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Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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â¶ đąđĄđđŹ đ đđĄđ
hwang hyunjin x fem!reader
warnings: super famous hyunjin, confident reader, suggestive
đ he's mine · MoKenStef
THE APARTMENT was quiet in a comfortable way, filled only by the low sound of the television and the clinking of the glass in your hand.
on your phone screen, another edit. and another, and another.
and another one.
Hwang Hyunjin in slow motion leaving a fashion show in Paris like it had been engineered in a lab specifically to destroy the female publicâs sanity.
black coat slipping off his shoulders, tired gaze, rings shining on his fingers while he fixed his hair.
in the comments, a collective apocalypse:
âHE KNOWS THE EFFECT HE HASâ
âthis man ruined my lifeâ
âI would let him step on meâ
you let out a small laugh through your nose, resting your chin on your hand, the worst part was that you understood them, you really did.
Hyunjin was handsome in an irritating way.
almost unfair.
the kind of man that seemed to always exist under cinematic lighting, even in shaky airport videos.
the annoying part was that he was a handsome man, and he knew it.
the pop-up notification appeared on the screen, making you leave TikTok and open WhatsApp:
babe đ§Ą
iâm here, princess!
you took another sip of wine while waiting, less than two minutes later, the door code was typed from outside, and then he walked in.
the suitcase bumped lightly against the wall as it was dropped near the entrance.
Hyunjin looked exhausted.loose black hoodie. mask pulled down to his chin. messy travel hair. heavy sleepy eyes.
and still⊠beautiful, absurdly beautiful.
his eyes found you in the kitchen almost instantly, as if automatically searching.
â you didnât even come to greet me? â â his voice came out low, hoarse from the trip.you slowly lifted your phone.
â i was busy watching this mess â
he narrowed his eyes immediately.
â oh no â you laughed.
â Hyunjin, this girl said you two are spiritually married â â you started reading the comments out loud, getting closer to him.
â good for her â
â this one called you daddy! â
Hyunjin let out a tired sigh, walking slowly toward you.
â babe â â he squeezed your waist.
â hm? â
â put that phone down â
his calm tone didnât fool anyone, you knew him too well.Hyunjin stopped in front of you, sliding his hands slowly over your waist while you were still holding your unlocked phone showing his edits.his fingers gently pressed the fabric of your shirt.
â i spent the whole day hearing people scream my name â â he murmured, leaning his face closer to yours. â â and then i get home and youâre ignoring me because of me. â
you bit back a smile, sooo dramatic.
â poor k-pop sex symbol, it must be so hard being pretty. â â you pouted dramatically. he finally let out a short nasal laugh.
â you think itâs funny until someone tries to steal your boyfriend. â â he started drawing small invisible circles on your waist
.â no oneâs gonna steal you. â â you didnât even really look at him, you knew exactly what you meant, you were sure.
â i know â â he answered softly.
since you started dating, even with his wish, you never wanted to appear publicly with him, because you didnât want to lose your peace.
even though close friends said it would work as âprotectionâ for your relationship, you didnât care.
the whole world could want him to the point of madness, but at the end of the night, it was you wearing his shirt with nothing but underwear underneath.
it was you holding a glass of wine while he buried his face in your neck, tired from the trip.
Hyunjin snatched the phone from your hand without warning.
â hey! â â you pouted, watching the smile grow on his face.
â enough of my edits for today. â
â jealous of your own fandom? â â you raised an eyebrow.
â i miss you. â the answer came out so simple it made your chest tighten a little, he dropped the phone on the sofa without even looking where it landed, going back to holding your waist right after.
â come here â â he murmured, pulling you toward the bedroom.
damn, maybe the girls in the comments were right about one thing: it was impossible to say ânoâ to him.
e esse hit aqui na minha outra conta?
âââââ · â đđđđđđđ
â â (Ningning x Leitora)
â â đł ËâË⥠· đșđÌđđđđ: Smut.
â â đł ËâË⥠· đŽđŁđđ đđ : MDNI, wlw, 69, amigas com benefĂcios, sexo oral, masturbação explĂcita, dirty talk, conteĂșdo sexual explĂcito, linguagem imprĂłpria.
â â đł ËâË⥠· đđđĄđ: Oi sapatinhas do tumblr.com
Yizhuo tem absoluta certeza que é hétero, que não sente qualquer tipo de atração por outras mulheres. No entanto, é curiosa, ao menos essa tem sido a desculpinha dela pra pegar a melhor amiga.
DĂĄ pra dizer que ela veio com esse papo de âcuriosidadeâ praticamente do nada. Disse que viu em alguma sĂ©rie que anda acompanhando duas mulheres se relacionando e ficou um tantinho intrigada, e com quem mais ela poderia contar para tentar uma provĂĄvel experiĂȘncia se nĂŁo a garota que topa toda e cada ideia torta dela?
Ah, chega a ser meigo como deram os primeiros passos, um selinho aqui e ali se tornando um beijĂŁo de lĂngua, ainda que em mais da metade do ato tenham sido sĂł risadas bobas de ambos os lados.
Surpreendentemente, foi melhor do que Yizhuo esperava, como se nunca tivesse sido tĂŁo excitante assim pra ela antes sĂł beijar alguĂ©m, a manchinha pegajosa que melou a calcinha dela que o diga. Ficou instigada, sim, ela de repente queria muito mais alĂ©m disso, e com isso a espertinha começou a inventar desculpas novas toda vez que vocĂȘs ficavam sozinhas: vinha com uns papinhos furados do tipo "como serĂĄ que deve ser tocar em outra garota daquele jeito, nĂ©?", "sĂł entre a gente aqui⊠vocĂȘ tambĂ©m tem curiosidade de saber a sensação que Ă© chupar um peitinho?". Pobre Yizhuo, acreditava mesmo que estava te fazendo de boba com essa conversa fiada de explorar, sanar dĂșvidas e blĂĄ blĂĄ blĂĄ, mal sabia que a Ășnica tontinha da histĂłria era ela, que vocĂȘ sĂł estava aproveitando esse teatrinho dela pra brincar com o corpinho da garota.
Mas a essa altura, a brincadeira jĂĄ estava em outro nĂvel. O interesse da vez era descobrir como serĂĄ que era dar e receber uma chupada ao mesmo tempo entre duas mulheres. E lĂłgico que vocĂȘ, como a boa amiga prestativa que Ă©, topou mais uma vez tirar a prova.
Em cima da cama bagunçada, vocĂȘs jĂĄ estĂŁo nisso hĂĄ um bom tempo, os corpos nus brilhando de suor que o digam, tĂŁo grudentinhos e pegajosos contra uma a outra. Yizhuo continua ali montada em cima do seu rostinho, virada na direção oposta Ă sua, esfregando a bucetinha safada sobre sua boca num ritmo que beira o desesperado.
A raba dela roça desinibida na sua cara, a xoxotinha toda besuntada pela lambança dos prĂłprios fluidos e mais sua saliva. Ah, mas Yizhuo tambĂ©m faz o papel dela, mantĂ©m suas pernas bem abertinhas pra ela enquanto a boquinha esfomeada se debulha com o melzinho da sua buceta, uma pena vocĂȘ nĂŁo conseguir enxergar aquele rostinho lindo todo lambuzado.
Suas mĂŁos se firmam com força no quadril da garota, impedindo que ela se mova demais ou mesmo que escape da sua lĂngua faminta.
â Hmm... mais rĂĄpido... por favor, eu tĂŽ quase, vai! â Yizhuo choraminga, embora vocĂȘ mal consiga ouvir pela voz abafada. O barulhinho da sucção que vocĂȘ faz no clĂtoris dela soa alto, tĂŁo sujinho, ela sente suas lufadas de ar batendo naquele buraquinho intocado enquanto sua lĂngua imerge na entradinha dela.
As perninhas tremem de automĂĄtico, ela aperta os dedinhos ainda mais sobre suas coxas enquanto o gemidinho reverbera por toda sua bucetinha. Porra, seu gostinho Ă© tĂŁo delicioso a ponto dela sequer conseguir desgrudar a lĂngua de vocĂȘ mesmo cansada, leva uma das mĂŁos ao seu meinho e com os dedos espaça os lĂĄbios, deixando seu grelinho bem mais exposto pra ela. Lambe, chupa, sacode a lĂngua ali e brinca com seu pontinho nervoso enquanto sente suas pernas tentando se fechar ao redor da cabeça dela. VocĂȘ geme tĂŁo escandalosa o nome da garota, entra na pilha dela e troca a lĂngua pelos dedos, soca na bucetinha enquanto volta a atenção tambĂ©m ao clĂtoris inchadinho. Sente como a frestinha dela pulsa ao redor dos seus dĂgitos e aumenta o ritmo, entra e sai bem rapidinho.
Yizhuo chora baixinho contra sua buceta, soltando um gemidinho agudo e sĂŽfrego quando sua lĂngua pressiona o grelinho dela outra vez e seus dedos raspam naquele lugarzinho especĂfico dentro.
â Pra alguĂ©m que sĂł tava curiosa tu tĂĄ bem empolgadinha, nĂ©? â Solta o botĂŁozinho babado dela num estalo, mordisca com vontade um lado da bunda dela quando a sente resmungar sĂł de pirraça. â Hmm vai, lindinha, goza pra sua amiguinha, vai. Em prol da sua experiĂȘncia. â Riem juntinhas. Bom⊠tudo pela curiosidade e principalmente pela amizade, nĂ©?
Gostou? DĂĄ uma forcinha aĂ! Uma curtida, um reblog ou um comentĂĄrio sĂŁo mais do que suficientes para eu saber que vocĂȘ se agradou com meu conteĂșdo :)
Até a próxima, bjsss <3
a dor da mulher bissexual que nĂŁo tem uma amizade com benefĂcio (eu
( â¶. ) đđ”đČ đđđœđČđżđđđ¶đđ¶đŒđ» ââ âđđđ.â
đđđđđđđ. âEm noites como esta, era impossĂvel domar a đđŒđŻđČđżđŻđź sob suas unhas â nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque đđđ±đČ sabia exatamente o quanto vocĂȘ precisava do đČđŽđŒ enorme dele.â
âââ đ»đźđșđŒđżđźđ±đŒ! đ·đđ±đČ đŻđČđčđčđ¶đ»đŽđ”đźđș Ă đčđČđ¶đđŒđżđź. đđđ§đđâ·đ„đđ: smut. đŁđđđđ©đ„đđŠ: 3333. đđ©đđŠâ·đŠ: tem castigo do monstro (denial), size kink (big dick jude), leve objetificação, cum play, dois centavos de pain kink, penetração desprotegida. âââ đĄâ·đ§đđŠ: eu entrei aqui achando que era a disney e hoje em dia escrevo com jogador de futebol.
A abstinĂȘncia sexual em atletas nĂŁo tem efeito comprovado antes de competiçÔes. VocĂȘ sabe disso. Jude sabe disso. PorĂ©m, saber nunca impediu as tendĂȘncias antiquadas do homem que gostava do âcerto pelo certoâ se o assunto era a prĂłpria carreira â mesmo quando nĂŁo havia base cientĂfica alguma. Na verdade, ele parecia especialmente se agarrar Ă s coisas mais ilĂłgicas possĂveis por algum motivo. E te irritava que ele nĂŁo tivesse largado a mĂŁo da superstição nem mesmo quando vocĂȘ estava se dando ao trabalho de desobedecer mais uma das crendices do seu namorado sĂł por estar cheia de saudades.
Quer dizer, que homem em sĂŁ consciĂȘncia larga a prĂłpria mulher toda fogosa e carente na cama dele e sai para jantar com os colegas de trabalho? VocĂȘ ainda nĂŁo tinha uma resposta concreta. A âtradiçãoâ nasceu logo apĂłs o jogo de estreia e o seu namorado se recusava a deixĂĄ-la morrer sob a justificativa de que aquele havia virado um ritual de vitĂłria e, por mais que vocĂȘ quisesse contrariĂĄ-lo, parecia estar funcionando. VocĂȘ nĂŁo estaria sendo tĂŁo amarga sobre toda essa situação se Jude estivesse cumprindo verdadeiramente com as atribuiçÔes dele enquanto seu homem â a constĂąncia da vida sexual de vocĂȘs havia decaĂdo drasticamente com essa histĂłria de abstinĂȘncia, ainda que a libido permanecesse igual ou mesmo maior que antes.
Era incĂŽmodo o quanto tinha que esperar e se privar, pois sĂł se via livre do hĂĄbito maldito quando seu namorado finalmente jogava e ficava âdesimpedidoâ por pelo menos uma semana, sĂł que isso estava longe de ser suficiente. E hoje deveria ser seu dia de sorte, porĂ©m a ocorrĂȘncia infeliz, que, segundo Jude, realmente nĂŁo poderia ser adiada, ainda estava de pĂ©: a equipe precisava sair para jantar.
âVem aqui fazer âpra mim, vida.â, o dono do seu mau humor repetiu o pedido pelo que deveria ser a terceira vez em menos de dez minutos. A voz vinha de dentro do banheiro e, ainda que o quarto do hotel fosse estupidamente grande, vocĂȘ jurava que sentia ela ecoar bem no seu ouvido. âPor favorâŠâ, o modo exagerado de arrastar as palavras te arrancou um sorriso, Jude era dramĂĄtico de um jeito caricato, mas nĂŁo agia feito um bebezĂŁo na frente de qualquer um. âSĂł vocĂȘ sabe fazer como eu gosto.â
VocĂȘ tentou nĂŁo fazer alarde com os prĂłprios passos quando se apoiou no batente da porta muito Ă contragosto, queria ao menos pegĂĄ-lo de surpresa quando aparecesse, porĂ©m Jude jĂĄ estava olhando quando vocĂȘ chegou.
âVocĂȘ nĂŁo quer mesmo que eu vĂĄ, nĂŁo Ă©?â, se referiu ao seu jeito aborrecido de encarĂĄ-lo e um sorriso provocativo surgiu na boca bonita.
âNĂŁo.â, nem ao menos tentou soar indiferente. Havia feito o seu drama no momento em que finalmente conseguiu ficar Ă sĂłs com seu namorado, ele jĂĄ conhecia o chĂŁo no qual estava pisando. Empurrou Jude pelo quadril quando se aproximou, mas somente o suficiente para se colocar entre ele e a bancada da pia. Apoiando as mĂŁos nas margens sinalizou que precisava de ajuda para se sentar ali a fim de compensar a diferença de altura â durante toda a interação se recusou a falar propriamente, era uma mulher de poucas palavras sob frustração. O homem ergueu seu corpo ainda sorrindo, parecia se deleitar no jeitinho marrento.
Dar um toque final no cabelo dele foi o que te restou para fazer, afinal ele jĂĄ havia adiantado metade do serviço nos dez minutos em que gastou resmungando sobre preferir que vocĂȘ o finalizasse. O excesso de ĂĄgua ainda escorria pelo pescoço dele quando tudo terminou, mesmo que vocĂȘ se esforçasse para recolher o lĂquido usando uma toalha de mĂŁo. Estava comicamente apĂĄtica, nem o corpo gostoso do seu homem ainda Ășmido pelo banho parecia trazer luz aos seus olhos.
âTĂŽ orgulhosa de vocĂȘ.â, murmurou, a atenção concentrada nos olhos dele.
âVocĂȘ jĂĄ disse isso.â, ele retrucou, tirando a toalhinha das suas mĂŁos para fazer vocĂȘ abraçar o pescoço dele entre elas.
âE quero dizer de novo.â, deu de ombros. O biquinho natural que descansava na sua boca foi preso entre os lĂĄbios dele e a carĂȘncia logo se rendeu entre os estalinhos molhados que encheram o cĂŽmodo. âNem parece que vocĂȘ âtĂĄ com vontade de irâŠâ, sussurrou cheia de dengo, brincando com a pontinha da lĂngua contra a dele.
âTĂŽ esperando vocĂȘ tentar me convencer a ficar.â, ele riu de canto, uma das mĂŁos se enchendo com o cabelo da sua nuca.
âDe novo?â, se afastou rapidinho sĂł para questionar numa incredulidade cĂnica. Ele quis rir mais, porĂ©m preferiu retornar Ă brincadeira gostosa das lĂnguas de vocĂȘs dois. E, para quem era sonso o suficiente ao ponto de fingir que nĂŁo estava a fim de foder naquele exato momento, Jude estava sendo fogoso demais. Os cantinhos da boca se esticavam num sorriso sujo enquanto ele chupava seus lĂĄbios forte ao ponto de deixĂĄ-los inchadinhos, latejando sob o toque. As mĂŁos eram tĂŁo descaradas quanto, apertando cada canto sĂł para te lembrar que o seu corpinho nĂŁo era nada dentro do toque dele â era frĂĄgil, simples de quebrar.
E, porra, vocĂȘ tremia, rendia-se fĂĄcil. Os peitinhos jĂĄ latejando sob a imaginação de serem engolidos com tanto gosto quanto sua boca estava sendo. Ergueu o quadril da bancada para buscar pelo dele, jĂĄ tinha se melado inteira desde o momento em que cruzou a porta daquela suĂte â nĂŁo iria fingir o contrĂĄrio. Esbarrou na toalha que cobria o volume avantajado, mas isso nĂŁo te desencorajou a levantar o tecido da camiseta que vocĂȘ vestia, enrolando o tecido folgado como pĂŽde. Tampouco quis disfarçar que a intenção era exibir a calcinha minĂșscula que havia escolhido sĂł para ele, talvez fosse a Ășltima chance de conseguir qualquer coisa antes de se ver sem o homem.
âVocĂȘ Ă© linda.â, ele correu os olhos pelo seu corpo, ainda buscando fĂŽlego ao afastar a boca da sua. E a doçura fingida de Jude fazia sua cabeça arder em afobação. Em qualquer outra situação esse nĂŁo seria o caso, mas nĂŁo sabia como evitar: nĂŁo estava carente disso. O corpo claramente reclamava a falta de uma foda bem gostosa, de ser pega com vontade atĂ© cair exausta na cama.
Nem por um segundo achou que abrir a boca para argumentar seria a solução pro seu problema â tinha o fracasso das outras quatro tentativas pesando no seu julgamento. Jude nĂŁo começaria nada contigo que nĂŁo tivesse tempo para terminar e vocĂȘs dois sabiam que quando começavam nunca dava para parar. VocĂȘ soltou o ar baixinho em chateação, suas opçÔes esgotando.
âO que Ă© essa carinha, hm?â, indagou num selo molhado aquilo que ele jĂĄ sabia bem a resposta. âĂ âpra eu falar que vocĂȘ âtĂĄ sexy, amor?â, questionou outra vez, os olhos bebendo a expressĂŁo irritada no seu rostinho. âVocĂȘ âtĂĄ sexy, bebĂȘ. Sempre âtĂĄ.â, pode ter soado atĂ© meio abobado, porque realmente era gamado no jeitinho que vocĂȘ agia quando ficava toda carentinha de sexo, parecia prestes a fazer de tudo sĂł para conseguir um carinho mais safado. âGostosa âpra caralho.â, afirmou como se fosse senso comum.
E Jude fosse inteligente o bastante saberia que ouvir isso era bom:
âMas nĂŁo Ă© suficienteâŠâ, ele murmurou baixinho, te conhecia bem demais. âTĂĄ toda afobada porque eu nĂŁo te comi ainda, nĂŁo tĂĄ?â, a pergunta passou direto pelos seus ouvidos, focada demais em derreter dentro do aperto gostoso que nĂŁo deixava a sua cintura. Mal registrou quando ele praticamente colou a boca contra a sua orelha: âEntĂŁo tenho que falar que âtĂŽ louco âpra abrir essa xotinha inteira no meu pau.â, o sussurro fez a pele arder, Ă© desnecessĂĄrio falar que se contraiu completamente â quase gemendo sĂł de escutar. âQue quero fazer essa boquinha de buceta e te colocar âpra me mamar a noite toda, bem gostoso.â, instigou mais um pouco, era um tesĂŁo do caralho. Seu coração palpitava dentro das suas orelhas quando ele se afastou. âĂ âpra falar assim?â, te olhou nos olhos, o tom de voz voltando ao normal. âĂ, amor?â
Jude tinha uma vocação fodida para ser arrogante e vocĂȘ todos os dias agradecia aos cĂ©us que esse nĂŁo fosse realmente o caso. Quer dizer, Ă© mais canalhice e provocação que qualquer outra coisa quando ele resolve te encher o saco. NĂŁo Ă© novidade que o homem gosta de agir todo cheio de si sĂł para te deixar molinha, o ego queimando nas chamas da adrenalina depois de uma disputa tĂŁo intensa â especialmente uma na qual a participação dele foi tĂŁo brilhante.
âPorra, vocĂȘ Ă© um filho da putaâŠâ, vocĂȘ protestou baixinho, porque a vontade sequer era de realmente ofender â sĂł nĂŁo sabia lidar com o quĂŁo corroĂda por tesĂŁo sua mente estava. A expressĂŁo de deleite do homem nĂŁo fez nada alĂ©m de sobrecarregar mais um pouquinho. Em noites como esta, era impossĂvel domar a soberba sob suas unhas â nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque Jude sabia exatamente o quanto vocĂȘ precisava do ego enorme dele.
Deitou a cabeça no ombro largo, o corpo enfraquecendo só de sentir o volume tão apertadinho contra sua intimidade quando tudo o que conseguiu fazer foi forçar o quadril contra o dele um pouco mais.
âMe fodeâŠâ, implorou sem inibição alguma, atĂ© a voz de putinha que saiu da sua garganta nĂŁo passou por filtro algum na sua mente.
âVocĂȘ Ă© tĂŁo teimosa.â, te recriminou como se nĂŁo tivesse tornado tudo pior. Um filho da puta, vocĂȘ mesma jĂĄ havia dito.
âColoca em mim sĂł um pouquinho.â, pediu mansinha, de um jeito quase sonolento. As unhas correram pelo torso forte atĂ© alcançar a barra da toalha, como se jĂĄ soubesse que receberia um sim. âEu gozo rapidinho.â, a boquinha molhada largou beijinhos desde o ombro atĂ© a orelha do homem.
âAmor-â
âEu prometo.â, reforçou, os dedinhos jĂĄ se enchendo com o caralho coberto pelo tecido. âNĂŁo vou te forçar a ficar. SĂł me come um pouquinhoâŠâ, jĂĄ lhe faltavam forças para pedir, era insuportĂĄvel quando necessitada desse jeito â nĂŁo sossegava atĂ© conseguir o que queria. As sobrancelhas dele se apertaram junto com os olhos, a decisĂŁo provavelmente correndo nos pensamentos. Assistiu-o se esticar atĂ© o canto da bancada, dando dois toques na tela do telefone para checar o horĂĄrio.
âVai reclamar depois?â, perguntou ameno demais para alguĂ©m que nĂŁo queria ter se rendido tĂŁo fĂĄcil.
âNĂŁo vou.â, vocĂȘ negou rapidinho com a cabeça, quase suspirando em alĂvio.
âPor quĂȘ nĂŁo pede âpra eu te chupar, hm?â, os braços fortes te encurralaram contra o espelho, roçando a boquinha na sua. âĂ mais fĂĄcil.â
âPorque eu quero dar âpra vocĂȘ.â, soou penosa demais e isso fez o homem gargalhar baixinho.
âJusto.â, chupou seus lĂĄbios devagarinho, soltando a toalha da cintura enquanto te ouvia suspirar baixinho dentro da boca dele.
No entanto, a menção nĂŁo havia sido em vĂŁo, Jude nĂŁo dava ponto sem nĂł. Selou desde o seus tornozelos atĂ© a intimidade quentinha assim que finalmente te livrou da calcinha. Prendeu seu pontinho entre os lĂĄbios, grunhindo baixinho enquanto mamava. A cabeça se movia inquieta pros lados, esfregando o lugarzinho no processo. A barbinha fazia arder, mas era tĂŁo bom. Jude era frenĂ©tico, esfomeado, abria a boca como se tentasse encaixar sua bucetinha inteira dentro dela. Ergueu os olhos para enfim notar o quĂŁo paciente vocĂȘ parecia, mesmo quando tudo o que conseguia fazer era choramingar pela sensibilidade.
âJĂĄ se melou âpra caralho, vida. Nem preciso mamar essa bucetinha.â, beijou seu pontinho com delicadeza uma Ășltima vez como se fosse algo puro, imaculado. Mordeu o interior de cada uma das coxas, lambendo a marquinha que os dentes deixaram. Subia aos poucos, nem o tecido da camiseta foi capaz de diminuir o calor que sentiu quando ele finalmente beijou seus seios, ou quando deixou uma lambida quente no seu pescoço. Mas foi a lĂngua molhando a pontinha da sua orelha que te trouxe de volta a tempo de gemer baixinho quando ele voltou para sorver a pele do seu pescoço entre os dentes.
A distração te tirou o privilĂ©gio de ver ele esfregando a cabecinha melada contra as dobrinhas da sua buceta, os dedos experientes espalharam o melzinho no resto da extensĂŁo porque nenhum cuidado era demais. Estava tĂŁo excitada que nem reclamou quando ele forçou, o começo sempre deslizava gostosinho â o problema de verdade sĂł começava quando passava da glande. Mal teve tempo para se enganar e fingir que aguentaria Jude inteirinho sem reclamar, a entradinha logo se apertou todinha, obrigando-o a parar por ali.
âAmorâŠâ
âShhhh⊠Eu seiâŠâ, selou seu pescoço outra vez. Era versado naquilo, tanto que saiu com cuidado, voltando devagarinho sĂł atĂ© onde a bucetinha deixava â estocando um pouquinho mais da metade. Acolheu seus peitinhos entre os dedos, puxando os biquinhos na tentativa de levar seu foco para outra coisa.
Porém não adiantava, o barulhinho molhado fazia suas costas se arrepiarem, sentia o estÎmago revirar só de pensar no quanto pingava por Jude. Quase deitou o corpo na bancada para apoiar um dos pés na borda e choramingou baixinho quando conseguiu suporte para se foder sozinha com muito esforço.
As coxas formigavam, manter as perninhas abertas estava te fazendo queimar. Mordia um sorrisinho safado entre os dentes, a entradinha ardia para tentar receber ao menos metade do homem â Jude realmente estava te deixando mal acostumada. Largou o peso do torso num braço sĂł, a outra mĂŁo deslizando atĂ© o meio das coxas na tentativa de dilatar mais a bucetinha. Esticou a pele com os dedos o quanto conseguiu, precisava se abrir inteirinha para fazer ele caber.
Um engasgo sĂŽfrego travou na garganta quando ele forçou mais um pouquinho da extensĂŁo. Tanto que mal conseguiu continuar rebolando, se rendendo a um movimento errĂĄtico, meio ridĂculo â nĂŁo conseguia parar, nĂŁo dava para parar. Uma delĂcia, nĂŁo era possĂvel nem para se contrair direito. As perninhas agonizavam e nĂŁo sabia como retomar o controle delas.
âTĂĄ fraca, amor?â, apoiou os braços ao lado do seu corpo outra vez para te cercar contra o mĂĄrmore. A proximidade fez entrar mais um pouquinho e suas coxas quase desistiram. âNĂŁo fecha.â, apertou a carne entre os dedos segurando-as no lugar.
âVai machucarâŠâ, resmungou rouquinha, o corpo tremendo num tesĂŁo nojento.
âVai?â, ele mordeu um sorrisinho sonso. âEu tiro entĂŁo, minha vida.â, ameaçou cumprir com o que disse e vocĂȘ se desesperou.
Droga, estava tĂŁo molhadinha e ainda assim nĂŁo dava para aguentar? Era injusto. NĂŁo era nenhuma virgenzinha estĂșpida, queria dar com gosto, ficar burrinha de pica. Irritou-se, mesmo frĂĄgil, queria tanto⊠as pernas se enlaçaram em volta do quadril dele, puxou num solavanco â a Ășnica sorte sendo que ele era forte demais para se deixar levar.
âSe eu empurrar aĂ Ă© que vai machucar de vez.â, alertou cauteloso e isso pareceu te deixar ainda mais irritadiça.
âFaz caber entĂŁo, Jude.â, resmungou, socando dois dedinhos na boca para molhĂĄ-los e logo esfregando seu grelinho com afinco porque queria se fazer relaxar a todo custo. âPorra, vocĂȘ âtĂĄ com dĂł pareceâŠâ, definitivamente saiu sem pensar, o desejo mexia com sua cabecinha de jeitos estranhos.
O homem ergueu as sobrancelhas e um sorriso desacreditado despontou na boca, nĂŁo havia gostado minimamente de ser desafiado assim. Tirou o pau devagarinho sĂł para assistir seu rostinho se contorcer em desgosto, as mĂŁos calejadas castigando sua cintura para garantir que vocĂȘ nĂŁo se movesse um centĂmetro sequer.
âCala a boca.â, o timbre desceu num murmĂșrio firme, calmo ao ponto de ser desconcertante. âNĂŁo pede o que vocĂȘ nĂŁo aguenta.â, forçou a cabecinha novamente, a entradinha babona se alargando mais fĂĄcil que da primeira vez. O carinho no seu pontinho se tornou mais letĂĄrgico, mais gostoso â conseguiu atĂ© mesmo voltar a se foder devagarinho.
âVocĂȘ sabe que eu aguento.â, sussurrou burrinha, claramente nĂŁo dava mais atenção ao que dizia.
âAguenta?â, desafiou, forçando mais um pouco para dentro. âMe responde.â, socou lentinho, vendo seus olhinhos revirando por baixo das pĂĄlpebras.
âJude, porraâŠâ
âSabe o que âcĂȘ vai fazer quando eu terminar, amor?â, indagou baixinho. VocĂȘ, no entanto, estava ocupada demais se tocando, gemendo cheia de dengo. âEu tĂŽ falando com vocĂȘ.â, estocou mais forte, fazendo seu corpo saltar, os olhos abrindo. âSabe?â
âN-nĂŁo...â
âAh, vocĂȘ sabe sim, meu amor.â, o jeito que forçava o caralho melado em nada combinava com o quĂŁo atencioso ele soou. âVocĂȘ vai ficar aqui quietinha me esperando.â, as mĂŁos grandes envolveram seus rosto. âEsquentando meu travesseiro.â, se inclinou, mordendo seu queixo com carinho. âE vai abrir essa bucetinha bem gostoso âpra eu meter quando voltar, tĂĄ ouvindo?â, ameaçou selar sua boca, mas sĂł o fez quando te viu confirmar com a cabeça. âJĂĄ deixei molhadinha âpra ajudar, nĂŁo deixei?â, indagou baixinho, fodendo o quanto cabia com lentidĂŁo. VocĂȘ concordou com a cabeça outra vez â estava estĂșpida âpra caralho, as perninhas tĂŁo fracas que sabia bem o que estava por vir. âEntĂŁo se vira.â, deixou dois tapinhas leves no seu rosto. âGoza âpra eu nĂŁo me atrasar.â
Tornou-se mais bruto, judiando da bucetinha sensĂvel que nĂŁo parava de expulsar o melzinho quente. Sua voz se tornou esganiçada, quase ininteligĂvel, sĂł sabia gemer e implorar. E o homem pareceu ter perdido a paciĂȘncia enfim, pois substituiu seus dedinhos para fazer o trabalho inteiro sozinho â brincando com o grelinho que nĂŁo parava de pulsar.
âJudeâŠâ, soluçou contra a boca dele. âMe fode gostoso⊠assim, porraâŠâ, soava perdida, meio embaralhado. A bucetinha se apertava inteira sem que vocĂȘ pudesse controlar, pulsando em volta do caralho grosso como se quisesse expulsĂĄ-lo. Jude saĂa somente o suficiente para ser capaz de socar a glande avantajada no fundo do canalzinho que nĂŁo parecia disposto a se esticar mais para deixar ele entrar totalmente. âEu quero mais, amor⊠Mais⊠Porra, issoâŠâ, o chorinho se intensificou junto com o jeito que ele castigava seu clitĂłris, o polegar desenhando cĂrculos cada vez mais apertadinhos.
Era quase constrangedor o quanto soluçava quando percebeu o orgasmo chegando. Maltratava os låbios grossos do homem num beijo afoito, babando ele inteirinho na tentativa de disfarçar a própria manha. Ele sorria abertamente, mal retribuindo o beijo, porque te ouvir soando como uma ninfetinha desesperada parecia muito mais gostoso. Foi parar no abraço de Jude quando terminou de se molhar por completo, tão entorpecida que nem ouvia mais os próprios gemidos.
Deixou um som esganiçado escapar da garganta quando o homem se retirou rapidinho, usando somente um dos braços para envolver sua cintura com firmeza e evitar que vocĂȘ caĂsse contra o espelho. A mĂŁo livre envolveu o caralho pesado num aperto rude, Jude parecia fazer questĂŁo de pincelar os lĂĄbios da sua entradinha enquanto se punhetava com força.
VocĂȘ encarava a cena inerte, a mente ainda presa no estado que havia ficado sua intimidade. O local latejava por completo numa sensação vertiginosa, quente ao ponto de estar meio dormente; era confusa a sensação. NĂŁo precisava ver para ter certeza que estava tĂŁo esfoladinha que sequer conseguia se fechar propriamente quando pulsava, nĂŁo seria necessĂĄria a preocupação em se esticar â com certeza ainda estaria larguinha quando ele voltasse.
Subiu para observar o rosto dele, nĂŁo se surpreendendo ao encontrar o olhar fixo na sua bucetinha arruinada. Parecia claramente orgulhoso do estrago que havia feito, espalhando todos os resquĂcios do seu melzinho atĂ© alcançar as bolas cheias de porra. Apertou-as entre os dedos quando finalmente esporrou num gemido meio bruto, costumava soltar demais, porĂ©m ainda assim tentava jogar tudo no mesmo lugar â mirando exatamente no canalzinho judiado.
âEu jogo na boquinha quando voltar, âtĂĄ bom?â, a promessa veio entre arfares, conquistando sua atenção outra vez, jĂĄ que estava absorta demais em notar pela milĂ©sima vez que nem as mĂŁos grandes do seu namorado davam conta da piroca pesada. âMas tem que ser boazinha.â, a condição acompanhou um estalinho molhado na sua boca. Sorriu mansinha, tĂŁo cheia de dengo que parecia atĂ© mesmo bĂȘbada. Ganhou mais alguns antes que ele se afastasse com pressa, provavelmente atrasado.
âJude.â, chamou antes que ele atravessasse a porta. âSĂł uma hora.â, nem sabe de onde tirou forças para soar tĂŁo firme. Ganhou um sorriso sacana:
âVocĂȘ quem manda.â
meu marrom bombom delĂcia meu jogador meu atacante meu meteficha
( â¶. ) đđ”đČ đđđœđČđżđđđ¶đđ¶đŒđ» ââ âđđđ.â
đđđđđđđ. âEm noites como esta, era impossĂvel domar a đđŒđŻđČđżđŻđź sob suas unhas â nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque đđđ±đČ sabia exatamente o quanto vocĂȘ precisava do đČđŽđŒ enorme dele.â
âââ đ»đźđșđŒđżđźđ±đŒ! đ·đđ±đČ đŻđČđčđčđ¶đ»đŽđ”đźđș Ă đčđČđ¶đđŒđżđź. đđđ§đđâ·đ„đđ: smut. đŁđđđđ©đ„đđŠ: 3333. đđ©đđŠâ·đŠ: tem castigo do monstro (denial), size kink (big dick jude), leve objetificação, cum play, dois centavos de pain kink, penetração desprotegida. âââ đĄâ·đ§đđŠ: eu entrei aqui achando que era a disney e hoje em dia escrevo com jogador de futebol.
A abstinĂȘncia sexual em atletas nĂŁo tem efeito comprovado antes de competiçÔes. VocĂȘ sabe disso. Jude sabe disso. PorĂ©m, saber nunca impediu as tendĂȘncias antiquadas do homem que gostava do âcerto pelo certoâ se o assunto era a prĂłpria carreira â mesmo quando nĂŁo havia base cientĂfica alguma. Na verdade, ele parecia especialmente se agarrar Ă s coisas mais ilĂłgicas possĂveis por algum motivo. E te irritava que ele nĂŁo tivesse largado a mĂŁo da superstição nem mesmo quando vocĂȘ estava se dando ao trabalho de desobedecer mais uma das crendices do seu namorado sĂł por estar cheia de saudades.
Quer dizer, que homem em sĂŁ consciĂȘncia larga a prĂłpria mulher toda fogosa e carente na cama dele e sai para jantar com os colegas de trabalho? VocĂȘ ainda nĂŁo tinha uma resposta concreta. A âtradiçãoâ nasceu logo apĂłs o jogo de estreia e o seu namorado se recusava a deixĂĄ-la morrer sob a justificativa de que aquele havia virado um ritual de vitĂłria e, por mais que vocĂȘ quisesse contrariĂĄ-lo, parecia estar funcionando. VocĂȘ nĂŁo estaria sendo tĂŁo amarga sobre toda essa situação se Jude estivesse cumprindo verdadeiramente com as atribuiçÔes dele enquanto seu homem â a constĂąncia da vida sexual de vocĂȘs havia decaĂdo drasticamente com essa histĂłria de abstinĂȘncia, ainda que a libido permanecesse igual ou mesmo maior que antes.
Era incĂŽmodo o quanto tinha que esperar e se privar, pois sĂł se via livre do hĂĄbito maldito quando seu namorado finalmente jogava e ficava âdesimpedidoâ por pelo menos uma semana, sĂł que isso estava longe de ser suficiente. E hoje deveria ser seu dia de sorte, porĂ©m a ocorrĂȘncia infeliz, que, segundo Jude, realmente nĂŁo poderia ser adiada, ainda estava de pĂ©: a equipe precisava sair para jantar.
âVem aqui fazer âpra mim, vida.â, o dono do seu mau humor repetiu o pedido pelo que deveria ser a terceira vez em menos de dez minutos. A voz vinha de dentro do banheiro e, ainda que o quarto do hotel fosse estupidamente grande, vocĂȘ jurava que sentia ela ecoar bem no seu ouvido. âPor favorâŠâ, o modo exagerado de arrastar as palavras te arrancou um sorriso, Jude era dramĂĄtico de um jeito caricato, mas nĂŁo agia feito um bebezĂŁo na frente de qualquer um. âSĂł vocĂȘ sabe fazer como eu gosto.â
VocĂȘ tentou nĂŁo fazer alarde com os prĂłprios passos quando se apoiou no batente da porta muito Ă contragosto, queria ao menos pegĂĄ-lo de surpresa quando aparecesse, porĂ©m Jude jĂĄ estava olhando quando vocĂȘ chegou.
âVocĂȘ nĂŁo quer mesmo que eu vĂĄ, nĂŁo Ă©?â, se referiu ao seu jeito aborrecido de encarĂĄ-lo e um sorriso provocativo surgiu na boca bonita.
âNĂŁo.â, nem ao menos tentou soar indiferente. Havia feito o seu drama no momento em que finalmente conseguiu ficar Ă sĂłs com seu namorado, ele jĂĄ conhecia o chĂŁo no qual estava pisando. Empurrou Jude pelo quadril quando se aproximou, mas somente o suficiente para se colocar entre ele e a bancada da pia. Apoiando as mĂŁos nas margens sinalizou que precisava de ajuda para se sentar ali a fim de compensar a diferença de altura â durante toda a interação se recusou a falar propriamente, era uma mulher de poucas palavras sob frustração. O homem ergueu seu corpo ainda sorrindo, parecia se deleitar no jeitinho marrento.
Dar um toque final no cabelo dele foi o que te restou para fazer, afinal ele jĂĄ havia adiantado metade do serviço nos dez minutos em que gastou resmungando sobre preferir que vocĂȘ o finalizasse. O excesso de ĂĄgua ainda escorria pelo pescoço dele quando tudo terminou, mesmo que vocĂȘ se esforçasse para recolher o lĂquido usando uma toalha de mĂŁo. Estava comicamente apĂĄtica, nem o corpo gostoso do seu homem ainda Ășmido pelo banho parecia trazer luz aos seus olhos.
âTĂŽ orgulhosa de vocĂȘ.â, murmurou, a atenção concentrada nos olhos dele.
âVocĂȘ jĂĄ disse isso.â, ele retrucou, tirando a toalhinha das suas mĂŁos para fazer vocĂȘ abraçar o pescoço dele entre elas.
âE quero dizer de novo.â, deu de ombros. O biquinho natural que descansava na sua boca foi preso entre os lĂĄbios dele e a carĂȘncia logo se rendeu entre os estalinhos molhados que encheram o cĂŽmodo. âNem parece que vocĂȘ âtĂĄ com vontade de irâŠâ, sussurrou cheia de dengo, brincando com a pontinha da lĂngua contra a dele.
âTĂŽ esperando vocĂȘ tentar me convencer a ficar.â, ele riu de canto, uma das mĂŁos se enchendo com o cabelo da sua nuca.
âDe novo?â, se afastou rapidinho sĂł para questionar numa incredulidade cĂnica. Ele quis rir mais, porĂ©m preferiu retornar Ă brincadeira gostosa das lĂnguas de vocĂȘs dois. E, para quem era sonso o suficiente ao ponto de fingir que nĂŁo estava a fim de foder naquele exato momento, Jude estava sendo fogoso demais. Os cantinhos da boca se esticavam num sorriso sujo enquanto ele chupava seus lĂĄbios forte ao ponto de deixĂĄ-los inchadinhos, latejando sob o toque. As mĂŁos eram tĂŁo descaradas quanto, apertando cada canto sĂł para te lembrar que o seu corpinho nĂŁo era nada dentro do toque dele â era frĂĄgil, simples de quebrar.
E, porra, vocĂȘ tremia, rendia-se fĂĄcil. Os peitinhos jĂĄ latejando sob a imaginação de serem engolidos com tanto gosto quanto sua boca estava sendo. Ergueu o quadril da bancada para buscar pelo dele, jĂĄ tinha se melado inteira desde o momento em que cruzou a porta daquela suĂte â nĂŁo iria fingir o contrĂĄrio. Esbarrou na toalha que cobria o volume avantajado, mas isso nĂŁo te desencorajou a levantar o tecido da camiseta que vocĂȘ vestia, enrolando o tecido folgado como pĂŽde. Tampouco quis disfarçar que a intenção era exibir a calcinha minĂșscula que havia escolhido sĂł para ele, talvez fosse a Ășltima chance de conseguir qualquer coisa antes de se ver sem o homem.
âVocĂȘ Ă© linda.â, ele correu os olhos pelo seu corpo, ainda buscando fĂŽlego ao afastar a boca da sua. E a doçura fingida de Jude fazia sua cabeça arder em afobação. Em qualquer outra situação esse nĂŁo seria o caso, mas nĂŁo sabia como evitar: nĂŁo estava carente disso. O corpo claramente reclamava a falta de uma foda bem gostosa, de ser pega com vontade atĂ© cair exausta na cama.
Nem por um segundo achou que abrir a boca para argumentar seria a solução pro seu problema â tinha o fracasso das outras quatro tentativas pesando no seu julgamento. Jude nĂŁo começaria nada contigo que nĂŁo tivesse tempo para terminar e vocĂȘs dois sabiam que quando começavam nunca dava para parar. VocĂȘ soltou o ar baixinho em chateação, suas opçÔes esgotando.
âO que Ă© essa carinha, hm?â, indagou num selo molhado aquilo que ele jĂĄ sabia bem a resposta. âĂ âpra eu falar que vocĂȘ âtĂĄ sexy, amor?â, questionou outra vez, os olhos bebendo a expressĂŁo irritada no seu rostinho. âVocĂȘ âtĂĄ sexy, bebĂȘ. Sempre âtĂĄ.â, pode ter soado atĂ© meio abobado, porque realmente era gamado no jeitinho que vocĂȘ agia quando ficava toda carentinha de sexo, parecia prestes a fazer de tudo sĂł para conseguir um carinho mais safado. âGostosa âpra caralho.â, afirmou como se fosse senso comum.
E Jude fosse inteligente o bastante saberia que ouvir isso era bom:
âMas nĂŁo Ă© suficienteâŠâ, ele murmurou baixinho, te conhecia bem demais. âTĂĄ toda afobada porque eu nĂŁo te comi ainda, nĂŁo tĂĄ?â, a pergunta passou direto pelos seus ouvidos, focada demais em derreter dentro do aperto gostoso que nĂŁo deixava a sua cintura. Mal registrou quando ele praticamente colou a boca contra a sua orelha: âEntĂŁo tenho que falar que âtĂŽ louco âpra abrir essa xotinha inteira no meu pau.â, o sussurro fez a pele arder, Ă© desnecessĂĄrio falar que se contraiu completamente â quase gemendo sĂł de escutar. âQue quero fazer essa boquinha de buceta e te colocar âpra me mamar a noite toda, bem gostoso.â, instigou mais um pouco, era um tesĂŁo do caralho. Seu coração palpitava dentro das suas orelhas quando ele se afastou. âĂ âpra falar assim?â, te olhou nos olhos, o tom de voz voltando ao normal. âĂ, amor?â
Jude tinha uma vocação fodida para ser arrogante e vocĂȘ todos os dias agradecia aos cĂ©us que esse nĂŁo fosse realmente o caso. Quer dizer, Ă© mais canalhice e provocação que qualquer outra coisa quando ele resolve te encher o saco. NĂŁo Ă© novidade que o homem gosta de agir todo cheio de si sĂł para te deixar molinha, o ego queimando nas chamas da adrenalina depois de uma disputa tĂŁo intensa â especialmente uma na qual a participação dele foi tĂŁo brilhante.
âPorra, vocĂȘ Ă© um filho da putaâŠâ, vocĂȘ protestou baixinho, porque a vontade sequer era de realmente ofender â sĂł nĂŁo sabia lidar com o quĂŁo corroĂda por tesĂŁo sua mente estava. A expressĂŁo de deleite do homem nĂŁo fez nada alĂ©m de sobrecarregar mais um pouquinho. Em noites como esta, era impossĂvel domar a soberba sob suas unhas â nada seria capaz de apagar o sorrisinho presunçoso. Porque Jude sabia exatamente o quanto vocĂȘ precisava do ego enorme dele.
Deitou a cabeça no ombro largo, o corpo enfraquecendo só de sentir o volume tão apertadinho contra sua intimidade quando tudo o que conseguiu fazer foi forçar o quadril contra o dele um pouco mais.
âMe fodeâŠâ, implorou sem inibição alguma, atĂ© a voz de putinha que saiu da sua garganta nĂŁo passou por filtro algum na sua mente.
âVocĂȘ Ă© tĂŁo teimosa.â, te recriminou como se nĂŁo tivesse tornado tudo pior. Um filho da puta, vocĂȘ mesma jĂĄ havia dito.
âColoca em mim sĂł um pouquinho.â, pediu mansinha, de um jeito quase sonolento. As unhas correram pelo torso forte atĂ© alcançar a barra da toalha, como se jĂĄ soubesse que receberia um sim. âEu gozo rapidinho.â, a boquinha molhada largou beijinhos desde o ombro atĂ© a orelha do homem.
âAmor-â
âEu prometo.â, reforçou, os dedinhos jĂĄ se enchendo com o caralho coberto pelo tecido. âNĂŁo vou te forçar a ficar. SĂł me come um pouquinhoâŠâ, jĂĄ lhe faltavam forças para pedir, era insuportĂĄvel quando necessitada desse jeito â nĂŁo sossegava atĂ© conseguir o que queria. As sobrancelhas dele se apertaram junto com os olhos, a decisĂŁo provavelmente correndo nos pensamentos. Assistiu-o se esticar atĂ© o canto da bancada, dando dois toques na tela do telefone para checar o horĂĄrio.
âVai reclamar depois?â, perguntou ameno demais para alguĂ©m que nĂŁo queria ter se rendido tĂŁo fĂĄcil.
âNĂŁo vou.â, vocĂȘ negou rapidinho com a cabeça, quase suspirando em alĂvio.
âPor quĂȘ nĂŁo pede âpra eu te chupar, hm?â, os braços fortes te encurralaram contra o espelho, roçando a boquinha na sua. âĂ mais fĂĄcil.â
âPorque eu quero dar âpra vocĂȘ.â, soou penosa demais e isso fez o homem gargalhar baixinho.
âJusto.â, chupou seus lĂĄbios devagarinho, soltando a toalha da cintura enquanto te ouvia suspirar baixinho dentro da boca dele.
No entanto, a menção nĂŁo havia sido em vĂŁo, Jude nĂŁo dava ponto sem nĂł. Selou desde o seus tornozelos atĂ© a intimidade quentinha assim que finalmente te livrou da calcinha. Prendeu seu pontinho entre os lĂĄbios, grunhindo baixinho enquanto mamava. A cabeça se movia inquieta pros lados, esfregando o lugarzinho no processo. A barbinha fazia arder, mas era tĂŁo bom. Jude era frenĂ©tico, esfomeado, abria a boca como se tentasse encaixar sua bucetinha inteira dentro dela. Ergueu os olhos para enfim notar o quĂŁo paciente vocĂȘ parecia, mesmo quando tudo o que conseguia fazer era choramingar pela sensibilidade.
âJĂĄ se melou âpra caralho, vida. Nem preciso mamar essa bucetinha.â, beijou seu pontinho com delicadeza uma Ășltima vez como se fosse algo puro, imaculado. Mordeu o interior de cada uma das coxas, lambendo a marquinha que os dentes deixaram. Subia aos poucos, nem o tecido da camiseta foi capaz de diminuir o calor que sentiu quando ele finalmente beijou seus seios, ou quando deixou uma lambida quente no seu pescoço. Mas foi a lĂngua molhando a pontinha da sua orelha que te trouxe de volta a tempo de gemer baixinho quando ele voltou para sorver a pele do seu pescoço entre os dentes.
A distração te tirou o privilĂ©gio de ver ele esfregando a cabecinha melada contra as dobrinhas da sua buceta, os dedos experientes espalharam o melzinho no resto da extensĂŁo porque nenhum cuidado era demais. Estava tĂŁo excitada que nem reclamou quando ele forçou, o começo sempre deslizava gostosinho â o problema de verdade sĂł começava quando passava da glande. Mal teve tempo para se enganar e fingir que aguentaria Jude inteirinho sem reclamar, a entradinha logo se apertou todinha, obrigando-o a parar por ali.
âAmorâŠâ
âShhhh⊠Eu seiâŠâ, selou seu pescoço outra vez. Era versado naquilo, tanto que saiu com cuidado, voltando devagarinho sĂł atĂ© onde a bucetinha deixava â estocando um pouquinho mais da metade. Acolheu seus peitinhos entre os dedos, puxando os biquinhos na tentativa de levar seu foco para outra coisa.
Porém não adiantava, o barulhinho molhado fazia suas costas se arrepiarem, sentia o estÎmago revirar só de pensar no quanto pingava por Jude. Quase deitou o corpo na bancada para apoiar um dos pés na borda e choramingou baixinho quando conseguiu suporte para se foder sozinha com muito esforço.
As coxas formigavam, manter as perninhas abertas estava te fazendo queimar. Mordia um sorrisinho safado entre os dentes, a entradinha ardia para tentar receber ao menos metade do homem â Jude realmente estava te deixando mal acostumada. Largou o peso do torso num braço sĂł, a outra mĂŁo deslizando atĂ© o meio das coxas na tentativa de dilatar mais a bucetinha. Esticou a pele com os dedos o quanto conseguiu, precisava se abrir inteirinha para fazer ele caber.
Um engasgo sĂŽfrego travou na garganta quando ele forçou mais um pouquinho da extensĂŁo. Tanto que mal conseguiu continuar rebolando, se rendendo a um movimento errĂĄtico, meio ridĂculo â nĂŁo conseguia parar, nĂŁo dava para parar. Uma delĂcia, nĂŁo era possĂvel nem para se contrair direito. As perninhas agonizavam e nĂŁo sabia como retomar o controle delas.
âTĂĄ fraca, amor?â, apoiou os braços ao lado do seu corpo outra vez para te cercar contra o mĂĄrmore. A proximidade fez entrar mais um pouquinho e suas coxas quase desistiram. âNĂŁo fecha.â, apertou a carne entre os dedos segurando-as no lugar.
âVai machucarâŠâ, resmungou rouquinha, o corpo tremendo num tesĂŁo nojento.
âVai?â, ele mordeu um sorrisinho sonso. âEu tiro entĂŁo, minha vida.â, ameaçou cumprir com o que disse e vocĂȘ se desesperou.
Droga, estava tĂŁo molhadinha e ainda assim nĂŁo dava para aguentar? Era injusto. NĂŁo era nenhuma virgenzinha estĂșpida, queria dar com gosto, ficar burrinha de pica. Irritou-se, mesmo frĂĄgil, queria tanto⊠as pernas se enlaçaram em volta do quadril dele, puxou num solavanco â a Ășnica sorte sendo que ele era forte demais para se deixar levar.
âSe eu empurrar aĂ Ă© que vai machucar de vez.â, alertou cauteloso e isso pareceu te deixar ainda mais irritadiça.
âFaz caber entĂŁo, Jude.â, resmungou, socando dois dedinhos na boca para molhĂĄ-los e logo esfregando seu grelinho com afinco porque queria se fazer relaxar a todo custo. âPorra, vocĂȘ âtĂĄ com dĂł pareceâŠâ, definitivamente saiu sem pensar, o desejo mexia com sua cabecinha de jeitos estranhos.
O homem ergueu as sobrancelhas e um sorriso desacreditado despontou na boca, nĂŁo havia gostado minimamente de ser desafiado assim. Tirou o pau devagarinho sĂł para assistir seu rostinho se contorcer em desgosto, as mĂŁos calejadas castigando sua cintura para garantir que vocĂȘ nĂŁo se movesse um centĂmetro sequer.
âCala a boca.â, o timbre desceu num murmĂșrio firme, calmo ao ponto de ser desconcertante. âNĂŁo pede o que vocĂȘ nĂŁo aguenta.â, forçou a cabecinha novamente, a entradinha babona se alargando mais fĂĄcil que da primeira vez. O carinho no seu pontinho se tornou mais letĂĄrgico, mais gostoso â conseguiu atĂ© mesmo voltar a se foder devagarinho.
âVocĂȘ sabe que eu aguento.â, sussurrou burrinha, claramente nĂŁo dava mais atenção ao que dizia.
âAguenta?â, desafiou, forçando mais um pouco para dentro. âMe responde.â, socou lentinho, vendo seus olhinhos revirando por baixo das pĂĄlpebras.
âJude, porraâŠâ
âSabe o que âcĂȘ vai fazer quando eu terminar, amor?â, indagou baixinho. VocĂȘ, no entanto, estava ocupada demais se tocando, gemendo cheia de dengo. âEu tĂŽ falando com vocĂȘ.â, estocou mais forte, fazendo seu corpo saltar, os olhos abrindo. âSabe?â
âN-nĂŁo...â
âAh, vocĂȘ sabe sim, meu amor.â, o jeito que forçava o caralho melado em nada combinava com o quĂŁo atencioso ele soou. âVocĂȘ vai ficar aqui quietinha me esperando.â, as mĂŁos grandes envolveram seus rosto. âEsquentando meu travesseiro.â, se inclinou, mordendo seu queixo com carinho. âE vai abrir essa bucetinha bem gostoso âpra eu meter quando voltar, tĂĄ ouvindo?â, ameaçou selar sua boca, mas sĂł o fez quando te viu confirmar com a cabeça. âJĂĄ deixei molhadinha âpra ajudar, nĂŁo deixei?â, indagou baixinho, fodendo o quanto cabia com lentidĂŁo. VocĂȘ concordou com a cabeça outra vez â estava estĂșpida âpra caralho, as perninhas tĂŁo fracas que sabia bem o que estava por vir. âEntĂŁo se vira.â, deixou dois tapinhas leves no seu rosto. âGoza âpra eu nĂŁo me atrasar.â
Tornou-se mais bruto, judiando da bucetinha sensĂvel que nĂŁo parava de expulsar o melzinho quente. Sua voz se tornou esganiçada, quase ininteligĂvel, sĂł sabia gemer e implorar. E o homem pareceu ter perdido a paciĂȘncia enfim, pois substituiu seus dedinhos para fazer o trabalho inteiro sozinho â brincando com o grelinho que nĂŁo parava de pulsar.
âJudeâŠâ, soluçou contra a boca dele. âMe fode gostoso⊠assim, porraâŠâ, soava perdida, meio embaralhado. A bucetinha se apertava inteira sem que vocĂȘ pudesse controlar, pulsando em volta do caralho grosso como se quisesse expulsĂĄ-lo. Jude saĂa somente o suficiente para ser capaz de socar a glande avantajada no fundo do canalzinho que nĂŁo parecia disposto a se esticar mais para deixar ele entrar totalmente. âEu quero mais, amor⊠Mais⊠Porra, issoâŠâ, o chorinho se intensificou junto com o jeito que ele castigava seu clitĂłris, o polegar desenhando cĂrculos cada vez mais apertadinhos.
Era quase constrangedor o quanto soluçava quando percebeu o orgasmo chegando. Maltratava os låbios grossos do homem num beijo afoito, babando ele inteirinho na tentativa de disfarçar a própria manha. Ele sorria abertamente, mal retribuindo o beijo, porque te ouvir soando como uma ninfetinha desesperada parecia muito mais gostoso. Foi parar no abraço de Jude quando terminou de se molhar por completo, tão entorpecida que nem ouvia mais os próprios gemidos.
Deixou um som esganiçado escapar da garganta quando o homem se retirou rapidinho, usando somente um dos braços para envolver sua cintura com firmeza e evitar que vocĂȘ caĂsse contra o espelho. A mĂŁo livre envolveu o caralho pesado num aperto rude, Jude parecia fazer questĂŁo de pincelar os lĂĄbios da sua entradinha enquanto se punhetava com força.
VocĂȘ encarava a cena inerte, a mente ainda presa no estado que havia ficado sua intimidade. O local latejava por completo numa sensação vertiginosa, quente ao ponto de estar meio dormente; era confusa a sensação. NĂŁo precisava ver para ter certeza que estava tĂŁo esfoladinha que sequer conseguia se fechar propriamente quando pulsava, nĂŁo seria necessĂĄria a preocupação em se esticar â com certeza ainda estaria larguinha quando ele voltasse.
Subiu para observar o rosto dele, nĂŁo se surpreendendo ao encontrar o olhar fixo na sua bucetinha arruinada. Parecia claramente orgulhoso do estrago que havia feito, espalhando todos os resquĂcios do seu melzinho atĂ© alcançar as bolas cheias de porra. Apertou-as entre os dedos quando finalmente esporrou num gemido meio bruto, costumava soltar demais, porĂ©m ainda assim tentava jogar tudo no mesmo lugar â mirando exatamente no canalzinho judiado.
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âVocĂȘ quem manda.â

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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quando a fic ta te envolvendo de um jeito surreal mas ai vem a bomba do: "vocĂȘ ficou vermelhinha" "seus mamilos rosadinhos" "seu corpo pequenininho" porra nao fodeee
Vai parar de escrever o caramba dyva
Te amo
:(( te amo bebĂȘ!
Te pago cinquentinha se vc escrever com o G.A
sai do fake gabz!!
mas estou elaborando algo com o g.a meu canalha
amg eu simplesmente nĂŁo permito que vocĂȘ delete seu blog e/ou pare de escrever đ eu amei a sua escrita de verdade, mas espero que vocĂȘ fique bem logo đ©·
obrigada meu amor! espero poder conseguir escrever logo e atender suas expectativas!
Diva quando vai voltar a escrever? đ
oii amor, vou ser bem sincera:
estou pensando em excluir meu blog ou me aposentar, meus trabalhos estĂŁo flopando muito e tĂŽ ficando desanimada para escrever.
sinto que não tenho mais um impacto com minhas obras e ando me comparando muito com outras escritoras, o que me causou um bloqueio enorme. mas talvez eu não faça nada e volte a postar, talvez.

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ok maki just get in my bed already
meu ficante me mandando foto dps da pelada dele todo suado c os bração estourando na blusa deus me proteja de mim mesma

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â¶ đ đĄđđȘ đđđđđđĄđ
jihyo x fem!reader (viva os gays!!)
warnings: não tem final feliz mas a parte um tem uma gracinha!, angst+romance, homofobia internalizada, negação, descobrindo a sexualidade, casamento heterossexual, faculdade!au
đ good luck, babe!
primavera de 2026.
O CHEIRO das flores era quase sufocante, nĂŁo de um jeito ruim, pelo contrĂĄrio, havia algo acolhedor naquela mistura de perfumes adocicados que preenchia cada cantinho da floricultura, fazendo vocĂȘ sentir que tinha entrado dentro de uma enorme estufa.
a loja era pequena, mas charmosa, as paredes de tijolos claros estavam cobertas por prateleiras de madeira cheias de vasos coloridos, e o sol da tarde atravessava as enormes janelas frontais, espalhando manchas douradas pelo chĂŁo de ladrilho.
vocĂȘ caminhava devagar entre os corredores, observando os arranjos enquanto a dona da floricultura te acompanhava alguns passos atrĂĄs, carregando uma prancheta recheada de anotaçÔes sobre o casamento.
o seu casamento.
ainda era estranho pensar nisso. não porque não amasse seu noivo, céus, soobin era o homem perfeito, o homem dos sonhos de toda mulher.
calmo, confiĂĄvel, paciente, amoroso, prestativo.
vocĂȘ havia aprendido o amor de uma forma calma com ele, mas parecia impossĂvel que algo que levou tanto tempo para ser planejado estivesse finalmente acontecendo, depois de meses discutindo tecidos, cardĂĄpios, convites, mesas, iluminação e decoração, tudo parecia resumido Ă quela tarde tranquila cercada de flores.
âeu ainda acho que as peĂŽnias combinam mais com o conceito da cerimĂŽniaâ â a florista comentou, apontando para um arranjo delicado disposto sobre uma mesa de exposição.
vocĂȘ se aproximou, as pĂ©talas eram tĂŁo numerosas que pareciam feitas de papel de seda, organizadas umas sobre as outras numa perfeição quase artificial.
âelas sĂŁo lindasâ â admitiu, passando os dedos pela borda de uma pĂ©tala.
a florista continuava falando alguma coisa sobre combinaçÔes de cores quando seu celular vibrou dentro da bolsa.
vocĂȘ ignorou, tentando focar na explicação da senhora a sua frente, falando sobre as paletas de cores que ficariam perfeitas no seu grande dia, mas o celular vibrou novamente, depois uma terceira vez.
âalguĂ©m parece ansioso para falar com vocĂȘâ â a mulher brincou.
âprovavelmente alguma madrinhaâ
vocĂȘ abriu sua bolsa, jĂĄ preparada para resolver mais algum pequeno desastre matrimonial, mas assim que desbloqueou a tela, sentiu seu coração perder o ritmo:
mina đ
amiga
não sei se alguém jå te contou
mas a jihyo voltou pra cidade
de repente, todas as flores pareceram perder o cheiro. suas mĂŁos se apertaram ao celular, segurando o aparelho como se ele fosse uma Ăąncora a qual vocĂȘ se agarrava, os nĂłs dos dedos foram ficando brancos pela pressĂŁo, e seus olhos começaram a arder sem vocĂȘ tomar consciĂȘncia, algumas lĂĄgrimas se formando no cantinho das suas vistas. a floricultura fora ficando meio embaçada, borrada como as imagens que voltavam a sua mente, quase como um filme.
outono de 2013.
park jihyo era sua melhor amiga.
nĂŁo sĂł sua melhor amiga, ela era como sua irmĂŁ mais velha, era a mulher em que vocĂȘ confiava pra tudo, a pessoa em que vocĂȘ confiava seus segredos mais Ăntimos, partilhava suas histĂłrias, incluĂa na sua vida atĂ© ela saber melhor que vocĂȘ mesma, como reagiria a algumas situaçÔes.
vocĂȘs eram unha e carne, todo lugar em que vocĂȘ estava, jihyo estaria ali tambĂ©m, e vice versa.
vocĂȘ a conheceu num movimento estudantil quando ainda era caloura, queria participar de algo pra começar a se encaixar na universidade. vocĂȘ se lembrava bem da mulher te puxando da multidĂŁo enfurecida quando as coisas começaram a ficar feias.
âvocĂȘ tĂĄâ doida? nĂŁo adianta bater de frente com os vermes desse jeito, eles tem gĂĄs lacrimogĂȘneoâ â ela te explicava, vocĂȘs duas sentadas numa sombra de ĂĄrvore enquanto viam a multidĂŁo se dispersar.
âmas eu ia sair! sĂł queria pegar minha faixa, mas deixa, depois pinto outraâ â vocĂȘ cruzou os braços, emburrada por nĂŁo ter conseguido pegar a faixa que havia trabalho com tanto afinco.
âsei, quando vocĂȘ for pintar outra, eu te ajudo!â â sorriu simpĂĄtica, estendendo a mĂŁo pra te cumprimentar. â âjihyo, prazerâ
vocĂȘ sorriu tambĂ©m, apertando a mĂŁo de um jeito cĂŽmico.
âprazer, [nome]â
depois desse dia, vocĂȘs nĂŁo se largaram mais.
vocĂȘs descobriram que tinham algumas matĂ©rias em comum e que jĂĄ haviam frequentado algumas aulas juntas, vocĂȘ cursava direito, e jihyo, gestĂŁo pĂșblica.
vocĂȘ pintou outra faixa pra outra manifestação, e ela te ajudou.
jihyo apresentou um simpĂłsio no auditĂłrio 2, e vocĂȘ estava lĂĄ na plateia por ela.
vocĂȘs duas venderam biscoitos pra arrecadar fundos pra repĂșblica da universidade, juntas.
mas havia algo em que vocĂȘs nĂŁo eram similares, pelo menos, nĂŁo a primeira vista.
âamiga, a chae vai vir aqui no dormitĂłrio hoje, umas 20:00, sĂł te avisandoâ â ela corria pra lĂĄ e pra cĂĄ, ajeitando uma bagunça quase inexistente do pequeno cantinho de vocĂȘs.
ela sempre te avisava sobre as ficantes que levava pra lĂĄ, vocĂȘ tambĂ©m avisava sobre os ficantes que levava, apesar de perceber que nĂŁo fazia tanta questĂŁo de levar aqueles garotos pro quarto, sentia que estava perdendo seu tempo.
âbeleza, acho que vou terminar um trabalhoâ â pegou o notebook no colo e estava tentando se concentrar no artigo que escrevia, mas acabou focando na forma em que jihyo se arrumava.
os lĂĄbios cheinhos se apertando enquanto ela tentava ao mĂĄximo arrumar o cabelo, alguns fios rebeldes que insistiam em cair no rosto dela, o perfume meio floral amadeirado que era caracterĂstico dela. vocĂȘ se pegou reparando naquilo tudo, e sinceramente, vocĂȘ nĂŁo sabia exatamente quando começou a reparar.
talvez tivesse sido quando percebeu que todas as histĂłrias importantes da sua vida terminavam nela.
âaĂ o professor quase me expulsou da salaâ
âeu jĂĄ sabia disso, vocĂȘ me ligou chorando naquele diaâ
âverdadeâ â vocĂȘ achava que era apenas uma coincidĂȘncia, afinal, suas histĂłrias mais emocionantes haviam acontecido na faculdade, e nĂŁo havia como pensar em faculdade sem pensar na amizade de vocĂȘs.
âe eu tive que atravessar o campus inteiro Ă s duas da manhĂŁ porque tinha esquecido meu notebook na biblioteca da faculdade de educaçãoâ
ela riu, aquela risada de alguém que sabia muito bem o que acontecia na história.
âeu lembro que a gente brigou com o porteiro pra deixar vocĂȘ entrar, tadinhoâ
no fim das contas, jihyo parecia estar em todos os lugares possĂveis:
nas suas refeiçÔes, nas suas mensagens, nas suas fotografias. ela nĂŁo forçava nada, ela simplesmente estava sempre ali com vocĂȘ
enquanto isso, os homens que apareciam na sua vida pareciam sempre exigir algum esforço, alguma atitude performĂĄtica, alguma versĂŁo mais polida de vocĂȘ mesma, jĂĄ jihyo nunca exigiu nada.
vocĂȘ tentou afuguentar esses pensamentos, no inĂcio se achou idiota:
âela Ă© minha melhor amiga, claro que vou me sentir melhor perto delaâ
mas nĂŁo fazia sentido na sua mente, sua melhor amiga sempre ser um parĂąmetro de comparação para os seus ficantes, isso nĂŁo fazia sentido pra vocĂȘ, se eram amigas, ela serviria de comparação para amigos, nĂŁo namorados.
âa chae tĂĄ chegandoâ
a voz dela interrompeu seus pensamentos.
vocĂȘ observou enquanto jihyo passava um gloss em frente ao espelho da penteadeira.
âvocĂȘ gosta dela?â â perguntou, quase num miado.
jihyo virou o rosto, te olhando e reconhecendo vocĂȘ como se fosse uma jĂłia. talvez fosse sua mente te pregando peças, mas jurou ver um brilho no olhar da garota.
âda chae?â
vocĂȘ afirmou com a cabeça.
âsimâ
âgostoâ â ela sorriu, confessando.
e seu estĂŽmago afundou sem motivo nenhum, fazendo vocĂȘ se sentir a pior amiga do mundo. porque deveria estar feliz por ela, chaeyoung era legal. e jihyo merecia alguĂ©m legal.
nĂŁo havia motivos pra ter ciĂșme de uma amizade como a de jihyo, sua confidente pra tudo.
mas vocĂȘ teve, naquela noite vocĂȘ descobriu um sentimento muito desconfortĂĄvel de se sentir, aquela sensação de sufocamento, de querer prender e amarrar alguĂ©m apenas pra vocĂȘ, mesmo quando vocĂȘ nĂŁo sabia o porquĂȘ.
ela provavelmente viu o aperto em seu rosto, e questionou:
âque foi?â
ânadaâ â vocĂȘ afirmou, tentando voltar a superfĂcie dos seus pensamentos, mas por um instante, percebeu que havia mentido na cara dura, para jihyo.
e foi a primeira vez que mentiu pra ela.
verĂŁo de 2015.
vocĂȘ amava ir a festas, amava organizar festas, sempre amou, entĂŁo quando recebeu o convite pra participar do comitĂȘ festivo, seu coração nĂŁo poderia estar mais feliz.
âpedimos pra cada convidado levar um fardo de cerveja, aĂ nĂŁo pesa no bolso do comitĂȘâ â explicava, durante uma reuniĂŁo com o conselho.
jihyo tambĂ©m participava, ela era festeira igual vocĂȘ, a garota estava sentada do seu lado, anotando todos os tĂłpicos importantes numa prancheta.
âjĂĄ tĂĄ tudo certo com o DJ? o pessoal vai cair matando se a gente tiver que escutar a playlist da momo de novoâ
vocĂȘ riu, achava engraçado como todos os universitĂĄrios, apesar de nĂŁo se conhecerem bem, sempre tinham um amigo em comum.
apesar de ter muitos amigos, vocĂȘ nĂŁo gostava muito de criar intimidade com muita gente, na realidade, apenas jihyo via o seu lado mais introvertido.
depois de dias tentando se convencer de que o ciĂșmes que vocĂȘ sentiu era apenas um ciĂșme de amizade, levou mais algumas semanas pra vencer o dilema que te torturava nesse momento:
porque sentiu um alĂvio tĂŁo grande quando jihyo falou que nĂŁo estava mais ficando com chae?
tentou arrumar vĂĄrias desculpas, pensou no fato de jihyo ter deixado claro que o relacionamento nĂŁo estar fazendo bem a ela, o que significaria que estava feliz pela amiga ter tomado uma decisĂŁo madura.
tambĂ©m pensou em ser um alĂvio meio egoĂsta, de que agora poderia ter uma companheira pros seus rolĂȘs de solteirona.
mas nem vocĂȘ conseguia acreditar.
âamiga, tĂĄ tudo bem?â â ela novamente te despertava de um devaneio longo, mal sabia que era nela em que vocĂȘ pensava.
vocĂȘ apenas fez um joinha, voltando a se concentrar na lista de convidados, ou pelo menos tentou se concentrar.
porque seu foco foi direito pro espaço quando sentiu o joelho de jihyo na sua coxa, consequĂȘncia da mania da garota de sempre sentar em posição de lĂłtus.
nĂŁo devia desencadear uma reação tĂŁo elĂ©trica no seu corpo, mas aquele toque o fez, porque vocĂȘ sentiu todos os seus pelinhos arrepiarem, e sĂł piorou quando a garota nĂŁo moveu o joelho, deixando ele ali, repousado na sua coxa desnuda.
naquele dia havia resolvido usar um shortinho, estava quente demais, e a universidade nĂŁo investia muito em sistemas de ar-condicionado, mentalmente, se xingou por usar uma roupa que contribuĂa tanto pra aquele toque te fazer entrar em pĂąnico.
vocĂȘ nĂŁo percebeu, mas um sorrisinho sapeca começou a crescer no rosto dela, ela nĂŁo era boba, ela sabia que vocĂȘ estava estranha por algum motivo, e estava começando a desconfiar de que ela era o motivo.
vocĂȘ realmente estava a tratando diferente, olhando diferente pra ela quando se arrumava, desviando o olhar sempre que estavam conversando.
não demorou muito pra jihyo começar a juntar as peças.
o dia da festa demorou mais do que vocĂȘ imaginou, talvez por estar ansiosa por ser o primeiro evento que o comitĂȘ organizou com sua participação, ou talvez porque sĂł queria uma desculpa pra beber atĂ© cair, coisa que sempre faria com muito bom grado.
âjiji, qual dos dois?â â colocava um vestido a sua frente, um pedaço de pano minĂșsculo preto, com um zĂper dourado costas afora, e um outro, um pouco mais comportado, salmĂŁo.
ela fez aquela carinha que vocĂȘ reconhecia bem, quando começava a pensar pra escolher algo.
âo preto, muito mais a sua caraâ â ela pegou a toalha e o perfume que usava, indo pro banheiro tomar o banho dela.
enquanto isso, vocĂȘ terminava sua maquiagem, com a toalha amarrada no corpo e o celular no volume mĂĄximo, tocando a playlist compartilhada de vocĂȘs duas.
quando jihyo saiu do banheiro, vocĂȘ sentiu o vapor quente saindo do cĂŽmodo junto com ela, acertando seus ombros descobertos e te fazendo arrepiar.
âvocĂȘ descoloriu os pelinhos do braço amiga?â â ela falou no seu ouvido, te assustando um pouco por nĂŁo ter percebido que ela havia chegado tĂŁo pertinho.
âd-descolori, amanhĂŁ vou fazer nas pernas tambĂ©mâ â deu um sorrisinho amarelo, se levantando para vestir sua roupa.
nĂŁo era a primeira vez que vocĂȘ se trocava na frente dela, anos de amizade criaram a intimidade necessĂĄria pra nĂŁo ligarem pra isso.
mas quando vocĂȘ pegou jihyo te secando, praticamente devorando seu corpo descaradamente, sentiu suas pernas bambearem um pouco. a garota nem ligou ter sido pega no flagra, talvez porque sabia que vocĂȘ nĂŁo iria reclamar.
parte porque gostou, parte porque ainda nĂŁo reconhecia o que estava sentindo, entĂŁo preferia achar que era apenas sua amiga sendo exageradamente safada por brincadeira.
00:12
vocĂȘ nĂŁo fazia ideia de quantas mĂșsicas jĂĄ havia dançado, mas o suor no seu corpo começava a denunciar que vocĂȘ precisava beber algo.
âduas caipirinhas de maracujĂĄ, por favorâ â pediu ao barman improvisado que haviam contratado, vocĂȘ e jihyo parando pra descansar um pouco.
âmeus pĂ©s estĂŁo doendo jĂĄ, esse salto Ă© lindo mas Ă© uma fĂĄbrica de joaneteâ â ela reclamava, cruzando as pernas e revelando mais das coxas que o pano da mini saia jĂĄ nĂŁo cobria.
vocĂȘ ficou encarando aquele pedaço de pele inconscientemente, quase que de forma automĂĄtica.
âuh-hum, meu rosto tĂĄ aqui em cimaâ â ela limpou a garganta, te fazendo perceber o que estava fazendo.
vocĂȘ gaguejou, sentindo suas bochechas queimarem com a atenção que ela te dava agora, se sentia envergonhada atĂ© ouvir a risada dela invadindo seu campo auditivo.
âtĂĄ tudo bem amor, tĂŽ sĂł brincandoâ â vocĂȘ nem conseguiu prestar atenção no que ela disse, apenas ficou na palavrinha que flutuava em meio aquela sentença: âamorâ.
vocĂȘs tinham mania de se chamar assim, de apelidinhos carinhosos, mas por algum motivo, ouvir aquela palavra sair da boca de jihyo de uma forma tĂŁo brincalhona, te fez suspirar.
virou mais um gole da bebida amarelada, ficou brincando com uma sementinha de maracujå na boca por um tempinho, até sua amiga parar a sua frente, ajeitando a sainha, subindo a peça um pouco mais.
âtenho coxas muito bonitas pra nĂŁo mostrarâ â justificou, parecia que fazia isso de propĂłsito.
vocĂȘ apenas concordou, se levantando e agarrando a mĂŁo da amiga direto pra pista de dança, voltando a dançar por horas a fio.
em algum momento, o qual vocĂȘ nĂŁo se lembra, mas agradeceria mentalmente depois, uma mĂșsica sensual começou a tocar, levando hyo segurar sua cintura e te colar junto a ela, corpo com corpo, remexendo os quadris junto com vocĂȘ.
âeu adoro essa mĂșsica, vem, dança comigoâ â e vocĂȘ foi.
colocou as mĂŁos nos quadris da mulher, sem desviar o olhar do rostinho bonito, sempre focando em fazer os movimentos de forma lenta, seguindo o ritmo da mĂșsica mais caliente.
âvocĂȘ tĂĄ linda hoje, [nome]â â ouviu jihyo falar baixinho no seu ouvido.
vocĂȘ se arrepiou inteira, travando naquele exato momento, porque seu corpo reagiu de uma forma fodidamente estranha, era sua amiga te cumprimentando, nĂŁo?
era sĂł isso, nĂŁo era?
vocĂȘ descobriu que nĂŁo era âsĂł issoâ, porque na manhĂŁ seguinte, acordou com uma ressaca desgramada, nĂŁo se lembrava de muita coisa, mas se lembrava de ter ficado coladinha na morena o resto da festa.
e quando olhou pro lado, e viu aquela bagunça linda de cabelos longos te esperando acordar, fazendo cafunĂ© na sua bochecha, teve certeza que nĂŁo era âsĂł issoâ.
inverno de 2017.
o fim do semestre estava se aproximando, e com ele, o caos e a ansiedade se misturando com as provas finais, as formaturas, as despedidas.
vocĂȘ jĂĄ estava se preparando para apresentar seu tcc, evento pelo qual nĂŁo podia estar mais ansiosa, sempre gostou de estudar, e, pela primeira vez, se gabaria disso, principalmente para hyonie, garota que odiava os estudos.
por falar em jihyo, a relação de vocĂȘs havia mudado muito depois daquela noite de bebedeira.
vocĂȘ conseguiu ao menos assumir para si mesma e para ela, que seus sentimentos passavam muito alĂ©m de uma amizade, e ela assumiu a reciprocidade.
no começo foi estranho se acostumar com aquele tipo de amor novo, mas que parecia cem por cento certo, mas ela estava ali por vocĂȘ a todo instante.
ela jĂĄ havia se assumido lĂ©sbica hĂĄ alguns anos, e vocĂȘ, recĂ©m saĂda do armĂĄrio, nĂŁo sabia ainda o que era, com certeza nĂŁo era hĂ©tero. e jihyo nĂŁo poderia se importar menos, ela sabia como foi sua infĂąncia, num lar religioso, uma pessoa psicolĂłgica imensa, ela iria esperar vocĂȘ se sentir confiante o suficiente, e pra vocĂȘ, isso bastava.
vocĂȘ gostava de park jihyo.
nĂŁo sabia muito bem o que era, mas sabia que gostava dela.
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