O sangue que vai jorrar não é meu. || Turno: Ariel&Fleur
Após ter retirado o disfarce de sua arma, elu observou com um olhar intenso em seus olhos a magia transformando o acessório em uma bela arma em suas armas. O ouro imperial junto com o bronze celestial brilhou intensamente na escuridão da noite e elu logo procurou uma batalha para entrar até que viu uma deusa surgir bem na sua frente. Bia, a titânide da guerra na sua frente. Elu levantou a espada em um tom ameaçador assim como sua expressão e uivou em direção à deusa. Esperava que quem estivesse ao seu lado, ficasse pronto para a batalha, pois Ariel já estava. Enquanto avançava em direção à inimiga, sua mão segurava com força o cabo de sua espada e, embora fosse um horário muito tarde, parecia que havia uma luz sendo emitida pela lâmina de lover para iluminar o local de batalha que estava na sua frente.
A deusa era rápida. Ariel percebeu isso quando tentou desferir um golpe em direção ao braço da deusa, mas, acabou não conseguindo acertar (dado 3) ao notar que a deusa acabou defendendo (dado 12) com seu escudo de ferro, além de que acabou empurrando-u semideusx em direção ao chão. Ariel caiu de bunda no chão e rosnou ao escutar a gargalhada seca da inimiga. O ódio que elu sentia em relação aos deuses estava se intensificando a cada segundo. A prole de Cupido não conseguia entender o porquê daquela guerra estar acontecendo, visto que tinham vários argumentos que pudessem fortalecer as ideias de manter uma paz. Uma sensação que elu não conhecia desde o seu nascimento. Estava cansadu dessa rotina que só trazia-lhe exaustão e dor de cabeça, e sabia que aquilo era apenas o começo. Só tinha vinte e dois anos e as coisas já estavam entrando em um estado de desespero e dor. Ariel perguntava-se se haveria um momento de alegria, de verdade, onde elu e outros pudessem ter realmente o depois envolvido por tranquilidade, o que não era comum devido ao fato de que coisas ruins aconteciam depois.
Mas, elu não desistiria tão fácil. Por isso, ao se levantar, sua camisa foi rasgada por Ariel para que suas asas pudessem respirar pelo fato de que ambas estavam dando uma dor de cabeça para elu por estarem guardadas há um bom tempo. Além de que também estava machucando as costas delu. Ariel, aproximou-se com seu olhar fixo nos olhos da deusa, segurando a lança com e, então, começou a falar as seguintes palavras colocando o poder de sua confiança no meio delas¹ (dado 14): — Bia, a grande deusa, porque está fazendo isso? Qual o sentido dessa batalha? Qual o benefício? Eu tenho resposta… E é nada! Você deveria largar essa ideia estúpida e vir para meu lado! — A prole de Cupido observou atentu a deusa ficar parada concentrada nas palavras de Ariel, mas elu sabia que não seria suficiente…
No entanto, antes que pudesse fazer alguma coisa, Bia atacou Ariel com sua espada (dado 13) só que o ataque acabou sendo impedido devido à defesa que elu deu colocando, rapidamente, lover no caminho da deusa (dado 14). — Não acha que seria tão fácil, né?! Você não sabe com quem se meteu…— Desafiou-a com um sorriso presunçoso nos lábios e gritou para qualquer pessoa próxima que estivesse perto: — Não fique parado e venha me ajudar! A deusa pode ser fraca, mas eu não quero perder uma mão nesse processo. — Ariel, com certeza, levaria aquela batalha para sua vitória, mas não queria arriscar qualquer parte do seu corpo, por isso chamou quem estivesse por perto na frente do refeitório.