❛ No , no , no , no , no , no , no , no , this is bad . This is very , very bad . This is really bad … They just can’t get my nose right ! ❜
Atenção, atenção, quem vem lá? Ah, é 𝐄𝐌𝐈𝐑𝐇𝐀𝐍 𝐅𝐈𝐑𝐀𝐓 / 𝑭𝑳𝒀𝑵𝑵 𝑹𝑰𝑫𝑬𝑹, da história TANGLED! Todo mundo te conhece… Como não conhecer?! Se gostam, aí é outra coisa! Vamos meter um papo reto aqui: as coisas ficaram complicadas para você, né? Você estava vivendo tranquilamente (eu acho…) depois do seu felizes para sempre, você tinha até começado a APOSTAR, INVESTIR e ATUAR COMO COACH… E aí, do nada, um monte de gente estranha caiu do céu para atrapalhar a sua vida! Olha, eu espero que nada de ruim aconteça, porque por mais que você seja ASTUTO, você é GANANCIOSO, e é o que Merlin diz por aí: precisamos manter a integridade da SUA história! Pelo menos, você pode aproveitar a sua estadia no Reino dos Perdidos fazendo o que você gosta: EMPREENDENDO.
Ninguém se refere a ele por Emirhan, simplesmente porque ele detesta o nome de batismo. É mais comum que as pessoas em geral se refiram a ele apenas como Emir, ou Rider.
Antes de se tornar o infame Flynn Rider, tudo o que tinha era um nome ridículo e a vergonha de ser um órfão faminto. Ainda assim, crescer nas ruas fez de Emirhan o homem astuto que é hoje. Talvez seja esse o motivo para que ele acredite que pode passar para trás os maiores pilantras do reino.
Teve um punhado de aventuras antes de conhecer Rapunzel, tendo viajado por diferentes reinos, enfrentado perigos e conhecido pessoas diversas, acumulando histórias interessantes para contar. Claro que a maior parte de suas aventuras foi permeada por crimes, mas ele meio que se orgulha disso.
Além de ser um ladrão habilidoso – habilidade que não desapareceu da noite para o dia por ter se tornado parte da realeza, só assumiu outras formas - Flynn tem outros talentos que ele esconde, como a facilidade para aprender outros idiomas, mesmo que sua educação não tenha sido das melhores. É o que facilita a diplomacia com os outros reinos.
Apesar de sua fachada durona (ele tem uma reputação a zelar), Emir tem um grande coração quando se trata de animais. Ele é especialmente apaixonado por cavalos e sempre trata os animais como parte da família. Além disso, qualquer animal é visto como potencial bicho de estimação pelo homem.
Embora possa parecer egoísta às vezes, o Firat tem um forte instinto protetor quando se trata de pessoas que ele se importa, especialmente Rapunzel. Ele faria qualquer coisa para mantê-la segura.
Uma forma de lidar com situações perigosas ou estressantes é através do humor, tendendo a fazer piadas ou comentários sarcásticos quando está em apuros, para manter o ânimo.
Não é segredo que tem um apego especial pelo dinheiro. Alguém que veio do nada e de repente é lançado ao tudo pode cometer alguns excessos... Mesmo os cofres de Corona não seriam suficientes para os exageros de Emir, especialmente depois que ele passou a acreditar que sua série de investimentos podia os deixar mais ricos. Por muito tempo, o príncipe investiu nos negócios mais bizarros do reino, certo de que o produto, ou o negócio da vez, estouraria e o faria nadar em merlos. Acontece que isso nunca ocorreu. Para consertar o rombo nos cofres reais, se afundou em apostas, tentando recuperar o dinheiro ou pegando empréstimos em Malvatopia – afinal, a alta sociedade de Camelot não podia nem sonhar que eles estavam indo à falência. Rapunzel, dentre todas as pessoas, não podia sonhar que eles estavam indo à falência.
O personagem é dono ou cuida de algum lugar no Reino dos Perdidos? Por favor, descreva.
O Acampamento Angry Duckling é um centro de atividades ao ar livre que oferece uma variedade de aventuras emocionantes (só se você gostar de mato), como escalada em rocha, tirolesa, passeios de caiaque e trilhas para caminhadas, proporcionando aos clientes experiências únicas e inesquecíveis. O local conta com charmosas cabanas para hospedagem, cachoeira, restaurante temático e até uma loja de equipamentos de sobrevivência, como mochilas, botas de trilha, mapas, bússolas, kits de primeiros socorros, alimentos liofilizados, ferramentas multiuso, e outros itens essenciais para situações de emergência e para exploradores/viajantes. Quando abriu o lugar, Emir estava muito otimista de que faria uma fortuna com ele, mas sua animação foi morrendo gradativamente ao perceber que ele não faria o primeiro milhão já nos dois primeiros meses.
Como está a posição dele em relação aos perdidos? Odiou ou amou? Responda em um parágrafo simples!
O surgimento da irmã maligna certamente era um ponto preocupante da nova história, mas Flynn não vê a crise dos perdidos como algo de todo maléfico. O ex-ladrão é sociável demais para que não esteja curioso acerca dos desconhecidos e até já fez algumas amizades. Além disso, uma distração a mais é sempre bem-vinda em seu estado atual. Se todos estiverem mais preocupados com os forasteiros, não perceberão o que ele vem fazendo por debaixo dos panos.
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"Não sei sobre os outros pobres diabos, mas eu vou ser esse um que você está mencionando. A não ser que eu esteja concorrendo a trezentos milhões de dólares nessa merda, não vale a pena chegar ao final." E pelo que se lembrava, não havia sido informada sobre o prêmio daquele reality show. Na verdade, sequer havia se inscrito nesse inferno. Era mesmo um pesadelo! Sabia que existiam de outros que estavam gostando daquela palhaçada, mas Damla não estava entre eles. Sua vida dentro da delegacia era muito mais interessante. De fato, como seus poucos amigos insistiam em falar, Ataman não saía, não namorava, preferia focar no trabalho fixamente, mas divertia-se bem mais do que estar ali, falando com Flynn Rider. Ah, pelo amor de Deus! Que enredo péssimo é esse? Virou-se para ele com os braços cruzados. "Sabia que você chama José Bezerra em uma das versões que eu conheço? Bonito, né? Gostou? Eu prefiro."
" Uh, é mesmo? " se voltou para ela, dando uma boa analisada. Era mesmo uma pena tamanho desperdício. " Vai fazer uma carta de despedida, pelo menos? Quando restaurarem os portais posso até enviar pra sua mãe. Ela vai querer ver suas últimas palavras, não? " debochou, já que apelar para o bom senso não estava adiantando. De qualquer modo, ele não tinha nada a ver com a vida da perdida, e se ela estava tão ansiosa assim para pular para a morte, não seria ele a impedir. Porém, era visto que não devia ter um único amigo para avisar sobre a merda que estava fazendo. " Ao final? Sua história aqui te assusta mais do que um experimento incerto que provavelmente vai resultar na sua desintegração? " arqueou uma das sobrancelhas, assoviado ao final. " Deve ter pego um conto especialmente ruim " riu da possibilidade, mas só porque o seu final feliz tinha sido mantido mesmo com a chegada dos perdidos. Contudo, o bom humor desapareceu quando ele ouviu sobre aquele nome notoriamente horrendo, franzindo o cenho. " Quantas variações ridículas são capazes de imaginar para o meu nome de batismo? Quase faz Emirhan parecer um nome agradável aos ouvidos "
O comentário de Flynn fez Marian deixar um riso escapar. Não era por maldade, mas se fosse ela naquela situação, também não participaria do voluntariado, ainda mais sendo tão incerto. "Fala sério, será que algum louco vai topar isso? Acho tão improvável." Opinou com sinceridade, dando de ombros. "Sem contar que, se eles estão procurando voluntários, claramente tem algo não confiável nisso. Imagina se algo dá errado? Até porque, vamos ser sinceros, está muito óbvio que algo vai dar errado."
“ O pior é venderem a ideia como se fosse confiável. Será que ainda podemos confiar em alguém de Camelot? Eles baniram todos os vilões pra um lugar só como se fossem muito melhores do que eles, mas quem está mentindo e trapaceando agora? ” sentiu-se encorajado a expor sua real opinião depois do respaldo de Marian, ainda que seu tom fosse próximo de um sussurro agora, por conta da opinião impopular. De certo modo, acabava dando a entender que defendia os habitantes de Malvatopia, porém, esse também não era o caso. “ Não ficaria surpreso se escondessem os resultados dos testes depois dos primeiros fracassos ”
Victória não sabia se acreditava ou não nas palavras do homem, mas decidiu dar um voto de confiança. Ele parecia saber bem do que estava falando. "Que pessoal por aqui que aprecia a parte do ilegal?" Perguntou, cheia de curiosidade. "O que o levou a sair dessa vida? O amor? Casamento?" Conhecia a história dele; tinha uma colega de trabalho que tinha uma filha cuja princesa preferida era a Rapunzel. Por isso tinha visto Tangled algumas vezes. Victória tomou o cuidado para sua voz não soar amargurada demais ao falar de amor e casamento. Não era culpa dele que a sua procura e matrimônio tinham sido um desastre. "Eles nos deixam com algum tempo livre, mas também temos aulas. Havia muita coisa para explorar por aqui, não consegui ver tudo." Meio que se defendeu, deixando escapar um sorriso diante do deslize dele. "Tem certeza que está recuperado? Parece gostar muito do cassino. Não tem nada de errado nisso, sabia? É um lugar para diversão. Errado é perder, mas aí pode colocar a culpa no azar." Deu de ombros. Não era a maior apreciadora de jogos de azar, mas parecia ter sempre uma sorte excelente em cassinos, de forma que não era contra os lugares. Até conseguia sentir saudades de Mônaco.
Avaliou a outra como se buscasse obter todas as respostas que precisava sobre ela através do breve prescrutar. Se acabasse se expondo e ela desejasse cair nas graças de uma das pessoas de seu círculo social, a culpa seria inteiramente dele e de sua boca grande. " O de sempre... Vilões, malfeitores, o dark side. Como quiser chamar " deu de ombros, como se não fosse nada de mais; como se aquelas pessoas também estivessem no meio deles e fossem de fácil acesso. A verdade, contudo, era que tais indivíduos sequer queriam ser vistos com os mocinhos. A resposta mais óbvia e romântica era que tinha abandonado a vida de crimes em razão do casamento, mas o desgosto no tom alheio ao mencionar amor fez com que Flynn chegasse à conclusão de que não era bem isso que a morena queria ouvir. “ Não vem ao caso agora. Gosto de manter minhas possibilidades abertas... Saí porque não vi mais vantagem. Agora eu tenho um castelo ” elevou ambas as sobrancelhas, evidenciando o quanto estava bem, muito diferente da situação em que se encontrava quando era só um ladrãozinho em Corona. “ Aulas? Como uma escola? ” riu-se brevemente, pensando que aquilo devia ser mesmo entediante com tanto a ser explorado por ali. Uma verdadeira perda de tempo. Tentou manter a expressão neutra quando ela questionou se estava mesmo recuperado. Ela ainda era uma estranha em quem ele não confiava – não podia sair confessando seus vícios. No entanto, a outra parecia ser tão mente aberta que ele chegava a se sentir confortável. “ Evet ” concordou, ainda relutante. “ Mas pode-se dizer que a sorte não tem sorriso muito pra mim nos últimos tempos... É de companhia que você precisa? ”
"Só naquela reunião eu vi uns três se oferecendo, não acho que vai ser difícil..." Deu de ombros, alisando a camisa que usava, buscando retirar qualquer amassado que ela pudesse possuir no momento. "E olha que eu nem tava prestando atenção, tem uns bem desesperados."
" E quem seriam os três idiotas? " rolou os olhos, ainda sem acreditar que aquilo era possível, mesmo que não quisesse, realmente, saber os nomes. Aquele era um problema exclusivo dos perdidos e dos responsáveis por eles a partir do momento que se voluntariassem para o experimento. " Entendo o desespero. É mesmo insalubre respirar o mesmo ar que o Feiticeiro, mas até que viemos aguentando bem "
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"A mim mesma. Sou muito preocupada em não gostar e ter perdido tempo." Respondeu ao moreno. Tinha o idealismo que nunca poderia perder tempo porque sua vida era muito trabalhosa "Eu peguei em dois de romance que é o meu género favorito." Agora não sabia como iria escolher entre dois que desejava levar, mas sabia que não poderia levar os dois porque não teria tempo "Infelizmente a minha vida em geral é trabalho. Sem trabalho eu não posso viver."
" Uau, o seu tempo é assim tão valioso? Nunca pensei que recolher dentes fosse um trabalho tão exaustivo " repuxou um dos cantos da boca, como se debochasse da atividade alheia. No entanto, o que ele não entendia era o porquê dela não poder apenas relaxar e assistir a um filme sem pensar muito no tempo perdido. " Claro que sim. Devia ter imaginado " rolou os olhos ao ouvir romance, o gênero preferido de onze entre dez mulheres. " Na verdade, você vive quando não está trabalhando, mas pode ser difícil digerir isso, assim, de cara. Se quiser um conselho para melhorar sua qualidade de vida, comece procrastinando em algumas tarefas, depois descanse nos fins de semana e feriados. Quando se der conta, vai estar curada e até saindo dez minutos mais cedo "
❛ Bem... Sempre há mais de um corajoso. Tenho certeza que o desespero vai fazer eles se prontificarem. ❜ Deu de ombros com a conversa, não tinha certeza se aquela solução também se encaixava com os verdadeiros prejudicados naquela história, e, se esse fosse o caso, Rosalina estava longe de querer entrar na fila de voluntários. ❛ Pelo menos uma pessoa vai se dar o luxo de fazer isso, me pergunto quem realmente vai ter coragem suficiente para isso. ❜ Com o pensamento, se voltou para o homem em meio à própria dúvida. ❛ Por que não se prontifica a testar o meio que vai apagar nossas memórias? Seria bom ter um prévia sobre isso. ❜
" E os corajosos não são justamente os estúpidos que não se dão conta do risco que estão correndo? Remova o medo e o ser humano é capaz de fazer qualquer coisa. Alguém tem que colocar o medo no coração dessas crianças antes que elas façam besteira " ele se prontificaria para fazê-lo, se necessário, e a forma como falava, com certa arrogância, evidenciava o quanto se considerava bom por estar fazendo aquilo. Que alguém iria, de todo modo, participar do experimento - nem que obrigado fosse - era um fato, mas isso só fazia com que Rider se sentisse mais tentado a criticar, para que fosse o primeiro a dizer eu avisei quando desse errado. " Ne? Ficou maluca? Pra que eles apaguem todo o meu cérebro e eu não lembre nem do meu nome esquisito, ou da minha esposa? Ninguém sabe o que vai vir disso também. Aliás, isso também não está bem explicado "
Por que estava se divertindo tanto com aquilo? Aquelas pessoas vieram de penetra para o mundo deles e agora estão com medo de tentar voltar, mesmo assim, ficam resmungando e reclamando pelos cantos como se os verdadeiros habitantes dos reinos fossem obrigados a ouvi-los choramingando, chegou a rir de uma forma sonora e nem um pouco discreta com o comentário do ex-ladrão, ou talvez ainda fosse um pouco (muito bonito a propósito, mas um detalhe sem importância nenhuma), levou mais uma uva até a boca e mastigou bem antes de falar de boca cheia ainda. "Parece que você tem mais medo que eles. O que acha que poderia acontecer afinal? Eles serem partidos em diversos pedacinhos...?" Falou com muita naturalidade enquanto engolia a uva com a boca livre, pronta para receber outra. "Isso provavelmente aconteceria se a pessoa por trás do experimento fosse o Dr. Frankenstein..."
Ele não tinha feito o comentário em tom de piada (talvez um pouco), de modo que se surpreender com a risada exagerada de Calcifer, elevando as sobrancelhas quando percebeu sua presença. O pior era que o outro estava certo: ele podia mesmo estar com mais medo do que os próprios habitantes do Mundo das Histórias. Importava tanto assim o que acontecia com aquelas pessoas? No que aquilo afetaria a vida dele, Flynn? " É uma possibilidade real " torceu a cabeça, já que não era dos mais otimistas, franzindo o cenho para a fala seguinte. " ...Especialmente se considerarmos que o Dr. Frankenstein está por trás do experimento " não tinha certeza se Calcifer estava sendo apenas debochado ou se tinha perdido aquela informação. " Até demorou para que pedisse a autorização de Merlin para começar a fazer experimentos com os forasteiros. Faz parecer que o grande anúncio foi só uma desculpa para desviar nossa atenção "
❝Bom, pois eu acredito e tenho certo tino pra coisa!❞ E tinha na maioria dos casos, ainda que tivesse cometido seus erros de julgamento ao longo do caminho, era algo inevitável naquele ramo. Queria poder discordar sobre as fadas da Terra do Nunca, contudo, sabia que algumas poderiam ser... Bem, complicadas. ❝Nem todas são ruins, a maioria delas só outras funções... As fadas da Terra do Nunca são designadas a funções bem especificas, mas não em ajudar vocês da forma que eu ajudo.❞ E havia uma diferença grande naquilo, Esra gostava de pensar que nenhuma fada era como a outra, gostava da individualidade. Revirou os olhos quanto a parte de gratidão eterna, ainda que não fosse a primeira vez que ouvisse algo do tipo. ❝Bom, eu tenho certeza de que se passar mais tempo em minha companhia, certamente pensará em algo a altura!❞
" É mesmo? Nenhum equivocozinho no caminho? Não sabia que você podia ser arrogante, Esra hanim " provocou, olhando-a de canto e repuxando a boca num sorriso, como se a repreendesse pela soberba. " Tabii ki, compreendo, mas se não podem ajudar, também não precisavam atrapalhar " rolou os olhos, pensando nos desencontros relacionados a tais criaturas, mas sem desejo de se prolongar no assunto, por saber que a Tekin não criticaria a própria espécie. Também não queria uma aula sobre como funcionava a divisão de tarefas no mundo feérico, já que não pretendia viver entre elas. " Passar mais tempo em sua companhia, é? " não sabia se devia interpretar aquilo como um convite, mas o fez assim mesmo. " E o que é que costuma fazer no tempo livre e que eu poderia acompanhar? "
❝Você subestima o desespero de algum deles em voltar para casa, dear.❞ E a lady sabia como alguma parte dos perdidos estava inteiramente desesperado em voltar, fosse pela família ou por que teriam vidas ruins ali. O suficiente para que arriscarem, boa parte na visão da ruiva não possuía algum tipo de inteligência moderada a ponto de focar mais nos perigos do que no benefício ofertado. ❝E você acha que eles iriam tão longe a ponto de obrigar alguém usando da desculpa do acaso?❞
Emir já tinha ponderado que o desespero poderia movê-los, mas isso não faria com que deixasse de considerar que estes seriam poucos e facilmente dissuadidos. Tremaine devia ser uma das que pouco se importavam com a vida dos perdidos, não por ser uma vilã, mas porque essa parecia ser a postura de todos os personagens do Mundo das Histórias. A maioria, assim como Merlin, só queria uma solução rápida para o problema. " Eu acho que eles iriam longe ao ponto de sequer usar a Excalibur para escolher o rato de laboratório. Basta chegar num ponto em que considerem alguém como mais adequado ou capacitado para aguentar o experimento " dentre todas as pessoas, não seria aquela mulher a julgá-lo por uma opinião desfavorável à Academia de Magia. " Estão sendo pressionados sobre essa questão desde que os perdidos chegaram. Não vão ser pacientes por muito mais tempo "
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"Eu já falei com alguns que realmente queriam se oferecer como voluntários o quanto antes. Acredite se quiser! Acha que somos anfitriões tão ruins assim?" Direcionou à Rider um olhar de genuína dúvida. Tentava imaginar se havia causado uma impressão tão ruim nos perdidos ao ponto de estarem desesperados para voltarem ao seu mundo. "Talvez , eu digo talvez, não me julgue!" Apontou para Flynn, antes de continuar falando. "Talvez tenha assustado uma parte deles com minhas perguntas, mas eu não acho que seja um crime querer entender como funciona o mundo deles, sabe? Digo, eles tem uma versão de mim que eu sequer conheço! Apesar de terem dito que eu sou bonita e carismática por lá, não deixo de ficar curiosa. Sou mais bonita do que aqui? E o que mais? Não gostaria de ser desastrada por lá também." Deu de ombros, preferindo acreditar que não havia nada demais em ser curiosa em entender como estavam usando sua imagem naquele outro lugar. "Mas concordo com você. A ideia é realmente estranha. Deveriam ter a certeza de que vai funcionar antes."
" Meu Merlin, o que estão colocando na água daquele centro? " franziu o cenho, negando com a cabeça em indignação. " O que teria de tão ruim na nossa recepção? Pelo que sei, eles tem tudo o que precisam desde que chegaram. Não tiveram que desembolsar um único merlo, muito menos trabalhar. Tem acesso a todos os nossos itens mágicos e ainda tiveram alguns inventados especialmente pela chegada deles. O que mais poderiam querer? " ele sabia que a vida no Mundo das Histórias não substituía a anterior, mas ainda assim, Emir tinha certeza de que, no lugar, encararia tudo como uma espécie de férias prolongadas. Quando Jane falou que tinha assustado os perdidos, ele teve de rir, crente de que tinha mesmo assustado. " Você podia pegar leve de vez em quando, hein? Os coitados precisam respirar " disse, como em repreensão, como se realmente se importasse com o que eles estavam passando. " E você não é sempre bonita e carismática? Nada mais justo que uma retratação fiel. Sorte sua... Desconfio que meu eu impostor não faça jus à minha aparência impecável " repuxou um dos cantos da boca, num sorriso charmoso. " Como é possível ter certeza num experimento desses? Os perdidos não voltariam pra avisar nem se morressem nem se chegassem em casa "
— Pelo tempo que estamos aqui, não duvido que possa ter voluntários. Nem todos gostam do que temos por aqui... E não estou falando só dos perdidos — completou, embora Eric estivesse no seleto grupo que gostava de estar ali. Apesar da opinião de outros, se pudesse escolher, ele escolheria ficar ali. Ficava chateado ao pensar que teriam suas memórias apagadas quando tudo aquilo acabasse. — Não vão usar a excalibur de qualquer jeito? Tendo uma lista ou não? Ou escutei errado?
" Está dizendo que até alguns de nós vão se oferecer como voluntários, bonitão? Só pra garantir que isso " girou o dedo no ar, se referindo ao Reino dos Perdidos como um todo " deixe de existir? " é verdade que não prestava muita atenção no ânimo geral, mas as coisas tinham, de fato, ficado tumultuadas depois de Pride Lands. Os perdidos não eram os únicos desesperados. " Você pretende se voluntariar? " perguntou, curioso, desejando que não esperassem o mesmo dele. Era demais esperar que ele, mesmo sendo agora um príncipe, agisse como um. " Ah, devem usar, nem que seja para cortar a cabeça dos que se recusarem a ir "
"Ai, não fala assim!" Pediu em um tom manhoso, franzindo o nariz. "Eu acabei me oferecendo na hora, pelo impulso... Você acha que ouviram? Não quero ser tributo nos Jogos Vorazes ou sei lá como vai ser essa ida para a casa!" Se arrependimento matasse, Mayari conseguiria listar pelo menos umas sete coisas que já teriam lhe matado em sua vida. (Algumas, é claro, términos com seus exes, mas... Coisa para outro dia!) "Deus sabe que eu não sou o tipo que sobreviveria à uma situação de vida ou morte assim... E meus fãs também." Grunhiu de forma prolongada e dramática, culminando em um biquinho. "E se todos nós nos escondermos? Tem tanta floresta por aí e mato, talvez não nos encontrem!"
" Não falar em pessoas morrendo, você quer dizer? De que conto veio? Esse tipo de coisa acontece em qualquer história. É o caminho natural " gesticulou, como se a mais nova não fosse capaz de entender como funcionava a vida. Foi só depois que ela continuou falando que percebeu que se tratava de uma perdida e, pior que isso, uma das que tinha considerado uma boa ideia se oferecer para o abate. " Se eles ouviram... Meus pêsames? " ofereceu, sem saber bem o que dizer como forma de consolo. " Mas você sempre pode fugir, é claro. Se esconder em algum lugar estranho como o castelo invertido. Pode ser que não procurem nesses cantos mais remotos " ponderou, como se ele estivesse na situação. " Fãs, você disse? O que fez de tão especial que lhe rendeu adoradores? " numa análise superficial, diria que era muito nova para ser digna, mas ele não sabia bem como as coisas funcionavam no Outro Mundo.
encarando aquela como uma indireta de rider para leyla que não escondia para ninguém que não gostaria de voltar para seu mundo, sentiu necessidade de respondê-lo a altura. sua personalidade inconsequente a impedia de ficar calada. "ótimo. então você com toda essa vontade de dar opiniões, vá lá e coloque seu nome na lista de inscritos. que tal, amor?" apontou para o lado, como se aquele fosse o caminho até as "inscrições" para voluntários no experimento de merlin. "aposto que ter um de vocês como cobaia também não seria nada mal. só um teste bobo, não é?" balançou os ombros como se aquela fosse uma notícia banal. seu tom de voz estava carregado de sarcasmo. "vou amar te ter de companhia em istambul até o momento que você for preso por achar que ninguém ali vai saber das suas falcatruas igual aqui." como uma trambiqueira ela mesma, leyla entendia de mentiras e duvidava que flynn tivesse se tornado completamente honesto. "nessa hora eu vou só acenar e sorrir."
Era mesmo muita audácia da parte da perdida achar que ele se abalaria por qualquer um deles. Claro que havia o fator Corona que tinha de ser levado em consideração, afinal, era o reino dele também que corria risco. Contudo, para Rider, era ainda dificultoso pensar como um governante. " Por que raios eu faria isso? Estou muito bem com minha vidinha aqui. Caso não tenha percebido, sou um príncipe " devolveu no mesmo tom, ampliando o sorriso na última palavra. Leyla sabia que ele não precisava mexer um músculo, porque havia uma multidão de pessoas para fazer o que quer que ele precisasse. " Acho que vou deixar os atos nobres para quem está nessa há mais tempo. Sabe como é... Ainda estou me acostumando com essa história de heroísmo e tudo o mais. Tenho certeza que Philip ou Kit fariam um trabalho muito melhor " se esquivou, projetando o lábio inferior como se de fato ponderasse a respeito. Egoísta como era, seria impensável para Emir se colocar em perigo apenas para garantir a segurança de outros, a menos que se tratasse de alguém com quem ele se importasse muito. " È por essas e outras que somos melhores anfitriões, vê? Tsc " negou com a cabeça, sem acreditar no que ouvira. " O que é Istambul? Seu reino? Só porque você é incompetente aplicando golpes por lá não significa que eu também seria "
"você acha que existe chance de alguém se machucar nos testes?" questionou um tanto incerto; sabia que era algo novo que estavam tentando, mas também não estava esperando um possível resultado desastroso. "espero que não chegue nesse nível, flynn. muitos não pareciam felizes com essa ideia de saírem daqui... não entendo muito os perdidos. uma hora querem sair, outra querem ficar."
" Mais chance de alguém se machucar do que de não se machucar. Caso não tenha ouvido, aquele açougueiro que chamam de médico está coordenando o projeto " era da natureza de Flynn se mostrar dramático, mas, no caso, ele realmente temia que o negócio saísse de controle. " Sabe o que eu acho? Que eles querem o melhor dos dois mundos: ir e voltar quando desejarem, mas sem se preocupar com a parte de ficarem presos aqui. Mas por que a crítica? Vai me dizer que não ama eles... "
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“E por que é que acha que não se oferecerão?”, perguntou Alice, assoprando impacientemente as chamas que tomaram seu chapéu. Certo era que um chapéu incinerador pegaria fogo mais cedo ou mais tarde, mas era desagradável que ocorresse quando ela não queria! “Não acha que eles encontrarão muita diversão? Será que é uma viagem divertida? Até que queria poder me oferecer para espiar o caminho! Será como escalar uma toca do coelho? Seria um absurdo, pois… pare de gritar comigo!”, gesticulou ela, furiosa, ao fogo do chapéu flutuante, antes de voltar a conversar amavelmente com Emir. “Como eu ia dizendo, é um absurdo, pois todos sabem que o único caminho é para baixo! Depende do dia, para dizer a verdade, mas isto não é nem um pouco importante no momento.”
Flynn encarou Alice com um misto de ceticismo, sobre a parte dela realmente não ter entendido onde ele queria chegar, e de indulgência, se é que ela, de fato, não tinha entendido. “ Ora, canim, não é por que você se enfia em qualquer buraco que todos tem que fazer o mesmo ” falou, pendendo a cabeça como se a repreendesse na condição de irmão mais velho. Não teria visto tanto problema na fala alheia se garota não tivesse começado a devanear e gritar com ele. E se aquele chapéu não tivesse começado a pegar fogo, fazendo com que Rider desse um salto para trás automaticamente, agarrando a primeira peça de roupa que encontrou para jogar sobre a cabeça de Alice para abafar o incêndio. “ Pelo maldito Rumpelstiltskin, menina! Você quer morrer queimada?! ” falou, enquanto abafava o fogo, horrorizado com o item escolhido. E o pior de tudo era o fato de não parecer nem um pouco abalada pelo ocorrido. Haveria um único habitante de Wonderland que batesse bem da cabeça? “ E que história é essa de escalar tocas de coelho? Eu estou falando que pessoas podem morrer nesse experimento. Não é pra ser nada divertido ”
"Por mais que eu não queria que eles fossem, acho que podemos nos surpreender. Na hora da discussão alguns falaram que iriam sem problemas por estarem desesperados em voltar para casa." Um lado seu estava bem feliz por eles estarem seguindo seus caminhos e poderem voltar para o lugar que tanto amam. Junto com aqueles que sempre conheceram e estavam com saudades. Por outro lado, ela havia se apegado àquela vida. Todos os reinos juntos, e por mais que ela tivesse entendido que se as coisas não voltassem ao normal todos sofreriam, um lado egoísta dela não deixava de pensar se não teria outra opção. "Se fosse o contrário e você estivesse preso lá, voltaria?"
" Desespero, essa é a palavra. A única motivação que supera o medo de morrer, porque é isso que vai acontecer se forem " será que somente para ele a questão parecia óbvia? E não querer que eles fossem embora? De que modo aquela gente achava que faria o mundo voltar ao normal? Nesse ponto, Emir já não era um romântico. Ele não achava que tudo ficaria bem do dia para a noite, num passe de mágica, até porque, mesmo sendo casado com quem era, não banalizava milagres. A pergunta de Periwinkle o pegou desprevenido, contudo. Ele não tinha se colocado no lugar dos perdidos até então, decerto porque seu egoísmo falava mais alto na maior parte das vezes. Refletiu a respeito por alguns segundos, torcendo a cabeça enquanto pensava. " Não tenho certeza. Parece burrice arriscar meu bonito pescoço, mas, ao mesmo tempo, talvez quisesse muito voltar pra casa porque gosto muito da minha vida. Estaria num impasse. E você? "