Nick & JuneĀ in The Handmaidās Tale season 4
Noah Kahan
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d e v o n
$LAYYYTER
YOU ARE THE REASON
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"I'm Dorothy Gale from Kansas"

Kiana Khansmith
Sweet Seals For You, Always
EXPECTATIONS
TMBGareOK. The Official They Might Be Giants tumblr
Phantogram Three
art blog(derogatory)

Game Changer & Make Some Noise
I'd rather be in outer space šø
Lint Roller? I Barely Know Her

tannertan36

Love Begins
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@lairatomaz
Nick & JuneĀ in The Handmaidās Tale season 4

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The Handmaidās Tale - 4x05 - Your bond with each other will be strong. From this day forward, none of you will ever walk alone again.
Mont-Saint-Michel, FranceĀ
LAYLA - COLLEEN HOOVER (TEASERS)
Novo livro de Colleen Hoover, āLaylaā, serĆ” lanƧado na próxima terƧa-feira (8) nos Estados Unidos, e a autora divulgou um teaser composto por āuma espĆ©cie de prólogo e parte do capĆtulo 1 contado sob o ponto de vista do protagonista, Leeds.ā Os trechos a seguir foram retirados do primeiro rascunho do livro, portanto, pode conter erros.
(Não consegui revisar a tradução ainda, migues. Então desculpem qualquer erro. Vou revisar mais tarde.)
Eu cobri a boca de Layla com duas camadas de fita adesiva antes descer, mas ainda consigo ouvir seus gritos abafados no momento em que o detetive senta-se Ć mesa.
Ele tem um daqueles gravadores que vocĆŖ provavelmente veria em um filme dos anos 80. Possui mais ou menos 25 centĆmetros de comprimento e 15 de largura, com um enorme cĆrculo vermelho no botĆ£o esquerdo. Ele aperta a tecla play e desliza o gravador para o meio da mesa. O carretel da fita comeƧa a girar.
āPor favor, diga seu nome,ā ele diz.
Eu pigarreio. āLeeds Gabriel.ā
O compartimento da bateria estƔ preso por uma fita adesiva velha que percorre as laterais do dispositivo. Eu acho engraƧado. Essa mƔquina excessivamente antiga irƔ gravar cada palavra que eu disser, e isso de alguma forma irƔ ajudar?
A essa altura, eu jĆ” desisti. NĆ£o hĆ” uma luz no fim do tĆŗnel. NĆ£o sei nem se existe um fim para esse tĆŗnel.
Como eu posso ter esperança de me livrar disso se as coisas ficaram tão fora de controle? Estou conversando com um detetive que conheci online enquanto minha namorada estÔ no andar de cima, enlouquecendo.
Como se ela soubesse que estou pensando nela, o barulho aumenta de novo. A cabeceira de madeira bate contra a parede lĆ” em cima, criando um eco sinistro nesta enorme casa vazia.
āEntĆ£o,ā diz o homem. āPor onde quer comeƧar?ā Ele parece ser capaz de trabalhar mesmo com os ruĆdos, mas eu nĆ£o sei se consigo. Saber que Layla estĆ” sofrendo por causa de meus atos nĆ£o Ć© algo que eu consiga ignorar com facilidade. Cada som vindo do andar de cima me faz encolher. āPodemos comeƧar com como vocĆŖs dois se conheceram,ā o homem sugere.
Estou hesitante em responder a perguntas que sei que nĆ£o levarĆ£o a respostas, mas neste momento, prefiro ouvir minha própria voz do que os gritos abafados de Layla. āNós nos conhecemos aqui, no verĆ£o passado. Este lugar costumava ser uma pousada. Eu era o baixista da banda que tocou no casamento da irmĆ£ dela.ā
O homem nĆ£o responde. Ele se inclina para trĆ”s em sua cadeira e me encara silenciosamente. NĆ£o sei o que mais devo dizer. SerĆ” que preciso elaborar minha resposta? āComo isso pode ter relação com o que estĆ” acontecendo nesta casa?ā
Ele balanƧa a cabeƧa e se inclina para frente, cruzando os braƧos sobre a mesma. āTalvez nĆ£o tenha. Mas Ć© por isso que estou aqui, Leeds. Qualquer coisa poderia ser uma pista. Preciso que vocĆŖ relembre o primeiro dia que esteve aqui. O que Layla estava vestindo? Por que vocĆŖs nasceram aqui? Qual foi a primeira coisa que ela disse a vocĆŖ? Algum de vocĆŖs notou algo fora do normal nesta casa naquela noite? Quanto mais informaƧƵes vocĆŖ me der, melhor. Nenhum detalhe Ć© pequeno demais.ā
Eu apoio os cotovelos sobre a mesa e cubro os ouvidos com as mĆ£os para nĆ£o ouvir os ruĆdos de Layla no andar de cima. NĆ£o suporto ouvi-la chateada desse jeito. Eu a amo tanto, mas nĆ£o sei se consigo voltar ao passado e contar por quĆŖ eu a amo quando ela estĆ” passando por isso por minha causa.
Tento nĆ£o pensar em como as coisas eram perfeitas no inĆcio. Quando faƧo isso, acabo concretizando o fato de que sou mais do que culpado de como as coisas terminaram.
Eu fecho os olhos e me recordo da noite em que a conheci. Num momento em que a vida era mais fÔcil. Quando a ignorância era realmente uma felicidade.
āEla era uma danƧarina terrĆvel,ā eu digo ao homem. āFoi a primeira coisa que notei sobre elaā¦ā
***
Ela Ć© uma danƧarina terrĆvel.
Essa é a primeira coisa que noto nela enquanto estou no palco, tocando para uma multidão cada vez menor.
Braços compridos que ela parece não ter ideia de como controlar. Ela estÔ descalça, movimentando-se pela grama, batendo os pés deliberadamente sem a delicadeza que a canção exige. Ela sacode a cabeça descontroladamente, e seus cachos pretos indisciplinados balançam para frente e para trÔs como se ela estivesse dançando ao som de heavy metal.
O que torna tudo mais engraçado é que esta é uma banda atual de música country. Uma banda country moderna e sem graça. Uma série completa de músicas que é excruciante de ouvir e é ainda mais doloroso de tocar.
Ć a Garrettās Band.
Ć assim como Ć© literalmente chamada. Garrettās Band. Foi o melhor que Garrett conseguiu elaborar.
Eu sou o quarto membro nĆ£o oficial ā o Ćŗltimo a se juntar Ć banda. Eu toco baixo. NĆ£o aquele do tipo acĆŗstico que as pessoas respeitam. Eu toco baixo elĆ©trico. O instrumento subestimado e imperceptĆvel que geralmente Ć© controlado pelo membro invisĆvel da banda ā aquele que desaparece no fundo de cada canção. Talvez seja por isso que prefiro baixo elĆ©trico do que qualquer outra coisa.
Depois que estudei música em Belmont, meu objetivo era ser cantor e compositor, mas não ajudo Garrett a escrever as canções. Ele não quer ajuda. Não temos o mesmo apreço pela música, por isso, componho apenas para mim mesmo e guardo as músicas para o futuro, quando estarei confiante o suficiente para lançar um Ôlbum solo.
A banda tem se tornado mais popular com o passar dos anos, e por mais que a procura tenha aumentado, o que resulta em mais dinheiro, o valor do meu pagamento como baixista nĆ£o melhorou. Pensei em tocar no assunto com o resto do pessoal, mas acho que nĆ£o vale a pena, afinal, eles precisam de mais grana do que eu. Sem contar o fato de que, se eu falar sobre isso, eles poderiam realmente me oferecer um lugar oficial na banda, e para ser honesto, eu odeio tanto esse tipo de mĆŗsica que fico atĆ© envergonhado por estar aqui. Ā
Todo show devora minha alma. Uma mordidinha aqui, outra ali. Desconfio que se eu continuar fazendo isso por mais tempo, não restarÔ nada de mim além de um corpo.
Sinceramente, não sei o que me mantém aqui. Eu nunca quis que isso fosse uma coisa permanente quando entrei, mas por alguma razão, eu não consigo reagir por conta própria. Meu pai morreu quando eu tinha 18 anos, e como resultado de sua morte, o dinheiro nunca foi um problema. Ele deixou para minha mãe e para mim uma apólice de seguro de vida considerÔvel, juntamente com uma empresa de instalação de internet que administra a si mesma e funcionÔrios que preferem que eu não interfira e mude anos de prÔticas bem sucedidas. Em vez disso, minha mãe e eu nos mantemos à distância e vivemos da renda.
à algo pelo qual sou definitivamente grato, mas do qual não me orgulho. Se as pessoas soubessem o pouco que foi exigido de mim nesta vida, eu não seria respeitado. Talvez seja por isso que eu tenha continuado na banda. São muitas viagens, muito trabalho e muitas noites. Mas a auto-tortura faz com que eu sinta que pelo menos mereço uma parte do que estÔ na minha conta bancÔria.
Eu fico no lugar designado a mim no palco e observo a garota enquanto toco, imaginando se ela estĆ” bĆŖbada ou drogada, ou se hĆ” uma chance de ela estar danƧando daquele jeito para zombar do quanto essa banda Ć© uma droga. Qualquer que seja o motivo para ela estar se movimentando desajeitadamente como um peixe desidratado, sou grato por ele. Ć a coisa mais divertida que acontece durante um show ultimamente. Eu atĆ© me pego sorrindo em um determinado momento ā algo que nĆ£o faƧo sabe Deus hĆ” quanto tempo. E pensar que eu estava com receio de vir atĆ© aquiā¦
Talvez seja a atmosfera ā a privacidade do local misturado com a repercussĆ£o de um casamento. Talvez seja porque ninguĆ©m esteja prestando atenção e 90% dos convidados jĆ” foram embora. Talvez seja a grama no cabelo da garota e as manchas esverdeadas em seu vestido, resultado das trĆŖs vezes que ela caiu durante essa mĆŗsica. Ou talvez seja o perĆodo de seis meses de seca que eu me forcei a suportar desde que rompi com a minha ex.
Talvez seja uma combinação de todas essas coisas que esteja fazendo dessa garota o meu foco hoje à noite. Não é surpresa, porque mesmo com as bochechas manchadas de maquiagem e alguns cachos emaranhados na testa por causa do suor, ela é a garota mais bonita daqui. O que é ainda mais estranho jÔ que ninguém estÔ prestando atenção nela. Os poucos convidados que restam estão reunidos na piscina com o casal recém-casado enquanto tocamos nossa última canção da noite.
A minha terrĆvel danƧarina Ć© a Ćŗnica que ainda estĆ” ouvindo quando finalmente terminamos e comeƧamos a arrumar os equipamentos.
Eu ouƧo a garota gritando bis no momento em que vou atĆ© o fundo do palco e coloco meu violĆ£o dentro da capa. Eu a fecho apressadamente, com esperanƧa de conseguir encontrĆ”-la depois que colocarmos os instrumentos na van. Ā
Nós quatro reservamos dois quartos para passarmos a noite aqui na pousada. SĆ£o onze horas de carro de volta para Nashville, e nenhum de nós quer pegar a estrada Ć meia-noite. Ā
O noivo se aproxima de Garrett enquanto ele fecha as portas da van, e nos convida para uma bebida. Normalmente, eu recusaria, mas ainda espero que a pĆ©ssima danƧarina esteja por perto. Ela era divertida. E gostei do fato de ela nĆ£o ter cantado uma Ćŗnica mĆŗsica. NĆ£o sei se poderia me sentir atraĆdo por alguĆ©m que curte a mĆŗsica de Garrett.
Eu a encontro na piscina, boiando de costas, ainda usando seu vestido cor de creme de madrinha de casamento com manchas de grama por toda parte.
Ela é a única na piscina, então, depois que pego uma cerveja, caminho para o lado mais fundo, tiro os sapatos, e coloco as pernas na Ôgua com jeans e tudo.
As ondulaƧƵes no meu lado da piscina a atingem eventualmente, mas ela nĆ£o se mexe para ver quem entrou na Ć”gua. Ela continua olhando para o cĆ©u, tĆ£o quieta e imóvel quanto um pedaƧo de madeira flutuando sobre a Ć”gua. Um verdadeiro contraste Ć exibição ridĆcula de mais cedo.
Após observĆ”-la por vĆ”rios minutos, a Ć”gua envolve todo seu corpo e ela desaparece. Quando suas mĆ£os partem a Ć”gua e sua cabeƧa rompe a superfĆcie, ela estĆ” olhando para mim, como se soubesse que eu estava aqui o tempo todo.
Ela se mantém flutuante com pequenos movimentos dos pés e oscilando os braços. Ela lentamente fecha o espaço entre nós, posicionando-se diretamente em frente as minhas pernas, me encarando. A lua estÔ atrÔs de mim e os olhos dela refletem seu brilho como duas lâmpadas minúsculas.
Do palco, eu achei que ela era bonita. Mas agora, a um centĆmetro dela, vejo que ela Ć© a coisa mais linda que jĆ” vi. LĆ”bios rosados inchados, uma mandĆbula delicada que espero poder passar minha mĆ£o em algum momento. Seus olhos sĆ£o tĆ£o verdes quanto a grama que circunda a piscina. Quero entrar na Ć”gua com ela, mas meu celular estĆ” no bolso, e tem uma lata de cerveja cheia na minha mĆ£o.
āVocĆŖ jĆ” assistiu aqueles vĆdeos do YouTube de pessoas morrendo por dentro?ā ela pergunta.
Eu nĆ£o faƧo ideia do porquĆŖ daquela pergunta, mas qualquer coisa poderia ter saĆdo de sua boca e ter se movido atravĆ©s de mim com a mesma forƧa que essas palavras acabaram de fazer. Sua voz Ć© fina e leve, como se flutuasse sem esforƧo para fora de sua garganta.
āNĆ£o,ā eu respondo.
Ela fica um pouco sem ar enquanto continua tentando manter-se na superfĆcie. āSĆ£o compilaƧƵes de coisas constrangedoras que acontecem com as pessoas. O cĆ¢mera sempre dĆ” zoom no rosto das pessoas nos piores momentos. Suas expressƵes fazem parecer que estĆ£o morrendo por dentro.ā Ela afasta Ć”gua de seus olhos com as mĆ£os. āEra assim que vocĆŖ estava parecendo hoje Ć noite. Como se estivesse morrendo por dentro.ā
Eu não lembro de vê-la olhando para o palco, muito menos me observando por tempo suficiente para avaliar com precisão como é ser obrigado a tocar aquelas músicas de merda no palco.
āEu jĆ” estou morto por dentro. Morri na primeira noite que me apresentei com a banda.ā
āFoi o que pensei. VocĆŖ gostou da minha danƧa? Eu estava tentando animar vocĆŖ.ā
Eu balanƧo a cabeƧa e tomo um gole de cerveja. āFuncionou.ā
Ela ri e mergulha por alguns segundos. Quando retorna, afasta o cabelo do rosto e diz, āVocĆŖ tem namorada?ā
āNĆ£o.ā
āNamorado?ā
"NĆ£o.ā
āEsposa?ā
Eu balanƧo a cabeƧa.
āVocĆŖ tem amigos, pelo menos?ā
āNa verdade, nĆ£o,ā eu admito.
āIrmĆ£os?ā
āFilho Ćŗnico.ā
āMerda. VocĆŖ Ć© solitĆ”rio.ā
Outra avaliação precisa. Apesar de no meu caso, ser solitÔrio é uma escolha.
āQuem Ć© a pessoa mais importante na sua vida?ā ela pergunta. āPais nĆ£o contam.ā
āNeste momento?ā
Ela diz que sim. āSim. Neste momento. Quem Ć© a pessoa mais importante na sua vida?ā
Eu reflito sobre sua pergunta por um momento e percebo que não existe ninguém por quem eu tomaria um tiro além de minha mãe. Sou indiferente aos caras da banda. Eles são mais como colegas de trabalho que não têm nada em comum comigo. E desde que os pais não contam, essa garota é, literalmente, a única pessoa que tenho em mente agora.
āAcho que Ć© vocĆŖ,ā eu digo.
Ela inclina a cabeƧa, estreitando os olhos. āIsso Ć© um pouco triste.ā
Ela levanta os pĆ©s e pega impulso empurrando a parede entre minhas pernas, afastando-se de mim. āĆ bom que eu faƧa com que essa noite seja boa para vocĆŖ entĆ£o.ā Seu sorriso Ć© provocador. Um convite.
Eu aceito seu convite colocando meu celular no chão perto da lata de cerveja, agora vazia. Eu tiro a camisa e assisto-a me observando enquanto coloco o resto do corpo dentro da piscina.
Estamos no mesmo nĆvel agora e, que droga! Ela acabou de ficar ainda mais linda.
Nadamos um ao redor do outro em um cĆrculo lento, tomando cuidado para nĆ£o nos tocarmos, mesmo que seja óbvio que ambos queremos.
āQuem Ć© vocĆŖ?ā ela pergunta.
āO baixista.ā
Ela ri disso, e sua risada Ć© o oposto de sua voz fina. Ć decidida e abrupta, e eu atĆ© poderia gostar mais dela do que de sua voz. āQual Ć© o seu nome?ā ela esclarece.
āLeeds Gabriel.ā Ainda estamos nadando um ao redor do outro em cĆrculos. Ela inclina a cabeƧa e reflete sobre o meu nome.
āLeeds Gabriel Ć© nome de vocalista. Por que vocĆŖ estĆ” tocando na banda de outra pessoa?ā Ela continua falando, aparentemente sem querer uma resposta para aquela pergunta. "VocĆŖ recebeu esse nome por causa daquela cidade na Inglaterra?ā
āSim. Qual Ć© o seu nome?ā
āLayla.ā Ela sussurra como se fosse segredo.
Ć o nome perfeito. O Ćŗnico nome que poderia ter dito que combina com ela ā estou convencido disso.
āLayla,ā alguĆ©m diz atrĆ”s de mim. āAbra.ā Eu olho sobre o ombro e a noiva estĆ” parada atrĆ”s de mim, segurando algo para Layla. Layla nada na direção dela, coloca a lĆngua para fora e a noiva pƵe um comprimido branco e pequeno sobre ela. Layla o engole e eu nĆ£o faƧo ideia do que foi aquilo, mas foi sexy pra caralho.
Ela pode ver que estou hipnotizado por sua boca. āLeeds quer uma,ā Layla diz, estendendo a mĆ£o para pegar outra pĆlula. A noiva lhe dĆ” outra e vai embora. Eu nĆ£o pergunto o que Ć©. NĆ£o me importo. Eu a quero tanto que serei o Romeu para sua Julieta e tomarei qualquer tipo de veneno que ela quiser colocar na minha lĆngua.
Eu abro a boca. Seus dedos estĆ£o molhados e parte da pĆlula dissolve antes de chegar Ć minha lĆngua. Ć amarga e difĆcil de descer sem revestimento ou Ć”gua, mas eu consigo. Eu mastigo um pouco.
āQuem foi a pessoa mais importante da sua vida ontem?ā Layla pergunta. āAntes de eu aparecer.ā
āEu.ā
āEu tirei vocĆŖ do primeiro lugar?ā
āParece que sim.ā
Ela se move com fluidez e sem esforƧo de costas, como se passasse mais tempo em uma piscina do que fora dela. Ela olha para o cƩu de novo, seus braƧos abertos, seu peito subindo ao respirar profundamente.
Eu pressiono minhas costas contra a lateral da piscina e coloco meus braços para fora, segurando a borda de concreto. Meu coração estÔ começando a ficar acelerado. Meu sangue parece ter engrossado.
Não sei que tipo de droga ela me deu, provavelmente ecstasy ou algum outro tipo de estimulante, porque estÔ fazendo efeito rÔpido. Estou mais consciente de tudo que acontece em meu torso do que em qualquer outra parte do meu corpo. O meu coração parece estar inchado, como se não houvesse espaço suficiente para ele.
Layla ainda estÔ flutuando de costas, mas seu rosto estÔ perto do meu peito. Ela estÔ bem na minha frente. Se eu me inclinasse um pouco, ela não estaria olhando para o céu. Estaria olhando para mim.
Porra, esse bagulho Ć© bom.
Eu me sinto bem. Confiante.
A Ôgua estÔ tão calma ao nosso redor que parece que ela estÔ flutuando no ar. Seus olhos estão fechados, mas quando sua cabeça bate em meu peito, ela me olha, seu rosto de cabeça para baixo, como se esperasse que eu fizesse algo.
Então eu faço.
Eu me inclino o suficiente para que minha boca encoste gentilmente Ć sua. Beijamos de cabeƧa para baixo, seu lĆ”bio inferior entre os meus dois lĆ”bios. Os lĆ”bios dela sĆ£o como uma explosĆ£o suave, inflamando campos minados escondidos sob cada centĆmetro de minha pele. Ć estranho e fascinante porque ela ainda estĆ” de costas, flutuando sobre a Ć”gua.
Eu coloco minha lĆngua dentro de sua boca, e por alguma razĆ£o, nĆ£o me sinto digno o suficiente para tocĆ”-la, entĆ£o mantenho meus braƧos onde eles estĆ£o ā segurando a borda da piscina em ambos os lados.
Ela mantĆ©m os braƧos estendidos, e a Ćŗnica coisa que ela move Ć© sua boca. Sou grato por nosso primeiro beijo ser de cabeƧa para baixo porque isso permite que eu anseie por um beijo do lado certo. Nunca mais vou querer beijar uma garota sem estar chapado com o que a noiva nos deu. Ć como se meu coração se contraĆsse no tamanho de uma moeda de um centavo e depois inflasse do tamanho de um tambor a cada batida.
Ele não estÔ batendo como deveria. JÔ não existe mais o gentil tum-tum, tum-tum, tum-tum.
Ć um blim e um BOOM.
Blim BOOM, blim BOOM, blim BOOM.
Não posso continuar beijando desse jeito, de cabeça para baixo. EstÔ me deixando tonto, como se eu não me encaixasse, e eu quero que minha boca se encaixe perfeitamente à dela. Eu agarro sua cintura, girando-a sobre a Ôgua até que esteja de frente para mim, e a puxo em minha direção. Suas pernas se enroscam ao meu redor e suas mãos saem da Ôgua e seguram minha cabeça, o que faz com que ela afunde um pouco jÔ que agora, eu sou a única coisa mantendo-a fora d'Ôgua. Mas os meus braços estão ocupados demais deslizando pelas costas dela, por isso começamos a afundar e nenhum de nós faz nada para resolver a situação. Nossas bocas se encontram antes de ficarmos submersos. Nem uma única gota de Ôgua passa entre nossos lÔbios.
Nós descemos até o fundo da piscina, ainda fundidos um ao outro. Assim que chegamos ao fundo, abrimos os olhos ao mesmo tempo e nos afastamos para nos olharmos. O seu cabelo estÔ flutuando acima dela agora, e ela parece um anjo submerso.
Gostaria de poder tirar uma foto.
Bolhas de ar cobrem o espaƧo entre nós, entĆ£o retornamos Ć superfĆcie.
Eu atinjo a superfĆcie dois segundos depois dela. Estamos nos olhando, prontos para comeƧar a beijar de novo. Nós nos aproximamos e tomamos a mesma posição de antes. Nossas bocas saem em busca uma da outra, mas assim que eu provo o cloro em seus lĆ”bios, somos interrompidos por uma cantoria.
Consigo ouvir a voz de Garrett acima da de todos os outros, comemorando nosso beijo de onde eles estão sentados. Layla os olha e levanta o dedo do meio.
Ela se afasta de mim e segue para a lateral da piscina. āVamos,ā ela diz, saindo da Ć”gua. Ela nĆ£o Ć© graciosa com relação a isso. Ela pega impulso no fundo da piscina, a um metro da escada, e precisa rolar sobre o concreto para deixar a piscina. Ć desajeitado e perfeito. Eu a sigo, e alguns segundos depois, estamos correndo pela lateral da casa onde Ć© mais escuro e privado. A grama Ć© fria e macia sob meus pĆ©s. Como gelo⦠mas derretido.
Acho que acabei de transformĆ”-la em Ć”gua. Mas nĆ£o parece lĆquido. Parece gelo derretido. As drogas fazem com que as coisas sejam difĆceis de serem explicadas.
Layla pega minha mĆ£o e cai sobre a grama de gelo derretido, puxando-me para cima dela. Eu me apoio nos cotovelos para que ela consiga respirar e a encaro por um momento. Ela tem sardas. NĆ£o muitas, mas elas estĆ£o espalhadas sobre seu nariz. Tem algumas em suas bochechas. Eu passo a mĆ£o sobre elas. āPor que vocĆŖ Ć© tĆ£o linda?ā
Ela ri. Com razão. Isso foi brega.
Ela me deita de costas, puxa o vestido para cima das coxas e senta sobre mim. Suas coxas grudam na lateral do meu corpo porque nós dois estamos encharcados. Eu coloco as mãos em seus quadris e desfruto da intensidade dessa brisa.
āSabe por que chamam esse lugar de Corazón del PaĆs?ā ela pergunta.
Como eu nĆ£o sei, balanƧo a cabeƧa e espero que seja uma longa história, assim poderei ouvi-la por mais tempo. Eu poderia ouvir sua voz a noite toda. Na verdade, existe um cĆ“modo na pousada conhecido como o Grande Quarto; ele Ć© forrado por centenas de livros em cada parede. Ela poderia ler para mim a noite inteira. Ā
āĆ traduzido como Coração do PaĆs,ā ela diz. HĆ” excitação em seus olhos e em sua voz quando ela fala. āEste lugar ā esta propriedade onde vocĆŖ estĆ” deitado agora ā Ć© geograficamente o centro das Ć”reas contĆguas dos Estados Unidos.ā
Talvez seja porque estou extremamente consciente do meu batimento cardĆaco neste momento, mas isso nĆ£o faz sentido. āPor que ele chamariam disso? O coração nĆ£o Ć© o centro do corpo. Ć o estĆ“mago.ā
Ela solta sua risada rĆ”pida e afiada novamente. āĆ verdade. Mas Estomago del PaĆs nĆ£o soa tĆ£o bonito.ā
Porra. āVocĆŖ fala francĆŖs?ā
āTenho certeza de que Ć© espanhol.ā
āĆ sexy de qualquer maneira.ā
āEstudei apenas um ano durante o ensino mĆ©dio,ā ela diz. āNĆ£o tenho nenhum talento oculto. O que vocĆŖ vĆŖ Ć© o que vocĆŖ tem.ā
āEu duvido disso.ā Eu saio debaixo dela e imobilizo seus pulsos sobre a grama, me posicionando em cima dela. āVocĆŖ Ć© uma danƧarina talentosa.ā
Ela ri. Eu a beijo.
Nós nos beijamos por vÔrios minutos.
Fazemos mais do que beijar. Nos tocamos. Nos movemos. Soltamos alguns gemidos.
Ć tudo tĆ£o intenso ā como se eu estivesse Ć beira da morte. O meu coração poderia literalmente explodir dentro do peito. Estou comeƧando a me perguntar se deveria continuar fazendo isso. Misturar drogas a essa pegação com Layla Ć© demais para mim. NĆ£o posso permitir que ela fique entrelaƧada em mim por nem mais um segundo, ou vou morrer por tudo o que estou sentindo. Ć como se cada terminação nervosa produzisse outra terminação nervosa. Sinto tudo com o dobra da intensidade.
āEu preciso parar,ā eu sussurro, desenroscando minhas pernas dela. āEstamos sob o efeito de que? Eu nĆ£o consigo respirar.ā Eu me deito de costas, arfando em busca de ar.
āVocĆŖ estĆ” falando sobre o que minha irmĆ£ te deu?ā
āA noiva Ć© sua irmĆ£?ā
āSim, o nome dela Ć© Aspen. Ela Ć© trĆŖs anos mais velha do que eu.ā Layla se levanta, apoiando-se sobre os cotovelos. "Por que? VocĆŖ gostou?ā
Eu balanƧo a cabeƧa. āSim. Amei.ā
āIrado.ā
āAspen me dĆ” toda vez que bebo muito.ā Ela se inclina atĆ© que sua boca esteja perto do meu ouvido. āĆ aspirina.ā Quando ela se afasta, a expressĆ£o confusa em meu rosto faz ela sorrir. "VocĆŖ pensou que estava chapado?ā
Por que outro motivo eu estaria me sentindo desse jeito?
Eu me sento. āAquilo nĆ£o era aspirina.ā
Ela tem uma crise de riso. āEu juro por Deus. VocĆŖ tomou aspirina.ā Ela estĆ” rindo tanto que perde a respiração. Quando finalmente se recupera, ela suspira e Ć© encantador. Eu acabei de dizer encantador?
Ela balanƧa a cabeƧa e me olha com um sorriso suave. āNĆ£o sĆ£o as drogas que estĆ£o fazendo com que vocĆŖ se sinta assim, Leeds.ā Ela se levanta e segue atĆ© a frente da casa. Eu a sigo, de novo, porque se aquilo era realmente uma aspirina, entĆ£o eu estou ferrado.
Estou ferrado.
***
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You could have taken off the handcuffs all this time, but you didnāt. Is that right? Yes, Eda. You could have removed them from the very beginning? You could have taken them off but you didnāt?! Yes, Eda. Why are you doing this? I like it.
Sen Ćal Kapımı Episode 5 : Holding Hands
Cali š
Netflix Lucifer Season 4 Teaser

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I started working at the agency where my sister works. They celebrated the companyās 40th anniversary. I went to the lodge, but I mistook the entrance. It was dark, we did not see each other. Certainly he took me for someone else. He kissed. And then I escape from there. But, I donāt know, it was so strange. I froze, I stopped breathing, I didnāt feel the ground I was treading on. Iām still in the same condition.
youāre so beautiful. i canāt dare to touch you.
Come and let us live, my Dear, Let us love and never fear. Then let amorous kisses dwell on our lips, begin and tell A Thousand, and a Hundred score A Hundred, and a Thousand more.
Remember.
The Lion King (2019) dir. Jon Favreau
āWe moved from Brazil three years ago. Ā We love Thanksgiving. Ā We cook everything. Ā But weāre still learning many things about the American culture. Ā Back home everyone likes to hug and kiss on the cheek. Ā It communicates that you care about someone. Ā But here it is different. Ā My friend tried to give me a Thanksgiving handshake at the gym today. Ā But I went in for a Thanksgiving hug. Ā And he only gave me a Thanksgiving half-hug. Ā A few months ago I was called into Human Resources, and they said: āMr. Mauricio, no more hugging at the office. Ā It is making people uncomfortable.ā Ā So I learned my lesson that day. Ā I came home and told the children: āBe careful not to touch your classmates.āā
Hugs are the best. Sorry! <3

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13 Rainbows for Halloween: 13/13- Hocus Pocus
You know, Iāve always wanted a child. And now I think Iāll have one on toast!
My name is June.Ā Iām Brianna. Alma. Iām Dolores, it was my grandmaās name. My name is Janine. My name is Deirdre. Hi, my name is Sara, nice to meet you. Erin.Ā Marilyn.