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@glatad

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archwizard-g:
✩─ ao que trocaram os copos, analisou o conteúdo do copo antes de tomar um curto gole. “hmm… ok, gostei mais desse aqui… onde você pegou?” disse, voltando seu olhar para a garota novamente. “se quiser, pode ficar.” deu de ombros. não gostava nem um pouco do gosto ou cheiro de canela e não sabia exatamente o porquê daquilo, talvez apenas fosse sensível ao sabor. “podemos aprontar alguma coisa com alguma bebida, se estiver disposta.” ofereceu com um sorriso malicioso de canto. aquele era o lado bom da magia, tudo tinha um terceiro caminho. ─✩
—“Eu peguei com uma garota bonitinha. É muito gostoso, não é?”— sorriu antes de tomar mais um gole da bebida dele. —“Considere a troca oficializada, então, porque eu amei essa aqui.”— tinha um toque nostálgico em tomar algo com tanto gosto de canela novamente, que a fazia sorrir ainda mais do que se tornara nomal para Giorgía naquela festa. —“Hm... Gosto de como você pensa, Gio.... O que tem em mente?”—
ashhryver:
A visão chamou a atenção do herdeiro de imediato. O traje escolhido pela loira lembrava muito o usado pelo povo feérico em suas festas, especialmente por remeter à natureza, de modo que era impossível para ele desconsiderar a beleza daquilo — e Madoc era um bom apreciador da beleza como um todo. Com a influência que tinha sobre os animais, o príncipe manipulou uma das borboletas do vestido, despetrificando-a e trazendo-a para seu ombro por intermédio de seus poderes, por sorte, atingindo o efeito pretendido. ‘ Enfeitiçar animais indefesos? É esse o preço da beleza? ’ questionou, provocativo, sem fazer menção de se abaixar, mesmo que fosse muito mais alto. De perto, a outra era ainda mais bonita. ‘ Não que não tenha valido a pena… ’ concluiu, conduzindo a borboleta até o cabelo de Gia. ‘ É uma bela composição ’
—“Em minha defesa, não é um feitiço permamente e eles nunca reclamaram antes.”— Gia rebateu, dando de ombros levemente e sorrindo. Por ter sido criada em um coven de bruxas ligadas às magias mais naturais, não era a primeira vez que enfeitiçava plantas ou insetos para a composição de suas roupas e acessórios. Era um de seus feitiços favoritos e não tinha como dar errado -quando os insetos não fugiam, claro. —“Esse não é o preço da beleza, aliás. Porque minha beleza é natural e eu só as enfeiticei por algumas horas para o acessório. Perto das histórias das magias negras e banhos de sangue? Isso não é nada.”— ponderou, sem sentir-se mal por usar as borboletas. —“Obrigada. Você também está muito belo. E obrigada por devolver minha borboleta. Você a fez vir até você ou ela veio livremente?”— perguntou curiosa, não tinha imaginado que outra pessoa poderia desfazer seus encantos em sua roupa, mas era algo lógico, considerando todo o poder concentrado em Millard.
lucaswhedon:
Lucas ouvia a explicação sobre a diferença das cores das bebidas com o mínimo dos interesse, mas sorria e balançava a cabeça por educação. Aproveitou a deixa da aproximação de outro estudante qualquer para pegar o primeiro copo que viu e se afastar. Estava em paz, até um cheiro começar a lhe chamar atenção. Ali era comum aquela mistura de odores, principalmente tendo lobisomens no meio. Mas parecia quase um perfume que já sonhara com. Foi quando a figura de Giorgia tomou conta de toda visão. Ele paralisou e não estaria respirando, caso os pulmões ainda funcionassem. O que ainda faltava quebrar no peito se despedaçou com aquele olhar furioso que recebia da loira, confirmando todos os seus medos. Ele concluiu a transformação, ainda tinha uma esperança tola que não tivesse dado certo. Nunca quis tanto beija-la novamente, voltar pra epoca que fizeram promessas juntos, mas Lucas nao é idiota quanto a situaçao que está. Para ela, ele o abandonara. O que justifica aquele doloroso olhar mortal.
“G. Ah.. G" Chamou-a pelo apelido de antes, sendo as únicas palavras que conseguiu pensar em dizer. Puta merda, não conseguia pensar em nada, tudo parecia estupido demais. Estava procurando uma forma de reverter o que fizera com Gia, mas não esperava que a veria ali. Agora. Queria jogar as mil explicações que se tratavam da verdade, porem como no mundo faria ela acreditar em alguma delas. Nunca sequer citou Arya entre suas conversas. “Eu..“ Deu outro longo suspiro, molhando os lábios com a língua. Tinha costume de fazer isso quando estava nervoso. Deu um passo em aproximação, mas se deteve. Não era o melhor momento para se aproximar. Tinha que ser cauteloso, agora mais do que nunca tinha uma chance de recupera-la “Pode.. me dar uma chance de explicar?”
Giorgía não precisava mais respirar, mas, de alguma forma, vê-lo a fez perder o ar. Queria chorar, gritar e brigar com ele tudo ao mesmo tempo. Para a segurança de sua imagem ainda em construção naquela escola, ela optou pela última opção. —“Quieto.”— ordenou, interrompendo ele. Honestamente, não sabia se quiser que ele continuasse a falar ou se preferia que ele se mantivesse calado como pediu que fizera. Ela queria uma explicação, afinal. Tudo que ela queria era uma explicação do porquê ele não estava lá quando ela acordou, porque ele jogou fora o amor que eles tinham, porque ele a transformou se não tinha pretensão alguma de ficar.
Mas, ao mesmo tempo, ela não queria ouvir mais nenhuma palavra dele. —“Se explicar? Oh isso vai ser interessante. Explicar o que, Whedon?”— cuspiu o sobrenome dele com toda a raiva que estava sentindo. —“Explicar que eu fui uma idiota em acreditar em você? Em acreditar que o que nós tínhamos é real? Eu eu destruí a merda da minha vida, do meu futuro, para ficar com alguém que não queria ficar comigo? Oh, não, não precisa me explicar nada disso porque você pode não acreditar nisso, mas eu sou mais inteligente do que eu aparento.”— suas mãos tremiam e era possível ver seus olhos brilharem com a lágrimas, com a fúria. Mas ela não se permitiria chorar na frente dele, ainda que ela ainda chorasse por tudo isso. —“Eu fui expulsa do meu coven, você sabia? Eu morri e quando eu acordei, quando você não estava lá, eu ainda tive que encarar minha família, o meu coven, enquanto eles me encaravam de volta com desgosto e me mandavam embora, Lucas. Então, me diz, qual a sua explicação? Estou ansiosíssima para ouvir.”— suas palavras eram facas e eram falsas. Não queria ouvir explicação nenhuma, só queria que a raiva e a dor passasse. Sem pensar duas vezes, jogou o ponche que tinha em seu copo na cara dele, esperando que fosse ajudar em seu humor.
marialobos:
“ — Amiga sua vida foi muito estranha.” A brasileira comentou de maneira sincera. Não tinha costume de medir suas palavras e se Giorgia estava compartilhando aquelas informações, era por confiar em Maria Flor. “ — Digo, não que crescer em uma matilha seja normal para a maioria das pessoas, mas eu sempre fui muito livre. Desde que sigamos as leis da nossa família.” Deu de ombros. No fim, aquilo não era tão importante, até porque Maria não concordava completamente com as leis dos lobisomens e principalmente da matilha onde crescera. Seus pais foram mortos e ela banida por ela, sem que sequer tentassem descobrir a verdade. “ — Seu ex namorado está aqui? Que karma!” Fez uma careta. “ — Por sorte eu não sou de namorar. Já tive alguns, mas nada que pudesse me dar desgosto. Meus problemas são outros.” E envolviam vampiros mal encarados. Completou mentalmente, lembrando-se de Saemus. “ — A gente tem que tomar mais então! Vamos para a pista dançar um funkão.” Pegou na mão da loira e começou a puxá-la entre a multidão até a pista de dança. Já havia ensinado Anastasia a dançar e teve sucesso, poderia fazer o mesmo com a loirinha. “ — Levanta o vestido aí que a gente vai descer até o chão.” Dito aquilo, a brasileira começou a rebolar no ritmo da música enquanto abaixava-se, quicando algumas vezes no final. “ — Quero um fight de bumbum agora!”
—“Você não sabe nem da metade! É a vantagem e o problema de ter crescido em um coven distante da civilização”— deu de ombros, rindo mais baixo dessa vez. Giorgía não ressentia a maneira como cresceu, muito contrário. Agradecia a seu coven por tudo (quase tudo, sua expulsão não era algo a se agradecer, afinal) e tudo que aprendeu com sua família foi o que a deixaram ser a bruxa poderosa que ela nasceu para ser. —“Todos temos nossas particularidas, faz parte. Oh, sim. Infelizmente. E eu estou tentando não pensar nisso, se não eu vou jogar o karma nele então...”— levantou as mãos em sinal de rendição, sinalizando que não falaria mais daquilo. Não queria explanar sua história, não queria parecer fraca. —“Hoje não é dia para problemas, hoje é dia para danças. Não faço ideia do que é um funkão então vai ter que me ensinar.”— riu novamente, se deixando ser puxada para a pista de dança e franzindo o cenho levemente ao fazer o que ela pediu. Sem entender o porque, segurou a saia de seu vestido e a levantou até a altura das coxas, só então prestando atenção nela e abrindo a boca em surpresa. —“Você precisa me ensinar a fazer isso!”— riu enquanto tentava imitá-la, rebolando no ritmo da música.

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lobiswcman:
era legal de ver todas as pessoas na pista dançando como se não houvesse amanhã e, para a maioria delas, talvez fosse uma diversão pouco sentida, era ruim ser criaturas da noite, como ela mesma com sua metade lobisomem que tentava sempre ignorar e fazia de conta que não existia. entendia a diversão de alguns deles, outros estavam apenas sob efeito de uma das bebidas mágicas. “Eu também acho e estou contando com isso, afinal, estou morrendo de fome” torceu o nariz por um momento e sorriu para a loira, sabia que ela era como si, metade bruxa, metade uma criatura da noite, embora a menina fosse vampira e não lobisomem. “tem toda razão, está tudo lindo. oh, i’m persephone, by the way, but you can call me poppy, or whatever you want.”
Gia abriu os lábios para dizer que não podia se identificar com o sentimento, afinal ela não necessitava mais de alimentos, mas a sede quase permanente no fundo de sua mente a impediu de falar, já que seria muito próximo de uma mentira que ela não estava pronta para encarar. Afinal, era sua própria culpa o fato de que não se alimentava com a frequencia de um vampiro normal. A vampira, portanto, se limitou a dar de ombros e tomar um gole de seu ponche, sorrindo para a outra híbrida. —“Persephone, como a deusa. É um nome lindo, Poppy e é um prazer te conhecer. Acho que teremos algumas aulas juntas... Sou Giorgía, mas pode me chamar de Gia.”—
dimitri-marlock:
open
Dimitri estava empenhado em descobrir o interesse dos restos dos alunos na nova droga que havia criado com Alithea; assim, fazia esforço para manter um sorriso simpático no rosto. Sabia que os boatos já haviam se espalhado, restava esperar quem teria interesse em provar uma dose de moonlight. Levou consigo algumas amostras, nada melhor que uma festa para incentivar os alunos a se soltar mais. “É intenso, eu garanto, mas vai trazer novas cores pra essa noite aqui e você vai se sentir muito muito bem” explicou brevemente sobre os efeitos da droga, que estava em uma caixinha de madeira, ela tinha formato de lua prateada e ainda brilhava levemente. Depois completou: “E não precisa se preocupar, você não vai perder o controle, não vai fazer nada que não queira”
—“Um passarinho me contou que você tinha, abre áspas, alguma coisa interessante, fecha áspas, para nós que não podemos ficar bêbados normalmente.”— foi assim que Gia se aproximou do amigo para pedir um pouco da droga que ele havia criado. Ela não tinha interesse, especificamente, em ficar louca. Até porque nunca tinha passado por nada parecido. Entretanto, estava disposta a experimentar toda e qualquer experiência de festa naquela noite e aquilo parecia ser algo que os adolescentes normais faziam. —“E... Como funciona? Eu só preciso morder? E o que ela vai fazer com a minha cabeça?”— perguntou por curiosidade, já que estava com a pequena lua prateada a caminho dos lábios.
fadasensvta:
“hey baby girl!” sorriu assim que viu a amiga se aproximar e enlaçar seus braços. riu um pouco da alegria quase contagiante que a loira exalava de si, o que fez lily apenas assentir ao ser convidada para dançar. “bom, acho que não me importaria em dançar com a pessoa mais linda dessa festa inteira” piscou para a amiga enquanto sorria e avançava para a pista com ela. não era nem de longe a primeira festa de lilith, embora ela sempre parecesse completamente feliz em todas elas. “cadê o seu par, ou deu uma de moça independente, que eu sei que você é, e veio sozinha?”
—“Par? Não sabia que esse era o tipo de evento que requeria um par.”— franziu levemente o cenho, mas continuava animada ao puxar a amiga para a pista de dança, o que era bem visível pois estava quase saltitando. —“Bom, eu não sabia mas eu sou uma moça independente, o quão independente uma bruxa pode ser, pelo menos, então vamos considerar que é por isso que eu vim sozinha.”— piscou um dos olhos, rindo e já deixando seu corpo se levar pela música, guiando a amiga para se juntasse a ela.
princemillard:
Observar as pessoas se revelando por causa dos drinks era interessante, mesmo que não estivesse bebendo, ao menos conseguia se divertir só com a forma como as pessoas presentes estavam se comportando. “Uou, isso parece interessante e talvez pudesse deixar a noite mais interessante, tirando aparte do karpoi que talvez cause mais estrago do que diversão”. Ponderou a olhando, achando uma graça a forma como os olhos pareciam levemente alterados. “O problema é que eu não estou bebendo, mas posso te ajudar a encontrar pessoas para jogar”.
—“Oh, com certeza! Um karpoi aqui ia ser um desastre. Eles são criaturinhas muito fofas mas podem causar uma destruição absurda.”— riu, lembrando-se da últma vez que conjurou um deles. Teve que arrumar tudo depois, mas fora divertido enquanto ele arremessava grãos em todos que tentavam se aproximar. —“Por que não está bebendo? Não gosta do álcool ou da magia? Quase certeza que daria para adaptar a ideia para um jogo sem álcool também. Ou sem magia, mas ai ficaria bem sem graça.”—
daphnemarlock:
Daphne soltou um riso confortável com a constatação da loira, segurando brevemente a mão dela com um sorriso leve nos lábios. – A noite inteira? Você sabe que a gente não se livrar da dor nos pés depois né? – Brincou, apesar de não ter exatamente grandes experiências com festas.
—“Ah, mas para esse problema eu consigo achar um feitiço fácil.”— balançou uma das mãos, como se estivasse dispensando a preocupação dela, mas acabou parecendo mais um passo de dança mal executado, visto que Giorgía continuou dançando. —“Conheço um composto para fazer massagem que dá sonhos incríveis e... Esquece, a gente não dorme. Mas conseguirei achar algo e isso é um problema para a Gia do futuro. Agora eu só quero dançar.”—

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ashhryver:
‘ Seria melhor se encarasse como uma crítica literária, e não como amargor ’ rebateu de pronto, quase mostrando desagrado com a insinuação. ‘ Eu mesmo sou um exemplar bastante divertido da raça ’ emendou, alargando o sorriso, que se transformou em riso assim que ouviu sobre as referências mundanas. Não tinha muito conhecimento específico do que acontecia no mundo mortal, mas alguns elementos simplesmente eram tão fortes que atravessavam a barreira do sobrenatural. ‘ E você acredita em todos os escritores? Percebe? Esse é justamente o cerne de minhas reclamações ’ negou com a cabeça, estalando a língua uma vez, esperando que reconhecesse que ele era inofensivo. Foi a informação seguinte que fez com que Madoc percebesse que ela era uma vampira, talvez mais que uma vampira, se considerasse a menção a Bruxa de Blair. Mesmo que aquele fosse o primeiro contato com a loira, era inevitável não se mostrar invasivo: ‘ Com bebidas está querendo dizer sangue? ’
—“Honestamente, só comecei a ter contato com outras raças aqui em Millard, mas vou acreditar na sua palavra, senhor divertido.”— brincou com um sorriso divertido nos lábios. Antes de vir para a escola, os contatos de Giorgía com não-bruxos se limitava aos humanos da cidade mais próxima e um ou outro ser sobrenatural que aparecia pelas terrar do coven ocasionalmente. —“Jamais. Eu não acredito em nenhum livro escrito por humanos, para ser bem sincera. Mas alguns deles podem ser divertidos.”— deu de ombros levemente, sem se importar de explanar sua opinião sobre a espécie humana. Durante sua vida, Gia não lera muita coisa que não fosse escrito por bruxas para bruxas, mas tinha feito suas pesquisas e sua opinião se mantinha em relação à espécie inferior. —“Não é porque eu sou uma vampira que eu só tomo sangue, ok? Nem sei se tem algum disponível aqui, mas estava falando das bebidas mágicas mesmo. São bem mais divertidas do que sangue.”—
missmillard:
Ainda que não se considerasse tão próxima de @glatad, ficara feliz em encontrá-la em meio a multidão. Parecia que ela estava se divertindo e aquilo era algo que a ruiva gostava de ficar sabendo. “ — Está gostando da sua primeira festa?” Perguntou assim que se aproximou da loira. Havia acabado de pegar uma bebida e aproveitava o momento da conversa para se deliciar com a mesma. “ — Espero que essa seja a primeira de muitas, porque costumam organizar bastante aqui dentro. Millard é ótima nisso!”
—“Eu estou adorando! Se eu soubesse que viver aqui seria tão divertido, talvez eu tivesse vindo para Millard mais cedo!”— Gia declarou animada, seu olhos brilhando com a animação, mesmo sabendo que suas palavras eram mentiras. Jamais teria deixado seu coven se não fosse obrigada. Entretanto, estava verdadeiramente gostando da festa e não reclamaria se tivesse mais.—“É isso que eu queria ouvir! Se essas festas são comuns por aqui, acho que vou ter que conversar com o seu pai para ele nunca me deixar ir embora, honestamente. Eu estou apaixonadíssima!”— riu e levantou o copo para um brinde com a fada.
soulless-v:
«─ “se tivesse uma festa inteira por cultura, a dos lobisomens ia deixar todos de queixo caído… mas acho que não seria tão formal quanto essa. estaria mais para uma rave.” deu de ombros com um sorriso em seu rosto. mesmo que sua alcateia fosse composta pelos mais sangue-frios entre os lobisomens, festas culturais e sagradas ainda eram respeitadas. “garota bonita que sempre sabe de tudo?” perguntou. mason era do tipo de pessoa que não prestava muita atenção na aparência das pessoas com quem andava ou estudava. para ele, todo mundo era relativamente bonito até que se provasse uma péssima pessoa, como era o caso de sua alfa. ela era uma mulher realmente estonteante, mas como pessoa era péssima, então não sentia um pingo de atração por ela. “quem seria essa pessoa?” olhou ao redor sem saber a quem ela dizia. ─»
—“Uma rave? Eu não tenho ideia do que seja isso, mas soa divertido. Por favor, sugira uma festa com tema de lobisomens.”— pediu, parcialmente brincando e parcialmente falando sério. Ainda não sabia exatamente como funcionava a administração de Millard no quesito festas, mas descobrira que gostava de festejar e não se oporia se houvem mais festas temáticas. —“Aaah, não força muito. Eu estou aqui a pouco tempo, não sei o nome de todo mundo ainda. Mas é aquela ruivinha que tem tipo a minha altura? Se eu a vir, eu peço uma bebida para você. Mas pode tomar um pouco da minha, por enquanto. Tem gosto de chocolate.”—
Dove Cameron

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