@albpxtter
RMH
KIROKAZE
Lint Roller? I Barely Know Her
cherry valley forever

JBB: An Artblog!

JVL

PR's Tumblrdome
Cosmic Funnies
art blog(derogatory)

blake kathryn
Jules of Nature
Monterey Bay Aquarium

izzy's playlists!
tumblr dot com
Show & Tell
YOU ARE THE REASON
Not today Justin

oozey mess
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from Ireland
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Russia

seen from Malaysia

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from United States

seen from Malaysia
seen from Germany
seen from United States
@albpxtter
@albpxtter

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
- salão comunal da sonserina, pós pronunciamento dos herdeiros de sangue-
com: @albpxtter
AS PALAVRAS AINDA ECOAVAM EM SUA MENTE, E ISSO NÃO ERA NEM MINIMAMENTE divertido. depois do pronunciamento que foi ouvido na mente de todos os bruxos, dominique tentou encontrar e conversar com o máximo de pessoas que amava, incluindo é claro, sua família. apesar de não ser a mais emotiva dos weasley, ela ainda sim era protetora com os seus, e lhe preocupava a reação dos primos com aquilo tudo. especialmente lily, james e albus, é claro.
foi no salão comunal que encontrou albus, e ela andou até ele rapidamente, agarrando-o em um abraço apertado, seus braços em volta do pescoço dele. ❝ como você está albie? ❞ ela disse baixo, não querendo chamar muita atenção para os dois.
Quando as palavras ecoaram em sua cabeça, uma espécie de sensação gélida e aterrorizante o envolveu; estava com medo, era óbvio. Porém, Albus era teimoso e por razões pessoais, a ideia de demonstrar fraqueza parecia insuportável. O salão comunal encontrava-se agitado, em momentos como aquele, era difícil manter-se com a bocha fechada, os alunos compartilhavam suas inúmeras teorias da conspiração. Embora as escutasse, o Potter não estava com ânimo para embarcar naquelas ficções, queria acreditar que aquilo tudo era apenas uma brincadeira de extremo mau gosto. Estava tão distraído nos próprios pensamentos que quase assustou-se com a contato repentino, porém, logo reconheceu a dona daqueles cabelos louros. O rapaz, sem pestanejar, retribuiu o abraço, encontrando conforto ali. ‘ Estou bem, na medida do possível. ’ disse, afastando-se e imitando o tom de voz baixo. ‘ E você? Como está? ’ ofereceu-a um pequeno sorriso. ‘ Isso deve ser alguém querendo aterrorizar as pessoas, certo? ’ O olhar estava carregado de preocupação, esperava que a prima lhe desse algum tipo de confirmação, não era possível que estivessem passando por aquilo após tantos anos.
duncrsley·:
Apesar de orgulhar-se do cargo de monitor e o levar muito a sério, haviam noites em que o corvino mal podia esperar pela hora de seu turno acabar. Na maioria das vezes, os alunos respeitavam a regra do toque de recolher e os corredores estavam vazios, silenciosos a não ser pela reclamação dos quadros quando o Dursley passava com eles com sua varinha acesa pelo feitiço lumus. Naquela noite em especial, Duncan estava cansado, assustado pelos recentes acontecimentos, e mal podia esperar para finalmente poder aconchegar-se em sua cama e sonhar até o amanhecer em plena segurança. Faltava pouco para a meia-noite, e consequentemente, para seu turno acabar; tinha tudo para ser apenas mais uma noite sem ocorrências, quando ao chegar perto do final do corredor, a luz de sua varinha iluminou um recém aparecido garoto, o fazendo dar um sobressalto de puro medo. Nem precisou perguntar quem era, vez que a voz tão conhecida dedurara “Albus?!” ele questionou um tanto aliviado, mas um tanto incrédulo por não apostar seus galeões nele como alguém que aprontaria após o toque de recolher, e muito menos relacionado ao anúncio de tempos sombrios se aproximando. “Você sabe que não pode me comprar….” murmurou à oferta, em uma careta como se pedisse desculpas por não aceitar subornos. Infelizmente, Duncan era do tipo incorruptível em sua função, o que lhe rendera o título de ‘língua de veritaserum’ entre aqueles que por conta dele receberam uma detenção. Mesmo que isso já tivesse lhe colocado em confusão, Duncan não estava disposto a recuar. “O que você está fazendo aqui a essa hora?” quis saber justamente por não imaginar uma resposta para aquilo. “Por favor, só me diga que não estava planejando aprontar alguma pegadinha ou coisa do tipo…” murmurou quase em súplica ao primo. Após os recentes acontecimentos, como o anúncio que havia lhe rendido um ataque de pânico, e o céu horrorosamente escarlete, a vigilância de Hogwarts estava dobrada em número, e também mais rígida. As ordens eram de que nada passasse despercebido, e que tudo fosse relatado imediatamente à diretoria. “Você sabe que assim me obriga a te dar uma detenção, a tirar dez pontos da Sonserina… E que agora vai ter que se explicar diretamente à diretoria, né?”
Com uma das mãos, Albus bloqueou o feixe de luz que emanava da varinha alheia. Embora a claridade fosse um pouco incomoda, pode notar o sobressalto do rapaz, parecia um tanto aflito, era de se esperar que após o anúncio macabro, as pessoas estivessem com os nervos à flor da pele. ‘ Bem, não custava nada tentar. ’ suspirou com o próprio fracasso, porém, estava minimamente alegre por ser Duncan e não algum outro monitor rabugento. ‘ O que você está fazendo aqui a essa hora? ’ cruzou os braços em frente ao corpo e imitou o rapaz, mas ao contrário deste, o Potter estava infringindo as regras. Não era a primeira vez que fazia aquilo; era até recorrente, principalmente após as aulas de Astronomia, aproveitava-se do horário para esgueirar-se pelos campos da instituição. ‘ Para sua felicidade, estava apenas caminhando. Está me confundindo com o Fred, por acaso? ’ como a maioria dos adolescentes, de vez em quando, gostava de aprontar algumas artimanhas, jamais chegaria aos pés das pegadinhas do Weasley. Caminhar, para ele, era terapêutico, ajudava-o a organizar os próprios pensamentos. Sabia que era preciso manter-se seguro, porém, Albus encontrava-se estressado e com medo, mesmo não admitindo, a história parecia se repetir. ‘ Diretoria? Não acho que seja necessário. Dunca, pela única vez em sua vida, pare de seguir essas regras estúpidas. ’ a voz soou ríspida, porém, não possuía quaisquer intenções de magoá-lo; o sonserino só estava extremamente estressado e atitude do primo certamente não o acalmava. ‘ Desculpe. ’ passou as mãos pelos cabelos escuros, enquanto inspirava profundamente, demonstrando a angústia. Mas, assim como ele, Duncan provavelmente não estava lidando tão bem com os recentes acontecimentos, o céu era sombrio e disseminava um pânico desenfreado.
Albus não conseguia dormir, revirou-se na cama inúmeras vezes, mas algo sempre parecia incomodá-lo; também, não queria acordar o colega de dormitório, Scorpius parece tão pacífico, o seu inverso. Insônia, embora não fosse recorrente em seu cotidiano, de vez em quando, decidia assombrá-lo. Cansado de encarar o teto de seu quarto, suspirou uma única vez, antes de decidir que não iria continuar naquele ambiente. De forma rápida, colocou um moletom qualquer e calçou, preguiçosamente, os tênis surrados e rabiscados de marcador preto. Depois do toque de recolher, o Potter caminhava pelos corredores extensos de Hogwarts, talvez até encontrasse a Burke pelo caminho e com sorte, ela o deixaria passear livremente; mas, sabia que se o cenário acontecesse, perderia pontos, ambos não estavam realmente se falando. Sentindo o início de uma fome, logo, pensou em dar uma breve visitada na cozinha, já havia roubado alguns alimentos antes e certamente, com confiança, triunfaria mais uma vez. Seus passos eram cuidados, não queria chamar atenção, sabia que naquele horário em questão, eram feitas algumas rondas. Porém, ao dobrar o corredor, deparou-se com @duncrsley. ‘ Ei, cara. ’ hesitou, oferecendo-o um sorriso amarelo. ‘ Noite bonita, não? Enfim... ’ era patética a tentativa de Albus em tentar se desvencilhar de um possível problema. ‘ Dois galeões e você nunca me viu por aqui. ’ talvez fosse um tanto óbvio, mas, ele não possuía aquele tanto de dinheiro consigo. Por sorte, tinha alguns galeões falsos espalhados pelo armário em seu quarto; eram um tanto úteis, os usaria da próxima vez em que Fred tentasse lhe vender algo.
𝐒𝐓𝐀𝐑𝐓𝐄𝐑 𝐂𝐀𝐋𝐋 — dá um like pra gente combinar plotinhos ou:
responda 001 para um starter com albus.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
𝐀 𝐂𝐇𝐀𝐑𝐌𝐈𝐍𝐆 𝐘𝐎𝐔 𝐌𝐀𝐍 𝐂𝐀𝐏𝐀𝐁𝐋𝐄 𝐎𝐅 𝐁𝐄𝐈𝐍𝐆 𝐓𝐄𝐑𝐑𝐈𝐁𝐋𝐄 — 𝐀𝐋𝐁𝐔𝐒 𝐏𝐎𝐓𝐓𝐄𝐑 — 𝐂𝐇𝐈𝐋𝐃𝐇𝐎𝐎𝐃 𝐇𝐄𝐀𝐃𝐂𝐀𝐍𝐎𝐍𝐒.
@albpxtter @jsiriusp
licebottom·:
“Então vamos.” A animação poderia ser ouvida na voz da lufana. Agarrando a mão do sonserino e começando a puxar para o centro da pista de dança. Sem pensar duas vezes, ela apenas agarrou na outra mão do Potter, colocando ambas as mãos na sua anca. As suas livres, foram para a nuca do garoto, começando a dançar lentamente com o outro. Era mais para ninguém lhes interromper e poderem conversar há vontade, porque se estivessem apenas conversando sentados, alguém os iria interromper mais cedo ou mais tarde. “Vocês Potters. Não sabem receber elogios..” Revirou os olhos. Aconteceu a mesma coisa com James, parecia que não sabiam dizer um obrigado “Deveria….Roubar é palavra feia. Diga antes, pegou emprestado sem consentimento…” Deu uma risada , brincando o assunto “Mas você já tinha alguns?”
O ambiente era agradável, porém, a música lenta certamente não o deixava inteiramente confortável. Antes que pudesse expressar um protesto, as mãos de Alice foram rápidas em puxá-lo para a pista de dança, juntando-se aos outros casais. Com as atitudes da garota, ele levantou uma sobrancelha, surpreso; porém, logo relaxou a feição, deixando-a deslizar. ‘ Quais outros Potters você andou elogiando? ’ questionou provocativamente, embora soubesse de sua possível resposta; jamais poderia esquecer, pois bem, estava dançando com a ex-namorada de seu irmão mais velho. Os cantos de sua boca inclinaram-se, fazendo-o sorrir com o comentário. ‘ Isso é tão lufano. ’ continuou com a brincadeira. ‘ Já tinha alguns sim, nunca percebeu? ’ comentou, analisando os anéis em suas mãos, posicionadas nos quadris alheios.
kingscxrpion·:
❝ acho que esqueceu das gotas de chocolate, albie ❞ ele disse, olhando de longe o desastre. ❝ e eu tenho certeza que você precisa de ovo e fermento também ❞ ele soltou, os olhos azuis acompanhando o furacão que era albus potter por sua cozinha. viu um dos funcionários quase derrubar o bulê de chá passando por ali, que iria direto ao quarto de lucius malfoy. scorpius fez uma careta, mas riu quando o funcionário se equilibrou e continuou andando sem nem reclamar sobre o ocorrido. quando parrou pelo loiro, porém, o sonserino murmurou ❝ desculpe por isso ❞ em nome de albus. albus fazia quase a mesma bagunça que draco fizera no primeiro ano que decidiram fazer os cookies sem astória. acabaram por desitir tão rápido quanto começaram, e aquele foi o último ano que falaram sobre isso. ❝ comer? eu duvido que a sua receita fique minimamente comestível para falar a verdade. tente aí, eu quero ver só! ❞
disse, cruzando os braços, ainda se mantendo sentado no balcão. não pretendia mover um dedo para cozinhar se não fosse com ambos os pais ao seu lado. era a promessa que fizera anos atrás, quando a tradição de fazer cookies um dia antes de sua ida para hogwarts foi tristemente interrompida pela morte da mãe.
Fez uma anotação mental, não esquecer as gotas de chocolate. Assentiu com a cabeça, porém, sabia que após alguns minutos, já não lembraria mais. Cozinhar era como fazer poções, apenas precisava escolher e misturar os ingredientes corretos; como um ótimo estudante, ele conseguiria. Na teoria, Albus parecia triunfar, mas na prática, era um completo desastre. Parecia um furacão na cozinha dos Malfoy, infinitamente maior que a sua, precisava aproveitar o espaço disponível. O Potter retirou alguns pedaços de cascas de ovos da batedeira, tentando ser o mais discreto possível ao jogá-las na pia, ignorando as que desviavam do trajeto calculado. ‘ Pare de me subestimar, Scorp. ’ disse, enquanto passava para o próximo passo da receita, o qual não sabia. Já havia despejado os ovos, a manteiga e o leite...? Bisbilhotou a mistura dentro do recipiente, possuía uma aparência monstruosa e nada apetitosa. Deu de ombros, não havia como dar errado, era simples. Albus, desengonçadamente, deixou o copo de farinha escapar de suas mãos, observando-o rolar sobre o balcão e espalhar aquele pó branco. ‘ Que seu avô não esteja em casa. ’ deu uma pequena risada, antes de engolir em seco e encarar o louro. ‘ Ele ‘tá aqui? Não, né? ’

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
moonshineverena·:
Nós. Plural, indicação da existência de algo possuidor de um aspecto coletivista. O que, por um instante, quebrou um pouco mais o coração de Verena em alguns outros pedaços. Até então, como não tinha uma bola de cristal para lidar com Albus, levara aquela situação que vivia com ele, às escondidas, como eventos esporádicos, com um pouco mais de frequência a partir do momento que voltaram para casa para passarem as férias. Nunca achou que ele se preocupava de verdade com ela, com o que fazia ou deixava de fazer. Em sua cabeça, como no caso de tantas outras pessoas com quem Verena lidava no seu dia a dia, Albus sentia mais desprezo pelo sobrenome que ela carregava, do que, efetivamente, algum sentimento forte o bastante que pudesse fazê-lo sentir seu estômago revirando de nervosismo cada vez que ela chegava perto, como era o que acontecia com a alemã quando se topavam, às pressas ou não.
“Sejamos francos, Potter, o que precisa ser escondido pode ser tudo, menos uma coisa boa.” Ponderou. Falava aquilo mais como um lembrete para si mesma: não teria problema nenhum em assumir que já beijara o outro, se não fosse aquela coisa ruim que sentia dentro de si cada vez que pensava na família alheia. Bem como acreditava que ele também preferia não ser associado a uma garota que vinha de um lugar e de uma tradição tão sombria quanto Verena. Então ficavam eles por eles: às espreitadas da madrugada, com olhares atravessados aqui e ali, o que não implicava em uma cobrança naquele momento, nada disso. Era apenas um modo de demonstrar que, no final das contas, os dois não encaixavam tanto assim e agora era hora do tempo cobrá-los por aquela união improvável – ou era o que a parte consciente da mente de Verena tentava empurrar-lhe garganta abaixo, querendo ela aceitar ou não.
Até que, quando ele se afastou, os lábios avermelhados da Mondenschein se mantiveram abertos em uma expressão de choque por alguns segundos. Silenciosa, mas chocada, enquanto observava os corpos afastados agora. Ela acabou recorrendo às plumas de seu vestido, apertando o tecido com força e respirando o mais fundo possível, sentindo os olhos marejarem. A ação fora impactante, mas testemunhar as expressões do moreno, foi mais ainda.
“Eu –” Ela deteve-se no meio de sua frase, porque ele estava certo. Monden-Rosier era um conglomerado de conspirações envolvendo os nomes de Verena e Thomas há alguns meses agora, especulando sobre a possibilidade de juntar os filhos de cada família. Contudo, nunca se passara pela cabeça dela que eles chegariam às vias de fato; por isso aproveitava cada noite gelada embrenhando-se por aí na companhia de Albus, da maneira mais sincera que podia. Divertia-se com ele, gostava das provocações trocadas que terminavam em um beijo cedido ou mais sofrido… E era aquela a parte que mais a interessava, porque era o que estava em sua realidade e a ansiedade de Verena já a castigava o suficiente para que, além dos problemas habituais, ainda tivesse de se preocupar com o que poderia vir lá na frente graças à loucura de sua família. Ela realmente se apegava aos momentos felizes com todas as suas forças, por mais ínfimos que fossem.
“Me desculpe.” Murmurou, com a voz quase sumindo ao dizer aquilo, enquanto sua mão buscava o tecido da camisa que ele usava, segurando-o por ali, num pedido silente para que ele continuasse por perto apesar de tudo. “Eu estou perdendo o controle da minha vida a cada novo dia e eu não sei mais o que fazer.” Confessou. As bochechas esquentaram mais ainda e, enfim, ela sentiu as lágrimas escorrendo por suas bochechas. Apesar dos pesares, ela já havia dividido algumas de suas inseguranças com Albus, principalmente no que dizia respeito à criação a qual fora submetida. Então ele saberia do que ela estava falando. “Eu deveria ter te contado, mas estava tão… Feliz com o que estava acontecendo?” A fala saíra num tom de pergunta enquanto ela ria baixinho, sem humor, voltando a olhá-lo, apesar de ver o rosto do outro embaçado por conta das lágrimas. “Quando estava com você, essa era realmente a última coisa em que eu poderia pensar.” Uma nova risada, meio soluçada, pensando em como aquilo poderia soar patético se estivesse sóbria e não tão alterada. Então, trocou o peso de uma das pernas para a outra, incomodada com o peso do vestido, com os saltos altos e com a maneira como as lágrimas desciam em profusão por seu rosto, mas silenciosamente, sem que ela alterasse sequer a respiração. “Me desculpe.” Repetiu num tom de voz claramente embargado e abalado. Enfim, ela acabou soltando o tecido da camisa alheia, meio a contragosto, completamente hesitante e visivelmente desnorteada quanto ao próximo passo que deveria tomar. Levou ambas mãos ao rosto para tentar se livrar do choro inconveniente, enquanto balançava a cabeça em negação. Queria dizer mais coisas, mas sentia nós e mais nós se formando em sua garganta, fazendo com que sua única vontade naquele momento fosse desaparecer do mapa.
Inspirou, sentindo aquele ar gélido de outono preencher seus pulmões. Deixou as pálpebras relaxarem por rápidos segundos, antes de olhar o céu estrelado, como se procurasse por respostas. Porém, sabia que jamais as encontraria por ali. Distraia-se da situação em que se encontrava, observando o padrão de tijolos das paredes, embora não representasse uma grande complexidade; mas ainda assim, seu cérebro parecia não funcionar propriamente. Ele julgou-se, não possuía nenhum direito em questioná-la, tolo, estúpido. Soltou o ar, calmamente. Suas palavras carregavam a mais pura verdade, esgueiravam-se pelos corredores pois não podiam ser vistos juntos. Eram opostos, por mais que compartilhassem de algumas poucas semelhanças, jamais dariam certo, mesmo se tentassem.
Ele piscou, uma, duas, três vezes, surpreso com a reaproximação. O pedido de desculpas deixou os lábios alheios em um tom baixo, quase imperceptível. Imediatamente, um sentimento imensurável de culpabilidade o invadiu, deixando-o completamente a mercê da Mondenschein. O que antes parecia simples, acabava por tomar profundidade. Envolveu a mão feminina com a sua, embora seus dedos estivessem terrivelmente gelados, queria tocá-la, trocar calor. Verena, que sempre aparentava ser inabalável, chorava na sua frente. Um soco no estômago. Albus, no entanto, tinha ciência dos contratempos vivenciados pela menina, porém, vê-la daquela forma o deixara apreensivo. ‘ Eu não devia ter te pressionado. ’ sussurrou, a voz já grossa e levemente rouca, descendo uma oitava.
Apertou a mandíbula, engolindo em seco, antes dos cantos de sua boca se curvarem minimamente. Quando estava com você, essa era realmente a última coisa em que eu poderia pensar. Os olhos claros cravaram-se nela, em outras circunstâncias, deixaria uma comentário provocativo. O rapaz, mais uma vezes, repousou, delicadamente, as mãos sobre o rosto alheio. Com o polegar, enxugou algumas lágrimas, erguendo levemente a feição. Era claro, aquele momento, de modo algum, deixaria sua memória. Talvez, em um futuro próximo, até usasse-o para implicar com ela. ‘ O álcool realmente faz milagres. ’ deixou uma pequena risada escapulir dos lábios, a alemã jamais confessaria aquilo em um momento de sobriedade. Escorregou os dígitos pelos cabelos claros, identificando a textura, como se fosse a última vez que o faria. O rapaz entristeceu-se ao sentir o peso em sua blusa partir, indicando que ela havia o soltado e mentalmente, desejou recuperar o toque. ‘ Bem, você ainda precisa de uma despedida de solteira. ’ usou de seu humor sarcástico para tentar amenizar o ambiente, não queria vê-la naquele estado melancólico. ‘ A gente ainda tem algumas horas pra aproveitar. ’ estendeu a mão, torcendo para que ela aceitasse-o. Sua mente parecia gritar, talvez estivesse sendo imprudente e mergulhando em águas profundas.
magnetofpucey:
“E são preciso motivos?” Perguntou, virando a cabeça para o fitar. “Seu irmão, por exemplo: nunca me deu motivos para não gostar dele, eu simplesmente não vou com a cara. Com todo o respeito, é claro.” Explicou, com um leve sorriso debochado.
Sabia que não era a escolha mais esperta de todas falar aquilo justamente sobre o irmão dele, mas desconfiava de que Sebastian gostava mais de James do que Albus e James gostavam um do outro. Novamente, só podia falar o que via de fora, mas considerando que relações familiares não significavam laços afetivos… Ao menos na incrível experiência da família Pucey.
“Mas não é exatamente esse o motivo. Achei que Helena já tivesse me difamado o suficiente pra que você não quisesse nem ficar no mesmo espaço que eu.”
Deixou uma riso curto escapar de seus lábios ao escutar o comentário alheio sobre seu irmão; James realmente possuía uma reputação e tanto, amado por uns, odiado por outros. ‘ Bem vindo ao clube. ’ embora não desgostasse do mais velho, naquele momento, devido as atuais circunstâncias, nutriu uma espécie de repúdio à ele. ‘ Helena comentou algumas coisas sim. ’ Albus mentiu descaradamente, não sabia nada sobre o término; porém, interessou-se no assunto e dessa forma, aproveitou a oportunidade para jogar verde. ‘ Por sorte, sou muito bom em tolerar pessoas. ’
theslughorn·:
A careta foi proposital enquanto ela se erguia levemente para trás, avaliando-o da forma que podia naquela posição. “ — Você está acabando com todo o meu crush com essa comparação. Acho que o James é mais.” Falou com desdém impregnado na voz por pirraça e provocação puras. “ — A fama finalmente vai chegar pra mim, é isso? Estou morrendo de medo.” Debochou outra vez. Se Diana tivesse atenção por alguma razão precisa, como uma grande descoberta ou relevância por alguma coisa que fizera, a opção era tentadora, mas não era bem o caso. Não levava o moreno a sério de qualquer forma, afinal, não tinha capacidade para tal sob a influência do álcool, assim como ele. “ — Tentar me imitar não mudou muito a sua voz, sabia?” Riu com vontade enquanto girava na conduta dele, a oportunidade de caçoá-lo mais uma vez, ainda na mentira, surgindo. A voz de Albus era bem mais grossa que a sua e por isso havia errado o tom. Diana também falava baixo e de forma menos fina, mas perdia de longe para ele. “ — Nunca age sozinho, não é? A falta de coragem não me surpreende em nada. Continua sendo um bundão.” Rolou os olhos assim como ele, dando de ombros. “ — O que mais eu poderia fazer além de aceitar que a única opção que eu tinha era a sua sabotagem? Fora que eu sei quando algo é forte e, cá entre nós, estava precisando mesmo de algo assim.” Piscou para ele, negando com a cabeça tranquilamente. “ — E arriscar o meu histórico perfeito de nenhuma detenção? Não conte comigo pra nada, só pra de dedurar em troca de créditos.”
Quando escutou o nome de seu irmão, Albus cobriu a boca com a mão, como se segurasse para não vomitar. ‘ Nunca mais fale comigo, por favor. ’ se estivesse menos alcoolizado, teria dado às costas a ela naquele mesmo instante, apesar da pontada de irritação, deixou o comentário deslizar. Já estava naturalizado com as implicâncias de Diana; eram cotidianas, de ambas as partes. ‘ Está delirando, Slughorn? ’ questionou, um sorriso travesso tomando forma em seus lábios, observando-a rodopiar. Com certeza, do ponto de vista de terceiros, ambos pareciam idiotas, idiotas alcoolizados. ‘ Bundão? ’ o Potter permitiu-se dar uma gargalhada, alta e ácida. ‘ Pra alguém da Corvinal, até que você pensa pouco. ’ uma mentira descarada, ela era uma das bruxas mais inteligentes de Hogwarts. Porém, insultando seu intelecto, sabia que iria, no mínimo, causar uma pequena irritação. Cresceram juntos, conhecia-a bem, o egocentrismo alheio conseguia ser um tanto irritante em algumas ocasiões. ‘ É ser esperto, apenas. Pra que agir sozinho? Caso algo dê errado, eu posso jogar a culpa em outra pessoa. ’ pronunciou as palavras como um verdadeiro sonserino, no entanto, jamais deduraria Noah. Os rapazes sempre possuíam um plano; se fosse preciso, incriminariam algum pobre coitado, mas juntos. ‘ Você é péssima com elogios, sabia? ’ não precisavam de bebidas gostosas e sim, das fortes e amargas, como se adolescentes fossem evitar a oportunidade de intoxicarem-se. ‘ Sempre há uma primeira vez pra tudo, Diana. ’ retribuiu a piscadela, embora a sua tenha saído de forma preguiçosa e desajeitada.
dxddyprincess·:
Sorriu satisfeita quando ele começou a andar para a pista de dança com ela, mesmo que inicialmente não quisesse. “Eu sei lá, ela é quieta demais e tem cara de escrota.” Deu de ombros, sem poder apresentar motivos reais para a sua implicância. Ela simplesmente não ia com a cara dela, tinha a impressão de que Helena era meio bizarra, mas nada demais. “Mas não foi pra isso que eu vim falar com você, Albie.” Apoiou uma das mãos em um dos ombros dele, enquanto a outra segurava a sua para que pudessem começar a dançar, visto que era uma música lenta. “Soube que você brigou com o nosso irmão… O que aconteceu?” Briga na verdade era uma palavra muito leve, pois sabia que havia chegado ao ponto da agressão física.
‘ Caso não saiba, você também não tem a cara mais simpática do mundo. ’ disse sarcástico, embora não defendesse a Nott, apenas não deixaria de implicar com a própria irmã. Descansou as mãos na cintura alheia, balançando o corpo no ritmo da melodia, odiava músicas lentas. Quando percebeu a mudança de assunto, Albus permitiu-se suspirar, levemente irritado. ‘ Eu não briguei com ninguém, James quem começou. ’ uma mentira, porém, em sua cabeça, o irmão havia ultrapassado todos os limites existentes, o insultando de maneira suja e baixa. ‘ Aconteceu o de sempre, ele sendo um babaca. ’ as palavras saíram um tanto amarguradas, arrependendo-se, instantaneamente, de dividir seus sentimentos com a mais nova. Confiava em Lily, óbvio, contudo, julgou seu posicionamento como parcial, pendendo para do primogênito da família.
howtobeme·:
Depois de tanto tempo de festa Amélie não podia se dizer 100% normal. O efeito da poção ia passando aos poucos, mas o que a deixou realmente bem foi ver Albus estando em um estado um tanto pior que o seu “Deixe disso Albus, me deixa te ajudar” pediu carinhosamente. Só queria garantir que o rapaz estivesse bem o suficiente para ficar tranquila e por mais que ele tivesse a afastado ela sentia em seu coração que não iria ficar tranquila. “Você não é criança mas tá agindo como uma! Por Morgana menino! Qual é o problema de sentar e beber algo que não tenha batizado?” ralhou irritada o seguindo pelos corredores “Não de as costas para mim! Arg! Sua sorte é que gosto de ti se não voava longe! Eu to de salto! Vai devagar!”
Sentia-se desorientado, arrependendo-se, automaticamente, de ter ingerido álcool. Não era algo recorrente, embora gostasse de embriagar-se de vez em quando, como qualquer outro adolescente. ‘ Por favor, Amélie. Como se eu fosse ficar sóbrio em um baile daquele. ’ comentou com humor, quase como se sua declaração fosse óbvia. Não era como se estivesse passando uma por uma fase ruim; o real objetivo era se divertir. ‘ Não queria me ajudar? ’ ignorou as reclamações da garota, contudo, diminuiu a velocidade dos passos, dando-a oportunidade de alcançá-lo. ‘ Bem, estou agindo como criança, pois você me trata como uma. ’

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
garoto, vc não é o dumbledore, mas é meu alvo... get it? alvo. albus. - for albus potter
@albpxtter você recebeu uma coruja! ♡
Os passos de Albus eram extremamente preguiçosos e teimosos e totalmente propositais. Claro, estava bêbado, entretanto, ainda conseguia agir com um pouco de lucidez. Porém, a Burke parecia não entendê-lo. Com uma força moderada, distanciou-se das mãos alheias, extremamente irritado com a insistência da garota. ‘ @howtobeme, pela última vez, eu ‘tô bem. ’ as palavras saíram de sua boca de forma embolada, contrariando a ideia expressa. Era cômico e apesar da vontade de rir, manteve a feição brava, não iria facilitar. ‘ Não sou criança e você sabe! ’ dramático, o Potter disse, dando-lhe as costas e seguindo em uma direção oposta, aquela noite seria longa.