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anseia pela sua presença. Todos os instantes em que o seu corpo se mostra possuĂdo de desejo por ele, cobiçando o pau sempre duro e meladinho de tesĂŁo por vocĂȘ. Aquelas noites em que o prĂłprio corpo, cansado do longo dia no trabalho, ainda encontra energia sĂł pra te satisfazer. Os banhos interrompidos pelos seus pezinhos sorrateiros e as mĂŁos que envolvem a cintura masculina sob a ĂĄgua quentinha. A forma com que o joga no colchĂŁo, os joelhos engatinhando na cama enquanto cerca a presa. Como monta, rebola e domina. Se lambuza todinha com a porra dele quantas vezes bem quer.
e era exatamente isso que precisava. Tão quentinha, latejando. Queria te comer com mais força, com os olhos vidrados na forma que a sua bunda bate se espremendo contra a virilha dele. Mas não tem tempo nem para sequer cogitar a fantasia.
vocĂȘ se ergue, corta a diversĂŁo. Ele te olha confuso, tristinho. Os olhos tĂŁo grande e brilhantes, e o pau estourando de tĂŁo duro. Amor, suspira, fazendo a palavra soar numa sĂlaba sĂł.
o seu joelho toca de leve na cabecinha ensopada, puxa a barra da camisola para exibir a coxa.
â vai, termina na mĂŁo â diz â, e depois goza tudo aqui. Quero ver a sua porra escorrendo pela minha perna.
De qualquer jeito: feliz, triste, irritado, chateado, frustrado ou com tesĂŁo. Esse Ășltimo era o seu favorito â Haechan sabia. Talvez por esse motivo reservasse aquele olhar pra quando estavam sozinhos, no seu ou no apĂȘ dele, num motel aleatĂłrio â completamente ideia dele, porque vocĂȘ ficava imaginando a limpeza do lugar e o tanto de sĂȘmen que talvez nĂŁo tivesse sido tĂŁo bem limpo assim.
AĂ Haechan te distraĂa com o sĂȘmen dele mesmo.
Sorriu pra si mesma com o pensamento, porque claramente era algo que ele diria.
â concede um desejo de aniversĂĄrio pra mim hoje? â questionou com aqueles olhos brilhantes, a franja quase cobrindo-os. Te dava um pouquinho de agonia, nĂŁo ia negar, mas ele ficava lindo suado, com os fios grudados na testa, a respiração ofegante, o sorrisinho de canto atrevido enquanto vocĂȘ...
â sabe, eu tĂŽ com 26 agora. Tanto eu quanto vocĂȘ temos carreiras estĂĄveis, consequentemente salĂĄrios estĂĄveis â trilhou um caminho delicioso de beijinhos doces no seu pescoço, te deixando a fim com a fala sussurrada e melodiosa. Sabe de uma coisa? Haechan falava gemendo quando queria, e aquilo dava tesĂŁo demais.
â dois, se a gente tiver sorte â ele sorriu, lindo, a pele brilhando, o lĂĄbio superior com resquĂcios do doce rosinha. Queria engoli-lo â jĂĄ tinha feito isso algumas vezes.
â sim, senhor â vocĂȘ assentiu, abraçando-o, embalando os seus corpos num balanço suave, sem intenção de sair dali. Na entrada da cozinha, num sĂĄbado Ă noite, quase madrugada, Haechan te deixando quentinha por dentro e definitivamente por fora.
Donghyuck deixou um beijinho casto na pontinha do seu nariz.
scoups-rival! + leitora!virgem âĄÂ smut [18+ menores nĂŁo interajam] #avisos: sexo protegido, perda de virgindade, fingering, uso de lubrificante, oral (f.), rivais academicos mas nĂŁo muito explorado.
âcĂȘ ia desistir.â o flash passa na sua cabeça, a discussĂŁo sem sentido que tiveram minutos antes no bar, seguido de um beijo confuso, que se tornou mais que um beijo, e enfim, agora vocĂȘ estĂĄ na cama dele.
ele tira a camisinha, mas nĂŁo sai de cima de vocĂȘ. o pau duro roçando na sua virilha enquanto começa a chupar seu peito, mamando o biquinho, deixando algumas mordidinhas bem leves te fazendo gemer mais do que gostaria. ele ri, levantando a cabeça sĂł pra te ver perdida de tesĂŁo.Â
desce os beijos e mordidas pela sua barriga, os beijos molhados por toda sua pele, seungcheol soltando uma risadinha sempre que o olhar de vocĂȘs se cruzavam.
âabre!â deixa um beijo na sua coxa, e mesmo tremendo vocĂȘ obedece.
vocĂȘ nunca sentiu nada do tipo, o jeito que a lĂngua dele prova toda a sua buceta, o jeito que ele parece disposto a te devorar por completo. e seus gemidos manhosos ficando mais alto quando ele insere um dedo, e entĂŁo outro e outro.
seungcheol te fodendo com trĂȘs dedos, enquanto vocĂȘ se contorce no lençol. melando toda a mĂŁo dele.Â
âc-cheol!â geme e ele da uma risada baixa que te faz revirar os olhos.
e entĂŁo seungcheol entra, devagar, sentindo vocĂȘ apertar o pau dele. ârelaxa.â ele solta um gemido rouco quando começa a estocar. âtĂŁo linda por baixo de mim, gemendo. minha.â mete devagar, fazendo vocĂȘ se acostumar com o pau grande te abrindo.
vocĂȘ revira os olhos em prazer quando o polegar dele começa a fazer cĂrculos no seu clitoris, e goza, gemendo o nome dele.Â
âm-mais um pouquinho, por favor.â implora, esperando vocĂȘ concordar para voltar a estocar, sentindo sua bucetinha sensĂvel pĂłs-orgasmo. os gemidinhos deixando ele doido.
âshhh.â ele te beija antes que vocĂȘ pudesse terminar. âaliĂĄs, vocĂȘ deveria fazer xixi.â o encara confusa. ânĂŁo me pergunta, vi no tiktok.â
vocĂȘ ri, indo fazer xixi e depois voltando pra cama, um acordo silencioso entre vocĂȘs de que iria dormir ali. e foi assim que dormiu agarrada com seungcheol.
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apesar de sorrateira, ele consegue sentir a sua presença se aproximando. Um sorriso ganha força, vai rasgando os lĂĄbios de fora a fora. NĂŁo se afeta, entĂŁo, permanece fingindo concentração no notebook. Os nĂșmeros jĂĄ nĂŁo significam nada desde que te notou juntando peças suspeitas demais no guarda-roupa e as levou para o banheiro. Depois do banho, quando o perfume floral tomou conta do escritĂłrio, teve mais certeza das intençÔes.
e vocĂȘ pede. Implora. Por favor, por favor... A boquinha faz um bico, as sobrancelhas se juntam. A carinha de coitada constrĂłi uma belĂssima uniĂŁo com a voz macia. Arrasta a bunda sobre a virilha dele, como se a ereção atrapalhasse o assento. Inquieta. Muito mimada diante das negativas que recebe.
tem que ligar o computador de novo, nĂŁo dĂĄ pra fugir. Mas tem planos para tornar tudo ainda mais prazeroso.
â fica aqui debaixo â diz â, sem fazer barulho, bem quietinha... SĂł me mamando enquanto a reuniĂŁo nĂŁo acaba.
vocĂȘ vai prontamente, apruma-se sob a mesa do escritĂłrio. O sorriso nos lĂĄbios nĂŁo esconde o quanto se diverte com tudo. Promete que vai obedecer, que vai ser boazinha. Recebe a ereção na ponta da lĂngua e lambe em volta da cabecinha primeiro antes de engolir um pouquinho.
o prazer que proporciona não demora a se manifestar nas açÔes do rapaz: afoga os dedos na sua nuca, aperta os cabelos. Relaxa mais na cadeira para que o movimento dos braços guiando a sua cabeça para cima e para baixo não seja capturado pela cùmera. Parece chegar cada vez mais próximo do åpice que o normal, mais de uma vez teve que te afastar para não se permitir gozar tão råpido. Nessas pausas, seu rostinho de riso pervertido não deixa de sofrer. Pega no seu queixo, nas bochechas. Quer tanto dar um tapinha ali, mas se controla por medo do barulho reverberando sem querer se tiver que abrir o microfone. Se contenta, então, só com a oportunidade de mergulhar o polegar na sua boca, simular outro boquete com a gatinha obediente que possui.
âquer ficar de quatro pra mim? Pra eu te dar os tapas que eu nĂŁo te dei no rosto?â, te sugere. A voz magnetiza, profunda. âOu quer ficar sĂł deitadinha na cama pra eu te comer devagarzinho?â, resvala o nariz pelo seu pescoço. Beija. âVocĂȘ prende as pernas na minha cintura, nĂŁo me deixa sair de dentro de vocĂȘ... TĂŁo quentinha, tĂŁo gostosa...â
hmm, vocĂȘ ronrona, fazendo biquinho, eu tĂŽ tĂŁo molhada. Seus dedos se umedecem tocando por cima da renda da calcinha.
â Eu sei, meu amor. â Ele toca no tecido encharcado. â Chega de tanto esperar, okay? Eu vou cuidar da minha gatinha carente agora.
NĂŁo sabia dizer quando o momento caseirinho e completamente inocente com o namorado havia se tornado a bagunça suja de agora, mas lĂĄ estava vocĂȘ, deitada de bruços sobre as pernas abertas do Park, gemendo cada vez mais alto e melosinha ao passo que os dedos grossos do moreno judiam de seu doce pontinho sensĂvel.
â Caralho, princesa⊠â Ah, ele era um puto. Dos mais imundos que vocĂȘ teve o prazer de degustar e chamar de seu. Ele sabia o que fazer para te enlouquecer, te deixar no limite. Usava e abusava muito dessa autoridade que vocĂȘ tinha dado a ele. âIsso⊠Esfrega essa buceta pra gozar, vaiâŠâ
VocĂȘ manha mais uma vez, o gemido saindo arrastadinho, grudento, deixando evidente a sua entrega pelos toques de Sunghoon. âA-Amor⊠EnfiaâŠâ suplica, o rostinho choroso enfiado contra uma das almofadas que havia por ali.
Com o rostinho abafado contra o sofĂĄ, vocĂȘ mordia os lĂĄbios e apertava a borda do sofĂĄ com força; os dedinhos chegam a esbranquiçar pela força aplicada. A sensação de estar sendo abertinha pelo punho do moreno despertava um desejo que beirava ao sĂĄdico, uma dor rasgante em meio ao prazer fora do controle. âHoonie⊠Porra!â Caralho, de fato nĂŁo passava de uma putinha gulosa⊠A putinha dele.
â Olha como essa buceta âtĂĄ aguentando tudo, hm? â a voz grave provoca, ao passo que sua aberturinha vai acolhendo toda a palma do moreno, deixando apenas parte do pulso adornada pela pulseira de prata para fora. Estava toda abertinha na mĂŁo dele⊠Literalmente.
A posição favorecia os movimentos do moreno no seu meio, visto que todo seu Ăntimo estava exposto, empinadinho sobre o colo do namorado, esse que se deliciava com a sensação e visĂŁo de estar com a palma completamente envolvida por sua bucetinha babona. Os paredes Ăntimos engolindo a mĂŁo enorme dele. O ombro tensiona devido ao movimento lento de entra e sai que a prĂłpria palma segue, fazendo as veias saltarem e ficarem evidentes por todo o antebraço.
â Quando âcĂȘ tiver bem aberta, âcĂȘ vai vir sentar no meu pau, ouviu bem? â Larga o esfregar em seu rabinho para desferir mais um tapa forte em sua bunda, dessa vez na outra anca, fazendo agora ambos os ladinhos terem a coloração avermelhada da marca dos dedos grossos do namorado. VocĂȘ concorda, a cabeça balançando para cima e para baixo contra o sofĂĄ num âsimâ mudo, sem nem ao menos saber sobre o que assentia. A essa altura, queria qualquer coisa que o Park poderia lhe oferecer de tĂŁo burrinha. âSĂł vou parar quando ver seus buracos cheios de porra, ouviu?â
â đ Ì.notas: externalizando um pouco do tesĂŁo que esse homem me faz passar.
â đ Ì.avisos: blowjob, spit kink, cum eating, dirty talk, menção a sexo, conteĂșdo 18+.
nĂŁo olhar muito pfv, tenho ciĂșmeđ
- Porra. - Os dedos grossos de Yunho apertam seu cabelo. Ele nĂŁo consegue formular uma frase se quer, nĂŁo quando vocĂȘ estĂĄ engolindo tudo que consegue do pau dele com tanto desespero. - Ah isso, amor. Chupa com força.
Sua lĂngua roça na galnde robusta, gemidos manhosos e choramingos escapam da boca de Yunho, olha pra ele curiosa, os lĂĄbios vermelhos entreabertos. Sons sujos preenchem o quarto. Ă a primeira vez que o namorado deixa escapar gemidos de prazer nesse nĂvel.
- CĂȘ' ta gemendo igual uma putinha sĂł com uma chupadinha, Yun? - Provoca ao cuspir na cabecinha de novo, a palma quente subindo e descendo enquanto sorri.
Geme manhosa, a bucetinha encharcada, manchando a calcinha fina. Observa os olhos de Yunho se fecharem enquanto o suga, as bochechas cheias. Cada vez que recua pra recuperar o fĂŽlego ele te puxa novamente, impaciente, como se nĂŁo aguentasse ficar um segundo longe da sua garganta. O namorado gagueja, perdido. Os cĂlios abrindo e fechando, os quadris se erguendo desesperadamente pra alcançar mais fundo, gemidos misturados com sons de sucção obscenos.
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cuddle session, sexo desprotegido, creampie, nipple play, relação estabelecida, jay!maridinho.
A cama rangia de leve Ă medida em que seu marido afundava o quadril no seu. As mĂŁos grandes e fortes agarravam sua coxa, trazendo seu corpo para mais perto, enquanto a fodia com manha, tentando ao mĂĄximo perdurar o momento.
TĂŁo fodidamente bom.
âShh, shâŠ.â a voz rouca murmurava em seu ouvido. âEu tĂŽ aqui.. TĂŽ aqui.â
âCalma, bebĂȘâŠâ sopra em um fio de voz, suficientemente perdido no prĂłprio prazer.
SĂŁo esses momentos que Jay parece vulnerĂĄvel, livre de qualquer mĂĄscara, sendo apenas seu.
Longe de qualquer amarra, podendo gemer, entregue. Era seu marido. Apenas. E o Ășnico trabalho dele era te proteger de tudo aquilo que te assustava, fazer com que vocĂȘ se sentisse amada, e te comer do jeitinho mais gostoso possĂvel.
Jay agarra seu peito quentinho, a mĂŁo mĂĄscula se fechando por completo, e massageando com certa força, beliscando de leve o mamilo sensĂvel.
Se tratavam de sinais sutis que traziam para vocĂȘ a certeza de que ele estava perto; os apertos sem medir a força, os arfares descontrolados, as estocadas descoordenadas.
Ele choraminga jorrando jatos espessos e quentinhos em seu interior, apertando suas ancas com força, como se vocĂȘ fosse fugir. VocĂȘ nĂŁo ia a lugar algum. Nunca.
notas da autora: essa fic aqui foi um sonho exato que eu tive com ele rsrsrs sei que tĂŽ devendo a do wonwoo pra vocĂȘs, mas essa aqui se escreveu quase sozinha⊠nem tava nos meus planos, sĂł foi. espero que gostem! <3
Foi exatamente assim que ele te olhou assim que vocĂȘ foi atender a porta, o garoto nem energia para largar as malas e girar a maçaneta tinha mais. Nota o bico gigante nos lĂĄbios carnudinhos, os braços soltos ao lado do corpo, o cabelo levemente bagunçado e a sobrancelha franzida; tal qual um cachorrinho molhado. O corre para dar um abraço apertado, rindo leve do estado dele.
ââ Ă, meu bem... ââ Sorri fofa quando Seungcheol te aperta contra o prĂłprio corpo duas vezes o seu tamanho. DĂĄ um beijinho rĂĄpido em seus lĂĄbios e volta a olhĂĄ-lo, tentando decifrar a expressĂŁo sofrida. Acaricia os braços largos enquanto os segurava. ââ O que houve?
ââ 6 horas, mĂŽ... A gente ensaiou por 6 horas... ââ O observa passar a mĂŁo pelo rosto, coçando os olhos de leve e em seguida apertando as tĂȘmporas. Finalmente entra em casa, largando suas bolsas ali mesmo e te dando mais um abraço acompanhado de um suspiro. ââ 'TĂŽ morrendo de dor nas costas, toda hora paravam pra corrigir alguma coisa... Eu 'tĂŽ morto.
Tinha tanta manha na fala dele que sĂł faltava ele chorar. NĂŁo se segurou em rir de fofura e afagĂĄ-lo novamente; nĂŁo era comum ver seu noivo nesse estado. Costumava cuidar sempre de vocĂȘ e dos outros, colocando as necessidades alheias acima das dele. Quem nĂŁo o conhecia muito bem o veria como um completo machĂŁo, se nĂŁo pudesse testemunhar esses momentos em que virava quase um ursinho de pelĂșcia nos seus braços.
ââ Ă, meu amor⊠Quer uma massagenzinha nas costas? ââ A sua ideia sugerida com a voz suave como mel o intriga, sempre ficava molinho quando o massageava. VocĂȘ desliza os dedos pelas bochechas ainda rosadinhas pelo frio externo, vendo um sorrisinho tĂmido surgindo nos lĂĄbios do noivo. O olha alegre, sabendo que a proposta o interessaria. ââ Vai lĂĄ pro quarto, Cheolie. Vou cuidar de vocĂȘ.
Seungcheol ri com os olhos, mais do que grato pela sua generosidade. Te dĂĄ mais um beijinho casto nos seus lĂĄbios e rapidamente se dirige para a cama de vocĂȘs, aproveitando para tirar a prĂłpria camiseta. Se deita de barriga para baixo com os braços pra cima, acomodados debaixo do travesseiro. Te assiste voltar para o cĂŽmodo e logo se posicionar sentada sobre a lombar do noivo.
Praticamente babava com a visĂŁo que tinha, todos os mĂșsculos perfeitamente marcadinhos te davam ĂĄgua na boca. Jamais se cansaria. Alinha os polegares no meio das costas, pressionando de leve antes de descĂȘ-los para a lombar novamente, repetindo o movimento por algumas vezes.
ââ VocĂȘ merece, bebĂȘ. Tem trabalhado tanto⊠morro de orgulho de vocĂȘ. ââ Seu comentĂĄrio tira um sorrisinho fofo de seus lĂĄbios de novo. O fato de Seungcheol ser tĂŁo trabalhador e ambicioso te excitava muito, na verdade. Era uma das coisas que mais gostava nele. E gostava mais ainda de retribuir todo o carinho que ele nunca deixou de demonstrar por todos. Os arfares manhosinhos do noivo nĂŁo ajudaram sua situação; sentia uma piscininha da sua lubrificação se acumulando na sua calcinha.
O noivo grunhe baixinho, sentindo sua lubrificação transferir para a prĂłpria calça no decorrer dos movimentos hipnotizantes. Te observa dançar seu quadril contra o dele, aumentando a intensidade e a velocidade aos poucos. O contato agradĂĄvel começa a deixar Seungcheol impaciente, que desejava por mais. A exaustĂŁo jĂĄ tinha ido embora faz tempo, mas ainda queria suas carĂcias.
ââ MĂŽ... Senta pra mim? ââ NĂŁo resiste em sorrir ao ouvir o pedido manhoso, a voz do garoto quase saindo como um miado baixinho. De modo algum rejeitaria a sugestĂŁo, e nĂŁo se demora em se despir da roupa Ăntima que usava por baixo do camisetĂŁo. Pela primeira vez no dia contempla o noivo abrir mais os olhos, que sorria de orelha a orelha ao poder ver sua intimidade livre de coberturas indevidas.
Apoia uma das mĂŁos no ombro do noivo descendo pelo pau devagarinho, soltando um gemido alto pela sensação prazerosa de ser alargada lentamente. Seungcheol revira os olhos enquanto geme grave, parte pela visĂŁo privilegiada ââ da qual nunca se desanimaria ââ, e parte pelas paredes da sua buceta o apertarem com fervor durante a descida. Inicia as sentadas lentas ainda mobilizando seu quadril para frente e para trĂĄs, a fim de senti-lo por completo.
ââ P-porra se continuar assim... ââ Consegue dizer com a fala entrecortada, sendo interrompido pelos prĂłprios gemidos. ââ Vou gozar d-dentro dessa buceta. ââ A provocação te faz sorrir travessa, te incentivando a aumentar mais ainda o vigor das quicadas. Adorava quando seu noivo te deixava toda cheinha, o leitinho quente escorrendo pelas suas pernas. Se reclina para trĂĄs de novo se apoiando nos dois ombros agora, pressionando o corpo do garoto contra a cama enquanto sentava o mais forte que conseguia.
amigo com benefĂcios!park sunghoon x leitora ââ smut +18
word count: 2.1k
conteĂșdo/avisos: conteĂșdo sexual explĂcito, ambientado no rio de janeiro, br!au, mata-leĂŁo (no contexto sexual apenas, tudo consentido!!), CHOKING KINK em letras garrafais, arm kink, sexo desprotegido (nĂŁo façam!), dry humping, finger sucking, dumbification, hiperestimulação, um tiquinho de dirty talk, creampie, palavras de baixo calĂŁo e um final fofinho hihi.
O olha congelada no prĂłprio lugar, a testa franzida e o bico definitivamente presentes. O garoto quase pula ao notar sua presença, arregalando os olhinhos e levando a mĂŁo no coração pelo espanto. ââ Caralho, que susto. ââ Um riso pequeno surge nos lĂĄbios do moreno ao se dar conta que tinha falado um pouco mais alto do que deveria. ââ Achei que era uma assombração.
Provavelmente qualquer um de seus amigos que acordassem agora facilmente ouviria a bagunça de vocĂȘs, mas nem se importavam mais. Sunghoon agora utilizava a missĂŁo de te fazer ficar quieta sĂł como uma desculpa para ver seus olhinhos revirarem e seu sorriso travesso quando te enforcava. O que de certa forma funcionou, vocĂȘ mal conseguia gemer. Mas nĂŁo porque nĂŁo estava completamente enfeitiçada pelos estĂmulos, mas porque quase nĂŁo respondia por si mais. Sentir os mĂșsculos fortes te apertarem tĂŁo gostoso assim poderia te fazer chorar.
SĂł quando vocĂȘ se coloca a chupar dois dos dedos da mĂŁo que cobriam a sua boca de novo, que Sunghoon se rende num gemido gutural. Esporra tudo dentro de vocĂȘ, o lĂquido quentinho e espesso cobrindo suas paredes por inteiro. Logo te livra do aperto e diminui a velocidade e a intensidade das estocadas em sua buceta, te permitindo finalmente respirar ofegante. VocĂȘ suspira alto e apoia as mĂŁos no balcĂŁo a sua frente, tentando ao mĂĄximo manter o equilĂbrio. Sunghoon te sussurra alguns elogios fofos e te dĂĄ beijinhos no rosto. Sinceramente vocĂȘ nem prestou atenção em quais eram ââ mal lembrava de quem vocĂȘ era.
â Toma açaĂ comigo â vocĂȘ começou, balançando Haechan de um lado pro outro. Ele continuava mexendo no celular, completamente tranquilo, como se vocĂȘ nĂŁo estivesse perturbando â o que era irĂŽnico, jĂĄ que ele fazia o mesmo com vocĂȘ o tempo todo.
â TĂŽ sem grana.
â Ai, que saco⊠sĂł tenho amigo duro.
â Sou teu amigo por acaso? â ele questionou, finalmente largando o celular pra te encarar.
VocĂȘ revirou os olhos, segurou o rostinho dele e beijou seus lĂĄbios, que automaticamente fizeram um biquinho, como se jĂĄ esperassem por aquilo.
VocĂȘ riu â e riu ainda mais quando ele começou a cutucar suas costelas, fazendo cosquinhas enquanto te deitava no sofĂĄ do apĂȘ dele. Haechan sĂł parou quando lĂĄgrimas se acumularam no cantinho dos seus olhos de tanto rir.
â Quer que eu peça pelo iFood ou cĂȘ quer sair?
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apĂłs prestar o vestibular, entrou na universidade e, graças aos professores que vocĂȘ conquistou, conseguiu estĂĄgios, contatos de empresas, e por fim, um trabalho.
nĂŁo era qualquer um, era o trabalho dos seus sonhos, vocĂȘ passava horas enfurnada num escritĂłrio de advocacia, amava mexer com toda papelada possĂvel, e amava mais ainda exercer o papel de defesa, uma oratĂłria perfeita, uma postura tĂŁo elegante que era de dar inveja, vocĂȘ tinha o controle sobre todas as situaçÔes ao seu redor.
â amiga, tĂŽ chegando aĂ jĂĄ, tĂŽ doida pra ver o pessoal, serĂĄ que a mayumi casou mesmo? â â vocĂȘ queria muito fofocar, na realidade, era isso um dos Ășnicos motivos para estar indo, saber como eles estavam agora.
â ahh, sei nĂŁo [nome], ela e aquele noivo dela sĂŁo maior enrolação â â a voz da sua colega se espalhou pelo carro, vocĂȘ focada na estrada.
â bom, os meninos eu nĂŁo ligo muito, continuam feios desde o terceirĂŁo â â riu, mas percebeu que a garota na ligação nĂŁo demonstrou tanto humor assim.
â bem.. â
vocĂȘ deveria ter escutado ela, deveria ter acreditado quando ela disse que nem TODOS os garotos continuavam feios.
â entrei no quarto sem querer e tinha gente vestindo roupa.. â â vocĂȘ falou, meio culpada e envergonhada, afinal, vocĂȘ nĂŁo havia batido na porta.
â entĂŁo vocĂȘ jĂĄ viu o murata! â â ela sorriu, achando graça da sua situação.
vocĂȘ piscou lentamente, tentando se lembrar da onde conhecia esse nome, e quando se lembrou, quase engasgou.
murata fuma, o garotinho estudioso que fazia questĂŁo de te ajudar no dever de casa, mesmo quando vocĂȘ nĂŁo pedia. talvez por vocĂȘ sempre ter sido bonitinha e carismĂĄtica, talvez por ele ser uma alma caridosa, de qualquer forma, nĂŁo havia ouvido falar dele nos Ășltimos dez anos, e nĂŁo esperava o encontro de vocĂȘs ser desse jeito.
â porra, tomara que ele nĂŁo tenha me visto â â vocĂȘ falou, tarde demais, porque viu o jeito que sua amiga olhou pra trĂĄs de vocĂȘ quando escutou o barulhinho da porta se abrindo.
â desculpa! nĂŁo foi minha intenção, de verdade â â se apressou em pedir todo tipo de desculpas possĂveis, mas parou assim que ouviu a risadinha debochada do homem.
agora o sorriso parecia em slowmo, preguiçoso, quase provocativo.
vocĂȘ ficou secando ele sabe se lĂĄ por quanto tempo, sua amiga teve que intervir, te chamando pra preparar o vinagrete enquanto os meninos acendiam a grelha.
surpreendentemente, o garotinho tĂmido havia aprendido a conversar, e te agarrou num papo muito agradĂĄvel, ele ouvia com atenção, falava quando necessĂĄrio e ainda se esforçava pra manter o foco mesmo com os amigos o chamando pra ver um jogo qualquer que passava na tv.
e vocĂȘ aceitou prontamente, havia falado de ir embora apenas pra despistar, jĂĄ que estavam conversando por horas a fio e vocĂȘ começava a sentir os primeiros efeitos do ĂĄlcool no seu sangue, e queria muito se afastar antes que acabasse perguntando ao homem quando ele havia ficado TĂO atraente.
talvez fosse a cerveja, mas o jeito que ele olhava pra sua boca enquanto falava, nĂŁo era muito normal..
â a mayumi abriu um vinho daora, quem quer? â â ouviram o convite ao fundo, e se levantaram rumo Ă varanda, onde a maioria estava reunida numa mesa grande.
ele estava tentando ser um perfeito cavalheiro, mas o bafo de whisky que vinha na sua direção dizia o contrĂĄrio, ele estava tĂŁo mamado quanto vocĂȘ.
â ahn! seu chato â â vocĂȘ se levantou, saindo da ĂĄrea e indo rumo ao quarto que vocĂȘ havia escolhido pra dormir.
â eu n-nĂŁo tĂŽ dormindo, relaxa â â vocĂȘ murmurou contra o travesseiro, se virando para enxergar o homem melhor, mesmo na penumbra da noite, com apenas a luz fraca de um abajur.
â cĂȘ me assustou, achei que vocĂȘ ia entrar num coma alcoĂłlico daquele jeito â â ele abriu um sorrisinho, se sentando a beira da cama. â â tĂĄ tentando esquecer um ex? â
â tĂŽ tentando ignorar o f-fato de vocĂȘ ter ficado tĂŁo gostosinho do nada â â cuspiu, nem ligando pra nada.
o garoto soluçou, tanto pelo susto, tanto pelo ĂĄlcool, se virou pra vocĂȘ com as bochechinhas coradas.
â vocĂȘ acha isso mesmo? â â ele voltou a olhar pra sua boca, as mĂŁos despretensiosamente descendo e fazendo um caminho imaginĂĄrio nas suas coxas, num movimento mais atrevido, ele te olhou, com aqueles olhinhos sugestivos que te fizeram perder o Ășltimo pingo de sanidade.
â quer que eu mostre o que eu acho? â â cruzou os braços ao redor do pescoço dele, fazendo seus rostos se aproximarem ainda mais.
talvez vocĂȘ nĂŁo teria a resposta da sua pergunta, mas pelo menos, iria aproveitar o fruto daquele milagre irresistĂvel.
âBaby, baby, mm, it's thickening the plot, when did you get hot?â