dsdsds.
a solidão tem dentes finos não grita, não pede ela morde devagar.
Peter Solarz
art blog(derogatory)
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

tannertan36
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year

izzy's playlists!

Love Begins
Show & Tell
almost home
I'd rather be in outer space 🛸

Product Placement
sheepfilms

❣ Chile in a Photography ❣

Cosimo Galluzzi

titsay
todays bird

oozey mess
Not today Justin
seen from T1
seen from Philippines

seen from United States

seen from Malaysia

seen from United States

seen from Türkiye

seen from Trinidad & Tobago

seen from Brazil

seen from Malaysia
seen from Brazil

seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States
seen from United States
seen from Malaysia
seen from Singapore

seen from Italy

seen from Türkiye
seen from United States
seen from United States
@urano
dsdsds.
a solidão tem dentes finos não grita, não pede ela morde devagar.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Within the Painting.
illustration from come out!, the first lgbt periodical published post-stonewall. vol. 1, issue 1, 1969.
chega um momento em que deixo de me reconhecer nos próprios gestos, e cada movimento parece pertencer a alguém que apenas me atravessa. saberias tu dizer quem sou? eu também não saberia responder sem hesitar. este silêncio, suspensão, à beira de uma revelação que não se finda. permanece viva em um pulsar discreto, íntimo demais para ser traduzido tão simples. isto é amor à vida? mas, um amor que não aponta para lugar algum, que não pede nome nem destino no final de qualquer rua. se puxo esta respiração que continua e continua, não estranhamente, mas sem meu querer, acompanhada por esse sentir que não sei explicar, sendo talvez a única coisa que ainda me sustenta. saberias tu dizer quem sou?

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
eu não sei exatamente quando começou esse hábito de revisitar o que já não existe. tento cuspir essa insistência que não pede licença. mas volto ao passado feito quem folheia um livro já decorado, ainda assim procurando uma frase nova. e sei, no fundo, que não há novidade alguma, apenas a repetição de uma ausência que se disfarça de lembrança. a minha mente, essa fábrica de ilusões, constrói incessantemente hipóteses inúteis: e se? e se? e se? sei que se o destino pode ser reescrito pelo pensamento tardio. tem noites em que eu juro que já superei tudo. aí dá meia-noite, faço um café forte, daqueles que quase ardem, e pronto: lá estou eu de novo, mexendo nas mesmas feridas, procurando alguma coisa que talvez tenha-me ficado nelas. e talvez tenha mesmo. talvez eu tenha deixado pedaços meus em lugares aos quais não posso mais voltar. e então eu bebo o café. não por gosto, não apenas. mas porque existe algo no amargo que parece mais honesto do que qualquer doçura inventada. o café me mantém acordada dentro de mim mesma, me impede de fugir completamente desse lugar onde tudo ecoa. e eu fico ali, entre goles e pensamentos, esperando que alguma verdade se revele entre o véu, mas ela nunca vem inteira, apenas em fragmentos que doem. é entre a meia-noite e as cinco que eu existo com mais precisão. durante o dia, sou apenas uma função, um gesto automático, uma presença sem essência. mas na madrugada, quando o mundo se cala, eu me escuto. e esse ouvir é, ao mesmo tempo, um privilégio e uma condenação. porque o que descubro em mim não consola, apenas confirma o vazio. existe também uma estranheza. porque mesmo nesse silêncio todo, há medo. um medo quieto, mas constante. medo de que nada mude. medo de continuar sendo essa pessoa que revisita o passado como alguém que retorna-se a um túmulo, ainda esperando, no fundo, que alguma coisa ali esteja viva.
viver, afinal, é suportar essa lucidez. e nem todos estão preparados para isso.
saflık,
la magie noire (1934), magritte & blade runner (1982), scott
eu me apego, percebes, não a você, mas ao fantasma que foste comigo, e isso fica em mim de forma quieta e adoecida, quase bonita de tão triste, estou a conversar todos os dias com algo que já não vive, mas que, ainda assim, me responde em ecos suaves, antigos, e cada gesto teu de agora me causa um leve espanto, uma espécie de desencontro, porque não coincide com aquilo que em silêncio um dia me prometeste sem saber. eu permaneço, meio perdido, a tentar encontrar-me no teu jeito a mesma febre que antes me reconhecia, mas encontro apenas uma distância fria, que não fere de imediato, apenas se instala, e pesa, e me desloca devagar do lugar onde pensei que era meu, e então nasce em mim, com certa vergonha mansa, uma vontade de ir embora antes de ter de admitir, em voz baixa, que você não é quem foste para mim, e que talvez tenha sido eu quem ficou para trás, preso a uma imagem que insiste em não findar e isso me constrange, porque qualquer coisa de humilhante em amar o que já não existe, sou eu - em permanecer fiel a uma lembrança que já não precisa de mim. fico dividido entre ficar por delicadeza ou partir por lucidez, e fugir, no fim, não é de ti, nunca foi, é de mim mesmo, deste lugar onde continuo a sentir o que já não encontra resposta, porque continuar seria aceitar essa espécie de ilusão lenta, e ir embora, talvez, seja apenas um gesto íntimo, quase silencioso, de quem finalmente compreende que certas coisas não acabam, apenas deixam de acontecer dentro do outro e continuam, sozinhas, a respirar dentro da gente, em memória que vive devagar sem pedir que eu fique, apenas que eu compreenda e deixe ir.
JÉSS.
eu não sei amar sem me multiplicar em ruínas.
em mim, o amor nunca foi inteiro ele sempre vem fragmentado, de cada sentimento um do outro, e eu tentando existir ao mesmo tempo.
existem partes que ama com doçura, e há outras que a teme sendo assim, o próprio fim. e eu, que sou tantas partes, não consigo ser nenhuma com equilíbrio. amar, para mim, não é encontro, é excesso. é uma espécie de consciência aguda de que estou sentindo demais, pensando demais, vivendo demais dentro de algo que talvez devesse ser simples.
mas eu nunca fui simples.
quando penso neste ser, penso no que ela poderia ser, no que ela esconde, no que ela talvez nunca vá dizer. e invento mundos inteiros e um nascer de aurora a partir de um gesto mínimo,
de um silêncio
de uma ausência que talvez nem seja ausência.
eu me canso de mim assim,
mas não sei ser de outro jeito.
eu queria amar feito, respirar sem perceber.
sem dor.
sem essa lucidez pesada que me acompanha em sombra. mas quando é ela, tudo em mim acende e se desorganiza. sou tomado por uma febre calma dessas internas, mas queimam por dentro. e eu fico ali, existindo demais. querendo dizer coisas que não digo, sentindo coisas que não cabem,
e temendo, acima de tudo, que esse amor que já nasce grande demais me ultrapasse por completo. porque amar, em mim, nunca foi permanecer.
é sempre esse estado de quase perda,
como se tudo que eu amo já viesse com um adeus escondido.
Encantado com seus textos!
estou te seguindo
muito obrigado pelo imenso carinho! ♥

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
há dias em que me sento na calçada durante a noite e penso em decifrar a passagem do tempo. é estranho este amor que se conserva nas coisas pequenas, nas sombras que se movem sobre as estrelas, no som das horas que não trazem ninguém. não é nominável a ausência que me fere, mas a constância disto. o eterno em tudo o que falta. tenho vivido dentro da memória, e a memória é uma casa sem portas. algo está em cada corredor, em cada dobra do lençol, em cada pensamento que insiste em permanecer, mesmo quando a lucidez tenta expulsá-lo. a solidão, descobri, não é o vazio, é a forma sem algum toque. e por mais que a razão me peça calma, o coração move-se feito mar: inquieto, repetindo ondas que sempre quebram no mesmo lugar. não sei se o amor sobrevive, mas sei que algum ainda respira em mim.
O que sobra de você depois de uma despedida?
sobra um eco, sobra a tentativa de seguir. sobra tudo o que você não disse
há textos que nascem para nunca serem lidos.
este é um deles.
não porque me falte coragem,
porém já não existe mundo suficiente para o que sinto.
o amor, em mim, tornou-se pensamento e isso é a pior das prisões. porque penso com tanto pesar Deus, sabendo que é impossível, incapaz de parar. o que me une agora é a distância, e nela há uma beleza trágica que só quem sofreu entende. uma dignidade na espera, uma fé no silêncio, uma poesia na desistência.
alguém sentenciou o meu antes e o meu depois. o resto da vida será apenas intervalo. e se algum dia o tempo apagar o nome deste ser, que ao menos reste o rumor destas palavras essa confissão escrita nas margens do que nunca aconteceu.
Seu tumblr é tão perfeito 🧡
obrigado de verdade, o seu também é lindo! 💙
existe dores que não nascem do amor, mas da lucidez. a de saber que o amor, por mais imenso, não salva ninguém. nós amamos, e isso é tudo e talvez também seja nada. tenho pensado em Deus, em você, e em mim este cansaço que não sei nomear, um peso que me lembra da condição humana, essa ânsia de eternidade dentro de corpos que apodrecem. amar é reconhecer algo e ainda assim permanecer ajoelhado diante do milagre. não espero respostas. escrevo apenas para me lembrar que ainda sei sentir. e isso, por agora, basta.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Take me back to the night we met
Como é lidar com o fato de que pode existir alguém que nós ame pelo resto da vida mas a pessoa nunca saber
é estranho pensar que talvez alguém guarde teu nome no peito como quem guarda um segredo. que te veja em cada rosto na rua, em cada música antiga, e tu nunca vá saber. o amor as vezes não grita, ele espera, mesmo que ninguém o veja. aceitar que nem todo amor precisa ser vivido pra ser real. alguns amores servem pra mostrar o que é sentir de verdade. tente seguir no seu ritmo, sem buscar quem ficou no silêncio