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No Auge da Loucura 🔥
Amigo é pra essas coisas - Parte 1
by; @mrerio
Em um círculo de amizade que tenho um casal acabou se separando, eu só fui descobrir isso muito tempo depois, ele havia sumido do nosso meio e ela sumia e aparecia esporadicamente quando a galera se encontrava, ela tinha uma certa amizade com uma parte do grupo esse pessoal mais chegado começou a ajudar ela no periodo da separação, noite das meninas, saidas, passeios e outros eventos. Mas aí um vai comentando com outro e em algum momento a desconfiança de que algo havia acontecido acabava se tornando em certeza.
Eu mantive a amizade durante os meses que se passavam, afinal eu havia passado por algo parecido e sabia que amigos eram sempre bem vindos nesses momentos, mas ela melhorou com o tempo e participava mais dos contros que rolavam, a gente conversava mas nunca entrava no assunto.
Começamos a conversar mais após seu retorno, piadas, memes, no privado e também no grupo de amigos, falávamos de quase tudo, menos da situação dela, ela até me perguntava umas coisas mais sérias, pois ela sabia que eu tive uns problemas sérios e perguntou como eu havia passado por eles, foram ótimas conversas, a gente se ligou bastante assim.
Um dia eu a vejo olhando para o nada, distraída, um rostinho meio triste, meio sério e eu cheguei brincando:
- E aí rocketgirl, como tá o clima no mundo da lua?
- HAHAHHAHAAH! Você e suas referências... Ta bom, nublado, mas está bom!
- Ah boba, já já o tempo abre…
- É, tomara!
- E como foi de férias? Você curtiu bem?
- Foi bom, resolvi umas coisas, arrumei outras para resolver... mas pelo menos curti praia…
- Eh maravilha hein... faz tempo que não vou numa…
- Eh! - Ela olha meio perdida pro espaço de novo - Queria mesmo curtir um bar…
- Uai, o que te impede?
- Sei lá, sem companhia, acostumei sair com o povo…
- Se é companhia, e eu faço parte do povo posso te acompanhar.
- Ah eu vou querer!
- Tem algo em mente?
- Tenho não…
- Deixa comigo, te pegos às 6 e meia?
- Nossa cedo assim?
- Vai rolar uma apresentação num restaurante de um cara, quero ir ver...
Ela me perguntou como é o local e mostrei pra ela o flyer do evento e instagram do lugar, era numa cidade pertinho, por isso tinhamos de ir cedo e ainda jurei que não iria beber só para ela poder ficar tranquila por conta do volante.
Me arrumei bem bacana, o local era bem chique, cortei cabelo (despretensiosamente), fiz barba, estava muito feio pois ela não cresce direito, puz um blazer e escolhi um bom perfume, até o carro levou um bom trato. E mais piadas rolando, tanto no grupo, quanto no privado.
Ela me manda a localização umas horas antes do horário marcado e eu sigo pra casa dela, claro que avisei antes pois vai que ela desistia né?!
Chego lá na hora certinha, dou um toque no celular dela por mensagem e ela responde "To descendo".
Eu a espero fora do carro e então ela aparece no portão, ela é uma moça linda, mas naquele dia eu não tinha palavras para descrever como ela estava.
Ela apareceu com cabelos escovados, levemente encaracolados, um colant branco, jaqueta jeans , uma saia azul e uma bolsa, a roupa modelava lindamente aquele corpinho dela, que sempre foi bonito, mas eu nunca havia reparado tanto nele assim, ela era baixinha, mais ou menos 1,60, se cuidava exercitando, suas coxas eram bonitas, roliças, grossas, fortes, cintura fina, seios grandes médios, linda era um elogio muito aquém do que ela estava. Quando ela chega perto o perfume dela dominava o ar.
- Pontual hein moço!
- Eu tava com medo de levar um bolo!
Ela me abraça nos cumprimentamos com um beijinho no rosto, eu abro a porta pra ela entrar e vamos conversando. Ela elogia o perfume do carro, o meu e vamos batendo um papo leve o caminho todo.
Ela estava muito linda mesmo, e tinha um sotaque e uma voz suave também que era uma maravilha.
Chegamos no lugar e eu ofereço meu braço para ela segurar, pois iamos caminhar um pouco sobre a grama até o restaurante, lá os olhos dela brilharam, a decoração com uma luz suave, algumas tochas, bandeirinhas, arvores permeavam as mesas, velas nas mesas (juro que essa parte eu não sabia). Uma moça simpática nos recebe e confirma que a mesa era para dois, Sam pede uma mesa um pouco afastada perto de umas das árvores, somos levados até lá e já peço uma água para adiantar e ela também pede e pede um cerveja.
O músico da noite era um conhecido, ele chega para dar uma ajeitada no equipamento e me cumprimenta na mesa e volta ao palco.
- De onde se conhecem?
- Já toquei com ele umas vezes há muito tempo!
- Há que legal!
O show começa, já tinha uma quantidade de gente boa acomodada, nosso pedido chega, vamos beliscando e curtindo o som, que estava muito bom. Percebo que aquele rostinho de admiração pelo lugar tinha ficado mais sério, com aquele olhar distante de novo... apesar da cabeça dela balançar no ritimo da música.
- Uma moeda pelos seus pensamentos!
- Nossa! Desculpa, eu viajei longe aqui.
- Quer que te busque na rodoviária? aeroporto?
- Haa bobo, precisa não! Nossa esfriou né?
- Um pouco!
- Vocês mineiros adoram o frio!
- Ah eu gosto mesmo... Chega aqui pertinho e você se esquenta.
Ela cola em mim e volta a conversar sobre as situações que ela passou, como foi difícil para ela passar por isso, como todo mundo estava sendo legal com ela e como estava sendo bom para ela as conversas que a gente estava tendo. Conversávamos olhando um para o outro, sorrizinhos, alguns toques de braços, ela já tinha até colocado meu blazer pra livrar um pouco do frio.
- Eu sai de casa pra tomar um porre e tô na segunda ainda... Obrigado!
- Isso é bom ou ruim?
- Pra mim é bom, mas acabei te alugando…
- Então está bom para nós dois.
Ela olha pra mim e me rouba um beijo, lógico que eu retribuo, os labios dela eram durinhos, a lingua um pouco friazinha por causa da bebida, mas gostosa, um hálito gostoso, quente, um toque suave no meu rosto com uma das mãos.
- Olha, tem certeza? - Eu pergunto por causa do papo que levávamos.
- Sim, você está um fofo o tempo todo e não só hoje., eu tive vontade de retribuir.
- Que ótima retribuição.
A gente continuou conversando e ficando por todo o restante do show, trocavamos carinhos, risos e beijos. Mesmo depois do show ficamos um tempo ali no local, que ficava aberto até mais tarde que o normal.
Pago a conta, ela protesta por não ter dividido e voltamos para o carro. No caminho de volta riamos muito, de muitas coisas, beijos carinhos.
- Pra ali um pouquinho?
- Aqui?
- É...
A gente fica um tempo ali namorando.
- Vai parecer estranho, mas eu não quero voltar pra casa hoje!
- Quer ir pra minha?
- Já estou te incomodando tanto!
- Nunca esteve!
Ela pula pra cima de mim e me agarra forte, força os seio contra mim, eu a abraço forte, beijando como quem não fazia isso há muito tempo. Ela para e volta pro banco e abraça meu braço, eu ligo o carro e volto pra estrada.
Na minha casa eu a pego no colo assim que passamos pela porta, a gente se beija e a coloco contra a parede.
- Isso é bom... - Ela elogia.
- Gostou? - Pergunto enquanto beijo o pescoço dela.
- Para um pouquinho…
- O que foi?
- Eu to abusando?
- Não moça…
- É que já tem um tempinho…
- Se quiser a gente fica...
Eu não termino a frase, ela me beija forte, me aperta ainda mais com as pernas dela, ela abre a saia que cai no chão ali mesmo no chão, tira a jaqueta e abre o body por trás e tira a parte de cima, junto com o soutien. Seus seios eram firmes, redondos, os biquinhos eriçados apontando para cima, ela direciona minha boca para um deles e eu obedeço, eles estavam quentes, minha lingua passeava por um deles, meus lábios se fechavam o envolvendo e ela gemia baixinho. Suas mãos seguravam na minha nuca, nós respirávamos forte e agora eu a segurava pela bunda, minhas mãos apertavam ela deixando a marca dos meus dedos em sua pele clara.
Ela desce do meu colo, abre minha camisa e beija meu peito enquanto tira o body. Ela estava toda nua na minha frente, corpo gostoso, modelado, pequeno, delicado e arrepiado pelo tesão. Tira minha camisa e abre minha calça e a abaixa.
- Nossa…
- O quê?
- Sério isso aqui? - Pergunta segurando meu pau duro na mão.
- É serio! - Respondo sem saber o motivo da pergunta.
- Então eu vou me divertir.
- Tomara que se divirta muito.
Eu a levo para o sofá e ela se senta na minha frente, me ajoelho e ela exibe pra mim sua boceta. Era linda, lisinha, o grelo saia um pouquinho, meu dedo vai direto no clitoris e o toca, estava super molhado, duro, pedindo por carinho.
- Que gostoso! - Ela exclama tocando seus seios.
- Quero provar se é gostoso mesmo.
- Cai... De... Boca....
Eu vou com toda vontade naquela bocetinha linda, lambidas, chupadas, dedadas bem fundas a faziam gemer mais alto agora. Seu gosto era uma maravilha, seu mel escorria na minha boca e dedos. Ela põe uma mão na boceta e se toca também, põe os dedos de vez em quando na minha boca e na boca dela, eu beijo da boceta ate as virilhas e ela treme toda de prazer.
Ela escorrega do sofá para o meu colo, olha bem nos meus olhos e senta devagarzinho no meu pau, sua boceta estava tão molhada que ele desliza fácil aos poucos para dentro dela.
- Nosssa... Q pau grosso!
- Um pouquinho…
- Nossa, não vou dar conta...
Eu faço um movimento e ele termina de entrar nela e ele geme alto, grita de tesão e começa a esfregar a boceta pra frente e pra trás, ela põe a mão na boceta molhada e coloca na boca de volta, eu a beijo sentindo o gostinho dela, ela acelera o movimento e geme forte no meu ouvido.
- Vai amigo, não pára…
- Nossa que delicia de boceta.
- Ta gostosa é?!
- Maravilha!
- Continua comendo gostoso vai...
Eu a beijo, chupo seus seios, mordo, abraço ela forte enquanto aquela bunda linda sobe e desce no meu colo, o meu também sobe e desce fazendo com que a penetrasse forte também. Ela delira no meu colo, fala besteiras, se excita pra mim enquanto a penetro e isso me deixa mais e mais maluco com ela.
Ela levanta e fica de costas pra mim e senta no meu colo novamente, eu a abraço pro trás, dessa vez minha mão se junta a dela na boceta enquanto meu pau entrava e saia dela, a outra mão segurava seu seio e a puxava pra mim. Ela se tocava, chupava os dedos tocava os seios com os dedos lambidos, eu não imaginava que ela podia ser safada desse jeito e eu ia ao delirio.
Ela acelera os movimentos e solta um urro de tesão, gozando pra mim... mas não parava de movimentar no meu pau. Eu começo a gozar também, meto um pouco mais forte ainda tento sair de dentro dela para gozar, ela senta forte em mim.
- Quero sentir, goza, goza..
Meu pau lateja dentro dela com ela rebolando no meu colo, gemendo e se tocando, ela levanta e senta em mim de novo de frente, espalha o nosso gozo pela barriga dela, me beija e sente meu pau amolecer dentro dela.
- Que delicia, amigo…
- O que foi isso? Minha nossa…
- Ai eu queria tanto…
- Eu percebi…
- E ainda quero... Mas podemos tomar um banho?
- Só se for juntinhos.
- Pelo visto não é só eu quem quer mais né...
A gente se levanta vamos para o meu quatro pra gente tomar um banho agarradinhos....
Enviado ao Te Contos por mrerio.tumblr.com
Virou vicio e ninguém suspeita (01- Junho- 2026)
By; Mirela
Ola Te Contos me chamo Mirela, tenho 24 anos, namoro, e o que contarei aqui para vocês o que começou acontecer no inicio desse mês de Junho e continua acontecendo.
Era segunda feira 01 de Julho, era uma tarde quente, eu me arrumei com cuidado. Vestido leve, daqueles que marcam o corpo sem ser vulgar demais, com uma fenda lateral que deixava as coxas à mostra quando eu andava. Salto alto preto, maquiagem sutil. Meu namorado sabia que eu ia resolver um problema burocrático na cidade vizinha com o pai dele.
– Tudo bem amor, vai com ele então. Depois passa aqui quando voltar, tá? – ele disse no telefone, sem desconfiar de nada.
O sogro chegou pontual. Um coroa sarado, ex militar, daqueles que malham bastante pra manter a forma, cabelo grisalho bem cortado, cheiro de perfume caro. Ele insistiu no carro dele pra economizar, e eu acabei cedendo. Entrei no banco do carona, o vestido subiu um pouco nas pernas. Ele ligou o som baixo, uma música sensual que preenchia o carro. Os primeiros minutos foram normais, conversa fiada sobre o trabalho. Mas eu percebi os olhares. De rabo de olho, ele descia o olhar pelas minhas coxas lisas, pela curva dos seios pressionados contra o tecido.
Eu disfarçava, mas não conseguia ignorar o volume que crescia na calça dele. Uma protuberância grossa que latejava contra o tecido. Meu corpo reagiu. Senti um calor subir pela buceta, um formigamento no grelinho. A viagem de quarenta minutos pareceu eterna.
Chegamos, resolvemos o assunto. O cara do cartório até comentou:
– Sua esposa é linda hein?Meu sogro sorriu, possessivo:
– Não, ela é minha nora.
Aquilo me deu um frio na barriga. O jeito que ele disse “minha nora” carregava outro peso. No caminho de volta, ele parou o carro de repente numa estrada secundária. Antes que eu pudesse falar, ele grudou em mim. A boca dele tomou a minha num beijo faminto, língua invadindo, chupando meus lábios com desespero.
– Para… – eu murmurei, mas minha voz saiu fraca, traída pelo tesão que já molhava minha calcinha.
Ele não parou. A mão dele entrou pela fenda do vestido, apertando minha coxa grossa, subindo devagar até roçar a borda da calcinha. O cacete dele estava duro como ferro, roçando na minha perna.
– Eu quero você há tanto tempo, sua putinha – ele rosnou no meu ouvido, mordendo o lóbulo.
Ele ligou o carro de novo e entrou num motel ali perto. Eu obedeci, calada, o coração batendo forte. Quarto com hidromassagem. Assim que a porta fechou, o coroa enlouqueceu de verdade. Me prensou contra a parede, beijando como se fosse o último beijo da vida. Mãos grandes apertando minha bunda, puxando o vestido para cima.
– Olha essa bunda… caralho, você esconde isso tudo do meu filho? – ele disse, rindo safado.
Ele tirou os sapatos, a camisa, revelando o peito definido, abdômen marcado. Calça e cueca foram ao chão. A pica dele saltou, grossa, veias pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Uns bons 18 centímetros de vara latejante. Ele balançou ela na minha frente.
– Olha o que você fez, sua safada. Essa pica tá assim por sua causa o caminho todo.
Eu me ajoelhei, admirando. Peguei aquela vara quente com as duas mãos, punhetando devagar, sentindo o peso, a rigidez. Massageei as bolas pesadas, cheias.
– Que pica gostosa, sogro… – sussurrei, olhando pra ele com olhos pidões.
Ele gemeu baixo, tirando meu vestido com urgência. Fiquei só de sutiã, calcinha fio dental e salto. Ele afastou, admirando.
– Porra, que corpo. Vou comer você todinha hoje, nora. Vou foder cada buraco seu.
– Vai mesmo? Então vem… – respondi, já molhada.
Ele arrancou o sutiã, mamando meus peitos com fome. Chupava os mamilos duros, mordiscava, lambia toda a barriga, descendo. Ajoelhou, cheirou minha buceta por cima da calcinha.
– Que cheiro bom de puta no cio.
Me virou de costas, puxou a calcinha com os dentes, descendo devagar. A bunda ficou exposta, o fio enterrado no cuzinho.
– Nossa, olha esse cu… tudo apertadinho. Vou comer ele também.
Agachou e mordeu minha bunda, lambendo entre as nádegas. Me colocou de quatro na cama, mordendo e chupando. Depois me levou pra hidromassagem. Água quente, borbulhando. Ele me sentou na borda, abriu minhas pernas e grudou a boca na minha buceta.
– Ahhh… sogro… que delícia… – gemi, segurando a cabeça dele.
A língua dele era experiente. Lambia os grandes lábios, chupava o grelinho inchado, entrava na entradinha molhada. Depois desceu pro cu, lavando, enfiando a ponta da língua.
– Lambe meu cuzinho… assim… porra… – eu pedia, rebolando.
Ele chupava o grelo com força, sugando, mordiscando de leve. Eu explodi.
– Aiiiiii não paraaaa que eu vou gozar… aaaahhh! – gritei, o corpo tremendo, gozando na boca dele.
Ele lambeu tudo, sorvendo meu mel.
– Vou tomar tudo, sua cadelinha. Que buceta gostosa.
Era minha vez. Segurei aquela pica grossa, bati na língua, chupei a cabeça, descendo até as bolas. Mamava uma bola de cada vez, lambendo o saco inteiro.
– Caralho… que boquinha gulosa… mame essa vara, nora… – ele gemia, segurando meu cabelo.
Eu desci fundo, engasgando, saliva escorrendo. Ele fodia minha boca com estocadas.
– Vou gooooooozar… segura aí… porraaa!
Ele jorrou na minha boca, porra grossa, quente, muito volume. Encheu minhas bochechas. Eu cuspi tudo na barriga dele, lambendo depois. Ele me beijou com gosto de porra, misturado. Tomamos banho juntos, mãos explorando. Mas o tesão não baixou. Ele me grudou na parede do box, subiu em mim, ergueu uma perna e enterrou a pica na minha xoxota de uma vez.
– Aaaaiii… que pica grande… me rasga… – gritei, unhas cravadas nas costas dele.
Ele metia forte, fundo, as bolas batendo na minha bunda molhada.
– Toma essa vara, putinha. Buceta apertada do caralho.
Mordia meu pescoço, minhas costas, xingando sem parar.
– Cadela safada… dando pra sogro… traidora… gosta de pica de coroa né?
– Gosto… fode mais… me fode gostoso… aaaahhh!
Fodemos uns bons dez minutos naquela posição, água caindo. Ele me virou, me colocou de quatro na banheira, metendo de novo, batendo fundo.
– Olha esse cu piscando… vou comer ele depois.
Eu rebolava, desesperada.
– Vou gozar de novo… na sua pica… porraaa… aaaahhh!
Ele gozou junto, enchendo minha buceta de porra quente, jatos fortes.
– Toma toda a porra do sogro… encheu essa xoxota… que delícia.
Ficamos ali, ofegantes. Depois saímos, nos arrumamos e voltamos. Na estrada, ele ainda passava a mão na minha coxa.
– Isso fica entre nós, hein? – ele disse.
– Claro… mas quero mais – respondi, sorrindo safada.
Cheguei em casa à noite, meu namorado me esperava. Dei um beijo nele, ainda sentindo o gosto do pai, a buceta latejando com a porra do sogro escorrendo na calcinha.
Dias depois, o tesão voltou mais forte. Meu sogro me chamou pra “ajudar” em outro serviço. Dessa vez eu já sabia o que ia rolar. Entrei no carro dele de saia curta, sem calcinha. No caminho, ele já enfiou a mão entre minhas pernas.
– Buceta molhada já? Safada.
– Tô louca pra sentar nessa pica de novo – confessei.
Ele parou no mesmo motel. Quarto maior. Mal fechou a porta, me jogou na cama. Tirou tudo rápido. A pica dele já babando.
– Chupa, vadia.
Eu chupei com mais vontade, babando na vara, engolindo até o fundo da garganta. Ele gemia rouco.
– Que garganta profunda… engole tudo, putinha.
Depois me fodeu de lado, uma perna erguida, metendo devagar no começo, depois acelerando.
– Olha como sua buceta engole minha pica… apertadinha… geme pra mim.
– Aaaahh… mais forte… me arromba… sogro delícia… – eu gritava, gemendo desesperada.
Ele me virou de bruços, levantou minha bunda e enfiou no cu devagar. Primeiro a cabeça, depois o resto.
– Aiiii que cu apertado… vai devagar… aaaaiii… tá entrando tudo…
– Relaxa, vadia. Esse cu é meu agora.
Metia no cu com força, estocadas fundas, mão no meu grelo esfregando.
– Goza no meu cuzinho… enche ele de porra… – pedi, enlouquecida.
Ele gozou, enchendo meu intestino. Depois virou e me fez sentar na cara dele, esfregando a buceta na boca enquanto eu mamava a pica.
Dias viraram semanas. Encontros escondidos, rapidinhas no carro, foda completa no motel.
A relação virou vício. Eu vivo molhada só de pensar na pica dele. Ele vive duro pensando na minha buceta e cu. E o melhor: ninguém suspeita. À noite eu dormo com o namorado, de dia dou pro meu sogro com tudo.
Enviado ao Te Contos por Mirela

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