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Um pouco do meu método ou considerações sobre escrever (levando em consideração que sou apenas um amador, que são apenas um relato de como eu escrevo, do meu processo, não são regras, não são imposições, apenas compartilhando, pois gosto de ver as pessoas se expressando da melhor forma que considerem fazer).
Meus autores favoritos são Chuck Palahniuk, Haruki Murakami e Anne Rice, Anais Nin, mas gosto de vários outros também.
Escrever tem um aspecto terapêutico, e tudo que se escreve são conversas anacrônicas, atemporais, que podem ser lidas por qualquer um, a qualquer momento.
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Você é uma obra de arte em constante evolução, então é normal algumas partes suas estarem bagunçadas, ter alguns rabiscos e respingos de tinta: apenas quadros em branco não os tem.
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Era o apocalipse. As trombetas tinham sido tocadas e uma versão extremamente pesada de um show de heavy metal estava começando. A raça humana não tinha aproveitado muito bem a oportunidade e seria reiniciada (talvez?) da existência, mas era complicado, porque ninguém sabia direito se iria acontecer antes ou depois do Ragnarok, que era outro apocalipse de outra mitologia.
Anjos e demônios lutavam e se destruíam, e nem sabiam direito porque. A chefia estava ausente fazia algum tempo já, e eles simplesmente seguiam o protocolo escrito.
“Ele está de férias em outro universo.” Alguns cochichavam. “Ele se casou em segredo com o Anjo da Manhã” outros fofocavam. Os anjos eram fuchiqueiros profissionais. O que você esperava de uma raça que tinha entre eles mensageiros?
Mas isso não importava pra Incael, um anjo como outro qualquer. Tudo que ele queria era decapitar e desmembrar alguns demônios, afinal estava no contrato e era o trabalho dele. Incael era temido até mesmo entre os anjos, nunca demonstrando piedade.
Usando sua armadura que o cobria dos pés a cabeça, deixando apenas suas asas de fora, ele majestosamente voava e empalava demônios e até anjos rebeldes. Ele gostava em especial de ver os demônios sangrando em sua lança, seus fluídos vitais escorrendo pelo cabo rígido de sua arma, enquanto seus olhos reviravam até que sua vida findasse.
Ele sentia um prazer absoluto nisso. Pena que acabava logo. Porque esses demônios eram tão fracos? Ou ele tinha se tornado forte demais? Ele via o medo estampado até nos anjos mais antigos.
Por isso ele sempre queria mais. E haviam hordas e horas de demônios esperando sua lança.
Depois de eliminar um grupo de demônios mais fracos, ele decidiu ousar e partir para um grupo maior. Satanael, seu amigo, pediu para que esperasse pelos outros anjos, para que fizessem um ataque em conjunto, pois aquele grupo parecia carregar algo diferente e especial, e PERIGOSO.
“PERIGO é justamente do que tenho fome.” disse Incael, disparando com todas as forças que tinha em suas asas.
Os demônios que estavam a frente do grupo ficaram surpresos com a estupidez, porque era impossível um anjo sozinho dar conta dum grupo daquela formação, ainda mais carregando aquele conteúdo.
Suas cabeças ainda olhavam estupefatos, enquanto rodopiavam e caíam em direção a terra pegando fogo, juntamente com milhares de outros corpos de anjos, demônios e humanos.
Depois desses primeiros, sua lança penetrou outros quatro demônios, que num movimento que mostrava toda a força de Incael, foram separados da cintura pra baixo, com sangue jorrando em sua armadura prateada.
Ele limpou a lança, e agora sobraram apenas seis diabinhos menores carregando uma caixa fechada, que era do tamanho de uma jaula para um felino grande.
Ele se preparava para destruí-la, imaginando que fosse outro aparato explosivo, mas se surpreendeu quando os diabinhos a soltaram.
Satanael só conseguira chegar agora, tinha ficado ocupado lidando com outro grupo de demônios que protegiam a caixa a uma certa distância.
Ele gritou “Incael, NÃÃÂOOOOOO!!!”
Mas era tarde demais. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, os diabinhos dispararam tão rapidamente para direções que Incael não conseguiu ver. Somados a essa distração, o grito de Satanael, caixa começou a brilhar, e ele se preparou para uma explosão. Ele se recusou a morrer ali, nessa armadilha simplória, e então decidiu afastar seus braços, para receber a explosão inteira em seu corpo.
Partes de sua armadura foram estilhaçadas com a explosão, e uma risada feminina maquiavélica foi ouvida.
Quando a luz se dissipou, Incael estava imobilizado pelos diabinhos que seguravam seus braços e pernas.
Uma súcubo, colocando suas mãos em suas ombreiras, as arrancou, atirando o metal para os lados, e fincou suas garras onde as asas saíam e as arrancou dando um berro animalesco enquanto o fazia. Isso era um sinal para os diabinhos que estavam segurando a caixa, e então eles se transformaram em súcubos e trataram de segurar pernas e braços abraçando-os com toda a força enquanto batiam suas asas membranosas para manter
Ainda chocado com suas asas que caíam fazendo uma espiral descendente e se queimavam no fogo infernal que assolava a terra.
Ele tentou se livrar das súcubos malditas infernais, mas ele ainda estava enfraquecido pela explosão. Se estivesse com todas as suas forças, juntaria seus braços fazendo as cabeças dessas sujas e meretrizes súcubos uma com a outra, se deliciando com o som de suas pobres e ocas cabeças explodindo num jorro de sangue.
Com as mãos livres, esmagaria a cabeça de daquela na sua perna esquerda, e cortaria ao meio com sua poderosa lança a da perna direita. A que estava em suas costas, simplesmente daria uma cabeçada jogando para trás e depois enfiaria seu punho transpassando seu corpinho magro e nu, arrancando sua espinha, e então usaria ela para… para… “PÁRE com isso agora!” Disse Incael, quando olhou pra baixo e viu a sexta súcubo engolindo seu pau, que por algum motivo estava ereto como nunca ficou na vida.
Ela engolia com volúpia, fazendo sons que nunca tinha ouvido antes na vida. Seu pênis jorrava um líquido transparente dentro da garganta dela que nunca tinha visto antes.
Mentira, ele já tinha visto aquele brilho. Toda vez que cometia um massacre e retirava a armadura, ele via aquele líquido, aquele odor, mas sempre achou que era algo natural.
Satanael rira dele inclusive quando ele perguntou uma vez.
A súcubo abraçava o quadril dele, massageando sua bunda, usando suas garras para marcar com linhas vermelhas sua pele antes completamente branca e imaculada, com sensações que nunca tinha visto antes.
De repente, a súcubo para, mas não pela ordem emitida com voz fraca de Incael, que olha para sua frente e vê uma demonisa, a maior que já vira em sua existência, que era ainda maior que ele.
Com dois pares de asas membranosas, sombrias, ela tinha uma beleza que ele não sabia explicar. Sua pele vermelha, chifres espiralados e sorriso fizeram primeira vez na vida Incael sentir medo.
Mas sentia prazer também, por toda uma existência precisando ir pra lá, pra cá, fazer isso, fazer aquilo, e agora ele estava imobilizado, suas asas destruídas. Pelo menos ele ainda tinha a lança, presente que ganhou por mérito nas batalhas.
Sim, o valor dele estava na vitória, em sobrepujar os oponentes, em mostrar como eles estavam errados, e por isso precisavam morrer.
A demonisa lentamente se aproxima, sem mal bater suas belas e opulentas asas. A cauda serpenteava em suas costas, como uma serpente. Ela estava completamente nua, mostrando seu corpo vermelho, seu cabelo negro e comprido, como se toda a luxúria estivesse encarnado em sua forma diabólica.
As súcubos o mantiveram nessa posição, enquanto ela abriu as pernas, mostrando seu sexo vermelho e fumegante.
Com sua cauda, que ficava logo após o cuzinho, enlaçou o membro rígido do anjo e o massageou. Ele sentiu seu perfume ácido, que o deixou inebriado, sem chances de reagir.
“Primeira vez, meu anjo?” disse a demonisa com uma voz provocante e profunda.
O anjo decidiu fechar os olhos, mas a súcubo em suas costas, agora abraçando seu pescoço com as pernas usou seus dedos ainda sujos do sangue de quando agarrou as asas para manter os olhos dele bem abertos.
“Meu doce anjo, seu primeiro sêmem será meu? Só meu?”
“VIL, IMUNDA criatura, se afaste de mim, agora, me liberte e eu mostrarei o que minha lança…. a… AHhhhh… Ahhh…” o anjo gemia com a cauda da demonisa masturbando ele, com o brilho jorrando entre seu cuzinho e onde a cauda iniciava.
“Deixa eu sentir essa lança meu anjo.” - a gentileza na voz causava um grande rebuliço na mente do anjo, que sempre vira os demônios como criaturas más e desprezíveis.
E então, flutuando, fez com que a “lança” do anjo a penetrasse, sua cauda guiando para o buraquinho, daonde um líquido quente saía.
O céu inteiro se rebelou contra essa visão profana, embora alguns anjos tenham tirado suas armaduras, inspirados e hipnotizados pela sensualidade da demonisa.
Todos os demônios e diabinhos no campo de batalha agora tinham se transformado em súcubos, completamente nuas, com configurações de corpos tão variadas quanto encontradas na terra.
Elas voavam, ao redor dos anjos, abrindo suas pernas e bocas em busca de um anjo para repetir o que a demonisa tinha feito.
Apertavam seus mamilos, puxando-os e olhando como isso afetaria os anjos. Muitos já tinham jogado suas armas e armaduras fora, e eles derretiam no fogo do chão.
Algums beijavam umas as outras, fazendo 69 no ar, aproveitando que podiam voar e flutuar. Alguns anjos inclusive começaram a admirar uns aos outros, o que fazia as súcubos ficarem insatisfeitas e buscar outros alvos, enquanto algumas delas se trasformaram em versões andróginas da demonisa, com corpos masculinos esbeltos, e então os anjos voltaram seus olhares para eles, e eles se juntaram em grupos.
O apocalipse inteiro tinha se tornado uma orgia, seguindo o exemplo de Incael e da Demonisa.
Incael teve um lampejo de memória. Lembrou dos demônios em sua lança, sangrando e revirando os olhos e era isso que acontecia agora, enquanto o corpo da demonisa se contorcia todo, enquanto as súcubos que o seguravam estavam flutuando com as perninhas abertas se masturbando com as pontas de suas próprias caudas em forma de coração negro. e jorrava tanto líquido dos dois que o incêndio na terra começava a se apagar.
Mas a demonisa olhou para ele, satisfeita por desvirginar o grande guerreiro angelical e disse:
“Não acabamos por aqui meu pequeno anjo.” e então se ajoelhou no ar, acariciou seu chifre perto de seu abdômen de forma ameaçadora, dizendo com sua boca perto de seu membro quente e pingando seu primeiro gozo.
“Ouvi dizer que você gosta de empalamento não é?” com o chifre dela arranhando seu peito nu, Incael ofegava desesperadamente, enquanto os lábios carnudos dela abocanhavam seu pênis celestial, engolindo ele todo.
Ele sentia as pontas de seus caninos raspando de leve na pele sensível, e dessa vez arqueou a cabeça, enquanto a súcubo em suas costas não só permitiu como subiu em sua boca, abrindo as pernas e oferecendo sua bucetinha lisinha para o anjo.
A súcubo sentada em sua boca usava sua cauda pra bater nos mamilos do anjo, também massageando, raspando, como se fosse um dedo.
A demonisa agora fazia movimentos sobrenaturais com sua boca, usando suas unhas para marcar o resto do corpo alvo e virgem do anjo.
Enfim, o segundo gozo chegou, e ela afastou sua boca para que o líquido angelical jorrasse em seu rosto e pingasse em seu corpo.
Ufa! Esse é o maior conto que já escrevi. As ideias não paravam de vir. 1700 palavras? WTF! Mas eu adorei. Acho que eu escreveria um livro disso aqui também haha (pode ser que possa ser interpretado como um certo jogo aí envolvendo essas criaturas....)
Acho que isso aqui é o mais próximo de um fanfic que escrevi. Os dois personagens principais são inspirados em personagens de Diablo (3 e 4).