“To kings and chieftains these at night display their phantom features; other dreams will roam among the people, haunting common folk. All these dream-brothers the old god passed by and chose Morpheus.”
aquele ali é MORFEU? não, claro que não. ele é apenas BASIL AUBURN ZAMBRANO, um PSIQUIÁTRA, PSICOTERAPEUTA e PROPRIETÁRIO DA ELPIDA SEBO E LIBRARIA de LONDRES, INGLATERRA. chegou a zakynthos faz DEZ ANOS e aparentemente está amando a estadia. ele se parece um pouco com PEDRO PASCAL mas sempre nega isso! AL tem QUARENTA E CINCO anos e desde sempre dizem que ele é SENSÍVEL, CÉTICO. acho que só conhecendo para descobrir! algo em diz que conheceremos muito além disso. ( pinterest )
Basil não está ciente da maldição.
biografia —
Uma casa escura com livros por todos os lados, Basil sempre achou que seu fascínio por conhecimento viera de seus pais. Era uma de suas teorias, já que não se lembra muito bem deles. Na verdade, tudo o que se lembra de sua estadia em Londres são borrões de memórias. Se lembra do que leu, de alguns acontecimentos extraordinários de seu dia a dia, interações com funcionários da casa até. Outras coisas que se lembra são as plantas estranhas, ao redor da casa, e de seu quarto, seu porto seguro. Desde muito cedo, Basil soube de poucas coisas sobre os pais, que eram chilenos e ambos eram psiquiatras e onirologistas. Qualquer outra coisa que perguntava acabava se perdendo sem resposta com o tempo.
Quando ainda era muito pequeno, Basil tinha permissão para passear pelos jardins, mas com o tempo, até mesmo isso lhe foi tirado. Seu acesso a casa foi diminuindo, e quando, finalmente, passou a ficar só em seu próprio quarto, a família decidiu se mudar. Nunca soube como seus pais andavam de um lado para o outro pela casa, com cadernos e livros, festas particulares que Basil só lembra vagamente do barulho sem entender nada. Juntando o útil com o agradável, uma casa em Oxford foi comprada, onde os pais de Basil já trabalhavam há anos. Mas Basil não foi para Oxford, ao invés disso, foi mandado para Itália com sua tia. Se passasse a ignorar todas as memórias fragmentadas, Basil sente como se tivesse nascido e crescido em Alessandria, na Itália.
Basil se formou em Oxford, no mesmo curso que seus pais. Mas depois de tantos anos sem contato, não saberia reconhecê-los nem se algum deles fosse um de seus professores. E sabia que era possível. Mas sua falta de interesse não durou muito tempo. Percebeu que um de seus professores o tratava diferente, e quando sua tia ia o buscar, trocava olhares como uma pessoa. Um sentimento de rancor nos pequenos detalhes de seu rosto. O tempo, a falta de contato, suas experiências na casa de Londres, Basil tirou suas próprias conclusões. Sabia que os pais não queriam filhos, ao contrário da tia. Nos últimos meses antes de se formar, brincou de gato e rato com o pai, que ninguém entendia porque um professor iria descaradamente evitar um dos melhores alunos da turma. E quando conversavam, Basil fazia questão de mandar indiretas e menções a sua infância.
Depois que se formou, foi direto para estudo de especializações, doutorados e mestrados. Aos trinta anos, começou a trabalhar como psiquiatra, e depois como psicoterapeuta também. Desde sempre, sonhos foram uma parte importante de sua vida. Era em sonhos que via cenas histórias, quase como memórias, em sonhos que se imaginava dentro de livros que lia. Mas ainda assim, acreditava que vários de seus sonhos carregavam avisos, mensagens. Se tornou comum "sonhos" serem assuntos recorrentes em suas sessões de terapia. Durante cinco anos, um sonho específico lhe ocorria. Uma ilha, quanto mais tempo passava mais claro parecia a mensagem, precisava se mudar, precisar entender o que aquilo significava. Era para ser apenas uma viagem de férias, mas no momento que pisou em Zakynthos, não conseguiu mais ir embora. Tratou de sua transferência para Aesculapius Hospital por cartas e e-mails, e em alguns meses já estava com todas as suas coisas em um dos apartamento do Paladium.
personalidade —
Basil é um homem centrado, e é raro vê-lo sem um livro em mãos. Não é muito de falar, mas pode passar horas escutando outras pessoas. É do tipo de pessoa que adora uma fofoca, mas nunca contaria uma. Fica lá só marcando presença, escutando. É ávido por novas histórias, por ter a experiência de escutar outras pessoas contando histórias. Toda experiência vivida é válida e interessante, esse pensamento o tornou um ótimo ouvinte.
elpida sebo e livraria —
Com corredores e mais corredores de livros, tanto novos quanto mais antigos, recém chegados da gráfica à que passaram por incontáveis mãos de leitores até chegar até ali. O prédio tem três andares, sem contar com o térreo. Todos, menos o terceiro andar (que serve como local de descanso para os funcionários e armazém), contam com corredores, salas, mezaninos, todos ao acesso do público. Algumas salas são mais organizadas que outras, contando com tipos diferentes de decoração. Mesmo contando com todos os tipos e gostos literários, Elpida, sebo e livraria, é especialmente conhecida por seu acervo de fantasia histórica e aqueles com temas mais "místicos", como tarot, bruxaria, mitologias de todo o mundo, etc. Dizem que esses dois temas são os favoritos de Basil, o proprietário. Há quem diz que o homem abriu o lugar, inicialmente, como um depósito para os livros que já tinha lido. Com a quantidade absurda de livros, Elpida está sempre com falta de pessoal, aceitando qualquer um que tenha o mínimo de respeito e interesse na leitura para trabalhar.
headcanons —
Basil tem uma estranha obsessão por café. A segunda coisa que mais investe seu dinheiro (depois de seu colchão e derivados), são grãos de café especial e equipamento adequado. Toma café religiosamente de manhã, mas se recusa a tomar ao menos um gole depois do meio dia. Repudia qualquer coisa que tenha a mínima chance de atrapalhar seu horário de sono.
Falando em horário de sono, Basil dorme todos os dias exatamente nove horas. Dorme fácil, mas faz de tudo para que seja o mais relaxado possível. Segue todas as recomendações médicas possíveis para ter um bom sono, e depois que apaga, nem uma banda screamo do seu lado consegue acordá-lo.
Sabe falar latim porque na época de faculdade, se interessou por biologia marinha (até quase pensou em trocar de curso), e, na sua linha de raciocínio, aprender o idioma que era usado nos nomes científicos era estar um passo a frente se realmente decidisse trocar de carreira. Acabou se acostumando com sua rotina de estudos e só continuou, mesmo perdendo o interesse no ramo de estudo de crustáceos (e outras coisas, mas o que Basil só queria saber de crustáceos mesmo). Ele preferia continuar estudando latim do que ter que repensar sua rotina extremamente bem pensada (na época, hoje em dia a rotina é definida por ordem de afazeres no trabalho e o que der na telha nas horas livres).
em construção...












