brightest b i t c h of her age helena morgan nott, 17 yo, slytherin pride, pureblood, blood heir. ❝ she got horns like the devil poiting at me an there's nowhere to run from the fire she breathes ❞
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“O que ele fez por você que eu não poderia ter feito, querida?” Perguntou, arqueando uma das sobrancelhas em questionamento. Não sabia o que acontecia entre eles e nem conhecia Rasmus tão a fundo assim, mas recebia uma vibe um tanto… Peculiar do garoto, então sabia que se ele tivesse pelo menos um fio de cabelo fora da linha, os dois seriam uma combinação explosiva. Um pequeno sorriso apareceu em seus lábios quando ela disse que não queria perdê-la, mas logo morreu quando ela disse que não queria perdê-lo. “Oh, c’mon!” Reclamou em descrença. “I bet my dick is way better, babygirl, and you know it.” Nott utilizava a voz manhosa e Roselyn só tentava não dar atenção para a óbvia tentativa de dobrá-la. “Ugh, you know what? Fine. I’ll fuck him and see what all the fuss is about.” Cedeu, afastando os fios negros para trás, descendo carícias por seu braço para fazê-la arrepiar. “But I’m ready to be disappointed, you have a terrible taste in men.”
❝ Well... I guess it makes two of us then. ❞ oferecendo uma resposta simples e auto explicativa, não deu tempo para que Roselyn a respondesse antes de beijá-la pela segunda vez na noite, o indicador a auxiliando para apoiar o queixo da outra sonserina quando ela lhe deu um último selinho mesclado com uma mordida no lábio inferior. ❝ But the empty spot in my bed it's yours for the night. Then you can make me remember if your dick is really better... Maybe wearing only this neckless. ❞ pelo simples gosto de provocar, Nott lhe roubou mais um beijo antes de se afastar. ❝ Feliz Navidad, cariño. ❞
Amélie podia estar super da feliz por seu presente ter feito o rapaz vir falar consigo, contudo, assim que viu a varinha de Caleb se levantar os olhos a menina se arregalaram e automaticamente pegou a sua fazendo um escudo sem nem mesmo pensar ou falar algo. Estava desenvolvendo aquela técnica, mas como não era tão boa ainda os seus pés deslizaram pelo chão a deixando uns passos a trás. “Que merda é essa Yaxley?” falou toda da irritada, mas realmente esperando uma resposta vinda do rapaz. “O que aquela vaca ruiva falou para você? Okay… Desculpa pela vaca, mas ela é um saco.”
Helena riu, mas foi no rosto de Caleb Yaxley que o sorriso apareceu. Sua mente agora trabalhava em formas de fazer toda aquela situação soar o mais credível possível. ❝ Você tem que falar dela, não é? Tem tanta inveja assim, Amélie? ❞ Helena não discordava da opinião da Burke sobre Lily Potter, mas teria que agir de acordo. Questão de segundos depois Amélie era atacada novamente, duas vezes seguidas. ❝ Ninguém precisa me falar o tipo de pessoa que você é, Amélie. E te ensinar o tipo de pessoa que eu sou. ❞ a figura de Yaxley se aproximou a passos duros e ele lançou um 'Oppugno' que fez uma armadura tomar vida e avançar na sonserina, a bola de ferro atingindo o espaço bem ao lado da cabeça feminina quando a figura de metal tentou atingi-la.
Rolou os olhos quando ela perguntou se ela estava com ciúmes, já que aquilo não fazia o estilo de Roselyn nenhum pouco. Ela ficava com raiva quando era passada para trás, quando tomavam algo que ela considerava dela… Mas ciúmes? Não que ela pudesse se lembrar. “Oh Merlin, don’t be a bitch.” Riu baixo, mas prestando atenção no que ela falava. Infelizmente teria que dar a razão para ela naquele momento, ela realmente estava focada em algo que tinha mais chances de dar errado do que certo. Não era acostumada a fazer aquele tipo de coisa, geralmente quando um plano dava errado ela simplesmente partia para o próximo… Não perderia tempo pensando naquilo, no entanto. Não era importante.
Levantou um pouco o rosto quando Helena o tocou, afinal a diferença de altura das duas era quase mínima. Abriu a boca em um leve sinal de choque quando ouviu o seu sussurro, virando o rosto imediatamente para a morena. “So you’re really with him!” Exclamou, empurrando-a levemente. “You bitch. Será possível que a minha sina é dividir macho com amiga? Por Merlin, eu não posso dar em cima de ninguém que descubro que uma de vocês está pegando.” Rolou os olhos mais uma vez, ficando alguns segundos em silêncio. “Eu não gosto da ideia de realizar as fantasias de um homem, você sabe… Não quando essas fantasias não me colocam acima dele.” Riu baixo, abaixando o olhar para o peito da garota, fazendo leves carícias com as unhas perto do seu decote. “Duas mulheres e um cara… Isso soa bom demais para ele, não acha?”
Se limitou a uma risada e um leve dar de ombros, visto que a resposta para a pergunta era incerta. Não estavam juntos, mas certamente haviam passado por uma experiência que se não fosse do tipo que teria o poder para criar uma espécie de conexão inexplicável, ela não sabia o que mais faria. ❝ It's not like that! Let's say he did something for me no one ever did. ❞ na visão distorcida que Nott tinha sobre sentimentos, não existia uma prova maior de lealdade que a que Dolohov lhe oferecera. ❝ Se você soubesse o que é não estaria tão surpresa. ❞ comentou com despretensão, sabendo que Roselyn iria querer detalhes. Não se atentou a isso, no entanto, enquanto ela tinha os dedos lhe percorrendo o colo... ❝ Depende de como você enxerga. I just know I don't want to lose this... ❞ não precisou especificar para que Roselyn soubesse que estava falando das duas. Gostava da dinâmica do relacionamento que mantinham. ❝ But I also don't want to lose him... You know, his dick is too good for me to have it alone, and since I'm such a good girl for you I wouldn't mind sharing... ❞ os dedos sorrateiros roçavam o tecido do corset com frustração, a voz feminina soando melodiosa como poucas vezes soava, apenas em situações com aquela. ❝ I think he'd be the one who'd have to worry about handle us both. ❞
Demonstrando ser mais estúpido do que ela pensava, Sebastian resolveu não calar a boca como se não estivesse em desvantagem ali. Era claro que como o corvino reagisse não mudaria em nada o que aconteceria dali para frente, mas pouparia todo o estresse de ter que ouvi-lo. Um sentimento que só foi reforçado á menção de um passado que ela vivia tentando esquecer. Iludida sob um manto ilusório do que seria o amor - Helena não sabia afirmar com certeza se um dia já o tinha sentido -, cometeu o erro de deixa-lo enxergar sua parte mais quebrada, aquela que ela insistia tanto em reprimir para que nunca mais fosse exposta a luz do dia. Pensar que meia dúzia de palavras bonitas e um pouco de carinho foram o suficiente para que baixasse a guarda a deixava com raiva de si mesma, raiva esta que seria convertida em combustível para fazê-lo calar a porra da boca. Quem ele pensava que era para falar daquele jeito? Era ele quem estava amarrado a uma cadeira, não ela! Helena não era a vítima. Não seria nunca mais, não importava o que Sebastian ou qualquer outra pessoa dissesse a respeito. Esperanza havia morrido no dia em que sua avó a buscou e esta era uma verdade qual não abriria mão.
❝ Keep talking like that and you won't have a tongue by the morning. ❞ foi a única resposta que deu antes que Rasmus tomasse a frente. Por mais que odiasse demonstrar que as palavras dele a afetaram, o olhar que lançava ao corvino transbordava tanto ódio que ela sequer precisaria se concentrar para lançar um Avada se fosse o caso. O soco desferido pelo ruivo o rosto de Sebastian ser projetado para o lado, e de repente o ódio nos olhos dela davam lugar a uma outra coisa... Desde que se aproximaram Rasmus se provava ser uma caixinha de surpresas e Helena não sabia dizer o quão satisfeita vinha ficando com isso. ❝ My head is fucked up? ❞ o tom desdenhoso foi dito em meio a um sorriso incrédulo. ❝ At least I figured out a way to defend myself. At least I don't cry like a little bitch on the floor. I fight back. That's why you're the one tied to a cheer and I'm the one who's about to beat your ass. ❞ se inclinando para a frente, Nott apoiou as mãos nos braços da cadeira para nivelar seu rosto ao de Sebastian. ❝ And you know why? Cause I think you like to be the victim. It's better than admit that you're a fucking useless weak person, so you victimize yourself... But you see, people like me and your dad, we can see through things. And he sees the same thing I do: a scared little boy who's too afraid to do something beyond run to mommy's. That's why he beats you. He's just trying to fix something that is... Broken. But somethings just can't be fixed. ❞ novamente a varinha estava apontada para o corvino, mas as emoções no rosto da sonserina haviam desaparecido. ❝ You know, I find out recently that in order to curse someone with a Unforgivable Curse you have to feel the hate. Really feel it. And I'm wondering... How much hate does your father must feel for you to do those things so easily to his own son? Such a disapoiment... ❞ consertando a postura, a bruxa se afastou um pouco. ❝ There's others ways, of course. Other spells... Like this one: Inflamare Corpus ❞ um movimento de varinha e Helena soube que o calor que Sebastian começaria a sentir se tornaria insuportável ao ponto dele se sentir em chamas, mesmo que não houvesse sinais físicos disso. ❝ But I can't blame him, tho. Like I can't blame Corban Yaxley for wanting his halfbreed mudblood of a grandson dead. Maybe I can easy it up things a little for him... What do you think, cariño? Should we bring Caleb next? I'll make sure we get him a nice leash and all! ❞ falava com Rasmus, mas acabou voltando a atenção para Sebastian. ❝ I may be a fucking cunt, Sebastian, but I'm not weak. Or broke. And you are the one who can't defend yourself, and that's who you'll always be. ❞ o efeito do inflamare foi cortado com um movimento seco da varinha. ❝ That's why your daddy loathes you. I wouldn't want a waste of space as a son either. Crucio. ❞
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Deixou que ela limpasse seu batom, permanecendo com o corpo junto ao dela, os braços firmes ao redor da sua cintura. Não achava que a demonstração pública de afeto deixaria alguém irritado, ninguém parecia prestar atenção nelas, de qualquer forma. “E eu aposto que ele adorou, não é? Pobre garoto, perdeu o pai e ainda vai ganhar uma maldição de presente.” Riu baixo, sem realmente sentir muito por ele. A vida não era justa, afinal. “Se o seu namoradinho não gostou de ter tirado o Potter, certamente a noite dele vai melhorar bastante, já que eu o tirei.” Sorriu animada após cutucá-la sobre Rasmus. “É, namoradinho. Eu vejo que você se aproximou dele, pelo visto vou realmente ficar solteira. Rookwood doesn’t give two shits about me, Rasmus likes your crazy ass… And I’ll be at home with my brother.” Se lamentou, sabendo que estava exagerando bastante no que dizia.
❝ Quase sinto pena dele. ❞ o risinho de escárnio mostrava o quão mentirosa aquela frase era, não era preciso ser um gênio para saber que Helena não nutria nenhum tipo de sentimento positivo por ninguém daquela família. Levantando a sobrancelha à menção de Dolohov, Helena esperou até que Roselyn terminasse de falar com diversão. Ela e o corvino tinham de fato se aproximado àqueles tempos, ainda mais após toda a situação com Sebastian. Eram mais parecidos do que pensavam, afinal, e Helena seria hipócrita se dissesse que estar com ele não parecia interessante. Por vários motivos. ❝ Are you jealous, baby? ❞ provocou, inclinando o rosto para o lado. ❝ Can you blame him, tho? I have a fine ass. ❞ respondeu simplesmente. ❝ You spend too much energy on people who doesn't aprecciate you. We could be queens. I can make you a queen. But you're so blind worrying about things you can't change or control you forget about the others opportunities you have right in front of you. ❞ Nott tocou o queixo de Roselyn com delicadeza, a fazendo inclinar o rosto um pouco para cima, antes que eu dedo colocasse uma mecha do cabelo feminino para trás de sua orelha. Não estava falando de sentimentos, até porque emoções sempre vinham em segundo plano para ela. Se referia a benefícios, e conseguia enxergar em Roselyn potencial para isso. No sentido pessoal e no que estava por vir também. Com a mão que estava na cintura da Mcnair, a puxou para mais perto ainda, os lábios colados ao seu ouvido quando ela sussurrou. ❝ I'm sure Rasmus wouldn't mind sharing... Neither would I. You just have to make the right choice. Think about it.❞
As férias de inverno eram a época que Amy mais amou em toda a sua vida. Normalmente ela tolerava bem as festas das Sagradas 28, mas pela primeira vez ela não teve Caleb ao seu lado e de vez em quando dava para vê-la aérea, isso quando ela não estava montada com a sua carinha de perfeição. Sabia que de todos os amigos ela era o elo fraco, o que sentia mais, mas ainda assim tentava se fazer de forte e tinha ajuda de @hxlenanott para endurecer o coraçãozinho. Voltar para Hogwarts pela primeira vez foi acolhedor, podia ficar com os amigos que lhe acolhiam e lhe davam a sensação de não estar tão errada. Tanto que quando viu Caleb vindo na sua direção em um dos corredores perto da câmara secreta, ainda que ele não soubesse que ela estava indo para lá, um gande sorriso apareceu em seu rosto achando que ele estava vindo falar sobre o presente de natal que ela tinha lhe enviado “Hey… ”
Helena não gostava de perder. Criada na rédea curta por sua avó, havia aprendido que existiam coisas pelas quais valia a pena lutar e coisas que não. Seus princípios e a guerra eminente entravam na lista de coisas pelas quais tinha que lutar. Sabia que, do jeito que tudo caminhava, não demoraria muito para que o mundo mágico fosse finalmente colocado de volta nos eixos, e não existia nada que pudesse deixá-la mais feliz. Tinha aliados fiéis, suas habilidades ficavam cada vez melhores, e pouco a pouco ganhava a confiança de Bletchey. Contudo, Helena sabia que num jogo de xadrez, todas as peças eram importantes, até mesmo aquelas que consideradas as mais frágeis. Era como enxergava Amélie ultimamente. Apesar da Burke ter finalmente entendido que precisava se posicionar, Nott ainda enxergava nela uma relutância que sabia que a atrapalharia quando chegasse a hora. Ela era boa em duelos, rápida. Sabia se defender bem com uma varinha, mas as maldições imperdoáveis ainda parecia um patamar diferente de ser alcançado... E Helena entendia, até. Para lançar uma maldição o bruxo tinha que sentir. O ódio, a vontade de ferir. Helena era muito, muito boa nisso. Ajudaria Amélie a ser também.
Este era o motivo de estar caminhando por Hogwarts com o rosto de Caleb Yaxley e o uniforme da Corvinal. Com uma ajudinha especial de Roselyn para roubar a polissuco e um fio de cabelo conseguido por Rasmus - os dois se provavam ser cada vez mais úteis aos olhos de Helena -, a Nott finalmente encontrou um jeito de fazer Amélie quebrar. De um jeito ou de outro. ❝ Estupefaça! ❞ ela disse, mas foi a voz de Yaxley que ecoou pelas paredes de pedra quando o feitiço atingiu Amélie.
Diante da confusão efervescente que eram os próprios pensamentos, sentimentos, sensações e emoções de Molly, ela sequer podia acessar os da colega. Estava num estado eufórico e um pouco desvairado, mas desejava de todo o coração que a outra estivesse gostando tanto daquele momento quanto ela estava. Corou ainda mais, deixando as sardas menos evidentes e sua pele quase no tom avermelhado de seus cabelos, ao ouvir Helena dizer que aquele tinha sido o seu melhor beijo. Não que a lufana tivesse muito com o que comparar, suas experiências até então haviam sido bem limitadas, mas o sentimento era absolutamente recíproco. Gaguejando como pouquíssimas vezes havia feito na vida, ela deixou com que Helena soubesse: “É… É s-sério?” perguntou, timidamente. “O seu também foi o melhor beijo que j-já me deram até h-hoje…” confessou-lhe, perdendo a voz no final da frase quando a colega começou a beijar-lhe o pescoço. Sentia, ao mesmo tempo, um avassalador assomo de prazer e de nervosismo. O que é que estava acontecendo afinal. “Foram… Foram muitas pessoas?” Molly perguntou, mais por curiosidade do que por ciúmes. Ainda que… Ainda que, e o pensamento lhe assustou, tivesse acabado de perceber que gostava um pouquinho mais de Helena Nott do que tinha imaginado. Sem saber o que fazer a respeito dessa conclusão, voltou a beijá-la intensamente, sentindo as mãos dela deslizarem por seus fios ruivos e imitando-a, acariciando o cabelo dela na região da nuca enquanto puxava-a pela cintura para mais perto - como se fosse muito bem vindo qualquer centímetro de aproximação.
[ FLASHBACK ]
O sorriso escapou de seus lábios sem que ela tivesse como impedir e ela só pode agradecer pelo rosto escondido na pele da Weasley, pois não saberia explicar o quão bonitinha havia sido a reação dela. Completamente compreensível, inclusive. Afinal, eram duas adolescentes descobrindo um sentimento até então inexplorado, algo que Helena tentava reprimir a algum tempo por saber que não teria a aprovação de sua vó, tampouco da sociedade em que vivia. Naqueles quatro anos que convivia com a alta sociedade bruxa havia aprendido que apesar do tempo ter passado e as coisas terem evoluído, as famílias tradicionais puristas ainda faziam questão de viver como se estivessem no século passado, algo que a aborrecia grandemente. ❝ É sério. ❞ ela respondeu entre selinhos, andando para frente apenas para que pudesse recostar o corpo de Molly contra a mesa mais próxima. A pergunta, no entanto, apesar de tê-la pega de surpresa, despertou em Helena um pequeno estado de alerta que ela vinha tentando ignorar, pois havia gostado de saber que despertava algo que era o suficiente para que Molly tivesse curiosidade acerca disso. ❝ Alguns. Nenhum que valesse a pena, nenhum que... ❞ não teve tempo de completar, pois logo a boca de Molly Weasley esmagava a sua novamente por alguns segundos. ❝ Você acha que o que estamos fazendo é loucura? ❞
Como sob o efeito de uma hipnose, Sebastian recuperou a consciência, olhando freneticamente para os lados enquanto a sua respiração estava ofegante. Não conseguia entender absolutamente nada do que estava acontecendo, em um segundo estava tranquilo em seu dormitório, e no outro estava amarrado em uma cadeira dentro do que ele pensava ser a Sala Precisa. Passou os olhos pelo local, pousando em um de seus colegas de time, um garoto que ele não conhecia tão bem assim, mas tinha certa convivência pelo Quadribol e o por dividirem o Salão Comunal, serem colegas em classes, entre outros. “Dolohov?” Aquilo não fazia sentido, mas quando percebeu Helena Nott… Sabia que estava fodido.
Tentou se soltar das cordas com violência, percebendo que só poderiam estarem enfeitiçadas para estarem tão bem presas assim, afinal sua ex-namorada nunca seria capaz de fazer um nó tão bom. Ele quem costumava a amarrar pessoas naquela relação. “What the fuck are you doing, Helena? Have you totally lost your mind?”
@rasmusdolohov
tw: violência, tortura
❝ I would never ❞ ele afirmou. desistir de uma ideia que estava em sua cabeça por tanto tempo não era uma coisa que ele estava acostumado, então parecia uma ideia longinqua ele desapontar helena. ele sorriu abertamente quando ela se aproximou e colou os lábios nos dele, e continuou a sorrir quando ela se afastou, levando a boca o cigarro que ainda tinha nos dedos, tragando uma vez e soltando a fumaça lentamente. jogou o cigarro no chão e pisou-o, andando na direção de sebastian quando helena clamou por sua ajuda, e juntos colocaram o outro na cadeira e amarraram-o firmemente para que não fugisse.
a primeira parte do plano havia sido executado com maestria, e rasmus estava orgulhoso disso. se sentia animado, porque a próxima parte era a mais divertida, por mais que tivesse ficado bastante orgulhoso por conseguir raptar sebastian e o trazer para a sala precisa. helena então finalmente acordou o outro, e os olhos claros de rasmus fitaram pucey por muito pouco tempo, logo se voltando a helena enquanto ela rodeava a vítima. ele ansiava pela ação, e helena sempre parecia pronta para atacar, o que a deixava ainda mais bonita naquele cenário.
sebastian finalmente acordou, parecendo claramente perdido, e quando pousou os olhos no ruivo, murmurando seu sobrenome, rasmus abriu o sorriso, mostrando os dentes e piscou com apenas um olho na direção de sebastian, mas não respondeu ou soltou uma palavra que fosse. sabia que aquele momento era todo sobre a helena, e só estava ali para a parte divertida. não se importava em não ser o centro das atenções ali, principalmente porque teria o seu momento, quando a hora de apagar-lhe as memórias chegasse.
soltou uma risada audivél quando sebastian reagiu, revirando os olhos. ele pensava mesmo que se agitando conseguiria sair dali? rasmus e helena não seriam tão burros. ❝ awn, ele acha que você é maluca. acho que ele não entendeu direito o que ta rolando por aqui ❞
@hxlenanott
TW: Tortura
Observou Sebastian se debater com uma satisfação tão grande que nem saberia como descrever. Era explícito par todos aqueles que tinham algum tipo de intimidade com a sonserina que o desprezo que sentia por Pucey era imensurável. Era até estranho pensar que algo que já foi um sentimento considerado bom houvesse se transformado em algo tão pesado, mas não eram o amor e o ódio quase a mesma coisa? A linha era tênue como um fio de cabelo e isso era incontestável. Que ele considerasse aquilo um ato de amor, então. Pela causa, obviamente.
O comentário de Rasmus a fez rir, dessa vez explicitamente. Tinha as mãos na cintura e um sorriso aberto nos lábios cheios. ❝ Quanto mais e debater mais apertados os nós vão se tornar, cariño, então se você não quiser que o sangue pare de circular é melhor ficar parado. Be a good boy for me, uh? ❞ provocou, segurando o rosto do corvino entre os dedos. Um hábito que tinha desde que namoraram, mas que agora não tinha nada de carinhoso. Deu um tapinha na bochecha masculina e então se afastou, suspirando. ❝ Eu acho que ele pensa que isso é algum tipo de brincadeira, Rasmus ❞ se referia ao Dolohov mas seus olhos estavam fixos em Sebastian. Ela brincava com a varinha entre os dedos e apesar de parecer que estava enrolando, apenas analisava a cena. Tantas possibilidades se passavam em sua mente que parecia impossível escolher só uma. ❝ Logo vai descobrir que não. Porque assim, Sebastian, eu não tenho nenhum ressentimento sobre o que aconteceu entre a gente. Você sabe como eu sou, sem rancor nem nada... ❞ o tom casual contrastava com tudo ao seu redor, mas ela não se importava. A ponta de sua varinha tocou o queixo de Sebastian. ❝ Mas você tem que entender que está indo pelo caminho errado, cariño. O que me deixa triste na verdade, tanto potencial... ❞ lamentou, ao passo que a varinha escorregava pelo pescoço masculino e a ponta se apertava ali. ❝ Só que eu aprendi que tudo tem conserto, e tem uma coisa que nunca falha em ensinar. A dor. ❞ pressionou a ponta da varinha com mais força, o suficiente para que doesse. ❝ Pain can be a wonderful teacher. And I know you're used to it... But your father's method isn't effective, isn't it? So I thought about using something different.❞ Nott se afastou ao ponto de estar a um metro de distância do Pucey, e ergueu a varinha em direção ao seu rosto. A expressão em seu rosto agora tinha se tornado dura. ❝ I won't be using my fists like your daddy but I promise you’ll wish I was him. And this time you'll learn. Crucio! ❞
🦋 Helena! Uau, você está simplesmente maravilhosa. — deslizou os olhos pela figura feminina, já um tanto exaltada por causa da bebida que tinha batizado — agradecendo ao avô por ter lhe mandado algumas garrafas enfeitiçadas como bebidas não alcoólicas — Quer um gole? Garanto pra você que está bem melhor do que aquela coisa sem graça ali na mesa. — indicou com a cabeça os ponches oferecidos pela escola.
Apesar de sempre ter buscado se manter na discrição desde que pusera os pés em Hogwarts, Helena vinha se mostrando mais confiante sobre mostrar quem realmente era. Talvez tivesse a ver com o fato dos Herdeiros estarem ganhando cada vez mais força no mundo mágico, o que significava que logo seus ideais não seriam julgados mal, ou talvez fosse ela simplesmente percebendo que não tinha que esconder nada. Não importava também, só que ela estava se sentindo impecável, algo que demonstrou quando deu uma voltinha no próprio eixo. ❝ Eu diria que você também está mas acho que já sabe disso, cariño ❞ a sonserina respondeu, bem humorada. ❝ O que é? Uma de suas bebidas brasileiras? ❞ ela disse, se aproximando para cheirar o copo.
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Sorriu de lado quando ela disse que não seria um desafio, envolvendo um dos braços pelo corpo dela, sentando-se no chão e a puxando para se sentar em seu colo. Se ela queria lhe provocar então o mínimo que ele poderia fazer era dar a ela uma maneira mais confortável de fazê-lo. As mãos voltaram a se arrastar pelas coxas da morena, chegando próximas na sua bunda e a apertando sem receio, puxando o quadril para perto do seu. “It wouldn’t, right?” Perguntou baixo, afastando os cabelos de seu colo, para simplesmente encaixar o rosto em seu pescoço, começando a lhe beijar intensamente a pele dali. “Do you still wanna play? I think now it’s the best time to get me to do anything you want.”
O corvino a guiou para seu colo e Helena foi de muito bom grado, puxando o tecido do vestido de forma que estivesse enrolado na metade das coxas. Suas mãos, sentindo inveja das dele, não se demoraram a buscar espaço na pele masculina ao passo que sentia o toque masculino; lábios em seu pescoço, mãos nas coxas. Não querendo ficar para trás, Nott mexeu os quadris quase que discretamente, algo que poderia ser confundido com uma tentativa de ficar mais confortável se ela não tivesse repetido o ato, apenas pelo prazer de senti-lo contra si, mesmo que não da forma que passou a desejar. Ou pelo menos não ainda. ❝ I wanna play another game... ❞ ela respondeu também num sussurro, o pescoço pendendo para o lado contrário ao que ele beijava para lhe ceder espaço. As mãos sorrateiras da sonserina encontraram espaço entre a camisa social que ele usava com habilidade, deixando para trás a expectativa do que viria a seguir. ❝ But in this game there will be no losers.❞ Helena então segurou o maxilar de Sebastian, o forçando a olhá-la nos olhos quando a ponta de sua língua passou pelo lábio inferior masculino. ❝ Just winners. ❞ e então o beijou, pensando que talvez sua avó tivesse acertado uma vez na vida e aquele casamento não fosse uma ideia ruim. E seus planos eram descobrir o quão bom poderia ser... O que teria feito se o destino não tivesse resolvido interferir. 'Sebastian?' ouviu uma voz feminina chamar, seguida de batidas na porta. Helena apenas suspirou e quebrou o contato entre os dois. ❝ Apparently the party is over. Maybe we’ll have to wait til our honeymoon...❞
Não esperava que o amigo secreto fosse tão bom para si. Esperava que ganhasse algum presente mais ou menos de algum Weasley (afinal eles eram muitos), ou que tirasse alguém que não gostava, mas não foi isso que aconteceu. Teve sorte em sortear Rasmus, e percebeu que teve sorte em ser sorteada por Helena quando sentiu o frio gostoso da jóia em seu pescoço. Abaixou o olhar e tocou a peça, apenas pelos detalhes podia ver que era extremamente cara e personalizada, então deveria ser uma peça única. Ela entendia de joias, afinal.
Se virou para a morena e a abraçou com força, não deixando de rir sobre o seu comentário sobre o anel e Nicholas. “Ótimo, assim não caso com ele nem com você. Fico sozinha a vida inteira.” Brincou, mas não era exatamente uma brincadeira. Preferia não se aprofundar no assunto, tudo aquilo a deixava furiosa e ela não sabia qual dos dois sentia mais vontade de esganar. “É lindo, Helena, você me conhece tão bem…” Com o tom de voz levemente derretido, Lyn segurou o rosto de Nott nas mãos, aproximando-se dela e lhe beijando lentamente, mas por pouco tempo. Sabia que a amiga tinha um noivo, mas sabia também que não ligava nenhum pouco para aquilo. “I loved it.” Disse baixo, ainda próxima da garota.
Beijos eram tão normais entre as duas que Helena sequer teve outra reação além de retribuir, deixando que um discreto sorriso lhe curvasse os lábios logo após. As mãos dispostas na cintura da outra sonserina acariciaram ali e ela soltou uma risada breve com seu comentário. ❝ Too bad you want him, I could give you the world. ❞ brincou de volta, mas a ideia não parecia tão absurda assim aos seus olhos. ❝ I know I'm the best. ❞ comentou, ainda sem a mínima vontade de se afastar. Usou o polegar para limpar o batom borrado no canto do lábio de Roselyn. ❝ Quem você tirou? Espero que tenha dado sorte como eu, o Rasmus tirou um Potter. ❞