, as vezes fraco e quase imperceptível, mas presente. bom, seus olhos foram um dos mais bonitos e expressivos que já vi, se não o mais. e talvez seus lábios sejam os mais saborosos, tanto quanto, o café que amo tomar às 17h da tarde. você sempre falava que café faz mal, seria um aviso?
as vezes me pego em uns flashs: seus olhos, sorriso, você fumando, você virando os olhos, você saindo do banho, você. você ao som de Jimi Hendrix. você ao som de Tupac. você no silêncio. como uma pessoa pode ser tantas coisas, digo, como você pode ser tantos Philippes e ser tão único?
você sempre me dizia que era um labirinto, seria um aviso? quantos avisos você me deuu ao longo desse curto tempo em que estivemos juntos?
as vezes eu queria saber se você ainda lembra de mim quando escuta "Sweet Child O Mine", sei lá, só queria saber porquê eu lembro de você quando escuto "I Need You" e sinto saudade dos seus lábios.
as vezes eu só queria mais um pouco de você, o seu sofá, e um beijo que durasse o tempo dessa música (i need you). é como se esse beijo fosse recarregar uma “bateria" em mim, ou talvez só fizesse eu me sentir viva.
me sinto estranha quando lembro de você. por que acabou? omissão minha? desejo do destido? karma da nossa vida? não importa. hoje já não é. não foi, ou foi?
"o que é bom dura tempo bastante pra se tornar inesquecível" é o que dizem, torço pra que você tenha sido um péssimo acontecimento na minha vida, Deus que me livre lembrar de você pra sempre e não poder te tocar. Deus que me livre.
de mil cheiros, esse
geralmente quando eu ia te dar um beijo, você fedia a cigarro.
amo cheiro de cigarro, mas só em você.