nome: JAMES SIRIUS POTTER II
idade: 20 anos
atividades: quadribol (artilheiro), clube de duelos, clube de xadrez, clube de inovação mågica, sociedade de exploração noturna, sociedade de pesquisa mågica experimental.
fc: joseph purcell.
conexÔes requeridas.
bio:
Desde muito cedo ouviu relatos sobre guerras, bravura, perdas e feitos extraordinĂĄrios â histĂłrias nas quais seu prĂłprio sobrenome aparecia com frequĂȘncia desconfortĂĄvel. Para a maioria das crianças, herĂłis existem apenas nos livros. Para James, alguns deles eram seus prĂłprios avĂłs, pais e tios.
Filho mais velho de Harry Potter e Ginny Weasley, James cresceu em uma casa onde o caos era parte natural da rotina. A presença constante dos tios, primos e amigos da famĂlia fazia com que a casa parecesse sempre cheia demais, barulhenta demais e animada demais. Desde pequeno demonstrou uma facilidade quase irritante para se adaptar a qualquer situação. Era falante, expressivo e naturalmente inclinado a chamar atenção â nĂŁo necessariamente porque buscava isso, mas porque simplesmente acontecia.
Quando criança, James rapidamente assumiu o papel de irmĂŁo mais velho protetor. Apesar das provocaçÔes constantes direcionadas a Albus e da maneira teatral com que implicava com Lily Luna, havia sempre uma linha invisĂvel que ele nunca deixava ninguĂ©m cruzar. Se alguĂ©m de fora ousasse provocar seus irmĂŁos, James era o primeiro a aparecer, sorriso largo no rosto e um desafio nos olhos.
A infĂąncia em casa tambĂ©m foi marcada por algo que poucos perceberam de inĂcio: uma curiosidade constante e silenciosa. Enquanto parecia apenas correr pelos campos ao redor da Toca ou brincar com vassouras de brinquedo, James passava longos perĂodos explorando o sĂłtĂŁo da casa, abrindo caixas antigas, lendo livros que claramente nĂŁo eram destinados a crianças e fazendo perguntas que muitas vezes surpreendiam os adultos. Aprendeu cedo que fazer perguntas demais chamava atenção indesejada... entĂŁo passou a aprender sozinho.
A relação com Harry era fĂĄcil. James constantemente pedia ao pai por histĂłrias dele e daqueles que lhe deram o nome, hĂĄbito que perdura atĂ© os dias de hoje, quando ele jĂĄ Ă© considerado maior de idade no mundo bruxo. Mesmo em silĂȘncio, a maior bĂșssola interna de James Ă© ser digno do tĂtulo que lhe incumbiu: o primeiro filho de Harry Potter, nomeado em homenagem a dois gigantes grifinĂłrios. O pai Ă©, indiscutivelmente, a sua maior admiração e espelho; muito dos seus sentimentos de inadequação surgem de nĂŁo se sentir Ă altura do amor e apoio recebido. Mas ele tenta.
A relação com a mĂŁe era essencialmente diferente da do pai. O menino amava-a e achava que ela era a mulher mais inteligente e mais bonita do mundo. NĂŁo havia nada que ela nĂŁo pedisse que o filho nĂŁo fizesse com o maior prazer do mundo. A palavra dela era a ordem suprema. Para James Sirius, Ginevra era o sol. Ele era ainda mais filhinho da mamĂŁe do que do pai, e ela e continua sendo a Ășnica pessoa que consegue corrigi-lo ou fazĂȘ-lo colocar a mĂŁo na consciĂȘncia. Para o pai, ele mostrava o seu melhor lado, muitas vezes fabricado; para a mĂŁe, ele era transparente.
Quando recebeu sua carta de Hogwarts, a expectativa geral parecia jå estar escrita. James entrou no castelo carregando um sobrenome famoso, uma confiança quase insolente e uma facilidade natural para fazer amigos. Foi selecionado para a Grifinória com rapidez quase imediata, para a satisfação geral e choque de zero pessoas.
Durante seus primeiros anos na escola, James consolidou rapidamente sua reputação. Tornou-se conhecido como alguĂ©m impossĂvel de ignorar: barulhento, espirituoso, competitivo e sempre envolvido em algum tipo de confusĂŁo. As histĂłrias sobre seus desafios imprudentes, apostas idiotas e provocaçÔes a professores começaram a circular cedo pelos corredores. Naturalmente, encontrou seu lugar no time de quadribol, onde seu talento fĂsico e reflexos rĂĄpidos o transformaram em um dos jogadores mais promissores da casa.
O que poucos perceberam, no entanto, era que grande parte dessa reputação era cuidadosamente cultivada.
Por trĂĄs da imagem do atleta impulsivo e aparentemente despreocupado, James escondia uma mente extremamente curiosa. Gostava de estratĂ©gia, de observar padrĂ”es e de compreender como as coisas funcionavam, desde jogadas complexas de quadribol atĂ© duelos mĂĄgicos e passagens secretas de Hogwarts. Frequentemente passava horas lendo livros que ninguĂ©m imaginaria vĂȘ-lo tocar, apenas para depois voltar a agir como se tudo aquilo fosse irrelevante. Poucos alĂ©m daqueles que cresceram com ele (seus irmĂŁos e alguns primos) sabiam que, no fundo, ele era um nerdzinho: xadrez bruxo, programação de cĂłdigo trouxa e linguĂstica eram alguns de seus tĂłpicos preferidos desde sempre, alĂ©m do, Ăłbvio, maior e mais adorado esporte bruxo, que para ele nunca era "de boa" e sempre envolviam estratĂ©gias meticulosas.
Era conveniente que pensassem que ele não se importava com nada além de Quadribol, festa e caos.
Agora, em seu Ășltimo ano em Hogwarts, James ocupa uma posição curiosa dentro do castelo. Ă popular, tem amigos em praticamente todas as casas e sua presença costuma transformar qualquer situação comum em algo muito mais caĂłtico do que deveria ser. Ao mesmo tempo, poucos percebem o quanto ele observa, calcula e pensa antes de agir.
Entre partidas de quadribol, apostas absurdas com colegas e planos cada vez mais elaborados para escapar de regras que considera entediantes, James vive seus Ășltimos meses em Hogwarts com a mesma energia imprudente que sempre o definiu. Ele planeja que ninguĂ©m se esqueça que ele passou por aquele castelo, e quem o conhece sabe que nĂŁo serĂĄ mais um ano em Hogwarts se depender dele. Ainda analisa o futuro, nĂŁo porque estĂĄ perdido, mas porque as suas opçÔes sĂŁo infinitas. Pelo menos, atĂ© que o dia dois de setembro chegue e cause uma mudança significativa no seu plano.
personalidade:
O lado bagunceiro de James aflorou muito cedo. Ele era uma criança falante e risonha, e o fato de ter crescido com tantos primos e ser um dos mais velhos, o fez aprender rapidamente os modos de "maroto", tĂtulo que seus homĂŽnimos carregaram e ele teve o prazer de aprender.
James Sirius Potter Ă©, acima de tudo, uma presença. Onde quer que esteja, o ambiente parece ganhar alguns decibĂ©is a mais, algumas risadas extras e, frequentemente, uma dose desnecessĂĄria de caos. Ele possui um carisma natural que torna difĂcil ignorĂĄ-lo, e sua confiança quase descarada faz com que muitas pessoas o sigam mesmo quando nĂŁo deveriam.
à primeira vista, James parece exatamente aquilo que a maioria das pessoas espera: um atleta competitivo, impulsivo e ligeiramente irresponsåvel. Ele faz piadas em momentos inadequados, provoca professores com comentårios sarcåsticos e transforma qualquer desafio em uma competição pessoal. A reputação de alguém que age antes de pensar o acompanha por praticamente todo o castelo.
O que poucos percebem é que essa reputação é, em grande parte, uma performance.
James aprendeu cedo que ser subestimado pode ser extremamente Ăștil. Ao permitir que outros o enxerguem como alguĂ©m menos inteligente do que realmente Ă©, ele ganha liberdade para observar, analisar e agir sem levantar suspeitas. Por trĂĄs do humor fĂĄcil e da atitude despreocupada existe alguĂ©m muito mais atento do que aparenta. Ele gosta de entender padrĂ”es, estudar estratĂ©gias e antecipar movimentos, habilidades que se refletem tanto em partidas de Quadribol quanto em duelos mĂĄgicos.
Ainda assim, James não é alguém particularmente introspectivo. Prefere movimento à quietude, ação à reflexão em excesso. Seu impulso natural é experimentar, testar limites e ver até onde pode ir antes que alguém o pare. Essa inclinação para o risco muitas vezes o coloca em situaçÔes complicadas, mas também faz com que raramente se arrependa de suas escolhas.
Apesar de sua postura irreverente, existe em James um senso de lealdade extremamente forte. Ele protege amigos com a mesma facilidade com que provoca inimigos e nĂŁo hesita em assumir responsabilidade por algo se isso significar poupar alguĂ©m prĂłximo. A confiança que demonstra externamente tambĂ©m serve como uma forma de escudo jĂĄ que admitir dĂșvidas ou inseguranças nĂŁo Ă© algo que faça com facilidade.
Ginevra sempre o chamou de advogado do diabo, porque ele tomava prazer em trazer argumentos impossĂveis ou dos quais nem era partidĂĄrio, sĂł para que existisse debate, sĂł para contrariar. Ao mesmo tempo, Ă© um exĂmio mentiroso, como jĂĄ comprovado pelos pais inĂșmeras vezes: o pensamento afiado e criatividade abundante faz ele um expert em improviso, o que jĂĄ o livrou de muitas encrencas. O que alguns chamam de mitomania, ele chama de floreio intencional e consciente.
Nas aulas, pode ser considerado insuportĂĄvel tanto por alunos quanto por professores: faz perguntas fora do tema, piadas e parece estar constantemente distraĂdo ou inquieto no prĂłprio lugar. Contudo, o pior acaba sendo o fato de ser muito difĂcil ele tirar uma nota baixa: na hora da prova, lĂĄ estĂĄ o 9 ou 10. A verdade Ă© que ele fica entediado facilmente com algumas matĂ©rias, mas nĂŁo Ă© por falta de conhecimento, mas por falta de desafio.
Em sua essĂȘncia, James Ă© movido por curiosidade, desafio e liberdade. Ele gosta de testar seus prĂłprios limites, descobrir caminhos alternativos e transformar situaçÔes aparentemente comuns em algo muito mais interessante. Para alguns, isso o torna irritante. Para outros, irresistivelmente divertido.
Por muito tempo, se irritava com o fato das pessoas assumirem que ele era igual ao avĂŽ e ao padrinho do pai, mas com o tempo soube que essa era sua maior estratĂ©gia de sobrevivĂȘncia.
James adora tocar piano, um dos seus hobbies escondidos;
Ele nĂŁo sĂł ama esportes, como adora jogos em geral: xadrez, bexigas, cartas, entre outros bruxos e trouxas;
Ele sempre gostou de ler, incentivado pela madrinha Hermione desde o princĂpio. Ele Ă© fascinado por lĂnguas e seu funcionamento;
James Ă© poliglota: fala inglĂȘs e vĂĄrias merdas, francĂȘs, espanhol, italiano e estĂĄ aprendendo latim;
Ele adora tecnologia trouxa, adora redes sociais e jogos de computador, e estuda programação por diversão;
Ele tem uma conta falsa no Twitter e uma outra real e privada;
Ele adora apostas e pode criĂĄ-las do nada e por qualquer motivo;
Herdou a aflição com aranhas do padrinho Ron, mas é um segredo guardado a sete chaves;
Tem uma relação estranha com sono, foi insone por muito tempo e desde criança tinha episódios bizarros de sonambulismo.














