Jess, people don’t change. If someone’s broken, they just stay broken.
Claire Keane

❣ Chile in a Photography ❣
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
RMH
occasionally subtle
ojovivo

#extradirty

izzy's playlists!
Sade Olutola
Misplaced Lens Cap
trying on a metaphor
NASA
h

JBB: An Artblog!

Andulka
hello vonnie
Show & Tell


seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United Kingdom

seen from United States

seen from Brazil
seen from Uzbekistan
seen from Brazil
seen from United States
seen from China
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Netherlands
seen from United States
@arcupid
Jess, people don’t change. If someone’s broken, they just stay broken.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
O sangue que vai jorrar não é meu. || Turno: Ariel&Fleur
💟 O dia para Fleur estava mais do que normal, havia terminado suas obrigações e agora se ocupava em ajeitar as braid box no chalé de Afrodite enquanto conversava com um das irmãs. Sentia falta do Acampamento Meio-Sangue, não gostava daquele lugar cheio de romanos e suas roupas bregas, como se tivessem acabado de sair de um filme de Hollywood sobre guerras romanas… era patético, em sua opinião. E estava tão ocupada falando com a garota ao seu lado, que somente notou a movimentação estranha quando gritos puderam ser escutados mesmo que distantes.
Um arrepio percorreu o corpo esguio e ela franziu o cenho enquanto erguia o corpo e estendia as mãos para retirar as pulseiras douradas que brilhavam em seus pulsos, fazendo com que as adagas de ouro celestial aparecessem. Com uma olhada rápida para a irmã, a semideusa saiu correndo do chalé — agradecendo aos deuses por não estar de salto naquele dia, mas sim de tênis — dirigindo-se o mais rápido que conseguia para quem estivesse mais próximo e precisando de ajuda.
As orbes rosadas fixaram-se em Ariel que parecia estar tendo dificuldades com uma figura que já vira em alguns livros de mitologia da grande biblioteca romana… Bia, a deusa romana da força e do poder. Merda, tinha que ser logo Ariel que estivesse mais perto? O que a filha de Afrodite menos queria era ter que enfrentar alguém mais forte, mas ao que parecia não tinha muita escolha depois de que foi notada. — Fraca? Só nos sonhos, não é mesmo? — retrucou um tanto quando irritada e preocupada.
O corpo da deusa voltou-se para a garota que tinha acabado de falar, um xingamento baixo em francês escapando pelos lábios de grossos de Fleur quando a lâmina alheia foi erguida em sua direção, mas em um movimento rápido, o golpe não lhe acertou (d6) — e mais importante, não rasgou suas roupas, já eram caras o suficiente sem que precisasse que alguém as destruísse. As adagas que a LeBlank trazia consigo, foram erguidas e ela moveu o corpo novamente em direção a deusa, rezando aos deuses de todas as religiões possíveis que conseguisse acertar.
A lâmina dourada e envenenada passou de raspão pela lateral do corpo da deusa (d10), mas foi o bastante para fazer um corte ali e um grito de raiva escapar por entre os lábios da divindade, mais uma vez, resultando em um xingamento baixo escapando pelos lábios de Fleur. O novo ataque da inimiga pareceu mais carregado de raiva do que antes, mas em um gesto rápido da semideusa, ela criou perfeitamente um escudo de rosas e espinhos na sua frente (d15) impedindo que a lança ultrapassasse seu corpo como claramente estava prestes a acontecer — Uma ajuda aqui também seria bom, Ariel! — a voz saiu carregada de irritação — e medo.
Ok, a resposta alheia não foi exatamente como Ariel havia pensado que seria, mas, de qualquer forma, elu ignorou. A batalha contra a deusa estava sendo muito complicada, depois de uns minutos, e Ariel não estava muito afim de entregar a vitória de bandeja para a imortal. Por isso, resolveu concentrar-se no que realmente importava no momento: Bia... Quando a deusa virou contra a colega, Ariel respirou um pouco de alívio, pois poderia se recompor para voltar ao ataque. — Seu pedido é uma ordem, querida. — Com o pedido de ajuda, Ariel balançou lover com uma motivação devido ao descanso anterior, e golpeu o braço direito de Bia (dado 13) causando um corte quase perfeito. Elu sorriu sentindo-se radiante, pois o sangue dourado escorreu na pele imortal.
Mas, não era a mesma coisa para Bia, que virou raivosa após dar um grito de fúria misturado com dor chutando a barriga de Ariel com força (dado 12) rindo delu: — Você se acha muito forte, amore. Mas, vai perder é feio. — Ariel que não conseguiu manter sua postura em pé, acabou indo bater no chão (dado 1) sujando-se totalmente de areia e perdendo a sua arma ao bater contra a terra. Sua mão abriu-se e elu acabou soltando o cabo de lover, enquanto xingava fortemente tentando se levantar, mas Bia tinha avançado dando diversos socos no rosto de Ariel (dado 14). Ariel começou a tossir muito sangue, após oito socos deferidos contra sua face, enquanto, a deusa ria alto não conseguindo notar que a mão esquerda de Ariel tinha conseguido segurar sua arma e enfiar no lado esquerdo da barriga da deusa (dado 14). Bia tentou se desvaciliar, mas não conseguiu (dado 6) caindo para o lado direito.
Ariel aproveitou aquela chance para levantar-se e afundar mais a lâmina no corpo alheio (dado 13) observando com um olhar brilhoso o incolor dourado escorrendo pelas vestes de Bia. — Quem é que tá perdendo agora?! Hein, me diga, caralho! — Falou em uma voz confiante com um sorriso estranho aparecendo em seus lábios. Bia tentava sair daquela situação, mas o ataque de Ariel fora tão profundo e intenso que não estava adiantando de nada (dado 7). Até que a deusa começou a canalizar sua aura explosiva e, quando deu um grito forte, acabou empurrando Ariel para longe (dado 11). Após isso, a deusa levantou-se e tirou a espada como se fosse nada e foi em direção à prole de Cupido dando vários golpes na barriga delu (dado 13). Ariel tentou se defender colocando suas mãos na frente de seu corpo, no entanto, o fato de ter sido jogadu longe sem ter sua arma por perto e também caídu, não estava lhe ajudando de nenhuma maneira (dado 5 e 3). Perguntava-se se sairia com vida... E onde estava Fleur.
Olivia: You’re just saying that to make me feel better. Amber: That doesn’t sound like me.
O sangue que vai jorrar não é meu. || Turno: Ariel&Fleur
Após ter retirado o disfarce de sua arma, elu observou com um olhar intenso em seus olhos a magia transformando o acessório em uma bela arma em suas armas. O ouro imperial junto com o bronze celestial brilhou intensamente na escuridão da noite e elu logo procurou uma batalha para entrar até que viu uma deusa surgir bem na sua frente. Bia, a titânide da guerra na sua frente. Elu levantou a espada em um tom ameaçador assim como sua expressão e uivou em direção à deusa. Esperava que quem estivesse ao seu lado, ficasse pronto para a batalha, pois Ariel já estava. Enquanto avançava em direção à inimiga, sua mão segurava com força o cabo de sua espada e, embora fosse um horário muito tarde, parecia que havia uma luz sendo emitida pela lâmina de lover para iluminar o local de batalha que estava na sua frente.
A deusa era rápida. Ariel percebeu isso quando tentou desferir um golpe em direção ao braço da deusa, mas, acabou não conseguindo acertar (dado 3) ao notar que a deusa acabou defendendo (dado 12) com seu escudo de ferro, além de que acabou empurrando-u semideusx em direção ao chão. Ariel caiu de bunda no chão e rosnou ao escutar a gargalhada seca da inimiga. O ódio que elu sentia em relação aos deuses estava se intensificando a cada segundo. A prole de Cupido não conseguia entender o porquê daquela guerra estar acontecendo, visto que tinham vários argumentos que pudessem fortalecer as ideias de manter uma paz. Uma sensação que elu não conhecia desde o seu nascimento. Estava cansadu dessa rotina que só trazia-lhe exaustão e dor de cabeça, e sabia que aquilo era apenas o começo. Só tinha vinte e dois anos e as coisas já estavam entrando em um estado de desespero e dor. Ariel perguntava-se se haveria um momento de alegria, de verdade, onde elu e outros pudessem ter realmente o depois envolvido por tranquilidade, o que não era comum devido ao fato de que coisas ruins aconteciam depois.
Mas, elu não desistiria tão fácil. Por isso, ao se levantar, sua camisa foi rasgada por Ariel para que suas asas pudessem respirar pelo fato de que ambas estavam dando uma dor de cabeça para elu por estarem guardadas há um bom tempo. Além de que também estava machucando as costas delu. Ariel, aproximou-se com seu olhar fixo nos olhos da deusa, segurando a lança com e, então, começou a falar as seguintes palavras colocando o poder de sua confiança no meio delas¹ (dado 14): — Bia, a grande deusa, porque está fazendo isso? Qual o sentido dessa batalha? Qual o benefício? Eu tenho resposta… E é nada! Você deveria largar essa ideia estúpida e vir para meu lado! — A prole de Cupido observou atentu a deusa ficar parada concentrada nas palavras de Ariel, mas elu sabia que não seria suficiente…
No entanto, antes que pudesse fazer alguma coisa, Bia atacou Ariel com sua espada (dado 13) só que o ataque acabou sendo impedido devido à defesa que elu deu colocando, rapidamente, lover no caminho da deusa (dado 14). — Não acha que seria tão fácil, né?! Você não sabe com quem se meteu...— Desafiou-a com um sorriso presunçoso nos lábios e gritou para qualquer pessoa próxima que estivesse perto: — Não fique parado e venha me ajudar! A deusa pode ser fraca, mas eu não quero perder uma mão nesse processo. — Ariel, com certeza, levaria aquela batalha para sua vitória, mas não queria arriscar qualquer parte do seu corpo, por isso chamou quem estivesse por perto na frente do refeitório.
P.O.V - Ariel Smith: A vida? É foda.
Ariel não era do tipo de campistu que passava a noite em uma fogueira contando as coisas. Embora fosse uma tradição que elu conhecia desde criança, não tinha participado de muitas, pois sempre gostava de ir se deitar cedo. Esse seu comportamento, ao longo dos anos, acabou tornando-se um costume da personalidade de Ariel, mesmo tendo diversos convites para passar a noite em reunião. É claro que a prole de Cupido sabia que era divertido aquela ocasião passando um bom momento e tranquilo com seus amigos, mas, elu tinha um cronograma que mantinha sua vida organizada e não gostava de quebrá-lo. Na verdade, o motivo de sua decisão de se ausentar cedo era o fato de Ariel tirava um tempo para conversar com sua falecida mãe por meio de sua escrita ou de sua fala, embora não tivesse esperança que teria alguma resposta de volta.
Então, lá estava elu despedindo de seus amigos, como Vincent, o filho de Hades que elu tinha um grande carinho e ajudava-o com as questões de socialização. Já estava ficando tarde e elu queria chegar logo no seu dormitório. Com as mãos dentro do bolso, elu foi andando em silêncio em direção ao local onde dormia entrando devagar, na mesma hora. Encarou-se no espelho da frente observando seu rosto cansado dos problemas que o senado estava trazendo, mesmo não odiando seu trabalho. Na verdade, Ariel ficava orgulhosu por ter recebido aquele importante papel em um local que antes, e ainda é, conservador. Então, adorava fazer a diferença.
A prole de Cupido estava trocando de blusa quando escutou uma explosão. Franziu o cenho, considerando que pudesse ter sido algum monstro batendo contra as muralhas de Termino como já aconteceu em diversas ocasiões. No entanto, começou a escutar diversos gritos em toda região de sua coorte fazendo com que seu coração começasse a palpitar com medo do que poderia estar acontecendo. Sem vestir nenhuma camisa devido à adrenalina que já percorria pelas veias de seu corpo, Ariel saiu atordoadu do seu dormitório e parou um campista qualquer perguntando o que aconteceu. Elu só conseguiu entender, por causa da agitação alheia, as seguintes palavras: ataque e perigo.
Imediatamente, a prole de Cupido entrou e vestiu qualquer blusa que estava perto delu (uma camiseta velha de pijama) e saiu correndo em direção ao som que havia escutado. Ariel estava com uma energia intensa percorrendo pelo seu corpo em busca de saber quem seria responsável por estar orquestrando aquele ataque contra seu precioso acampamento. Odiava qualquer pessoa, imortal, monstro que estava invadindo o seu último lar, visto que o anterior tinha sido destruído naquela guerra desnecessária com zero argumentos. A raiva também já brotava em seu coração. Elu lembrava daquele sentimento muito bem, pois já tinha sentido-o diversas vezes em sua vivência no mundo mitológico, um exemplo foi no último ataque que tinha acontecido também no acampamento Júpiter. Ariel perguntava-se se haveria um dia de paz naquele local, ou em sua vida.
Enquanto corria em uma velocidade que poderia fazer inveja até para o próprio deus da velocidade Mercúrio, Ariel desviava das batalhas que apareciam na sua frente notando alguns rostos conhecidos, como um trio formado por Connor, AJ e Audrey, lutando freneticamente contra monstros terríveis. Até considerou parar para poder ajudar, mas parecia que sua atenção estava sendo atraída para algo mais pesado que se desenrolava mais para o centro da batalha. Talvez fosse algo pesado... Como a presença de algum deus. Oh, no. Foram as palavras que elu pensou na mesma hora sentindo a raiva intensificar mais, pois achava rídiculo aqueles imortais se metendo. Na verdade, a guerra toda era uma bosta, de acordo com o que a prole de Cupido pensava.
Era possível escutar o coração acelerado de Ariel batendo contra as suas costelas e não era por medo, e sim vontade de meter uma surra naqueles caras que tinham decidido irem afrontar o seu acampamento. A sua paz noturna tinha ido para o lixo em poucos segundos. Com a mão em seu pescoço, elu puxou seu colar roxo e acionou o botão para que sua espada lover aparecesse rapidamente em suas mãos. Estava prontu para uma batalha que enfrentaria com garra e força jamais vistos por alguém.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
FLASHBACK:
“Creio que seu curso iria ser um sucesso, Ariel, eu mesma seria uma das primeiras a aparecer para aprender umas coisinhas contigo.” falou Audrey empolgada, a verdade era que a garota não conseguia ser vingativa, não até então, porque nunca tivera algum problema sério com outra pessoa, porém, aprender era sempre bom né? Pensava ela. “Obvio que sei que ama elogios, por isso te elogio sempre que posso amigue.” piscou para Ariel rindo logo em seguida, conhecia elu muito bem para saber que elogios eram sempre bem vindos a elu. “Uau, gostei. Agora você me passou uma vibe muito vivide das coisas da vida, Ariel.” disse a filha de Poseidon, sem se importar se elu iria vê-la sem a camisa ou não. “Imagine amigue! Não me importo se olhar, o que é bonito é para ser visto, correto?” brincou Audrey com uma risada. “Obrigada, amigue! É um dos meus favoritos. E sim, pronta, mostre-me a sua magica.”
— Com certeza, também acho. Até a galera de Ares e Belona iriam querer aprender umas dicas comigo... — Falou em um tom convencido misturado com de brincadeira ao idealizar aquele pensamento. Era uma ideia boba, mas isso não dizia que Ariel não poderia brincar. — Você se tornaria uma mestre em poucos dias, Drey. — Elogiou a amiga de forma sincera. — Também acho legal te elogiar, porque é a verdade... Vou te levar para ir viver comigo lá fora para sentir essa vibe, tu ia gostar? — Questionou-a dando uma risada e assentindo. Se a amiga tinha liberado, então, Ariel não questionaria mais nada. — Se está dizendo. Agora, vamos lá. — Ariel pegou bicarbonato e sabão de coco, mas parou e encarou a amiga: — Tem um problema, falta limão, pode ir pegar? —
FLASHBACK:
.
sem graça pelo questionamento alheio, a filha de deimos deu de ombros. muitas vezes se amaldiçoava por não ser próxima de ninguém ou sequer tentar manter uma conversa por muito tempo. em sua cabeça, aslaug vivenciou a sua pior fase novamente, antes do acampamento e por vezes, até depois, onde ninguém por livre e espontânea vontade se aproximava dela. mandando o pensamento embora com uma bebericada no seu drink, aslaug mexeu o canudo do seu copo com os dedos. “talvez não tivéssemos tido a oportunidade.” respondeu, tentando desviar do assunto. porém não pôde deixar de contar um sorrisinho bobo pelo elogio que recebera. “obrigada. você também é uma ótima companhia. eu te chamo novamente, pode deixar.” a semideusa levou sua unha em encontro aos seus dentes – uma das manias adquirida ao longo do tempo, que demonstrava quando estava sem graça, apenas mordendo-a e logo repousando sua mão novamente sobre a mesa. “bom, eu adoraria experimentá-la.”
— A oportunidade acabou de chegar. — Deu de ombros levemente, mas isso não dizia que elu estava achando ruim. Elu estava gostando do momento em que passava ao lado da nova pessoa que conhecia a cada instante. — Eu vou lembrar disso, porque tenho uma bela memória. Também estou te achando uma boa companhia, a gente tem que fazer mais vezes. — Concordou com a cabeça levantando um pouco o drink em direção à garota para beber um pouco depois. Ariel ainda estava sóbriu, então, precisava mais de álcool para se encontrar em uma de suas melhores fases.... E uma das piores, ao mesmo tempo. — Pode ser. — Ariel chamou de novo o garçom e pediu a bebida que havia falado. Em poucos segundos, o moço voltou com dois copos deixando-os na mesa. Encarou a garota com um olhar animado, questionando-a: — Pronta? —
FLASHBACK:
“não, ari. eu não acho que se importe.” deu de ombros, se juntando à elx. “eu também não me importo.” falou, enquanto dançava o menos desengonçado que conseguia. o ritmo da música tomou conta de norman, mas não deu alguns segundos para que parasse de dançar, sorrindo para x meninx que estava a sua frente. “bom, você tem menos idade que eu, então aguenta mais.”
— Esse é o espírito, vampirizinho. — Citou alegre fazendo comparação com um personagem de uma série que parecia com o mais velho e balançou seu corpo outra vez, parando depois para respirar um pouco. — Isso é verdade. Mas, ainda to em cansadu. Tem água aí? —
FLASHBACK:
“TALVEZ?” o semideus começou a se desesperar, esperando que não fosse morrer por ter comido frutinhas de caráter duvidoso. “ai meus deuses! eu não sei, meus dedos estão formigando e eu estou vendo tudo meio que em câmera lenta.” o coração de jamie desacelerou e ele foi ficando mais calmo, a medida que toda resposta de seu corpo e reflexo ficavam mais lentos. james abriu um sorriso, descontraído. “eu acho que não vou morrer, não. mas se eu morrer, a culpa é sua.”
— TALVEZ! — Desesperou-se também. Ariel não fazia realmente ideia quais os efeitos que vinham se comesse a fruta antes do tempo estipulado. Elu não tinha testado no passado e começava a se arrepender por não ter feito isso. — Mas, isso é ruim?! Eu acho que não é. Não deve ser... Conte-me mais o que está dizendo, enquanto te levo para beber água. — Elu pegou a mão esquerda do amigo puxando-o em direção ao refeitório com sua força. Se agisse rápido, talvez o efeito passasse logo. — Não é minha culpa! Você que comeu as coisas sem saber o que são, James! Céus, o que eu vou fazer com você?! — Questionou-se em um sussurro audível.
“Se eu acho que posso fazer isso? Eu tenho certeza de que posso, te seguir não seria problema algum para mim, eu até gostaria.” comentou para elu. “Umx perfeite dessxs, quem não gostaria de seguir, não é mesmo?” completou Audrey com um risinho no final, Ariel era umx amigue bastante divertide, Rey amava andar perto delu. Seguia para a direção que elu direcionava, sem entender exatamente o que Ariel faria para ajuda-la. “Mais mortal?” perguntou curiosa, Audrey não tinha tanto conhecimento sobre as coisas mortais lá de fora, a garota viveu pouco por lá e também não costuma sair do Acampamento Júpiter muitas vezes. Observou atentamente tudo que elu fazia, tentando anotar mentalmente caso precisasse de novo daquela técnica feita por Ariel. “Obrigada, mas não teria problema ficar sem blusa aqui.” brincou ela rindo enquanto tirava a sua manchada revelando seu sutiã por baixo, entregou para Ariel e logo vestiu a segunda peça de roupa. “E agora?”
— Eu gosto disso. Já pensou se abro um curso só para vingar-se?! Audrey, você vai se tornar uma ótima vingadora. — Ariel falou em um tom sério encarando a amiga. Talvez não estivesse passando uma mensagem positiva em questão de perdoar, mas elu não se importava tanto mais pelo fato de que no passado tinha se importado demais. — Obrigadu, obrigadu. Já te disse que amo elogios?! Continue. — Riu um pouco alto com o fato. Talvez o seu estivesse se inflamando, mas nInguém poderia reclamar, porque havia poucos dias que Ariel sentia-se feliz consigo mesmu. Iria aproveitar de todas as as maneiras. — Sim. São uns truques que eu vi quando estava numa missão no mundo mortal, acho que você vai gostar... — Deu de ombros aguardando ansiosu a blusa alheia para mostrar como acontece. Ariel desviou o olhar após a outra retirar a blusa em sinal de respeito. — Pensei que pudesse ter, mas é bom saber disso, Rey. Só não te olho por causa que você não deu permissão e sou bastante respeitosu. — Riu levemente e olhou para Audrey para pegar a blusa e, antes que pudesse começar a limpeza, olhou para amiga: — Belo sutiã... E pronta? —

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
.
“nice moves.” norman falou, aproximando-se de ariel. “você sabe que tem um monte de gente te olhando, não é?”
— Obrigadu, dizem que danço muito bem... E você acha que me importo, Nor? Deveria me conhecer melhor, my friend... Aposto que não consegue dançar sem se importar... —
☠ Alastair voltava dos estábulos, depois de resolver ficar um pouco com os cavalos — era sempre melhor a companhia dos animais, do que a dos semideuses que ainda não pareciam ter se acostumado com o filho de Tártaro e sua falta de memória para responder as perguntas que lhe eram dirigidas com tanta curiosidade — e agora estava pensando se iria para perto das ninfas que não se importavam com ele por perto e até pediam sua ajuda para algumas coisas ou se iria simplesmente para sua casa em Nova Roma, passar o resto da tarde assistindo séries.
No entanto, no meio do caminho, o corpo grande acabou batendo em algum bem menor que ele, fazendo com que parasse e em um gesto automático levasse a mão para a cintura alheia buscando impedir a pessoa de cair — Desculpe, eu deveria ter prestado atenção no caminho — pediu rapidamente, colocando a pessoa no lugar e dando um passo para trás.
@arcupid
A caminhada de volta para o estábulo era tediosa devido à grande distância entre o local e o senado. Ariel só estava fazendo aquilo, após uma extensa reunião chata, porque era uma de suas últimas tarefas e elu queria terminar logo para que pudesse descer para sua coorte com o objetivo de dormir o resto da tarde. O dia tinha sido trabalhoso e elu precisava de um descanso merecido... Enquanto caminhava, seus pensamentos estavam distraídos sobre a chegada das três figuras que Ariel considerava um má prestígio, mas não comentara com ninguém devido ao fato de que era a melhor coisa a se fazer. Ariel, por causa dessa distração, acabava ignorando as pessoas que falavam com elu sem querer e, só começou a prestar atenção, quando sentiu trombar com algo bem grande. Antes que pudesse cair, foi seguradu pela cintura e seu olhar focado voltou-se para quem estivesse na sua frente: — Opa, parece que alguém forte me impediu de cair... Não se preocupe, Darkmore. Eu deveria ter prestado atenção também... — Elu, como um exemplo do senado, sabia os sobrenomes de todo mundo. Então, sabia quem era a pessoa quando olhou para frente. — Estou bem e inteira, e você? E desculpe-me também. Estou bem avoadu hoje. —
.
james tomou um susto quando ariel começou a gritar com ele, quando ele comeu a frutinha. sem movimentar o corpo, james mexeu os olhos, procurando uma justificativa plausível para dizê-la que já havia engolido. “ahm… não?” o filho de hermes ficou preocupado de ter algum veneno, afinal, sempre havia comido as frutinhas das plantações e nunca tinha acontecido nada com ele. será que eles colocaram veneno para impedir james de estar roubando-as? “why?” perguntou pausadamente, com medo da resposta. entretanto, não deu alguns minutos para que james começasse a se sentir estranho. “eu vou morrer?” perguntou, legitimamente preocupado com todo o alarde. “oh zeus, por favor, diz que eu não vou morrer.”
— JAMES, POR QUE VOCÊ TÃO TEIMOSO?! — Embora não tivesse uma resposta para aquela sua pergunta, Ariel não pôde de evitar que fizesse aquele questionamento para o mais velho. Sabia que James era o típico filho de Hermes que todos adoravam, ao mesmo tempo, escondiam as coisas para não serem roubados. Então, elu deveria ter imaginado que aquela situação iria acontecer, mas, Ariel pensou também que teria mais cuidado para evitar. Comer uma de suas frutinhas que não estão maduras poderiam ter diversos efeitos colaterais pesados. — Talvez, ai meus deuses! Eu não sei! Não sei quais os efeitos... PRECISAMOS IR ATRÁS DE ALGUÉM DE HÉCATE! Para tentar amenizar antes que algo aconteça... — Pegou o braço alheio para levá-lo para o chalé de Hécate, mas antes perguntou-o: — O que você está sentido agora? —
aslaug ficou confusa com o que seria um arrependimento para ariel, mas deixou uma risada acompanhar a delx, após ter escutado aquilo. “eu espero que não se arrependa, então.” tomou a liberdade para brincar. “oh, não se preocupe. é para o melhor.” limitou-se a mentir sobre o que tinha falado anteriormente, por não querer nenhum tipo de dó em cima dela. não era esse o sentimento que desejava despertar nos outros. aslaug assentiu. era a primeira vez que frequentava aquele lugar. se soubesse de como era agradável, teria ido antes. “primeira vez, mas provavelmente virei outras vezes. hm… esse é o meu primeiro drink. você já provou outros? o que você me sugere?”
Seu olhar ficou um pouco fixado no rosto alheio como se quisesse desvendar quem era pessoa da sua frente abrindo, depois, um simples sorriso sincero. — Acho que não vou. Você parece bem legal, Asl. Por que não nos falamos apropriadamente antes?! — Fez uma pergunta retórica mais para si, pois não lembrava de ter passado um tempo longo conversando com a garota. Talvez fosse fosse por diversos fatores... Ariel pendeu a cabeça um pouco para o lado esquerdo analisando as palavras alheias: — Eu não sei, porque sua presença é maravilhosa. Eu estou gostando... — Comentou com um sorriso ficando animado e simpático, ao mesmo tempo. Realmente, estava adorando a presença alheia naquela noite que Ariel pensara passar sozinhu. — Se vier outra vez, não esqueça de me chamar, porque adoro isso aqui. Claro! Hum, deixa eu pensar... — Parou um pouco tentando lembrar de uma bebida até uma lembrança surgiu. — Eu gosto bastante de um drinque se chama a luz vermelha que é basicamente rum misturado com gim. É forte?! Demais, mas é muito bom. Quer que eu peça? —
quintessa swindell in voyagers (2021)

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
P.O.V - Ariel Smith: A culpa é deles. Somente deles. - Capítulo único.
Ariel vivia em um conflito. Por um lado, elu gostava do que a vida de semideusu tinha lhe proporcionando, um exemplo disso eram os amigos que tinham feito durante sua vida, mesmo com todas as dificuldades que podem surgir. No entanto, por outro, sentia-se com raiva por estar no meio de uma guerra que não deveria existir, pois eram os mortais que acabam sofrendo as consequências das habilidades mágicas daqueles poderosos e Ariel estava cansade de sofrer ou perder alguém importante. Por causa de um deus, Ariel tinha perdido sua mãe e sua dignidade. Elu tinha acreditado nas palavras de um… E, bem, seu coração foi esmagado pelas mentiras. Entretanto, a prole de Cupido não mostrava aquele seu lado para ninguém, pois sabia que não poderia ter confiança em ninguém… Nem meus àqueles que eram íntimos à elu.
LOCKE & KEY | 1x01 “Welcome to Matheson”
Are you okay? I mean, I know none of us are okay, but … you seem really far away.