Aceito indicaçþes de obras e ideias para temas de fanfics!
Não faço temas pesados como hot sem consentimento, gore e etc.
Não faço pedidos de fanfics, apenas indicaçþes das obras!
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Palavras: 1271
Avisos: Romance, alguns xingamentos, Hot explicito, sexo sem proteção, uma fanfic guardada a anos atrås, não revisada(perdão)
â VocĂŞ cuidarĂĄ do Megumi essa noite, escutou Gojo? â Perguntei ao homem de cabelo platinado que brincava com meu filho.
â Alto e bom som, senhorita!
â Vamos voltar de manhĂŁ, e eu espero que meu filho tenha todos os membros no lugar â Agora fora a vez de meu marido falar, como sempre, seu tom amedrontador fez com que Satoru risse.
â NĂŁo se preocupem, vai dar tudo certo. â Sem mais delongas, entrego uma pequena lista das coisas e horĂĄrios de Megumi para ele, pego minha bolsa e entrelaço meu braço com o de meu marido. â Mas caso aconteça algo, onde posso encontrar um igual?
[...]
â Como estĂĄ a comida querido? â Pergunto ao homem sentado Ă minha frente.
â Ă comestĂvel, mesmo assim prefiro vocĂŞ. â O olho um pouco perplexa, mas logo desfaço em um sorriso meigo.
â A minha comida, no caso?
â NĂŁo, eu falava de vocĂŞ mesmo. â Como se fosse algo bem natural, o homem apenas voltou a comer sua refeição. Foi impossĂvel nĂŁo rir, entĂŁo apenas me segurei soltando risadas baixas.
O tempo se passou e terminamos nossas refeiçþes, a noite tinha fluĂdo bem, caminhamos um pouco pela rua, passeamos pela praça vendo algumas crianças brincando em gangorras, gira-gira, escorregador, entre outros brinquedos.
Tudo aconteceu devagar, foi uma grande diversão - Mesmo Toji não sorrindo muito, eu sabia que ele estava se divertindo. Tudo isso me levou ao momento de agora. Toji atacava meu pescoço com beijos molhados e mordidas deixando algumas marcas.
NĂłs estĂĄvamos sentados na lateral da cama de um motel caro, os dois totalmente nus, comigo sentada em seu colo sendo tocada diversas formas, seu membro cutucava e molhava minhas costas com seu lĂquido viscoso. Uma de suas mĂŁos massageava e apertava um dos meus seios, enquanto a outra estava mais embaixo maltratando meu ponto de prazer me fazendo gemer alto e afundando ainda mais minhas unhas em suas coxas.
Os leves espasmos que eu tinha fizeram o mais alto parar todos os movimentos me fazendo gemer em descontentamento, vejo ele se inclinar em uma cĂ´moda abrindo-a e pegando uma camisinha, eu sai de cima de seu colo deixando que ele se "cobrisse" e logo entĂŁo volto para o seu colo.
â Faz um tempo desde que tivemos um momento sĂł nosso. â Comentou. â Vamos aproveitar bem hoje.
Apoio meus braços em seus ombros e rapidamente lhe dou um beijo, sinto suas mĂŁos segurarem firme em minha cintura, aprofundo o beijo invadindo sua boca com minha lĂngua e travando uma batalha por dominância, perdendo em seguida.
Sinto o Zennin posicionar seu membro abaixo de mim e começando a empurrar meu quadril para baixo, de encontro com o pênis pulsante e endurecido. Sinto ele me invadir aos poucos, me alargando atÊ sentir a cabeça encostar na boca do meu útero. Paro o beijando dando um longo suspiro e logo o sinto beijar meu pescoço.
Agora era minha vez de agir.
Começo a me mover devagar sentindo seu membro bombear dentro de mim - mesmo com a maldita camisinha eu podia sentir cada detalhe -, meus suspiros aumentavam conforme minha velocidade ia, em certos momentos meu corpo dava espasmos fortes quando seu pênis batia e acertava os lugares certos, com o tempo os meus suspiros se elevaram para gemidos longos e manhosos.
Seus braços jå não estavam mais em minha cintura e sim apoiados em minhas coxas, as apertando e batendo, seu corpo estava deitado me dando espaço para me apoiar em seu abdômen definido e aumentar mais as investidas. Cansado da mesma posição, com facilidade em seus braços ele muda me colocando embaixo de si, entrelaço minhas pernas em seu torso o fazendo se afundar mais em mim.
Sem um lugar para colocar as mãos, começo a arranhar seus ombros sentindo meu núcleo apertar em torno de seu pau inchado, senti que iria explodir em algum momento e esse momento estava bem perto.
â M-mais, m-mais rĂĄpido~ âPedi sentindo algumas lĂĄgrimas se acomularem de tanto prazer. Como se fosse de imediato ele aumentou os movimentos.
Com um longo gemido e um grunhido rouco, nĂłs dois chegamos em nossos limites, mesmo assim Toji investiu mais algumas vezes antes de sair e observar todo o meu lĂquido branco escorrer de dentro de mim. Vejo ele se inclinar em direção a mim e o sinto lamber cada extensĂŁo, limpando minha intimidade de qualquer "impureza" e engolindo cada gota do meu orgasmo.
â Agora ĂŠ minha vez de cuidar de vocĂŞ. â O empurro para deitar na cama e me abaixo atĂŠ ficar cara a cara com seu pau ainda coberto. Sem me incomodar, lambi da base atĂŠ a cabeça avermelhada de seu pau sentindo um gosto salgado, coloquei a cabeça por inteiro na boca e chupei passando a lĂngua, ao mesmo tempo que bombeava seu pau com as duas mĂŁos.
Meu marido arfava baixo enquanto olhava pra mim, cansado do que eu fazia, segurou-me pelo cabelo e empurrou minha cabeça com força me fazendo engolir toda sua extensão e engasgar, assim que me acostumei com ele em minha boca fiz um vai e vem, pra cima e pra baixo em seu pau. Suguei todo o prÊ gozo que ele soltava enquanto ia cada vez mais fundo.
â NĂŁo â Disse retirando minha boca de seu pau â Quero fuder vocĂŞ por inteira. â estremeci, sua voz estava rouca o que me fez ficar mais excitada â De quatro, agora.
Sem questionar nada, fiz o que mandou inclinando minha coluna para que minha bunda pudesse ficar empinada para ele, dando a bela visĂŁo da minha buceta totalmente molhada.
Senti sua mĂŁo acariciar os dois lados da minha bunda, de repente sinto sua lĂngua quente lamber toda a minha vacina vĂĄrias e vĂĄrias vezes, prestando bastante atenção no meu clitoris, onde ele fazia movimentos rĂĄpidos com a lĂngua me fazendo segurar no travesseiro macio do motel.
cansado disso, se afastou dando um tapa forte carne macia da bunda me fazendo dar um grito de susto misturado com excitação. Tendo finalmente coragem, olho para trås vendo o homem sarado segurar minha cintura com força, enquanto se ajeitava atrås de mim sem a maldita camisinha.
Sem delongas, Toji faz o favor de entrar com tudo, me fazendo segurar mais forte ainda o travesseiro e afundar meu rosto enquanto soltava um gemido alto e longo.
Essa Ê para as mulheres que acham que Toji começa devagar, vocês estão erradas. Toji ia forte e råpido me fazendo gemas e às vezes engasgar com meus próprios gemidos, ele ia cada vez mais fundo me fazendo segurar os olhos em total êxtase, minhas lågrimas manchavam o travesseiro a cada estocada profunda que ele faça com força.
Para melhorar mais a sensação, o Zenin traçou um caminho com sua mĂŁo atĂŠ chegar em meu ponto sensĂvel e maltratar por completo aquele ponto me fazendo finalmente me derramar, de combo, sinto um jato quente me preencher tambĂŠm.
â Que bom que voltei a tomar anti-concepcional. â falo ainda com a cara no travesseiro .
â VocĂŞ ĂŠ bem despreocupada. â fala se retirando de dentro de mim, aos poucos me ajeito novamente na cama.
â VocĂŞ quer ter uma segunda gravidez? â perguntei o olhando com a minha cabeça deitada em seu peito.
â NĂŁo me importo em ter um segundo filho com vocĂŞ.
â TĂĄ, mas e o Gojo? VocĂŞ sabe que ele vai participar dos meses de gravidez todo de novo nĂŠ? â enquanto traçava cĂrculos invisĂveis em seu peito, vejo sua face enrugar em descontentamento e um "uhm" sair de sua boca, dou uma risada.
[...]
Abrindo a porta de nossa casa, passamos pela sala dando de cara com Satoro e Megumi assistindo desenhos na TV. Rapidamente Gojo nos percebe, dando um grande sorriso a nĂłs.
â Olha Megumi, mamĂŁe e papai jĂĄ acabaram de fazer sua irmĂŁzinha.
Toji Fushiguro x Reader!fem (Jujutsu Kaisen)
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Palavras: 1597
Avisos: Romance, Gojo sendo insuportavel, Toji e Reader não aguentam mais a presença de Satoru, gravidez, alguns xingamentos, Reader!gravida, comÊdia, uma fanfic guardada a anos atrås, não revisada(perdão)
6° mês; Consultório.
Esse dia estava sendo insuportĂĄvel, Gojo nĂŁo parava de paquerar vocĂŞ desde que anunciou que se casou com Toji Fushiguro, alĂŠm de tambĂŠm nĂŁo entender o porquĂŞ de seu marido ter pego seu sobrenome e nĂŁo o contrĂĄrio.
Agora mesmo vocês dois estavam esperando seu nome ser chamado para a seção obstetra - Meses atrås você e Toji descobriram estar gråvida. O Satoru seguiu você assim que a viu na rua, andando com uma bolsa em sua mão e a outra apoiada em sua barriga bastante aparente. Desde jå, ele apenas seguiu você, enquanto falava e às vezes soltava algumas cantadas para ti.
Os dois estavam sentados na cadeira confortĂĄvel da sala de espera, vocĂŞ rezava que seu nome fosse chamado o mais rĂĄpido possĂvel, para que o homem de olhos azuis largue de seu pĂŠ. No cĂ´modo, as outras grĂĄvidas nĂŁo paravam de olhar o grisalho galanteador, haviam ficado encantadas com sua beleza e nĂŁo sabiam como tirar a atenção do feiticeiro.
Como se Deus ouvisse suas preces, uma mulher de jaleco e prancheta abriu uma das portas levantando sua cabeça e observando todos do lugar, chamando seu nome em seguida.
â Senhora Fushiguro, vocĂŞ ĂŠ a prĂłxima â Seus olhos brilharam em alegria e com todo seu esforço se levantou da cadeira, um sorriso calmo tomava conta de seu rosto - Se o pai quiser, tambĂŠm pode vir junto.
Por fim, aquela frase fez novamente seu rosto emburrar e o de Satoru se iluminar, por que diabos ela foi chamar logo ele de pai?
â Parece que agora eu sou o papai dessa criança â Brincou acariciando sua barriga, o mĂĄximo que vocĂŞ fez foi bater em sua mĂŁo a tirando de lĂĄ - Ai!
â Gojo, por favor, vai embora! - Reclamou passando pela porta para entrar no consultĂłrio, onde uma mulher morena a esperava com um sorriso.
âNĂŁo, nĂŁo, vocĂŞ escutou aquela bondosa mulher, eu sou o pai agora, tenho que cuidar bem de nossa criança~ â O homem acariciava sua cabeça e a abraçava, isso aumentava sua raiva cada vez mais, novamente se limitando a apenas uma cotovelada em sua barriga â VocĂŞ ĂŠ bem agressiva, tem certeza que vocĂŞ e o Toji nĂŁo sĂŁo irmĂŁos separados na maternidade?
â Se vocĂŞ nĂŁo parar de falar idiotices, irei matĂĄ-lo! â Avisou. Fogo queimava em seus olhos e Ăłdio jorrava de suas palavras. Satoru apenas engoliu seco e a seguiu ao consultĂłrio
O tempo foi passando e o tratamento tinha acabado. Satoru nĂŁo parava de falar e, infelizmente, nĂŁo podia fazer nada. Gojo nĂŁo parava de tagarelar, vocĂŞ jĂĄ estava por um fio de explodir, sĂł queria que seu marido matasse o homem para que vocĂŞ vivesse em paz.
7° mês; Sua casa.
Recentemente, vocĂŞ começou a sentir dores nos pĂŠs, entĂŁo ficou difĂcil de andar por aĂ. Toji estava preocupado, mas nĂŁo podia fazer nada em questĂŁo - por causa de seu trabalho. Por isso, Toji confiou vocĂŞ a Satoru, que apenas sorriu em diversĂŁo.
Você gritou com o moreno, reclamando sobre seu novo "babå". O Zenin apenas a olhava sem uma expressão, dando o ponto de que você não estava em condiçþes de fazer as coisas sozinha. Sem mais argumentos, você apenas se calou e aceitou seu inferno nomeado Satoru Gojo.
Agora, vocĂŞ estava sentada em sua varanda de madeira, pernas cruzadas em Ăndio, mostrando sua calmaria. Se nĂŁo fosse por Gojo, que de repente apareceu cantando desafinado uma mĂşsica. Isso fez seu sangue ferver um pouco, uma vontade sĂşbita de matĂĄ-lo te apossou, mas apenas suspirou pesadamente.
â VocĂŞ estĂĄ matando uma galinha, ou estĂĄ cantando? â Perguntou rancorosa
â- Que mal-humorada, se ficar irritada vai fazer mal ao bebĂŞ â Uma veia pulsou em sua testa, mostrando o quĂŁo irritada estava com a presença dele
â- Cala.... a.... BOCA! â Levantou-se subitamente, assustando o feiticeiro. Começou a correr ignorando as dores em seus pĂŠs. Estava de saco cheio do homem de Ăłculos escuros
8° mês; Chå de bebê
Você e seu marido estavam em sua varanda, sentados apreciando não só a vista, mas como tambÊm o vento fraquinho que estava aquele dia. Os dois estavam calmos, esperando ansiosamente o dia em que seu filho iria nascer, jå estava perto do último mês e você aos poucos sentia a agitação de Megumi.
O ex Zenin tinha você sentada em seu colo, enquanto acariciava sua cabeça calmamente. Os dois estavam em paz. Ainda.
â BOM DIA FAMĂLIA! â Gritou Satoru de dentro da casa. Nesses dias atĂŠ hoje Toji aprendeu a odiar a presença do homem. Os dois suspiraram longo, cansados da voz estridente dele â Trouxe presentes pro meu sobrinho querido!
Os dois pais olharam para trĂĄs observando as enormes caixas nas mĂŁos do grisalho. O homem em si sorria alegremente, enquanto os outros dois tinham carrancas desinteressadas.
â NĂŁo lembro de o ter chamado aqui â Pontuou Toji
â Digo o mesmo â Confirmou (Nome) com a cabeça
â Eu sou um Ăłtimo tio pro Megumi. Por isso preciso estar presente pra ele, sempre! â A palavra "sempre" fez com que os dois adultos se arrepiarem de medo. NĂŁo porque tinham medo de Satoru, e sim porque odiavam sua presença
â Somos os pais dele Satoru, acho que se vocĂŞ desaparecer por uns, sei lĂĄ, trĂŞs anos? Ele nĂŁo iria nem se importar â Toji sem se importar, ditou as palavras esperando que o feiticeiro fosse rapidamente embora
â Que cruel meu amiguinho Fushiguro, deveria ser mais alegre sabia? Aposto que a (Nome) me adora! NĂŁo ĂŠ (Nome)?! â Animado, Satoru olhou para a expressĂŁo de sua amiga de infância em expectativa
A mulher o olhava apĂĄtica, sem se importar com sua existĂŞncia, nĂŁo a leve a mal, mas Satoru estava insuportĂĄvel durante todos esses meses!
â Bem, nĂŁo importa! AliĂĄs, um de vocĂŞs pode me responder uma coisa? â Com a atenção dos dois em si, o grisalho pergunta: â Para fazer um chĂĄ de bebĂŞ, precisa ferver os bebĂŞs?
9° mês; Parto.
Você gritava e gritava de dor, agoniada com as contraçþes em seu ventre. Estava deitada em sua cama com um Satoru totalmente nervoso, sem saber o que fazer, jå havia ligado para Shoko, mas a mulher ainda não havia chegado. Esqueceu completamente de ligar para Toji, então não tinha ajuda nenhuma.
O homem jå pensou em fugir, mas poderia acabar morrendo no meio do caminho. (Nome) controla maldiçþes, e mesmo nesse momento doloroso ela iria conseguir no måximo invocar mais de sete ou oito maldiçþes - alÊm de tambÊm criar uma cortina o impedindo de ir embora.
Como nĂŁo queria morrer, Gojo fazia tudo o que vocĂŞ mandava, ou melhor, gritava. AlĂŠm disso, o parto demorou horas com uma breve ajuda de Shoko, que chegou depois de longos quarenta minutos.
Sua casa estava uma bagunça. De vez enquanto, Satoru vinha com um pano molhado em ågua morna para você, e no lugar de Toji ele segurava sua mão para que pudesse ajudar a empurrar o bebê para fora de si.
Quando finalmente escutou um choro agudo, você se deixou cair na cama cansada e suada pelo enorme esforço. A pedido de Shoko, Gojo trouxe uma enorme bacia de ågua morninha, para que pudesse limpar a criança. Mas antes, a mulher cortou o cordão umbilical que ainda os prendia.
â Ei! (Nome)! VocĂŞ vai ser uma daquelas malucas que comem a prĂłpria placenta? â Brincando, Satoru perguntou
â Acho que sim. Li bastante sobre isso e parece que serĂĄ bom pra mim â Respondeu cansada. Satoru a olhou com uma enorme cara de nojo e surpresa, aliĂĄs, quem ĂŠ o louco que comeria aquilo?
â Bom, vocĂŞ foi Ăłtima mamĂŁe! â Shoko andou calmamente com Megumi em seus braços, entregando a criança a ti em seguida â Descanse um pouco. Satoru! Fique com ela atĂŠ que o Toji chegue - Como um soldado, Gojo pois uma de suas mĂŁos na testa dizendo "SIM SENHORA!" vendo ela ir embora em seguida
Megumi dormia calmamente em seus braços, de vez enquanto ele soltava uns barulhinhos de ronco ressaltando sua fofura. Sua boca formava um pequeno beicinho, que às vezes mexia ainda adormecido. Suas bochechinhas cheias tinham um tom mais rosado, assim como parte de seu nariz.
â Meu pequeno Fushiguro â VocĂŞ murmurou. Gojo apenas a olhava com um sorriso calmo pairando em seus lĂĄbios
1° Ano; Dia dos homens.
â Olha quem chegou~ â Satoru aparecia devagarzinho pelo batente da porta, vendo Megumi e Toji no chĂŁo junto de alguns brinquedos. VocĂŞ nĂŁo estava em casa jĂĄ que tinha acontecido uma emergĂŞncia mĂŠdica e teve que deixar Megumi com seu marido. Satoru aproveitou o momento e resolveu fazer o "Dia dos homens" â OlĂĄ, jovem Fushiguro! OlĂĄ, homem da Playboy!
â VocĂŞ nĂŁo para mesmo nĂŁo ĂŠ? â Resmungou Toji
Megumi engatinhou atĂŠ seu pai, para que pudesse se apoiar em suas costelas e se levantar, mostrando a Gojo que agora, o menino conseguia ficar em pĂŠ. Mesmo com sua cara de poucos amigos - puxou o pai nessa - Megumi continuava fofo.
â Nossa! Agora que pode ficar em pĂŠ, que tal tentar andar um pouco ein? â Se ajoelhando no chĂŁo, Gojo levantou seus dois braços mostrando que Megumi podia ir atĂŠ ele â Vem pro tio, vem
Megumi olhou para a cara de Satoru - essa que tinha um imenso sorriso - e sentou-se novamente no chĂŁo, desinteressado no assunto. Por outro lado, Toji apenas observava a situação com um pequeno sorriso imperceptĂvel.
â Parece que nem o Megumi gosta de vocĂŞ â Toji diz com um lindo sorriso sarcĂĄstico â Eu te falei, nem se vocĂŞ desaparecer por trĂŞs anos ele iria se importar
â Poxa Megumi, assim vocĂŞ magoa o titio!~ â Choramingando, o grisalho sentou-se virado para parede com a cabeça apoiada em seus joelhos. Enquanto isso, Toji se divertia com a tristeza do outro e, Megumi apenas brincava com seus carrinhos.
Kainan x Reader!fem (Amores de VerĂŁo)
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Palavras: 5231
Avisos: Muito romance e hot explicito, mençþes de kainan chorando de tesão, sexo sem proteção(não repitam isso)
O vento fresco da noite cheirava a peixe e ågua salgada, a areia em meus pÊs tinha uma sensação macia e gelada. Deitada na canga de olhos fechados, eu sinto uma calmaria que por muito tempo não senti. Iria fazer dias que ando com pequenas complicaçþes que se tornam um empecilho em minha cabeça.
De repente, sinto uma sutil mudança de ambiente, abro meus olhos lentamente vendo o homem o qual por muito tempo sempre dava um jeito todo dia para me ver. NĂŁo tĂnhamos um relacionamento estabelecido, nĂłs apenas ĂŠramosâŚ. algo. Seu sorriso ladino mandado diretamente para mim me aquecia levemente o peito, os olhos castanhos penetravam diretamente no meu ser â eles sempre estavam vidrados em mim, nĂŁo importava o momento ou lugar, sempre me deixando tĂmida ou nervosa em sua visĂŁo.
â NĂŁo acha que estĂĄ muito tarde pra ficar na praia? â sua voz era baixa e penetrava nos meus tĂmpanos, por quase um suspiro nĂŁo saia da minha boca.
Um dos problemas ao qual enfrento dia e noite eram os malditos pensamentos que esse capoeirista deixava em mim, alĂŠm dos calores e noites mal dormidas â talvez Ă s vezes algumas calcinhas molhadas.
â Estava apenas descansando um pouco antes de voltar, sinto minha cabeça muito cheia e isso me deixa estressada. â minha voz acaba saindo arrastada e preguiçosa, um suspiro cansado deixando meus lĂĄbios.
O sutil sorriso que o homem acima de mim demonstrava aumenta um pouco mais, claramente um travesso(ou safado) era entregue para mim, seu olhar antes focado nos meus olhos parecia desviar levemente aos meus lĂĄbios.
â CĂŞ quer desestressar lĂĄ em casa? te prometi uma vez que ia ensinar a extravasar essa tensĂŁo. â sua voz era assustadoramente sedutora e seu pedido tentador â Minha casa fica aqui perto, eu preparo um lanchinho quando a gente acabar.
â Tu quer me levar pra sua casa tarde da noite? NĂŁo acha um pouco imprĂłprio? â rio enquanto me levanto da canga para guardar minhas coisas.
â Quem tĂĄ pensando em barbaridades ĂŠ vocĂŞ, eu sĂł estou oferecendo uma noite tranquila com direito a lanchinho no final. NĂŁo sabia que era um crime para vocĂŞ. â um riso anasalado sai de nĂłs dois. Amarro a canga em minha cintura como uma saia e calço meus chinelos, Kainan nĂŁo tira os olhos de mim nem por um segundo, maldito sorriso de canto que ele nao tirava daquela MALDITA boca.
â Com esse jeito de stalker seu fica difĂcil nĂŁo achar, isso sem negar que vocĂŞ nĂŁo ĂŠ nada inocente. â caminhamos lado a lado, assim que saĂmos da orla passo meu olho ao redor, as ruas de Heleninha tinham uma iluminação linda, ruas e calçadas sujas da areia da praia. Uma caminhada confortĂĄvel e silenciosa.
Geralmente era assim que acontecia entre nĂłs, um tipo de conforto que nĂŁo sabĂamos denominar. Quando falĂĄvamos, sempre eram assuntos variados, adicionando algum tipo de paquera vinda do homem, cantadas essas que Ă s vezes eu respondia com um sorriso tĂmido ou devolvia com uma cantada sutil. Nunca passaram disso, atĂŠ essa noite.
Kainan abre a porta de sua casa e då espaço para que eu entre, meus pÊs jå descalços, eu ando cautelosamente atÊ o que acredito ser a sala, a mesma parecia fazer divisa com a cozinha, tendo como a separação uma bancada de madeira. Kainan passa por mim rapidamente indo em direção a cozinha. Antes que ele começasse a fazer algo, ele se vira para minha direção.
â Eu te prometi um lanche, mas nĂŁo disse que ia fazer ele sozinho! â sem que eu perceba, um sorriso de canto aparece em minha boca. Enquanto Kainan pega algumas massas prontas de pastĂŠis da geladeira junto de um tablete de queijo e fatias de presunto, eu preparo uma tĂĄbua junto de uma faca para o queijo e um garfo para amassar as massas.
Naquele momento era eu e ele, e por incrĂvel que pareça eu jĂĄ nĂŁo pensava mais nos problemas passados, esse era o efeito que ele me proporciona, esse e outros efeitos⌠Me incomoda ele ainda fazer coisas bonitas por mim, mesmo depois de eu ter o abandonado para voltar para o Rio, mesmo que fosse quando tĂnhamos 15 anos - coisas idiotas sĂŁo comuns nessa idade, porĂŠm nĂŁo consigo me tirar esse peso do peito.
â Kainan. â minha voz sai mais baixa do que o esperado, mesmo assim seu rosto vira automaticamente pra mim, como se ele estivesse prestando mais atenção em mim do que o esperado. â Nunca conversamos sobre aquilo, e eu queria me desculpar, eu nĂŁo falava aquilo de verdade mesmo! Eu só⌠sĂł tava com medo, adolescentes daquela idade sĂŁo tĂŁo intensos que acabei fazendo uma besteira falando aquilo, eu achava que se eu me-
A cada palavra dita por mim eu acelerava o ritmo da fala, ao ponto de que na metade do meu âdiscursoâ minha voz soava em tom de desespero. Kainan, por outro lado, me olhou confuso atĂŠ entender do que eu falava, uma expressĂŁo calma tomava seu rosto, sua mĂŁo rapidamente pegou a faca da minha mĂŁo e cortou um pedaço de queijo, logo o enfiando dentro da minha boca, me calando automaticamente.
â VocĂŞ fala demais e se importa demais com algo besta feito hĂĄ tanto tempo. â ele se encosta de costa na bancada, cruza os braços e volta a me olhar com aqueles olhos, e aquele sorriso, com aquela maldita cicatriz que me dĂĄ vontade de morder. â Quem vive de passado ĂŠ museu, gatinha â ele vira seu corpo agora na minha direção, braços descruzados e cotovelo apoiado na bancada, seu sorriso ladino maior que o anterior, seus olhos focados nos meus, um calor que sobe ao nosso redor, mas que parece que sĂł eu sinto ele - aparentemente. â VocĂŞ me magoou, mas eu nunca conseguiria te odiar, e olha que eu tentei muito. E eu tambĂŠm sei que vocĂŞ se magoou muito, tu ĂŠ pĂŠssima em esconder o que sente, sabia? â nĂłs dois rimos, eu esquecia o quĂŁo livro aberto as vezes eu era pra ele. Sem nem que eu percebesse, o calor havia aumentado entre nĂłs, Kainan agora estava a centĂmetros de mim, mas ainda assim aquilo parecia muito distante.
Minha mão suava um pouco, pequenos suspiros eram soltos pela minha boca, tudo isso e só tivemos uma pequena aproximação. Kainan sempre fazia isso, me deixava nervosa enquanto fixava seu olhar no meu, mas naquele momento parecia que seus olhos se fixavam em algo mais em baixo, e ele sabia que eu havia percebido.
â Olhando desse jeito parece atĂŠ um pervertido. â brinco, Kainan volta seus olhos pra mim e eu rio de sua expressĂŁo engraçada â Agora tĂĄ parecendo um pateta fazendo essa cara.
â VocĂŞ tĂĄ muito atrevida, nĂŁo acha? â seus olhos passam pelo meu corpo de cima a baixo atĂŠ voltarem de novo para meus olhos â Eu que sou o anfitriĂŁo e vocĂŞ me insulta desse jeito?
Eu rio novamente e Kainan dessa vez me acompanha. â Ah, tĂĄ bom. PerdĂŁo professor. O senhor aceita algo para que eu me desculpe, entĂŁo? â Kainan se aproxima mais um pouco de mim fazendo com que nossas bocas quase se encontrassem.Â
â Eu sĂł aceito suas desculpas com um beijo.Â
â VocĂŞ estĂĄ louco se achaâ Kainan me interrompe com um beijo inesperado.
Rapidamente devolvo seu beijo e sinto Kainan passar seus braços ao redor do meu corpo, suas mĂŁos passeando pelas minhas costas conforme o beijo vai esquentando. Sinto suas mĂŁos no laço do biquĂni e aos poucos o laço de baixo se desfaz, Kainan entĂŁo passa uma de suas mĂŁos pra frente e massageando meu seio, apertando e brincando com o bico jĂĄ endurecido.
O beijo acaba e Kainan desce mordidinhas e lambidas da minha boca para minha orelha. E, da minha orelha, ele desce pelo meu pescoço, fazendo um caminho atĂŠ o seio exposto, o qual abocanha sem dĂł, sugando e passando a lĂngua pelo bico. Minha mĂŁos se agarram aos dreads de sua nuca, ouço bem baixinho um gemido vindo do homem e como se fosse culpa minha - e era -, seus olhos se voltam diretamente e fixamente para os meus.
O peso de seu olhar, e a situação que nos encontramos, me fizeram sentir uma pequena umidade se formar na minha calcinha. Mesmo a contra gosto, eu afasto Kainan de mim e um gemido frustrado sai de seus låbios - eu tambÊm não queria afastar, mas definitivamente não quero fazer isso na cozinha.
â Podemos fazer isso mais tarde, foca na nossa comida. VocĂŞ me prometeu lanchinho, esqueceu? â sorrio âinocenteâ para o homem, o qual apenas riu anasalado e se afastou voltando para os pastĂŠis. Isso me permite rapidamente tampar meus seios novamente com o biquĂni, mas dessa vez usando as mĂŁos para os manter no lugar.
â Antes de voltar pros pastĂŠis, deixa eu pegar umas roupas pra vocĂŞ. â Kainan sai da cozinha e eu o sigo, o homem entra no corredor e logo adentra uma porta a qual chuto ser seu quarto, logo voltando com uma muda de roupas limpas. â O banheiro ĂŠ essa porta, eu sei que tĂĄ cansada entĂŁo aproveita bem pra relaxar, quando acabar me espera no quarto para podermos descansar juntos como eu prometi.
Assim Kainan sai do cômodo após deixar um beijo em minha testa e voltar para direção da cozinha.
Entro no banheiro trancando a porta e automaticamente o cheiro do baiano impregna no meu nariz, me deixando ainda mais hipnotizada. Esse homem definitivamente era um incubus e nada pode me fazer mudar de ideia.
Me despeço do meu biquĂni e da minha canga, jogando cada um dentro do cesto de roupas sujas. Com o cabelo preso - jĂĄ que estava muito tarde para eu pensar em lavar - e despida, eu entro no box jĂĄ ligando o chuveiro e deixando a ĂĄgua morna cair sobre meus ombros, relaxando meu corpo e levando cada preocupação junto da ĂĄgua corrente.
Fiquei assim atĂŠ que me sentisse relaxada o suficiente, desliguei o chuveiro e logo passei a esfregar o sabĂŁo no meu corpo para que eu pudesse de fato me livrar de todo o sal. Acontece que a cada passada de mĂŁo, independente do caminho seguido, o professor tomava a minha mente. Kainan, mesmo longe, conseguia me perturbar nesse nĂvel. Minhas mĂŁos, que antes esfregavam meu pescoço, passaram a descer, traçando um caminho do meu colo atĂŠ os seios, ao quais tinham os bicos durinhos - cortesia do pasteleiro na cozinha. Suspirando um pouco, decido ignorar esses pensamentos e volto a esfregar o sabĂŁo no meu corpo.
Mais uma vez desço minhas mĂŁos, agora esfregando a ĂĄrea da barriga, sinto um leve arrepiar ao âacariciarâ a regiĂŁo do umbigo, mas ignoro novamente e volto ao trabalho. Ao chegar na regiĂŁo Ăntima, eu sabia que jĂĄ estava perdida, mesmo que a verdadeira intenção fosse me limpar, acabo sem querer - ou querendo - lembrando da voz do Kainan. NĂŁo sĂł sua voz, mas tambĂŠm seu toque quente, suas expressĂľes, todas elas, seu cheiro que nessa altura do campeonato jĂĄ havia se tornado meu favorito, tudo isso vinha Ă tona enquanto devagar e forte, eu acariciava o exato ponto que me fazia dar leves suspiros.Â
Eu jĂĄ nĂŁo me sustentava em pĂŠ sozinha, escorada na parede do box, eu seguia os movimentos dos dedos que me faziam ver pequenas estrelas. Infelizmente toda essa harmonia para assim que sou levada ao mundo real, acordo dos meus pensamentos ao som de panelas caindo e um xingamento sendo proferido. Um pouco assustada - e envergonhada -, enxaguo rapidamente meu corpo, tirando todo o sabĂŁo. â Merda. â xingo baixo me apressando a sair do box, quanto tempo eu fiquei fazendo aquilo?Â
Assim que termino de me secar, visto a cueca e a regata emprestada, coloco a toalha pendurada no gancho da porta e ajeito meu cabelo no espelho. Confirmado a aparência aceitåvel, me apresso o passo para sair de dentro do banheiro, apenas para chegar ao quarto e dar de cara com um Kainan deitado na cama com apenas uma calça moletom, um dos braços atrås da cabeça, seus dreads soltos e um dos filmes da monster high pronto pro play na TV, os pastÊis estavam no meio da cama, não eram muitos, mas eram suficientes para alimentar.
â Achei que tinha se afogado no chuveiro, espero que nĂŁo me force fazer boca a boca em vocĂŞ. â ele diz virando sua cabeça para minha direção, seus olhos me analisando de cima a baixo, demorando mais na regiĂŁo das minhas coxas - algo que eu nĂŁo havia comentado, mas a regata emprestada ia atĂŠ mais ou menos uma palma e dois dedos abaixo da cintura. â Apesar de ser uma Ăłtima desculpa pra te beijar de novo. â apesar de sussurrado para si mesmo, eu ouço cada palavra solta de sua boca.
Um calafrio me sobe, nĂŁo uma sensação ruim, mas algo estranhamente bom. Suas Ăşltimas palavras me fazem escorrer - tanto o suor de nervosismo quanto de tesĂŁo. Ando em passos rĂĄpidos atĂŠ a cama apĂłs fechar a porta, me sentei no colchĂŁo sentindo o material macio e confortĂĄvel. â NĂŁo fica me cantando desse jeito, a presa nunca consegue caçar o predador. â sorrio para ele, o qual devolve com um arquear de canto de boca e uma Ăşnica sobrancelha levantada.
â Tu? Predadora? TĂĄ se chamando de predadora mesmo que eu que tenha trago vocĂŞ pra minha toca? â meu sorriso aumenta e eu me inclino sobre ele, deposito um casto beijo em sua tĂŞmpora e sussurro prĂłximo ao seu rosto.Â
â Sou a maior carnĂvora de Heleninha, eu sĂł nĂŁo te mostrei ainda. â volto ao meu posto me deitando de forma mais confortĂĄvel, agora ajeitando o cobertor sobre mim e colocando o prato de pastĂŠis entre nĂłs dois. Kainan por outro lado pareceu estĂĄtico por um tempo antes que me ajudasse a ajeitar a cama para ficarmos mais confortĂĄveis. â Fecha a boca e aperta o play, professor Kai.
Com um riso descrente, Kainan faz o que eu mando apertando o botĂŁo de play do controle. Comemos os pastĂŠis enquanto assistimos ao filme, quando estĂĄvamos jĂĄ na metade do mesmo, os pastĂŠis jĂĄ haviam acabado. O prato foi colocado em cima de uma bancada e sem muita demora sinto Kainan puxando meu corpo mais prĂłximo dele, nossa posição era algo como eu deitada em seu peito enquanto sinto seu braço passando por baixo de mim e sua mĂŁo fazendo pequenas carĂcias do meu ombro atĂŠ minha cintura.
Quando estĂĄvamos quase prĂłximo ao fim do filme sinto sua mĂŁo chegando cada vez mais baixo, mesmo que devagar, percebo qual sua intenção ao olhar em seu rosto e ver uma falsa atenção ao filme. Volto meu olhar para a televisĂŁo e inclino meu quadril de forma sutil para suas carĂcias. Sua mĂŁo desceu mais um pouco, agora indo para a lateral da minha bunda. Sinto Kainan subir a minha blusa e logo depois um aperto no lugar, minhas mĂŁos, por outro lado, vĂŁo em direção ao seu abdĂ´men, passo minhas unhas em cada parte, cada gominho, em cada centĂmetro de pele do capoeirista, arranhando cada parte. Paro momentaneamente minha mĂŁo um pouco acima da barra calça.
Sinto o baiano suspirar e deixar pequenos beijos no topo da minha cabeça, sua mĂŁo apertava cada vez mais forte a minha carne, passando ela por dentro da cueca e dando uma apertada mais forte que a outra, antes de ele tirar o cobertor de nĂłs dois, sinto sua mĂŁo sair de dentro da cueca e acertar um tapa forte na lateral da minha bunda. â Vem pro meu colo, por favor. â sua voz sai baixa, logo em seguida, jĂĄ sem o cobertor nos cobrindo, impulsionei meu corpo para sentar exatamente em cima de seu membro duro. Meu peso faz com que o homem solte um gemido alto o suficiente para tomar o quarto, e longo o suficiente para me fazer suspirar.
Sinto suas mĂŁo rapidamente na minha cintura, um aperto forte assim que me mexo e pressiono ainda mais minha buceta em seu pau, as duas intimidades separadas por poucas camadas de roupa.
â NĂŁo achei que vocĂŞ fosse do tipo barulhento. â solto um riso ao escutar mais um suspiro arrastado, todo som que saia de sua boca vinha junto do fechar de olhos e um aperto nos meus quadris. Kainan me puxava para baixo mantendo a fricção das nossas intimidades, ele impulsionava sua cintura, simulando estocadas, enquanto eu rebolava lentamente para frente e pra trĂĄs em cima dele.
â Posso fazer mais do que isso. â sua voz sai arrastada. Me inclino em sua direção, seus olhos fixos nos meus, seus braços rapidamente circulam meu tronco em um abraço, um aperto forte do meu corpo contra o seu. Decido fazer pequenos carinhos do meu nariz contra seu rosto, seu perfume toma conta do meu olfato, deixo pequenos beijos por cada centĂmetro de sua pele. Desço pela sua mandĂbula, traçando um caminho pelo pescoço com mordidas e beijos molhados. â Meu amor, por favor, nĂŁo fica me torturando.
Sem me conter, ataco seus lĂĄbios com brutalidade. Mordo, chupo, sempre fazendo questĂŁo de deixar uma marca aqui ou ali. Suas mĂŁos, que antes estavam ao meu redor, vĂŁo em direção a cueca que eu usava e a rasga exatamente entre as pernas, onde a Ăşnica coisa que mantĂŠm ela em mim ĂŠ o elĂĄstico.Â
Seus dedos traçam um caminho por toda a minha buceta, espalhando todo e qualquer sulco que saiu de mim, demorando mais e fazendo uma pressão no clitóris.
Cansado dos beijos, saio de cima dele me sentando na lateral da cama. â Levanta e fica de frente pra mim. â minha voz sai firme, isso foi suficiente para Kainan levantar desesperadamente da cama e se posicionar aonde foi mandado.
Passo meus olhos por ele de cima a baixo. Mesmo que nĂŁo tenhamos de fato feito algo, ainda dava pra ver em seus olhos levemente marejados. Sua boca vermelha, com leves feridas e marcas de mordida - possivelmente ficarĂĄ inchado no dia seguinte, mas isso ĂŠ um problema pra ele tratar depois. Seus olhos nublados demais pelo tesĂŁo que ele nem sequer conseguiria esconder. Seu peito arfava e algumas das minhas marcas se tornaram mais presentes, eram visĂveis, mas eram poucas - ĂŠ necessĂĄrio mais delas, nĂŁo estou satisfeita.Â
Descendo mais o olhar, vejo sua barriga malhada totalmente suada pela brincadeira passada, vejo tambĂŠm seus pelinhos que vĂŁo engrossando a cada vez que eu abaixo mais e mais minha visĂŁo. Duas entradas em âVâ perfeitas com o melhor dos temperos que era o volume melado em sua calça.Â
Com ågua na boca volto meus olhos pros seus e inclino meu rosto em direção a sua pelve, dando pequenos selinhos em cima da marcação molhada. Kai, nessa altura do campeonato, nem se segura mais no volume de sua boca, soltando gemidos e arfadas. Vejo seu rostinho de cachorrinho abandonado enquanto sinto sua mão segurando cuidadosamente meu cabelo para poder pressionar mais e mais meu rosto em direção do seu pau.
â Tadinho dele, tĂŁo desesperado pelo meu toque.Â
â TĂ´ desesperado por vocĂŞ me chupando, isso sim. â sua voz sai tremida.
â Coitado, tentando pagar de dominador, mas sabe muito bem que eu jĂĄ ganhei esse jogo. â afasto meu rosto e abaixo tanto sua calça quanto sua cueca atĂŠ o meio de suas coxas. Seu pau pula para fora, quase podendo acertar meu rosto se eu nĂŁo tivesse me afastado o suficiente.Â
Ele era mĂŠdio e grosso, suas veias um tanto aparentes na base, todo o seu comprimento melecado pelo prĂŠ-gozo - que, aliĂĄs, ainda saia mais e mais, chegando a escorrer atĂŠ suas bolas. Essa grande visĂŁo dava ĂĄgua na boca, sinto-me molhar mais sĂł com esse vislumbre que me fazia salivar.
Passo minha mĂŁo desde a cabecinha atĂŠ o final de seu pĂŞnis escutando um gemido engasgado em resposta. Quando volto meu olhar ao seu rosto, Kainan nem mais mantinha seus olhos abertos, sua cabeça estava jogada para trĂĄs enquanto ele recebia cada uma de minhas carĂcias e massagens, me agraciando com gemidos altos e manhosos.
â Po-por favor. â sinto sua mĂŁo fazendo carinho no meu rosto, sua voz era ofegante e um pouco rouca, seus olhinhos continham jĂĄ algumas pequenas lĂĄgrimas enquanto o prĂłprio mordia seu lĂĄbio inferior.Â
â Querido, eu preciso que implore.
â Eu nĂŁo aguento mais. â sua voz era baixa, quase podendo confundir com um choro se nĂŁo fosse por suas reaçþes â Por favor, eu preciso de vocĂŞ.
Kainan morde mais forte o lĂĄbio enquanto olha pra mim, sua sĂşplica ĂŠ deliciosa de ouvir, melhor ainda quando dĂĄ pra ver tanto em seus olhos quanto no pau melequento que gotejava mais e mais.
â Bom garoto. â sem desviar o olhar, passo minha lĂngua devagar por toda a ponta do pĂŞnis, sentindo o gosto salgado tomar conta do meu paladar. Fico um tempo dando lambidas e chupadas apenas na ponta da cabeça. Vejo o homem arfar e gemer cada vez mais alto.
Kainan não parecia saber se jogava a cabeça pra trås, se olhava pra mim ou se fechava os olhos. Toda vez que ele tentava fazer alguma coisa que impulsione minha boca a engolir mais de seu pau, eu cravava minhas unhas em suas coxas maravilhosamente grossas. Eu ignorava todos seus choros.
Assim que me contentei com suas sĂşplicas e pequenas lĂĄgrimas, decido engolir finalmente seu pau por inteiro, deixando uma mĂŁo na base pra acompanhar meus movimentos de vai e vem, jĂĄ que boa parte de seu membro nĂŁo cabia na minha boca. O ritmo mantido foi um lento, chupadas fortes e sempre indo o mais fundo que conseguia. Kainan praticamente se contorcia em minha boca e mĂŁo, suas palavras jĂĄ nĂŁo dava pra entender, eram apenas amontoados de gemidos manhosos e altos.
â Meu amorâ um gemido o corta. â Me deixa comandarâ mais um, o professor mal falava uma frase completa sem que seus prĂłprios gemidos o interrompesse â Eu imploro, me-meu amor.
Kainan era alguĂŠm bem sensĂvel e isso dava pra ver. Parei meus movimentos e peguei sua mĂŁo, a colocando na minha cabeça. Kai rapidamente segura meus cabelos de cada lado e começa a foder minha boca sem pudor, dando pequenas paradas apenas para que eu pudesse respirar.
O homem ia fundo e rĂĄpido, de vez em quando atingia minha garganta, pequenas lĂĄgrimas brotavam em meus olhos, mas nenhum se comparava a cachoeira que era Kainan. O aperto de suas mĂŁos em meu cabelo era forte, mas nĂŁo doĂa de fato, a dor sentida era algo gostoso e que Ă s vezes me fazia arrepiar em tantos lugares. Sem que eu percebesse, Kai aperta a pegada e aumenta mais a velocidade das estocadas, seus gemidos se tornando cada vez mais desesperados, antes que ele pudesse tirar minha boca dele, empurro minha cabeça de volta, automaticamente sentindo ele se desmanchar dentro da minha boca, finalizando com um gemido prazeroso e arrastado.
Sinto cada jato de gozo sendo jorrado dentro da minha boca, seu gosto salgado fazendo presença. Apenas retiro seu pau sĂł quando tenho certeza de que tudo jĂĄ estava dentro, sem desperdiçar uma gota de seu leite sequer. Quando sinto seu membro amolecer aos poucos na minha boca, retiro com cuidado chupando tudo no processo.Â
Olho para o homem Ă minha frente: peito subindo e descendo rapidamente, suor escorrendo por todo seu corpo, expressĂŁo relaxada e olhos semi-fechados, suas mĂŁos permaneciam em meus cabelos, mas o aperto forte jĂĄ nĂŁo existia mais. Esse homem estava em uma completa ruĂna e eu era a causa e infelizmente pra ele essa ruĂna tinha apenas acabado de começar. Antes de começar mais uma sessĂŁo, engulo toda a sua porra que estava em minha boca e seguro suas duas mĂŁos.Â
â Tadinho do meu bebĂŞ, vem cĂĄ, deita na cama. â forço uma voz manhosa, puxo o capoeirista para a cama o qual aceita sem pestanejar, ele retira o resto da roupa ficando completamente nu e se deita como pedido.
â Meu amor. â sua voz era baixa e meio rouca, seus olhos relaxados e vermelhos viram pra mim, como se fossem me pedir algo mais.
â Diz meu bem.
â Eu imploro, me deixa provar vocĂŞ. â sua mĂŁo acaricia meu rosto â Senta no meu rosto e me deixa te chupar, eu nĂŁo vou conseguir dormir sem antes fazer o que eu sempre sonhei toda noite desde que vocĂŞ voltou.
Minha mão apoia em seu peito assim que sinto seu carinho passar do meu rosto para o meu pescoço, logo depois me sinto ser puxada pra mais perto, um beijo profundo se inicia. Nossas linguas em sincronia numa dança lenta, suas duas mãos seguraram meu rosto pra aprofundar mais e mais o beijo, movo meu quadril me sentando em cima de seu abdômen e colo meus braços lado a lado de sua cabeça.
O beijo se manteve assim por um tempo atĂŠ Kainan afastar nossas bocas, sinto sua respiração batendo em meu rosto. O homem abaixo de mim mantinha os olhos de âcoitadinhoâ mirados em mim, boca entreaberta, seu peito subia e descia devagar acompanhando sua respiração. â Por favor, amor.
Dou um último beijo em seu nariz e começo a me ajeitar pra ficar exatamente em cima do seu rosto, Kainan me ajuda segurando meus quadris com as duas mãos e me posicionando exatamente na direção da sua boca.
Assim que me sento em sua boca, automaticamente sinto sua lĂngua lambendo toda a minha vagina, introduzindo a lĂngua mantendo em um vai e vem, me fazendo morder a boca para conter alguns poucos grunhidos. A cada mexida de cabeça, para alcançar lugares da minha intimidade, me fazia estremecer, pois seu nariz encaixava exatamente no clitĂłris, e toda vez que seu nariz roçava no meu ponto sensĂvel e inchado eu sentia pequenos choques gostosos que se expandiram pelo meu corpo.
Toda essa seção foi dividida entre reboladas em cima de seu nariz, lambidas e chupadas. A cada segundo que passava, mais o aperto se fortificava, fazendo com que eu colocasse pressĂŁo do meu clitĂłris em seu nariz durante os movimentos, e isso fez com que o homem abaixo de mim segurasse meus quadris com mais força e botando pressĂŁo no meu corpo para baixo. Esse momento durou menos do que eu esperava, Kainan movia seu rosto junto do meu quadril permitindo que os choques que seu nariz me proporciona tornassem mais fortes, atĂŠ que a maldita pressĂŁo que eu sentia em meu ventre atingiu seu clĂmax e um gemido alto escapou entre meus lĂĄbios.Â
Meu peito subia e descia de forma um pouco mais rĂĄpida, meu corpo relaxou e eu me movi para trĂĄs para que eu pudesse sentar em cima do peito do capoeirista. Kainan tinha parte de seu rosto todo lambuzado, um sorriso safado e um olhar que eu diria levemente apaixonado.
â VocĂŞ definitivamente ĂŠ muito gostosa, gatinha. â sua voz era calma e ainda um pouco rouca. Sorrio para ele mordendo o lĂĄbio inferior, sinto um leve gosto metĂĄlico pelas tentativas de abafar gemidos.
â Agora podemos finalizar essa noite. â vou mais para trĂĄs me sentando em suas coxas.
Kainan rapidamente se apoia em seus dois cotovelos e observa minhas mĂŁos massageando ao redor de sua virilha, e apenas Ă s vezes eu acariciava e dava leves massagens em suas bolas. Era possĂvel perceber em sua feição o quanto ele quer que eu toque nele, seus olhos vermelhinhos pelas lĂĄgrimas nĂŁo me enganam. Dessa vez decido ser boazinha, seguro com as duas mĂŁos em seu pĂŞnis fazendo movimentos de vai e vem. Aos poucos sinto seu membro duro começar a se melar novamente com seu prĂŠ gozo e isso ĂŠ suficiente para encher minha boca de saliva e molhar novamente minha buceta.
Paro meus movimentos, Kainan automaticamente me olha confuso, mas logo entende ao ver eu deitar sua rola em seu corpo e sentar em cima dela, voltando os movimentos de vai e vem com intimidade contra intimidade. Os fluidos se misturando finalmente, a fricção ficando cada vez mais forte, os movimentos cada vez mais råpidos. Apoio minhas mãos em seus ombros, fincando minhas unhas em sua carne. Nossos gemidos tomavam conta do quarto e só não conseguiam abafar o barulho da cama pois seus rangidos eram mais altos. Kainan tinha os olhos marejados e sua carinha de choro estava de volta, o que me surpreendeu, jå que não imaginava que o homem tinha mais ågua para expelir.
Sinto novamente meu clĂmax perto, mas antes que eu pudesse chegar lĂĄ sinto Kainan levantar seu corpo e mudar completamente nossas posiçþes.Â
â Eu preciso mesmo estar dentro de vocĂŞ agora, meu amor. â Kainan entĂŁo me coloca de quatro e segura um de meus braços contra minhas costas, sua outra mĂŁo auxilia seu membro a acariciar minha vagina com a ponta de sua cabeça antes de introduzir, pincelando e lambuzando cada centĂmetro â Me deixa te foder com força.
Sem que eu consiga responder, o baiano empurra todo o seu pau dentro de mim. Sinto todas as paredes se apertarem contra ele e, sem muito esforço, sua estocada acerta o exato ponto G que me faz estremecer e gemer alto o suficiente para ultrapassar o volume da cama.
Após isso, Kainan se manteve nesse exato ponto oscilando entre råpido e forte, lento e fundo. Palavras não eram mais ditas, eram raras as vezes em que eu conseguia sequer gemer seu nome, nós dois nos tornamos um amontoados de gemidos. O barulho de nossos corpos era constante, a sensação de seu pau entrando e saindo de mim era viciante e que me levava ao limite, era tão fundo que eu me sentia engasgar.
Kainan de vez em quando desferia tapas fortes na minha bunda. Em um determinado momento o homem largou meu braço e com as duas mĂŁos novamente segurou em meus quadris, dando mais força e mais profundidade em suas estocadas. Minhas mĂŁos apertavam os lençois com força, minhas pernas tremiam, minha bunda ardia pelos tapas e meu ventre apertava mais e mais a cada estocada funda que Kainan dava â o homem nĂŁo parava nem por um segundo seus movimentos.Â
Aos poucos sinto meu corpo todo formigar, e sem perceber a rapidez, o aperto se desfez e pequenos jatos foram esguichados por mim. Kainan, ao sentir minha intimidade se apertar mais contra seu pau, rapidamente se retirou e gozou por toda minha bunda. Sinto seu esperma quente sobre a minha pele, mas meu corpo estĂĄ tĂŁo relaxado e mole que ignoro completamente essa informação.Â
Kainan me ajuda a me deitar de lado, e logo então se deita de frente pra mim. Seus olhos estavam cansados e vermelhos, toda a sua cara estava uma bagunça molhada: sua boca estava vermelha e com pequenas marcas das mordidas dadas por mim. Eu, por outro lado, não devia estar melhor, sinto todo meu cabelo bagunçado e meu corpo por inteiro estå suado, alÊm do leve gosto metålico que vinha dos meus låbios.
â VocĂŞ tĂĄ uma bagunça, faixa-branca. â rio de seu comentĂĄrio e o mesmo acompanha minha risada.
â VocĂŞ nĂŁo tĂĄ muito atrĂĄs de mim, professor. â nĂłs dois tĂnhamos nossas vozes roucas, o que nĂŁo era pra menos, eu e Kainan gritamos feito dois loucos e fudemos iguais dois cachorros no cio.
Por um tempo foi aquilo. Nos encaramos em um silĂŞncio confortĂĄvel. NĂŁo era algo estranho, era tranquilizador, ver seu sorriso carinhoso e seus olhos amĂĄveis apenas pra mim.Â
Kainan se moveu me puxando para deitar em seu braço, enquanto o outro me apertava num abraço quentinho. Automaticamente, passo meus braços pelo seu corpo devolvendo o abraço, e me aconchego contra seu corpo, conseguindo sentir seu peito subir e descer num ritmo calmante.
â Fico feliz por finalmente conseguir dizer. â sinto Kainan acariciar minha cabeça, me fazendo entrar em um estado de quase sono â Eu te amo.
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Sitting on the couch that stood on the patio, you waited for Simo to come out with the cups of hot chocolate. The cold caressed your cheeks as you sighed, watching your breath as white as the moon above you leave your lips.
Hearing the door slam, you turned your head to see Simo in light clothing, compared to you, who was covered heavily, holding the steaming cups. A smile grew on your lips as he handed you a cup.
"Thank you." You grabbed the cup and smelled the aroma the chocolate spilled. "Are you not cold?"
"No, I suppose I'm used to it." His eyes smiled for him as he wore a scarf that covered his mouth.
"I see. I thoughts that you would be cold." You said as he finally sat down next to you, squeezing his shoulder against yours.
You took a tiny sip from your cup, attempting to not burn your tongue. Simo giggled as he saw the face you made trying to sip out of your cup. He pulled down his scarf and placed his scared lips against your puffed-up cheeks.
He smiled before taking a sip from his cup. A blush rose to your cheeks as felt embarrassed by the sudden kiss. This was usual, he would surprise you with sudden kisses to get you embarrassed and it would work. He sighed as he looked towards you.
"You need a better one." He said as you turned around, confused by his words.
"What do you-" He cut you off by placing his lips onto yours, tasting the chocolate on his lips. You both pulled away as you hid in his chest, feeling a flutter in your chest.
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Helloo! Could you do a Gear 5 Luffy x Reader? It can be anything I'd just love to get some gear 5 luffy content <33 Thank you!!!
Hello! Yes !
I am waaaaay behind in the anime, so i dont actually know anything about Gear 5 , aside from hes cloud-ish (: I gave it a go, with minimum research because im trying to avoid spoilers :')
Hope you like it <3
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Heartbeat in the Storm
Gear5!Luffy x Reader
The sky above cracked like glass, thunder rolling deep and low across the battlefield. The ground trembled beneath your feet as the enemy advancedâmassive, cruel, and laughing like they had already won.
You were bruised, bloody, and barely standing. But Luffy hadnât fallen. Not yet.
â(Y/N)!â he shouted from where he was crouched a few feet away, panting hard, sweat trailing down his brow.
You met his eyes, those familiar wide ones that usually glimmered with mischief and dreams. But nowâthey burned. With something else. Something feral.
You tried to warn him, to tell him to run. âLuffy, you canât take them all on. Itâs okay, weâllââ
âI can,â he said, voice low and certain, cutting through the noise. âBecause they hurt you.â
You froze.
He stood, slow and trembling, the air around him beginning to shift. The sky pulsed with his heartbeat, and the clouds swirled like they recognized what was coming.
âLuffyâŚâ you whispered, wide-eyed, heart hammering in your chest for a different reason now.
You knew what this was. You had seen it once before, from far awayâa glimpse of something godlike, impossible. Something that defied reason and rules.
He grinned at youânot his usual carefree smile, but one soft and full of something unspoken. âIâm not letting them take you from me.â
And thenâ
Boom.
The world exploded in white.
His hair turned snow-white, his hat floating just above his head. His laughter rang out, loud and free, wild and warm. The enemy reeled, faces twisting in confusion and fear.
You could only stare as Luffy bounced and bent reality around him, his body rubber and light and dreamlike. Gear 5.
He fought like a storm with a heartbeat, laughter cutting through screams. And stillâhe kept glancing at you.
Fighting for you.
You didnât know when youâd started crying. Maybe when heâd looked at you like you were the reason he had to win. Maybe when you realized this wasnât just friendship anymore. It hadnât been for a while.
And when it was overâwhen the enemy lay defeated, the storm died down, and he finally stumbled over to youâhe collapsed into your arms, grinning like he hadnât just warped the sky.
You cupped his face, breathless. âYou idiot. You couldâve died.â
âBut I didnât,â he mumbled, leaning into your touch like it was the only place he wanted to be. âBecause I heard you calling me. I couldnât leave you behind.â
You stared at him, feeling every unsaid word hang in the air like lightning about to strike.
âIâm not good at saying stuff like you or Sanji,â he added, almost shyly. âBut⌠when it comes to you, I just know. I gotta protect you. I want to.â
Not lovers. Not just friends.
Something in between, blooming wildly under stormlight.
And with your forehead pressed to his, the battlefield silent around you, you whispered, âYouâre the only one Iâd ever want to fight for me.â
He smiled again, that soft one that was just for you.
âGood. Because Iâm not stopping.â
---
The island was quiet now. The only sound was the distant crash of the waves and the crackling of a small fire the crew had built to rest around. Most of them had already passed out in blankets and makeshift hammocks, snoring or mumbling in their sleep.
But not you. And not Luffy.
You sat side by side just beyond the camp, perched on a warm rock still holding onto the heat of the sun. The firelight danced across his face, softening the fading bruises on his skin. His hat was perched loosely on his back, and his white hairânow faded back to blackâfell messily across his forehead.
He hadnât said much since the fight. But he hadnât stopped hovering either.
âYou good?â he asked finally, voice low, like it didnât want to disturb the peace.
You looked at him, surprised by the quiet gentleness in his tone. âI should be asking you that, Captain. You used⌠that form.â
He rubbed the back of his neck and gave a sheepish grin. âYeah⌠I guess I kinda freaked everyone out.â
You let out a soft laugh and leaned your head against his shoulder. He tensedâjust for a secondâthen relaxed so fast you almost didnât catch it. His body was warm, steady. Like you could fall asleep against him and be perfectly safe.
âI wasnât scared,â you said, eyes drifting up to the stars. âNot really.â
âEven when I looked all weird and big and⌠glowy?â he tilted his head at you, voice teasing.
You smiled. âYouâve always been weird. Thatâs nothing new.â
He chuckled, that soft, dorky laugh of his. âYouâre not wrong.â
There was a quiet beat between you, the kind that didnât need to be filled. The kind that only happened when you truly knew someone. Trusted them. Wanted to stay by their side even if it meant following them into the storm.
ââŚWhen I was in Gear 5,â he said, suddenly serious, âit felt like I could do anything. Like my body didnât care about pain or rules or gravity. But even then, the only thing I could think about was getting to you.â
Your breath caught in your throat. He wasnât looking at you, eyes fixed on the sky like he was afraid heâd say something dumb if he turned his head.
âI donât know what that means,â he added, softer. âI just know it felt right.â
You reached over and took his hand, lacing your fingers through his. His palm was warm and a little rough, and he squeezed back immediately like heâd been waiting for it.
âI think it means,â you murmured, âweâre something important to each other. Even if we donât have a word for it yet.â
He finally looked at you. And in his eyes, there wasnât confusion or hesitation.
Just that smile. The real one. The one he saved for meat, the Sunny, and nowâfor you.
âOkay,â he said. âI like that.â
He leaned his head against yours, and the two of you stayed like that until the fire burned low and the stars blinked tiredly above.
You and the Straw Hats had been separated in a crowded seaside villageâa flash market full of traders, Marines, and festival noise that swallowed the crew whole. One moment, you were walking beside Chopper and Nami, and the next, you were swept away in a tide of shouting voices, lanterns, and smoke.
By nightfall, the air had gone cold. Lanterns dimmed, stalls shuttered, and somewhere down a narrow stone alley, you found yourself surroundedânot by Marines, not by banditsâbut by Cross Guild.
Buggy the Clown himself sat on a crate under a flickering lantern, his legs crossed dramatically. Crocodile stood nearby, arms folded, cigar glowing faintly. Mihawk leaned against a wall, sword at his side, looking more bored than wary.
It was, perhaps, the strangest sort of safety.
They hadnât been unkind.
In fact, Mihawk had quietly given you a cup of tea. Crocodile had grunted something that sounded like âSit.â Buggy had immediately demanded to know how Luffy was doing, then pretended he didnât care about the answer.
Youâd told them you were separated from the Straw Hats, that youâd find them by morning.
Theyâd agreed to let you stay for the nightâon the condition you donât do anything weird.
And now, with the moonlight filtering through the broken windows of the abandoned storehouse they were using as shelter, the Cross Guild had settled into their own uneasy quiet.
Buggy snored like a chainsaw.
Crocodile sat silently, smoke curling upward.
Mihawk, with his hat set aside, sat sharpening Yoru by lantern light.
You lay curled up on a rolled blanket in the corner, trying to sleep.
But it didnât feel right.
The silence pressed on youâthe kind of silence that made you aware of every breath. No voices. No laughter. No Luffy. No crew.
You exhaled softly. âGoodnight, LuffyâŚâ
The words felt wrong. They couldnât hear you.
You stared at the wooden ceiling beams, then turned your head toward the Cross Guildâs makeshift campfire.
âGoodnight, Buggy.â
There was a long pause.
The clown snorted in his sleep, half mumbling. âWhatâwhatâd you call me?!â
âGoodnight, Buggy,â you repeated, softly smiling.
He sat up, blinking wildly. âAre you mocking me or something?â
Mihawk looked up from his blade. âShe does this. Itâs apparently⌠tradition.â
âGoodnight, Crocodile,â you continued.
Crocodile looked at you flatly, cigar ember glowing. âWhat are you doing?â
âGoodnight,â you said simply.
A puff of smoke. â...Fine. Goodnight.â
âGoodnight, Mihawk.â
He met your gaze briefly, then sighed. âGoodnight.â
âGoodnight, Mr. Galdino.â
From across the room, the waxy man looked startled. âMe? Uhâgoodnight, I guess?â
The lantern flared to life again on its ownâjust one steady flame.
You smiled softly in your sleep. âGoodnightâŚâ
A soft chorus answered, almost lovingly, threading through the air vents, the window cracks, the mirror shards.
ââŚgoodnightâŚâ
ââŚgoodnightâŚâ
ââŚgoodnightâŚâ
Buggy pulled his blanket over his head.
Mihawk closed his eyes and muttered, âI see why Straw Hat doesnât camp often.â
Crocodile ground out his cigar. âNext time she says goodnightâIâm not answering.â
From the corner of the room, a soft whisper replied to himâ
ââŚyou should.â
He froze.
Buggy whimpered.
You snored gently, smiling in your sleep.
And somewhere, unseenâthrough the walls, the shadows, the night itselfâsomething whispered one last time, soft and tender:
goodnight.
--
Morning couldnât come fast enough.
By sunrise, the Cross Guild had collectively agreedâyou needed to go.
No one said it out loud at first, but the tension was thick enough to slice with Mihawkâs sword. Buggy was pale (for once not from makeup), Crocodile hadnât slept at all, and even Mihawk looked slightly⌠disheveled.
You awoke refreshed, stretching happily in your borrowed blanket. âMorning,â you greeted brightly. âSleep well?â
Buggy screamed. âNO.â
You blinked. ââŚOh. Did the floor voices keep you up?â
Crocodileâs cigar fell out of his mouth. âFloor what?!â
âYou know,â you said casually, âthe ones that knock sometimes? Theyâre friendly now, I think.â
Mihawk pinched the bridge of his nose. âYou⌠think?â
âYeah. They said goodnight back.â
Buggy clutched his head, pacing in circles. âI knew it! I told you sheâs cursed! I told you! The second she started wishing walls goodnight, the lanterns started blinking Morse code at me!â
âThat was not Morse code,â Galdino muttered from under a pile of blankets. âThat wasââ
âDonât you say their names!â Buggy shrieked, pointing wildly.
Crocodile exhaled, the smoke curling tight and irritated. âStraw Hat can keep you. I have no interest in competing with supernatural diplomacy.â
You blinked innocently. âBut I was polite.â
âPolite doesnât explain why the shadows were breathing,â Mihawk murmured, sliding Yoru back into its sheath with sharp finality. âYou are⌠more unsettling than Perona.â
You gasped softly, flattered. âReally? Sheâs so good at it, though!â
He just stared. âPrecisely.â
When the Straw Hats finally arrivedâhalf frantic, half exhaustedâCrocodile all but shoved you forward into Luffyâs arms.
âTake her,â he said. âNow.â
Luffy caught you easily, blinking. âHuh? Oh! You found her! Hey, (Y/N)! You okay?â
You nodded brightly, hugging him. âMhmm. They were really nice.â
Behind him, Zoroâs brow furrowed. âThey look like theyâve seen death.â
Indeed, Buggy was clutching his hat, muttering feverishly about hearing âgoodnightsâ from his own severed hand. Mihawk looked utterly done, like heâd walked through a haunted cathedral and been personally judged by it. Crocodile had already lit his second cigar.
Robin folded her hands with her usual grace. âI assume the ritual continued?â
You nodded happily. âThey even replied! It was so sweet.â
âReplied?â Nami repeated, eyes wide. âHow did they reply?â
âEchoes. Shadows. Maybe a reflection or two.â You smiled dreamily. âThey were shy at first.â
Usopp screamed. âYOU MADE THE CROSS GUILD TALK TO GHOSTS?!â
Buggy immediately pointed. âGhosts?! She invited them!â
âScare her?!â Buggy howled. âShe scared the afterlife!â
Zoro smirked faintly. âFigures. Sheâs our problem for a reason.â
Crocodile let out a low sigh and stepped aside. âKeep your nightmare magnet. Next time, leave her outside the walls.â
Mihawk simply gave you one long, unreadable look. âRemind Straw Hat to never let you near mirrors.â
You tilted your head. âOh! The mirror one liked you.â
He blinked slowly. âI donât wish to know what that means.â
Ace, leaning lazily against the ship railing nearby, was laughing so hard he was crying. âYouâ you cursed Mihawk? Oh, Iâm never letting you live this down!â
Buggy whirled on him. âCURSED? CURSED?! YOU THINK THIS IS A JOKEâMY REFLECTION CALLED ME BY NAME.â
Luffy started wheezing with laughter too. âThatâs so cool! (Y/N), you made new friends!â
You nodded earnestly. âThey said theyâll visit sometimes.â
Everyone froze.
âDonât,â Nami said immediately. âDonât say things like that.â
Sanji clutched his lighter like it was holy. âIâm cooking with every light on tonight.â
Chopper looked between everyone. âIâI donât think she means ghosts. Right?â
âMaybe!â you said brightly.
Brook clasped his bony hands together. âIf theyâre planning a return visit, Iâll prepare tea and holy water!â
âMaybe just tea,â Robin smiled.
âOr neither,â Franky added, glancing nervously at the Sunnyâs portholes.
Luffy, still grinning, slung his arm around your shoulders. âWelcome back, (Y/N)! You always make things exciting!â
You leaned into him, warm and content. âI missed you guys.â
Buggyâs voice echoed faintly from the dock. âTAKE HER FAR AWAY FROM ME!â
You waved sweetly. âGoodbye, Buggy!â
He screamed and dove behind Crocodile.
The crew laughed until the sun dipped below the horizon.
And that night, as you curled up in your hammock on the Sunny again, your voice drifted softly through the ship:
âGoodnight, everyoneâŚâ
The crew whispered it backâwarm, fond, a little nervous.
And when you added, âGoodnight, people in the walls,â Zoro just muttered, âNot again.â
But this time, no voices answered.
Just the gentle creak of the Sunny and the sound of the sea.
For once, it was almost peaceful.
Almost.
Because somewhere, faint and far awayâperhaps from the ocean, or the glass, or the walls themselvesâsomething whispered back, soft and affectionate as ever:
goodnight.
--
The Sunny drifted beneath a velvet sky, the ocean smooth as glass. The kind of quiet that presses on your ears until you can hear your own pulse.
Dinner had been uneventful. The crew laughed, the stars glowed bright, and even Usoppâs paranoia had finally faded after weeks of ânightly hauntings.â
Theyâd convinced themselves it was all coincidenceâechoes, reflections, nerves.
You seemed better too.
Peaceful, even.
Now, in the sleeping quarters, everyone was tucked into hammocks or curled under blankets.
The lantern swayed gently overhead.
And you, already half-asleep, smiled faintly from your hammock.
âGoodnight, Luffy.â
His usual grin came easily. âGoodnight, (Y/N)!â
âGoodnight, Zoro.â
âMhm.â
âGoodnight, Nami.â
âGoodnight.â
âGoodnight, Usopp.â
ââNight.â
âGoodnight, Sanji.â
âSweet dreams, my love.â
âGoodnight, Robin.â
âGoodnight, dear.â
âGoodnight, Franky.â
âSUPER goodnight!â
âGoodnight, Brook.â
âGoodnight, my frightfully fine friend!â
âGoodnight, Chopper.â
âGoodnight, (Y/N)! Sleep well!â
You smiled sleepily, blanket pulled close. âGoodnight, everyone.â
And thenâŚ
Nothing else.
The silence lingered.
Nami opened one eye. ââŚThatâs it?â
Zoro turned his head slightly. âThatâs it.â
Usopp whispered, âShe didnâtâshe didnât say the creepy ones.â
Franky frowned. âSo⌠thatâs good, right?â
âRight,â Sanji said quickly. âThatâs good.â
But no one seemed to relax.
The air was too still. The walls too quiet.
Usually, by now, thereâd be faint tapping or whispers or something to fill the silence. But tonight?
Nothing.
Luffy, perched on the edge of his hammock, frowned faintly. âFeels weird.â
Robinâs smile was small but tight. âWeâve grown⌠accustomed to certain responses.â
Brook chuckled nervously. âIndeed! Silence is far more chilling when you expect a haunting, yohohoâŚâ
The Sunny groaned softly, wood shifting against the tide. The lantern flickered once, then steadied.
Usopp whispered, âMaybe theyâre mad. Maybe they liked the goodnights.â
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