Sabe, eu não deveria estar falando com estranhos, mas sinto que já te conheço! Foi você o sonho bonito que eu sonhei, certo? Você costumava ser conhecido como VICTOR VAN DORT, do conto CORPSE BRIDE antes da maldição atingir o seu mundo FLORESTA ENCANTADA e o seu reino SUBMUNDO. Agora, em Storybrooke, você é conhecido como LUKE STORMHOLT, um LUTADOR NO EXTREME E GARÇOM NO SILVER ARROW. Você me lembra um pouco BOOBOO STEWART, mas deve ser só a névoa da maldição me confundindo…
VIDA EM STORYBROOKE
Luke veio de uma família de pescadores, mas não era quaisquer pescadores. Eram pessoas que eram capazes de dizer que praticamente detinham todo o comércio de peixes ali no cais, mas ninguém sabia dizer se aquilo tinha sido de maneira honesta ou se tinham mexido uns pauzinhos e até matado alguém aqui ou ali para conseguir tamanho poder. E como dizia o bom e velho tio Ben: com grandes poderes vinham grandes responsabilidades. Se eles detinham tudo aquilo, certamente em algum momento teriam de se aliar a algumas pessoas para que pudessem ter o maior e melhor status que poderiam garantir a toda familia Stormholt e nada melhor do que um casamento arranjado.
Para Luke aquilo havia sido o verdadeiro início de um pesadelo. Como filho único do casal, havia sobrado para ele ter se tornar noivo de uma mulher que sequer conhecia e ainda teve de ouvir dos pais que aquele era o menor do favor que fazia para eles já que criaram-no por tantos anos. Só veio conhecer a noiva no dia de um suposto ensaio de casamento e ali ele quase acreditou na história de amor à primeira vista porque ela tinha os olhos e sorriso mais lindos do mundo. Porém, com a mesma velocidade que o casamento foi marcado, ele foi findado.
Seus pais simplesmente perderam tudo em um incêndio e os pais da garota viram que não tinham como manter um acordo com os agora falidos Stormholt. Por muito tempo a culpa recaiu sobre Luke, como se a culpa tivesse sido dele, mas até hoje sequer sabia a causa do incêndio e muito menos como de um dia para o outro tinham ficado simplesmente pobres.
Teve então que se virar como pode. Arranjando bicos aqui e ali até conseguir se firmar como garçom em um pub, mas Luke achou o dinheiro pouco, precisava de mais e por isso acabou se inscrevendo como lutador em um clube da luta escondido que havia. Apesar de aparecer em casa sempre machucado, ele estava feliz com a quantidade nova de dinheiro que recebia e agora que morava sozinho não tinha com o que se preocupar mais, porque agora era dono da própria vida.
EXTRAS
Luke já anda tão machucado das lutas que brinca dizendo que nem sente mais apesar de às vezes ainda ter dores nas costelas por isso.
Difere de seu eu Victor, porque não detém tanta vergonha quanto seu eu antes da maldição. Podendo ser visto como alguém brincalhão e que facilmente se mete em briga. Segundo ele, por opção dos outros.
Tem um cachorro vira-lata chamado Manteiga.
Mora sozinho desde o incidente em casa e não é muito fã de voltar para lá tanto pelas memórias quanto saber que seria crucificado pelos pais por ver o que ele se tornou.
Em algum momento ele aprendeu a tocar piano, mas os dedos às vezes doem tanto de socar que ele simplesmente deixou o aprendizado de lado pra não ter que sentir dor.
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— não seria nada inteligente da sua parte. — dylan soprou uma risada ao entrar na brincadeira de luke. não estava muito diferente dele, aliás, procurando uma desculpa qualquer para poder passar mais tempo ao seu lado. — o que você gosta? — referia-se a bebida, para que assim pudesse pegar algo que fosse do agrado dele e para que pudesse jogar conversa fora. dylan nunca foi muito bom com small talk, mas ao menos ele se esforçava um pouquinho. o donzelo indefeso fez dylan soltar uma risada bem alta, negando com a cabeça algumas vezes antes de responder. — dylan yoo, mas pode me chamar de amor. — depois de dizer isso, escondeu parte do rosto com uma mão, rindo sozinho. — desculpa, eu não sou bom com essas coisas.
“nem um pouco.” disse em meio a uma leve risada por conta daquilo. “ahn... o que quiser me oferecer então... que tal sua bebida favorita?” luke não fazia o tipo de pessoa que acabava achando bebidas ruins, chegava em um momento em que precisava só de encher o sangue de álcool que estava tudo resolvido. sorriu quando o ouviu rir e deu graças que ele tinha achado aquilo engraçado e não digno de lhe dar um tapa já era uma evolução e tanto. “eu achei ótimo, amor.” ele fez questão de frisar a palavra com um sorriso de canto ao que encarava o mais baixo. “então... o que faz por aqui sozinho?”
Era um alívio constatar que Luke estava bem, pelo menos no físico. Desde a última vez que se viram, ela ficara se perguntando sobre as atividades do rapaz que o levaram a acabar naquele estado —— e quando pensava em questioná-lo, sabia que também corria o risco de receber uma resposta vaga, ou deixar o clima pesado. Toda aquela curiosidade a fazia soar intrometida, geralmente, e por isso evitava aprofundar-se tanto nas vidas alheias. “A honra é minha.” Enlaçou o braço com o dele, e o sorriso dela se alargou. “Então, gostando do acampamento? Escutou alguma história assustadora que vai tirar o seu sono pelos próximos dias? Você tem cara de quem morre de medo do fantasma de Storybrooke, Luke.” Provocou, passando os olhos pela figura dele e mordendo os lábios para conter um risinho.
ainda era estranho pensar que ela era irmã de pierre que era justamente o cara mais mal encarado que havia naquela cidade. então ver aquela personalidade tão destoante o deixava até mesmo admirando a morena por conta de seus trejeitos. sorriu quando ela lhe segurou o braço. “eu gosto dessas coisas exóticas no meio da floresta, você não?” uma risada então lhe escapou dos lábios com a suposição dela. “em minha defesa fantasmas puxam pés descobertos durante a noite e sem contar que ainda tiram coisas do lugar durante à noite. eles não são nem um pouco confiáveis. mas você tem cara de que teme o lobisomem de storybrooke!”
“gosta?” repetiu, questionando. sentiu vontade de dizer preferir encontrá-lo mesmo, combinando um lugar para conversarem, mas conteve-se. “ah, que bom! eu gosto de te encontrar também.” soltou um riso baixo e curto. “o panda-vermelho…” apontou, depois voltou-se para ele. “mas eu aceitaria outras pelúcias também.” deu de ombros. “tenta! se não conseguir, tudo bem… não é como se minha vida dependesse disso.”
“gosto.” admitiu com um sorriso nos lábios que cresceu ainda mais quando ela falou que gostava de lhe encontrar. dava até uma felicidade na alma escutar aquele tipo de coisa. “hm panda-vermelho. não se preocupe, minha dama, seu herói está aqui para lhe salvar.” assentiu antes de erguer as mangas do casaco e seguir para a barraca já entregando dinheiro pro homem para pegar a arma. okay, só precisava acertar três de seis. luke falhou no primeiro tiro, então já deu até uma respirada forte para se concentrar, acertou no segundo e se segurou para comemorar, mas com muito sofrimento ele conseguiu acertar o suficiente para pegar o panda que ela queria. com um sorriso enorme, ele se aproximou da loira. “aqui seu presente!”
fez uma careta para ele, nitidamente julgando seu gosto musical. “eu não vou curtir esse tipo de vibe.” cruzou seus braços. “mas, se você mudar um pouco o som, talvez eu cogite ficar pulando aqui com você. não tenho nada melhor para fazer e… dançar faz bem, né?”
“mas a música é mó boa.” comentou quase como se sentisse ofendido com o fato de que ela não tinha gostado nem um pouco do que tocava. “dançar faz bem pra saúde e é comprovado cientificamente.” disse em meio a um sorriso. “mas você prefere o que? uma coisa mais rock pesado, screamo? um reggae? sua cara não me dá muita opção além disso, mas sei lá uma lady gaga?”
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dylan não era do tipo que ficaria com medo de dizer um não ou ir para cima daquele cara que insistia tanto em ficar com ele; o único problema ali é que ele era muito maior que dylan e certamente mais forte e estava deixando o coreano sem saída agora que a discussão verbal não estava dando em nada. quando sentiu os braços ao redor de seus ombros, dyl deu um saltinho no lugar pelo susto que não demorou muito para passar porque ele percebeu o que estava acontecendo ali. — oi, baby. — enroscou os braços na cintura alheia, sorrindo para ele levemente. — algum babaca que não consegue ouvir um não como resposta. — dyl revirou os olhos, afastando-se do abraço só quando percebeu que a ameaça tinha ido embora. — muito obrigado por isso, de verdade. posso te pagar uma bebida em agradecimento? — o yoo ofereceu, mas logo a cantada o fez ficar vermelho. o coreano amava receber elogios e tinha uma auto estima bem grande, mas quando se tratava de flertes… ele não tinha nenhuma experiência e sempre ficava tímido, ainda mais quando era alguém tão bonito assim lhe dando ideia. a prova de que não levava jeito foi tanto a demora para responder, quanto a própria resposta: — bom, eu estou solteiro. — e os xingamentos que fez a si mesmo mentalmente depois disso. — e qual é o nome do meu príncipe encantado?
nem resmungou ou algo parecido quando ele se afastou de si, até porque tinha sido o primeiro a investir ali sem dar qualquer aviso prévio ao rapaz. “claro que pode, quem sou eu para reclamar de algo de graça?” luke poderia ter feito aquilo sem até mesmo a necessidade de uma bebida, mas não poderia deixar de ter um motivo para poder ficar ali conversando com dylan mais um pouco. “essa é a parte mais importante.” disse ao direcionar uma piscadela à ele antes de sentar-se no banco ao seu lado para finalmente poderem conversar. “luke stormholt e o do meu donzelo indefeso?”
Quase deixou um suspiro alto, de alívio, escapar quando @vcndorts passou por ela na fogueira, já entediada com as histórias de terror que eram reproduzidas no evento da cidade —— se fosse sincera, haviam perdido a graça para a Daggers há anos atrás. Levantou do banco, apressando-se para acompanhar o rapaz em seu trajeto. De soslaio, as íris escuras percorreram a figura masculina, cabeça até os pés, como se precisasse da confirmação de que estava inteiro. Não estava machucado dessa vez. “Algo me diz que você sabe uma boa barraquinha para pegarmos um drink, Luke Stormholt.” Os lábios carmesim se curvaram.
luke até gostava das histórias que as pessoas estavam contando na fogueira, mas chegou um momento que ficou tão repetitivo que ele decidiu sair dali só para ver se encontrava algo mais interessante do que apenas estar ali. por isso que estava louco para ir atrás de algo para beber quando notou estar sendo seguido e olhar virou-se para a pessoa, percebendo se tratar de audrey ele sorriu. “não duvide disso, senhorita audrey daggers.” ele então estendeu o braço para que ela segurasse. “me daria a honra da companhia?”
noelle nem lembrava direito qual era seu chalé, mas se arriscou em um que parecia mais familiar que os outros — mesmo que fossem todos iguais. ao abrir a porta, se deparou com uma música um tanto nostálgica e um @vcndorts energeticamente dançando. “oh, fuck.” xingou baixo, virando-se para ir embora, mas ao escutar o som parar abruptamente, parou também.
“ahm… foi mal? eu entrei no chalé errado… obviamente.”
luke estava aproveitando que estava sozinho no chalé para ouvir umas coisas antigas, então lá estava ele sem camisa, com os cabelos soltos com um desodorante na mão cantando e dançando never gonna give you up como se a sua vida dependesse disso. e aí ouviu o barulho da porta e parou o som para ver quem era. “besteira. quer curtir as vibes também?”
não existia uma fila no tiro-ao-alvo naquele horário, mas o dono da barraca não aguentava mais ver alison perdendo. tudo isso porque queria desesperadamente o panda vermelho de pelúcia — e não conseguiu. sua mira era horrível e toda vez que perdia, parecia que ia chorar. “okay… eu vou voltar! mas com alguém que tenha uma mira melhor para pegar meu amorzinho ali.” apontou para a pelúcia, e ao girar os calcanhares, deu de cara com @vcndorts . “hey… a gente precisa parar de se encontrar assim, hein?” brincou, com um riso fraco. “ahm, se você ouviu alguma coisa do que eu disse… era brincadeira, tá? a menos que você queira me ajudar… adoraria uma ajudinha.”
luke já tinha andado pelas barraquinhas todas de comida e não poderia deixar de estar feliz e contente por estar de barriguinha cheia e agora sua única preocupação era onde iria se divertir de vez. foi quando parou para ver a barraca de tiro ao alvo e sorrir ao ver allie virar-se para si. “eu gosto dos nossos encontros inusitados.” comentou com um sorriso ainda ali presente. “você quer ganhar o que? eu posso lhe ajudar. não sei se minha mira é tão boa, mas a gente tenta.”
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“se você insiste…” deu de ombros, sabendo que suas bochechas teriam corado se estivesse viva. a alegria interna era tão jovial, como se estivesse vivendo um sonho adolescente, mas ainda no começo do namoro — quando os flertes são discretos e há risadinhas. seus pais mantiveram tal energia por um bom tempo, só mudando quando emily passou a ter seus interesses… piscou rapidamente, retornando para onde estava, principalmente por causa da voz do futuro marido.
manteve-se em silêncio, a surpresa ainda não estando completa. contendo um sorriso, a cadáver assistiu os ossos se formarem no cachorro conhecido, só permitindo que sorrisse abertamente quando o viu reagir com o cachorro. sim! era o cachorro dele, um achado junto com suas amigas ali debaixo. poderiam ser uma família, sim. mesmo que não tivessem filhos, ainda teriam scraps e seria o suficiente. não convencional, mas o que era quando se tratava de emily? acabou contendo uma risada com o último comando, levando a mão até a boca. “tudo bem.” murmurou, não demorando para dar de ombros. “um mágico nunca revela seus truques, não é mesmo?” tocou a ponta do nariz de victor, em brincadeira, soltando uma risada baixa e curta. “fico feliz que tenha gostado, victor. e espero continuar te deixando feliz…”
claro que poderia deixar certas coisas de lado por um breve momento, porque fazia anos desde a perda de seu cachorro e apesar de ser apenas a ossada dele ali à sua frente, victor não podia deixar de sentir-se minimamente contente apesar de seu desespero de ainda ser o único vivo dentre os mortos ali. e bom... agora quase casado.
“não mesmo.” ele disse engolindo em seco quando o dedo dela lhe tocou o nariz. era tão gélido, com uma espessura tão diferente do comum, do vivo. pigarreou para tentar disfarçar que tinha ficado agoniado com aquilo. “você...” começou enquanto pensava em um plano. “deveria conhecer meus pais. aposto que eles iriam adorar você, mesmo que mamãe seja um pouco chata com esse tipo de coisa... se bem que ela nunca gostou de nada mesmo.”
Ele não tinha do que reclamar em relação as lutas. Gostava de fazê-lo tanto por hobby quanto por ganhar dinheiro por aquilo, então considerava que seus machucados eram coisas de guerra e até mesmo valiosos para que pudesse estar ainda mais forte para as próximas lutas. Só que normalmente depois das lutas ele tinha sérias tendências a ir para casa e fingir que nada tinha acontecido, mas tinha resolvido ir até a praça apenas ficar sentado no banco curtindo o ventinho gelado da noite enquanto observava as pessoas até ver alguém sentar ao seu lado. Ele parou para olhar e sorriu ao ver de quem se tratava. “Bela Audrey Daggers.” Começou em um sorriso se esquecendo de como se encontrava. “Finalmente estou lhe vendo novamente.”
Luke tinha um misto entre gostar de crianças e odiá-las, ainda que boa parte do tempo adorasse as mesmas já que sempre pareciam um pouco abismadas com seus cabelos grandes para um homem. Então ali brincando com elas no parquinho, porque uma prima sua estava ali, ele não pode deixar de sentir um puxão diferente nos fios e ouvir as crianças rindo. “O que foi?” Ele questionou antes de jogar os cabelos para frente e ver um chiclete grudado nos mesmos. O garçom respirou fundo. “Olha só... Se eu pegar quem fez isso eu vou dar uma rasteira que num vai nem se levantar mais do chão.” Ele ameaçou e viu todas as crianças correndo de perto de si antes dele suspirar pesado. “Ah mas que merda vei. Quero não ter que cortar. Ow!” Chamou Hugh que passava por ali. “Me ajuda aqui na moral.”
Precisava beber, por isso sequer hesitou de ir até o pub para poder aproveitar de boa música e também de boas bebidas. Era o que poderia fazer de melhor. E em meio a ter ido ao bar que ele viu um cara bem insistente dando em cima de outro e parecia que o menor não estava gostando nem um pouco daquilo. “Amor, oi!” Disse à medida que passava os braços ao redor do asiático. “Me perdoa a demora, quem é esse?” Alternou o olhar entre os dois antes de ver o outro que o enchia ir embora dali. Luke sorriu voltando o olhar para Dylan. “Apesar de ser mentira esse rolê do amor, nem nego que facilmente namoraria uma pessoa bonita como você.”
Desde o casamento que ele não via Riley e parecia que, de alguma forma, ela tinha lhe evitado desde que tinha pedido para ela ficar com ele. Claro que não podia negar que tinha ficado magoado com aquilo, mas lá estava ele no apartamento alheio recostado no balcão da cozinha enquanto a via preparar algo para eles lancharem. Estava até dando graças que as roommates dela não estavam ali para poder ter finalmente um momento a sós. “É o seu jeito de pedir desculpas por não ter me escolhido no casamento?” Ele questionou ao se desencostar do balcão e se aproximar dela, deixando apenas uns míseros centímetros de distância. “Sabe que eu continuaria escolhendo você, não sabe?”
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Às vezes, bom na maioria delas, não era muito fã de acabar tendo de lidar com certas coisas tão diretamente quanto encontros que às vezes detinha tão de surpresa com Agatha. Ele ainda nem sabia como falar com ela sem parecer magoado, então quando trombava com ela nos lugares acabava ficando sempre sem entender porque as palavras pareciam sumir de sua boca. Como era o clássico caso ali do destino de acabar colocando-os sentados na mesma mesa porque não havia mais espaço no restaurante. Ele suspirou. “Em minha defesa, a culpa é da gerência.”